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Ronaldo Barbosa

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  1. Tu conseguiu fechar algo? Estarei a partir do dia 16 ou 17. Fala lá no whatsapp. 81 996402778. Flws
  2. Oi. Estou lá entre os dias 17 e 25. Não consegui te achar no whatsapp. Add lá. 81 996402778. Recife.
  3. Gente, tá rolando grupo? Eu vou entre os dias 17 e 27, saindo de Brasília. Vou sozinho e sem carro. Pretendo fazer as sete Quedas no parque e o máximo de passeios que pintar. Se quiser alguém pra dividir custos tamos aí! Add 81 996402778
  4. Também vou estar por lá nessas datas. Alguém afim de dividir passeios? Vou sozinho e sem carro. 81 996402778
  5. Olá Rômulo e demais. Estou com datas apenas em setembro, a partir do feriado. Pretendo sair de Brasília (pois fica melhor a logística saindo do nordeste). Pra falar a verdade não sabia dessa travessia. Já fiz Vale do Pati e Lençóis Maranhenses. Vai ser muito bom conhecer a Veadeiros e, de quebra, fazer uma travessia lá. Meu whatsapp: 81 9.9640-2778.
  6. @Jaumz Olá! Não ficou muito distante ir direto para a Queimada dos Paulos? Foi legal a estadia em Sr. Antônio? O café foi servido na madrugada? Valeu!
  7. Breno. Ficando nas casas ou em camping, não há necessidade de reservar para o mês de maio. Lá é mais aconselhável fazer isso em alta temporada ou feriados conhecidos/prolongados, como Natal, São João, Réveillon, etc. Não há sinal de telefone celular no Vale (informação de setembro de 2018). Você vai com guia ou solo?
  8. Algumas atualizações sobre o Vale do Pati. Pretendo fazer um tópico detalhado da trip que fizemos (eu e minha namorada) saindo de Recife até a Chapada Diamantina (e Vale do Pati), em setembro de 2018. Tudo sem carro, sem guia (quase) e com total baixo custo. Mas como esse tópico me ajudou MUITO, vou compartilhar aqui algumas informações para deixar registrado. Roteiro: A primeira dica que posso adiantar sobre isso é a extrema necessidade de planejar e se organizar. Se você for com guia, ótimo, ajuda muito nessa parte. Se não, saiba que o estudo sobre a trilha tem que fazer parte de sua vida por meses. Como fizemos sem guia (exclusivamente por questões financeiras) eu passei meses estudando. Tanto que parecia até que já tinha ido lá. Quanto a isso, agradeço muito alguns tópicos (como este) aqui no mochileiros, relatos em sites diversos (wikiloc é muito válido) e a Hélio Júnior que tem um material riquíssimo. Bom, como fizemos sem guia, ter complicações e mudança de planos TEM que fazer parte. Nesse caso, seja cabeça aberta e, pelo amor de Deus, entenda seus limites e os grandes riscos da trilha. SEMPRE tenha um plano de contingência em mente e não hesite em desistir de visitar alguma coisa caso veja que será arriscado demais para você ou seu grupo (caso não esteja só). No nosso caso a ideia era sair do Vale do Capão e passar pelas Cachoeiras Angélica e Purificação antes de seguir pelos Gerais do Vieira e Rio Preto (pelo Quebra Bunda). No dia da saída tivemos um atraso com o moto táxi e, de cara, no primeiro dia, desistimos de ir pela trilha das cachoeiras e seguimos pela trilha padrão até o Gerais do Vieira. Foi uma sábia decisão, pois do contrário iríamos atrasar e possivelmente chegaríamos à noite na Igrejinha. O roteiro que formamos incluía muitos destinos que, já no Vale, fomos riscando um a um, como o Cachoeirão por Baixo (já que estava seco), a Cachoeira do Calixto (pois estava com muitos relatos de cobras na trilha e preferimos não arriscar) e a volta seria por Andaraí saindo de Jóia, mas preferimos voltar por Guiné e deixar Jóia e a Ladeira do Império para outra oportunidade, conhecendo melhor o "Pati de Baixo". Em resumo: não se arrisque desnecessariamente e não se empolgue a ponto de fazer besteira. Mesmo estudando muito e com todos os aplicativos o risco é enorme. Muita gente se perde e sofre acidente simplesmente porque não achava que "era para tanto". Como exemplo, na semana que a gente estava lá tinha rolado um grupo que, sem guia, se perdeu tentando descer pela Fenda (do Cachoeirão para o Pati). Sorte que não sofreram nada e foram "salvos" por um guia e passava. Aliás, já adiantando o tópico, será que o guia realmente evita que você sofra acidentes? Não necessariamente. Depende do guia e de você. A gente estava na Igrejinha e uma menina mostrou as fotos de uma sucuri enorme que ela quase pisou quando estava na Cachoeira dos Funis. O guia não estava próximo e, segundo ela, não orientou muito bem sobre os riscos naquele lugar específico. Detalhe que no mesmo dia estávamos lá e fomos com todo cuidado do mundo. Equipamentos e mantimentos: Se você seguiu a dica de planejar e organizar vai saber bem o que levar