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Joao Paulo CP

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  1. Fabrício, tudo certo, rapaz? Em janeiro de 2015 eu também encarei o rafting em Futa. Fiquei cinco dias na cidade e consegui fazer só um dia de rafting. Tive muita dor de cabeça com a Patagonia Elements, empresa pela qual vc foi. A dor de cabeça está no meu relato "um sonho, um rio e um vinho". Fiz o full day pela Outdoor também pelo preço de 80 mil pesos. E como vc falou, os caras são fantásticos. E novamente, o relato do Marcio SP abriu as portas para esse rafting. Só que, ao invés de ir pela Argentina, fui pelo Chile e retornei pela Argentina/Chile. É tão incrível aquela cidade que ten
  2. Fala Júdice Rocha! Tudo beleza, cara? Vai firme sem reserva. Ficando de 3 a 4 dias você consegue fazer o rafting sem problemas, até porque tem muitas agências pela cidade. Eu realmente te recomendo o full day. Se não conseguir, o tradicional é o Puente a Puente. No início desse ano eu fiz o rafting no Rio Urubamba, em Cusco. Cara.... não tem nem como comparar. Aliás, acho que fui uma voz contra a maré e boas recordações do Peru; o país não me cativou muito não. Quanto ao Rio Urubamba... bem fraquinho. Se você fizer o rafting pelo Futaleufú, não deixe de postar suas impressões. Te garanto q
  3. Após cinco meses do fim de minha viagem pelo Peru, resolvo postar aqui minhas impressões sobre o país. Já antecipo a todos que a visão que tive do país não foi a das melhores, o que explicarei mais adiante. Não tenho dúvidas de que essa má impressão já teve início com a escolha do destino. O Peru nunca foi um lugar que me atraiu; fui motivado por um impulso de conhecer Machu Picchu antes dos 30 trinta anos. Ao contrário de meu primeiro mochilão pela Patagônia, cujos planos foram gestados por longuíssimos anos (segue o link de meu relato no Mochileiros um-sonho-um-rio-e-um-vinho-parte-1-5-patag
  4. Jeize, tenho certeza que você irá gostar da Patagônia. Noicasa, desculpe a demora. Algumas situações estressantes no escritório e a segunda fase da OAB batendo à porta. Bem, quanto a não responderem, pode ser em razão do fim da temporada de rafting. Futa meio que "fecha" quando começa o outono. Nessa semana está passando no Kaiak, canal Off, a descida do rio Futa. Deu água na boca de novo. Bem, se você for mesmo no fim do ano, se informe como estará a cidade por causa da erupção do vulcão Calbuco, que está em Puerto Varas. Como é relativamente perto - em termos geológicos - é possível que
  5. Na cidade eu somente troquei dólar por pesos argentinos e o suficiente para que eu pegasse o ônibus. Estava US$ 1,00 = P$ 10,50. Não teve outro jeito; mas como foi pouco dinheiro, não pesou. A cotação da casa de câmbio é muito próxima da oficial, e sem aquelas taxas que são cobradas no Brasil. Noicasa, segue o site da Condorfu e da Pagatonia Elements. Tente entrar em contado com eles para ver se ocorre de descer o rio já em outubro, apesar da temporada somente começar em novembro. http://condorfu.cl/ http://www.patagoniaelements.com/ Servirá como orientação. Abração e até mais!
  6. Letícia!!!!!!! Eu ri demais com seu relato e me vi em situações um tanto quanto parecidas quando fui para o meu primeiro mochilão! Um dos trechos que eu mais gostei foi "Até convidei as amigas, mas após ter respostas como “faz muito calor”, “não dá pra usar salto alto” e “gosto de coisas modernas”, tive a certeza de que eu iria sozinha". Não há nada mais pastel que um "chopis centis" e tenho certeza que você voltou com outra cabeça! Agora, please, me responda: em que mês você foi? Acho que passei por seu delicioso relato sem ver isso...
