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Helen Pusch

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Tudo que Helen Pusch postou

  1. Ótimo relato! Fotos lindas! Obrigada por compartilhar! Janeiro/2018 farei essa trip. Me preparando para os perrengues hehehe, mas principalmente para as paisagens de tirar o fôlego. Abraço e boas viagens!
  2. Olá, João! Muito obrigada pelo elogio! Desculpe a demora em responder, mas estou (adivinha?) viajando. Coisa boa essa expectativa da viagem se aproximando, né? Adoro! Então, o deslocamento Hue-Da Nang leva umas 3 horas. Não vejo muita diferença entre ir a Marble Mountains no 17° ou 20° dia, mas no 17° me parece que tu teria mais tempo e assim poderia até ir conhecer a Lady Buda (é bem legal!), ou então ir mais cedo para Hoi An. Depois, só relaxar e curtir a tranquilidade de Hoi An. Deu até saudades de lá agora! Pensando bem, acho que eu faria essa mão no 17° dia mesmo. Ótima viagem para ti! Obrigada! Qualquer dúvida, pergunte! Obrigada, Priscilla! Esses dois passeios reservei com cerca de 6 meses de antecedência! São muito concorridos. Ótima viagem!
  3. Obrigada! Algumas informações devem estar desatualizadas, espero que o relato ainda seja útil .
  4. Olá! Algumas questões bem básicas para que tu inicies a montagem do teu roteiro: -"quantos dias para ver tudo" ou "o que visitar" são perguntas extremamente genéricas e que qualquer um vai te responder com um "depende"! Talvez eu te dê dicas de museus, enquanto tu queres que os museus se explodam e queres dicas de baladas. Pense em quantos dias aproximadamente tu dispões e quais são os teus interesses (e claro, quanto $ podes gastar). -para dar um exemplo: eu fiquei cinco dias em Cusco, mas há quem fique um ou dois. Eu achei ótimo, mas depende do que queres fazer lá. Outro exemplo: fiquei três dias em Lima e achei tempo demais, já o meu marido achou perfeito. Percepções diferentes. -existem dúzias de relatos excelentes sobre o Peru aqui no fórum, leia muitos deles e vá anotando quais coisas tu gostarias de conhecer ou fazer. Em determinado relato alguém vai falar de algo que não te atrai, já em outro tu vais pegar uma dica de algo muito interessante, no outro tu vais ler sobre algo legal mas que está fora do teu orçamento, mas aí no seguinte tu verás um modo mais econômico de fazer aquela coisa que inicialmente era cara... e por aí vai. -ingressos comprados com antecedência: para Machu Picchu, sem dúvida. Existe mais de uma forma de chegar lá, mas se optares pelo trem também é bom comprar antes. -câmbio: leve dólares e lá troque por soles. Reais não são aceitos no comércio em geral e as casas de câmbio, quando trocam reais, fazem por uma cotação bem desvantajosa. -no mais, leia bastante e vá colocando tuas dúvidas mais pontuais aqui no fórum. Até dezembro tu tens tempo para montar tudo bem redondinho! Estive em julho do ano passado em Lima, Arequipa, Cusco e Machu Picchu. Não fiz relato aqui no Mochileiros pois já existem diversos relatos ótimos, mas se quiseres ler sobre como foi minha viagem ela está contada no meu blog (https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/category/americas/peru/). Abraço!
  5. Olá! Obrigada! Vou postar, sim, outro relato da parte das praias. Quando estiver pronto, deixo o link aqui.
  6. Olá, [email protected]! Em janeiro/2017 passei 24 dias no México com meu marido e um amigo. Sabem aquela viagem que combina povo acolhedor, história rica, patrimônio cultural, paisagens incríveis, comida deliciosa e praias paradisíacas? Pois é! Em resumo, foi assim! Nosso roteiro de viagem foi basicamente esse: 30/12 - Chegada +- 12:00 na CDMX 31/12 - CDMX 01/01 - CDMX 02/01 - CDMX 03/01 - CDMX 04/01 - CDMX / bus para Puebla 05/01 - Puebla 06/01 - Puebla / bus para Oaxaca 07/01 - Oaxaca 08/01 - Oaxaca 09/01 - Voo para Mérida 10/01 - Mérida 11/01 - Chichén Itzá / bus para Tulum 12/01 - Tulum 13/01 - Tulum 14/01 - Tulum 15/01 - ferry para Cozumel pela manhã 16/01 - Cozumel / ferry para Playa del Carmen 17/01 - Playa del Carmen 18/01 - Playa del Carmen 19/01 - Playa del Carmen 20/01 - Playa del Carmen 21/01 - Playa del Carmen 22/01 - Playa del Carmen 23/01 - Voo de retorno pela manhã Foram praticamente duas férias em uma. A primeira, Cidade do México/Puebla/Oaxaca, recheada de sítios arqueológicos, história, museus. A segunda, a partir do momento que fomos para Mérida, baseada em praias e cenotes (com exceção de Chichén Itzá e as ruínas de Tulum). É dessa primeira parte que vou falar aqui. Vou tentar