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Jamile Moreira

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  1. Natali, tudo bem? Infelizmente terei que concordar com o colega OverlandAfrica. No norte do Brasil, onde a incidência de malária é mais alta, o diagnóstico e o tratamento são realmente mais eficazes. Mas em outras regiões, isso é bem precário. Contraí malária vivax há dois anos no interior do Amazonas, mas só percebi os sintomas após voltar para casa. O primeiro hospital que eu procurei sequer dispunha do teste de malária. Fizeram somente exames de sangue genéricos, onde fui identificada com "um quadro infeccioso", e fizeram também testes para dengue e gravidez (?), muito embora eu tenha sido bastante clara quanto à possibilidade de malária. Também procurei um laboratório para fazer o teste, cujo resultado chegou depois de um prazo absurdo e deu negativo pois eles só faziam teste para malária falciparum. Nesse ínterim, eu já havia procurado outro hospital, onde, com o auxílio da Secretaria de Saúde, eu fui diagnosticada e tratada. Para comparar, em Maraã, a cidadezinha do interior do Amazonas em que eu estava com alguns amigos, todos fizemos o teste antes de voltar para casa. O teste era gratuito, feito no posto de saúde, e o resultado saía em poucas horas. No meu caso, como o parasita estava incubado, o teste deu negativo. Mas percebeu a diferença da disponibilidade e acessibilidade de diagnóstico e tratamento?
  2. Ok Juliana! Boa viagem. Depois conta pra a gente como foi Oi Lucas. Isso é muito relativo. Conheci várias pessoas que amaram a cidade e ficaram bem mais tempo do que planejaram. Eu, particularmente, gostei, mas fiquei "só" os cinco dias que tinha planejado. Achei um tempo razoável para conhecer os principais atrativos. O que eu achei imperdível mesmo foi o city tour pago, o passeio de Maras/Moray e o Valle Sagrado (que não lembro se estava incluso no city tour ou se fizemos à parte). Mas você pode pesquisar o que tem pra fazer por lá e ver o que te interessa, daí vc define quantos dias acha suficiente na cidade. Abraço!
  3. Olá Juliana. Tudo bem? Estive lá não tão recentemente. Fui em maio/2014 e à época o boleto custava S/. 130. Ele te dá direito a visitar 16 lugares: Ollantaytambo, Monumento Pachacuteq, Centro Cosqo de Arte Nativo, Museo Histórico Regional, Museo Municipal de Arte, Museo de Arte Popular, Museo de Sitio del Qoricancha, Tipón, Pikillacta, Saqsayhuamán, Q'enqo, Pukapukara, Tambomachay, Chinchero, Moray e Pisac. Sim, eu estou com o boleto na mão enquanto escrevo isto, hehehe. E sim, eu guardei porque recordar é viver, rsrsrs. Alguns desses lugares você visita no city tour pago. Se não tiver comprado o boleto com antecedência, os guias param num local onde é possível comprar, mas faz fila, então se puder comprar antes, é melhor. Ah, e tem validade de 10 dias. Abraço!
  4. Oxênte Rafael... não tem o que desculpar não. Fique tranquilo. Sobre as roupas de frio, obrigada pelas informações. HG Mexico, né? Anotado, rsrs. Depois que eu voltar, espero fazer um relato à altura do seu, hehehe. Abraço!
