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Helen Pusch

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Tudo que Helen Pusch postou

  1. Oi, Marina! Obrigada! Entrei aqui justamente para "publicar o próximo capítulo" eheheh. Abraço e ótima viagem pra ti!
  2. Obrigada, Deia! O relato tá saindo aos poucos... Cada vez que eu paro para escrever, eu viajo de novo: revendo as fotos, pesquisando pra confirmar alguma informação que eu vou dar... ... aí quando me dou conta, já estou lendo algum site novo sobre a história do Camboja ou qualquer coisa do tipo, e o relato de lado! Que feio! Mas vou escrever todinho, prometo!
  3. Olá! Estive em Halong Bay em janeiro. Sim, é frio, a probabilidade de pegar um dia cinzento é enorme (foi o que aconteceu comigo), na manhã do segundo dia estava até chovendo. Quando eu ficava na parte externa do barco com ele em movimento, eu usava um casacão, pois o vento era bem frio (leve em consideração que eu sou bem friorenta ). Não deu para tomar banho de mar (mas uns 4 corajosos tomaram). Fizemos passeio de caiaque, que foi bom demais; e visitamos uma caverna em uma das tantas ilhotas, o que também foi muito legal... Se eu achei que valeu a pena? Sem dúvida! Foi sensacional, mágico, inesquecível! A paisagem é inacreditável! Mas se tu queres ver tudo com um lindo céu azul e aproveitar o tour para pegar sol e tomar banhos de mar, janeiro não é a melhor época... Abraço!
  4. DIA 16 (12/01/16) Hanoi (Old Quarter e arredores) Acordei com muita vontade de procurar um outro hotel, mas pensei comigo “é só mais uma noite e amanhã estarei em Halong Bay”, e resolvi deixar pra lá. Tomamos o café bem simplinho no hotel e fomos pra rua. O primeiro objetivo era marcar o tour para Halong Bay para o dia seguinte, tínhamos os endereços de duas empresas bem conceituadas e achamos que seria interessante ir direto à sede delas. Chegamos no endereço que teoricamente seria da Pelican Cruises, mas era uma agência chinfrim que vendia tour de um monte de empresas. Tem essas agências aos montes, é só caminhar pelo Old Quarter. Pra não perder a viagem, demos uma pesquisada nos valores. Entre diversas opções, tinha um tour com pernoite em Halong Bay por US$ 50, fiquei imaginando que as pessoas devem dormir em basket boats! Atravessar cada rua era uma aventura! Trânsito caótico é elogio! As motos vêm de todos os lados, se duvidar vem até de cima. Tu olha para todos os lados, pensa que está tranquilo, e quando está no meio da rua passa uma por trás de ti, em plena contra-mão! É bizarro, mas tirando o medo de ser atropelada, é divertido! Conseguimos chegar inteiros à sede da Indochina Junk, que fica na rua ao lado da Catedral Saint Joseph. A moça da outra agência tinha nos oferecido o Dragon Pearl por US$ 185 por pessoa, mas na Indochina Junk a atendente apresentou um “last minute deal” e nos ofereceu o Dragon Legend, que é um barco com instalações e serviços mais luxuosos, por US$ 180 cada. Bom, ir à Halong Bay foi o principal motivo de termos incluído o Vietnã na nossa viagem, então porque não se permitir um pouco de “glamour”? Fizemos o pagamento adiantado e saímos ansiosos pelo “momento ostentação” da viagem. Então começamos o turismo do dia. Olhamos com mais atenção a Catedral, mas não entramos. Seguimos para o Lago Hoan Kiem. Lugar agradável, canteiros floridos e bem cuidados. Visitamos o Ngoc Son Temple, que é o templo que fica na pequena ilha no meio do lago. Lá dentro há uma enorme tartaruga taxidermizada e alguns painéis contando a história dela, que originou o nome do lago. Nos arredores há muitos restaurantes, de comidas típicas mas também de fast foods. Depois de ter deixado uma boa grana na Indochina Junk, ficamos com a mão fechada , e comemos uma pizza que estava em promoção no Domino’s. Depois, fomos ao Templo da Literatura. Neste local funcionou a primeira universidade do país. As construções mantidas aqui são muito peculiares, realmente muito bonito! Tomamos um vietnamese coffee e fomos para o Museu da Guerra. Entramos na construção da Flag Tower, e depois fomos para o museu mesmo. Quando chegamos não faltava muito tempo para o horário de encerramento, então fomos olhando tudo meio na corrida. Confesso que ir a um museu temático sobre guerras não está entre meus programas preferidos, mas fiquei bem impressionada especialmente com a parte externa deste museu. Estão expostos diversos meios de transporte utilizados em combate, tanto usados pelo próprio exército vietnamita como capturados dos inimigos. No centro de tudo, uma enorme escultura com formato de um avião abatido, toda feita com destroços recolhidos das batalhas, realmente impressionante e tocante! Quando saímos dali estávamos bem cansados de caminhar, então pegamos um tipo de riquixá bem comum por ali, um banquinho para duas pessoas acoplado na frente de uma bicicleta. Se a gente achava até então que atravessar a rua era tenso, estar em um frágil banquinho em uma bicicleta no meio do “fogo-cruzado” é que foi sinistro! A gente tinha combinado de ir até o lago, mas uma quadra antes ele disse pra gente descer e seguir caminhando. Foi até melhor, porque ali o trânsito estava ainda mais engarrafado. Encontramos um supermercado e compramos provisões pra levar pra Halong Bay, até uma garrafa de vinho. As refeições estavam inclusas, mas imaginamos que qualquer lanchinho extra seria bem salgado. Os chinelos não deixam de ser chinelos nem quando fazem um cruzeiro caro. À noite jantamos em uma lojinha de conveniências estilo 7eleven, não me lembro o nome. Comemos uns pratos prontos que eles aqueceram na hora, bem insosso, mas bem barato. Gastos do dia: Dongs 30.000 Ngoc Son Temple (cada) 130.000 pizzas 30.000 Templo da Literatura (cada) 54.000 dois vietnamese coffees 40.000 Museu da Guerra (cada) 100.000 riquixá 166.000 compras diversas no supermercado 63.000 janta Dólares: 180 Halong Bay 2D1N (cada) 16 transporte do dia anterior aeroporto-hotel (pago ao hotel)
  5. Valeu, Hudson! Realmente, festas e cachaça não são muito a minha... . Mas quanto às praias, mais pro fim de relato vai ter bastante! Abraço!