ser um pouco mais objetiva nesse relato, com algumas dicas e com alguns gastos que tivemos, para dar uma ideia para quem está fazendo o seu planejamento. Hospedagens: Como estávamos em 3 pessoas, em alguns casos o Airbnb ficou mais em conta do que hostel. CDMX: https://www.airbnb.com.br/rooms/6199021?location=Ciudad%20de%20M%C3%A9xico%2C%20M%C3%A9xico&s=q1COJWGi – USD 252 por cinco diárias. Foi nossa primeira experiência com o AirBnb e foi excelente. Apartamento de dois quartos, com wi-fi. A proprietária foi super prestativa, antes e durante a nossa permanência, e a localização é ótima, fizemos muitas coisas a pé. Puebla: Hostal Casona Poblana – US$ 43 por 2 diárias Esse valor foi de um quarto para duas pessoas (duas camas de solteiro e banheiro privativo), nosso amigo ficou sozinho em um quarto igual e pelo mesmo valor. Café da manhã (super simples) e wi-fi, cozinha disponível para uso. Reservamos direto pelo site (http://casonapoblana.com/index.html) e foi uma dificuldade receber a confirmação da reserva, eu mandava e-mail, mensagem pelo site, e nada… só fui conseguir contato pelo Facebook. Fora isso, o hostel fica em um casarão antigo muito bonito e sua localização é excelente. Oaxaca: Hospedagem: Andaina Hostel – USD 62 por 3 diárias (valor de um quarto para duas pessoas). Quarto duplo com banheiro compartilhado, wi-fi, sem café da manhã. O hostel é bem grande, há vários banheiros e várias pequenas cozinhas. As cozinhas poderiam ser melhor equipadas, não tinham nem geladeira. A localização é excelente. 5 pernoites na CDMX, não é muito? Não. A CDMX é imensa e cheia de atrações. Para quem, como nós, gosta de conhecer o lugar com calma, andando sem pressa pelas ruas e observando o dia a dia das pessoas que moram ali, cinco dias é o mínimo para conhecer os principais pontos. Aqueles que a gente considerava “se der tempo a gente vai” ficaram de fora, ou seja, mais dias aqui também seriam facilmente preenchidos. 1º dia A imigração foi bem tranquila, sem perguntas. Podem trocar uma quantia considerável de dinheiro no aeroporto mesmo, a cotação deles é ótima (pegamos MXN 20 para USD1). Usamos o metrobus para ir ao centro da cidade. Pegamos ele logo na saída do Portão 3 do Terminal 2. É necessário comprar a passagem na máquina de auto-atendimento e atenção: a máquina não dá troco, tentem conseguir o valor exato já na casa de câmbio. O cartão custa 10 pesos e a passagem 30 pesos por pessoa. O cartão pode ser usado por mais de um ser humano e pode ser recarregado para viagens posteriores, a cobertura do metrobus pode ser consultada aqui: http://www.metrobus.cdmx.gob.mx/ . Como era o dia da chegada, não programamos nada (o voo pode atrasar, coisas do tipo). Simplesmente caminhamos pelo Parque Alameda, passamos pelo Palácio de Belas Artes e seguimos até o Zócalo. Ficamos curtindo a movimentação de final de ano (estava tudo decorado, inclusive com uma árvore de Natal enorme). Fomos atrás de um supermercado e compramos diversas coisas para abastecer nossa estada no apartamento. Boa opção para comer comida típica, bem popular e barata: barracas no Parque Alameda. Jantamos lá e provamos quesadillas, huaraches e gorditas, além das famosas pimentas mexicanas. Cada um de nós gastou 80 pesos para comer muito bem. 2º dia Dia de conhecer melhor o Zócalo e seus arredores. Primeiro conhecemos a Catedral (entrada gratuita). Depois, visita ao Palácio Nacional para ver os painéis pintados por Diego Rivera. O ingresso também é grátis, mas é necessário deixar um documento na entrada. Voltamos à Catedral e fizemos a visita guiada às torres (20 pesos por pessoa). Almoçamos no Mercado San Juan. Muitas opções apetitosas e a bons preços. Gastamos 75 pesos cada para comer um monte de comida (que sobrou de tanta que era) com bebida e atendidos por um garçom gente finíssima. Voltamos para o Zócalo e visitamos o sítio do Templo Mayor. Não sei até hoje porquê, mas nesse dia a entrada era grátis, seu preço normal atual é de 70 pesos. À noite fomos participar das celebrações da virada do ano junto ao monumento Ángel de la Independéncia. Havia um palco com shows, diversas pessoas estavam dançando e a queima de fogos foi linda! É um tipo de festa diferente do que estamos acostumados a ver no Brasil, bem mais tranquila. Muito se deve ao fato de não ser permitido beber nas ruas, e notamos que eles respeitam muito isso. 3º dia Usamos o metrô para ir até o Bosque de Chapultepec, o tíquete custa 5 pesos e por ser manhã do primeiro dia do ano, estava bem vazio e tranquilo. Visitamos