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alexandresfcpg

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alexandresfcpg venceu a última vez em Maio 26 2018

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Sobre alexandresfcpg

  • Data de Nascimento 30-05-1979

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    CHILE - Santiago, Valparaíso, Viña del Mar, San Pedro de Atacama
    BOLÍVIA - Santa Cruz de La Sierra, Sucre, Potosí, Uyuni, La Paz, Copacabana
    PERU - Arequipa, Cusco, Lima, Paracas
    ARGENTINA - Salta, Cafayate, Buenos Aires
    URUGUAI - Montevidéu, Colonia do Sacramento, Punta del Este
    COLÔMBIA - Bogotá, Medellín, Cartagena e Santa Marta
    MÉXICO - Cidade do México, Oaxaca de Juarez, San Cristobal de Las Casas, Valladolid, Tulum, Playa del Carmen e Cancún
    CINGAPURA - Cingapura
    MALÁSIA - Malaca e Kuala Lumpur
    TAILÂNDIA - Chiang Mai, Pai, Chiang Rai, Sukhothai, Bangkoc, Ayutthaya, Ao Nang, Phi Phi Island
    CHINA - Pequim
    ALEMANHA - Frankfurt
  • Próximo Destino
    Pra onde Deus permitir!
  • Meus Relatos de viagem
    BOLÍVIA E PERU / 2014 - http://www.mochileiros.com/bolivia-e-peru-setembro-outubro-2014-meu-primeiro-mochilao-historias-gastos-fotos-e-videos-t103803.html

    COLÔMBIA / 2016 - https://www.mochileiros.com/colombia-2016-bogota-medellin-cartagena-e-santa-marta-pq-tayrona-historias-fotos-gastos-e-alguns-perrengues-t146149.

    MÉXICO / 2017 - https://www.mochileiros.com/topic/75152-m%C3%A9xico-setout-2017-hist%C3%B3rias-fotos-gastos-e-terremotos.html
  • Ocupação
    Funcionário público
  • Localização
    Praia Grande, Telefone, São Paulo, 0000000000, Brasil

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  1. DIA 9 - 26/10 - Kuala Lumpur Como, a princípio, depois de Kuala Lumpur eu iria à Penang, no norte do país, resolvi fazer mais um câmbio de dinheiro, comprei um café da manhã no 7-Eleven e depois segui caminhando, queria conhecer a Little Índia de KL e também alguns outros pontos da cidade. No caminho, avistei o Museu Nacional, que não estava nos meus planos, mas como gosto de museus e também devia ter ar condicionado (sim, estava um calor dos infernos), resolvi entrar. É um museu com 4 ambientes, cada um conta uma fase do país até a parte da Independência, achei bem interessante, vale a pena conhecer. Segui caminhando (e bastante) e cheguei na Little Índia, o bairro indiano de KL. Muitas lojas, muitas cores, muito caos, bem interessante. Aproveitei e almocei por lá, comi meu primeiro de muitos "fried rices" da viagem (esse, apimentado, mas até que bem leve), depois comprei uns doces indianos numa barraquinha e fui-me embora, tinha bastante coisa pra fazer. Próxima parada foi o Jardim Botânico, um enorme (põe enorme nisso) espaço no meio da cidade, fica atrás do Museu Nacional, que eu havia visitado mais cedo. Quando estava chegando próximo do Monumento Nacional, o céu fechou e tive que colocar minha capa, não demorou e veio um baita temporal, só estava eu na rua debaixo daquela chuva, mas a capa era muito boa e deu conta. Depois do Monumento Nacional, fui ao Museu de Arte Islâmica, que mostra tudo o que envolve a arte islâmica: arquitetura, vestimentas, cerâmica, moedas, joalheria, entre outros. Recomendo muito. Próxima parada foi