  6. DIA 15 (11/01/16) Da Nang (Lady Buddha); ida para Hanoi 21:50 De manhã fomos aproveitar a praia de Da Nang. Tinha uma leve neblina que escondia um pouco a Lady Buddha nos olhando lá longe. Fiquei só pegando sol, o Rodrigo encarou um banho de mar. Diversos locais estavam tomando banho de calça e camiseta, só tiravam o calçado. Eles também devem nos olhar de biquíni e sunga e achar muito estranho. Voltamos para o hotel, fizemos o check-out, deixamos as bagagens e fomos para o shopping Vincom para almoçar. No caminho, fomos abordados por um cara de moto, vários já tinham nos abordado do mesmo jeito "Where are you going? Do you want moto taxi?". Aliás, eu sempre ficava curiosa pra ver o que aconteceria se a gente quisesse, se eles iam socar nós dois na carona. Apesar de que vimos várias vezes famílias de dois adultos e duas crianças em uma moto! Bom, o cara desse dia, depois de perguntar se a gente queria moto taxi, disse "Hey! I know you! You are from Brazil!" . Estamos até hoje sem saber de onde ele já nos conhecia... Aí ele nos perguntou "Do you know Nina?", e a gente "Nina? No...". Ele fez uma cara de brabo, como assim dois brasileiros não conhecem Nina? "Nina! Barcelona! Messi! Suarez!", e nós "Ah! Neymar!", e ele "Yeeeees! Neymar! Neymar, yes!" E foi embora, faceiro. Depois de almoçar, pedimos um vietnamese coffee gelado, e esse estava muito bom! Bastante leite condensado! Pegamos um táxi e fomos até a Lady Buddha. O taxista perguntou se queria que a gente esperasse por ele, dissemos que não precisava porque a gente não sabia quanto tempo ficaria ali, mas ele disse que ia esperar mesmo assim. A estátua da Lady Buddha tem 67 metros de altura (para comparar, o Cristo Redentor tem 39m, incluindo o pedestal). Além da estátua ser linda, está no alto de uma montanha com uma bela vista para a cidade e está cercada por um ambiente bonito e agradável, com templos, jardins floridos, bonsais, laguinho… Daqueles lugares que dão uma sensação ótima só de estar ali. Ficamos muito tempo curtindo o lugar, caminhando sem pressa, explorando os cantinhos… Os grupos que vinham em excursões chegavam como nuvens de gafanhotos, tiravam muitas fotos incessantemente e logo iam embora, deixando o lugar só para poucas pessoas… que paz! No final da tarde, fomos embora. Nosso amigo taxista não estava mais ali, mas não foi problema porque havia vários outros. Os taxistas falam muito pouco inglês, é bom ter por escrito o nome do lugar onde se quer ir, ou uma foto. A gente queria voltar para o shopping, tive que mostrar para ele no mapa onde era. O bom é que todos usam taxímetro. Quando descemos do táxi, paguei a corrida com uns trocados que eu tinha deixado no bolso da calça. O Rodrigo me perguntou “Esse dinheiro que sobrou é tudo que a gente tem?”, e eu disse “Não, tem mais um milhão na mochila”. Caímos na risada, ainda não tínhamos nos dado conta que estávamos milionários! Fomos em uma loja dentro do shopping no estilo Lojas Americanas, compramos uns lanches prontos na padaria deles. Levamos para a praça de alimentação, pedimos mais cafés gelados e ficamos usando o wi-fi. Voltamos para o hotel, pegamos as mochilas e fomos de táxi para o aeroporto. Fizemos um lanche no Burguer King antes de embarcar. Chegamos em Hanoi e um motorista estava nos esperando, já tínhamos reservado com o hotel por causa do horário de chegada do voo. Logo na saída do aeroporto tinha um acidente de trânsito, o motorista disse que vê isso todos os dias. Como era quase meia-noite, o trânsito estava tranquilo, mas o que vimos nos dias seguintes nos deixou de cabelo em pé… Nosso quarto no hotel tinha uma chaleira elétrica e saquinhos de chá. Jantamos isso junto com uns biscoitos esquisitos que tínhamos comprado há dias e não aguentávamos mais comer. Eles gostam bastante do salgado junto com o doce nos alimentos, mas esse biscoito era salgado demais para quem esperava um sabor doce, e doce demais para quem esperava um sabor salgado. Que troço estranho ! Nos ajeitamos para dormir e percebemos que em cima ou ao lado do quarto tinha um motor, tipo uma bomba de água, que fazia um barulhão a cada dois minutos… mesmo com tampões de ouvido, foi uma péssima noite! Gastos do dia (dongs): 138.000 almoços 142.000 táxi do Shopping Vincom até a Lady Buddha 116.000 táxi da Lady Buddha até o shopping 27.000 lanches 22.000 cada vietnamese coffe gelado 80.000 táxi do hotel até o aeroporto 145.000 lanches no Burguer King
  7. DIA 14 (10/01/16) Bate-volta Hue Cedinho uma van nos pegou no hotel. Uma moça nos aguardava do lado de fora da van, falando ao celular, só fez sinal para que entrássemos sem nem um “oi”. Ainda passamos em um ou dois hotéis para pegar mais pessoas e partimos. No início do trajeto a guia falou para as pessoas da van, mas somente em vietnamita. Dali a um tempo, novamente ela falou por alguns minutos, e… somente em vietnamita. Isso se repetiu por mais algumas vezes . Eu já estava com vontade de me atirar da janela, achando que teria um longo dia sem comunicação e sem obter nenhuma informação a respeito dos pontos turísticos. Após cerca de uma hora de viagem, fizemos a primeira parada em uma loja de joias e pedras preciosas (aqueles típicos lugarezinhos pega-turista). Veio outro guia falar conosco e disse que trocaríamos de van porque ali o grupo tinha pessoas de outros lugares e ele poderia interagir com a gente em inglês. Uuuuufa! Aí sim o tour começou. O cara era muito simpático, comunicativo e engraçado. Ele perguntou nossos nomes e disse que chamava as pessoas pela primeira letra porque os nomes ocidentais eram muito complicados, então éramos Ms. H e Mr. R, e ele se chamava “C” (Ci). As paisagens durante o caminho são muito bonitas, avistamos umas praiazinhas que dava vontade de ficar por ali mesmo… Dizem que o trajeto de trem entre Da Nang e Hue é fantástico, mas fica para outra… A primeira visita de verdade do dia foi a Tumba do Imperador Khai Dinh. Nossa, o cara não queria uma tumbazinha simples não! Lugar lindo, especialmente o interior da construção principal, onde está a tumba de fato. Depois dali paramos em outro ponto pega-turista: uma lojinha de doces, chás e comidinhas típicas da região. Queríamos muito tomar um café vietnamita e fomos pro boteco que tinha ao lado. Um casal de russos que estava na van conosco também veio, o cara era bem falante, gente boa, já a mulher simplesmente não olhou para a nossa cara uma única vez durante o dia todo! E olha que conversamos um monte com o cara… O Ci viu a gente saindo de fininho pro barzinho e veio junto, e ainda por cima, pagou o café para nós! Querido! Disse que era em nome da hospitalidade das pessoas de Da Nang. Quando pedimos os cafés quentes, ele ficou boquiaberto! Como assim, tomar café quente com aquele calor? A gente explicou que era hábito. Pra completar, o russo colocou açúcar no café – que já vem com leite condensado! O Ci não parava de balançar a cabeça, inconformado. Que figura! Depois dali, fomos conhecer o Thien Mu Pagoda. O lugar é muito bonito e arborizado, mas o mais impactante é o carro que pertenceu ao monge budista que se auto-imolou em Saigon (Ho Chi Minh) em 1963. Ele partiu nesse veículo de Hue até Saigon, e ateou fogo em si mesmo em protesto às políticas de perseguição aos budistas. A foto (bastante conhecida e premiada) reproduzida junto ao carro mostra o rosto sereno do monge enquanto arde em chamas. Chocante! Dizem que seu coração permaneceu intacto, mesmo após a auto-imolação e a cremação do seu corpo. Depois, fomos almoçar. Que almoço! Um banquete de pratos vietnamitas, porco, frango, peixes, legumes, tudo delicioso! Os garçons eram muito gentis e não paravam de repor a comida na mesa. Sério, que almoço maravilhoso! De sobremesa veio um doce típico embrulhado em folha de bananeira, era uma massa meio gelatinosa verde com um recheio branco e cremoso. Apesar do aspecto no primeiro momento não ser muito apetitoso, o bánh cốm era muito bom! Última visita do dia: Cidade Imperial. O lugar é muito grande, e o grupo já tinha usado mais tempo do que deveria nos outros lugares e no almoço. Votamos e decidimos alugar um carro elétrico que vai percorrendo o local, parando e descendo para ver melhor alguns pontos, não daria tempo de ver as mesmas coisas caminhando. O lugar é incrível e muito bem conservado. Dá para imaginar como viviam as pessoas por ali na época que aquilo era a humilde residência do imperador. Fantástico! Pena que visitamos meio na correria. Entre ida e volta, passamos cerca de 5 horas na estrada. Valeu muito a pena porque os lugares são lindos, mas foi cansativo e muito corrido. Se hoje eu tivesse que refazer o nosso roteiro, tiraria um dia de Da Nang e ficaria pelo menos uma noite em Hue, para fazer o trajeto de trem e para explorar melhor os lugares, em especial a Cidade Imperial. Enfim, o bate-volta foi o que deu para fazer e foi sim bem legal. Ah, e claro, o Ci deu o toque a mais no passeio, acho que se tivéssemos ficado com a outra guia incomunicável não teríamos curtido nem a metade… À noite fomos para aquela região de bares perto do shopping. Ficamos em um que estava bem cheio de gente – somente locais, de novo éramos os únicos turistas do lugar. Estava bem animado, em umas duas mesas havia aniversariantes, eles cantavam, brindavam, viravam os copos de bebida… Tomamos chopps e comemos petiscos, estava bem legal! Gastos do dia (dongs): 100.000 carro elétrico na cidade imperial (por pessoa, rachando com outras 4) 66.000 mercadinho (água, lanches etc) 279.000 bar (cevas e petiscos)
