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haveroth

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1 Neutra
  1. Fala Zaney!!! legal ver seu comentário aqui. O lobo é um figura mesmo. Avisa qdo vier para o sul de novo. vamos tentar uma trilha juntos dessa vez. abraço
  2. Oi Jully, fico feliz q vc curtiu o relato. Vou acompanhar seu blog. Abraço
  3. Olá Hugo. Que bom que gostou. O lugar é muito legal mesmo. Recomendo vc ir qdo tiver oportunidade. Entre em contato pelo facebook que mando os contatos. Abraço
  4. Esse dog aí foi muito parceiro na trilha. Cachorro muito esperto. abraço!
  5. Fala pessoas! Vou fazer um relato duplo aqui porém todo sobre o Cânion do Espraiado. Eu fiz o trekking com um grupo de amigos no inverno de 2014 e agora em 2015 fui apenas com a minha noiva. É possível você simplesmente subir sem pegar autorização, você corre o risco de ser tocado embora como já aconteceu com alguns grupos. Infelizmente essa parte de trilhas na região não tem incentivo e a troca de informação entre guias é muito pobre. Em todo o caso, eu conhecia o proprietário da área onde fica o Cânion do Espraiado e ele no ano de 2014 permitiu que eu e meus amigos ficássemos em uma cabana que ele tem próximo ao cânion. A cabana é muito humilde, porém com eletricidade e fogão a lenha, coisa assim você não carrega na mochila então lá estávamos em algo 5 estrelas. Em 2014 quando subi com meus amigos o proprietário do local foi junto para mostrar o caminho já que de subida até lá eram 9km. Ele foi com um cavalo e quando avistava um grupo de búfalos ele ia e tocava eles para longe. Infelizmente esses animais não são tão simpáticos como as vacas e deve-se ter cuidado. Búfalos simpatizantes No início da trilha você pode existem paisagens bem bonitas como a Pedra da Águia. Essa formação ainda está na base da subida. Ao fundo Pedra da Águia A subida é um tanto exaustiva e demanda um preparo físico. Em 2014 o nosso grupo não era o mais atlético, porém com bastante esforço todos subiram. Vale lembrar que ao longo da caminhada existe uns 3 ou 4 pontos onde você pode coletar água, então não compensa levar muito para não ficar carregando peso desnecessário. Parada para descanço Agora em 2015 quando subiu eu e minha noiva apenas tivemos um contratempo em relação aos búfalos. A subida normal você consegue fazer em um pouco mais que 9km, porém tivemos que desviar de 3 grupos de búfalos que estavam com filhotes bem no meio da trilha, o que nos fez andar mais um km. Durante a trilha é possível encontrar também grupos de cavalos que são criados soltos na região, bem como plantas e paisagens muito bonitas. Cavalos soltos na área Plantas de xaxim Araucárias ao fundo da subida Vista do Cânion ao chegar quase ao final da subida Em 2014 ao chegarmos na cabana do nosso amigo fomos direto ao que interessava pois já estava escurecendo. Então começamos a largar as tralhas levadas, descansar um pouco, procurar lenha para o fogão e aproveitar a noite bebendo um pouco (sqn). Quando subi com a minha noiva nós estávamos na cabana ao meio-dia já, então descansamos um pouco e partimos para o cânion mesmo cansados. Quando eu subi em 2014 a caminha que fizemos foi sentido leste-oeste. Sem dúvida o visual deste lado é excelente. A caminhada pelo lado esquerdo, ou seja, mais pelo sentido oeste do cânion é bastante interessante, você consegue um bom visual do cânion. Agora em 2015 eu e a Katiani passamos pelo lado direito do cânion e, segundo um guia que encontramos quando estávamos voltando, este é o que apresenta o melhor visual. Na minha opinião é difícil você determinar qual lado tem o melhor visual, pois a cada trecho percorrido o cenário muda. Em todo o caso, este lado é possível se ver uma torre de pedra e uma cachoeira muito linda. Torre Cachoeira Em fim, o local é excelente, compensa conhecer muito. A propósito, no nosso trekking tivemos um colega de quatro patas o tempo todo com a gente. Chamamos ele de lobo. Um baita cachorro e muito companheiro. Lobo Safadão É isso aí. Caso alguém queira subir tenho certeza que irá se divertir muito. Para mais fotos podem acessar o meu perfil no Panoramio: http://www.panoramio.com/user/8275646 Até mais! Segue abaixo o link da subida que fiz no strava. https://www.strava.com/activities/339107317
  6. Muito legal o relato. Eu estou morando a poucos dias aqui no Oeste do Paraná e quero muito conhecer lugares como o PP. Este já está na minha lista mesmo sendo do outro lado do Estado.