na Mesquita Nacional. Na entrada, tem uma fila só pra muçulmanos e outras para os não muçulmanos, nessa você faz um rápido registro, assina e é liberado, mas como eu estava de bermuda tive que colocar uma roupa que eles emprestam para entrar lá. A mesquita é grande e bonita, só não é permitido entrar no salão principal, ainda mais que logo começaria um culto, missa, sei lá (na verdade, não sei como chama o "culto" deles). Enquanto olhava o salão por fora, conheci um senhor chamado Abdullah, ele conversava com um rapaz francês e outro cara, ele deu várias explicações sobre islamismo. O engraçado é que o francês sabia menos inglês que eu, teve uma hora que até servi de intérprete para ele Museu Nacional Museu Nacional Museu Nacional Museu Nacional Museu Nacional Little India Little India Little India Little India Little India Little India Jardim Botânico Jardim Botânico Monumento Nacional Monumento Nacional Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Museu de Arte Islâmica Mesquita Nacional Mesquita Nacional (pra entrar, tive que pagar esse mico kkkk) Mesquita Nacional Mesquita Nacional Mesquita Nacional Mesquita Nacional Mesquita Nacional Mesquita Nacional Dengue zero por aqui... GASTOS DO DIA Café da manhâ = RM 7,10 Câmbio = US$ 1,00 - RM 4,15 US$ 150,00 = RM 622,50 Museu nacional = RM 5,00 Pepsi = RM 1,00 Almoço = RM 5,00 Coca = RM 2,30 Doces indianos = RM 8,00 (8*1,00) Museu islamico = RM 14,00 Jantar = RM 14,00 TOTAL = RM 56,40 Continua...
  2. DIA 8 - 25/10 - Malaca / Kuala Lumpur Chamei um Grab e parti pro terminal, cheguei com um pouco de antecedência e fui para a plataforma esperar o ônibus para KL. Nesse dia, posso dizer que cometi uma grande cabaçada, primeiro por conta de não ter um bom inglês e segundo por um erro de interpretação besta. Após alguns minutos sentado na plataforma, um homem se aproximou e perguntou se eu ia pegar o ônibus para KL, eu disse que sim e ele disse que o ônibus de meio-dia não passaria mais, que estava atrasado, mas que eu poderia pegar o de outra empresa. Segui ele até o guichê sem entender e a moça do caixa me mostrou um cartaz que dizia que o próximo ônibus seria a uma hora...DA MANHÃ. Fiquei assustado, disse que não poderia esperar e perguntei o que fazer, ela me devolveu os 10,00 que havia pago e disse que eu poderia comprar em outras empresas e que os horários delas estaria normal, fui numa ao lado que tinha o de meio dia e comprei lá mesmo, custava 12,00, mas pelo menos iria naquele dia. O busão chegou no horário e logo embarquei, era um ônibus novo e bom, e depois de alguns minutos de viagem me dei conta da burrada que havia feito: o cartaz que estava no guichê dizia 1:00 PM, e lembrei que PM seguinte "depois do meio-dia", ou seja, era uma da TARDE , e não uma da manhã como entendi na hora. Provavelmente ela explicou, mas eu não entendi direito, e por falta de costume de ver horas em "am/pm", confundi as bolas e achei que só teria ônibus de madrugada, bastava eu esperar uma hora a mais e pronto. Mas até que não tão mal, se tivesse esperado ficaria cozinhando naquele calor do terminal e chegaria uma hora mais tarde em KL. Mas não deixa de ter sido uma cabaçada! Em menos de 2h estava em Kl, só que cheguei em um terminal diferente do que imaginei, achei que chegaria por KL