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Daniela Maia

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  1. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Acho que rola sim, melhor que aprender palavras na língua deles, aprenda umas palavras básicas em inglês, vietnamita é muito difícil, aprendi apenas cerveja e obrigada, e acredite, foi difícil!
  2. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Oi priscilla, o primeiro passo é processo online e é preciso preencher um formulário e pagar algo em torno de USD8 e aguardar uns 2 dias úteis pra receber a aprovação do consulado por e-mail, imprima esse documento que foi gerado e anexe 1 foto 3X4, assim que vc chega no Vietnã, precisa apresentar esses documentos junto com o passaporte e pagar mais USD25 para pegar o visto. Essa é a forma para quem chega no aeroporto, por terra não sei qual é o processo.
  3. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Oi Hugo, meu inglês é fluente mas o inglês dos vietnamitas é bem básico, com inglês intermediário você se vira bem, compre um pacote de internet que sempre ajuda na hora de escolher comida e precisar se localizar.
  4. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Hanói Compramos um voo lowcost pela Thai Lion Air de Bangkok (aeroporto DMK) para Hanói por R$ 230 já incluído taxas e o IOF de 6,38%. Na hora de comprar esse voo pelo site, no campo do telefone, tive que preencher com um número de telefone do Vietnã, o site é muito ruim e ele não deixava prosseguir a compra sem essa informação e tive que refazer inúmeras vezes até entender que precisava de um número, mesmo que qualquer, do Vietnã. O voo dura em torno de 2h. Chegando no aeroporto precisamos passar pela imigração e terminar o processo do visto, e ao contrário de tudo que li pela internet, achei o processo bastante simples e tudo muito intuitivo, precisa apenas anexar todos os documentos que foram pedidos no processo online, entrega-lo a pessoa no guichê de vistos e aguardar ao lado, quando os oficiais acabam o processo, sua foto do passaporte aparece em um monitor onde você também é chamado pelo nome, aguardamos em torno de 30min e pegamos nossos vistos, na saída trocamos alguns dólares também com a melhor cotação do Vietnã 1 USD = 22.660 dongs, Compramos também um chip com internet que funcionou por todo Vietnã, incluindo as estradas. Chegamos ao hotel de Uber e assim que você sai do aeroporto vê um céu muito cinza, achei a princípio que estava nublado mas depois descobri que o cinza vinha da poluição devido às fábricas e motos, que aliás, são inúmeras, muito mais do que eu sempre imaginei! Numa rápida pesquisa pela internet, cheguei a um número de uma moto a cada dois habitantes somando cerca de 45 milhões de motos. O que mais chama a atenção logo de cara é o trânsito caótico das motos, ali não existe regras e muito menos semáforos, as pessoas pilotam suas motos a 40km/h e vão se desviando umas das outras, as buzinas são intermitentes e as pessoas usam máscaras de várias cores e estampas por causa da poluição, para atravessar as ruas, é só atravessar, aguardar uma distância razoável e seguir em frente, sem hesitar! Atravessar as ruas já é uma grande aventura no Vietnã. Ficamos no coração do Old Quarter, bem próximo ao lago Hoam Kiem onde tem a Thap Rua, um dos lugares mais emblemáticos de Hanói. Na Old Quarter é também onde estão os turistas, as lojas de vários tipos e restaurantes, tudo muito caótico e ao mesmo tempo cheio de charme, logo vão surgindo as cenas do Vietnã dos filmes e dos nossos imaginários, pessoas usando os típico chapéus, vendedores de frutas carregando aquelas cestas que parecem uma balança antiga (vou postar fotos pra ficar mais claro), as motos carregam inúmeras coisas, aliás, todo tipo de delas, às vezes não dá para enxergar sequer o rosto do motorista, o lugar parece ter seu próprio ritmo e foi sem dúvida um dos lugares mais legais de toda viagem. Alugamos uma moto e fomos nos aventurar no trânsito e conhecer um pouco de Hanói. Assistimos ao teatro de marionetes de água que é tão lindo e tem uma banda tocando e fazendo os sons ao vivo com instrumentos típicos, visitamos o mausoléu do Ho Chi Minh, ditador comunista responsável pela Guerra do Vietnã, também conhecida pelos vietnamitas como a Guerra Americana, o país se divide entre o amor e o ódio pelo ex-líder, considerado herói nacional, não se pode falar mal do ex-lider na imprensa e nem de seus casos amorosos. O mausoléu tem um esquema de segurança e assistimos a troca de guarda que foi bem legal. Ao lado do mausoléu tem a casa de madeira onde Ho Chi Minh morou por um tempo, no