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Ferlui

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  1. Ferlui

    Torres del Paine

    Valeu Biankovitch. Estou achando o aluguel muito caro saindo da Argentina. Vou pesquisar qto seria um onibus ate PN e de lá alugaria um carro. Talvez saia mais barato.
  2. Ferlui

    Torres del Paine

    Galera, já dei muitas dicas aqui de minhas viagens e agora chegou minha vez de pedir ajuda. Estarei em El Calafate indo para TDP dia 02 de janeiro de 2015. Não sou muito adepto de treking (meu último foi em TrollTunga e Prekestolen na Noruega e quse morri rrsr) também não tenho interesse em ficar nos refugios ou campings do parque, vou com minha mulher. Vamos nos hospedar no Hotel Gray Tenho que voltar para El Calafate no dia 6, então seriam tres dias inteiros no parque, um para ir e um para voltar. Minhas dúvidas.: Consigo algum tour em El Calafate que me deixe e me pegue no hotel Gray? Caso não exista conseguiria ir de carro de El Calafate a'te lá, ou seria melhor pegar um onibus ate Puerto Natales e de lá alugar um carro ? Alguem já alugou carro em El Calafate para ir a TDP ? Falam que tem várias exigencias para atravessar a fronteira falam que se vc não gosta muito de caminhar fica a merce dos transfers do hotel que custam o equivalente a uma diaria de aluguel de carro que a gente pode percorrer por conta propria todo o parque sem ter que caminhar muito Alguem tem link de aluguel de carro em El Calafate ? Desde já agradeco e fico no aguardo das respostas. Fernando - Rio de Janeiro
  3. Acredito que Casablanca só vale pela Mesquita que é enorme e muito bonita por dentro . Rabat eu gostei , mas da para ver tudo em um dia
  4. Tenho muita vontade de conhecer o Arizona, principalmente Page e Sedona. Gran Canyoun já conheci, assim como Yosemite e toda a costa que vcs tb fizeram. Gostei do relato Fernando
  5. Olá Elton, o acesso era proximo ao estacionamento, saímos do carro, andamos para a esquerda e logo vímos os elefantes marinhos lá embaixo, dai foi só descer um morrinho e estávamos ao lado deles.Tenho vontade ce conhecer o Arizona tb, vou dar uma olhada na sua pag. Tb fui a Africa do Sul Tenho Relatos de Marrocos, Bali, Tailandia, Cambodja, Vietnam, Portugal, Praga, México, Noruega e mais alguns
  6. 14 dias ao todo. Faria tudo novamente só que dessa vez por conta propria, levaria mais tempo para conhecer tudo mas aproveitaria mais determinados lugares como Ait Behaddou, o deserto e as medinas de Fez e Marrakesh.
  7. Acho que em uma semna dá para vc fazer o mesmo roteiro que eu fiz. Bergen é bem pequeno, em um dia vc conhece. Facá um passeio de um dia inteiro pelo Fjord, terminanfo em Flam e voltando de trem ate Bergen. Nos outros cincos dias alugue um carro e suba até Trondhein onde vc pegaria o vôo de volta para outro país. O caminho é MUITO bonito, vale a pena, só não sei qto a valores pois tudo na Noruega é muito caro, inclusive pedágios Já viajei muito por esse mundo, e achei em termos de beleza natural o mais bonito país que visitei.
  8. A novela O Clone de Gloria Perez havia nos deixado curioso de como seria a vida dentro de uma Medina. E foi aí que decidimos pesquisar sobre a cultura muçulmana e se valeria à pena conhecer o Marrocos. Através das pesquisas vimos que tinha muito mais do que imaginávamos. Nos indicaram que a melhor época seria no final do ano, no inverno, pois no verão o calor é insuportável, então partimos para o Marrocos com a Air France no dia 23 de dezembro. Fizemos conexão em Paris e chegamos em Casablanca praticamente no Natal. Como haviam nos alertado sobre possíveis perigos de se caminhar sozinho por entre as medinas e que mulheres desacompanhadas correm certos riscos, resolvemos pela primeira vez encarar uma excursão. Nossa excursão tinha 3 belgas, 2 franceses e 2 japonesas além de nós dois, eu e minha mulher Luiza. CASABLANCA Chegamos em Casablanca, a maior cidade do Marrocos muito conhecida devido ao filme com Humphrey Bogart e Ingrid Bergman e já no aeroporto nos assustamos no desembarque. Não existia fila para nada, parecíamos animais indo para o matadouro, era um empurra empurra até que finalmente conseguimos chegar na alfândega. Passado o susto e com o passaporte carimbado, nos dirigimos para o hotel no centro da cidade. Encontraríamos nossos companheiros de viagem somente no dia seguinte então resolvemos dar uma volta . Nos sentimos seguros andando pela cidade e fomos até a Praça Mohammed V onde se encontra o Palácio da Justiça, o Correio Central e o Teatro Municipal e foi lá que percebemos pela primeira vez a diferença da cultura muçulmana. Primeiro tentei tirar uma foto em frente ao Palácio e fui rispidamente proibido por um policial militar que guardava a entrada , depois vimos dois senhores sentados em um banco próximo ao chafariz com trajes bem típicos e pedi a Luiza que se sentasse ao lado deles para uma foto, mas qual a surpresa quando os dois se afastaram propositalmente quando ela se sentou. Sem conseguir tirar as fotos andamos em direção a Praça das Nações Unidas e voltamos para o hotel passando antes pelo belo Parque da Liga Árabe onde se encontra uma das poucas igrejas católicas do Marrocos. Aproveitei, entrei e rezei um pouco, afinal de contas era Natal. No dia seguinte encontramos o grupo e partimos bem cedo para conhecer a Medina de Habouss, parte velha da cidade. A medina não era bem o que esperávamos, as melhores ainda estavam por vir, mas já deu para sentir o gostinho de se andar dentro de uma. Saímos dali a tempo para visitarmos o Palácio Real e a maior mesquita do Marrocos, a Hassan II, com seu imponente minarete, o mais alto do mundo com 200 metros, todo ornamentado por mármores, mosaicos e entalhes em estuque. É uma construção gigantesca de tirar o fôlego onde não muçulmanos podem visitar seu interior em horários pré-estabelecidos.O interior é de uma riqueza surreal onde podemos perceber a diferença de trato que se é dado entre os diferentes sexos. Mulheres e homens muçulmanos não se misturam quando em oração e todos os locais freqüentados pelos homens são infinitamente mais ricos e decorados que os freqüentados pelas mulheres. Infelizmente não pude tirar fotos do interior pois cometi o erro de não ter bateria reserva e uma vez lá dentro não tem como sair sem preencher todo o roteiro guiado. Saindo dali fomos com o grupo conhecer a orla e paramos para comer. Como não estava com muita fome preferi encarar um Mac Donalds e experimentar o Mac Arábia, especialidade do Marrocos com pão árabe , salada, temperos marroquinos, cominho e uma carne que acho ser de carneiro, valeu pela experiência. RABAT Capital marroquina e uma das cidades imperiais onde se encontra a principal residência real. Fomos visitar o Mausoléu de Mohammed V, rei libertador de seu povo nos conflitos contra França e Espanha. Seu nome é dado a maioria de templos, ruas e praças por todo o país. Seu corpo está em um caixão lacrado, dentro de uma enorme construção toda ornamentada com pedras preciosas, mosaicos, entalhes e muito bem guardado pela guarda real, onde um religioso ora em voz alta ao lado de seu corpo 24 horas por dia. Cansou, entra outro para substituir nas orações. Em frente ao mausoléu encontra-se um grande minarete, a Torre Hassan, e os pilares em ruínas da tentativa da construção de uma grande mesquita que não foi permitida. Partimos dali para conhecer nosso primeiro Kasbah, o Oudaia, construção de uma cidade murada feita somente de terra e pequenas pedras. Localizada a beira mar, passeamos por dentro de suas ruelas indo até o característico Bairro Azul onde experimentamos o melado chá de hortelã oferecido por um comerciante. O açúcar é uma historia à parte no Marrocos. Considerado uma riqueza é quase um insulto ser recebido com um chá com pouco açúcar, daí o consumo desta substância ser tão abusivo neste país. Dentista que sou, pude perceber o alto índice de cárie na população em geral, desde gerentes de hotel até vendedores de rua possuíam uma condição oral deplorável, era de dar dó. A noite passeamos pela Av. Mohammed V, uma larga avenida com vários chafarizes muito ao estilo da Champs Elysees em Paris, só que em minha opinião muito mais bonita. Nas mesas dos bares que percorrem toda a avenida uma cena interessante; Apenas homens sentados e todos virados para a rua, provavelmente para ver as turistas do sexo feminino passarem pela calçada. VOLUBULIS Como a religião muçulmana não permite nenhum produto derivado do porco tive no café da manhã que me contentar com um pão com manteiga e azeitona, para colocar algo salgado dentro do pão e substituir o presunto que não se encontra nem mesmo nos grandes hotéis. Cedo partimos para Volubilis, ruínas de construções romanas do século 3, período em que o país foi invadido. Com uma nova concepção de espaço urbano, os romanos construíram uma cidade cercada de muros, fórum, capitólio e basílica com um plano urbanístico bem detalhado. Percebe-se no chão das salas das casas em ruínas, mosaicos referentes a Orfeu, Vênus e aos doze trabalhos de Hércules, meticulosamente desenhados com milhares de cacos de cerâmica. O tempo estava um pouco chuvoso mas deu para andarmos por toda a cidade observando e imaginando como teria sido a vida naquela cidade. Bem próximos dali fizemos uma curta parada em Moulay Idris, cidade considerada sagrada para os muçulmanos, pois é lá