o Museu de Antropologia, que é simplesmente espetacular! Entrada: 70 pesos. Ficamos mais de duas horas e meia no museu e saímos para almoçar. A boa dica é essa: dá para sair do museu e voltar com o mesmo ingresso, e logo em frente há diversas barracas vendendo lanches gostosos e a bons preços. Comemos um sanduíche enorme, tipo “xis”, cada um por 50 pesos. De brinde, enquanto almoçávamos assistimos a uma apresentação dos hombres voladores. Voltamos para o museu e ficamos outras duas horas e tanto. Sim, ao todo foi algo entre cinco e seis horas dentro do museu! Eu disse que ele é espetacular (claro que vai do gosto pessoal também, nós adoramos museus)! Na saída passeamos pelo Bosque de Chapultepec, o lugar estava cheio. Já estava próximo do horário de encerramento do Castelo de Chapultepec e decidimos não entrar (não era uma atração que considerávamos imperdível). Em vez de pegar metrô, voltamos andando pela Avenida Paseo de la Reforma e valeu muito a caminhada. A avenida é arborizada, há prédios lindos e vimos de dia o Ángel de la Independéncia. Passamos novamente no supermercado e compramos coisas para fazer uma janta no apê mesmo, estávamos podres de tanto caminhar. 4º dia 2ª feira é um ótimo dia para visitar Teotihuacán, porque muitas atrações da CDMX estão fechadas. Os ônibus para lá saem da Estação Autobuses del Norte, o metrô deixa bem na frente. O balcão da empresa Autobuses Teotihuacán fica quase ao final do corredor à esquerda da entrada da estação, compramos na hora as passagens (98 pesos ida+volta por pessoa). A entrada para o sítio custa 70 pesos. Levem bebidas e comidas, tem onde comprar lá mas é um pouco mais caro, tem muitas filas e, além disso, é muito legal sentar num canto à sombra e fazer um pic-nic admirando aquele lugar incrível! Ah, outra dica importante é: vá cedo! Do meio da manhã em diante chegam as excursões e o lugar fica lotado de gente. Ficamos cerca de 4 horas por lá, incluindo uma visita rápida ao museu do local. Quando resolvemos ir embora, ainda não sabíamos se iríamos visitar a Basílica de Guadalupe (combinação clássica de passeio: Teotihuacán+Basílica). Resolvemos voltar até a Estação Autobuses del Norte e lá decidir se iríamos ou não. Ainda bem que não era um lugar que fazíamos questão de conhecer, porque um protesto fechou a estrada e ficamos cinco horas e meia dentro do ônibus (para percorrer um trajeto que normalmente leva uma hora)! Quando finalmente chegamos, fomos ao guichê da ADO e compramos as passagens para ir a Puebla dali a dois dias, custou 200 pesos por cabeça. Fomos novamente jantar no Parque Alameda, mas as barracas já estavam todas fechando e comemos em uma taquería ali em frente, a El Caifan. Boa opção para quem não gosta de comer em barracas de rua, os tacos são gostosos e gastamos cerca de 100 pesos cada, incluindo a cerveza. 5º dia A coisa mais importante que eu posso dizer sobre esse dia é: se vocês querem ir ao Museu da Frida Kahlo, comprem o ingresso com antecedência (https://www.boletosfridakahlo.org/)! Fomos até lá inocentemente achando que após alguns minutos de fila estaríamos desfrutando do museu, mas nos demos mal . Fizemos um lanche em um lugar com wi-fi e compramos os ingressos para o dia seguinte, porque para o mesmo dia já não tinha mais nada. Para não perder a viagem, passeamos um pouco pelo bairro de Coyoacán, entramos na igreja San Juan Bautista e passamos pelo Jardín Centenário. Fomos até a Arena México comprar ingressos para a lucha libre daquela noite. Daria para comprar na hora, mas depois do susto com o museu quisemos garantir. O bom é que conseguimos assentos para a 4ª fileira (195 pesos cada, há opções mais baratas para lugares mais distantes do ringue). Fizemos a visita ao mirante da Torre Latinoamericana. Vista de 360º da cidade. Muito legal. A entrada custa 100 pesos por pessoa e permite mais de uma subida no mesmo dia (queríamos voltar lá à noite, mas não conseguimos fazer isso por causa do horário que a lucha libre acabou). A lucha libre foi uma das coisas mais divertidas que fizemos na CDMX! Vale muito a pena! Só uma amostrinha: Jantamos tacos na esquina da Calle de Balderas com a Avenida Juárez, uma carrocinha de rua bem simples com tacos baratíssimos. Cada um gastou 32 pesos! 