  8. DIA 13 (09/01/16) Da Nang (Marble Mountains) Acordamos ainda com aquela sensação de estranhos no ninho, e para completar estava chovendo… A ideia era ir às Marbles Mountains, mas com esse tempinho medonho desanimamos. Ficamos pesquisando na internet uma opção para dias de chuva em Da Nang, até que decidimos ir para um shopping. Vimos que tinha um a uns 20 minutos de caminhada e partimos. Quando saímos tinha parado de chover, mas continuava bem fechado. Entramos em um bar, loucos para tomar um café com leite bem quentinho (estava fazendo um friozinho). Pedimos dois cafés, e vieram em copos cheios de gelo… #ficaadica: Quando pedir café no Vietnã e quiser que ele seja quente, não esqueça de especificar! Senão eles te servem iced coffee. Ainda no caminho para o shopping, passamos por uma quadra cheia de bares e restaurantes, tinha bastante gente porque já se aproximava a hora do almoço. No meio do povo todo, tinha um casal de ocidentais, olhando para o nada com umas carinhas de cachorros abandonados. Quase fomos lá perguntar se eles queriam um abraço. Andamos pelo shopping, usamos o wi-fi dos restaurantes e depois almoçamos um fast food vietnamita. Perguntamos se ali havia uma casa de câmbio, mas ela estava fechada por ser sábado. A gente estava praticamente sem dinheiro, então perguntamos onde poderia ter um lugar para trocar e fomos. Aproveitamos para ir também em algumas agências de turismo que tínhamos pego os endereços, queríamos agendar um tour para Hue. Para resumir, não havia nenhum local aberto para fazer câmbio, eles só funcionam em dias da semana. Encontramos algumas agências de turismo fechadas, e as que estavam abertas não ofereciam propostas mais interessantes do que aquela que a gente tinha visto no hotel. Achamos até uma oficina de turismo, mas o rapaz que trabalhava ali falava muito mal inglês e não ajudou em nada! Eu já estava com vontade de sumir daquela cidade! A gente não conseguia se comunicar com ninguém, com pouco dinheiro, o tempo feio… Resolvemos ir para as Marble Mountains e pegamos um táxi. E finalmente começamos a curtir Da Nang! O lugar é sensacional! Pequenas trilhas levam a diferentes templos, esculturas e grutas. Em algumas cavernas dá para ver morcegos voando. Um dos lugares mais legais é uma caverna por onde dá para passar por uma fenda na pedra, e subir até o alto da rocha - de onde se tem uma vista bem legal da cidade. Dá para chegar nesse lugar também por trilha, que foi por onde descemos. Outro ponto que achei demais foi uma caverna com um saguão enorme, com uma estátua bem grande de Buda, e mais um pequeno templo (tipo uma casinha) dentro. Passamos algumas horas explorando o lugar e curtimos muito! Mais pro final do passeio a chuva recomeçou e fomos embora. Pegamos outro táxi para voltar ao hotel. Reservamos com a recepcionista o passeio para Hue para o dia seguinte, mas o pagamento não podia ser feito em dólares. Fomos obrigados a procurar um caixa eletrônico e sacar dongs. Para melhorar, o caixa tinha limite de saque, e para completar o valor que precisávamos, tivemos que fazer dois saques (e pagar duas taxas… ). Fomos em um mercado comprar lanches e coisinhas para o café da manhã do dia seguinte. Na volta, passamos por um boteco bem simples perto do hotel e resolvemos jantar ali. Era um lugar bem humilde, pelo jeito era uma família que atendia. Vieram três pessoas para nos atender, cada uma falava uma coisinha em inglês, um complementava o que o outro não sabia, enquanto outros olhavam um pouco mais de longe com expressão de curiosidade. Foi muito legal ! Eles se esforçaram demais para nos atender bem, trouxeram um cardápio em inglês mas nos ofereceram um prato de noodles com frutos do mar e vegetais que nem constava ali e fizeram um precinho bem amigo. Queridos! E a comida estava ótima! Gastos do dia (dongs): 42.000 dois cafés 133.000 almoços no shopping 181.000 táxi até as Marble Mountains 15.000 entrada Marble Mountains (cada) 25.000 água (1 litro) 130.000 táxi de volta para o hotel 101.000 compras mercado 900.000 tour para Hue (por pessoa, incluindo almoço e entradas) 139.000 janta com cevas
  9. Olá! De Da Nang para Siem Reap tem voo pela Vietnam Airlines, só não todos os dias da semana. Vale pesquisar também nas outras companhias do Vietnã o trecho de Hanoi para Da Nang , na Vietjet e na Jetstar aparecem bons preços. Boa sorte!
  10. Oi, Ana Paula! Comprei direto no site da Vietnam Airlines. Eles usaram o Verified By Visa para validar os dados do meu cartão, talvez seja este o problema que esteja acontecendo contigo... Meu cartão é do Banco do Brasil (se esse for teu caso, já vou adiantar as informações), pra usar o Verified by Visa tem que habilitar o computador pra fazer transações: http://bbseguranca.com.br/conteudo/16-Liberar-computador Tomara que dê certo! Abraço!
  11. DIA 12 (08/01/16) Hoi An (An Bang Beach); ida para Da Nang (Dragon Bridge) Fomos cedinho para a praia, para dar tempo de voltar, tomar um banho e fazer o check-out. Como já contei, levamos a tranca e atamos as duas bikes juntas a um poste do estacionamento em An Bang, o mesmo da vez anterior. Ficamos na areia mesmo, sem barraca nem nada, porque a gente não ia ficar muito tempo e também não pretendia consumir nada. O banho de mar estava ainda melhor nesse dia, a água estava com uma temperatura boa e ficamos um bom tempo de molho. Voltamos, arrumamos tudo, fizemos o check-out e deixamos as bagagens no hotel. Ainda tínhamos a tarde para aproveitar em Hoi An, antes de ir para Da Nang. Fomos para o centrinho histórico, entramos em algumas ruazinhas bem estreitas para ver como era. Os bequinhos pareciam labirintos, cheios de casas estreitas coladas umas nas outras. Voltamos para uma rua movimentada e entramos no Trung Hoa Assembly Hall. Pequeno, visita rápida. Fomos ao mercado de Hoi An procurar algo para almoçar, várias opções de comidas locais a ótimos preços, deveríamos ter vindo nesse mercado antes! Resolvemos ir primeiro a algum bar na beira do rio para tomar uma ceva. Decidimos comer os pratos de Hoi An que ainda não tínhamos provado, e pedimos um de White Roses, são bolinhos de massa de arroz recheados com carne de porco. Bom, mas acho que o que comemos podia ser mais temperado. Voltamos para o mercado e escolhemos uma das tantas bancas para almoçar. Pedimos Cao Lao, que estava ótimo. Conhecemos duas moças brasileiras que também estavam ali, elas disseram para a gente experimentar o Fried Wonton. Pedimos uma porção e realmente era muito gostoso! Conhecemos o Phuoc Kien Assembly Hall, e depois, a casa de Tan Ky. E passamos o resto da tarde à beira do rio, aproveitando o visual e o solzinho. Chegamos a pesquisar umas vans que fazem o transporte para Da Nang, mas a diferença de preço para nós dois era tão pequena que contratamos o transporte com o hotel de Hoi An mesmo. No final da tarde fomos embora… Hoi An não é uma cidade para ver uma atração turística famosa, ou para vivenciar alguma coisa excepcional, mas, ainda assim, é apaixonante. Um lugar para curtir a tranquilidade, a calmaria, o tempo passando mais devagar… e a beleza das casinhas amarelas à beira do rio, ótima comida e a simpatia dos vietnamitas. O motorista nos deixou na porta do hotel de Da Nang. Check-in, largamos tudo e partimos rápido para conhecer a Dragon Bridge. O hotel ficava mais longe do que esperávamos