que se encontra a tumba de Moulay Idris , fundador da primeira dinastia árabe do Marrocos, os Idrísidas. MEKNES Situada a 140 km de Rabat, Meknes é mais uma cidade imperial. Chegamos com um pouco de chuva mas mesmo assim deu para perceber de longe a coloração amarelada da cidade, cercada por suas muralhas triplas com 25 km de comprimento e 15 metros de altura com nove portas (Babs) de entrada. Entramos na medina pela porta principal e mais bonita de todas as medinas, a Bab El Mansour, e fomos direto ao souk que vendia comida. Lá encontramos as bancas que vendiam frutas secas : ameixas, nozes, damasco e tâmaras. Nunca imaginei que fosse gostar tanto de tâmaras. As que são exportadas para o Brasil não chegam aos pés das enormes, suculentas e doces tâmaras marroquinas. Experimentamos de vários tipos e a partir deste dia passou a fazer parte da nossa alimentação diária. Visitamos a tumba de Moulay Ismail, o sultão que se casou com mais de 500 mulheres e que mandou construir a cidade. Perverso, mandou decorar os muros da cidade com mais de 10 mil cabeças dos inimigos. No período de seu reinado, Meknes passou a ser a capital e também conhecida como a “Versalles Marroquina”, de tanta construção extravagante construída pelo rei. De lá fomos visitar a Medersa Bou Inania e também o subterrâneo onde o exercito do rei se refugiava quando das invasões. As escavações são tão grandiosas que podiam abrigar milhares de soldados, cavalos e poderiam ficar ali por meses pois o complexo possuía sistema hidráulico, de refrigeração e era impenetrável. Não deixe também de visitar o haras do rei. São 450 cavalos puro-sangue cada um mais bonito que o outro. FEZ Chegamos na cidade que considero ter a mais bela medina. Na mais antiga das cidades imperiais se encontra a Medina de Fez El Babi, toda azul que tem seu acesso pela porta (Bab) principal Boujloud construída em 1913 com cerâmicas esmaltadas em azul e verde, abrindo sobre magníficos minaretes. O interior da medina é dividido em Souks (mercados), cada um vendendo praticamente um único produto. Artigos de metal, cestarias, frutas, carnes e couro cada um tem seu ponto específico o que pode ser facilmente percebido pelo odor local. Ao se aproximar das carnes, o cheiro característico exala das carnes penduradas pelas ruas. Há carne de vaca, cabra, coelho mas o que mais me impressionou foi ter visto carne de camelo a venda. Cabeças do animal são penduradas e postas a venda e dizem ser uma excelente iguaria. Fiquei um pouco triste pois recordei do meu tempo de criança quando assistia pela televisão o camelo voador (Kabupi) no desenho animado Shazam. Mais adiante verificamos a quantidade e variedade de artesanato produzido no Marrocos. Luminárias, tapetes, espelhos decorados, vasos, cestarias, madeiras e tudo que pode ser produzido com couro. Por falar em couro, você vai perceber rapidamente que está chegando perto dos curtumes. O cheiro é quase insuportável, tanto que ao subirmos nos telhados das casas para vermos os curtumes em ação, nos oferecem galhos de hortelã para amenizar um pouco o odor que exala das centenas de pias que são curtidas as peles. Como a cidade era rota de mercadores, existe em seu interior vários tipo de hospedagem que acolhiam os mercadores e seus animais. Nas medersas, locais construídos para estudo e oração, seus pátios suntuosos, portas e janelas milimetricamente esculpidas nos convidavam a entrar e apreciar tamanha beleza. Os estuques e todas as paredes decoradas da Medersa Bou Inania, a maior de todas, dão uma dimensão da riqueza que deveria ter sido a vida dentro destes locais. Por falar em riqueza, os marroquinos não gostam de ostentar a sua. Ao andar pelas ruelas pude perceber casas que do lado de fora pareciam muito humildes mas ao se abrir uma porta visualizávamos uma casa ricamente decorada com luminárias, tapetes, almofadas e com todo o conforto possível. Ainda no interior da medina, passamos pela praça Ennerjjarine, pela Medersa Es Sahrij e através da porta aberta avistamos o interior da Mesquita Karaouiyine pois a entrada de não muçulmanos é proibida . Já do lado de fora da medina, almoçamos em um restaurante próximo a uma das portas de saída uma boa comida local. MIDELT / ERFOUD / ERRACHIDIA/ TINEGHIR Partimos para conhecer talvez a parte mais bonita do Marrocos, o deserto. Via Azrou, adentramos na árida região do país e passamos por um enorme estúdio cinematográfico em pleno deserto. Por possuir uma geografia idêntica a dos países árabes, muitos filmes como Tróia, Gladiador, A Múmia entre outros são filmados lá pois as facilidades de locação são bem maiores que os vizinhos não tão amigáveis. Percebemos em sua maioria, construções apenas de pedras e barro o que torna a região um atrativo para filmes e fotos. Pelas estradas desertas encontrávamos sempre vendedores tentando ganhar um dinheiro honesto vendendo artesanatos ou tirando fotos com seus camelos. Artesanato no Marrocos é barato e nas estradas mais barato ainda. Quanto as cidades, são todas parecidas, suas casas de cor de barro se confundem com a paisagem só se diferenciando nas cores pelas enormes palmeiras produtoras de tâmaras, parecendo um oásis. TODRA Para se chegar a Todra, viajamos pelo deserto passando por vales e canyons. No Vale de Dra observamos, segundo o guia, um dos maiores canyons do mundo em extensão( 200 km) e ficamos perplexos com tamanha beleza. O céu de um azul intenso contrastava com a árida coloração das montanhas. Fomos margeando o rio e as montanhas até chegarmos no Desfiladeiro de Todra ou Garganta de Todra como alguns costumam chamar. As paredes das montanhas se afunilam formando uma fenda por onde passa um pequeno rio e quando olhamos para cima nos surpreendemos ao ver dezenas de alpinistas escalando as encostas. Paramos para almoçar em um restaurante local e demos uma volta vendo vários vendedores ambulantes tentando ganhar a vida. Comprei algumas coisas e percebi que precisava ir ao banheiro. Não havia utilizado nenhum banheiro fora dos hotéis e foi aí que me deparei com o típico banheiro público do Marrocos. Uma cabine fechada com uma louça no chão em formato de dois pés, um balde de água e um buraco para se fazer as necessidades. Minha sorte era que só tinha que me desfazer de líquidos. OURZAZATE Chegamos à noite na cidade depois de uma longa viagem pelo deserto onde pude ver pelo carro um por do sol incrível. É interessante ver uma cidade em pleno deserto, cercada de montanhas, o Atlas, todo coberto de neve. A cidade não tem muita coisa, mas sabíamos que o que nos esperava seria fantástico. Fizemos o check in no hotel e fomos avisados que o guia passaria para nos pegar as 4:00 da manhã. Era a nossa tão esperada ida par o deserto do Sahara. Acordamos cedo , tomamos o café e partimos com um guia e mais o casal de belgas em um carro 4X4 em direção ao deserto. Eram vários carros e o nosso estava indo na frente e os outros atrás faziam um balé se desviando da poeira indo para a direita e esquerda. O motorista não falava nem francês nem inglês então ficamos sem saber exatamente para onde estava nos levando, quando percebemos que ele se desviava muito para a direita e que não avistávamos mais nenhum farol dos carros atrás de nós bateu uma certa preocupação. Ficamos tensos durante um bom tempo até que mais tarde como um milagre naquela imensidão encontramos com os outros, em um breu total que só dava par ver os faróis dos carros. Descemos e vimos vários pontos vermelhos a nossa frente. Eram os olhos dos camelos brilhando na escuridão. Subimos nos camelos e fomos sendo puxados por berberes em fila indiana em direção a fofa areia do deserto. Caminhamos mais ou menos uma hora até que não percebo mais nenhuma outra pessoa a nossa volta. Um cara que nunca vi me puxando para não sei onde sem ninguém por perto, aquilo parecia estranho. Paramos, estacionamos o camelo e subimos uma longa duna, isso tudo em plena escuridão. O bérbere só fazia sinal de positivo e nos mandava aguardar. Ficamos lá em cima com um frio de doer esperando o raiar do dia quando veio a surpresa, o sol. Me lembro desta cena como se fosse hoje, o dia ia clareando lentamente e conforme o sol ia aparecendo a coloração do lugar se modificava. Passava de um cinza sem graça ao mais absoluto laranja. Não imaginava que o deserto seria laranja. Aquilo me deixou extasiado, tive vontade de correr, e o fiz, deixando minhas pegadas por aquela areia imaculada parecendo uma criança, pois não havia ninguém a nossa volta por um raio de uns 500 metros. Parecia que o deserto era só nosso !!! O berbere sem entender nada nos ofereceu alguns fósseis, muito comuns na região, pois aquela área anteriormente havia sido um imenso mar. Comprei alguns que acabaram saindo mais baratos que nas lojas da cidade. Ficamos por lá até o inicio da tarde, nossa intenção era poder dormir no deserto, mas fomos desaconselhados pois durante o inverno o frio é insuportável. Voltamos para o hotel em um caravana que mais parecia o Rally Paris –Dakar pois o caminho da corrida é exatamente este, como vimos depois em fotos no hotel da grande corrida que passa por ali todos os anos. À tarde depois do almoço fomos visitar as fábricas que lapidam os fósseis incrustados em mármore e granito, (amonites, trilobites e ortoceres são os mais encontrados) os europeus compraram peças grandes e mandaram entregar em seus países. Saímos dali e