  7. Noiscasa, me sinto lisonjeado em lhe ajudar, ainda mais sendo você um colaborador ouro Bem, de meu primeiro relato é incontestável o tom emocional. E de fato foi uma viagem emocionante. depois de três anos de longo trabalho e sem férias (quando tinha férias de um trabalho não tinha de outro ou da faculdade). tenho que admitir que não fui o mochileiro mais econômico. Abri mão da troca do meu carro pela viagem. Não que tenha custado o preço de um carro O Mochileiros foi revelador nessa minha trip, até porque nunca tinha ouvido falar de Futaleufú. Fuçando, descobri que o Chile é um para
  8. Heloá, muita coincidência mesmo rsrsrsrsr. Lembro-me dos meus tempos de Celtas... Rosa, quanto ao orçamento, prefiro nem comentar... não somei para não ficar triste, até porque fiz uma boa reserva financeira, para poder aproveitar os passeios a que teria direito e comer em bons restaurantes, conhecendo o que não está a nosso alcance. Não foi um mochilão de luxo, mas pode ter chegado perto (para isso, só bastaria eu ter trocado os hostels por hotéis). Foram três longos anos de trabalho intenso, sem férias, para ir às favas com o mundo nesse mês que mudou minha vida. Um amigo meu de Sampa, Lu
  9. No dia 12 de janeiro rumo a El Calafate, deixando com dor no coração o Chile, com suas montanhas, seu verde, seus rios e seus vinhos estonteantes. Aliás, o vinho chileno supera em muito o argentino, assim como a cerveja argentina (em especial as artesanais) superam em muito as chilenas. Mas nunca fale isso, pois irá causar a terceira guerra mundial. No Chile, cerveja e vinho são chilenos. Na argentina, cerveja e vinho são argentinos. Calafate. É a Gramado argentina, mas com o Perito Moreno. É possível entender? Não?... rsrsrs A cidade é linda e Perito Moreno é algo que não
  10. Noutro dia tomo o voo para Punta Arenas! É o sonho de Torres del Paine chegando, ansiedade para chegar ao vale francês e ver aquela capa de revista bem diante de meus olhos. No avião, atrás de mim, dois brasileiros muito experientes em trekking: Antônio de Lucas. Estes dois me salvaram. No dia seguinte fomos fazer as comprar na zona franca. A loja especializada em trekking, Balfer, possui bons produtos, mas caros. Produtos igualmente bons você pode encontrar no supermercado Sanchéz y Sanchéz, dentro da zona franca. Comprei quase tudo lá, inclusive grande parte de minhas roupas para frio. E
  11. Dia 02 fui pegar meu dinheiro de volta na Patagônia Elements e andar um pouco mais pela cidade. Tirei algumas fotos (abaixo, a praça da cidade), e pela tarde tomei a van até a fronteira com a argentina para seguir para Bariloche, passando a noite em Esquel. Cheguei no posto de fronteira e passei sem problemas pela alfândega argentina. Estava com uma camiseta da seleção deles. Um oficial veio todo sorridente conversar comigo, dizendo que iria passar um tempo na Costa do Sauípe. Perguntou-se se conhecia o hotel e se ele e a família iriam gostar. Nunca imaginei algo assim. Fui muit
  12. No dia 01 o Sol abriu. Mas abriu de uma maneira estonteante. Já havia chutado o balde com a Patagônia Elements (sob hipótese alguma contrate essa empresa. E eu ressalto. Hipótese alguma. Eles sempre vão lhe falar que o rio está muito cheio, irão te oferecer os melhores programas de rafting, e só farão o ponte-a-ponte e olhe lá). Nesse dia primeiro de janeiro desembolsei a grana extra pra pagar um full day com a Outdoor Patagônia. São R$ 400,00, aproximadamente. Não ache que é caro, pois o big ice no Perito Moreno custa o dobro e praticamente todo mundo paga sorrindo. Os preços não são tabela
  13. Peço um pouco de paciência ao leitor. Este será um longo relato. Há uns 13 anos, recebia em minha casa a revista Terra – quanta saudade daquelas páginas com lugares deslumbrantes – e nela, a capa do lugar mais bonito que já havia visto. Prometi a mim mesmo, que um dia lá estaria. Aos 28 anos, embarquei rumo à Patagônia, começando minha viagem e o tão esperado mochilão por Santiago. Ao menos, era isso o que eu pensava. Ledo engano. Minha aventura começou quando sai de Sinop, minha cidade matogrossense. Com apenas “alguns” quilômetros andados, minha família parou em um tradicional ponto
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