enorme jardim há diversas árvores de enormes pomelos, fruta que ele adorava, e também um lago, dizem que ele pescava todas as manhãs. Têm os carros usados por ele e parte da mobília, a visita é imperdível para se conhecer parte da história do país, contratar um guia enriquece a visita, mas como não tínhamos planejado exatamente visitar o lugar, acabamos ouvindo de alguns grupos, apenas parte das explicações. No mesmo dia visitamos o templo da literatura e assistimos umas mulheres tocando instrumentos e músicas típicas, na minha opinião, o lugar mais lindo de Hanói. Visitamos o museu da prisão, próximo ao lago Hoan Kiem. A prisão foi construída pelos franceses onde parte foi demolida e uma pequena parte usada para dar lugar ao museu. Na época da expansão colonial francesa, muitos presos políticos vietnamitas foram torturados e mortos. Na época da guerra do Vietnã, ou da guerra americana, a prisão era usada para prender pilotos americanos e militares, principalmente da alta patente. Na visita, percorremos estreitos corredores de paredes grossas e andamos pelas celas minúsculas e antigas solitárias. Há várias fotos de torturas e artefatos como algemas para as pernas e uma guilhotina. Os americanos apelidaram o lugar, na época da guerra, como Hanói Hilton. A visita conta uma parte terrível da história mas é igualmente imperdível para conhecer e entender a história recente do Vietnã. Ficamos 3 dias em Hanói mas ficaria pelo menos 1 dia a mais. Na nossa última noite, jantamos em um dos inúmeros restaurantes na Old Quarter e meus amigos passaram muito mal à noite inteira, sequer acharam que conseguiriam continuar a viagem para Cat Ba e Halong Bay e felizmente, ainda que super mal, conseguimos seguir viagem.
  5. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Vou me dedicar mais ao relato para te ajudar! Mas fique também à vontade para me fazer perguntas.
  6. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Oi Analy, acabei de me mudar de estado, por isso está demorando tanto! Mas estou finalizando o próximo capítulo que prometo publicar até segunda 😊
  7. confusa!

    muito obrigada!
  8. Vale a Pena ir em Arraial d`juda (Porto Seguro)???

    Oi juliana, Particularmente acho Porto Seguro o lugar menos legal dos citados, é bem mais cheio e turístico. Arraial é linda e você não precisa ficar hospedada, pode ficar em Trancoso e passar o dia em Arraial. Eu iria pela manhã pela praia, umas 3h caminhando, as paisagens, rios e falésias fazem valer o esforço, na volta vc pega o ônibus. Apenas se informe qual o horário do último ônibus para Trancoso. De Trancoso você pode também ir até a praia do Espelho e Caraíva. Boa viagem!
  9. Sudeste asiático nov/2017 - 28 dias - Tailândia, Vietnã e Camboja

    Bangkok Após uma longa viagem e inúmeras horas de voo chegamos a Bangkok. Preenchemos a ficha de imigração e fomos até o health control para apresentar a carteira de vacinação e finalmente passar pela imigração. Vou fazer uma observação aqui sobre a vacina de febre amarela: Quando tomei a vacina há 9 anos, ela tinha validade de 10 anos, hoje é dose única, quando expirar a data da vacina no meu certificado, preciso apenas reapresentá-lo na Anvisa e trocar pelo definitivo. Passei muito mal na época, fiquei 7 dias de cama e estava morrendo de medo de ter que tomar novamente. No aeroporto trocamos os primeiros dólares com a melhor cotação da Tailândia e compramos o chip de internet, os próprios funcionários já configuram seu aparelho na hora e você escolhe pacote de internet para 3, 7 ou 30 dias e logo na entrada do país você já percebe como a Tailândia está bem preparada para o turismo. Como viajamos apenas com as bagagens de mão, tudo ficou mais rápido. Pedimos um Uber até nosso hostel que ficava em um bairro bem central e a corrida ficou por volta de R$ 32,50. Usamos muito Uber pois estávamos em 4 pessoas. Bangkok é caótica, cheia de fios enrolados nos postes e um trânsito intenso a qualquer hora do dia ou da noite e talvez a melhor forma de se locomover seja o skytrain. Numa das noites voltamos para o hostel de tuk tuk e pegamos um motorista super estressado que fumava e corria como um louco, adoramos a experiência! Chegamos na época do Loy krathong ou Festival da Luzes que acontece em novembro onde acendem-se velas colocadas em estruturas flutuantes, pode-se juntar flores, comidas e etc. e solta-se na água para trazer sorte e realizar desejos. O festival acontece à beira do rio em um local bem estruturado onde além de restaurantes, haviam várias barraquinhas de comida e um palco enorme onde aconteciam uns shows. Apesar de ser um festival genuinamente