da ponte, foi uma boa caminhada. Foi meio impactante chegar ali depois da tranquilidade de Hoi An, pois a cidade é enorme, tomada de prédios e com muito trânsito. Apesar de ser sexta à noite, não víamos quase ninguém a pé na rua, e quando víamos, eram locais. Comecei a me sentir um pouco desconfortável. A ponte iluminada é sensacional, e ficamos impressionados com a quantidade de prédios e construções iluminadas e com o tamanho da cidade! Sinceramente, estávamos esperando um lugar menor e menos megalomaníaco! Voltamos em direção ao hotel, que fica a uma quadra da beira mar, e fomos procurar um lugar para jantar. Dezenas de restaurantes um ao lado do outro, e todos serviam somente frutos do mar. Todos com aqueles tanques com os bichos vivos para serem escolhidos e preparados na hora, ou seja, não eram exatamente opções econômicas. Para completar, nenhum tinha placas escritas em outra língua que não fosse vietnamita, e todos os restaurantes estavam cheios de pessoas locais – não se via um ocidental no meio! Nunca imaginei que fosse me sentir deslocada assim, mas estávamos um pouco desconfortáveis com a situação. Depois de olhar diversos restaurantes e não encontrar nada diferente, nos rendemos. Entramos em um, veio um cara que conseguiu se comunicar um mínimo com a gente, e já que estávamos ferrados mesmo, enfiamos o pé na jaca e pedimos uns camarões enormes, quase lagostins. A refeição foi maravilhosa! Gastos do dia (dongs): 10.000 água (estacionamento de bikes em An Bang) 630.000 transportes (330.000 do dia da chegada, em que fomos buscados no aeroporto, e 300.000 para nos levar até o hotel de Da Nang) 125.000 comidinhas + cevas do almoço 400.000 janta
  12. DIA 11 (07/01/16) Hoi An (passeio de bike, centro histórico) De manhã cedo fomos até o ponto de encontro para a saída do passeio de bike. Quem quiser dar uma olhadinha nos passeios que eles fazem, o site é esse: http://www.vietnam-bicycle.com/. Nós optamos pelo Countryside Bicicle Tour no período da manhã, que inclui almoço. O grupo tinha cerca de 15 pessoas. Cruzamos o centro histórico até o ponto de onde sai uma balsa. Depois de uns 15 minutos rio abaixo, descemos em um pequeno povoado e fizemos a primeira parada do passeio: uma família que faz artesanato com madrepérola. Achei bem interessante ver o processo todo: desde a preparação da madrepérola, até o corte de figuras muito cheias de detalhes, o entalhe na madeira e o produto final. Antes eu achava esse tipo de artesanato muito caro, mas depois de ver o quanto é trabalhoso e delicado passei a ver que os valores são justos. Ali ao lado conhecemos também um local que fabrica barcos. Nossa guia chamava-se Moon, falava um bom inglês, era muito simpática e atenciosa e todas as suas explicações sobre os produtos locais que ela mostrava eram acompanhadas de informações sobre a vida das pessoas que moram ali, a cultura, as lendas, os hábitos etc. Muito legal! Pedalamos um tempo entre campos de arroz, paramos em alguns pontos para apreciar, tirar fotos e ouvir um pouco mais sobre a região e o país. Conhecemos uma planta que a guia chamou de trust me not, a planta se encolhe quando é tocada e foi muito importante durante a Guerra do Vietnã porque os vietcongues conseguiam rastrear por onde os soldados americanos tinham passado observando-as (ela leva uns 20 minutos para se abrir novamente)! Eu não a conhecia, mas depois fiquei sabendo que ela existe no Brasil e é chamada de dormideira, tem uns vídeos no Youtube mostrando. Próxima parada foi para ver como são feitos os basket boats (barcos-cesta). Até ali a gente se perguntava qual era a razão de fazer um barco redondo, que coisa mais ineficiente, um barco que não é nada hidrodinâmico! E aí ficamos sabendo que as famílias fazem isso porque dessa forma ele é considerado uma cesta, e não um barco, e assim não precisam pagar o imposto que existe sobre os barcos! Muito espertos! Depois foi a vez de testar os basket boats. Pensa que é fácil fazer aquela cesta se deslocar, e sem virar ? Uma senhorinha nos mostrou como remar e depois ajudou cada um que quis testar. Ela era uma figuraça, muito engraçada! Foi bem divertido! Paramos em um barzinho para fazer um lanche, e finalmente provamos o tal café vietnamita tradicional. Pedimos um só porque em seguida iríamos almoçar, mas nos arrependemos… o café é maravilhoso! Forte, saboroso, e ainda por cima, com leite condensado! Amor ao primeiro gole! Pedalamos mais um pouco e paramos em uma casa que fabricava o vinho de arroz (rice wine), também conhecido como happy water. É feito em diferentes graduações alcóolicas, provamos o mais “suave”, que já era uma bomba! Uou! Depois, a parada para o almoço. A casa é em estilo tradicional, e a guia relata como as famílias viviam, porque a casa é feita daquele jeito etc. O almoço era simples e muito saboroso: peixe, arroz (é lógico!) e vegetais. A sobremesa era uma porção de frutas típicas, incluindo lichia – a-do-ro! - e outra que eles chamaram de “bonbon”. Por coincidência, poucos dias atrás eu estava assistindo a um programa na tevê e eles mostraram essa fruta e disseram que aqui no Brasil ela é chamada de olho de dragão ou longan. Conversamos durante o almoço com um alemão que contou os seus perrengues do dia anterior em um dos estacionamentos de bikes da praia de An Bang. Ele disse que alugou uma bike em algum lugar de Hoi An, foi pra praia e deixou em um estacionamento, e quando voltou, alguém tinha pego a bike dele por engano . Não sei como eles identificaram qual bike que a pessoa tinha deixado e ele a pegou, mas quando ele foi devolver o dono do lugar que alugava ficou puto e não queria aceitar e começou a xingar ele um monte , aí ele desistiu de tentar explicar e foi com a bike pro hotel. De lá um recepcionista ligou pra um lugar e pra outro até que acharam a tal da bicicleta certa e ele conseguiu devolver. E ainda por cima o cara do estacionamento, que fez a lambança toda, queria que ele pagasse ! No dia seguinte fomos de novo pra An Bang e levamos uma tranca de bicicletas (que usamos pra prender os mochilões e coisas assim) e cadeamos as duas bikes juntas em um poste do estacionamento! Depois de almoçar todos estavam loucos pra pegar as bikes de novo, estava muito prazeroso pedalar por aquelas paisagens, mas aí pegamos um barco pois era hora de retornar. Foi aquele óóóóóóóó coletivo. O barco navega uns 45 minutos até chegar de volta em Hoi An, e fim de passeio. Foi muito bom e ficamos com gostinho de quero mais. Aprendemos bastante sobre a cultura vietnamita. Aproveitamos o resto da tarde para conhecer algumas atrações do centro histórico que estavam inclusas no boleto. Primeiro fomos na Ponte Japonesa, depois ao Quang Trieu Assembly Hall. Voltamos ao hotel, mas no caminho passamos por uma casa vietnamita bem bonita, com um cartaz de entrada gratuita, e tivemos a bela ideia de entrar! Cruz credo! Veio uma moça e um homem nos acompanhar e nos mostrar a casa, e começaram a tentar nos vender roupas, tecidos, jóias, peças em prata, chás, e a cada “não, obrigada” eles puxavam outra coisa pra nos empurrar e de um jeito sinistro, a gente já estava começando a achar que não sairíamos dali, ou pelo menos não com todos os nossos órgãos , até que escapamos! #medo Mais tarde fomos novamente para a beira do rio passear, ver coisas bonitas, beber e comer. Não resistimos e compramos duas lanternas (e passamos o resto da viagem carregando na mão as duas, com todo o cuidadinho para não estragá-las ). Estávamos em um bar tomando algumas daquelas draught beer baratíssimas, e bem em frente tinha uma senhora vendendo uns doces que parecem uns donuts. Chegou um turista e perguntou “quanto?”, e ela “vinte”, e ele fez uma cara de desagrado e disse “dois por vinte?” e eu já pensando “que cara de pau, explorador, coitada da senhorinha vendendo seus doces para sobreviver” e ela sem pestanejar respondeu “ok”, e ambos saíram felizes. Jantamos nas barracas ao ar livre ao lado da Ponte Japonesa, lugar super simples com aquelas mesas e bancos bem baixinhos. Comemos Pho de novo, muito bom! Na volta para o hotel, o Rodrigo resolveu perguntar os preços de uma camisa em uma das dezenas de alfaiatarias. A mulher não deu a resposta e disse pra ele entrar na loja. Ele entrou e… o resultado: saiu com duas camisas! Gastos do dia (dongs): 500.000 bike tour (por pessoa) 12.000 café vietnamita 200.000 duas lanternas lindas 70.000 cevas e petiscos 60.000 dois pho