6º dia Dessa vez com os ingressos devidamente comprados com antecedência, visitamos o Museu da Frida Kahlo. Voltamos até o Zócalo e demos mais uma passeada por lá antes de ir embora. Almoçamos em um lugar muito delícia. E barato: Los Callejeros (na Av. 5 de Mayo, a uma quadra e meia do Palácio de Belas Artes e da Torre Latino Americana). Não chegou a dar 60 pesos para cada um, com bebidas! A moça que nos vendeu as passagens de ônibus para Puebla disse que eles também saíam da Estação Autobuses del Norte e que também levavam duas horas de viagem. No fim das contas, ficamos uma hora rodando no maior engarrafamento dentro da Cidade do México até chegar na estação Oriente para que mais pessoas embarcassem e só aí partimos em direção a Puebla (e a partir daí, sim, deu duas horas de viagem) . Fica a dica: comprem para partir da Estação Oriente. Antes de embarcar, compramos as passagens da ADO que faltavam: Puebla-Oaxaca (326 pesos cada), Mérida-Chichén Itzá (140 pesos cada) e Chichén Itzá-Tulum (200 pesos cada). Chegando em Puebla, rachamos um táxi que custou 70 pesos até o hostel, no centro histórico. O Zócalo de Puebla é a coisa mais bo-ni-ti-nha! Os restaurantes ali são meio carinhos, mas encontramos um mais em conta: Meche. Gastamos 100 pesos cada com chilaquiles, enchiladas e cervezas. 2 pernoites em Puebla, é apropriado? Não chegamos a ficar entediados, mas para quem tem menos tempo dá para encurtar a estadia sim. Se tivéssemos antecipado a ida para Oaxaca do fim da tarde para a manhã do 3º dia estaria de bom tamanho. Mas como eu já comentei, gostamos de conhecer os lugares com calma e não nos arrependemos do tempo em que ficamos em Puebla. 7º dia Visitamos a Catedral, que é lindíssima. Entrada gratuita, não pode tirar fotos lá dentro. Depois, fomos conhecer a Capilla del Rosário, que fica dentro da Igreja de Santo Domingo. Uau! Para mim, já valeu a ida a Puebla. A entrada é gratuita, mas acontece uma pequena visita guiada e ao final a contribuição é espontânea. Almoçamos no Mercado de Sabores - muitas opções econômicas. Comemos super bem, com bebida, por menos de 50 pesos cada. Ali em frente saem os ônibus para Cholula (cada passagem no bus direto: 15 pesos). A entrada ao sítio de Cholula custou 70 pesos cada. Ficamos com preguicinha de visitar o museu e depois percebemos que isso empobreceu a visita. A subida até a igreja no topo vale a pena pela vista dos arredores. Na volta, pegamos um ônibus pinga-pinga (6 pesos). A cidade estava um caos, tinham acontecido alguns saques relacionados às mesmas manifestações que fecharam a estrada no dia que fomos a Teotihuacán. Lojas fechadas, policiamento pesado e corre-corre. Lanchamos gorditas de nata: pãezinhos feitos com nata, adocicados, fofinhos, que desmancham na boca, com cobertura de leite condensado. Por favor, não deixem de comer isso! Uma porção custou 18 pesos. À noite, muitos estabelecimentos seguiam fechados e acabamos jantando na taquería que tem junto ao hostel, mas não gostei muito da comida. 8º dia Esse foi o dia que fizemos algumas coisas mais por preencher o tempo do que por serem interessantes. Fizemos visitas rápidas dos Secretos de Puebla (20 pesos). Primeiro, a Puente de Bubas. Depois, a Pasaje 5 de Mayo. Caminhamos até o Parque 5 de Mayo, passeamos um pouco por lá e pegamos um ônibus para voltar ao centro. As ruas atrás do Zócalo (Avenida 2 Oriente e Avenida 4 Oriente) são lindinhas, vale dar uma caminhada por lá. Começou um novo corre-corre, muitas lojas fecharam de novo. Logo as coisas acalmaram, mas diversos restaurantes seguiram fechados. Acabamos almoçando em um lugar um pouco mais caro (mas nada absurdo) em frente ao Zócalo: La Familiar Corona (cada um gastou 112 pesos). Visitamos a bonitona Biblioteca Palafoxiana (ingresso: 25 pesos). Compramos uns lanches no Oxxo (rede de lojas conveniência que tem aos montes, assim como a 7eleven) para levar na viagem. Pegamos um táxi até a rodoviária, rachamos os 80 pesos. No final de tarde, partimos para Oaxaca. Não lembro exatamente, mas acho que esse trecho durou umas 5 horas. Chegamos em Oaxaca bem tarde, também pegamos um táxi até o hostel, custou 50 pesos. O Zócalo de Oaxaca é mais feinho comparado ao da CDMX ou ao de Puebla, mas também estava com uma simpática decoração natalina. Não procuramos muito um lugar para comer porque já era tarde e estávamos com bastante fome. Encontramos um restaurante (esqueci de anotar o nome) que servia jarra de 2 litros de cerveja, pedimos pratos individuais de massa e gastamos uns 130 pesos cada. 3 pernoites em Oaxaca, que tal? Como chegamos tarde da noite no 1º dia, e saímos cedinho da manhã no 4º dia, tivemos dois dias inteiros e ficou na medida. Um dia para ir ao Monte Albán e conhecer o centro de Oaxaca e outro para fazer a famosa tour Árbol