  5. Diga, Rafael! Que legal essa sua experiência com os vulcões. Também tinha encontrado pouca informação sobre tours desse tipo, de modo que suas dicas vieram bem a calhar. Uma coisa: você consegue mensurar o frio que fez no Iztaccíhuatl? Você levou roupa apropriada ou a agência aluga? Pq acho um pouco complicado levar esse peso extra na mala pra usar só uma vez... Ou você usou as mesmas roupas que em San Cristóbal de las Casas? Tô perguntando porque sou de Salvador, então sabe como é né? kkkkkkkkkk E que incrível você ter visitado o país na época dos protestos, hein! Quando vi as notícias, imaginei como seria estar lá nessa época, mas você sentiu na pele. Engraçado que ano passado, quando estive na Bolívia, houve uma passeata em La Paz... víamos militares, mulheres e mais um monte de gente empunhando uma bandeira multicolorida (depois descobri que era a bandeira do estado plurinacional da Bolívia) protestando pela mesma causa que não sabíamos qual era. Aí um senhor explicou que era uma passeata pela igualdade de militares indígenas e não-indígenas, já que o preconceito é bastante institucionalizado por lá. As esposas dos militares se juntaram à causa e todo o povo apreciava com muita educação. Foi interessante ver como a população manifesta suas causas por lá. Acredito que para você também. E ainda teve a companhia do Erick, um legítimo mexicano que está sempre presente nos tópicos do mochileiros com altas dicas pra quem deseja visitar o "Mérrico"! Que legal. De modo geral, o seu relato está bastante detalhado e sua viagem foi um pouco diferente do roteiro que geralmente encontramos por aqui. Vilarejos zapatistas e vulcões certamente revelam que o México tem muito mais a oferecer do que as belas praias de Cancun. Parabéns pelo relato e obrigada por compartilhar sua experiência (e suas fotos, muy belas) conosco.
  6. Obrigada pelas dicas Rafael! Uma pena, pois eu realmente queria muito conhecer os dois lugares, mas sendo assim, prefiro ir pra Cozumel, afinal um mergulho desses não dá pra perder.
  7. Que lindo, Rafael! Nadar com tartarugas sem dúvida é uma emoção incrível. Apenas uma vez tive essa sensação, e foi maravilhoso. Tô super ansiosa pra repetir a dose E que fotos são essas? Tudo lindo, tudo p-e-r-f-e-i-t-o! Agora vou te perturbar de novo, mas me tira uma dúvida, please: Vou ter poucos dias em Playa del Carmen para fazer um bocado de coisa. Então eu queria condensar Akumal e Cozumel em um só dia. É possível ou você acha que ficaria muito corrido? Estou pensando em fazer Akumal pela manhã (vou seguir sua dica de fazer por conta própria) e Cozumel à tarde (com mergulho, claro! ). Sabe dizer se tem saídas de barco ou ferry de Akumal direto pra Cozumel ou eu tenho que, obrigatoriamente, voltar para Playa e de lá pegar o ferry para Cozumel? Vlw.
  8. Ok Rafael, valeu pelas dicas! Depois do encontro com zapatistas, agora estou curiosa pra saber como foi o mergulho e a subida no vulcão As fotos ficaram show!
  9. Desculpa, Rafael, mas não segurei o riso quando você falou da habanero! Rsrsrs. Rapaz, se isso acontece comigo, ia ter um troço. Não como pimenta DE JEITO NENHUM! É tipo uma alergia psicológica. Já estou preparando os argumentos para me livrar delas na trip, hehehe. Mas me tira umas dúvidas: O preço do tour para Palenque já incluiu as entradas pras cascatas e o ingresso das ruínas ou você os pagou à parte? Lembra o nome da agência? Você recomenda ou achou meia-boca? Ah, e valeu por reforçar que em San Cristóbal faz frio. Vou acrescentar agasalhos ao meu check-list, hehehe.
  10. Hola, rafaelrpaiva! Seu relato está só começando mas já está excelente, bastante detalhado. E o melhor: atual. Estou planejando um roteiro mais ou menos parecido com o seu para abril desse ano. Só que vou começar e terminar a viagem pela Cidade do México, não vou passar por Valladolid e só vou ter 15 dias pra fazer tudo o que quero. Aguardo os próximos capítulos do seu relato. Ansiosamente. Rsrs. Desde já, agradeço por compartilhar essas informações conosco. Tudo o que eu já montei do meu roteiro foi com base nos relatos da galera aqui do mochileiros, e pelo que estou vendo, o seu vai entrar pra lista dos favoritos
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