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yolanda.fordelone

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  1. Se para conhecer a cultura inca o mochileiro viaja ao Peru em busca de Machu Picchu, quem quer entrar em contato com os resquícios da cultura maia deve ir à América Central, mais especificamente à Tikal, na Guatemala. Por toda a península de Yucatán (ou Iucatã) – que engloba além da Guatemala, Belize e México – há sítios arqueológicos de antigas cidades maias, mas Tikal era uma das maiores daquela civilização. As construções também estão entre as mais altas estruturas maias conhecidas. A mais alta possui mais de 64 metros. http://www.wanderluster.com.br/conheca-a-cidade-tikal-e-suas-enorme
  2. A praia do Sancho está para Fernando de Noronha como o Copacabana está para o Rio de Janeiro. Ir a ilha e não conhecer esse pequeno paraíso é um desperdício. Ano após ano, a baía de águas transparentes aparece em listas das praias mais bonitas do mundo, quando não em primeiro lugar, no top 5 dos rankings. http://www.wanderluster.com.br/praia-do-sancho/
  3. A Albânia é um local que poucos viajantes colocam no roteiro. No entanto, o país que fica no mar Mediterrâneo possui inúmeras vantagens que vai fazer você incluir este destino no seu próximo mochilão. Diferentemente dos famosos destinos da Europa, a Albânia tem muita sombra e água fresca para o turista que procura um lugar para relaxar. Confira cinco destinos inusitados na Albânia: http://www.wanderluster.com.br/motivos-para-conhecer-albania/
  4. Quanto custa viajar para Machu Picchu? Machu Picchu, no Peru, é quase que destino certo para quem começa a mochilar. Além de belas paisagens, o Peru é um país barato o que torna possível o sonho de conhecer a cidade inca para a maioria dos viajantes. O sítio arqueológico, por ser o mais famoso passeio da região, é o que há de mais caro para o turista no país, mas ainda assim um roteiro para lá pode ser feito por menos de R$ 1.500. A cotação do dólar utilizada e de R$ 2,30. http://www.wanderluster.com.br/quanto-custa-viajar-para-machu-picchu-veja-um-roteiro-de-menos-de-r-1-500/
  5. Uma das mais belas cachoeiras do sul da Chapada Diamantina (Bahia) exige preparo físico. São dois dias de caminhada se escolher a trilha por cima e de três a cinco horas se for visitá-la por baixo. A recompensa é a intocada cachoeira da Fumacinha, pouco visitada devido à dificuldade da trilha e toda coberta de musgos e outras plantas. http://www.wanderluster.com.br/fumacinha-e-eleita-por-muitos-uma-das-cachoeiras-mais-bonitas-da-chapada-diamantina-confira-o-porque/
  6. Há quem diga que uma viagem é feita de três momentos: a preparação, a execução e as lembranças. Se a viagem envolve acampamento e trilha, a preparação se torna ainda mais importante, afinal qualquer problema será mais difícil de ser resolvido dado o isolamento do local. O segredo, sobretudo, está em não fazer uma mochila pesada. Para ajudar na organização, o Wanderluster lista abaixo sete objetos pequenos e baratos (até R$ 40) que te ajudam a sair de enrascadas. http://www.wanderluster.com.br/sete-objetos-uteis-e-baratos-para-acampamentos-e-trilhas/
  7. Florianópolis, em Santa Catarina, é conhecida por ser uma ilha que abriga todo tipo de praia. Há locais para surf (praia Brava, por exemplo), outras partes que mais parecem uma lagoa (como a praia da Daniela) e ainda opção para quem é adepto do naturalismo. Ao lado da movimentada praia Mole, uma trilha de apenas 10 minutos esconde a praia da Galheta, em que é permitido ficar pelado, fazer topless ou apenas visitar de roupa mesmo. A vantagem é que a praia é pouco visitada, dando ao visitante a oportunidade de se refrescar em duchas naturais e observar a fauna local. http://www.wanderluster.
  8. Do avião já é possível avistar um dos cartões postais mais conhecidos (e porque não mais bonitos) de Cape Town, na África do Sul. Além de ser acessível via teleférico, o topo da Table Mountain, que leva esse nome justamente por lembrar uma mesa, também pode ser alcançado via trilha. Isso se você estiver disposto a andar até três horas, só de subida. Para se ter ideia da grandiosidade, são mais de 100 tipos de trilhas para chegar ao topo. Junto, o complexo de montanhas possui 3 km de extensão, a quase 1.100 metros de altura. Não à toa a montanha aparece na nota de 100 rands da África do Sul
  9. =) Muito bom Nando.... tenho duas tatuagens de viagem.Se tatuar envie sua história e alguma foto que publicamos Bjo
  10. O mochileiro que vai à Europa costuma se locomover entre cidades e países por trem. No Brasil, os trens ainda são raridade, mas mesmo assim é possível encontrar bons passeios em algumas regiões. Este é o caso da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), conhecida também como trem da Vale pela empresa administrar a rota. No total são 664 km entre Vitória e Belo Horizonte, feitos em aproximadamente 13 horas de viagem. Se feito o trecho completo, o viajante terá percorrido uma distância superior ao comprimento de países como Espanha e Barbados. São 30 pontos de parada. O trem parte pontualmente t
  11. A primeira impressão para quem chega à vila de Taganga, no litoral leste da Colômbia, pode não ser das melhores. As ruas são de terra, a praia central lotada e em alguns hostels o que se informa são as ruas onde não se deve ir devido ao risco de assalto. Contrariando esta primeira impressão, quem resolver ficar descobrirá o lado encantador do vilarejo: as praias caribenhas da Colômbia, o pescado barato, a noite agitada e os hostels baratos e confortáveis (com piscina e redes). A vila é conhecida por ter o melhor pôr do sol da Colômbia. Confira: http://www.wanderluster.com.br/vila-de-tagang
  12. Jalapão de bicicleta: acompanhe o relato de um casal que resolveu conhecer o parque em duas rodas Os mochileiros Michele e Artur resolveram conhecer um dos mais famosos parques nacionais brasileiros, o Jalapão, sobre duas rodas. Foram oito dias de pedaladas e de belezas surpreendentes. Confira parte do relato: http://www.wanderluster.com.br/jalapao-de-bicicleta-acompanhe-o-relato-de-um-casal-que-resolveu-conhecer-o-parque-em-duas-rodas/
  13. O nome desse poço faz jus à sua cor. O Poço Azul, ao leste da Chapada Diamantina, é uma verdadeira raridade. Além da beleza que impressiona, é um dos poucos que permite que o visitante nade nele, mesmo que por pouco tempo. A procura pelo poço é grande, visto que ele tem esse diferencial de permitir o mergulho. Em alta temporada, espera-se de uma a duas horas para visitá-lo, pois somente grupos de 20 pessoas podem entrar por vez e ficar 20 minutos dentro da gruta. Em baixa temporada, os guias deixam que o visitante fique 40 minutos mergulhando. http://www.wanderluster.com.br/poco-azul-n
  14. Obrigado, pessoal! Se tiverem ideias de lugares ou mesmo quiserem colaborar temos o espaço WL onde publicamos textos de mochileiros...
  15. 10 dicas de como organizar a mochila de viagem http://www.wanderluster.com.br/10-dicas-de-como-organizar-a-mochila-de-viagem/
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