del Tule+Mitla+Hierve el Água. 9º dia O hostel não incluía café da manhã, então comemos no Oxxo. Incluindo água mineral para o resto do dia, gastamos 40 pesos cada. As empresas que fazem o transporte para Monte Albán saem da frente do Hotel Rivera del Ángel. Optamos pela empresa Lescas, que cobrou 50 pesos ida+volta/pessoa. O ingresso de Monte Albán custa 70 pesos, inclui o museu. O lugar é lindo! O museu é pequeno mas interessante. Nossa visita levou umas 3 horas, deu para passear por tudo sem correria. De volta ao centro de Oaxaca, almoçamos um menu sem graça por 55 pesos cada. Fomos ao escritório da Lescas em frente ao Zócalo, fechamos o tour do dia seguinte por 200 pesos cada. Passeamos pela super bonitinha Calle Macedonio Alcalá, rua de pedestres cheia de lojas e restaurantes. À noite, fomos em um dos bares com terraço em frente ao Templo de Santo Domingo, a vista para a igreja iluminada é bem bonita. Cada um pediu um drink diferente (piña colada/sangria/mojito) e tudo deu 200 pesos. Nos rendemos ao charme de uma cantina italiana ali perto, restaurante Alfredo da Roma, cada um gastou 165 pesos para comer a pior comida italiana da vida! Não comam lá! 10º dia Fizemos a famosa tour (que todo mundo que vai a Oaxaca faz - e que é muito legal!). A saída também é do Hotel Rivera del Ángel. A primeira parada é na Árbol del Tule (ingresso: 10 pesos). É rápido, só pela curiosidade de ver a árvore mais grossa do mundo. Depois, um pouco de atração pega-turista: uma fábrica de tapetes. Explanação de como eles são feitos e em seguida, todos são “convidados” a comprar. Seguindo, visita ao sítio arqueológico de Mitla (ingresso: 65 pesos). Aqui o guia deu várias explicações sobre o lugar, foi bem legal. Paramos para almoçar, restaurante no esquema buffet (140 pesos/pessoa). Gostamos da comida, mas quem quiser pode levar seu lanche e poupar esse gasto. Fomos então para Hierve el Água, o lugar mais bonito, interessante e diferente do tour (ingresso: 50 pesos). Fomos preparados para tomar banho lá, mas estava bem frio e desistimos. Uma pena que o tempo fica curto para esse lugar, mas faz parte… Finalizando, fomos a uma fábrica de mezcal. Degustação à vontade de diferentes tipos e de outras bebidas à base de mezcal. A galera sai de lá torta… De noite, estava ainda mais frio, cerca de 10º. Jantamos no mesmo restaurante do primeiro dia: jarra de 2 litros de cerveja, com nachos e guacamole (total para 3 pessoas: 120 pesos). No dia seguinte, fomos cedo para o aeroporto (o hostel chamou um táxi para nós, custou 120 pesos), e voamos para Mérida. Esses primeiros dez dias no México já tinham valido a viagem. Vimos coisas maravilhosas, os lugares por onde andamos eram super seguros, comemos muito bem e os mexicanos são muito queridos. Vou deixar para fazer um outro relato sobre a segunda parte da viagem. Quem quiser saber em mais detalhes como foi, estou contando aqui: https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/category/americas/mexico/ . Toda essa primeira etapa da viagem já foi publicada lá, entre outras coisinhas de outras viagens. Espero ter ajudado alguém que esteja pensando em ir para o México! Garanto que vale muito a pena! Fiquem à vontade para perguntar ou comentar. Abraços!
  7. Olá, tomyeah! Concordo com a sugestão do GuilhermeCruz (apesar de não saber exatamente quantos dias tu estás reservando para essa região): Como o teu tempo é escasso, acho que vale a pena o investimento de ir de trem para Águas Calientes. Arequipa dá para conhecer as atrações em um dia, mas se queres ir ao Cañon del Colca é recomendável fazer o tour de 2D/1N. Fiz em Julho/16 uma viagem por Lima, Arequipa, Cusco e Machu Picchu em 14 dias. Se quiseres dar uma lida a respeito, relatei no meu blog: https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/2017/04/23/roteiro-de-viagem-pelo-peru/ Abraço!
  8. Acho que ir ao Parque Del Retiro é uma ótima pedida para o 1º dia, ainda mais por ser domingo. É o dia em que não só turistas, mas também muitos locais vão estar no parque, é bem legal. Acho tranquilo. A Praça de Espanha se resume ao monumento do Dom Quixote. Umas fotos, uma caminhada ao redor para curtir um pouco o movimento, e era isso. Se fizeres durante o dia as visitas da Catedral e do Palácio (depende tb da questão do horário grátis, não sei como funciona), passar pela Praça de Espanha e finalizar o dia no Templo de Debot, para pegar o entardecer, cabe tudo no mesmo dia sim. Boa viagem! Se eu puder ajudar com mais alguma dúvida, é só perguntar!