  13. Oi, Roberta! Obrigada! É verdade, a organização da viagem nos enlouquece... Ótima viagem pra ti!
  14. DIA 10 (06/01/16) Hoi An (centro histórico, An Bang Beach) Aproveitamos o primeiro café da manhã incluso na hospedagem desta viagem, e em seguida partimos para dar uma caminhada no centro histórico de Hoi An. Cerca de 10’ de caminhada, e no caminho passamos por diversas lojas de roupas, tudo de produção própria. Aquele assédio básico de pessoas nos convidando para entrar e ver as roupas, mas passamos reto. O centrinho é um encanto! O conjunto de casas é muito bonitinho! Especialmente à beira do rio, o clima de tranquilidade por ali é contagiante. Fomos até a sede da Heaven and Earth Bike Tours para marcar um passeio para o dia seguinte. Pegamos um panfleto com as opções e ficamos de escolher qual e agendar até o fim da tarde. Aproveitamos para comprar o passe que dá direito a entrar em 5 atrações turísticas da cidade. Voltamos ao hotel e pegamos bikes (o hotel oferece empréstimo, e não aluguel, de bikes :'> ) e pedimos orientações de como chegar à praia. Ele nos recomendou não ir a Cua Dai Beach, que estava “remexida” e com árvores caídas, e nos disse como chegar em An Bang Beach. Pegamos uma avenida para o lado direito e seguimos reto por uns 15 minutos até chegar na praia. Fácil, mas já com uma "amostra" do trânsito maluco vietnamita. A parte movimentada é pequena, e depois a estrada vai beirando uns campos bem bonitos, a gente vai pedalando e curtindo e rapidinho chega. Na última quadra antes da praia tem alguns estacionamentos para as bikes. Engraçado é que ficam umas senhorinhas tentando fazer com que as pessoas usem os seus estacionamentos, então elas se atravessam na nossa frente gritando “no, no, no, no, no, no, no, no!” e agitando os braços fazendo sinal para a gente parar, como se fôssemos cair num precipício se pedálassemos 5 metros a mais ! Deixamos as nossas em um bar no lado esquerdo que não cobrava o estacionamento, desde que a gente comprasse uma garrafa de água de 1 litro (achamos que seria uma por pessoa, mas acabamos comprando uma só para nós dois e eles aceitaram na boa). A praia é bonitinha e tranquila. Achamos uma barraca onde a gente podia usar as espreguiçadeiras, guarda-sol, banheiro, chuveiro, até wi-fi tinha, desde que consumíssemos um valor que não lembro qual era (bebendo umas cevas e petiscando algo já tava pago, e os preços eram decentes). Ficamos tomando Bia Hanoi bem geladinha, comemos algumas porçõezinhas, tomamos sol, banho de mar… vidão! Mais no final da tarde voltamos para o centrinho, agendamos o tour de bike e fomos passear. Estava escurecendo e as barraquinhas que vendem as famosas lanternas começavam a se iluminar. Que lindo! Dá vontade de comprar todas! Não só as barracas que as vendem, mas todos os restaurantes e muitos outros estabelecimentos estão decorados com as lanternas e fica tudo com uma iluminação delicada e colorida. Para completar, à beira do rio há vendedores de barquinhos de papel de diferentes cores com velas dentro, que as pessoas colocam no rio como oferenda. Esse conjunto todo forma um cenário incrível. Depois de muito caminhar, paramos em um barzinho que tinha draught beer a 5000 dongs. A procedência e as condições em que essa cerveja é servida são bastaaante duvidosas , mas a esse preço… Boa, gelada, curtindo os barquinhos iluminados no rio, não precisa mais que isso… Jantamos por ali mesmo, e provamos dois pratos típicos vietnamitas: um Pho e um Cao Lao. Ambos muito gostosos. Gastos do dia (dongs): 120.000 tickets centro histórico (por pessoa) 38.000 compras mercadinho (água, biscoitos etc) 10.000 água (estacionamento) 230.000 barraca na praia (comidas e bebidas) 110.000 janta (bebidas + 2 pratos)
  15. DIA 09 (05/01/16) Siem Reap (passeio de quadriciclo); voo para Da Nang 20:00; ida para Hoi An Uns dois dias antes escrevemos um e-mail para Quad Adventure Cambodia e reservamos o passeio para a manhã desse dia. Tomamos café da manhã no hotel; nos buscaram antes das 8 horas. Na sede da empresa eles fazem as orientações de como usar o quadriciclo, e um rápido “teste de direção”. Partimos só nós dois em um quadriciclo e o guia em uma moto. Após andar uns 5 minutos, o guia parou e perguntou se preferíamos ir em direção aos campos ou subir uma montanha e visitar alguns templos, mas para isso teríamos que ter o passe que usamos em Angkor Wat ou pagar a entrada. Achamos bem estranho, primeiro porque não nos avisaram nada sobre levar o tal passe (que já estava até vencido) e nem tínhamos levado mais do que uns trocados, somente para tomar uma água ou comprar uma fruta; segundo porque achávamos que era um roteiro pronto, sem essa de “onde vocês querem ir” . Quando ele se convenceu que a gente não tinha nem o passe nem dinheiro, seguimos. Depois desse momento inicial de estranheza, o passeio foi muito legal. Passamos por paisagens bem rurais, campos de arroz enormes e montanhas ao longe, plantações de flores de lótus e muita estrada de terra… Passamos também por alguns vilarejos bastante isolados, as crianças sempre faziam festa e abanavam para nós. Paramos em um barzinho em um desses vilarejos para tomar uma água, descansamos um pouquinho e pegamos o caminho de retorno. Vimos pessoas trabalhando nos campos, outro passando com carro de bois… uma hora paramos e o guia nos mostrou uma cobra passando! Chegamos com nossas roupas completamente cobertas de terra! Recomendo usar roupas e calçados escuros! Voltamos para o hotel, deu tempo de tomar um banho e terminar de enfiar as coisas no mochilão e estava na hora do check-out. Eles deixaram que a gente ficasse utilizando a piscina após o check-out, só tivemos que usar o chuveiro frio da área comum. Ficamos naquela vidinha difícil de tomar banho de piscina, usar o wi-fi e cochilar. Acabamos até pedindo o almoço ali mesmo… Mais pro final da tarde, fomos dar mais uma caminhada na Pub Street e arredores, fizemos um lanche, compramos umas lembrancinhas. Pegamos um tuc-tuc com um dos motoristas que sempre ficava em frente ao hotel para ir ao aeroporto. Tem tuc-tucs por todo o lugar e o tempo inteiro eles ficam oferecendo “Tuc-tuc, Sir?”, “Tuc-tuc, Sir?”. Aliás, isso é uma constante nesses 3 países que visitamos, mas mais ainda no Camboja. O tempo inteiro tem pessoas te oferecendo coisas, te vendendo algo, empurrando algum serviço… é um pouco cansativo, mas não esqueçam que essas pessoas sobrevivem do turismo – sobrevivem no sentido literal, elas não tiram muito mais do que o suficiente para viver. Tenham paciência com elas. Vi algumas pessoas sendo bem grosseiras com vendedores e fiquei com pena… Em Siem Reap principalmente, tem muitas crianças vendendo. Quando saímos do Angkor Thom, uma menina de uns 7 ou 8 anos de idade veio me oferecer uns souvenirs, e ela caminhou ao meu lado por uns 50 metros repetindo “one dolar, onde dolar, one dolar, one dolar...” enquanto ia me mostrando diferentes coisinhas que ela tinha na sua cesta. Foi de partir o coração, mas infelizmente essa é a realidade em que eles vivem. Fomos embora encantados com o que vivemos em Siem Reap e com o povo cambojano; simpáticos, prestativos, humildes, guerreiros. Demos de gorjeta para o motorista os trocados em riels que tinham sobrado, ele ficou bem faceiro. Check-in, migração, voo no horário, tudo tranquilo. Pousamos em Da Nang com aquela expectativa: “Chegamos no Vietnã!” . Foi tudo supertranquilo, passamos direto em um guichê para pessoas que já tinham o visto, enquanto todas as outras pessoas do voo foram para os guichês de quem ainda tinha que retirar o seu. VISTO DO VIETNÃ: fizemos o procedimento de enviar o passaporte para