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Filipe Andretta

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  1. Resumo da viagem, dias 9 e 10 de abril de 2016 Sábado: Descida do Caminho do Itupava e acampamento no Parque Estadual Pico do Marumbi Domingo: subida do Olimpo (trilha branca/frontal); retorno para Curitiba de trem. Planejamento Moro em Curitiba desde que nasci, mas nunca tinha feito essa aventura na Serra do Mar. Hora de criar vergonha na cara e explorar as maravilhas no quintal de casa. Meu objetivo inicial era subir algum cume no Marumbi e voltar no mesmo dia, mas descobri que é muito difícil fazer um “bate-volta” por conta dos horários do trem: o que sai de Curitiba chega na base da montanha às 10h35, enquanto o único que volta passa às 16h na mesma estação. Existe ainda a opção de ir de carro até Porto de Cima, que fica a 4km da base do Marumbi. Por isso, o mais comum é dormir pelo menos uma noite no Parque Estadual, antes ou depois de subir a montanha. Mesmo com pouca experiência de trakking ou montanhismo, resolvi então aproveitar para descer a Serra do Mar pelo Caminho do Itupava. Convidei vários amigos, mas só o parceiro Pedro Pannuti topou. Foi o suficiente. O primeiro ponto para resolver era como chegar até o bairro Borda do Campo na cidade de Quatro Barras, onde começa o Itupava (a 30km do centro de Curitiba). Existem algumas vans que fazem o trajeto, mas normalmente são lotadas com pessoas que vão descer o Caminho até Porto de Cima (vila próxima a Morretes) e voltar no mesmo dia. Se não quiser pagar uma pequena fortuna num táxi, dá pra tomar um ônibus no Terminal do Guadalupe, próximo à Rodoferroviária de Curitiba. Agora, se você mora por aqui e tem pais dispostos a dar uma carona, melhor. A segunda questão era onde acampar. O Parque Estadual do Marumbi conta com um camping gratuito que esteve interditado para reforma por anos até 2015. Consta no site do IAP (Instituo Ambiental do Paraná) que é necessário reservar lugar, pois há um limite de 30 barracas. Ocorre que os telefones do Marumbi (41-3462-3598) e de Prainhas (41-3462-4352) estavam quebrados. Liguei para vários telefones do IAP, mandei e-mails, mas ninguém soube me dizer como reservar. Porém, depois de dias consegui a confirmação de que o camping estava funcionando normalmente. Resolvemos então arriscar a ida até lá mesmo sem comunicação. Precisávamos garantir ainda a passagem de trem para a volta. Em contato telefônico com a Serra Verde Express, fui informado que é mais barato comprar dentro do próprio trem e que não há risco de ficar sem lugar (apenas o trem de ida é mais concorrido). Caminho do Itupava Chegamos no posto do IAP na Borda do Campo 8h30 de um sábado ensolarado. Fizemos um cadastro rápido e fomos imediatamente liberados para começar a trilha. Não nos ofereceram maiores informações e nós também não perguntamos nada. Eu levava um mapa precário impresso em casa que não seria o suficiente. Nos últimos anos houve alguns assaltos no Caminho do Itupava. É recomendado fazer a trilha em grupos maiores pelo menos até a Casa do Ipiranga, que ainda está relativamente próxima de áreas urbanas. Naquele dia havia muitos grupos descendo, então ficamos tranquilos. O começo da trilha tem algumas subidas até chegar ao morro do Pão de Ló. Depois é praticamente só descida até a Casa do Ipiranga (ruínas de um casarão colonial). Logo na sequência o Caminho chega no trilho do trem. Subindo 100m à direita pelos trilhos há uma roda d’água e uma cachoeira onde vale a pena parar para um mergulho. Após retornar da roda d’água, vimos um grupo grande de pessoas descendo pelos trilhos do trem. Perguntamos para a guia daquele grupo e ela nos confirmou que deveríamos prosseguir pelos trilhos. Depois de andar meia hora desconfiados, alcançamos dois socorristas e um bombeiro aposentados que também desciam o Itupava por ali. Os três afirmaram que estávamos no caminho certo, porque a outra trilha estava fechada e era muito mais difícil. Então seguimos