tailandês, havia bastante turista e me senti agradecida em poder experimentar um turismo tão autêntico. Do Brasil tivemos muita dificuldade em escolher um dos mercados flutuantes, daqui todos nos pareciam hora atrações apenas para turistas, hora pequenos ou distantes demais. Por indicação da gerente do hostel em que ficamos chegamos ao mercado de Taling Chan, bem próximo a Bangkok e não poderíamos ter escolhido lugar melhor! Esse é um mercado onde os tailandeses passam o dia, uma espécie da nossa feira da Liberdade em São Paulo, um lugar onde vendem flores e comida, frutas e especiarias. Ali pudemos experimentar nossa primeira massagem tailandesa, que será impossível esquecer! O dia estava lindo e já estávamos com os pés doendo de tanto andar. A princípio decidi que faria apenas meia hora de massagem mas assim que me sentei a cadeira achei que cairia bem uma hora inteira... só não sabia que seria de sofrimento! interminável! a cada ponto que a mulher tocava eu pulava da cadeira, lacrimejava, me contorcia, a massagista dizia que faria bem ao meu corpo, mas fiquei dolorida nos dois dias seguintes e não me arrisquei mais. Fora a experiência frustrada da massagem, fizemos um lindo passeio de barco pelos canais do entorno onde pudemos observar e tentar entender um pouco daquela cultura tão desconhecida por nós. Acabamos indo ao Shopping MBK a procura de celular, não acho que a Tailândia seja um destino para compras, principalmente de eletrônicos. O shopping me pareceu grande demais e as mercadorias de origem duvidosa, os valores são muito similares ao Brasil, numa comparação sem muito calculo diria que o valor é minimamente melhor por causa da nossa moeda que é mais forte, porém, depois de 2 câmbios (real>dólar>baht), acaba não valendo a pena. O shopping parece muito uma 25 de março enfiada em um edifício e além de eletrônicos têm diversos outros produtos como roupas e perfumes. Deixamos um dia apenas para os templos e o clima colaborou muito. Nesse dia choveu um pouco e estava levemente nublado, como passa-se a maior parte do tempo nas áreas externas dos templos, fiquei imaginando o calor absurdo que faz em dias ensolarados. Os templos são lugares sagrados e não se pode usar roupa acima dos joelhos, nem deixar os ombros a mostra. Muita gente leva um lenço ou algo do tipo para cobrir os ombros mas alguns templos, caso do Gran Palace, não permite a visita dessa forma e a Emilia, minha amiga acabou tendo que comprar uma camiseta para entrar. O budismo é a principal religião da Tailândia e é muito presente na rotina da população, os templos são lugares frequentados pelos tailandeses mas também uma das principais atrações turísticas, resultando em uma mistura de turismo e cotidiano que se confundem e andam juntos numa incrível harmonia. Apesar dos templos serem pagos pelos turistas (os valores são entre THB 50 e THB 10), os tailandeses circulam sem precisar pagar e têm acesso a lugares de orações que não é permitido ao visitante. Escolhemos 4 templos para visitar mas não fizemos nenhuma visita guiada, o que talvez tivesse feito muita diferença e ao final das 4 visitas começamos a achar tudo meio repetitivo. O inglês dos tailandeses é muitas vezes difícil principalmente por causa do forte sotaque, tentar prestar atenção e entender, tornou-se extremamente cansativo depois de um tempo na nossa experiência. Em uma das noites visitamos a famosa Kao San Road mas escolhemos a Rambuttri para ficar. A Kao San Road é o típico lugar criado para turista, é lá que vendedores carregam espetos de insetos para fotos, gringos bêbados a procura de mulheres e coisas do tipo. Ali também tem barraquinhas que vendem de tudo, roupas, comidas, bebidas, souvenirs. Têm inúmeras casas de massagens e prostitutas, bares e danceterias, o clima é bastante pesado. Passando um pouco a Kao San, tem a Rambuttri, uma rua cheia de lanternas e luzes onde têm vários restaurantes e bares e algumas barraquinhas de comida, é a Kao San que não foi desenhada para o turista, a Rambuttri é frequentada também pelos tailandeses e é uma rua boêmia e cheia de graça. Passamos 3 dias inteiros em Bangkok mas ficaria facilmente 2 dias mais. Nos hospedamos em um hostel chamado Sleepbox Sukhumvit 22, todo novo e lindo com serviço atencioso e competente e ótima localização, a diária para casal em quarto duplo com banheiro custou aproximadamente R$ 70 com café da manhã. O café era torrada, manteiga e geleia e café ou chá e leite, bastante simples. No mercado flutuante Taling Chan A deliciosa Rambuttri Road Grand Palace - Wat Phra Keo Wat Pho - O templo do Buda reclinado Wat Arun - Templo do amanhecer
  10. confusa!