Sentral (o outro ia pra esse terminal, se não me engano), mas acabei chegando pelo Terminal chamado de TBS, fica mais ao sul da cidade, longe do outro. Quando desembarquei, confesso que fiquei bem perdido, pois tinha muitas saídas, uma passarela e eu não sabia pra que lado ia, tinha algumas placas dizendo "KTM" (que eu não sabia que era o trem), e eu não sabia qual lado ir e que transporte pegar até KL Sentral, fui e voltei algumas vezes até que informaram o correto, pega uma passarela e vai sentido a plataforma do KTM, pega o trem sentido KL Sentral, são 4 estações, mas um pouco longe. Em KL Sentral, você tem as opções de pegar o LRT (metrô) e o MRT (monotrilho), aí basta ver para onde vai e o que pegar. Fiquei um pouco perdido tentando achar a saída para o LRT, a estação é bem grande, descobri que fica indo no sentido da saída pra rua, tem uma escadaria do lado esquerdo, é só subir e seguir as placas. Descia na estação Pasar Seni, ela saí quase de frente com o Central Market, e meu hostel era numa ruazinha ao lado, subi uns 2 lances de escadaria até a recepção, e conheci umas das figuras mais simpáticas e gentis que conheci durante as minhas viagens: Max. Não sei se ele é dono ou funcionário, mas pensa num maluco sangue bom. Primeiro, fez questão de levar minha pesada cargueira (mesmo eu dizendo que não precisava se incomodar), mais um lance de escada acima até meu quarto. E além disso, durante minha estadia por lá, me deu várias dicas e me ajudou até com o transporte para o aeroporto, conforme relatarei mais tarde. Ah, e ainda permitiu que eu guardasse minha garrafa de água na geladeira usada para vender bebidas, ela ficava trancada e ele sempre abria quando eu precisava pegar ela. Estava bem cansado mas também com fome, saí para caçar lugar pra comer e acabei na praça de alimentação do Central Market, depois na volta pro hostel acabou metendo o dedão do pé numa espécie de coluna de ferro que era bem baixa e não reparei, o bagulho inchou e ficou dolorido por uns dois ou três dias. Deu uma chuva rápida e depois sai pra bater pernas, visitei a Praça Merdeka e o palácio do sultão (só vi de fora, não entrei); uma mesquita chamada Jamek Mosque, que você pode ver da ponte que cruz o Rio Kelang, é muito bonita; fui até o bairro árabe e depois caminhei pela Petaling Street Market, em Chinatown, bem próximo do meu hostel. Esse último que mencionei é um grande mercado a céu aberto, com barraquinhas de comidas, roupas, relógios, e tudo o que puder imaginar. Numa rua ao lado achei um restaurante com um cara bem simpática e resolvi jantar lá, foi o melhor rango que comi até então e acabei voltando pra jantar todas as noite ali. Busão que levou até KL Terminal TBS Terminal TBS Rua ao lado do Central Market Petalling Street Petalling Street Praça Merdeka Praça Merdeka Praça Merdeka Jamek Mosque Jamek Mosque Bairro árabe National Textile Museum Praça Merdeka Jamek Mosque (visto da ponte sobre o rio Kelang) Praça Merdeka Praça Merdeka National Textile Museum Petalling Street Petalling Street GASTOS DO DIA Diferença do ônibus = RM 2,00 Grab = RM 7,00 KTM = RM 2,40 MRL = RM 1,70 Hostel = RM 72,00 (4 diárias) Almoço = RM 7,55 Coca = RM 2,70 Cartões postais = RM 2,10 (3*0,70) Jantar = RM 10,50 Chocolate = RM 2,40 TOTAL = RM 110,35 Continua...