a Embaixada, em Brasília. Escrevi para [email protected] , eles responderam com todo o passo a passo e os valores, enviei tudo por Sedex e uns 10-12 dias depois recebemos de volta os passaportes com o visto. Gastamos na época, entre taxas e Sedex, R$ 194 cada. Já tinha um cara da nossa hospedagem em Hoi An nos esperando com uma plaquinha com nosso nome. Achamos melhor reservar o transporte porque chegaríamos tarde. Perguntamos pra ele se seria bom já trocar algum dinheiro ali no aeroporto, mas ele disse que poderíamos trocar no hotel. No caminho ele perguntou se queríamos comprar algo pra comer, pois em Hoi An já estaria tudo fechado. Trocou uns dólares pra gente, parou em uma barraquinha e comprou uns sanduíches, bem comuns no Vietnã, chamados Banh Mi. Fomos comendo no carro mesmo, até que dali a pouco o Rodrigo não quis mais e disse que estava muito apimentado, achei estranho porque a gente estava dividindo o mesmo pão e eu estava achando supersuave. Depois que chegamos no hotel fomos abrir o que tinha sobrado do sanduíche e vimos que tinha uma metade de uma pimenta verde dentro, e ele tinha dado uma dentada na pimenta . Separamos a pimenta e terminamos de comer. Gastos do dia (dólares): 12 gastos no hotel (café da manhã, lavanderia, cervejinhas consumidas na piscina etc) 82 quadriciclo (um para nós dois) 7 almoço (2 pratos mais 2 cevas) 3,5 lanche da tarde 6 tuc-tuc Gastos do dia (dongs): 45000 (3 banh mi)
  16. Olá! Passei 5d4n em Amsterdã há 3 meses atrás. Encontrei uma opção econômica de alimentação e acabei almoçando lá todos os dias, se chama Vapiano. É uma rede e tem em diversos países, pelo que vi tem dois restaurantes em Amsterdã. Eu ia em um ao lado da Rembrandtplein. Opções de massas, pizzas e algumas saladas, ficava em torno de 7-8 euros por pessoa. Claro que não era a melhor comida do mundo, mas era gostosa e muito bem servida. Concordo com o que o pessoal já falou sobre não ter uma boa relação custo-benefício uma viagem para ficar 5 dias, mas se é o sonho de vocês... vão nessa! Abraços!
  17. DIA 08 (04/01/16) Siem Reap (Angkor Wat, Angkor Thom, Ta Phrom) Um dos dias mais aguardados da viagem! Acordamos antes das 5 horas, mega empolgados! O Alex passou para nos pegar e fomos em direção a Angkor Wat para assistir ao nascer do sol. Na entrada do complexo, filas enormes para comprar o passe de visitação. Até que não demorou muito. Eles tiram foto na hora e confeccionam um cartão de visitante. Ao nos aproximarmos da entrada de Angkor, já havia uma pequena claridade querendo aparecer no horizonte. Dava para ver o vulto das construções, aumentando ainda mais a expectativa! Os melhores pontos de observação, em frente aos dois laguinhos em frente ao templo, estavam abarrotados. Sério, pensa em muuuita gente! #ficaadica: quem sonha em tirar aquela foto perfeita do amanhecer com o templo refletido na água e nenhum gaiato aparecendo, tem que combinar com seu guia ou motorista para chegar muito cedo. Como já esperado, foi espetacular ! A mudança de cores conforme o dia vai clareando cria efeitos lindos e Angkor Wat aos poucos vai se mostrando em frente aos nossos olhos. Indescritível! Todos foram levados de volta aos seus hotéis para tomar café da manhã. Compramos uns lanchinhos no mercado perto do hotel, e às oito e meia ele nos buscou novamente. Agora tinha mais um casal, cariocas. Partimos então para Angkor Thom. A primeira parte da visita foi o Prasat Baphuon. Há controle de entrada e todos tem que usar calças (ou bermudas que tapem os joelhos) e camisetas com mangas. A carioca que estava conosco usava uma echarpe sobre uma regata e foi barrada ! Subimos pela parte da frente, onde tem uma passarela, e descemos pela parte de trás. O arranjo das pedras na parte posterior deste templo forma a figura de um Buda Deitado. Sentamos em uma sombra atrás de um outro templo ali próximo, o Phimeanakas, e tivemos uma “aula” sobre a construção do complexo de Angkor Thom, os costumes da época, o império Khmer e etc… In-crí-vel! :'> Seguimos para o Terraço dos Elefantes, e após, para o Terraço do Rei Leproso. Para terminar: Bayon, o templo com mais de duzentas imagens da face do rei Jayavarman VII. Absolutamente ma-ra-vi-lho-so! Fomos até o local do almoço. O restaurante era bem mais ajeitado do que o do dia anterior, e até conseguimos uma mesa em um salão com ar-condicionado! Só estando lá para saber o valor que tem um ambiente refrigerado ! A comida estava gostosa, pedi um fried noodles, que foi um prato que comi várias vezes durante a viagem e sempre era bom . Hora de conhecer Ta Phrom! Algumas partes estão restauradas, inclusive com painéis mostrando o antes/depois das restaurações, mas as partes mais incríveis e lindas são os templos tomados pelas raízes de árvores gigantes! É preciso um tanto de paciência com as filas para tirar fotos nos pontos mais simbólicos do lugar, mas vale a pena! E então, começamos o dia em Angkor Wat e fomos terminar o dia em… Angkor Wat. Pegamos uma fila para subir na parte mais alta do templo. Há controle do número de visitantes lá em cima, e só conforme saem algumas pessoas eles deixam entrar outras. Sim, eu já escrevi dúzias de vezes “incrível”, “maravilhoso”, “fantástico”… mas fazer o quê? É tudo isso mesmo! Conforme o sol ia se pondo, a luminosidade que batia sobre o templo dava a ele uma cor de bronze. Uau! No retorno, ficamos debatendo sobre o que foi mais lindo: o nascer ou o pôr do sol. Realmente difícil escolher… a melhor opção sem dúvida é ver os dois! E, apesar de Angkor Wat ser mais famoso, Angkor Thom também é alucinante! Agradecemos demais ao Alex e ao motorista da van pela experiência inesquecível. Para quem puder ter esse gasto na sua viagem, recomendo ao máximo! Uma van que te larga e te pega na entrada das atrações, com ar-condicionado, água geladinha e toalhas úmidas à vontade, e um guia com muito conhecimento e ainda por cima falando português! Isso não é gasto, é investimento! À noite fomos jantar na Pub Street. Um dos pratos foi um frango com manjericão picante, e era picante no nível Tailândia… não demos conta . Comemos rolinhos primavera e um outro prato com porco que salvaram a janta. Gastos do dia (dólares): 1,7 mercado (café da manhã) 20 entrada templos (por pessoa) 17 almoço (para ambos, com bebidas) 70 Alex (por pessoas, os dois dias, com transporte) 5,35 comprinhas diversas no mercado (cevas, água, lanches etc) 16,50 jantar (para ambos, com bebidas)
  18. Oi! Depende do que tu pretendes fazer em Florença, e também do teu ritmo... Eu particularmente acho imperdível ir à Uffizi (e arredores, Piazza della Signoria etc), à Galleria Dell'Accademia, ao Duomo, ao Mercato Centrale (eu adoro mercados!) e caminhar tranquilamente pela Ponte Vecchio e arredores. Pra aproveitar com calma tudo isso, um dia é pouco. Mas se tu não queres, por exemplo, ir aos museus, um dia é suficiente sim. E aí está ficando de fora Pallazzo Vecchio, Museo Bargello, Piazzale Michelangelo, entre outras coisas... Verona é bem legal, não tem essa de ser romântica eheheheh! A Casa de Julieta é apenas mais uma das atrações da cidade, não te preocupa que tu não vais ficar o tempo todo cruzando com casaizinhos apaixonados . Não fui para Orvieto, mas sugeri um dia a mais em Roma para a própria cidade mesmo. Talvez tu possas colocar então 2 dias a mais em Roma, sendo um para Orvieto. Quanto à Veneza, penso a mesma coisa que eu escrevi sobre Florença: depende do que tu quer ver e do teu ritmo. Como a Lilian falou, podes ir para a Murano, ou Burano (eu fui a essa e adorei), enfim... Se tu encontrares hospedagem por um preço razoável, acho que vale a pena ficar 2 dias sim! Abraço!