  9. Olá! Concordo plenamente com a Adriana! Adoro arte/museus, mas não colocaria dois no mesmo dia, ainda mais no dia da chegada. É bem tranquilo sim de ir a pé de um para o outro, mas acho que vale mais a pena ir em dias diferentes. Eu escolheria entre esses dois o Prado, mas dê uma pesquisada sobre as obras de cada um deles e veja o que tu gostas mais. A minha visita ao Reina Sofia se resumiu a ver obras de Dali e o Guernica, o restante não me interessou. O Thyssen Bornemisza é muito legal. Apesar de não ter tanta fama quanto os outros dois, tem várias obras maravilhosas! Fui no dia de entrada grátis e não havia fila, mas era baixíssima temporada (janeiro). Não sei quanto tempo dura o tour do Santiago Bernabeu (eu fui em uma partida mesmo), mas é super tranquilo e rápido de chegar de metrô. Porque não deixas para visitar Praça de Espanha e Templo de Debot no mesmo dia que o Palácio Real? É do lado. A mesma coisa com a Puerta del Sol, podes juntar com a Plaza Mayor e o Mercado San Miguel. Desculpa perguntar, mas onde entra o teu congresso em Toledo? Vais para Barcelona e depois voltas para o congresso? Ou está dentro desses dias que tu vais estar em Madri? Espero ter ajudado! Abraço.
  10. Muito obrigada, Marcos! Acho que ninguém nunca tinha usado o adjetivo "estupendo" para algum relato meu! Brincadeiras à parte, realmente tenho o estilo de viagem um pouco mais lento. Não gosto de ficar correndo de um lado para o outro, parecendo que é uma obrigação esgotar uma lista de "afazeres". Se eu puder ajudar em algo mais, pergunte! Ótima viagem para vocês!
  11. Oi, Lucas! Então, meu primeiro "pitaco" é que, se tu ainda não compraste o pacote, não compre! Minha primeira "viagem grande" também foi para a Itália, com bastante planejamento (mais de meio ano de planejamento) deu tudo certo, foi perfeito. Sobre os dias livres em Roma, domingo tem bastante coisa aberta sim. Por exemplo, o Coliseu+Palatino+Foro poderia ser feito no domingo. Também estive lá em janeiro e comprei o Roma Pass, mas ele não foi tão vantajoso assim quanto à questão das filas. Chegando cedinho no Coliseu, perto do horário de abertura, a fila é bem pequena (a turistada não gosta de acordar cedo eheheh). Para o Vaticano comprei ingresso antecipado e valeu a pena, a fila era considerável. Aliás, considere que Basílica+Museus+Necrópole vai te tomar o dia todo, eu não colocaria mais atrações nesse dia. Se comprares o Roma Pass, a segunda entrada poderia ser usada nos Museus Capitolinos. Vai do gosto de cada um, mas eu achei sensacional! Ou como opção, o Castel Sant'Angelo. Para otimizar as visitas às atrações que são próximas, sugiro o seguinte: faça login no Google Maps e vá marcando cada um dos teus pontos de interesse. Assim fica mais fácil de visualizar onde fica cada coisa e o que fica bom de combinar com o quê. Organizando direitinho dá para fazer muuuuita coisa a pé, o que é ótimo, porque Roma é linda! Abraço!
  12. Puxa, que desagradável! Também estive no México agora em janeiro. Maravilhoso: cultura, povo, história, belezas naturais, gastronomia... tudo sensacional. Mas acho importante fazer um alerta sobre os cartões. Evitei gastos no cartão de crédito e usei somente duas vezes, porém em ambas ocorreu a mesma coisa: eles não pediram senha! Na primeira, só tive que assinar o comprovante de compra, não me pediram documento, nada! Bizarro! Na segunda, novamente só tive que assinar e pediram meu passaporte, mas não se dignaram nem a abrir o documento e conferir os dados! Provavelmente foi isso que aconteceu contigo, Fábio. Eles não precisam descobrir tua senha porque ela não é necessária! Fica a dica pra galera que está indo para lá: cuidado redobrado com os cartões!
