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alexandresfcpg

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alexandresfcpg venceu a última vez em Maio 26 2018

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Sobre alexandresfcpg

  • Data de Nascimento 30-05-1979

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    Funcionário público

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  1. DIA 28 - 14/11 - Bangcok Aproveitei nesse dia pra ir até a agência do hostel e fechar os passeios para o dia seguinte, minha idéia era fazer o check out no hostel, deixar minha mochila guardada lá, fazer os passeios e enrolar até o final da tarde para pegar o ônibus o ônibus para Ao Nang. Conversa vai, conversa vem, chora daqui, negocia de lá e no final fechei o tour para o mercado Flutuante de Damnoen Saduak junto com o tour do Mercado do Trem de Mae Klong, que saiu por 300 baths; e também já fechei o ônibus para Ao Nang, que saiu por 900 bahts, até achei mais barato, mas a vantagem é que vinham me buscar no hostel e a saída seria na avenida do Monumento da Democracia, enquanto muitos saíam de um terminal meio longe. Só que na hora que fechei o passeio do mercado flutuante, fiz algumas perguntas sobre como seria o passeio e recebi uma afirmação positiva sobre um detalhe que me causaria problema, mas isso relatarei mais adiante. Tinha deixado esse dia livre para visitar algo que me interessasse ou simplesmente para descansar um pouco, sai pela rua com calma e decidi visitar o Templo de Mármore (Wat Benchamabophit), é realmente muito bonito lá dentro, vale a pena conhecer Continuei a caminhar pela rua, passei em frente à sede do governo, mas não me aproximei muito até porque era uma área militar (a Tailândia atualmente é governada por militares depois de um golpe em 2014), depois encontrei um grande mercadão de rua lotado de gente, esse não era um lugar turístico, você via somente os locais. Ainda no caminho, vi um templo que pareceu interessante e entrei, era grátis mesmo, e acabou sendo uma grata surpresa. Descobri depois que o nome do templo era Wat Bowonniwetwiharn, fica próximo da Rambutri e da Khao San Road, ele é bem legal e ainda por cima descobri que foi nesse templo que o falecido rei Bhumibol foi ordenado monge e depois coroado rei, além de ser um dos locais que receberam as suas cinzas. Não costuma aparecer nos roteiros de Bangcok, mas recomendo a visita. Aproveitei e fui até a Khao San Road para trocar dinheiro e depois almocei em um restaurante na Rambutri, pedi um pad thai (que era bem picante por sinal) e uma coca, dei uma circulada por lá, comprei mais algumas coisas numa galeria bem simpática que tem por lá, e segui em direção ao templo do buda reclinado para pegar a balsa até o Templo do Amanhecer (Wat Arun). No caminho ainda passei por um grande parque onde estava tendo uma apresentação de uma espécie de bandinha de jovens, assisti um pouco e segui caminho para pegar o barco. A travessia é rápida, você já desembarca praticamente na entrada dele, por fora já dá pra ver bastante coisa, mas quis entrar pra subir nele e ver como era a vista, tem umas escadarias, mas só pode subir até o primeiro nível, o resto é bloqueado. Gostei bastante de lá. No final da tarde, resolvi voltar de ônibus pois havia andando bastante e estava cansado, deixei minha mochila pronta, sai para jantar no mesmo lugar que almocei e fiquei pela Rambutri curtindo um rockzinho que tocava pelos bares, tomei uma gelada pra relaxar e voltei cedo, precisava dormir legal, pois acordaria cedo pro passeio e no final do dia ainda faria um deslocamento noturno. Uma coisa que gostei é que o rapaz disse que poderia fazer o café da manhã mais cedo pra mim. Templo de mármore Templo de mármore Templo de mármore Templo de mármore Templo de mármore Templo de mármore Palácio do Governo Um mercado de rua qualquer Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn (ao centro, a imagem do rei Bhmubol ainda jovem) Wat Bowonniwetwiharn Wat Bowonniwetwiharn Khao San Road de dia, bem diferente, não? Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun Wat Arun GASTOS DO DIA Tour p/ mercados: THB 350,00 Ônubus p/ Ao Nang: THB 900,00 Água: THB 6,00 Sorvete: THB 15,00 Templo de mármore: THB 50,00 Câmbio: US$ 1,00 - THB 32,70 US$ 200,00 = THB 6540,00 Almoço: THB 50,00 Coca: THB 25,00 Lembranças: THB 180,00 Coca: THB 20,00 Barco: THB 8,00 (2 * THB 4,00) Templo Arun: THB 50,00 Ônibus: THB 9,00 Jantar: THB 50,00 Coca: THB 25,00 Cerveja: THB 56,00 Água: THB 20,00 TOTAL: THB 1814,00 Continua...
