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vazami

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  1. Voltamos para Cruzeiro do Sul com intuito de resolver algumas burocracias, Yann precisava de uma autorização para seguir sua viagem pelo território dos Nukinis e Serra do Divisor, e nós dois necessitávamos declarar à FUNAI nossa presença em terras indígenas, uma vez que o próximo destino seria a aldeia dos Puyanawa. Após todos os trâmites, a única etapa que ficara pendente era a assinatura da liderança indígena Nukini, conversamos com algumas pessoas na FUNAI que nos informaram que tal liderança, Erisson, se encontrava no município de Mâncio Lima, no caminho para a aldeia Puyanawa, seguimos então para lá. Leia mais em: http://redescobrir.org/brasilidade-de-mancio-lima/
  2. Arnaldo nos colocou em contato com Jessé, um ribeirinho que possui família no rio Croa, e se disponibilizou a dar-nos uma carona até beira do Croa, onde encontraríamos um outro amigo seu que com uma pequena lancha, nos levaria à comunidade que se situa nas margens do rio. Bem cedo na manhã seguinte veio Jessé, passamos em um supermercado para comprar alguns mantimentos, abastecemos o carro com combustível, e seguimos rumo ao Croa. Assim que chegamos à beira do rio caia uma garoa densa, e pensamos por alguns instantes que o amigo de Jessé não apareceria para nos buscar, porém foi o tempo de estacionar o carro numa improvisada garagem de madeira e logo avistamos a pequena canoa equipada com uma rabeta que nos levaria rio acima. Leia mais em: http://redescobrir.org/o-sapo-a-rainha-e-o-cipo/
  3. Bruno deixou a mim e o Yann na beira da BR que leva até Cruzeiro do Sul, próximo à um ponto de ônibus que somente utilizaríamos para proteger nossa bagagem da garoa fina que caia e intercalava com o forte sol característico da região amazônica, uma vez que nossa intenção era de conseguir uma carona. Muitas pessoas paravam quando acenávamos, entretanto a maioria só avançaria poucos quilômetros até a próxima cidade ou rotatória, e nós queríamos chegar ao final dessa rodovia que se encontrava à por volta de 700km de onde estávamos. Após algumas horas, percebemos que teríamos que fazer a viagem em partes, ou ficaríamos ali o dia todo, sendo assim subimos no seguinte carro que parou. Leia mais em: http://redescobrir.org/a-caminho-de-uma-nova-dimensao/
  4. Rio Branco é uma cidade, assim como grande parte do Brasil, de muita miscigenação, uma mistura de indígenas, nordestinos e diversos povos que vieram para a região iludidos pela ideia de prosperar com os seringais durante a o boom da borracha. Tiveram seus sonhos vendidos por alguns trocados pelos ingleses, que contrabandearam sementes de nossas seringueiras e criaram grandes plantações na Malásia e África, destruindo o mercado brasileiro uma vez que as plantas nativas encontravam-se a quilômetros de distancia umas das outras, fazendo com que sua extração fosse extremamente difícil quando comparada à plantios organizados para esse fim. Atualmente os problemas desse crescimento desordenado são explícitos, a cidade possui um vasto território e uma péssima distribuição de edifícios, assim como apresenta muitos problemas no serviços públicos básicos oferecidos. Leia mais em: http://redescobrir.org/o-acre-existe/
  5. Antes de sair de Porto Velho, entrei em contato com Jania, que conheci por Couchsurfing e ela se dispôs a nos receber em sua casa, localizada na cidade Humaitá – Amazonas, combinamos que o ponto de encontro seria na própria rodoviária. Cruzamos o rio Madeira de balsa, e chegamos por volta de umas 20:00, chovia forte e o ônibus que nos levou parou em uma pequena estação no centro da cidade, demos uma rodada pela área mas para nossa surpresa, ela não estava por lá. Leia mais em: http://redescobrir.org/beleza-e-revolta-em-humaita/