partimos em direção aos Kasbahs, dizem haver mais de mil em toda a região, e paramos primeiro no Kasbah Tiffoultoute onde pude ver bem de perto a argamassa que constituía as paredes, praticamente feitas de terra e capim. Não sei como aquilo não se dissolve com uma grande chuva. AIT BENHADDOU Continuamos nosso caminho pelo deserto indo em direção ao Atlas, e vimos pelo caminho centenas de Kasbahs , uns bem conservados com pessoas morando e muitos já em ruínas até chegarmos em Ait Benhaddou, o mais famoso deles e hoje patrimônio da UNESCO. O local é uma cidade fortificada e construída na encosta de uma montanha e habitada até hoje, com comércio interno mas vivendo atualmente do turismo. Estava um pouco frio e ao começar a andar na cidade senti calor e retirei o casaco, por baixo estava com a camisa da seleção que me causou certa alegria e espanto. As crianças ao perceberem corriam em minha direção gritando Ronaldô, Ronaldô, enquanto os comerciantes locais me pegavam pelo braço querendo trocar qualquer coisa em sua loja pela valiosa amarelinha. Não quis trocar porque era uma camisa oficial e muito mais cara que qualquer mercadoria ali presente, além de não querer me meter em confusão pois vários comerciantes disputavam a camisa. Passado a confusão podemos ver o local onde foi filmado as cenas de luta do filme O Gladiador, inclusive com muitos comerciantes vendendo artefatos que diziam terem sido usados no filme. Tiramos muitas fotos daquele local de beleza única e compramos alguns pratos em cerâmica típicos da região muito mais baratos que os vendidos nas grandes medinas, além de duas jelabas, roupas utilizadas pelos moradores locais. IFRANE / TIZ IN TICHKA Saímos de Ait Benhaddou e cruzamos as montanhas do Atlas em direção a Marrakesh na rodovia Tinjdad passando por suas estradas íngremes e muito estreitas que às vezes nos dava a impressão de que não passaria dois carros ao mesmo tempo. No topo da montanha a 2200 metros de altura chegamos a pegar neve e podemos ver várias placas indicando para uma estação de esqui. Quem diria, esqui no Marrocos. MARRAKESH Chegamos na última cidade imperial já anoitecendo, uma cidade moderna com largas ruas que nada parecia com as outras que havíamos passado, com exceção da parte velha da cidade. Fomos para o hotel e de lá partimos para um jantar/show no restaurante Chez Ali. Ao entrar você é recebido com muita música por dezenas de marroquinos vestidos com todas as roupas típicas de cada região do país. Somos conduzidos até uma arena enorme onde em um espetáculo de dança com encenações de lutas, casamento e folclore visualizamos toda a cultura do pais. Dali partimos para gigantescas tendas onde seria servido a jantar, o típico cuscuz marroquino. No dia seguinte visitamos o Parque La Menara, as plantações de azeitonas e a Mesquita La Koutoubia com seu minarete ornamentado com pedras, ladrilhos e arabescos em relevo e em sua cúpula as três esferas de cobre dourado.Percebemos do lado de fora um cemitério muçulmano com todos os túmulos virados para Meca. Seguimos para visitar o Palácio Bahia, com seus pátios e residências ricamente decorados. Você não sabe se olha para os mosaicos do chão, das paredes, dos detalhes de entalhe nas portas, janelas e tetos ou para as pinturas nas madeiras, portas e janelas.É deslumbrante. Entramos na medina e percorremos sem o guia o labirinto de ruelas. Quase que perdidos, conseguimos chegar nos locais que queríamos, as Tumbas Sadianas onde estão enterrados o sultão El Mansour junto com sua família , a medersa Bem Youssef e finalmente a famosa praça Djamaa Al Fna. Chegamos na praça antes do anoitecer e observamos todo o “circo” montado para entreter turistas e locais. Haviam contadores de histórias, dentistas atuando no local sem a menor higiene, malabaristas, encantadores de serpentes e todo o tipo de pessoa passando freneticamente de um lado para o outro. Um local perfeito para quem gosta de fotos. Ao mudar do dia para a noite o ambiente se modifica, a praça dá lugar a centenas de barracas que vendem de sucos, frutas a comidas preparadas ali na hora. Do alto do terraço de um restaurante assistimos a esta transformação fantástica de sons, cores e aromas. Seguimos para o hotel onde passaríamos nosso reveillon que foi uma decepção, apesar de estarmos com nossos alegres companheiros de viagem. Imaginava que a festa seria no grande jardim ao ar livre de frente para a enorme piscina, mas nos enfiaram em uma sala com um fraquíssimo show de dança e com um jantar caro e mal servido. Pagamos a fortuna de U$270 cada um sem direito a bebida, pois era um jantar obrigatório que percebi mais tarde que não era bem isso. Mas ... Pela manhã fomos ao Jardin Majorelle, um magnífico jardim azul que era mantido por Yves Saint Laurent, hoje recebe suas cinzas. ] ESSAOUIRA Partimos agora para o litoral e chegamos na mais tranqüila de todas as medinas que já havíamos passado. Essaouira é uma fortaleza a beira mar de origem portuguesa com seus canhões para proteger a costa e sua medina com ruas largas onde fica mais fácil para se barganhar nas compras. Possui como sua principal atração os artesanatos em madeira feitos de radica e tuia. Lá você encontra caixas, vasos, potes, mesas e tudo mais feito em madeira por preços lá em baixo. Almoçamos no mercado do lado de fora da medina frutos do mar e comemos muitos caranguejos gigantes (Crabs) a preço módico. OUALIDIA / EL JADIDA Ainda no litoral passamos por Oualidia onde paramos para almoçar e chegamos a El Jadida outra cidade de colonização portuguesa e fortificada. Visitamos o forte e as cisternas da cidade que se encontram no subsolo e que serviam de depósito de água doce para abastecer toda a cidade no passado. De lá, com mais experiências vividas e muita cultura adquirida retornamos a Casablanca para nosso regresso ao Brasil. Onde se hospedar : Ficamos sempre em hotéis 4 estrelas OURZAZATE : Hotel Kenzi Azghor http://www.hotel-kenzi-azghor.com/ diárias a partir de 42 Euros Marrakesh : Hotel L Atlas http://www.hotelclub.net/Hotel.Reservations/Atlas_Asni_Hotel_Marrakech.htm diárias a partir de U$136 CASABLANCA; Hotel Rivoli http://www.maghrebtourism.com/hotel-rivoli/ diárias apartir de 96 Euros RABAT ; Hotel Chelah http://www.splendia.com/pagehotel.php?hotelid=9993&zoneid diárias a partir de U$107 ESSAOUIRA : Ryad Mogador http://travel.hotels-and-discounts.com/hotel/propertydetails/238032/PHOTOS?isHRN=true diárias a partir de U$100 MEKNES ; Hotel Menzeh Zalagh http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.rediscover.co.uk/images/Morocco_north/Fez_zalagh_pool.tce.JPG&imgrefurl=http://www.rediscover.co.uk/fez_zalagh.htm&h=255&w=340&sz=18&tbnid=Z6XPUS5e2l4J:&tbnh=86&tbnw=115&hl=pt-BR&start=8&prev=/images%3Fq%3D MARRAKESH ; L´Atlas http://www.hotelsatlas.com/privilege-asni.htm O que comer : - A culinária bérbere não é muito diversificada, lá praticamente só vai encontrar cuscuz (legumes e carnes cozidas cobertas com uma farinha), tajine (qualquer alimento carne ou legumes cozidos em uma panela especial, a tajine, daí o nome ) e mechui ( cordeiro assado ) - Se esbalde nas frutas secas : Tâmaras, damasco, uvas passas, nozes - Tome muito suco de laranja, o melhor do mundo - Experimente os doces árabes, todos muito doces e com muitas nozes Onde comer : - Praticamente comíamos sempre nos restaurantes dos hotéis, mas dá para arriscar alguns restaurantes fora CASABLANCA - Al-Mounia, rua Prince Moulay Abdellah 95, (212) 222-2669 RABAT - Dinarjat: rue Belgnaoui, 6, tel. (3)770-4239 FEZ -Palais La Medina: derb Chami Bourajjoue, 8, tel. (5) 571-1437. Tem apresentação de show de dança MARRAKESH – Tente as barracas de comida na praça Djamaa Al Fna ou então no Chez Ali fora da cidade só com reservas (212) 430-7730. http://www.ilove-marrakesh.com/chezali/ Documentos: Não é preciso visto nem vacinação
  9. Pesquisei em vários lugares , inicialmente aluguei um Rav4 mas ao chegar lá vi que não eta 4x4 então me cobraram U$3300,00 que achei um absurdo . Comi já era cliente da Álamo (álamo insider) reduziram o preço para R$2.400,00 mesmo assim achei muito caro , mas na Califórnia aluguel ê sempre mais caro , principalmente nessa época que fui