  2. DIA 27 - 13/11 - Bangcok / Ayyuthaya / Bangcok Levantei bem cedo pois o dia seria longo, iria fazer um bate-volta em Ayyuthaya. Antes de sair, renovei mais uma diária no hostel e parti para começar a viagem. Tinha estudado todo o trajeto: teria que pegar um ônibus (linha 47) próximo ao Monumento da Democracia até próximo da estação de metrô Sam Yan, pegar o metrô e andar uma estação até Hua Lamphong, descer e caminhar até a estação de trem que tem o mesmo nome (assim que sai do metrô já segue um caminho direto por dentro mesmo, sem precisar sair pra rua). Mais uma vez o 7-Eleven me salvou e trocou uma nota de 1000, que era minha filha única de mãe solteira, e fui para o ponto pegar o ônibus. O ônibus demorou um pouco pra passar, mas também não demorou muito até o metrô, e por consequência logo estava na estação de trem. Existem 3 classes de trem, comprei o da terceira que custava apenas 15 baths, a diferença pra segunda era enorme (algo em torno dos 300 baths) e como era uma viagem de umas 2h o desconforto não seria problema. Além disso, havia um trem que sairia em 5 minutos. Fui para a plataforma, tendo um pouco de dificuldade de saber onde era a correta, pois os trens são todos iguais e no bilhete eu não conseguia identificar o número dela, pedi ajuda a algumas pessoas até que encontrei o trem, por sorte ele atrasou um tanto e deu tempo. O vagão onde fiquei era naquele esquema de um banco de frente para o outro, o espaço era apertado, o banco era duro, seria bastante desconfortável caso a viagem fosse muito longa, como para Chiang Mai, por exemplo, e havia uma espécie de bagageiro para colocar as coisas acima. Sentei de frente a um casal de senhores, e logo que o trem partiu o senhor puxou assunto, perguntou de onde eu era e eu disse que do Brasil, mas ele entendeu Barcelona, daí expliquei que não e tal e a conversa se desenrolou, ele fez muitas peguntas do Brasil, mostrei no celular dele algumas fotos de lugares bonitos daqui, ele gostou muito, mas o curioso é que ele cismou com Barcelona, até desencanei hahahaha. Ele era do Vietnã mas morava na Tailândia, também estava indo para Ayyuthaya com a mulher, e durante a viagem ele me deu muito boas dicas do país, perguntei, por exemplo, o que ele recomendaria entre Krabi, Ao Nang ou Railay Beach, ele disse na lata que Ao Nang era a melhor opção, por questão de preço e de logística. Também me deu as dicas sobre aluguel de bike em Ayyuthaya, onde era melhor e tal e como fazia pra chegar no parque. Chegamos em Ayyuthaya umas 11h30, e ele me acompanhou até a saída da estação, me mostrando o local onde se alugavam as bikes, logo que você sai da estação, atravessa a rua e vai para a direita, tem uma rua onde tem bastante lugar pra alugar, eles só pedem o passaporte, tiram uma cópia e guardam com eles (quando você devolve a bike, eles te entregam a cópia), é bem fácil assim como foi em Sukhothai, custa 50 baths e pode devolver no final da tarde. Para chegar nas ruínas, você pega a bike e segue a avenida principal até chegar onde fica a ponte, mas o acesso a ela é bastante confuso, você precisa fazer uma rotatória meio doida para poder subir na ponte, e é uma bela subida, haja perna kkkk, daí basta seguir a avenida que vem depois (precisa ter cuidado, pois quando sai da ponte vai sair numa parte que junta o trânsito dela com o local e é bem perigoso para ciclistas, requer muita atenção, fora a questão da mão inglesa que embanana o cérebro). A rua que deve entrar é a do segundo semáforo (ou farol, sinal, sei lá como se chama na sua região) à direita, basta descer e logo você verá o parque. No guichê você compra o bilhete para cada lugar que você vai, diferente de Sukhothai, onde você compra um único ingresso e entra no parque. No final das contas, paguei apenas para visitar dois, os considerados principais, os demais apenas vi por fora, dava pra ver legal, e no final das contas era quase mais do mesmo. Fora que tem alguns que não precisa pagar, como o Wihan Phra Mongkhon Bophit e o que eu mais queria ver: o famoso Buda do Street Fighter. Para quem não sabe do que estou falando, Street Fighter é um famos jogo de lutas que tem personagens de alguns países, e existe um lutador tailandês chamado Sagat, e o cenário dele foi inspirado em um buda reclinado localizado em Ayyuthaya, pra quem quiser visitar procure no Maps por Wat Lokayasutharam. Devolvi a bike umas 15h30, estava cansado do sol, queria almoçar e não queria voltar muito tarde para Bangcok, acabei almoçando num restaurante na rua onde aluguei a bike, pedi um fried rice chicken com curry verde, tava gostoso mas era bem apimentado, tanto que pedi até outra coca pra acompanhar. Fui á estação e descobri que só haveria trem classe 3 às 18h48, e ainda eram 16h20. Até tinha um de segunda classe que sairia antes (umas 17h e pouco), mas pela diferença de preço preferi enrolar mais um pouco e esperar o de terceira mesmo, comprei o tíquete e fui dar mais uma caminhada pelas redondezas, e como estava muito calor entrei num 7-Eleven para comprar algo para beber. Vi uma maquininha com um negócio que parecia uma raspadinha, estava escrito que era de melancia (obviamente só identifiquei o sabor pela figura), mas o negócio tinha um gosto estranho pra cacete, não era ruim, mas também não era bom. Retornei pra estação e fiquei na plataforma sentado usando o WiFi (que era liberado e até bom) e aconteceu algo que até então eu ainda não tinha visto na Tailândia: a tal música do rei. Explicando: todos os dias, às 18h, tem uns alto falantes espalhados pela cidade que executam o hino real, e a população para o que está fazendo para escutar respeitosamente, para ver como é o respeito e a admiração que eles têm pelo rei. E às 18h em ponto começou a tocar a tal música, quem estava sentado se levantou e ficou um silêncio no lugar. O trem chegou no horário, e assim como na ida ele fez várias paradas no caminho, inclusive, pra quem interessar, ele para perto do aeroporto de Dom Mueang, que é o aeroporto de vôos domésticos de Bangcok. Chegamos na estação Hua Lamphong umas 21h30, de lá sai pra rua e fiquei procurando onde era o local que passava o tal ônibus que voltava pro hostel (se não me engano era 29) e quase me perdi, fiquei um bom tempo procurando qual era a rua certa que ele entrava, até que vi ele passando meio ao longe, dei um sinal achando que não ia parar mas ele parou para mim. Estação de trem de Bangcok Estação de trem de Bangcok Estação de trem de Ayyuthaya Buda do Street Fighter Uma rotatória qualquer da cidade GASTOS DO DIA Hostel (+1 diária): THB 120,00 Ônibus: THB 6,50 Metrô: THB 16,00 Trem: THB 30,00 (2 * THB 15,00) Bike: THB 50,00 Entradas: THB 200,00 (2 * THB 100,00) Smoothie: THB 40,00 Almoço: THB 50,00 Coca: THB 30,00 (2 * THB 15,00) Bebida 7-Eleven: THB 19,00 Ônibus: THB 6,50 Jantar: THB 50,00 Coca: THB 17,00 TOTAL: THB 635,00 Continua...
  3. Acredito que sim, quando fui tive um pouco mais de tempo, fiz por conta própria (trem do aeroporto pra cidade, metrô e trem para Badaling, a única das entradas com acesso por transporte público), e deu tempo, só que foi hiper corrido. Acredito que de carro seja mais rápido, só que precisa saber a respeito do trânsito, se é complicado ou não, o horário que o cara vai te buscar no aeroporto, porque a muralha é muito grande e leva muitas horas pera conhecer, eu por exemplo fiquei umas 2h30 e nem andei muito.