  19. Olá, Marinho! Se tu ainda não compraste os deslocamentos internos, sugiro colocar um dia a mais em Florença, um a mais em Roma e um a mais em Veneza. Outra opção seria conhecer as cidades próximas à Veneza: Verona, Pádua, Vicenza... Boa viagem!
  20. DIA 07 (03/01/16) Siem Reap (Koh Ker, Beng Mealea) Umas poucas semanas antes da viagem, li aqui no Mochileiros sobre um guia em Siem Reap que fala português. Escrevi um e-mail para ele mais por curiosidade, e ele me respondeu que nessas datas (3 e 4 de janeiro) ele já tinha agendado tour com outros brasileiros, mas que se quiséssemos nos juntar a eles não teria problema. Me passou toda a programação dos dois dias, com uma breve explicação do que era cada local a ser visitado, especificando bem o que estava e o que não estava incluso no valor. A resposta foi rápida e escrita em um português ótimo. Decidimos contratar esse tour, e conforme eu for relatando vou explicando porque eu acho que todo mundo deveria fazer o mesmo. #ficaadica: o nome do guia é Alex, contatei ele por esse e-mail: [email protected] Ele também tem esse blog: http://guide7languages.blogspot.com.br/, onde consta esse outro e-mail: [email protected] . Eu deveria ter pedido um desconto para ele por estar fazendo toda essa propaganda , mas é que gostei muito mesmo! Bom, a sexta pernoite no Sudeste Asiático foi a primeira noite de sono ininterrupto. O relógio biológico estava começando a se acomodar... Nossa hospedagem não incluía café-da-manhã. Tem um restaurante no hotel, mas as opções do café eram pagas item a item, então acabamos saindo pra rua pra procurar uma outra opção. Acabamos comendo em um outro hotel próximo, o Terrace des Elephants, um menuzinho com café pão frutas etc a um preço razoável. Esperamos um pouco o Alex em frente ao hotel. Na van já estava um casal de brasileiros, e partimos em direção a Koh Ker. Koh Ker fica a cerca de 130km de Siem Reap, em uma área que está há poucos anos livre de minas terrestres. Por esses dois motivos, tem um fluxo de turistas ainda pequeno e conserva um certo ar de mistério. O caminho até lá já é uma atração à parte! Cruzamos pequenos vilarejos, casinhas super simples, plantações, carroças puxadas por bois… Enquanto isso, o Alex já ia dando uma aula sobre as construções que veríamos, sobre a história recente do Camboja, sobre a época do Império Khmer, sobre a influência do hinduísmo e do budismo sobre os templos que foram construídos… uau! Muito conhecimento! O cara fala sete línguas e aprendeu todas sozinho, só usando a internet! Virei fã! :'> A primeira parada no sítio de Koh Ker foi o Prasat Pram. Formado por cinco construções pequenas, parcialmente tomadas pelas raízes das árvores. Talvez alguém que tenha ido antes a Angkor Thom ou Angkor Wat ache esse lugar meio insignificante, mas como foi nosso primeiro contato ficamos maravilhados! A parada seguinte, mais rápida, foi no Prasat Neang Khmau. Esse templo tem o aspecto de queimado, mas na verdade a sua cor é resultado da ação do tempo sobre o tipo de pedra utilizado na construção. Paramos ainda rapidamente em Prasat Kra Chap e Prasat Linga. A construção mais impressionante da região de Koh Ker é o Prasat Thom, uma pirâmide com 36 metros de altura. Quando o Alex me mandou o roteiro por e-mail eu fui pesquisar um pouco sobre cada um dos pontos, mas antes disso eu jamais tinha imaginado ver uma pirâmide entre as ruínas do Camboja! Almoçamos em um restaurante bem simples em uma espécie de “centrinho comercial” na região: um ou dois restaurantes e umas 4 lojinhas de artesanato. Lugar extremamente simples, todo de chão batido, sem banheiro… O casal que estava conosco no passeio ficou com um pouco de receio, comeu metade do prato que pediram. Já nós pedimos um prato cada um, e comemos tudinho (ogros)! Estava bem gostoso ! Uma rica mistura de temperos diferentes, mas sem a pimenta que na Tailândia dominava todos os pratos. Depois do almoço partimos para o Beng Mealea. Esse já não fica tão longe de Siem Reap (cerca de 40km). Essas ruínas não receberam nenhum tipo de restauração, por isso estão exatamente do jeito que a ação do tempo e da natureza as deixaram (excetuando eventuais saques dos períodos de guerra ). O lugar é sensacional! Um fluxo pequeno de turistas, muita natureza e uma energia muito boa! Muitas pessoas falam das crianças do Camboja, e realmente elas são um capítulo à parte. Em um dia nesse país, já dá para ver a pobreza e a situação em que vive a grande maioria das pessoas. O regime ditatorial e a guerra civil recentes ainda tem efeitos muito fortes sobre eles, que atualmente tem um governo teoricamente “democrático”, porém extremamente corrupto (o Alex fala bastante sobre isso, mais um ponto positivo do tour feito com ele!). E as crianças estão muitas vezes bastante sujas, com roupas velhas, de pés descalços, mas com um sorriso no rosto, brincando, cumprimentando os turistas, se divertindo! São muito fofas ! Quando voltamos para o hotel, passamos em uma barraquinha de rua próxima e compramos panquecas de nutella, deliciosas! Aproveitamos um pouco a piscina, e mais tarde saímos para jantar. Escolhemos um restaurante de comida cambojana, em uma rua paralela à Pub Street que tem muitos restaurantes a preços convidativos. Experimentamos um lok lak, prato típico feito com carne, estava ótimo! Gastos do dia (dólares): 2,95 café-da-manhã (por pessoa) 15 ingresso para Koh Ker + Beng Mealea (por pessoa) 13 almoço (para ambos, com bebida) 1 panqueca de nutella (cada) 1,5 duas latas de ceva gelada no mercadinho 9,5 jantar (para ambos, com bebida)
  21. Olá, Ana Paula! Obrigada! Fiquei em Ao Nang por esse dois motivos que citaste, e também porque meu voo chegava de noite e era mais fácil ficar ali do que ir para Railay. Foi uma boa escolha sim, não tenho do que reclamar. Além disso, gostei muito do Krabi Hostel, recomendo! Por outro lado, acabei indo dois dias para curtir a praia de Railay, que é maravilhosa ! Teria sido bom ter ficado ali para curtir a praia, mas pelo restante (acesso aos transportes, comércio, restaurantes etc) realmente não sei dizer... Abraços!
  22. Olá! Fiquei me perguntando porque Sevilla... Madrid tem bate-voltas para cidades incríveis e bem mais próximas, como Segóvia e Toledo. Quanto a Sevilla, fica a cerca de 2h30 de trem por trecho. Dê uma olhadinha nos horários no site da Renfe e pense se realmente vale a pena passar 5 horas de um dia dentro de um trem para conhecer uma cidade... Eu achei Sevilla uma cidade maravilhosa para conhecer sem pressa, passear pela beira do Rio Guadalquivir, ir a bares de tapas à noite... enfim, não recomendaria um bate-volta, mas possível é. Boa viagem!