para essa trilha. Estude o máximo e faça uma lista detalhada do que levar e, de onde partir, na última arrumação da mochila, confira se está tudo lá (isso é o padrão para qualquer trilha, aliás). Alguns fatores vai influenciar o que você vai precisar levar. Dessa forma, se pretende ir em período de chuvas, por exemplo, saiba que vai ter lugares mais alagados e vão demandar calçados diferentes e, com o risco de chuva, também vai ser necessário roupas específicas. No nosso caso, como fomos no período seco, fomos com botas impermeáveis e tal, mas não era totalmente fundamental. Também não fomos com aparato contra chuvas. Não fez falta. Levar o fundamental e com conforto, PRINCIPALMENTE para os pés, é o que realmente importa. Não poupe com meias, por exemplo. A diferença é brutal. Levar roupas leves ajuda até no peso da mochila, mas não deixe de levar um casaco simples, lá faz algum frio à noite. Sobre mantimentos, vai também de como planejou se manter no Pati. Dá para você entrar e sair apenas com uma mochila de ataque (sério). Para isso é só pagar pelo serviço de pensão completa e, se necessário, comprar por lá o que for necessário (como pequenos lanches). Bom, nesse caso nós realmente não medimos as consequências de tentar poupar ao máximo e fizemos a burrice de levar o máximo de comida possível para o Pati. O resultado disso foi uma mochila extremamente pesada na primeira pernada (a mais longa e cansativa) e uma alimentação pouco saudável. Hoje não acho que valeu tanto a economia. Exemplo: valeria a pena levar apenas alguns mantimentos leves para o café da manhã (economia de 40 reais - set. 2018) e pagar apenas pelo jantar (40 reais - set 2018) todos os dias. Almoço é pequenos lanches (acredite, não dá fome durante o dia a pessoa andando por aquele paraíso), e isso também dá para colocar numa mochila ou comprar por lá (frutas, por exemplo). Vá para o Pati e saiba que a estrutura lá é surpreendente para o quão isolado é o lugar. Todas as acomodações e refeições são impressionantes de tão bom. Acomodação: Bom, como dito anteriormente, a estrutura no Vale do Pati é realmente impressionante. Não dá para imaginar o quanto eles conseguem fazer estando tão isolados. As casas dos moradores são muito confortáveis e a hospitalidade é realmente um grande diferencial. Vale MUITO a pena pagar pela estadia nos quartos, com camas e enxovais muito confortáveis. Fomos de barraca mas terminamos acampando apenas um dia (camping 20 reais contra cama confortável e quarto privativo 40 reais - set. 2018). Ficamos na Igrejinha, casa de Sr. Agnaldo e casa do Sr. André. Muito bom todos os lugares. Por outro lado, caso queira ficar roots mesmo, pode acampar e ainda usar a cozinha dos lugares. Na Igrejinha o espaço é aberto com opção de usar o fogão mediante o pagamento de uma taxa pelo uso do gás (no nosso caso não usamos pois levamos fogareiro próprio), em Sr. Agnaldo nós usamos o excelente fogão à lenha, assim como na casa do Sr. André. Todas as cozinhas citadas possui talheres, pratos, panelas, etc. Lave e deixe TUDO como encontrou, sempre. Já a partir de setembro estava funcionando internet via satélite em algumas casas (na Igrejinha e Dona Raquel), porém o uso é RESTRITO a moradores e emergências. A parte boa é que eles conseguem se comunicar de maneira mais fácil atualmente, inclusive recebendo reservas. A comunicação entre as casas é via rádio, de maneira que é possível reservar um quarto e/ou jantar em outra casa (como fizemos, reservando um jantar e acomodação na Igrejinha estando ainda na casa do Sr. André). GUIA! Dito tudo isso, diante dos relatos e do próprio teor do tópico, alguns podem estar pensando em ir para o Vale do Pati sem guia porque realmente é algo fácil. Mas não é bem assim. O Vale do Pati requer preparo de qualquer forma, isso é fato. O planejamento e organização independe de ir com guia ou não. Mas, por experiência própria, definitivamente NÃO É uma trilha para iniciantes. Sou formado em Geografia, minha namorada em Turismo, já tinha ido na Chapada Diamantina algumas vezes e tenho alguma experiência com trilhas, camping e me considero bastante bom em localização. Fomos para o Pati munidos de um apanhado enorme de informações, mapas e aplicativo, além de todos os equipamentos ditos necessários. Ainda assim sofremos e tivemos momentos de risco de acidentes graves. Por sorte topamos com um guia bem famoso e terminou sendo nosso anjo da guarda (gratidão tamanha que não se mede em palavras) e nos ajudou com informações e até a saída do Vale do Pati por Guiné. Com ele pudemos ter um pouco da noção do quão é arriscado fazer por conta sem o devido preparo e quanto um BOM guia realmente pode se tornar fundamental. Boa parte das