    Podem apagar esse relato, por favor? Acabei criando em lugar errado. Obrigada
  11. INTRODUÇÃO O Mochileiros.com me ajudou diversas vezes em minhas viagens e gostaria de retribuir, pelo menos um pouquinho com a comunidade viajante por aqui. Acabei de fazer uma viagem de 28 dias pelo sudeste asiático e passeios e deslocamentos, assim como valores estão bastante atualizados, o período foi de 1 de novembro a 29 de novembro de 2017. Viajei com meu marido + 1 casal de amigos, totalizando 4 pessoas e os gastos individuais foram de aproximadamente R$ 11.000,00. Dinheiro, conversão e cotação Levei US$ 400 em espécie e o restante usei cartão de crédito, a cotação do dólar foi de R$ 3,48 na compra da moeda e no cartão tive 2, uma de R$ 3,35 e outra de R$ 3,54 (faturas fechadas em meses diferentes). Aqui uso uma fórmula que funciona muito bem na maior parte dos casos, países que aceitam dólar, saio do Brasil já com dólares comprados em espécie (IOF de 0,38%) e uso um pouco do cartão de crédito (IOF de 6,38%), países da UE a mesma coisa, levo euros. Para os demais países, sempre levo dólares americanos e faço a troca da moeda no país. Analise muito bem o dólar que for comprar, aqui no Brasil não temos problema com cédulas mas quando cheguei ao Chile, tive que calcular dentro da casa de câmbio o que iria gastar no destino para ver se teria dinheiro suficiente para ficar no país ou se teria que pegar o ônibus de volta pra a Bolívia, já que ninguém aceitava notas marcadas ou manchadas, no fim acabei entrando mas não consegui tomar um café a mais! Nem no Vietnã nem na Tailândia, aceitam dólares antigos, as notas precisam ser as novas, acabei conseguindo trocar uma nota antiga apenas no Camboja. Tailândia - Troquei alguns US$ no aeroporto de Bangkok com a melhor cotação = THB 33,66 Vietnã - Troquei algumas vezes e os valores foram de aproximadamente VND 22,50 No Camboja usamos dólares e recebiamos sempre alguns riels (KHR) de troco. Passagens Comprei uma passagem super cara pela Ethiopian Airlines que paguei, incluindo IOF R$ 3.953,11 pelo trecho SP>ADD (Adis Abeba)>BKK, e volta igual. A ida e volta pela Ethiopian Airlines tem duração de aproximadamente 28h e me impressionou positivamente tanto a aeronave quanto o atendimento, o ponto negativo foi a escala no aeroporto de Adis Abeba, o aeroporto tem pouca infraestrutura e a comida é terrível e cara, consegui comer chocolate e água. Como estamos morando em Manaus, compramos o trecho MAO>SP/SP>MAO separado, pela Latam por R$ 620,00. Outras passagens para os deslocamentos nos destinos comprei do Brasil, algumas empresas não aceitam cartão de crédito brasileiro e minha amiga, que é Argentina, acabou comprando nossas passagens no cartão dela. Outros deslocamentos de ônibus compramos nos destinos, nas agências de passeios e viagens. Viajamos com empresas lowcost e as passagens saem em torno de R$ 130,00 cada trecho, realmente bem barato. Viajamos com malas pequenas e não despachamos nenhuma mala em nenhum trecho. Vistos Saímos do Brasil com o visto do Vietnã já feito online para pegar "on arrival" no aeroporto de Hanói e contrariando tudo que li, achei bastante fácil o processo, além de pagar US$ 15 para fazer o processo online, quando você chega tem que pagar mais US$ 25, preencher um formulário e anexar uma foto. O visto do Camboja fizemos na fronteira terrestre e pagamos US$ 35. Não precisa de visto para a Tailândia mas antes de desembarcar no país, precisa apresentar a