  4. DIA 26 - 12/11 - Bangcok Nesse dia resolvi conhecer talvez o maior cartão postal de Bangcok: o Grand Palace. Vi, como sempre, que dava pra ir a pé e fui, deu pouco mais de 2km. No caminho, avistei o que parecia um templo branco e entrei para ver, era o Bangcok City Pillar, outro lugar que não estava no roteiro e me surpreendeu muito, é um complexo que tem um templo e nesse fica uma espécie de pilar (que dá nome ao lugar) e alguns pavilhões, num deles tava rolando uma apresentação meio que folclórica deles, foi bem legal. Chegando no Grand Palace, avistei uma enorme fila pra entrar, mas no final foi até rápido, e lá dentro você antes de entrar precisa entrar num sala onde deve colocar uma calça, eu tinha uma na mochila, mas caso não tenha eles arrumam lá (não lembro se é cobrado ou não), e só depois você entrar no complexo. Não posso negar, o lugar é fantástico, foi o rolê mais caro da viagem (500 baths, uns 57 reais), mas compensa, só que tem um problema: é absurdamente lotado de gente, é difícil se locomover, tirar uma foto, entrar nos lugares, foi bem estressante. Fora que, uma coisa que não curto muito, é essa história de certos lugares não poder fotografar, como no Templo do Buda de Esmeralda (Wat Phra Kaew) que, sinceramente, nem é tudo isso. É uma estátua de buda que fica bem no alto e é bem pequena e seus olhos são duas esmeraldas, é bonita, mas nada de absurdo. O lugar é bem grande e tem vários santuários para se visitar, e depois você sai por uma porta (e depois não pode voltar mais) e vai até a atração principal: o tal do palácio real, que na verdade não era mais, mas foi por muito tempo a residência dos reis de lá. De lá você já sai pra rua e acaba o rolê. Valeu a pena? Até valeu, mas fiz rolês bem melhores que esse. Ah, e tem um detalhe: quando você compra o tíquete, eles dão dois bilhetes, e só um fica na entrada, o outro fica contigo, mas como é igualzinho desconfio que na verdade você pode entrar duas vezes lá, não pesquisei a respeito e também pra mim uma vez já foi o suficiente. De lá almocei num Subway que ficava bem na frente e depois segui para o Templo do Buda Reclinado (Wat Pho), é bem próximo ao Grand Palace. O lugar também é bem grande, mas não estava tão lotado e eu acabei gostando muito mais desse lugar. A atração principal é, claro, a enorme estátua do buda deitado, ela é imensa. Outra coisa que gostei é que o ingresso dá direito a uma garrafa de água, você pega numa espécie de quiosque lá dentro do complexo. Saindo de lá, fui até a rua de trás do templo para pegar a balsa e passear pelo rio Chao Phraya e descer num lugar chamado Asiatique, é uma espécie de pier onde tem muitos barzinhos, um bom calçadão pra caminhar e ver o pôr do sol. Só que chegando no píer onde pega o barco ele só ia até o Templo do Amanhecer (Wat Arun) que fica do outro lado do rio, tem a opção do tour turístico que custava 1000 baths. Já estava puto quando descobri que na verdade o barco do passeio saia de trás do Grand Palace, e lá fui eu, e de fato, lá era de onde saiam os barcos. São 4 tipos: o laranja, que custava 15 baths; o amarelo, que custava 20 baths; o verde, que custava 30 bahts; e o azul, que era o turístico e custava 50 baths. Na prática eram todos a mesma coisa, o que diferenciava era uma bandeira com a cor na parte de trás, e os horários que eles faziam, o azul ficava até mais tarde. Esses barcos param em vários píers ao longo do rio e o "ponto final" é em Taksin, que fica ao lado de uma estação de BTS com o mesmo nome, e de lá você um barco Shuttle (custo 0800) até Asiatique. Comprei, obviamente, o laranja, e esperei, mas pensa numa desorganização, a fila mó bagunçada, uns caras falando num megafone algo incompreensível, e conforme os barcos chegavam o povo embarcava, o laranja demorou bastante pra vir. O passeio é bem legal, a vista do rio é bacana, você vê a região mais desenvolvida de Bangcok, um prédios enormes. Descemos no pier final e esperamos o Shuttle, demorou um pouquinho mas logo embarquei e rapidinho ele chegou em Asiatique. O lugar é bem bonito mesmo, tem bares, restaurantes, fast foods, uma grande galeria de compras (aproveitei e comprei uns presentes), estava lotado de gente, é o local onde os tailandeses fazem seu "happy hour". Fiquei um bom tempo lá, vi o pôr do sol e decidi voltar cedo para pegar o último barco laranja (era ás 19h), desci no píer próximo à Kaoh San Road, jantei por ali mesmo e voltei pro hostel, estava cansado e com algumas assaduras por conta do calor. Bangkoc City Pillar Bangkoc City Pillar Bangkoc City Pillar Bangkoc City Pillar Bangkoc City Pillar Bangkoc City Pillar Bangkoc City Pillar Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace (Templo do Buda de Esmeralda) Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace Grand Palace (O famoso palácio real) Grand Palace (O famoso palácio real) Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Wat Pho Píer onde pega o barco Barco laranja Rio Chao Phraya Rio Chao Phraya Rio Chao Phraya Fila para o barco shuttle Rio Chao Phraya Rio Chao Phraya Asiatique Asiatique (horários do barcos) Asiatique Asiatique Asiatique Asiatique Asiatique Asiatique Asiatique Asiatique GASTOS DO DIA Grand Palace: THB 500,00 Almoço (Subway): THB 188,00 (combo) Buda reclinado: THB 100,00 Cartões postais: THB 20,00 Limonada: THB 50,00 Pepsi: THB 16,00 Barco: THB 30,00 (2 * THB 15,00) Canecas: THB 300,00 (3 * THB 100,00) Jantar: THB 50,00 Água: THB 13,00 Sorvete: THB 30,00 TOTAL: THB 1297,00 Continua...