  10. DE SAN DIEGO A SAN FRANCISCO 16 DIAS DE CARRO, INCLUINDO YOSEMITE . COM FOTOS. Dia 24 de dezembro de 2014, véspera de Natal. Saímos do Rio em direção a Califórnia pela Delta e pela primeira vez em nossas vidas já que viajamos muito nessa época, recebemos as felicitações de um Feliz Natal do comandante e de toda sua equipe que estavam todos com algum adereço de Natal. Fizemos escala em Atlanta e chegamos em Los Angeles pela manhã. Pegamos o shuttle que nos levaria a Álamo, onde alugamos o carro pela internet. Ao chegarmos lá vi que o carro que aluguei não era um 4x4 , já que me disseram que teria que ser um carro desse pois nosso último destino era Yosemite Valley e que por ser inverno, só carros 4x4 ou com correntes enrariam no parque, o que infelizmente constatamos ser o contrario quando chegamos lá. Ou seja, aluguei um carro super caro, um TAHOE sem necessidade, mas enfim ... Chegamos em LA com nosso super carro/caminhão/avião que não faltava nem falar e fomos direto a Beverly Hills para conhecer a famosa Rodeo Drive, que por ser Natal estava com suas lojas fechadas. Passeamos pelas ruas próximas, tiramos algumas fotos e seguimos para Hollywood Blv para visitar a calçada da fama, teatro chinês e algumas outras coisas mais. Como não era nosso interesse inicial, almoçamos por ali e seguimos em direção a San Diego, onde já havíamos reservado o Motel 6, que por sinal recomendo muito essa rede de motéis para quem quer só dormir e seguir viagem. Todos os quartos reformados, com cama boa e o melhor, todos com estacionamento gratuito, um caso a se pensar quando se fala em Califórnia, pois os estacionamento são muito caros. Chegamos no final da tarde em San Diego, com um pôr do sol fantástico no caminho da estrada. Nos hospedamos no Motel 6 da 2nd Av e resolvemos jantar, mas o único restaurante aberto era o do Hotel West Gate Room . Comemos um Ravioli de ricota com damasco e baby espinafre com amêndoas e um New York Strip Loin com batata yuko gratinada e cogumelos. Tudo muito bom. Acordamos cedo no dia seguinte e seguimos andando em direção a Macys, afinal era dia 26 e a liquidação pós Natal bombava. Pena que dessa vez não achei nada de enfeites de Natal que compramos há alguns anos por preços irrizórios, mas Luiza conseguiu boas pechinchas com os vestidos da Kalvin Klein, que além de estarem em promoção, pagamos bem menos com os coupouns de descontos que peguei na internet antes de viajar. (Dica: se inscreva em todas as lojas que você gosta que eles te enviam coupons com descontos pelo email. Foram vários antes e durante toda a viagem). Passamos algumas horas ali, tomamos um café da manhã no Starbucks ao lado e seguimos a pé em direção ao Gás Lamp Quarter, uma área que foi construída próxima a baía em 1867 para ser a Nova Cidade. Muito popular, essa área é cheia de restaurantes e lojas para todos os gostos. Dali caminhamos até o parque Martin Luther King Jr em direção ao Seaport Village. Esta vila a beira mar muito bem freqüentada por turistas e moradores locais, abriga várias lojas e restaurantes que dão um clima bem californiano. Continuamos a caminha e chegamos ao US Midway, um porta aviões gigantesco que participou da segunda guerra e que hoje virou museu, com restaurantes e atrações internas. Do lado de fora tiramos a clássica foto do marinheiro beijando a enfermeira quando do término da guerra. Estava para acontecer uma maratona na cidade, então decidimos voltar a pé para o hotel e pegar o carro para seguirmos viagem. Não conhecemos o famoso Zoo de lá, pois o único animal que ainda teria interesse de conhecer seria o urso polar, mas fica para uma próxima, quem sabe. Seguimos para Old Town Market, um lugar bem legal e preservado de colonização espanhola que mantém além do mercado e de suas lojinhas, uma rua (Heritage Park Row) um pouco mais acima do mercado com casas do estilo de época . Não deixe de conhecer essa parte e tirar muitas fotos. Se você ainda não foi ao México, no mercado vai se sentir lá. Pegamos o carro e seguimos em direção a La Jolla passando por Mission Beach para ver o pôr do sol novamente um típico bairro praiano com casas de frente para o mar, cheio de gente bonita e surfistas aos milhares deslizando nas ondas geladas do pacífico. Com o intuito de passar no Outlet de Carlsbad, onde dormiríamos no Motel 6 ao lado, seguimos viagem pela costa até o outlet onde já a noite fizemos mais umas comprinhas com descontos. Jantamos em uma pizzaria maravilhosa a Blaze, uma rede de pizzaria onde você monta sua própria pizza a um preço muito barato. Dormimos e no dia seguinte bem cedo voltamos ao Outlet para ver as lojas que não havíamos visto na noite anterior e nos deparamos com uma exposição de carros antigos no estacionamento. Muito legal ver aquelas máquinas que fizeram tanto sucesso no passado. Aproveitamos e almoçamos novamente na Blaze. Em direção a Santa Monica, paramos em New Port Beach para conhecer o píer, estacionando em um parking bem em frente a praia. Já em Huntington Beach, estacionamos ao lado do Dukes Restaurant na praia e demos um pulo no píer e nas lojas de surf que estavam lotadas de turistas aproveitando as liquidações de final de ano. Seguimos dali passando por Long Beach e Palos Verdes. Tentamos jantar na Cheesecake Factory em Redondo Beach, mas estava lotada e desistimos, então decidimos ir direto ao hotel, o The Hotel Califórnia (aquele da musica dos Eagles da década de 70 bem ao estilo californiano). Ao chegar no hotel sabia que o estacionamento custaria U$36, mas tinha visto no Google que havia vários parkings ao redor então decidi parar em um deles, mas qual a surpresa ao saber que era proibido pernoitar nesses parkings e que pagaria uma multa de mais de U$700 caso deixasse meu carro em um desses parkings. Voltei ao hotel e paguei os U$36. O hotel era muito bem localizado, em frente a praia de onde saíamos andando e em nosso quarto tinha letras de músicas escritas nas paredes. No dia seguinte acordamos cedo, tomamos o café no hotel, e fomos andando até o píer. Tiramos várias fotos e partimos para a Promenade, a famosa rua de santa Monica. Toda enfeitada para o Natal entramos e compramos em várias lojas, principalmente na TJ Maxx, óculos super baratos. Meu joelho doía, então resolvemos almoçar ali mesmo no Trastevere , um talharim com frutos do mar e ela uma salada de espinafre e pinole que ficou guardado na memória. Depois do almoço seguimos para Venice Beach, largamos o carro em um parking e percorremos toda a orla e calçadão vendo os artistas de rua se apresentar, os fortões malhando e até uma bateria de escola de samba na areia que fazia muito sucesso. Estava acontecendo também um campeonato de skate onde a musica rolava nas alturas. Venice é uma loucura instigante, tem de tudo, do maluco beleza, ao esportista, do executivo ao drogado, mas tudo na paz com a música sempre de fundo. Resolvemos desta vez jantar no Cheesecake Factory, então partimos para Marina Del Rey onde tinha um. Pedimos o de sempre , Fried Shrimp Platter. Camarões empanados crocantes com batata frita e salada Cole Slaw. Na volta ao hotel, o estacionamento do hotel estava lotado, então tive que estacionar em um outro hotel uns três quarteirões depois pagando U$40. Na manhã seguinte depois do café, fomos até um centro comercial fora da cidade onde havia uma TJ, uma Pet & Co e ao lado um supermercado onde abastecemos o carro com comidinhas e onde encontrei os Nutcrackers, os famosos bonecos de madeira de Natal que estavam em promoção por U$5, nas lojas os via serem vendidos por U$40. Continuamos a viagem passando por Topanga Canyon para pegar umas compras que fiz na internet e mandei entregar na casa de uma conhecida em Bell Canyon. Depois de pegar as compras, seguimos para o Camarillo Outlet, afinal de contas com tanta liquidação e com os coupons e emails nas mãos, compras estavam na nossa lista. Passamos a tarde no outlet, mais umas sacolas e seguimos a noite para Santa Barbara, novamente no Motel 6 bem em frente a praia. Ao amanhecer pegamos o carro estacionamos na praia, andamos pela areia e por debaixo do píer, voltamos ao carro e percorremos a orla de Santa Barbara.Seguimos até o Shoreline Park na orla de onde tem uma vista muito bonita do mar. Dali seguimos para o Santa Barbara Harbor andando até o final dele de onde se via o píer e toda a cidade ao fundo. Partimos para o centrinho, deixamos o carro em um shopping e andamos pela rua principal, a State St.. Entramos na Courthouse, uma imponente construção espanhola de estilo colonial que foi terminada em 1929. A Corte estava em pleno funcionamento, com pessoas casando e audiências rolando, mas mesmo assim pudemos visitar todo seu interior até o terraço , onde se encontra um gigantesco relógio nas escadarias escondidas que chegam a torre. Preste atenção que você pode passar por uma porta de ferro que dá acesso a escada que leva ao relógio e a torre sem perceber. Esse lugar é bem interessante, pois mostra toda a arquitetutura e pintura de origem espanhola, lembrando em muito o México. Almoçamos uns sanduíches muito bons na Jeannine’s Bakery (State St com a Figueroa) e compramos uns doces para a viagem. Cada doce melhor que o outro, os melhores que comemos em toda a viagem. Essa bakery fica próxima a uma galeria cheia de estátuas de bronze, sendo uma delas toda articulada, onde você coloca a estátua na posição que quiser. Bem interessante. Seguimos de carro até a missão de Santa Barbara aonde vimos novamente o por do sol. De carro de volta ao centro, paramos em um shopping para ir a TJ Max. Tinha que comprar uma mala, pois nossas compras não cabiam mais nas que havíamos levado. Após comprar a mala e deixá-la no carro pegando uma chuvinha no caminho ( único dia que caiu uma chuva em toda a viagem), jantamos no Pascucci, um restaurante italiano indicado na internet. Comi uma lasagna e Luiza um camarão envolto no Parma com capellini e molho de tomate e alho, que não gostamos muito. Tentamos antes ir na Super Rica Taqueria, que também havia indicação na internet, mas não achamos o lugar. De volta ao hotel, rearrumamos as malas e partimos cedo no dia seguinte para Solvang, uma cidade em estilo Dinamarquês. Pegamos a Highway 1 , a 101 e a 246 chegando a cidade que mais parecia uma cidade de Papai Noel. Em estilo colonial dinamarquês, a cidade também estava enfeitada para o Natal e todas as suas lojas pareciam que viviam o Natal “in loco”, tudo enfeitado e todas as lojas vendendo enfeites de Natal, cada um mais legal que o outro, pena que eram muito caro. Passamos a manhã ali e tomamos nosso café da manhã na Paula’s