  13. Oi, gente! Voltando aqui após a viagem ao México só para deixar as informações, caso alguém venha a ter as mesmas dúvidas que eu tive. A virada do ano aconteceu na avenida Paseo de La Reforma, começava no monumento Ángel de la Independência, onde tinha um palco com bandas se apresentando, e seguia por algumas centenas de metros com milhares de pessoas tomando conta da avenida (como disse o Bruno aí em cima, nada comparado a Copacabana, mas tinha sim muita gente). Tem muito policiamento, muito mesmo, nos sentimos muito seguros. E nas ruas não é permitido tomar bebidas alcoólicas, o que certamente evita muitos problemas. Vi alguns turistas com sua garrafa de espumante, mas percebi que os mexicanos respeitam muito isso. Eles tomavam refrigerantes ou energéticos, mas bebidas com álcool não. Antes da virada entramos em uma das ruas perpendiculares da Paseo de la Reforma, onde tinha muitos bares, e ali tomamos cervejas, acompanhadas de nachos. Perto da meia-noite, voltamos para a Paseo, e no momento da virada teve show de fogos de artifício, muito bonito, durou quase uns 10 minutos. Logo após os fogos, a banda recomeçou a tocar e muitas das pessoas que estavam lá ficaram dançando. Sobre a temperatura, devia estar mais ou menos uns 13 graus, nada que faça as pessoas ficarem dentro de casa. No dia seguinte, visitamos o Museu Nacional de Antropologia e o Bosque de Chapultepec. O Museu estava bem cheio, mas sem que atrapalhasse a visita. Já o Bosque estava entupido de gente, imaginem qualquer parque onde os locais e os turistas vão aproveitar um bonito dia de sol no feriado de 1º de janeiro: famílias, gente com cachorro, adolescentes namorando, barracas de comida de rua, bancas vendendo bugigangas... eu adoro tudo isso! Durante o dia, apesar de ser inverno, a temperatura passa fácil dos 20º (pegamos aproximadamente 24º na Cidade do México). O Castelo de Chapultepec também estava aberto, mas não deu tempo de ir. Bom é isso, espero que ajude alguém que também planeje passar a virada do ano na Cidade do México. Os mexicanos são muito queridos e foi uma experiência sensacional!
  14. Oi, Luma! Desculpa a demora em responder! Não sei se não recebi o e-mail avisando de um novo comentário, ou se ele caiu na minha caixa de spam e eu passei batido... Existem voos diretos de tanto de Siem Reap para Da Nang como de Da Nang para Hanói. O primeiro foi caro, USD160. Já o segundo foi bem razoável, USD 39. Ambos pela Vietnam Airlines. Pela pesquisada que dei agora no Google Flights (https://www.google.com.br/flights/), somente a Cambodia Angkor Air está com um voo direto Siem Reap - Da Nang. E de Da Nang para Hanoi, tem voos diretos pela Jetstar e pela Vietjet Air. Direto no site da Vietnam Airlines, também tem esse voo direto. O voo direto Siem Reap - Da Nang costuma não ser barato, tens que escolher (se puderes) entre economizar dinheiro ou tempo. Abraço! Olá, Aldair! Como falei para a Luma ali em cima, desculpe pela demora em responder! O passeio para Ayutthaya chegou de volta em Bangkok ali pelas 16h30min (não tenho certeza, não lembro exatamente , mas é ao redor disso). Abraço.
  15. Olá! Minha opinião: Dia 2 tem muita coisa. Ir ao Floating market toma tempo, pois é longe, fica difícil conciliar com o restante (ou seria tudo uma maratona). Dá para fazer o restante, mas será cansativo! O calor é estafante! Dia 3 tb não rola. Ayuthaya toma o dia todo. Chatuchak market não é tão perto e gasta-se um bom tempo nele, pois é imenso. Considere dormir uma ou duas noites em Phi Phi em vez de fazer passeio a partir de Krabi. O lugar é mágico! Não esqueça de considerar que os dias de deslocamentos não são inteiros para conhecer atrações! Espero ter ajudado um pouco. Mais dúvidas, pode perguntar! Abraço!
  16. Olá, [email protected]! Alguém sabe me dizer quais atrações estão abertas na Cidade do México no dia 1º de janeiro? Pensei em ir ao Bosque e Castelo de Chapultepec e também ao Museu de Antropologia. Pelo que vi o museu abre nesse dia, mas quanto ao Castelo, mandei até um e-mail para eles e não me responderam... Aproveitando, se puderem dar uma dica de onde passar o reveillon, será muito bem-vinda! De preferência um local de festa popular, onde os próprios moradores vão. Obrigada!
  17. Oi, Luma! Sei bem como é isso. Quanto mais a gente lê, mais descobre lugares para conhecer e não tem como enfiar tudo em um roteiro... Acho que o que tu estás colocando como quantidade de dias em cada lugar e para deslocamento está bem razoável. A partir de agora, é fazer algumas escolhas! Definir quais são os lugares que tu não abres mão e quais são aqueles podem ser cortados (mesmo que com uma pontinha de dor no coração). Sim, se é para cortar eu cortaria uns dias do Vietnã. E não que eu não tenha gostado de lá, eu adorei, mas os outros dois países foram ainda mais especiais. Ho Chi Minh foi uma das primeiras cidades que eu descartei quando estava planejando, mas é questão de gosto. Já Koh Rong achei bem interessante, deve ser muito legal, mas também deixei de fora. Planejamento de viagem envolve fazer escolhas, mas podes ter certeza que o tu escolher será muito bom e especial. Lá tudo é encantador e mesmo as experiências mais simples como comer em uma barraca de rua ou andar em um tuk-tuk são memoráveis! Abraço!