em frente sem medo... Mais tarde descobriríamos que fomos induzidos a erro. Na verdade, a trilha do Itupava segue pelo morro a partir de uma entrada na mata que fica do outro lado dos trilhos, logo após a Casa do Ipiranga. Acontece que essa passagem não é bem demarcada e o trecho dali até o Santuário Nossa Sra do Cadeado é mais difícil. Por isso, muitas pessoas preferem fazer um trajeto mais longo pelos trilhos do trem ao invés da mata fechada e escorregadia. Porém, é uma opção perigosa que tem motivos para ser proibida. Até chegar no Cadeado são quase 3 horas de caminhada passando por túneis escuros (lanterna é indispensável) e pontes sem estrutura de segurança para pedestres - o único jeito de atravessá-las é pisar dormente por dormente, com cuidado para não cair no vão entre eles. Dentre essas pontes está o Viaduto Sinimbu, com 62m de comprimento sobre um grande penhasco. Se alguém tiver medo de altura, provavelmente vai empacar em alguma ponte e travar o grupo. Além disso, o tráfego de trens é relativamente constante. Logo, se um trem aparecer enquanto você estiver no meio da ponte, a única solução será correr. Portanto, não recomendo seguir pelos trilhos do trem, pois o risco de acidente grave é real, principalmente se estiver chovendo, nublado ou se for noite. Por outro lado, não posso negar que as paisagens desse trecho foram as mais incríveis da viagem. Quando chegamos ao Santuário do Cadeado, nos deparamos com várias pessoas saindo de dentro da mata. Conversamos com elas e só então entendemos que havíamos tomado o caminho errado. A partir do Cadeado é possível continuar pelos trilhos do trem até a Estação Marumbi e enfrentar, dentre outras, a Ponte São João com seus 118m de comprimento e 58m de altura. Mas resolvemos não abusar da sorte e seguimos o Itupava através da Trilha do Sabão, que continua logo atrás do Cadeado. O nome é bem propício, porque o caminho é uma descida acentuada construído com grandes pedras lisas. Escorregões são quase inevitáveis. Depois de aproximadamente uma hora e meia pela Trilha do Sabão, o Caminho do Itupava termina numa estrada de chão. A maioria das pessoas desce à esquerda rumo Porto de Cima, onde tomam uma van ou ônibus até Curitiba ou Morretes. Nós subimos à direita, passamos pela Estação Egenheiro Lange e finalmente chegamos na Estação Marumbi. Era 16h20, de modo que nossa caminhada completa durou 7 horas e meia - tempo razoável, já que cada um levava mais de 20kg nos mochilões. Pouco depois começou uma chuva que duraria quase a noite inteira. Camping no Parque Estadual Pico do Marumbi De frente para a estação, do outro lado do trilho, há algumas casas do IAP. Em uma delas está o telefone (quebrado à época) e é onde fica um funcionário de plantão de quarta a domingo e nos feriados. Ele é o responsável por fazer o cadastro de entrada/saída no Parque Estadual do Marumbi e no camping. Devido à falta de comunicação, ele não nos cobrou reserva. Havia apenas 5 barracas armadas por lá e não foi difícil achar um bom lugar para a nossa. Porém, o camping fica mais concorrido em feriados e na alta temporada de escalada (de maio a setembro). A estrutura do camping inclui banheiro masculino e feminino com dois chuveiros elétricos em cada, além de uma área coberta com quatro mesas longas e pias - nada mal para um camping público e gratuito. Uma tempestade havia queimado a fiação de luz da área coberta, de modo que usamos muito nossas lanternas. Havia apenas uma tomada funcionando na porta do banheiro feminino (leve pilhas/baterias extras para os equipamentos eletrônicos). É proibido fazer fogueira, então você vai precisar de um fogareiro se quiser cozinhar. Também não é permitido consumir bebida alcoólica, mas essa regra foi ignorada por um grupo naquela noite, que acabou exagerando no barulho (lembre-se que quase todos no acampamento subiram a montanha ou pretendem subi-la no dia seguinte bem cedo - logo, querem uma boa noite de sono). Não havia sinal de celular para ligar ou enviar SMS, mas