Pancake House , bem na entrada da cidade na rua principal, onde comemos umas salsichas ao estilo dinamarquês com ovos e de sobremesa , waffle com berries, maple e creme chantily. De tirar o chapéu, vale a pena. Saímos daquela bucólica cidadezinha, voltamos a H1 em direção a San Luiz Obispo, parando antes no Outlet de Pismo Beach , mas como não vimos grande coisa, atravessamos a rodovia e fomos do outro lado de carro a um centro comercial, onde paramos em um mercado com várias promoções em enfeites de Natal onde compramos algumas coisas, inclusive petiscos e bebidas para deixar dentro do carro. Chegamos em SLO a noite e como era dia 31 perguntamos onde poderíamos passar a noite. A cidade é minúscula e parecia que ninguém queria celebrar o Ano Novo. Fomos ao lugar mais cheio da cidade o Firestone Grill, onde comi um dos melhores hambúrgueres da minha vida e Luiza pediu um cachorro quente pequeno e uma Ceasar Salad também pequena, que veio uma bacia. Ficamos ali por um tempo e quando vimos que estavam todos indo embora antes da meia noite, resolvemos sair também. Réveillon foi no Motel 6. Saímos no dia seguinte subindo a H1, uma das partes mais bonitas da estrada, a famosa Big Sur. Se prepare que você vai parar muitas vezes para tirar fotos ou simplesmente apreciar o que a natureza tem de melhor. E abasteça o carro antes, pois quase não tem posto de gasolina. Passamos por Morro Bay, Cambria (uma minúscula e charmosa cidade) e vendo os elefantes marinhos na altura de San Simeon. Não quisemos ir ao Hearst Castle pois acho que não iria gostar, mas muita gente gosta. Continuando pela estrada fantástica com vista total para o mar, paramos em Ragged Point onde tem um hotel, restaurante e banheiro se precisar. Andamos até a beira e deslumbramos daquela vista fantástica. Passamos por Gorda, San Martin Rock e em Plaskett paramos para ir andando até a beira do precipício de onde se vê Sand Dollar Beach. Continuando na estrada, passamos pelo Lucia Lodge Hotel, boa pedida para quem quer dormir em bangalôs com vista para o mar e pela Big Creek Bridge Bem mais a frente onde você ver vários carros parados, pare o seu também que provavelmente você estará no Julia Pfeifer Burns state Park, onde tem a cachoeira Mc Way. Desça do carro e ande por uma trilha que vc verá uma das paisagens mais bonitas da Big Sur e não esqueça a maquina fotográfica. Logo depois dessa parada, fique atento a uma outra , mais ou menos 1 km depois de onde se tem tb umas das fotos de cartão postal da Big Sur. A partir daí, curvas e abismos serão seus companheiros por um longo tempo. Após passar o restaurante Nephentine, que dizem ser muito bom, é que terminarão os abismos próximos a Fernwood. Depois de Fernwood o caminho fica menos sinuoso, mas não menos bonito, por isso pare no Rockpoint restaurante ao menos para umas fotos, pois dizem que a comida também é muito boa. Chegamos em Carmel já no inicio da noite e nos hospedamos no Best Western Lodge bem no centro da cidade, muito bem localizado. Carmel foi sem sombra de dúvidas a cidade que mais me encantou em toda a viagem. Não só pela sua beleza mas pelo clima e astral daquela cidade que misturava Búzios com Gramado. Ao sairmos do hotel após o café da manhã, andamos até a praia para ver como seria mais uma cidade praiana na costa da Califórnia. Achávamos que seria tudo igual, uma praia com píer areia escura e alguns surfistas, mas ledo engano, não encontramos nenhum píer, sua areia era bem branquinha e quase não havia surfistas. Havia sim muitos, mas muitos cachorros com seus donos se divertindo na areia atrás de suas bolinhas. Ficamos observando aquela cena de rara beleza quando percebemos uma movimentação diferente na água. Eram dezenas de golfinhos nadando e saltando e quando menos esperamos esses mesmos golfinhos estavam surfando as ondas. Aquela cena deixou a todos maravilhados e de boca aberta com o que víamos, aqueles seres fantásticos surfando ondas cristalinas como surfistas profissionais. Cada onda surfada todos na areia gritavam. Ficamos assistindo aquela cena e outros animais marinhos na mesma praia (focas, pelicanos, frangos dágua) por um bom tempo e depois resolvemos andar pela cidade curtindo suas ruas cheias de galerias, lojas e restaurantes e é claro centenas de cachorros muito bem tratados com seus donos passeando pelas calçadas. Se pudesse escolher um lugar para morar esse seria Carmel. Almoçamos em um restaurante indiano indicado por amigos o Dametra Café mas confesso que não gostamos. O prato que pedi depois de mais de meia hora veio com o acompanhamento errado, não o que estava no cardápio, reclamei pediram desculpas trocaram, mas parece que me deram a última batata ressecada que estava no forno. Tentei comer, a carne dura e ressecada, mas desisti e não tiveram coragem de me cobrar por aquilo, pelo menos isso. Depois do almoço pegamos o carro e fomos em direção a Monterey. Paramos na Cannery Row a rua em frente a baía, andamos pela rua, tiramos algumas fotos e vimos que a fila do aquário estava enorme, e como não tinha vontade de ir ao aquário pois já vimos muitos mundo afora e acaba sendo tudo igual, partimos para conhecer a 17 mile drive, a rodovia costeira particular que liga Monterey a Carmel. Essa rodovia tem 3 entradas, entramos pela Ocen View Blv/Sunset Dr , é particular pois na verdade é um condomínio com um imenso campo de golfe, entre o campo e o mar. Pagamos 10 dólares e já de cara nos deparamos com vários veadinhos andando tranquilamente por entre as arvores do campo de golfe enquanto os jogadores de golfe atuavam. Essa rodovia é muito bonita, vai margeando toda a costa, passa por dentro de uma pequena floresta de ciprestes, as árvores fantasmas e Peeble Beach, uma praia particular que só os sócios entram, terminando o destino já em Carmel. Ao retornarmos a Carmel voltamos a praia para assistir ao mais bonito por do sol de toda a viagem, brindando a natureza e o astral da cidade que mais gostei na Califórnia . Já a noitinha, passeamos pela cidade, e fomos ao Bruno’s market para reabastecer o carro com guloseimas.[ Saímos cedo de Carmel, mas não sem antes darmos um pulo na praia para ver novamente os golfinhos, pois fomos avisados por moradores que aquela cena ocorre pelas manhas, então se quiser ver essa cena vá cedo a praia em Carmel. Na estrada próximo a Manresa beach, comece a prestar atenção nas barracas de frutas da beira da estrada, são de dar água na boca. Chegamos em Santa Cruz, passamos pela Pacific Av e tentamos comer uma pizza na Rocketrs Pizza kitchen, mas infelizmente estava fechada. Daí decidimos ir ao outlet da Rip Curl (H1 com a Bay St) onde enchi as sacolas de bermudas, calças e camisas. Partimos dali para o píer, onde entramos de carro e fomos até o final dele, pois ainda não cobravam estacionamento. Saímos do píer e margenado toda a orla pela W Cliff Dr , uma rua linda com casas fantásticas construídas nos penhascos a beira do mar, paramos no Museu do Surf e chegamos a famosa Natural Bridge State Beach, uma pedra em formato de ponte com um buraco no meio. Continuando pela H1 , paramos no meio da estrada para comprar umas frutas vermelhas (morango, framboesa, amora e mirtilo) que comemos no caminho e mais tarde em San Francisco com aquele chantilly de spray que compramos no mercado ao lado do hotel. Um pouco mais a frente na estrada depois de Davenport, paramos em Ano Nuevo Bay para ver as baleias que nos acompanharam durante toda a viagem pela costa. Continuando, chegamos ao farol Pidgeon Light House onde em mais uma parada obrigatória, tiramos várias fotos. Já era hora do almoço e na altura de Pescadero entramos a direita para ir até a cidadezinha de mesmo nome para experimentar o famoso caldo de alcachofra no Duartes Tavern. Qual a nossa surpresa ao chegar lá e ver que estava LOTADO !!! Todos alí estavam incrédulos com tanta gente naquele lugar, então resolvi pedir para viagem pois seria mais rápido, só 15 minutos de espera e acabamos comendo na estrada dentro do carro parados em frente a praia. Depois de alimentados seguimos viagem e demos uma parada no Hitz Carlton Hotel onde estava acontecendo um casamento indiano. Ficamos um tempinho ali e fomos para Half Moon Bay visitar Mavericks (onde ocorre as big waves) e o Fitzgerald Marine Reserve onde existem as piscinas naturais que se formam na maré baixa. Em Mavericks, estacione o carro na base do morro e suba até a base da Força Aérea Americana de onde se tem uma bela vista. Já era hora do jantar então procuramos pelo Creekside Smoke House, onde diziam ter o melhor defumado do mundo, mas também não achamos, acho que acabou. Resolvemos então jantar no Half Moon Bay Brewing Company, um restaurante muito bom onde comemos nachos e tacos com salmão defumados. Já era noite quando partimos para San Francisco , nos hospedando no Hotel Mayflower, um hotel muito bem localizado na Bush St próximo a Union Square, que possui garagem mas infelizmente nosso carro não entrava nela pelo tamanho, então tivemos que deixar em um parking próximo pagando U$40 a diária. No dia seguinte pela manhã, caminhamos até a Union Square, demos um pulo na Macy’s bem em frente e pegamos o Hoop On Hoop Off, aquele ônibus turístico de dois andares aberto descendo na primeira parada em China Town. Andamos por lá, vimos todas as coisas fakes chinesas, tiramos algumas fotos e voltamos ao ponto de ônibus com destino a Lombard