  5. DIA 25 - 11/11 - Bangcok Acordei até que cedo, tomei o café da manhã que serviam lá, que consistia em café, um suco de laranja feito na hora, duas torradas, geléia, manteiga e uma banana; e depois parti pra conhecer o mercado. O sistema de ônibus de Bangcoc é bastante confuso, mas baixei os mapas off line das linhas e estudei bastante, e com o tempo acabei pegando a manha de usar. Segui em direção ao Democracy Monument e lá peguei o ônibus 44 (segundo mapa era o que ia pra lá), era um ônibus bem melhor que o peguei no dia anterior, que era bem velho. Esse tinha até ar condicionado, e era um pouco mais caro ("ridículos" 15 baths, o que dava mais ou menos 1,70 real). Como cheguei cedo, o lugar ainda não estava lotado, o que faz muita diferença.Pensem num labirinto, o lugar é enorme, não por acaso é considerado o maior mercado do gênero do mundo, e fica a dica: se achar algo que quer com um preço ótimo, compre na hora, porque se resolver andar mais um pouco pra voltar depois dificilmente achara a loja de novo (aconteceu isso comigo). Ali você vai encontrar de tudo: lembranças, decoração, comida, vestuário, ferramentas, itens de coleção, enfim, tudo mesmo que imaginarem, e digo mais, é o lugar mais barato para comprar lembrancinhas e roupas que achei em Bangcok, é parada obrigatória na cidade. Por volta da hora do almoço o lugar começa a lotar de uma forma que fica quase intransitável, por isso é bom chegar cedo. Comprei bastante coisas lá, inclusive uma coisa que queria muito um chapéu daqueles estilo vietcong, custou 100 baths, na Khao San Road vi por 150 e no mercado flutuante não lembro o valor mas era mais caro. Fiquei mais ou menos umas 3h lá, inclusive almocei lá. Depois peguei outro ônibus até o também famoso MBK Center, uma espécie de shopping que dizem ter de tudo e ser o paraíso dos eletrônicos, não que eu quisesse comprar algo, era mais pra conhecer mesmo. Ah, já fui num ônibus velho igual ao do sábado (linha 29). É um shopping com 4 ou 5 pisos, não lembro bem, e realmente tem bastante coisas, não só eletrônicos, mas também roupas, lembranças. Mas claro que os eletrônicos são o carro chefe do lugar. Andei bastante pelo lugar e depois decidi conhecer um lugar que a princípio não estava no roteiro mas chegando em Bangcok eu ouvi falar bem dele: o Templo Dourado (Wat Saket). Como vi pelo Maps que não era tão longe, eu decidi ir a pé, Caminhei um bocado até chegar próximo, ele fica numa espécie de morro, a bilheteria fica lá embaixo, você compra a entrada e sobe uma escadaria, é uma boa subida mas nada de muito pesado. Do alto você tem uma vista privilegiada da cidade, vale muito a pena, e ainda pude ver um belo pôr do sol. Assim que anoiteceu, voltei para o hostel (caminhei mais um bom bocado), e mais tarde fui para a Kaoh San Road tentar achar alguma agência para fechar algum passeio (pensava no mercado flutuante e talvez no mercado do trem) e também achar ônibus para Ao Nang. Entrei em umas duas, uma delas me interessou bastante os valores (não lembro agora de cabeça e nem anotei), mas quando retornei ao hostel lembrei que havia uma agência anexa a ele e pensei em depois ver quanto sairia com eles (eles já estavam fechados). No meu quarto ainda conheci uma mineira que estava viajando sozinha pelo Sudeste Asiático e ficaria uns 2 dias em Bangcok. Em todos os pontos de ônibus está escrito quais linhas passam lá e seus trajetos Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak Mercado Chatuchak MBK Center MBK Center MBK Center MBK Center MBK Center MBK Center MBK Center MBK Center MBK Center Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado Templo Dourado GASTOS DO DIA Ônibus: THB 15,00 Chapéu: THB 100,00 Flâmula: THB 120,00 Imã e chaveiro: THB 200,00 Camisa: THB 130,00 Almoço: THB 50,00 Coca: THB 20,00 Ônibus: THB 6,50 Waffle: THB 20,00 Coca: THB 20,00 Templo: THB 50,00 Jantar: THB 50,00 Coca: THB 17,00 Smoothie: THB 40,00 TOTAL: THB 838,50 Continua...
  6. DIA 24 - 10/11 - Sukhothai / Bangcok Acordei 6h30, tomei café com as coisas que comprei no dia anterior, me arrumei com calma e uns 15 minutos antes do horário do ônibus sai em direção à rodoviária, afinal, bastava atravessar a rua. Às 8h05 o ônibus partiu, seria uma longa viagem, mas pelo menos era um ônibus confortável, com ar e serviram uma garrafa de água, um suquinho de caixinha e um kit com café solúvel, um creme para colocar no café, um copo, açúcar e um bolinho estilo aqueles Bebezinhos (nem sei se existe isso ainda, mas já acusei a idade). Após algumas paradas no caminho, cheguei por volta das 16h no Terminal Mo Chit, na parte norte da cidade. Era um terminal bem precário e aparentemente desorganizado, mas achei que fosse perto da estação de BTS (o metrô deles) que também chamava Mo Chit, mas na verdade tinha que dar a volta num enorme parque onde ficava o gigantesco Mercado Chatuchak (falarei deles depois), andei que nem um corno velho. Finalmente achei a estação, tinha que subir uma escadaria até lá e pensei que tudo estava resolvido. Só que não! Comprei o token (um tipo de moedinha de plástico) e entrei no vagão sem entender muito se estava no lugar certo (ninguém me entendia quando perguntava), mas no final estava sim e desci, conforme orientado pelo hostel no e-mail, na estação Victory Monument. Aí veio o perrengue. Passei a catraca e perguntei a uma fiscal do metrô como eu pegava o ônibus 12 (linha que me mandaram pegar no e-mail e que passava próximo ao hostel), ela disse que era do outro lado e mandou eu retornar pela catraca mesmo, só que quando cheguei do outro lado precisava passar por uma catraca e eu já havia usado o token (assim como na Malásia, você paga conforme o trecho percorrido e o token fica na estação final), retornei e falei com a mesma fiscal, mesmo ela não me entendendo muito bem me ajudou. Ela me levou até o guichê que vendia tíquete e chamou uma moça, eu, com meu "belo" inglês (não que fizesse diferença, porque percebi que elas não falavam nada de inglês) expliquei, mostrei até o e-mail pelo celular, elas se olharam, pensaram e apontaram juntas para uma direção, daí ela me acompanhou até a catraca, liberando pra mim e eu segui achando que finalmente deu certo. Calma filhão, quem manda comemorar antes? Quando chego no final, a passarela bifurcou e avistei o tal monumento, era uma praça enorme e uma passarela seguia para um lado e a outra para outro, e tinha uma amontoado de gente e de ônibus lá, tive que escolher qual o caminho seguir, se errasse tinha que voltar tudo de novo. Fui olhando nos pontos e avistei o número 12 em um deles, era ali. Mais ou menos, porque na verdade eles param onde dá, fazem até fila dupla, e o povo corre pela rua pra pegar. Ah Bangcok, sua louca! De repente, do nada, vejo o 12 passando e parando em fila tripla, praticamente no meio da rua, corri feito um imbecil mas consegui pegar, daí entro no busão e pergunto pro cobrador se passava pelo templo Wat Tri Thotsathep (ponto de referência que me passaram no e-mail), mas ele não conhecia. Foi então que uma mocinha me perguntou, em