  23. DIA 06 (02/01/16) Voo para Siem Reap 14:10 (Old Market, Night Market) Acordamos não muito cedo, arrumamos os mochilões e fomos até a Khao San Road, tínhamos que estar na agência 10h50min. Dali a uns 10 minutos passou o cara nos chamando para nos levar até a van que estava na rua ao lado. A ida até o aeroporto foi bem tranquila. A van ainda parou em mais uns 2 lugares para pegar outras pessoas e foi. Cerca de meio-dia chegamos no aeroporto Suvarnabhumi. Procuramos logo o balcão da Cambodia Angkor Air pra fazer o check-in e despachar bagagens. Depois fomos procurar algo para comer, já preparados para pagar bem caro por ser no aeroporto. Mas encontramos uma espécia de restaurante popular, no andar abaixo dos balcões das companhias. Tinha diversos pratos prontos tipo arroz+legumes+algum tipo de carne, por 100 bahts cada. :'> O trâmite para embarcar é um pouco demorado. O aeroporto é imenso e o fluxo de passageiros é enorme, então não deixe para entrar muito em cima da hora do voo. Fila na migração, depois fila no raio-x das bagagens, depois caminhar um tanto até o portão. A essa altura não sei mais onde a gente tinha lido ou escutado a frase “Bangkok vai te pegar”. E pegou! Eu achei Bangkok um pouco doida demais para o meu gosto, mas àquela altura nós já estávamos apaixonados pela Tailândia , e com muita dó de ter que ir embora. Pelo menos a sensação era de “até daqui a pouco”, junto com a expectativa de estar indo para um lugar incrível como Angkor Wat! O voo foi tranquilo e serviram até um sanduichinho de lanche. Ao descer em Siem Reap já deu para sentir a temperatura “calor das profundezas dos infernos”, que se manteve nos 4 dias em que estivemos lá . Visto do Camboja: -leve uma foto 3x4, -preencha o formulário que tem no saguão de chegada (aconselho levar sua própria caneta, elas são escassas), -entregue tudo junto com o passaporte e pague a taxa de US$ 30, e -tenha muita paciência com as filas e com o mau-humor dos funcionários que te atendem tanto na emissão do visto quanto no controle de migração. Levamos cerca de uma hora nessa função. O hotel que ficamos oferecia o translado do aeroporto de graça, e ao sair o motorista do tuc-tuc já estava lá esperando com uma plaquinha com nosso nome (apesar de ser grátis, demos uma gorjetinha para ele). O aeroporto é bem pertinho da cidade, nem 15 minutos chegamos no hotel. Check-in, largar malas e rua. Fomos em um mercadinho comprar água e lanchinhos. Tudo pode ser pago em dólares, mas o troco para os valores quebrados é dado em riels. Eles utilizam no comércio a cotação de US$ 1 = 4000 riels, então se você comprar por exemplo um produto de US$2,50 e pagar US$3, eles te devolvem 2000 riels. Já estava anoitecendo e passeamos primeiro pelo Old Market. Depois fomos para o Night Market. O lugar é enorme, muitas lojinhas de artesanatos e souvenirs e coisas afins. Ficamos andando pelos arredores da Pub Street. O lugar é bem animado, restaurantes de diversas cozinhas e muitos bares com baladas. Jantamos em uma pizzaria na esquina bem de frente para o rio, ficamos em um balcão ao ar livre no segundo andar. A pizza era boa e o ambiente era muito agradável. Tirando a parte do aeroporto, todas as demais pessoas que nos atenderam desde o tuc-tuc, hotel, até o mercadinho e o restaurante, foram extremamente gentis, simpáticas e prestativas, e já estávamos encantados com os cambojanos . Gastos do dia: Bahts: 40 café-da-manhã 7eleven (cada) 100 almoço no aeroporto (cada) Dólares: 30 visto (cada) 2 tuc-tuc 2 mercado 14,50 janta (2 pizzas + 2 cervejas)
  24. DIA 05 (01/01/16) Bangkok (Wat Ratchanatdaram, Wat Saket, Museu Nacional) Fomos do hotel a pé até o Wat Ratchanatdaram, uns 15 minutos de caminhada. Incrível a quantidade de templos que passamos, é quase um a cada quadra, todos com grande fluxo de gente entrando e saindo. O Wat Ratchanatdaram tem entrada gratuita e não é uma atração imperdível na cidade, mas aproveitamos que ele é bem pertinho do Wat Saket, nossa próxima parada, e entramos para conhecê-lo. Estava um clima muito legal de confraternização, muitas pessoas passavam por nós e desejavam Happy New Year . No interior do templo tinha um monge abençoando as pessoas, o Rodrigo foi lá e ganhou um novo barbantezinho no pulso. Nos dirigimos ao Wat Saket, também conhecido como Temple of the Golden Mount. O lugar estava bombando! Não sei quanto o fato de ser o primeiro dia do ano influenciou, mas parecia que havia ali mais pessoas para fazer oferendas, orações e rituais do que nos templos que fomos nos outros dias. A subida para o templo é feita em uma escadaria em espiral que vai circundando o monte. Ao longo dela existem várias imagens de Buda e outras figuras, sempre com muita gente colocando incensos e flores e etc. Fomos acompanhando os rituais deles. Pegamos (mediante uma “doação” de 20 bahts ) uma espécie de kit para fazer oferenda, que era um incenso, uma pequena vela amarela, uma flor de lótus e um pedacinho de folha dourada. Lá em cima estava sensacional! Entupido de gente, todos andando em círculo no sentido horário ao redor da estupa, colocando frutas, mantos dourados, dinheiro, plaquinhas com inscrições… As pessoas continuavam se desejando feliz ano novo umas às outras. Fomos distribuindo nossas oferendas as pouquinhos: um incenso aqui, uma vela ali… Lá pelas tantas uma senhorinha cutucou o Rodrigo e disse pra ele: Give your flower to Buda. Que querida, ela achou que a gente ia ficar com a flor! Sente o clima do lugar: Apesar de não ser um monte muito alto, se tem uma vista bem legal da cidade. As escadarias que chegam e que saem do topo são bem estreitas e pegamos uma boa fila para chegar e para sair, mas valeu a pena. Caminhamos um tempo procurando um lugar para almoçar, e paramos em um restaurante mais ajeitadinho (pro padrão dos últimos dias), mas com preços bem interessantes. O Rodrigo comeu um arroz acompanhado de porco e legumes, e eu comi uma sopa de coco típica deles, com pedaços de frango e muitos temperos, simplesmente MARAVILHOSA. Eu já tinha provado essa sopa em um restaurante de comida tailandesa antes de ir para lá, e não via a hora de comê-la lá na Tailândia mesmo. Me fartei, que delícia! Depois, fomos até o Museu Nacional de Bangkok, sem muita certeza se entraríamos ou não. Chegamos lá e era grátis! Aproveitamos para conhecer, tem algumas peças interessantes e beeem antigas. Valeu a visita. O final da tarde foi aproveitando um pouquinho a piscina do hotel e descansando um pouco. As noites de sono ainda estavam no ritmo de acordar às 2 da manhã com fome, depois às 5 da manhã cheia de energia e pronta para sair pra rua e explorar a cidade… Chegava no final da tarde eu estava moída. À noite fomos pra Khao San Road. Fechamos em uma das agências um transporte até o aeroporto (Suvarnabhumi) para o dia seguinte. Tomamos umas cervejas do 7eleven e depois fizemos uma massagem. Dessa vez optamos por uma massagem de corpo inteiro. Fui atendida por uma moça e o Rodrigo por um cara, os dois bem magrinhos e pequenininhos, mas quase nos partiram ao meio ãã2::'> . Trinta minutos de sofrimento, mas depois a sensação é boa. Fomos para a Rambuttri para jantar em uma barraquinha que tínhamos visto no dia anterior. Era um bar a céu aberto: diversas mesinhas e banquinhos amontoados na calçada, e um balcão com uns 12 tipos diferentes de comida, tudo com condições de higiene um pouco duvidosas . Perguntei quais eram as opções sem pimenta. Nem me lembro o que comi porque não foi muito marcante, nem bom nem ruim, mas certamente tinha muita pimenta ! #ficaadica: quem não come pimenta tem dificuldades para se alimentar ao ir para lá, pois o conceito deles a respeito de “não ter pimenta” é bem diferente do nosso! Gastos do dia (bahts): 103 compras (café, sanduíches, biscoitos, água) no 7eleven 20 entrada Wat Saket (cada) 100 almoço (cada prato) 130 transfer para o aeroporto (cada) 150 massagem (cada) 204 cervejas no 7eleven 110 janta na barraquinha (para ambos)
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