Street, a famosa rua do zigue-zague. O ponto onde parava o ônibus era muito longe da Lombard Street, então tivemos que subir aquelas ladeiras até chegar ao destino, mesmo com o joelho doendo. De todos os Hoop On Hoop Off que já andei pelo mundo esse foi o pior, parava bem longe dos pontos turísticos, e era bem difícil descobrir onde eram os pontos fixos, uma vez que não tinham placas indicativas. Perdemos mais de uma vez o ônibus por não saber onde era o ponto. Da Lombard St, resolvemos ir caminhando a pé até o Cais, já que ladeira abaixo todo santo ajuda. Chegamos no Fisherman’s Wharf visitando todas as lojinhas de interesse almoçando por lá mesmo no Píer Market Seafood Restaurant, um bom restaurante onde comi um excelente camarão. Já cansado preferi pagar um ciclista com carrinho para nos levar pedalando até o píer 7, onde sabia ter uma excelente vista da Queen Bridge e da cidade de São Francisco vista do píer em estilo antigo com suas luminárias de época. Voltando ao Píer 39, pegamos novamente o ônibus e sem saltar, fizemos o passeio completo até o ponto inicial na Union Square. Descemos ali, andamos pelas ruas próximas e resolvemos jantar na Cheesecake Factory que fica no último andar da Macy”s, mas estava tão lotada que desistimos, saindo de lá só com uma cheesacake para viagem, pois podia comprar no balcão. No nosso segundo dia, pegamos o mesmo ônibus na Union Square, dessa vez indo direto ao Píer 39 onde queria comprar umas coisinhas, feito isso voltamos ao ônibus e descemos no Fort Point, de onde se tem uma das mais belas vista da Golden Gate. Nosso destino era Sausalito então depois de muitas fotos, pegamos outro ônibus que iria até Sausalito. Não vi grandes coisas em Sausalito, se soubesse não teria descido do ônibus, mas como descemos, andamos um pouco pelo lugarejo voltando ao Fort Point. De lá novamente no ônibus, passamos pelo Golden Park e saltamos no ponto da Haight Street, a rua no bairro hippie., bem em frente ao Whole Food Market, uma rede de supermercado fantástica onde toda a comida é natural e orgânica. Almoçamos por lá mesmo em um Buffet que você se serve com produtos naturais, deliciosos e super barato. De barriga cheia, caminhamos por toda a Haight Street vendo aquela infinidade de lojas hippies, a grande maioria bem transadas e sofisticadas, mas também tinham umas bem cafona tipo brechó. Andamos até a Ashburry Street descendo até Oak Street tirando fotos de todas aquelas casas em estilo vitoriano. Continuamos a caminhada até a Álamo Square para ver as famosas Painted Ladies, as casas vitorianas em frente a praça que para receber este título tem que possuir em sua fachada no mínimo três cores diferentes. Descemos dalí em uma longa caminhada ladeiras abaixo até a UM Plaza e Civic Center. Como o joelho já doía muito pegamos um ônibus de linha normal e descemos na Powell Staion . Entramos em alguns shoppings ali perto e voltamos ao ponto inicial do Hoop On Hoop Off. Como nosso ticket de dois dias dava direito a um tour noturno, entramos novamente no ônibus para ver a cidade a noite iluminada. Esse tour tem apenas duas paradas. A primeira em Treasure Island , atravessando a Quenn Bridge até o outro lado de onde se tem uma vista de São Francisco e da própria ponte iluminada e a segunda em Fort Point, para ver a Golden Bridge iluminada. O tour atravessa a ponte e volta no mesmo sentido, repetindo o caminho feito durante o dia só que sem paradas terminando em frente a Macy’s na Union Square. Como já estávamos ali porque não jantar na Cheesecake factory, já que não conseguimos na noite anterior ? Subimos e com o restaurante vazio conseguimos jantar tranquilamente sem fila. No final do jantar 4 cheesecakes para viagem !!! No dia seguinte acordamos cedo e partimos em direção a Yosemite Valley. Seguimos em direção a Oakland, Modesto, até chegar em Mariposa, uma cidadezinha estilo faroeste, onde os saloons e casas haviam sido transformados em lojinhas de artesãos. Paramos por ali, compramos alguns enfeites de Natal e fomos ao supermercado para nos abastecer, pois em Yosemite não haveria muitas opções para comer. Entramos em Yosemite pela 140, já que a 120 (a mais bonita segundo relatos) estava fechada devido a neve. Chegamos no vale ainda de dia com o pôr do sol acontecendo, e percebemos nessa hora que não havia necessidade de ter alugado um 4x4 , pois a estrada não tinha neve alguma, o os poucos trechos no alto da montanha perto da estação de eski onde havia neve, a rodovia estava limpa pelas maquinas. Ao entrarmos em Yosemite nos deparamos com as gigantes paredes de granito que formavam o vale ainda iluminadas pelo pôr do sol. Yosemite é um Parque Nacional com mais de 3 mil km quadrados, várias cachoeiras e milhões de sequóias, dentre elas as gigantes. Chegamos em nosso hotel o Yosemite Lodge at the Falls e enquanto esperávamos na fila para fazer o check in, assistíamos um vídeo nos informando o que não deveríamos fazer em relação aos ursos. Extremamente proibido deixar qq tipo de lixo no carro, os bichanos sentem o cheiro e podem destruir seu carro para pegar restos de comidas, latas de refrigerantes vazias e até mesmo maquiagem, pois seu olfato é inacreditável e podem sentir o cheiro mesmo que estejam escondidas ou no porta luvas/malas. A multa é caríssima caso você deixe algo no carro. Até mesmo as lixeiras do parque são todas com fechaduras para que os ursos não consigam abri-las. (Em tempo: procurei o coletivo de urso e não existe ). Check in feito, fomos para o nosso chalé bem de frente para uma das cachoeiras. O quarto era bem grande confortável com tudo que se possa precisar. Saímos Dalí e fomos dar uma volta pelo hotel e verificamos uma piscina, mais de um restaurante com preços para todos os bolsos, então não vemos necessidade de ter que comprar comida para levar, apenas para as caminhadas, pois jantar ou almoçar o parque oferece bastante opções, inclusive supermercado. No dia seguinte resolvemos pegar um passeio que nos levaria aos principais pontos do parque durante a manhã. Paramos em vários lugares com explicação do guia sobre tudo do parque o que fez valer o passeio, pois poderíamos ter feito tudo sozinhos de carro como fizemos pela tarde, repetindo todo o circuito e parando onde quiséssemos para mais fotos. O parque é sensacional, com várias cachoeiras, rios e paredões de granito onde inclusive um trio de americanos escalavam na mão livre um paredão com mais de 800 mts há mais de um mês. Os caras eram loucos, só pensava no frio que deveriam estar sentindo. Fiquei um pouco decepcionado pois esperava ver o parque coberto de neve, mas valeu por poder andar sem perigo por várias trilhas fantásticas. Acho que com neve não conseguiríamos fazer tudo que fizemos. Como ainda era dia resolvemos ir até a estação de esqui , a Badger Pass, para ver como era. Depois de algum tempo chegamos na estação, bem pequena por sinal, e tivemos a informação que pela manhã a neve está sempre melhor e foi o que fizemos no dia seguinte. Acordamos cedo e as 9:00 hs já estávamos na estação, que por sinal é bem perto do hotel indo de carro. Nosso hotel nos dava direito ao passe, então só alugamos os esquis (35 dólares cada). Como meu joelho não andou bem durante toda a viagem, achei que só passaríamos a manhã lá, mas como Deus existe , o infeliz não doeu e pude esquiar o dia inteiro, sem filas para nada, a estação parecia ser só nossa e passamos um dia perfeito até o último minuto da estação aberta. De volta, jantamos no restaurante do hotel e nos preparamos para a volta do dia seguinte. Queria conhecer as sequóias gigantes então bem cedo fizemos o check out e nos dirigimos pela Wawona Rd até Mariposa Grove, onde se encontra as famosas sequóias gigantes. Chegamos na entrada do parque e não havia ninguém para nos cobrar a entrada, pegamos alguns folders que se encontravam em uma bancada e andamos a pé por ali e já encontramos as árvores enormes. Fiquei impressionado com a altura, tanto que em uma maquina fotográfica profissional a árvore não cabia inteira na tela sem que nos afastássemos muito dela. A solução para algumas fotos foi tirar com o celular de baixo para cima no modo panorâmico. Saímos de lá em direção a San Jose , passando uma estrada longa, cheia de curvas por entre fazendas. O trecho era muito bonito, e não passava por nós nenhum carro, posto de gasolina também não existia , mas por sorte nosso tanque estava cheio. Continuamos pela CA99 uma rodovia um pouco maior por entre plantações de frutas , onde paramos em uma casa para comprarmos cerejas. Seguimos por Gilroy até San José, na casa de uma amiga onde pegaríamos as últimas compras que havia feito aqui no Brasil na Ebay e mandado entregar na casa dela. Depois de pegar nossas coisas, fomo a um centro de compras onde tinha uma Bed Bath & Beyond para as compras de última hora e também na TJ Maxx , a melhor loja da cadeia de todas que vimos na Califórnia. Nessa loja tinha de tudo e era tudo muito organizado ao contrario das outras que tínhamos visitado. Compras feitas , chegamos ao nosso último hotel o Motel 6 de Sunnyvale North, onde rearrumamos nossas malas para no dia seguinte pegarmos nosso vôo em San Francisco de volta ao Brasil. Essa viagem ficou marcada pelas belezas naturais que pudemos vivenciar durante toda a viagem. Paisagens inesquecíveis que ficarão sempre guardadas na nemória e nas milhares de fotos que tiramos.