  3. DIA 7 - 24/10 - Malaca Acordei mais cedo nesse dia pois precisava ir até o terminal ver passagem para Kuala Lumpur, foi também o dia que o WiFi resolveu funcionar bem, aproveitei para testar o serviço do Grab, o UBER local, a corrida até o terminal foi bem barata, 7 ringgits, até porque não era longe. Os preços das passagens eram mais ou menos os mesmos, a diferença era de 1 ou 2 ringgits, comprei por 10 ringgits para o meia dia do dia seguinte, na volta fui perguntar quanto daria um táxi até o hostel de volta e queriam cobrar entre 20 e 25 ringgits (e sem direito a negociar), muito mais caro que foi o Grab. Como não tinha chip local e estava sem Internet, ia acabar indo a pé mesmo só pelo desaforo, daí vi que tinha WiFi no terminal, só que precisava de um cadastro que eu não tinha, mas consegui utilizar por uns 3 minutos, foi o tempo de chamar um Grab e esperar na porta, logo ele chegou e me mandou mensagem que estava na outra entrada, a volta ainda foi mais barata: 6 ringgits. Comprei meu café da manhã na mesma padoca do dia anterior e sai pra dar um peão, tinha visto que havia um lugar chamado Melaka Street Art, ou seja, uma rua que seria cheia de grafites. Depois de torrar no sol, descobri que era apenas um beco com alguns grafites, mas nada demais. No caminho, achei uma casa de câmbio e resolvi trocar mais um pouco de dinheiro. De lá segui até o Museu Marítimo, um museu temático em forma de navio, mas antes dele vi que tinha um Museu da Aduana, a entrada era 0800 e fui conferir, até porque qualquer lugar com ar condicionado era uma ótima pedida, estava um calor dos infernos. No final, me surpreendi, era um lugar que não tinha marcado pra conhecer e foi bem legal, conta a história do sistema aduaneiro no país, tem até uma seção com coisas apreendidas, que vai de bebidas até veículos e motos importadas. Saindo de lá colei no Museu Marítimo, era bem próximo, paga 10 conto pra entrar. Até é legal, mas sinceramente gostei mais do da Aduana. Saindo do barco, tem um anexo à frente com mais algumas coisas pra ver. Dei umas passadas em uma galeria grande que tinha na frente, comprei algumas lembranças, dei umas caminhadas pela parte do canal e próximo ao fim da tarde resolvi testar uma função da câmera do meu celular (que era novo, comprei pouco antes da viagem): o time-lapse, é uma função que você grava vídeos em rotação acelerada e permite gravar lugares por muitas horas em vídeos de minutos. Fiz uma gambiara com o bastão de selfie e a mochila e coloquei a câmera pra gravar o pôr-do-sol no canal, devo ter ficado quase duas horas lá e o vídeo ficou com pouco mais de um minuto. Voltei pro hostel, tomei banho e fui jantar um pouco mais tarde, estava cansado e voltei pra descansar cedo já que pegaria a estrada no outro dia. Os canais de Malaca Melaka Street Art Melaka Street Art Melaka Street Art Melaka Street Art Bastion Middleburg Bastion Middleburg Bastion Middleburg Museu da Aduana Museu da Aduana Museu da Aduana Museu da Aduana Museu da Aduana Museu Marítimo Museu Marítimo Museu Marítimo Museu anexo ao Museu Marítimo Museu anexo ao Museu Marítimo Museu anexo ao Museu Marítimo Museu anexo ao Museu Marítimo Museu anexo ao Museu Marítimo Por ser um país muçulmano, é muito comum encontrar salas de oração em lugares públicos, e com separação de homens e mulheres Um shopping qualquer em Malaca GASTOS DO DIA Grab( ida) = RM 7,00 Grab (volta) = RM 6,00 Passagem p/ KL = RM 10,00 Café da manhã = RM 6,80 Coca = RM 1,60 Yakult = RM 1,50 Salgadinho = RM 3,50 Câmbio = US$ 1,00 - RM 4,12 US$ 50,00 = RM 206,00 Bandeiras = RM 10,00 (2*5,00) Museu Marítimo = RM 10,00 Camisa = RM 10,00 Imãs e chaveiros = RM 20,00 Cartões postais = RM 2,00 Jantar = RM 5,00 Coca = RM 2,50 TOTAL = RM 96,40 Continua...
  4. Ano passado eu fiz Cingapura, Malásia e Tailândia entre outubro e novembro, esse ano ainda não defini minha viagem as uma das alternativas é completar a região, no caso fazer um rolê por Vietnã, Camboja, Laos, talvez Myammar, não sei, mas minhas férias também serão entre outubro e novembro, e como vi que você foi em novembro resolvi conferir, mas ainda tô pesquisando, talvez até mude o itinerário. Obrigado por enquanto!
  5. Salve João, belo relato cara (embora não tenha ainda lido detalhadamente tudo, comecei a ler hoje). Tira uma dúvida minha, você viajou na época que, pelo que pesquisei, ainda rola o finzinho das monções, como ficou o tempo em geral? Pegou chuva, só de vez em quando, como foi?