  7. Acredito que era. Ainda existe bastante partes dela... mas apenas partes mesmo.
  8. Olá! Vou relatar uma trilha que realizei faz um tempinho aqui em SC na conhecida Ferrovia das Bromélias. Esta trilha eu fiz com dois amigos e um guia de Ibirama. Essa trilha inicia no município de Ibirama e segue até Lontras e tem uma distância de aproximadamente uns 15km. O percurso dela é feito pela antiga ferrovia que cortava algumas regiões do Estado passando por estes dois municípios. Durante a trilha é possível ainda observar algumas estruturas que eram da antiga ferrovia. Ao longo da trilha existem trechos onde o mato torna a caminhada bastante difícil e eu creio que em épocas mais quentes é bom ter cuidado com cobras. É possível também observar o rio Itajaí do Sul que fica praticamente o percurso inteiro muito próximo da trilha. Algumas cachoeiras também é possível encontrar durante a caminhada e o acesso até elas é relativamente fácil. O final da trilha é na usina Salto Pilão, porém é necessário costear uma cerca pela esquerda ao chegar no portão da propriedade, pois atravessar por ali é proibido. Compensa muito fazer a trilha e caso alguém tenha interesse posso recomendar o guia que cobra uma ação social pelo seu trabalho. Vlw!
  9. Legal mano!!! É um dos morros que eu mais gosto aqui nesta região. Existem outros nos arredores legais tbm, quem sabe uma hora dessas eu posto alguma coisa deles. Tu viu se o Totem da Taquara ainda estava de pé? Abraço!
  10. Olá pessoal! Vou relatar um trekking que realizei no dia 19 de junho de 2014 no Estado de Santa Catarina juntamente com meu cunhado. Bom, nosso destino era atingir o topo da serra chamada de Costão do Frade, localizada no município de Bom Retiro/SC, cerca de duas horas e meia da capital Florianópolis. Para quem vem pela primeira vez para a região e não está familiarizado com estradas de chão e muitas quebradas é melhor estudar muito bem a região antes de partir. Ressalto ainda da importância de se ter um mapa do caminho a ser percorrido, principalmente quando você pegar a estrada de chão, onde existem muitas curvas e entradas que podem te enganar e/ou dificultar a chegada até o pé da serra. Chegada a localidade Costão do Frade: O início da nossa subida se deu na localidade batizada com o nome da própria Serra - Costão do Frade. Esta é uma pequena vila composta por poucas casas, uma igreja, um salão de festas e um bar. Igreja da comunidade e Costão do Frade aos fundos Estacionamos em frente a igreja da comunidade e ligeiramente nos dirigimos para o bar, obviamente o melhor local para informações de onde iniciar de fato a subida, uma vez que ela não é muito clara onde começa. Em uma conversa com o dono do estabelecimento, ele nos informa que a subida inicia por uma estrada que passa aos fundos do salão da comunidade, indo terminar em uma plantação. Cruzamos pela lateral da lavoura até encontrarmos um cerca onde passamos e entramos em um pasto, sendo uma placa de "Silêncio" o marco mais fácil para visualizar onde iniciar a subida. Placa de boas vindas um tanto suspeita Início da subida: A princípio tivemos que passar por uma parte coberta por árvores, seguindo um caminho que o próprio pisotear das vacas acabou formando. Como nós pegamos um dia logo após uma chuva, este caminho estava com bastante lama, mas nada que dificultasse muito. Após algum tempo de caminhada na mata começou uma vegetação de pastagem, típica de serras. A caminhada a partir deste ponto tornou-se mais pesada em virtude da subida ser bastante forte. Como não tínhamos um bom preparo físico (no meu caso, nenhum), fizemos muitas paradas para descansar e tirar algumas fotos. Durante a subida é comum ver o gado pastando, então não recomendo tirar uma foto muito perto dos animais, pois não sei se algum deles era touro ou não, logo, melhor não arriscar. Existe ao longo da subida ainda caminhos percorridos