vacina de febre amarela no setor de health control. Impressões do Sudeste Asiático Achei o Sudeste Asiático muito mais bem estruturado turisticamente do que o Brasil e a América Latina. Enquanto o Brasil está começando a viajar apenas recentemente para os lados de lá, os europeus estão em peso por lá há tempos, aliás, eles preferem viajar por lá pois se sentem muito mais seguros e de fato me senti assim também. Andar pelas ruas no Vietnã ou mesmo pela tão pobre Siem Reap e a caótica Bangkok me fez sentir infinitamente mais tranquila do que andar pelas ruas do Brasil, não vi pessoas pedindo esmola ou mendigos, ainda que alguns vendedores possam ser extremamente insistentes e não vi policiais com armas de fogo, não me senti sendo passada para trás nas negociações. Existem algumas empresas aéreas lowcost que voam a preços baixos por toda Ásia, das que voei: Thai Lion Air, Asian Air e Jetstar. Comprei chip de celular super barato nos aeroportos com data apenas para internet. O sinal de internet cobre inclusive as regiões das estradas entre uma cidade e outra e é melhor do que a internet no Brasil. A maioria das pessoas se comunica em inglês e os cardápios estão sempre traduzidos e com opção de "western food", pra quem já está cansado ou simplesmente não se gosta da comida local. Achei a comida bem ruim, apesar de ouvir maravilhas e vi muito estrangeiro, a grande maioria, comendo coxa de frango, pizza ou hambúrgueres. Comer é uma das coisas que mais gosto e acho essencial conhecer a cultura através da gastronomia local mas fiquei na maioria das vezes com receio de comer, já que noção de limpeza para eles é bem diferente do que é pra gente e achei os sabores, na grande maioria de tudo que provei, sem nuances, por exemplo, o green curry que é feito com capim santo tem gosto de pinho sol de tanto capim. Muitos lugares tem a cozinha do lado de fora do restaurante, na calçada e lava-se a louça também ali, em baldes. As comidas são feitas cedo e passam o dia inteiro expostas, sem refrigeração. Meus amigos passaram muito mal depois de comer num restaurante em Hanói e quase não conseguem seguir viagem no dia seguinte. Todos nós tivemos muita dor de barriga e mal estar durante a viagem. O Vietnã foi o país que mais gostei e sem dúvida o mais diferente da nossa cultura. Os vietnamitas são pessoas muito simpáticas e têm sempre um sorriso no rosto. Nossa viagem foi dividida da seguinte forma (e ordem): Bangkok (Tailândia) = 3 dias Hanói (Vietnã) = 3 dias Cat bá + Halong Bay (Vietnã) = 2 dias Hoi An (Vietnã) = 4 dias Ho Chi Minh (Saigon (Vietnã)) = 3 dias Siam Reap (Camboja)= 4 dias Tonsai (Krabi (Tailândia)) = 8 dias Nos relatos seguintes vou tentar contar resumidamente o que fizemos e incluir uns valores. Esqueça a Kao San Road, passe por ela mas pare na Rambuttri! Salas para rezas no aeroporto de Adis Abeba separados por gêneros Duty free no aeroporto de Adis Abeba, onde compramos água e chocolate O lugar tem bons reviews no Tripadvisor mas não recomendamos! Bangkok e suas placas de ruas Alguma coisa no mercado de rua. É de comer?
  12. Paris - Londres: 11 dias - sozinho - Novembro 2013

    Parabéns pelo relato, conciso, porém, cheio de detalhes, estou pegando várias dicas! Tenho uma dúvida, por que não gostou de La Conciergerie? Acha que posso ficar apenas com a Sainte-Chapelle ao invés de Notre-Dame? Estou tentando montar um roteiro mais Paris para parisiense mas também não quero deixar de visitar algo imperdível. Obrigada!