  6. DIA 6 - 23/10 - Malaca Acordei cedo, a Internet funcionava mas bem ruim, lembro que ainda consegui ver o final do jogo Inter e Santos (que era na segunda às 20h) e saí, primeiro porque precisava achar um lugar pra comprar algo pro café da manhã e também pra comprar o raio do adaptador. Achei uma espécie de padaria bem legal, comprei umas coisas pra comer, depois comprei o adaptador e voltei pro hostel, tomei o café, e tive um princípio de pririri (já sabia que isso era normal por lá), mas o bom e velho Imosec resolveu logo o problema. Problema resolvido, sai novamente pra explorar a cidade. No meio do caminho fui surpreendido por um puta temporal, daqueles com raio e tudo, eu me abriguei num restaurante até passar, a rua ficou bem alagada. Deve ter durado uma hora mais ou menos, e quando passou segui minha caminhada, não demorou muito e o sol voltou com tudo. Meu destino era o bairro português, pra quem não sabe, eles estiveram por lá e dominaram a cidade até serem expulsos pelos holandeses. O problema não era a distância porque adoro caminhar, mas as ruas são complicadas de andar, parecia uma estrada só que sem acostamento e os carros passavam bem perto, estava bem perigoso. Primeiro cheguei no tal Fort St. John, era uma subida e na entrada havia uma multidão de macacos nas árvores, confesso que fiquei com um pouco de medo, ms logo eles sumiram e eu segui ladeira acima. Sinceramente achei o lugar mega sem graça, era um forte abandonado, com uma vista não tão boa assim, pois tinhas muitas árvores e a baía era apenas OK. Tinha um cara estranho sentado lá, mas ficou na dele e eu logo saí, agora sim rumo ao bairro português que era ali próximo. O lugar é um labirinto de casas meio parecidas e logo cheguei no Cristo Redentor, sim, eles tem uma réplica, claro que não tão imponente quanto o nosso, mas valeu a intenção. Depois entrei num lugar que eu sabia que tinha um museu português, mas pra minha decepção estava fechado, mesmo a placa de horário indicar que deveria estar aberto. Fiquei mais um pouco por ali e resolvi voltar pra região onde eu estava hospedado, estava sem graça ali. Acabei conhecendo naquela tarde praticamente o que tinha de mais importante pra se ver por lá: as ruínas do A Famosa, uma fortaleza que protegia a cidade e que tem como destaque a Porta de Santiago; a igreja de São Paulo; o Memorial da Proclamação da Independência, além de entrar no shopping Dataran Pahlawan, que possuía uma galera que saia de frente para a Porta de Santiago e é um ótimo lugar pra comprar souvenires. Voltei por hostel, tomei um banho, vi que ainda estava sem Internet e sai pra jantar, a galeira estava fechada e busquei algum plano B, acabei vendo de longe algumas barraquinhas e colei lá, era comida indiana, pedi um rango chamado Mee Rebus Adik (pra variar, pimentaaaaaaa), um suco de laranja, e como estava ameaçando outro toró voltei cedo, pro hostel, acabei novamente dormindo cedo pois não tinha internet e fiquei entediado. Durante a madrugada, acordei para ir ao banheiro e vi que tinha Internet, aproveitei para pesquisar algumas coisas da viagem, como hostel em Kuala Lumpur. Fort St. John Fort St. John Fort St. John Bairro português Bairro português Bairro português Bairro português (Museu português) Bairro português Bairro português Bairro português Bairro português (Jalan em malaio quer dizer "rua", e nesse bairro quase todas as ruas tem nomes em português e uma placa explicando a origem do nome) Bairro português Galeria Heritage Galeria Heritage A Famosa Igreja de São Paulo Igreja de São Paulo Igreja de São Paulo Igreja de São Paulo Igreja de São Paulo Parque Taman Parque Taman Parque Taman Janta do dia GASTOS DO DIA Café da manhã = RM 6,00 Adaptador = RM 5,00 Almoço = RM 9,00 Coca = RM 2,30 Refrigerante (mountain dew) no 7-Eleven = RM 2,80 Jantar = RM 5,00 Suco de laranja = RM 3,50 Flâmula = RM 15,00 TOTAL = RM 48,80 Continua...