  11. Labogato não sei , lá tem aluguel de jetski , mini lanchas , paraglide puxado por lancha etc , eu acho que é mais uma estrutura de praia do que hotel ou parque
  12. Saímos do Rio de Janeiro em plena Copa do Mundo para irmos ao México no dia de jogo entre eses dois países. Assistimos ao empate e fomos para o aeroporto a noite, para um vôo até Cancun pela Copa Airlines com conexão no Panamá. A conexão foi rápida, menos de 40 minutos, tempo suficiente para comprar minha câmera Gopro no Dutyfree do aeroporto sem taxas e por um preço muito bom. Chegamos a Cancun por volta de 11:00 , hora local. Seguimos até a locadora e pegamos nosso carro nos dirigindo até a zona hoteleira. Indo para o hotel paramos na playa delphines em um mirante com uma vista muito bonita do Mar do Caribe.Nos hospedamos no Hyatt Regency Cancun, que mudou de nome, em um quarto com a vista de frente para o mar podendo observar toda a orla. O hotel era mediano, nem bom nem ruim, mas com uma ótima localização e mesmo sem café da manhã (tomávamos no mercado OXXO bem em frente), gostamos muito. No primeiro dia trocamos alguns dólares em um quiosque bem em frente ao Coco Bongo e fomos andar pela cidade a pé, deixando o carro no hotel. O calor era insuportável, então resolvemos almoçar em um restaurante no deck do shopping em frente a praia. Lá pedimos uns nachos e uma michelada, que não se parecia em nada com a que bebemos aqui no Brasil, não deu nem para tomar de tão ruim. Passamos o resto do dia andando, comprando algumas coisinhas e voltamos a noite para o hotel. No segundo dia pegamos o carro e fomos em direção ao centro da cidade, para conhecer o Mercado 28. Chegamos por lá, andamos pelas barracas, procuramos umas conchas para um amigo e pimentas para meu irmão. Nos informaram que só acharíamos as pimentas no Mercado 23, então pedimos informação a uma senhora de carro que nos guiou até o mercado. Chegando lá, por ser um mercado menos turístico, tudo era muito mais barato. Achei as pimentas e conchas por preços a menos da metade do outro lugar. O dia estava muito quente e a tarde resolvemos ir a Isla Mujeres. Pegamos o ferry e ao chegar lá fomos andando pela rua principal até a praia norte onde ficamos um tempo. Voltamos andando pelas ruas internas vendo as lojas e o comercio local e resolvemos alugar um carro de golfe para dar uma volta na ilha. Rodamos a ilha toda, passando pelo Parque Garrafon até a ponta sul, onde há uma vista muita bonita. Não quisemos nadar com os golfinhos por não compactuarmos com aidéia dos animais serem presos. Para ser sincero não vi muita graça em Isla Mujeres, mas valeu ter conhecido. Meio dia foi o suficiente. Voltamos a Cancun, tomamos um bom banho porque o calor era muito e fomos ao Shopping La Isla, um shopping aberto com muitas lojas, cinemas e restaurantes, um local que vale muito a pena conhecer e passar o dia. Jantamos em um restaurante italiano, o Italiannis, uma pizza muito boa e a cerveja melhor ainda. Voltamos ao hotel passando pela badalada noite de Cancun, com as casas noturnas bombando. Em nosso terceiro dia, fui através de um mergulhador indicado na internet, Jorge Pacheco, fazer o tão esperado mergulho com o tubarão baleia. Minha mulher não quis ir, preferiu ficar e fazer o jungle tour pela lagoa de Cancum terminando em um snorkel na praia.https://www.youtube.com/watch?v=L7QmO-tmbTE Quanto ao mergulho com o tubarão foi fantástico. Apesar da longa viagem de lancha mar adentro e dos vários barcos querendo fazer a mesma coisa, avistamos o tubarão baleia e muitas arraias manta se esbaldando com os planctons que ali se acumulavam nessa época do ano, devido a confluência de correntes para aquela área, atraindo assim os gigantes do mar. Cada mergulhador tem direito a três mergulhos de 3 min aproximadamente cada mergulho. Fui o último do barco a cair na água (normalmente vão de dois em dois por barco) e tive a sorte de ter aquele animal enorme praticamente só para mim e a guia portuguesa que mergulhou comigo. Na primeira vez já mergulhei com a câmera ligada para filmar. Após algumas braçadas já estava ao lado daquele animal incrível. Fiquei filmando o tempo inteiro, indo até bem perto da cabeça e boca, quando não resisti e passei a mão na cabeça do bicho. Sensação indescritível, Momento Mastercard. No segundo mergulho me preparei para tirar fotos e qual minha surpresa ao cair na água que havia mergulhado justamente na frente do gigante, tirei uma foto bem de frente mas me assustei quando ele abriu aquela boca enorme na minha direção. Um pouco receoso nadei para o lado saindo da frente dele, e aproveitei o restante do tempo para tirar muitas fotos. Ao voltar para o barco uma cena indescritível, as mantas voavam sobre as águas. Não consegui registrar esse momento, apenas na memória.Todos no barco excitados com a quantidade de raias mantas na água, perguntamos ao capitão se poderíamos mergulhar com elas. Um pouco indeciso ele aprovou mas nos recomendou prestarmos atenção ao seu ferrão. Só eu e um americano quisemos mergulhar e ao comando do capitão pulamos na água quando as gigantes passavam sob o barco. Foi muito legal, acho que já estavam acostumadas com as pessoas e não fugiram, então pude nadar bem perto delas sempre tomando cuidado com seu longo rabo. Assim terminava nosso mergulho que valeu cada dólar pago por aquele passeio. Ao voltar para o hotel, encontrei com minha mulher na praia em frente onde comemos alguns nachos deitados nas espreguiçadeiras de frente para o mar. A noite saímos para jantar, e o escolhido foi o Lorenzillos, um fantástico restaurante de frente para a lagoa onde comemos camarões e lagosta ao thermidor com massa e suflê de espinafre, a melhor que já comemos em toda vida, de comer rezando. No nosso quarto dia em Cancun, acordamos por volta das 7:00 tomamos nosso café da manhã em uma vendedora com sua caminhonete em frente ao mercado. Café típico mexicano, com feijão, frituras , nachos e muitos jalapenos recheados. Partimos logo em seguida para Chichen Itza, em uma estrada longa, totalmente reta que chegava a cansar por ser sempre o mesmo visual. Em mais ou menos três horas chegamos a entrada das ruínas. Contratamos o guia que também se chamava Fernando na entrada e ficamos com ele por umas duas horas ouvindo atentamente em um bom português toda a história do local. Fundada por volta de 435 e 455 AC a cidade foi abandonada em 670 DC e remodelada em 970 DC se tornando a cidade mais importante da península de Yucatam. Conhecemos todas as estruturas, desde a impecável pirâmide de Kukulcan até o templo de Chac Mool passando pelo campo dos jogos. O calor era infernal, então leve água, protetor solar e um bom boné/chapéu. Ao redor das ruínas existem centenas de vendedores de artesanato, tenha em mente que podem custar mais baratos que na cidade dependendo do seu poder de barganha. Comprei algumas mascaras esculpidas em cedro e umas pequenas estatuas esculpidas em pedra obsidiana. Na volta, paramos em um das centenas de Cenotes espalhados na Riviera Maia, o Ik Kil. Aquilo foi um oásis frente ao calor infernal que passávamos. Paramos o carro no estacionamento, entramos no local pagando a entrada e descemos uma longa escadaria que daria no poço final do Cenote. Vários turistas nadavam e mergulhavam nas águas cristalinas e geladas de cor esmeralda que refrescavam a todos do intenso calor que fazia.Aproveitamos ali durante algum tempo e almoçamos por lá mesmo em uma lanchonete ao lado do restaurante uns sanduíches super bem feitos e baratos. Partimos dali no final da tarde de volta a Cancun, passando por Valladolid, uma cidade pitoresca que paramos um pouco para conhecer.Lá fomos a uma livraria indicada para comprar um livro de arte de fotografias do México, coisa que sempre faço nos países que visito. Aproveitamos e visitamos o Centro Cultural La Casona de Valladolid com restaurantes, lojas e uma escultura da Virgem de La Candelária ao fundo a padroeira da cidade. Mais umas comprinhas e lembranças que estavam a preços mais baratos do que havíamos visto em Cancun. De volta a Cancun voltamos a noite ao shopping La Isla para jantar no Johnny Rockets uma sanduicheria bem ao estilo anos 60 americano Em nosso quinto dia, acordamos cedo e partimos para Playa Del Carmen, nos hospedando no La Tortuga Hotel e SPA. Como o check in ainda não estava aberto, deixamos nossas malas no hotel, estacionei o carro em um estacionamento ao lado e partimos para a praia. Confesso que não achei a praia em frente a cidade muito bonita, até seria se não tivesse a quantidade enorme de barcos ancorados na beira dágua. Ficamos na praia, andamos pela Quinta Avenida, a principal rua da cidade, vendo lojas e almoçamos no Pez e Vela que não valeu muito a pena. Voltamos ao hotel, nos instalamos e curtimos um pouco a piscina antes de sairmos a noite para andar pela rua vendo lojas e galerias. A Quinta Avenida lembra bem a Rua das Pedras em Búzios no Rio, só que muuuuto maior. Vc tem dezenas de opções de restaurantes e lojas desde as mais sofisticadas até as de bugigangas. No sexto dia partimos para Tulum. Chegamos cedo nas ruínas e compramos o ingresso que nos dava direito depois de ver as ruínas pela praia de barco. Como gostamos de fotografia nos adiantamos as excursões que se formavam no inicio para chegar ao principal monumento para tirar as fotos sem aquela gente toda. Cumprido o objetivo, voltamos depois ao inicio, vendo calmamente as ruínas e prestando atenção nos detalhes. Tulum é uma ruína muito bonita de frente para o mar , amuralhada e data do ano de 564, mas abandonada no Séc XVI depois da chegada dos espanhóis. Depois de muitas fotos, voltamos ao estacionamento e pegamos o carro em direção a praia onde um barco nos aguardava para vermos as ruínas de outro ângulo. O mar era excepcionalmente azul e com o dia ensolarado e quente obtivemos ótimas fotos do