  13. Deserto - Salta>Uyuni>Atacama

    Oi Luana, legal! Se tiver alguma pergunta pode fazer, sei que meu relato está demorando mas estou com vírus no meu computador desde que tentei baixar uma legenda para um filme
  14. Deserto - Salta>Uyuni>Atacama

    Iruya Acordamos cedo e fomos tomar café, 10 pesos por um café ruim, biscoito, 1 manteiga, a luz do salão apagada para não gastar luz e a briga entre a dona do hostal e um casal de franceses, na real, tudo pouco me importava... a velha, o escuro do salão, a briga do lado de fora, estava com uma paz de espírito impenetrável! Terminamos o café, pagamos, pegamos as mochilas, dissemos tchau com um sorriso sincero à velha e fomos para a rodoviária, fazia um frio cortante que fez a espera pelo ônibus virar uma eternidade. Na fila conhecemos uns argentinos de mar del plata muito legais, estavam conhecendo Salta e Jujuy e eram super buena onda, ficaram encantados porque éramos brasileiros, conversamos um pouco e o ônibus chegou. O ônibus me pareceu um pouco antigo, mas confortável. A primeira parte da viagem foi bastante tranquila com paisagens lindíssimas até que chegamos à estrada que dá acesso a Iruya. Uau! O chão de terra afunila em uma única e estreita mão com curvas sinuosíssimas e penhascos sem acostamento, algumas placas de sinalização dizendo para checar os freios. Um dos passageiros soltou um grito de susto numa das inúmeras curvas e eu me senti aliviada por não ser a única a estar com medo. A estrada é absolutamente linda com curvas mil, descidas e subidas e logo chegamos a Abra del Cóndor um lugar que sinaliza os limites entre Jujuy e Salta, alí atingimos 4000 msnm. Descendo um pouco se chega a um povoado chamado Iturbe e logo depois Iruya. Assim que o ônibus encosta aparece várias pessoas do povoado oferecendo alojamento. Muitos são alojamentos em casa de família com poucos hostals. Pegamos todos os panfletos e fomos até o prédio de informações turísticas, não tínhamos a menor ideia de onde poderíamos passar a noite. Uma das mulheres nos apontou onde estavam os hostels, mas não me parecia haver muitos e de fato não tinha. Acabamos batendo em um que nos pareceu simpático. Fomos super bem recebidos, o dono do hostel fez algumas viagens pelo Brasil e várias vezes para Manaus, conversamos um pouco sobre a Amazônia e fomos ver o quarto, resolvemos ficar alí mesmo, o quarto foi um pouco caro 120 pesos para cada em dormitório coletivo, mas não apareceu nenhuma outra pessoa além da gente, incluía café da manhã e wifi, Milmahuasi é o nome do hostal e eu super recomendo! Deixamos nossas coisas e fomos procurar um restaurante para almoçar e conhecer a cidade. Fomos a um restaurante indicado pelo hostel, mas não gostei muito e saímos, estava meio cansada de pollo com papas! Fomos a um que fica exatamente em frente a praça, bem pequenininho que estava cheio de gente, todos argentinos, aliás, têm muitos argentinos viajando por aquela região, normalmente pessoas mais velhas. Pedi uma tortilla de quinua que veio com um delicioso queijo de cabra derretido em cima! Meu namorado pediu um frango que estava melhor que minha tortilla. A comida não estava grandes coisas nem o atendimento, mas de qualquer forma foi tudo barato, pagamos algo entorno de 140 pesos, tudo mais caro que em Salta e arredores, mas estava valendo! Saindo do restaurante fomos ao encontro dos rios, alí tem uma quebrada onde 2 rios estreitos e transparentes se encontram, o caminho é todo muito lindo, no meio das montanhas. Fomos costeando uma das montanhas seguindo o leito do rio, descendo até encontrar o outro rio. No caminho vimos alguns animais como uns burrinhos e várias cabras, alguns pássaros também, uma vegetação pequena e pessoas locais trabalhando, algumas crianças brincando e uma pessoa lavando roupas no rio. Ficamos alí um pouco, contemplando tamanha beleza e voltamos ao hostel, estávamos bastante cansados, alí a altitude começou a pegar, mascamos um pouco de folha de coca, tomamos um mate, mas andar, comer e respirar já não era tão fácil. Voltamos devagar e chegamos ao hostel, fomos até a varanda para acessar um pouco a internet e cochilamos um pouquinho. 20 minutos depois levantamos para ver o pôr do sol de um dos pontos mais altos da cidade. Na medida em que se sobe o caminho até o mirante, dá para se ter uma ideia da geografia da cidade. A cidade é bem alta e está cravada no meio das montanhas, as casas parecem ser esculpidas entre uma montanha e outra e a vista do mirante é fantástica! Iruya é incrível! Saímos de lá o sol já começava a se pôr e fomos comprar a passagem de volta para Humauaca para o dia seguinte, comida e água. Na verdade, a opção inicial seria comprar uma passagem de lá para La Quiaca, última cidade da Argentina que já faz fronteira com a Bolívia, mas descobrimos ali que teríamos que voltar para Humauaca (4 horas de viagem) e de lá seguir à La Quiaca. Confesso que nessa noite dormi com medo só de pensar na estrada de volta à Humauaca, principalmente porque o ônibus sairia às 6h e o trecho mais tenso estaria ainda escuro.