  18. Oi, Luma! Que coisa boa, o roteiro está tomando forma! Para avaliar se o tempo de deslocamento está adequado, é preciso saber de onde para onde e com qual meio de transporte. Por exemplo, de Danag para Hanoi em trem perde-se um dia, já de avião, um turno. Porém, se for em um voo à noite, ainda dá para aproveitar praticamente o dia inteiro. De Bangkok para Chiang Mai de trem noturno, não perde-se nenhum dia. Descartei Koh Tao quando montei meu roteiro porque vi que a galera que foi para lá perdeu um dia de deslocamento. Por aí vai. Tu tens que avaliar as cidades, e não só os países, do teu roteiro. 5 dias para Camboja? Vcs vão para quais cidades? Só para Siem Reap 3 são suficientes. Aí já daria para enxugar 2 dias. Os outros 3 eu diminuiria do Vietnã, ficando 8 dias (3 Hoi An, 1 Da Nang, 2 Hanoi, 2 Halong Bay) mas como eu disse, tem que avaliar qual meio de transporte tu vais usar e em quais horários. Vamos trocando ideias! Abraço!
  19. Claro que vai muito do teu interesse em cada cidade, mas dá pra fazer o essencial de Milão e Verona em um dia. O que eu fiz em Milão: Duomo (e passadinha rápida pela Galeria Vittorio Emanuele), Castelo Sforzesco e Igreja Santa Maria delle Grazie (onde está a última Ceia, do Leonardo da Vinci). Se eu tivesse mais tempo, gostaria de ter conhecido o Teatro alla Scala e a Pinacoteca de Brera, mas optei por não dormir em Milão e tive que fazer escolhas... faz parte! Chegando de noite em Verona, dá para dar uma passeada nos arredores da Arena, é bem bonito. E aí, no dia seguinte, conhecer os pontos turísticos (Arena, Casa de Julieta, Castelvecchio, Torre dei Lamberti, igrejas, etc). O roteiro que te sugeri é praticamente o que eu fiz, só que um pouco mais enxugado (fiquei um pouquinho mais de tempo). Se quiseres ler o relato da minha viagem, o link está aí embaixo. Abraço!
  20. Oi, Luma! Adorei os dois países! Lugares incríveis, paisagens maravilhosas, história, cultura, gastronomia, povo amável... Gostei de tudo e recomendo! Quantidade de dias inteiros (sem deslocamentos) que acho razoável: uns 4 para Bangkok, pelo menos 3 para Chiang Mai, 4 para Krabi/Ao Nang, 3 ou 4 para Phi Phi, pelo menos 3 para Siem Reap, no mínimo 2 para Hoi An, 1 para Da Nang, 1 para Hue, 1 para Hanói e 2 dias para o Tour de Halong Bay. Abraço!
  21. Oi, Andreia! Sobre a tua pergunta "Com esse roteiro vou conhecer tudo sem correria?": dá para conhecer bastante coisa, mas vai ser corrido sim eheheh! Fiquei quatro dias cheios em Roma e poderia ter ficado muito mais. Deu para ver bastante coisa e concordo com o adrianolb que, apertando bem, dá para conhecer o básico em 3 dias. Para encaixar todas essas cidades, te sugiro um roteiro assim: 4 dias cheios em Roma; vai na manhã do 5º dia bem cedo de trem para Florença, fica 4 dias tb (conforme teu interesse maior ou menor em Florença, dá para fazer um ou dois dos bate-volta clássicos: Siena+San Gimignano e/ou Pisa+Lucca); vai bem cedo no 9º dia para Milão, deixa as malas na estação de trem e passa o dia lá, no final do dia vai para Verona e dorme lá; 10º dia passeia em Verona e vai no fim do dia para Veneza; últimos dois dias em Veneza. Como tu ainda não compraste o voo, tenta comprar uma passagem multi-destinos e voltar de Veneza mesmo, sem precisar voltar para Roma para pegar o avião para o Brasil. Espero ter ajudado! Abraço!
  22. Olá, Juliana! Obrigada! Lá na Ásia, não usamos o cartão de crédito, exceto para sacar em duas oportunidades. Os voos internos foram comprados todos diretamente nos sites das companhias, com o cartão de crédito. Não me recordo de ter outra opção. Compramos todos daqui do Brasil, com uma antecedência entre 2 a 4 meses. Conforme a gente ia definindo nosso roteiro e sabia a data que seria determinado voo, a gente ficava acompanhando os preços e quando baixava um tanto a gente comprava. Essa é a minha dica: fica acompanhando, assim tu tem uma ideia do que é o preço "normal" (aquele que sempre aparece), e quando baixar tu vais saber que é o momento de comprar. Se tu podes deixar para ir comprando durante a viagem: não posso afirmar, já li vários relatos de pessoas que fizeram isso e deu tudo certo, mas eu não experimentei. Quanto aos ferrys, compramos no dia anterior nas duas vezes em que usamos, pra ser mais exata, no final da tarde do dia anterior. Foi bem tranquilo! E saiu mais barato do que se a gente tivesse comprado com antecedência pelo site. Qualquer coisa, pergunte! Abraço!
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