local de um ângulo privilegiado. Ficamos por ali por um momento e depois o barqueiro nos levou para fazer snorkel em um local próximo, onde arraias , peixes coloridos e canhões submersos de algum navio naufragado nos brindava com toda sua exuberância. Partimos dali em direção a Coba, parando no meio do caminho no Gran Cenote. Esse Cenote, de águas cristalinas e esverdeadas foi mais um refresco para o intenso calor que passávamos. Ali, podíamos avistar tartarugas e peixes nadando junto a pessoas nos lagos por entre cavernas cheias de estalactites que se estendiam até abaixo do nível da água. Com a água cristalina e com meu próprio snorkel e nadadeiras que havia levado na viagem (leve o seu que você irá economizar muito nos mergulhos) podíamos avistar os mergulhadores profissionais explorando em profundidade o labirinto formado sob as águas pelas estalactites vindas do teto das cavernas. Passamos algum tempo ali e seguimos para Cobá, outra cidade em ruínas, que foi construída ente os anos 500 e 900. Ao parar o carro na entrada do parque , percebi que tinha esquecido minha camisa da seleção brasileira na praia de Tulum, então a alternativa foi ter que usar a camisa da seleção da minha mulher e pedir que ela usasse sua saída de praia. A camisa ficou como uma babylook, mas foi a única maneira de não deixar de conhecer as ruínas. Com sua pirâmide, observatório astronômico e campo de jogos no meio da floresta, Cobá merece uma visita, mas o faça como nós, com um guia e triciclo, pois a distância a ser percorrida a pé é muito grande. Em Coba, vc pode se aventurar e subir a pirâmide a pé nos seus 42 metros de altura. Ao sairmos dali, paramos em um restaurante no meio da estrada para tentar assistir ao jogo do Brasil na Copa, mas como o México jogava no mesmo horário nenhuma televisão passava o jogo do Brasil. Vimos e torcemos juntos com alguns mexicanos no restaurante e depois seguimos para a praia de Tulum para ver se encontrava minha camisa esquecida. Chegamos na praia e para minha surpresa o vendedor havia guardado a camisa. Agradeci, entramos no carro e paramos um pouco adiante para tiramos umas fotos de um lugar muito bonito. Carro estacionado, procurei minha maquina e NADA !!! Pelos deuses maias, havia esquecido minha maquina profissional no restaurante há uns 60 km atrás perto de Cobá. Não me fiz de rogado voltei os 60km e ao chegar no restaurante o garçom me reconheceu e imediatamente me entregou a maquina que havia esquecido. Nessa pude comprovar a honestidade dos mexicanos. Com a maquina em mãos e mais tranqüilo, refizemos o caminho parando em algumas tendas na beira da estrada que vendiam cerâmicas pintadas a mão, cada uma mais espetacular que a outra. As pias eram sensacionais, pena não poder trazer devido ao peso. Chegamos a noite no hotel, e saímos para curtir a Quinta Avenida, onde jantamos no restaurante 100% Natural, um ótimo restaurante onde comemos muito bem, camarões com massa fresca e super natural. Recomendo. No sétimo dia, pegamos cedo o ferry para Cozumel. Em uma viagem de pouco mais de 30 minutos chegamos a ilha, rodeada de Cruzeiros ancorados no seu porto. Lá encontramos novamente o guia Jorge Pacheco que nos levou a uma marina onde pegaríamos um barco para fazer os mergulhos. Partimos em direção a Palancar e Colômbia. No meio do caminho minha esposa desceu do barco para fazer snorkel enquanto eu me dirigia para fazer o mergulho em Palancar. O mar de Cozumel é muito azul e estava com visibilidade de mais de 50 metros. Foi um mergulho perfeito, com arraias, tubarão e uma infinidade de peixes e corais super coloridos. Lagostas, barracudas, polvos, cardumes de lulas e muitas tartarugas completaram o cenário de um dos mergulhos mais bonitos que já fiz na vida. Realmente Cozumel pode ser considerado um dos top 10 fácil fácil. Depois desse mergulho retornei ao barco e minha mulher já estava lá, lanchamos e partimos para Colômbia onde em um mergulho com muita correnteza, mais raso, mas não menos bonito terminei o meu segundo mergulho. Voltamos a terra e demos uma volta pelo centro de Cozumel, para ser sincero não vi nada de mais. Almoçamos no La Mission indicado pelo guia e comemos muito bem uma lagosta grelhada. Pegamos o ferry e voltamos a Playa de Carmen direto para o hotel. Em nosso oitavo dia resolvemos curtir um pouco de praia. Fomos antes a dois cenotes, o Cristalino e o Kantun Chi, cada um mais bonito que outro que valem uma visita. Fica difícil descrever cada cenote mas procurem por fotos na internet que vocês vão perceber o que falo. Uns tem águas cristalinas azuis, outros verde esmeralda devido aos musgos e luminosidade e outros são únicos. Pegamos dali o carro e fomos em direção a Akumal, uma bela praia de águas azuis, calma e com muito turista onde se pode ver de snorkel muitas tartarugas. Como citei anteriormente, leve seu próprio equipamento de mergulho, pois você vai economizar muito. Almoçamos no restaurante bem em frente a praia , o Loi Ha, umas tortas salgadas deliciosas (leia-se sanduíches) com batata frita e de entrada nachos sempre acompanhado de uma cerveja local (XX, Modelo, Sol , Tecate, Corona etc) mas a que eu mais gostei foi a Modelo. Passamos o resto do dia na praia, na volta paramos no supermercado e compramos comida para comer no hotel e a noite mais uma vez passeamos na quinta Avenida. Em nosso nono dia, era dia de jogo do Brasil, ficamos no hotel até o meio dia , hora do jogo, e torcemos muito pelo Brasil contra a Colômbia. Saímos a rua a caráter, com camisas verde e amarela, e fomos cumprimentados pelos mexicanos por nossa vitória. Encontramos alguns brasileiros que também comemoravam. Resolvemos ir para a praia em frente a cidade, andamos muito por toda a orla em direção ao lado esquerdo, onde a praia parecia mais bonita e com mais gente. Depois da praia mais uma volta pela cidade. Dessa vez fomos ao shoping e lanchamos no final da tarde no Chez Celine, um ótimo café com comidinhas e sobremesas bem apetitosas. Voltamos para o hotel , banho tomado e partimos para um restaurante italiano de esquina o Da Bruno No décimo dia queríamos só praia. Voltamos a Akumal, passamos a manhã lá e depois a tarde seguimos em direção norte para Maroma. Havia visto fotos espetaculares de Maroma em um folder, mas não sabia que era uma praia privada, ou melhor, um Beach Park com entrada, guarda e cancela. Pagamos o equivalente a R$15,00 reais e fomos conduzidos a uma cabana estilizada em palha com mesa cadeiras e espreguiçadeiras. Achei que pagamos barato pelo que ofereciam e ao ver os preços do cardápio percebemos que fizemos a escolha certa, tudo ali era bem mais barato que em outros lugares que fomos no México. Passamos o resto do dia por ali, almoçamos, e caminhamos por areias brancas e um mar azul intenso. Esse local oferece aluguel de jetski, lanchas, windsurf, paraglider e camelos para quem quisesse se aventurar pelas areias ou mar. Na volta, uma parada rápida no mercado Chedraui para comprar pimentas e algumas lembrancinhas que vimos em dias anteriores que gostamos e que estvam bem baratas. Aproveitei e comprei diversas latas de cervejas diferentes para a coleção do meu irmão além de pão, frios e suco para um lanche a noite.Lembrei que não tínhamos tirado a foto tradicional com o sombrero mexicano, então aproveitamos a oportunidade no mercado. No nosso último dia faltava conhecer mais uns cenotes. Não tínhamos vontade de visitar os grandes parques, pois lá tudo seria uma réplica do que poderíamos encontrar de forma natural na vasta e generosa natureza que a Riviera Maia nos oferecia.. Primeiro fomos visitar o Hidden World, onde foi filmado “ The Cave “ . Lá junto a um guia, com colete, capacete e lanterna, seguimos pelos rios subterrâneos passando por lagos, cavernas lotadas de estalactites e estalacmites .[/img]Depois desse percurso com guia, voltamos a superfície e sozinhos visitamos os outros cenotes do parque. De lá partimos para o Yax Mul. Ao chegar na beira da estrada pergunte pelo guia local. Por não ser muito turístico não há visitantes e o guia do local não fica permanentemente lá. Ao encontramos com o guia seguimos floresta adentro e esperamos em um gazebo enquanto ele acendia o gerador que iluminava a caverna. Centenas de mosquitos nos atacaram, mas por sorte tinha um repelente caseiro ótimo, diga-se de passagem, que nos salvou. Seguimos para o cenote e nos deparamos com uma abertura mínima de entrada, em uma água meio suja que ficamos apreensivos, mas ao passar dali uma caverna lotada de estalactites e cheia de morcegos nos encantou de cara.[/img] O guia era muito humilde e bem atencioso e nos levou rio adentro por entre paredes e tetos de tirar o fôlego.Alguns lugares fundos outros mais rasos onde se podia andar, Esse foi sem dúvida o mais selvagem de todos os cenotes que conhecemos, parecia inexplorável. Na manhã seguinte chegava ao fim nossa viagem . Acordamos, tomamos nosso café da manhã no hotel e partimos para o aeroporto. Como tínhamos ainda bastante tempo, voltamos a Cancun para tirar algumas fotos na praia, comer alguma coisa, entregar o carro e pegar nosso vôo de volta. O México foi exatamente o que esperávamos, e nossa escolha de ficar mais dias em Playa Del Carmen que em Cancun foi perfeita. É um país que merece ser visitado, rico em cultura com um povo alegre e educado. Arriba México !!!
  13. Na primeira viagem eu fiz Tailandia em 22 dias e 10 em Bali. Na segunda fiz tialandia em 5 dias. Só o centro.Dá uma olhada no meu relato da Tailandia
  14. Ubud não, Kuta. Ubud é distante. Ele ficava sim com a gente o dia inteiro mas não comia com a gente, apesar de insistirmos algumas vezes. Só em Kuta que vc pode andar sozinho, pois tem o centrinho e a praia.Se quer economizar tire os dois primeiros dias sozinhos em Kuta e o contrate para os outros 8 dias.
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