  7. DIA 5 - 22/10 - Cingapura / Malaca (Malásia) Acordei cedo, terminei de arrumar a mochila e fiz um pouco de hora, pois minha passagem era pra 12h30. Como havia sobrado dinheiro de Cingapura, resolvi tentar trocar o dinheiro de Cingapura que sobrou por dinheiro da Malásia, chamado ringgit, só que as casas só abriam 10h30, então resolvi dar uma caminhada até o bairro árabe para comprar mais algumas lembrancinhas, e quando voltei uma já havia aberto, consegui fazer a troca e voltei pro hostel pra fazer check in (que era às 11h) e quando devolvi o cartão, eles me devolveram 5 dólares, depois fui entender que tinha sido cobrado como caução pelo cartão, provavelmente a moça que me recebeu explicou isso mas não entendi. Parti para o terminal, estava um sol absurdo e eu rezava pro ônibus ter ar condicionado, comprei um suco e uns sanduíches no 7-Eleven e segui, cheguei lá e esperei um bocado, ele para na rua, na frente do guichê. Atrasou uns minutos mas chegou, era um ônibus bom, grande, novo, espaçoso e com ar condicionado, graças a Deus! No caminho para a imigração, pegamos um enorme congestionamento, simplesmente não andava o ônibus, demorou muito até chegarmos, e lá mais complicação. O ônibus parou para descermos e ele nos esperaria do outro lado, e o motorista disse que não podia ficar mais que 45 minutos, pois ele teria que sair sem quem ficou pra trás. Achei que não demorariam muito, mas estava lotado, muita fila e na que eu fiquei foi a mais demorada, cada pessoa que chegava no balcão demorava muito. Fui um dos últimos a sair e o motorista estava esperando na saída dizendo para eu me apressar, estava quase batendo os 45 minutos. A imigração mesmo (digo o processo) é bem rápido, o que embaçou foi a fila. Saímos de lá e logo atravessamos a ponte que separa os dois países, e logo após ela paramos na imigração malaia, só que lá foi bem rápido, pouca fila e o processo bem rápido também. Quando retornei ao ônibus o motorista olhava pra mim e dizia: "Tandas, tandas", e eu não entendia, daí ele disse: "Toilete", aí entendi, ele estava mandando todos irem no banheiro porque não pararia mais até Malaca. Aprendi minha primeira palavra em malaio. Depois de 5h de viagem chegamos à rodoviária de Malaca, imediatamente fui abordado por uma renca de taxista que cobravam preços absurdos, e como vi que, apesar de longe, dava para ir a pé, não pensei duas vezes e fui. Só que era bem longe mesmo, devo ter andando uns 30 a 40 minutos, mas era fim de tarde e não estava muito sol, até achei que fosse chover mais tarde. Cheguei no hostel, fiz o check in, recebi a chave da porta, do locker e a senha da porta de cima, fui para o quarto, ajeitei minhas coisas, tomei um banho (aliás, o banheiro lá era bem ruim, não tinha onde por as coisas e tive que fazer malabarismo pra não molhar tudo) e dei uma descansada rápida. De cara percebi que o WiFi era bem ruim, demorava pra carregar e caia fácil. Saí para dar um primeiro rolê, segui até a famosa Jonker Street, mas como era segunda-feira estava meio miado o lugar, mesmo assim dei umas caminhadas. Estava com fome e voltei procurando lugar pra comer, achei uma galeria chinesa e vi um carrinho fazendo uma comida que parecia boa e barata, pedi uma prato (estava realmente muito gostoso), e depois retornei à Jonker pra dar mais umas caminhadas e voltei pro hostel. O Wifi estava sem conexão nenhuma e acabei dormindo cedo sem muito o que fazer. Ah, e