um ótimo inglês, para onde eu queria ir e quando respondi ela me disse que passava perto e até onde deveria descer. Lá pelas 17h cheguei ao hostel, bastante cansado mas aliviado e feliz por conseguir me virar, fui para o quarto, tomei banho e descansei um pouco, aproveitando o ar condicionado. À noite, decidi conhecer a famosa Khao San Road, que era próximo de lá, e no caminho decidi jantar num carrinho que tinha próximo do hostel, tinha umas mesinhas e tudo e pedi um Fried Rice com camarão. O prato era bonito e vinha um baita camarão, pensei que tinha me dado bem, maaaaaaassss... Após começar a comer e mandar uns dois camarões pra dentro, achei o gosto meio estranho e fui olhar (estava com tanta fome que comi sem olhar mesmo) notei que os camarões estavam inteiros, ou seja, com tudo: cabeça, merda, rabo, tudo. Percebi que as pessoas em volta que estavam comendo é que tiravam as coisas no prato, e eu comendo tudo aquilo. Confesso que me preparei psicologicamente para uma noite de rei (mas até que não me deu nenhum revertério). DICA: quando pedir um prato com camarão na Tailândia, olhe antes, tem lugares que servem limpo, mas tem lugares que não. Dei uma passeada pela Khao San Road, uma rua onde você encontra de tudo: balada, barzinhos, comida de rua, lojinhas de lembranças, agências de passeios, 7- Eleven (são 4 ao todo) e as famosas lady-boys, fora o povo que fica te aporrinhando pra entrar nos bares deles. Paralela a ela tem uma outra rua chamada Rambutri, que também é bastante agitada mas tem uma pegada mais "de boa", tem muitos barzinhos tocando rock, uma galera fazendo algum tipo de apresentação de rua. Como estava bastante cansado da viagem, voltei cedo pro hostel, até porque no dia seguinte não acordaria tarde pois queria conhecer o famoso Mercado Chatuchak, conhecido como Weekend market, pois só abre finais de semana, e seria domingo já. Faça seu pedido... Monumento da Democracia Khao San Road Khao San Road Rambutri Rambutri Rambutri Khao San Road Khao San Road Khao San Road Khao San Road GASTOS DO DIA BST: THB 33,00 Ônibus: THB 9,00 Hostel: THB 480,00 (4 diárias) Cerveja: THB 39,00 Jantar: THB 50,00 Bandeirinhas p/ mochila: THB 90,00 (3 * 30,00) Espetinho: THB 20,00 TOTAL: THB 721,00 Continua...
  7. DIA 23 - 09/11 - Sukhothai Pedi o café da manhã deles, vinha 2 torradas, um suco de laranja doce que só a desgraça, mamão, melão e manga, que apesar de ser uma fruta que não sou muito fã, gostei, porque era bem azedinha, diferente da nossa que é muito doce pro meu gosto. Achei um pouco fraco pelo preço (100 baths), e era o mais barato, já comi muito melhor gastando menos na Tailândia, mas ok. Próximo passo seria alugar uma bike para ir ao sítio arqueológico da cidade, ele fica na parte velha de Sukhothai, pra chegar lá, saindo ao New Sukhothai, onde eu estava, tem que pegar uma estrada e percorrer uns 15 Km, não é muita coisa, ou você aluga uma bike ou pega o transporte público. No hostel alugava, mas acho que a comunicação não foi muito boa entre eu e o cara da recepção, porque pelo que entendi ele queria 60 baths POR HORA, e pelo que pesquisei era absurdamente caro, pois lá próximo ao parque tem lugares para alugar e não passaria de 50 baths O DIA TODO. Agradeci e sai caminhando, o problema é que apesar que estar de frente pro terminal, eu estava longe de tudo e pra chegar na cidade mesmo, tipo na avenida principal, onde passa o transporte, eu tive que andar por uma outra estrada, percorri, segundo o Google Maps, 2.5 km até o ponto onde pegava o ônibus, ele fica em frente a um 7-Eleven (sim, tem desse mercadinho lá mais que bar e igreja evangélica juntos aqui), na verdade é uma caminhonete bem velha e os passageiros vão atrás, custa 30 bahts e ele te deixa na porta do parque (é o ponto final dele). Assim que chega você já avista os lugares que alugam bike, custava apenas 30 baths e tem que devolver até às 17h, muito fácil alugar, e eles ainda te fornecem a corrente e o cadeado. Para entrar no parque, você compra a entrada e tem que pagar uma taxa para entrar com a bike, e começa a percorrer o circuito das ruínas, tem bastante coisa pra ver lá dentro, e em todas as ruínas tem placas em inglês e tailandês com as explicações, o lugar é bem estruturado. Em determinado momento, chegou a pingar um pouco, mas ficou só na ameaça da chuva, durante todo o rolê fez um calor da peste. Além dos lugares que ficam no parque, dá pra sair (óbvio que depois não pode voltar) e visitar outros templos que ficam espalhado por lá, mas sinceramente não vi nada muito legal por fora. Aliás, pra resumir a experiência, de todos os templos que vi, só um era muito bem conservado, mas vale a pena conhecer o lugar, não por acaso é tombado pela UNESCO. Aproveitei e dei uma pedalada pela cidade, que não tem nada demais, e como estava ameaçando um toró, devolvi a bike umas 15h e fui almoçar, comi um noodle de vegetais muito gostoso, peguei o transporte na frente da entrada do parque e voltei pro hostel. No caminho, o bagulho lotou demais, encheu de crianças saindo da escola e até de monges, e eu estava sentado bem pra dentro, pra descer foi sofrido. No caminho pela estrada, acabei achando um RG de uma menina local, parecia um cartão de crédito, era bem bonito. Deixei na recepção do hostel, mas depois achei a menina no Facebook e avisei ela, que foi buscar no dia seguinte (eu já havia partido). No meu quarto, o suíço havia vazado e fiquei conversando com um português que estava no seu lugar, e à noite quando fui sair pra jantar tive uma infeliz surpresa: os restaurantes que ficavam na rua fechavam muito cedo e tive que caçar lugar pra comer. Fui até a cidade, mas estava bem deserta, e na estrada que dava acesso a ela, vi apenas dois restaurantes com buffet, um era bem caro pros padrões tailandeses (239 baths), e o outro custava 99 baths, era de frutos do mar, mas quando olhei para as bandejas, confesso que achei meio bizarro o rango, e olha que não sou nojento pra comer. A solução foi ir até o 7-eleven "perto" do hostel e comprar algumas coisas, e ainda tive que trocar uma nota de 1000, achei que teria problema mas trocaram de boa (gastei só 151). Terminei a noite mandando uma Chang gelada e vendo o "sensacionante" campeonato tailândes que passava na TV, não sei quem estava jogando, mas o time de azul ganhou de 7x0 do de vermelho. E antes de dormir aproveitei pra fechar um hostel em Bangcok e pedir informações pra eles de como ir do terminal até o hostel, já que pelo mapa vi que o metrô não passava perto. Essa informação me salvaria no dia seguinte... Entrada do parque VID_20181109_133359.mp4 VID_20181109_133359.mp4 Um rolê de bike pelo parque A bike que eu aluguei Esse é o glorioso transporte público de Sukhothai O RG que achei Tailandesão 2018 GASTOS DO DIA Café da manhã: THB 100,00 Ônibus: THB 60,00 (2 * THB 30,00) Aluguel de bike: THB 30,00 Entrada: THB 100,00 + THB 10,00 pela bike Almoço: THB 40,00 Suco: THB 50,00 Cartões postais: THB 20,00 Imã: THB 30,00 7- Eleven: THB 151,00 Cerveja: THB 37,00 TOTAL: THB 628,00 Continua...