surpreendentemente consegui mandar notícias para a família pelo WhatsApp. Pico do Marumbi (Olimpo) Como nós iríamos voltar de trem às 16h, precisávamos começar a subida cedo. Acordamos às 5h para tomar um café da manhã reforçado. Deixamos os mochilões na casa do IAP, mas o plantonista não se responsabiliza pela bagagem (não há guarda-volumes). É obrigatório avisar o funcionário antes de começar a subida e também na volta, pois ele será o responsável por chamar equipes de resgate em caso de imprevisto na montanha. Atualmente, existem duas trilhas que levam ao Olimpo. A vermelha (noroeste), segundo alguns relatos que li, é um pouco mais difícil e dá acesso a vários picos do Conjunto Marumbi (Abrolhos, Esfinge, Ponta do Tigre e Gigante antes de chegar ao Olimpo - o mais alto). A branca (ou frontal) leva diretamente ao Olimpo. Nós havíamos conversado com um grupo que subiu pela vermelha e desceu pela branca no dia anterior. Eles nos relataram que a vermelha estava ainda pior por causa da lama. Devido à nossa inexperiência, resolvemos subir e descer pela branca. Iniciamos a trilha às 6h35. O caminho é bem demarcado por sinais brancos frequentes no chão, paredes e árvores. Quando há uma bifurcação duvidosa, geralmente existe uma corda fina atravessada para vetar o caminho errado (não confunda com as cordas instaladas para ajudar na subida/descida). Se você andar mais de 50m sem ver uma marca, provavelmente está no rumo errado ou não prestou atenção suficiente - volte até a última marca e procure ao redor. Mesmo com toda a chuva do dia anterior, a trilha não estava muito escorregadia (especialmente se comparada à Trilha do Sabão). Mas em caso de tempestades extremas, ela pode ser interditada. A partir da metade da trilha tornam-se frequentes os grampos, cordas e correntes que permitem chegar ao topo sem o auxílio de equipamentos de escalada. Você vai subir pelo menos 3 paredões de pedra altos para chegar ao cume - eles podem ser um obstáculo difícil para alguém com medo de altura, principalmente se a visibilidade for boa. Com exceção do rio que fica no começo da trilha branca, o primeiro ponto para conseguir água está no terço final do percurso. Então recomendo começar a subida com pelo menos 1,5 litro de água. Eu carregava na mochila de ataque também alimentos diversos, jaqueta impermeável, lanterna, canivete, repelente, kit básico de primeiros socorros e celular (há sinal telefônico na parte alta da montanha). Vestia botas, calça e camiseta leves. Além disso, usei luvas por recomendação de outros montanhistas, já que a trilha exige muito o uso das mãos. Chegamos ao cume às 10h45. Infelizmente, a visibilidade era mínima. A montanha estava imersa em uma grande nuvem. Por conta do calor e altíssima umidade, parecia que estávamos em uma grande sauna natural - tanto que eu estava encharcado antes mesmo de pegar 20 minutos de chuva (o que tornou inútil a jaqueta impermeável). Essa falta de visibilidade é muito comum em razão do clima regional, sobretudo nos meses mais quentes e chuvosos. Baixe suas expectativas e esteja preparado para não ter uma boa vista no cume. Parece que a maioria dos acidentes acontece na descida, quando as pessoas estão mais cansadas e dispersas. Então não descuide e desça num ritmo tranquilo, evitando sobrecarregar os joelhos. Nós conseguimos fazer sem pressa a subida e descida da trilha branca em 7 horas e meia, retornando antes das 14h. Depois de dar baixa no cadastro do IAP do Parque Estadual, ainda tivemos tempo de desarmar a barraca, tomar banho e almoçar antes de entrar no trem para Curitiba. Trem de volta O trem chegou pontualmente às 16h. Compramos a passagem econômica dentro do vagão por R$30. O trem retorna pelo trilho que corta o Caminho do Itupava, o que nos permitiu apreciar as pontes e túneis que evitamos ao tomar a Trilha do Sabão, bem como as que atravessamos entre o Santuário do Cadeado e a Casa do Ipiranga. O trajeto é belíssimo! Nossa viagem terminou na Rodoferroviária de Curitiba às 18h30.