  6. Depois da péssima experiência que tivemos com os tramites imigratórios na Bolívia, decidimos que iriamos continuar nossa viagem pelo Brasil mesmo, o próximo destino seria Rondônia. Passamos um dia em Vilhena, uma cidade que se desenvolveu bastante industrialmente, há muitos comércios e a população pelo que pudemos escutar no pouco tempo que estivemos lá, era bem satisfeita com a qualidade de vida e o clima local. Parecia muito com o bairro de Santo Amaro em São Paulo, e apesar da satisfação dos populares, não havia muito atrativo turístico nem cultural, então seguimos viagem para a capital Porto Velho, com intuito de conhecer a histórica inacabada estação de trem Madeira-Mamoré. Leias mais em: http://redescobrir.org/a-historia-aos-cacos/
  7. Acredito que somos um dos únicos casos de deportação no país. Leias mais em: http://redescobrir.org/me-dicen-el-clandestino/
  8. Assim que terminou nosso período no projeto PAAPI, demos uma passada na Chapada dos Guimarães, onde tivemos a oportunidade de almoçar com vista para aquela exuberância da natureza, um paredão imenso cor de terra, que faz com que uma cachoeira pareça um simples filete de água. Lais, minha irmã teria por volta de três semanas antes de suas aulas de medicina voltarem, e tinha muita vontade conhecer o Pantanal, após analisar alguns mapas, e conversar com pessoas que já haviam visitado o local, decidimos que nossa porta de entrada para a cidade seria Poconé. Leia mais em: http://redescobrir.org/o-pantanal-e-seus-corixos/
  9. Veja mais em: http://redescobrir.org/projeto-de-assistencia-aos-povos-indigenas-2/
  10. Há algum tempo, conversando com minha irmã Lais, fiquei sabendo que os alunos de sua faculdade possuíam um projeto muito interessante. Um projeto chamado PAAPI que consiste em uma assistência na área de saúde aos povo indígenas Xavantes e Bororos. Leia o post completo em: http://redescobrir.org/projeto-de-assistencia-aos-povos-indigenas/
  11. Sempre tive uma vida confortável em termos materiais mas ainda assim algo me inquietava, ou talvez a ausência de algo. Percebi que “Work Hard, Play Hard” pra mim não vira: Eu quero comer fruta fresca com os pés enterrados na areia, subir na caçamba de um caminhão sem rumo certo, dormir na casa de um desconhecido e brincar com seu cachorro pela manhã, sua minha pele em todas as cores, sentir a cadência de todos os tambores, nadar pelado no rio, correr molhado e sentir o frio, cantar, gritar, chorar, sorrir, lembrar… e sorrir outra vez. Decidi que ao invés de ficar reclamando dos políticos, sistema e conservadores, iria reconduzir o rumo pelo qual minha vida seguia, viveria cada momento intensamente, não de uma maneira hedonista mas sim buscando estar presente e saborear cada vivência que se apresentasse. Agora todas minhas posses cabem em duas mochilas me acompanharão em um vivência nômade que venho planejando faz algum tempo. Busco nessa experiência não uma fuga, mas uma aproximação do que essencialmente me completa e vinha se perdendo no breu dos prédios cinzas, quero me redescobrir na cor de cada detalhe que possa um dia ter passado em branco. Tendo em conta a tendência humana de se apegar ao seguro e conhecido, facilitarei a fluidez das minhas interações com o universo percorrendo o caminho de carona e levando comigo menos que um salário mínimo por mês, vinte reais ao dia para para arrumar onde dormir, o que comer e como me transportar. Não há muitas regras nem um cronograma fechado, mas a ideia é durante doze meses percorrer o trajeto desde Mato Grosso, onde trabalharei em um programa de saúde indígena, com destino ao México, buscando encontrar no caminho projetos e pessoas dispostas a deixar um mundo melhor pra quem está por vir. “Use o sorriso pra mudar o mundo, não deixe o mundo mudar seu sorriso.” Acesse: http://redescobrir.org/ Siga no facebook: https://www.facebook.com/Resdescobrir?ref=hl
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