  8. Salve galera, desculpem meu sumiço, mas andei numa correria e não tive tempo de escrever mais, vou tentar dar uma acelerada pra concluir logo o relato: DIA 22 - 08/11 - Chiang Mai / Sukhothai Acordei umas 6h30 pra me arrumar com calma, me despedi do Peter e sua mulher, que me desejaram boa sorte na viagem, fui no Tesco rapidão comprar algo para comer e fui para o ponto esperar o ônibus, o horário seria às 8h mas ele atrasou 20 minutos, mas isso não me atrapalhou, pois era muito cedo e o trânsito estava de boa, cheguei no terminal em uns 20 minutos. Achei que teria problemas, pois percebi que minha passagem molhou um pouco com meu suor, mas eles não se importaram e umas 9h50 o ônibus partiu rumo a Sukhothai. A viagem foi tranquila, o ônibus era bom e confortável, rolaram várias paradas no caminho, e por volta de umas 16h cheguei no terminal de Sukhothai. O hostel que escolhi ficava exatamente na frente do terminal, bastava atravessar a rua e pronto, fiz o check in, ganhei uma garrafa de água e fui para o quarto, e lá conheci um suíço que falava espanhol, ficamos conversando bastante, depois voltei ao terminal e aproveitei, pois sabia que só ficaria 2 dias por lá, para já comprar a passagem pra Bangcok, havia duas empresas que faziam, a própria Wintour e uma outra, os preços eram os mesmos, a diferença é que uma tinha a primeira saída às 7h50 e a outra às 8h. Ah, o terminal tem Sukhothai tem wifi aberto e com um sinal de fazer inveja. Aproveitei e parei pra comer em um restaurante bem simples que ficava na rua do hostel sentido quem vai para a estrada, achei bem fraco o rango e depois, mais tarde, tive que ir num 7-Eleven para comprar algo pra complementar, era mais ou menos uma boa caminhada, mas uma tia do hostel me emprestou uma das bikes que eles alugavam para eu ira lá. Fiquei jogando dardos com o suíço no terraço, depois sentei um pouco nas mesinhas que ficavam na parte externa, pois o Wi-fi no quarto era horrível, o problema é que ficar lá fora tava complicado porque tinha muito pernilongo por lá. Terminal de Chiang Mai Esse era o busão da viagem Esse é o guichê da empresa que faz o trajeto. Cuidado! Elefantes na pista! Além das fotos do rei, as da rainha também são bem comuns de se ver. E o respeito é o mesmo. Terminal de Sukhothai Horários do ônibus para Bangkoc GASTOS DO DIA Café da manhã (Tesco): THB 50,00 (2 sanduíches, 1 coca e 1 bolacha) Ônibus p/ terminal: THB 20,00 Hostel: THB 240,00 (cartão) Passagem p/ Bangcok: THB 310,00 Jantar: THB 40,00 Coca: THB 15,00 Sanduíche (7-Eleven): THB 20,00 Salgadinho (7-Eleven): THB 30,00 Coca no hostel: THB 15,00 TOTAL = THB 500,00 Continua...
  9. Pegando o gancho do tópico, qual a média de preços dos tours de Marraquexe para o Saara? E é possível seguir de Merzouga para Fez com o próprio tour ou tem que fazer por conta?
  10. Olá Kelly! Quanto custou o tour para Abu Simbel? Você disse que o visto é pego em bancos no aeroporto, é fácil identificar (tem placas sinalizando)? Sobre o tour das pirâmides, é viável fazer tudo no mesmo dia (Gizé, Saqqara e Memphis), ou fica muito corrido? E quanto custou esse tour?