  2. Oi Fernanda. A viagem custou cerca de R$5.000,00 por pessoa (incluindo passagens de ida e volta para Curitiba). Mas te garanto que dá pra fazer por menos, economizando principalmente com hospedagem. Como eu viajei com a namorada, nós ficamos sempre em quartos de casal (alguns com banheiro compartilhado) em pousadas reservadas com dias de antecedência (geralmente através do Booking ou HostelWorld). Optei por essa segurança para evitar chegar em um lugar e ter que ir atrás de hospedagem - o que toma tempo e pode ser perigoso, especialmente em cidades grandes - e porque viajamos em alta temporada. Porém, há um universo enorme de pousadas simples e baratas que não trabalha com esses sistemas "moderninhos" de reserva online. E o dólar nas alturas é só mais um motivo para explorar esse Brasil lindo que é tão esnobado pelos próprios brasileiros.
  3. Mochilão de 25 dias: Manaus - Alter do Chão - Belém - Ilha de Marajó - Algodoal - São Luís - Alcântara - Lençóis Maranhenses (Barreirinhas e Atins) - Delta do Parnaíba - Jericoacoara - Fortaleza - Canoa Quebrada. Viagem maravilhosa que fiz com minha namorada entre 09 de julho e 02 de agosto de 2015. Abaixo o resumo do nosso roteiro e entre parênteses as principais atrações de cada dia. Na sequência, alguns comentários úteis para quem pretende fazer um mochilão parecido Manaus Quase todos que querem conhecer a amazônia planejam sair de Manaus (como eu). Isso enche a cidade de turistas estrangeiros, o que aumenta o preço das atrações. Além disso, como é uma cidade grande, os melhores passeios estão distantes. Logo, se você não tem dinheiro para pagar por cruzeiros ou hotéis de selva, fique pouco tempo e opte por conhecer melhor a amazônia a partir de cidades alternativas, mais próximas da natureza e baratas, como Alter do Chão. Não deixe de visitar o Teatro Amazonas e, de noite, o boêmio Bar Caldeira. Barco ou avião? Quando planejamos o mochilão, a ideia era fazer ao menos um trecho de barco (Manaus/Santarém ou Santarém/Belém). Porém, vimos pela internet que as datas de saídas não se encaixavam direito nas nossas necessidades. Por fim, fizemos ambos os trechos de avião. Sim, perdemos de fazer uma viagem que parece enriquecedora, mas ganhamos muito tempo (cada trecho de barco leva pelo menos duas noites) e - acredite - dinheiro (as passagens de avião, compradas antecipadamente, custam o mesmo das passagens de barco, com a vantagem que você não tem que gastar 3 dias de alimentação). Se optar pelo barco, cheque as datas e horários com sua pousada/hotel, pois as informações na internet estão muito desatualizadas. Alter do Chão Visitamos Alter do Chão em meados de Julho, quando as águas ainda estão altas a ponto de cobrirem quase completamente os famosos quiosques da Ilha do Amor. Pouco importa! De verdade, a cidade é maravilhosa até embaixo d'água (literalmente?). Sem falar que é possível aproveitar praias (com menos areia mas o mesmo encanto) tanto na Ilha do Amor, quanto no Cajueiro ou no Pindobal. De Alter do Chão é possível fazer passeios fantásticos de todos os tipos, para todos os gostos. Ficamos fascinados com os igarapés do Lago Verde. Se quiser ter um gostinho de selva amazônica, basta ir à Floresta Nacional do Tapajós. Há também opões de passeios mais longos, para passar dias. Alter do Chão com certeza foi um dos pontos mais altos da viagem e é triste que muitos brasileiro nunca sequer ouviram falar desse paraíso. Belém Em Belém, os moradores te alertam o tempo todo de como é perigoso andar pelas ruas. Isso não é legal. Você não precisa mais do que um dia para ver as atrações turísticas principais. Ilha de Marajó Peça para a sua pousada reservar um lugar na Van do Edigar, que faz o trajeto do Porto de Camará até Joanes ou Soure. Confesso que a ilha me decepcionou um pouco. Esperava mais contato com a natureza e tranquilidade, mas Soure se mostrou muito barulhenta (Julho é o "veraneio" deles, com