pelo gado, porém o que facilita é que foram instalados duas antenas no topo da serra e assim se tem um cabeamento que passa próximo da trilha de subida, não permitindo ninguém de se perder. Ao longo deste caminho existem alguns pontos que podem ser utilizados para camping já que estes apresentam uma área plana.Infelizmente foi muito chato ver como existem pessoas que abandonam lixos pelo caminho, como garrafas plásticas, pacotes de comida, carteiras de cigarro e latas de bebida. Ao descermos nós juntamos uma sacola cheia disso. Enfim, a vista é simplesmente espetacular e o contato com a natureza compensou cada passo dado. Vista do Costão do Frade Totem da Taquara: Novamente um ponto batizado por nós. Totem da Taquara - Costão do Frade Este é o ponto mais crítico de toda a subida e requer o máximo de cuidado. Cerca de 30 metros após o Totem da Taquara encontrávamos em uma bifurcação da trilha, permitindo costear a serra (direita) ou subir "escalando" (esquerda). Nós optamos por escalar, porém não recomendamos para quem não está acostumado, uma vez que a subida é extremamente ingrime e qualquer movimento mau calculado pode ser realmente fatal. Subida - Costão do Frade Topo: Após a escalada chegamos em um dos dois topos que o Costão do Frade possuí. Exaustos por motivos lógicos, descansamos neste ponto e fizemos um "almoço". A vista neste ponto é simplesmente uma dádiva e permite você se encantar com a beleza das demais montanhas no arredores, formando literalmente cadeias de montanhas. Vista do cume Curioso ver neste local a crença das pessoas, pois haviam imagens de Santas e cruzes no local. Santas e capela - cume do Costão do Frade Ao cruzarmos para o outro cume do Costão é possível visualizar uma rocha muito grande e de formação muito interessante. Dizem as pessoas que é esta a pedra que deu o nome ao local, pois ela apresenta um formato de "Frei Capuchinho". Não me parecia muito, mas melhor concordar e apreciar. Rocha em formato de "Frade" Descida: Para a descida tomamos um caminho entre os dois cumes do Costão. Este é o caminho que você faria caso opte pela direita no Totem da Taquara. Este ponto também é bastante perigoso e deve ser feito com muito cuidado, visto que é bastante ingrime e a presença de plantas da família Urticaceae, popularmente chamadas de urtigas. Descida do Costão do Frade São plantas capazes de queimar a pele e causar manchas vermelhas e doloridas, portanto cuidado. Durante a descida tivemos a sorte de encontrar um cabo de aço, o que facilitou muito como base de apoio para descer. Este caminho passa por baixo dos dois cumes e possibilita uma visão do costão única e muito fantástica. Costão do Frade - paredão pelo caminho de volta A caminhada de volta a partir deste ponto é muito tranquila, cansando apenas de tanto caminhar e de fazer um pouco de força para resistir a descida brusca. Como estímulo a descida é bom manter em mente que na comunidade existe um barzinho que serviu a melhor Nova Schin da minha vida. Recomendo muito conhecer e realizar esta trilha pessoal! As belezas naturais de SC são simplesmente intermináveis. Com a subida do Costão do Frade já temos definido nosso próximo destino graças a vista do local! Resumo: Name: Costão do Frade Activity type: walking Description: - Total distance: 3.76 km (2.3 mi) Total time: 2:43:30 Moving time: 2:10:33 Average speed: 1.38 km/h (0.9 mi/h) Average moving speed: 1.73 km/h (1.1 mi/h) Max speed: 20.70 km/h (12.9 mi/h) Average pace: 43:33 min/km (70:05 min/mi) Average moving pace: 34:46 min/km (55:57 min/mi) Fastest pace: 2:54 min/km (4:40 min/mi) Max elevation: 1419 m (4656 ft) Min elevation: 933 m (3060 ft) Elevation gain: 18869 m (61907 ft) Max grade: 37 % Min grade: -273 % Recorded: 6/19/2014 12:15 Abraços! Em anexo a trilha em print e um arquivo dela para Google Earth Costão do Frade.kmz
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