  11. DIA 21 - 07/11 - Chiang Mai A exemplo do último dia em Pai, aquele também era um dia vazio, pra dar uma quebrada na viagem, pois dali pra frente teria bastante coisa pra ver e visitar pela Tailândia, acordei bem tarde e caminhei sem muito rumo pela cidade murada, visitei mais alguns templo e depois aproveitei e resolvi trocar mais um pouco de dinheiro, andei bastante e fui em várias casas, acabei trocando em uma rede chamada Super Rich, essa empresa existe em toda a Tailândia e tem até app, onde você pode ver os valores (só aparecem as casas de câmbio de Bangkoc), em CM tem duas casas dela. Visitei também alguns templos interessantes que não estavam no meu roteiro. Uma coisa que me incomodou um pouco foi o assédio das massageadoras, ok, eu sei que isso é normal, já estou acostumado com assédio em outros países, mas lá tem mais casas de massagem do que bar e igreja evangélica juntos aqui, sério, tem muito, cada rua que tu entra tem pelo menos uma, e as moças (em muitas tem uns travecão também) ficam na calçada gritando "massas, massaaaaaassss". Até aí beleza, é só ignorar, mas o problema é que muitas vezes elas literalmente te seguram pelo braço e quase te arrastam, e isso já acho que ultrapassa um pouco o limite. Nesse dia, resolvi matar a saudades de uma besteria e comi num Pizza Hut próximo do meu hostel, pedi uma pizza que vinha bacon, queijo e...abacaxi. Nunca fui muito fã dessas combinações agridoces, mas confesso que curti pra caramba a pizza. Com a tarde livre, voltei pro hostel e fui pesquisar como faria pra ir ao Terminal Arcade, de onde sairia meu ônibus para Sukhothai, teria que sair cedo e o terminal é bem longe, baixei até um app do sistema de transporte da cidade, e descobri que há uma linha de ônibus circular que passava ali na frente do hostel iria pra lá, é a linha Green, tinha até os horários dele. Aproveitei pra lavar minha roupa toda e até minha doleira, que cheirava a macaco morto; descansei bastante, e de noite o padrão: jantar no restaurante de sempre e ir ao Night Markt, mas dessa vez contornei desde o Night Food Market até lá, seguindo pela parte sul da cidade, vi algumas coisas "estranhas" por lá kkkk. Tomei apenas uma cerveja por lá, vi algumas coisas, "roubei"o Wi-Fi de um supermercado e voltei cedo pra descansar bem, porque acordaria cedo no outro dia. Wat Dokkham Wat Dokkham Wat Mahawan Wat Mahawan Wat Mahawan Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Wat Buppharam Chiangmai Samakkee Charity Foundation Chiangmai Samakkee Charity Foundation Chiangmai Samakkee Charity Foundation Chiangmai Samakkee Charity Foundation Chiangmai Samakkee Charity Foundation Chiangmai Samakkee Charity Foundation Wat Phan On Wat Phan On Wat Phan On Não lembro o nome, tirei essas foto de noite, ficava de frente pro restaurante que eu comia GASTOS DO DIA Almoço (Pizza Hut): THB 199,00 Pepsi (Pizza Hut): THB 49,00 Smoothie de côco: THB 30,00 Câmbio : US$ 1,00 = THB 32,82 US$ 200,00 = THB 6564,00 Jantar: THB 35,00 Côco: THB 30,00 Cartões portais: THB 40,00 Salgadinho: THB 20,00 Cerveja: THB 40,00 TOTAL = THB 443,00 Continua...
  12. DIA 20 - 06/11 - Pai / Chiang Mai Acordei bem cedo, terminei de guardar algumas coisas e tomei o café da manhã com calma, queria sair bem cedo pra aproveitar que ainda estaria friozinho, pois caminhar sob sol forte na estrada com duas mochilas seria osso. O ônibus sairia às 9h, sai do hostel umas 8h15 e fui com calma, lá chegando percebi que na verdade são vans, são várias, a minha estava no meio, e quando entrei descobri que o lugar marcado na passagem é respeitado (coisa rara por lá) e meu lugar era justamente na porta, o lugar mais chato da van. Ao contrário da ida, o caminho de volta foi menos sofrido, não sei se é pelo fato de ser descida, mas as curvas não deixavam tão tonto, e fora que agora elas são no começo, depois o caminho fica bom. A van fez uma parada no caminho, teve gente que aproveitou e comeu, eu estava de boa, e quando voltamos pra van, pedi pra ligarem o ar condicionado (o controle estava na frente, perto do motorista), pois já estava aquele calor tradicional de lá. Quando cheguei no terminal de Chiang Mai, aproveitei e já comprei a passagem de ônibus para Sukhothai, só há uma empresa que faz esse trajeto, é a Win Tour (fácil de identificar, é o guichê roxo), estava mais barato que o valor que havia pesquisado antes da viagem. Na saída, existem vários táxis vermelhos, que eles chamam de songthaew, são pequenas caminhonetes para transporte coletivo, perguntei o valor, ele disse que custa 30 baths mas tem que esperar encher, caso eu quisesse ir sozinho custaria 150 baths. Não demorou muito e já encheu, no caminho fui conversando com um argentino e logo chegamos à cidade murada, ele para em frente ao Tha Pae Gate, e de lá tem que seguir caminhando, com as mochilas e o calor, parece que andei o percurso de uma maratona. Quando entrei na rua do hostel, o Peter estava sentado na entrada e quando me viu já foi entrando para pegar a papelada do check in e abriu a porta para mim dizendo: "Welcome back!". Fiquei no mesmo quarto, só que em outra cama e em cima. Sai pra andar, almocei, dei uma pesquisada como andava o câmbio por lá e voltei pra descansar um pouco e fugir do calor. Um dos motivos de eu voltar à Chiang Mai, além da logística de ir de lá a Sukhothai, era assistir uma noite de muay thai. Em toda a Tailândia é fácil ir a algum ginásio ou estádio, mas em Chiang Mai tem (segundo pesquisei) as melhores lutas e é mais barato. Em CM tem três locais: O Chiang Mai Boxing Stadium (umas quadras ao norte do meu hostel), o Thapae Boxing Stadium (próximo Thapae Gate) e outro que não me recordo, mas acho que era na região do Night Food Market. Segundo apurei, o melhor era o primeiro, e como vi que no hostel tinha um papel dizendo que dava pra comprar entradas ali, depois de jantar, eu voltei e eu aguardei na recepção eles retornarem da janta pra saber como agendava. O Peter, como sempre, pegou seu celular, falou com alguém e perguntou se eu queria ir naquela noite, o que me surpreendeu, pois já eram umas 8h15 e achei que não daria tempo, ia agendar pro dia seguinte. Confirmei, ele disse que às 8h30 me buscariam, paguei 500 baths (na média, eu via por 600) já com transporte ida e volta incluso. Foi o tempo de subir até o quarto, trocar de roupa e descer, e logo chegou, era um tuk tuk, seria meu primeiro rolê (e no final das contas único) nesse tipo de transporte. Ele só pegou mais uma moça num hostel quase em frente e seguimos, não era muito longe e a viagem foi até tranquila, ao contrário do que sempre li sobre a "emoção" do rolê. Chegamos rápido, por fora parece um grande circo, tem uma estrutura boa, ao lado, tem um barzinho temático de rock, do outro lado da rua tem um restaurante e uma casa noturna. Como estava muito cedo, sentei numa mesinha e fiquei bebendo uma cerveja, depois peguei o ingresso que o Peter me deu, apresentei, o cara carimbou e eu entrei, o lugar era grande, e tinha ar condicionado e até Wi-Fi liberado, e com ótimo sinal, fiz até live no lugar kkkk. Foram ao todo 6 lutas, uma feminina, uma com crianças e as outras eram jovens, durante as lutas tem vendedores de cerveja e pipoca, e uns caras ficam procurando gente para apostar, mostrando cédula de dinheiro e apontando pra gente. Aliás, durante as lutas é muito engraçado, fica uns caras do lado do ringue gritando o tempo inteiro, rola muito dinheiro ali. A noitada acabou umas 23h30, sai e fui esperar no estacionamento o cara do tuk-tuk, era combinado voltar com ele, mas ele não estava lá. Fiquei um tempo olhando, via todo mundo pegando seus transportes e indo embora, e nada do cara aparecer, comecei a achar que eu teria que ir a pé, daria, mas era uma boa caminhada. De repente um cara me abordou me chamando pra um táxi vermelho, falei que estava esperando um transporte já, ele me perguntou qual era meu hostel e quando eu disse o nome ele falou que era pra eu ir com ele, aquele táxi iria para aquela região. Fiquei cabreiro achando que na hora de descer ele fosse me cobrar, mas ele disse que não, era o transporte mesmo. Subi e estava cheio, e realmente ele me deixou na esquina do hostel. Café da manhã do hostel de Pai Crianças muçulmanas em Pai VID_20181106_200620.mp4 VID_20181106_230641.mp4 GASTOS DO DIA Café da manhã: THB 70,00 Taxi vermelho: THB 30,00 Ônibus p/ Sukhothai: THB 195,00 Hostel: THB 260,00 (THB 100 de depósito, devolvido no check out) Almoço: THB 30,00 Jantar: THB 35,00 Sorvete: THB 20,00 Muay Thai: THB 500,00 Cerveja: THB 70,00 Pipoca: THB 60,00 TOTAL = THB 1270,00 Continua...