muitas festas regadas a tecnobrega). Mesmo a Fazenda São Jerônimo (uma das mais visitadas) estava suja devido à atividade de extração de coco. Algodoal O povo do Pará é muito hospitaleiro. Bastou alguns minutos de conversa com uma belenense que conhecemos em Alter do Chão para ela nos convidar para um viagem até Algodoal. Aceitamos e pegamos carona com ela. Fiquei menos de 24 horas na ilha, mas valeu a pena. São Luís / Alcântara Destaque para o centro histórico de São Luís, que transborda cultura. Além disso, não deixe de ir a Alcântara, lugar que parou no tempo e parece uma cidade cenográfica. Lençóis Maranhenses Não tivemos tempo de passar por Santo Amaro, que muitos dizem ser o acesso mais preservado aos Lençóis. Por outro lado, eu li muitas críticas sobre Barreirinhas que não se confirmaram. De fato, a cidade não é das mais belas, mas a Lagoa Bonita foi o ponto mais impressionante de todos que visitei nos Lençóis. Depois, descemos o Rio Preguiças de voadeira até Atins, que tem um perfil bem diferente. Atins é relativamente isolada (portanto, mais calma e cara) e, além de lagoas mais exclusivas, tem um espetáculo à parte proporcionado pelos incontáveis praticantes de kitesurf. Surreal. Parnaíba Foi um longo dia para chegar de Atins até Parnaíba. O trajeto foi feito de voadeira (Caburé), bugue pela beira do mar (Paulino Neves), carro fretado (Tutóia) e ônibus (Parnaíba, finalmente). Na manhã seguinte, fizemos o passeio pelo Delta do Parnaíba num barco com umas 50 pessoas. É um programa barato, popular e engraçado. Depois fiquei sabendo que é possível fazer um passeio de lancha desde Tutóia até Parnaíba, passando por todo o Delta, mas tem que ser planejado com certa antecedência. Jericoacoara Saindo cedo de Parnaíba, chegamos em Jijoca na hora do almoço e pegamos uma Jardineira de 45 minutos até Jericoacoara. Não deixe os motoristas de jardineira te enganarem. Eles recebem subsídio e devem cobrar um preço tabelado dos turistas, que quando fui era R$12,50. O mesmo valor também para ir de Jericoacoara até a Lagoa do Paraíso. Aliás, recebemos uma dica bacana de uma moradora. Quando for à Lagoa do Paraíso, peça para o motorista não te deixar no primeiro ponto, que é um lugar super caro. Um pouco mais adiante existem outros pontos tão bonitos quanto e com preços honestos (não se preocupe, todos têm as famosas redes na beira da lagoa). Enfim, Jeri (para os íntimos) é imperdível, mas acho que você já cansou de escutar isso. Fortaleza Cometemos o erro de ficar hospedados na Praia do Futuro. Ok, é a praia mais bela de Fortaleza, mas é isolada de tudo e com poucas opções à noite. Prefira ficar na região central e explorar eventualmente as praias que ficam fora da cidade, muito mais interessantes. Vale a pena fazer tour guiado no Teatro José de Alencar e no Forte Nossa Sra da Assunção. O Mercado Central é realmente impressionante pelo tamanho e pelas centenas de lojinhas humildes e organizadas. A feirinha da beira-mar também é ótima (se precisa comprar souvenir, Fortaleza tem muita opção e bons preços). No último dia ainda tivemos tempo de fazer um bate-volta de van até Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada. Mas, se quiser fazer um bate-volta, prefira o que vai somente a Canoa Quebrada e aproveite o dia nessa praia exuberante. Gastronomia Essa viagem proporciona experiências gastronômicas incríveis, principalmente na amazônia. O primeiro destaque vai para a variedade de frutas. Não vá embora sem experimentar o tacacá, pato no tucupi e maniçoba (meu prato preferido da viagem). Procure também o açaí batido na hora, que é muito diferente do vendido brasil a fora. Ah, o pirarucu preparado por lá é o peixe mais delicioso que eu já comi e é facilmente encontrado. Espero ter ajudado. Se quiser mais informações, terei prazer em responder aqui no tópico ou pelo e-mail [email protected]
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