trilhas não são lá muito complicadas, é verdade. Mas ocorre uma falta impressão de segurança. Alguns lugares pode render tombos fatais e acidentes com animais (cobras geralmente) não são incomuns. Nesses casos, uma pessoa experiente tira de letra, sabe se virar e entende os sinais da mata, mas uma pessoa com menos preparo pode se complicar bastante. O risco também é para o próprio parque, pois, muitas vezes, na falta de experiência, pessoas sem guias são mais propensas a fazer besteira no parque (lixo, fogo, etc). Assim, um BOM GUIA vai ter ajudar a não fazer besteira, pisar errado, fazer movimentos de risco, pegar em coisas que não se deve, observar animais à espreita, encontrar lugares ideais para tirar fotos ou que são arriscados demais para ir, e, no fim, ajudar em primeiros socorros caso necessário. MAAAS então ir com guia garante uma boa experiência e reduz os riscos? NÃO necessariamente. Topamos com guias totalmente despreparados (era perceptível) e que mais complicavam a vida do turista do que ajudava. Esse tipo de guia é mal visto pelos demais, mas ainda assim conseguem pessoas para guiar. Presenciamos cenas de total desprezo, de colocar os turistas em risco, de pouco cuidado com a natureza, de arrogância, enfim, pessoas horríveis que trabalham como guia. Será que uma pessoa dessa irá realmente te ajudar caso aconteça algum problema? Será que ele vai cuidar para você não ter problemas e consiga aproveitar o que o parque tem de melhor? Certamente não. Contratar um guia NÃO É apenas para "te ajudar caso você torça o tornozelo" ou para "te mostrar o caminho", mas sim ele te ajuda a ter uma experiência mais completa, mas que no final também depende de seu bom senso e preparo para realmente reduzir ao mínimo os riscos (presenciamos um casal que, depois da primeira pernada Guiné-Pati, que é mais simples, não aguentou e decidiu, com guia, voltar de mula na manhã seguinte). Procurar um guia de referência não é tão difícil, mas conhecê-lo antes de fazer a trilha faz muita diferença. Rapidamente vai perceber as características e capacidades dele. Portanto, se você tem dúvidas sobre sua capacidade ou acha que vai se arriscar demais indo por conta, não hesite, economize uma grana e pague por um guia. Em última instância, fazer o Vale do Pati é algo que muda a vida da pessoa. É IMPOSSÍVEL sair de lá sem ter uma nova visão de mundo. É um choque de realidade e de humildade. A pessoa sai já querendo voltar. Se você tá pesquisando para ir sem guia, não perca a fé e continue pesquisando e pesquisando. Se não tem experiência, busque experiência. Faça trilhas, faça outros roteiros da chapada para "sentir" como é a coisa antes de enveredar para o Pati sem guia. A Chapada Diamantina é um mundo a ser explorado e tem muita trilha mais simples que a pessoa pode ir "treinando". Não necessariamente sua primeira ida na Chapada Diamantina precisa contemplar o Pati, né? Mas, por outro lado, se você está vidrado no Pati e quer fazer logo para sentir essa sensação sem igual, mas está receoso por não ter o preparo necessário, NÃO se arrisque desnecessariamente e contrate um guia. Depois, em outra oportunidade, você não consegue ir só, né verdade? Espero ter ajudado e boa trip!
  9. @Rogerio K C , acabei de voltar de lá. Fiquei 5 dias no Pati. O lugar é realmente espetacular, vale muito a pena. A estrutura das casas de apoio me surpreendeu: todas muito bem cuidadas e com bastante conforto. Fiquei em três pontos: Igrejinha, Casa do Sr. Aguinaldo e Casa do Sr. André (do lado da casa de Dona Raquel, sua mãe). Todas as casas que fiquei e que vi tinham banheiros bem equipados, com papel higiênico e tudo. Cozinha coletiva tinha nas três "casas", mas na Igrejinha se paga R$ 15,00 pelo uso do gás (Set. de 2018), enquanto nas casas de Aguinaldo e André o uso do fogão à lenha é free. Sim, detalhe: na igrejinha eles fizeram uma estrutura para captar o calor do sol e aquecer a água do banho, assim tem duas duchas lá (as do meio, 2 e 3 da esquerda para direita) que possuem banho quente. É só se informar lá. Realmente funciona (se estiver com sol durante o dia, claro). As refeições são espetaculares. Aconselho bastante fazer as refeições por lá, se não todas, pelo menos o jantar. E o pão que a esposa de Sr. Aguinaldo faz é uma delícia. Se estiver passando por lá vale a pena encomendar um, ainda que não durma na casa. Apesar de custar R$ 2,00 vale pelo sabor e pelo tamanho. Abraço.
  10. Ótimo relato. Estou na intenção de fazer em setembro. Também pretendo adaptar de acordo com os dias. Só uma pergunta: os jantares que custam R$ 40,00 inclui o quê? (jantar? jantar com suco? jantar e café da manhã?). Valeu!
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