  13. DIA 19 - 05/11 - Pai Propositalmente deixei este dia como uma janela no roteiro, aquele dia pra não se preocupar com tour, correria, nada, era um dia pra ficar de boa, relaxar. Acordei um pouquinho mais tarde, tomei meu café com calma e fui até o terminal da cidade (não o Green, o oficial) comprar passagem para Chiang Mai, consegui para o dia seguinte às 9h. No caminho de volta pro hostel, decidi experimentar o tal Red Bull deles, o rótulo é igual e vem num vidrinho que parece de xarope. Pensa num trem doce, absurdamente doce, se tomar dois daquele é diabetes na certa, detestei. Aproveitei a folga pra dar umas pesquisadas sobre alguns lugares que visitaria, depois fui almoçar no restaurante vizinho e decidi experimentar a tal massagem tailandesa, tinha alguns salões pela cidade e fui em um que tava baratinho: 150 baths (a média era de 200 e ao longo da viagem só aumentou, se quiserem, façam em Pai ou Chiang Mai), uma tiazona me recebeu bem sorridente, mandou eu me trocar pra colocar uma calça folgadona que ela me deu e deitar no colchão no chão. O lugar era bacaninha, tinha até Wi-Fi, e a senhorinha era uma mulher bem pequeninha, imaginei que seria bem tranquilo. Rapaz, tranquilo nada, aquela mulher pequenininha tinha uma força do cão, pensa num joelhinho doído, se pá ela devia fazer muay thai. Achei que ela ia me dobrar no meio e me colocar num sanduíche, começou pelas pernas, depois braços, costas e por último pescoço. Ela metia os cotovelos ou os joelhos nas minhas pernas e eu via estrelas. Não lembro quanto tempo durou, acho que foi uns 40 minutos, sei lá, mas foi osso. Devo ter feito umas caretas monstras, ela olhava pra mim, sorria e acho que devia perguntar se estava OK (ela falava muito baixo, eu não entendia), eu só dizia: Ok, Ok. Agora, quando terminou, amigo, pensa numa pessoa relaxada, parecia que eu tava flutuando. Eu fiquei tão relaxado, mas tão relaxado, que precisei sair dali quase que correndo pra hostel porque meu intestino decidiu relaxar junto, quase me caguei na estrada, eu parecia um atleta de marcha atlética kkkk. O resto da tarde foi dedicado a ficar na rede e beber umas cervejas que comprei no 7-Eleven, só fui por quarto quando os mosquitos começaram a me devorar, afinal, o lugar é mato. Ah, falando em mato, um detalhe, não que pra mim fez diferença, eu não ligo, mas pra quem liga, vamos lá: o banheiro é externo, tem várias baias com vaso sanitário e chuveiro, no mesmo ambiente, e há entre o teto e a parede da porta um vãozinho, nos dias que fiquei lá, apareciam algumas lagartixas ou outros pequenos insetos, tô só relatando isso porque eu mesmo conheço pessoas que não gostam, por exemplo, de lagartixas, então fica o registro. De noite jantei no simpático restaurante, fui até a Walking Street, onde experimentei o tal drink no bambu (pedi um de gengibre, achei um pouco enjoativo no final) e passei um pequeno perrengue: vi que eles vendiam uns copos descartáveis com morango dentro, custava só 10 baths (pouco mais de 1 real), decidi comprar um, e quando o tiozinho perguntou se queria com açúcar, disse que sim. Erro fatal! Vocês acreditam que o açúcar era apimentado? Sério, quando espetei o primeiro (eles dão um palitinho pra comer) e comi, veio o fogo. Ah pra PQP! Tive que soprar todos pra comer, era muito forte, não dava pra encarar não. Entrada do hostel Meu quarto era essa primeira porta e lá no fundo, em azul, os banheiros Um dos melhores pad thais que comi Momento antes da desgraça acontecer kkkkk Morango do capeta GASTOS DO DIA Café da manhã: THB 70,00 Passagem p/ Chiang Mai: THB 150,00 Red Bull: THB 10,00 Almoço: THB 35,00 Coca: THB 15,00 Massagem: THB 150,00 Cerveja (long neck): THB 70,00 (2*THB 35,00) Jantar: THB 35,00 Imã: THB 15,00 Cartões: THB 24,00 (2 * THB 12,00) Bebida no bambu: THB 40,00 Morango: THB 10,00 TOTAL = THB 592,00 Continua...
  14. Atualizando o post, alguém esteve lá recentemente e pode confirmar se ainda é o mesmo esquema pra pegar o visto direto no aeroporto do Cairo e se o valor ainda é 25 dólares?
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