  15. Deserto - Salta>Uyuni>Atacama

    Salta dia 3 > Humauaca Dia do passeio até Humauaca onde passaríamos a noite, portanto, não retornaríamos à Salta. Nesse dia novamente acordamos bem cedo para aguardar a agência passar no hostal (que novamente nos ofereceu o café da manhã fora do horário, bem cedinho), nesse dia a agência demorou horrores para aparecer, eles marcam entre 6h/6h30 mas passaram quase 7h, eu já estava achando que a agência havia esquecido da gente quando apareceram. Entramos no ônibus e quando estávamos quase saindo da cidade descobri que havia esquecido o meu celular no hostal e como não voltaríamos à Salta, tivemos, eu e toda excursão, que voltar até o hostal O guia faz uma primeira parada em um kiosko para comprarmos água, algo para comer e folha de coca, pois iriamos para uma altitude elevada (+- uns 2500 msnm), o guia desse passeio apesar de conhecer bastante a região era bem pouco simpático, além de falar baixo, apenas as pessoas que estavam sentadas na parte de frente do ônibus conseguiram ouvi-lo. Essa excursão é bem longa e quanto mais se sobe tanto mais as paisagens se desdobram em cierros cada vez mais coloridos, espetaculares quebradas e paisagens estonteantes A primeira parada é para a vista do cerro de los siete colores, uma formação rochosa de superfície colorida (!) devido a alta concentração de minerais, a segunda parada é obviamente no povoado de Purmamarca que fica aos pés do cerro e de onde se faz a foto mais clichê e também uma das mais lindas de toda viagem. De lá seguimos viagem, mais maravilhosas quebradas e cerros coloridíssimos e chegamos a Humauaca onde seria nossa parada para o almoço e de lá a agência voltaria para Salta. Descemos do ônibus, pegamos as mochilas e fomos procurar um hostal. Entramos no primeiro e eu resolvi ficar, não sei por quê! O lugar era limpíssimo mas até meio caro, uns 90 pesos (pagamos 70 em Salta), por sorte não tinha ninguém no nosso quarto. A dona que era uma velhinha cheia de manias, assim que pagamos a diária e estávamos preenchendo o livro de hóspedes meu namorado abriu um biscoito, ela tirou da mão dele e perguntou o que estava comendo, depois descobri que não se podia comer lá! Ela tbm nos fez limpar o chão e secar com rodo e um "trapo" todo o banheiro, quase perguntei se ela nos pagaria 10% pelo serviço que prestamos! De manhã nos ofereceu um desayuno bem pobre e tivemos que pagar 10 pesos cada. Outro casal que passou a noite por lá discutiu feio com ela por causa disso e ouvimos toda briga enquanto tomávamos o café, detalhe, com a luz do salão apagada para não gastar energia! O nome do hostal é Ollantay, portanto, se estiver procurando hostals ali, passe longe desse! Enfim... Humauaca foi a cidadezinha mais linda (juntamente com San Pedro de Atacama) de toda a viagem na minha opinião, no meio das montanhas, tem uma igreja linda na pracinha central e umas escadas que davam acesso à parte mais alta da cidade. Almoçamos a pizza da noite anterior no centro da praça cheia de hippies e alguns viajantes, já era meio tarde e fomos tentar comprar umas frutas, passagem para Iruya para o dia seguinte, água e tomar um café quente, ah, usar tbm uma internet! Fomos até a rodoviária que ficava na rua em frente ao hostel e pagamos 48 pesos na passagem. Na rua do hostel, quase em frente à ele, encontramos um lugar muito simpático e resolvemos pedir não apenas um café mas tbm uma empanada, demos mais uma volta pela minúscula cidade e voltamos ao hostal alimentados e cansados. .
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