detalhe, as tomadas de lá são um padrão diferente, mas em Cingapura o hostel fez uma gambiarra pra usarmos sem precisar de adaptador, só que lá precisa, tive que pedir um emprestado pro cara da recepção pra poder carregar o celular, então quando forem pra aquelas bandas, já arrumem um. O ônibus que me levou à Malásia Imigração de Cingapura Ponte que separa os dois países Terminal de Malaca Os tuk-tuks de Malaca, com direito a luzes e música (rola até Tchere tche tche tche...) Museu Marítimo Bairro indiano Bairro indiano GASTOS DO DIA (CINGAPURA) Câmbio = SGD 1,00 - RM 3,00 SGD 44,00 = RM 132,00 Flâmula = SGD 3,00 Chaveiro = SGD 2,00 Sanduíches (embalagem com dois) = SGD 3,20 Suco (7 eleven) = SGD 2,50 TOTAL (CINGAPURA) = SGD 10,70 GASTOS DO DIA (MALÁSIA) Hostel = RM 36,00 (3 noites) Jantar = RM 5,50 Coca = RM 2,50 Kit-Kat = RM 4,40 TOTAL (MALÁSIA) = RM 48,40 Continua...
  8. Oi Camila! Então, no final das contas acabei desistindo de ir ora Villa de Leyva, primeiro porque não consegui informação sobre transporte pra lá, e fiz umas alterações no meu roteiro e acabei pulando essa cidade, fora que fiquei um nom tempo na Catedral de Sal e de lá voltei no fim da tarde pra Bogotá.
  9. DIA 4 - 21/10 - Cingapura Domingão é dia de quê? De praia. Tudo bem que as praias de Cingapura estão longe de ser as mais lindas da região, ainda mais que iria pra Tailândia depois, mas não deixa de ser um rolê interessante, e com o calor que estava era uma boa pedida. Peguei o metrô até a estação Chinatown (aliás, na hora de comprar o bilhete, me enganei e comprei ida e volta, tem que prestar atenção na hora de finalizar) e fiz baldeação com a linha roxa até a estação HarbourFront, você sai no shopping center Vivo (que não tem nada a ver com a nossa operadora de telefonia), você precisa subir até o andar mais alto para acessar a Sentosa Station, onde você compra o bilhete e pega um monotrilho até a praia de Sentosa, que na verdade é uma ilha separada de Cingapura ligada por uma ponte, por um teleférico e pelo monotrilho, é nessa ilha que fica a praia. Ele para em algumas estações pelo caminho e a última chama-se Beach Station, é lá que tem que descer, você já sai próximo a praia de Siloso, mas resolvi seguir à esquerda e visitar as outras duas primeiro, dá para ir andando, mas se quiser, tem um micro-ônibus que percorrem toda a orla, de graça e com ar condicionado ainda. A primeira praia foi Palawan Beach, é até bem bonita, e nela tem uma ponte daquelas que balançam, por onde você atravessa e sai numa ilhazinha também chamada Palawan, onde ficam uma cabanas e no alto tem um mirante da praia, é legal a vista de lá. Fiquei um bom tempo por lá e depois segui para a próxima, Tanjong Beach, é uma praia com mar bem calmo, nessa praticamente nem tirei foto, só fiquei na água um bom tempo curtindo. A última parada era justamente a primeira praia da ilha, Siloso Beach, mas decidi usar o ônibus, era de graça mesmo. Das três praia, a de Siloso é a mais sem graça, pequena, se fosse voltar um dia, ficaria só na de Palawan ou até dava um pulo em Tanjong. É nessa praia que fica a estação de teleférico. Ah, tem um detalhe: tem WiFi na praia, isso mesmo, em toda a extensão da praia tem sinal de WiFi aberto, e aliás, o sinal muito bom, melhor que o da minha casa. Cingapura é realmente um lugar diferenciado tecnologicamente falando. Fiquei algumas horas pelas praias e resolvi voltar um pouco cedo, achei que iria chover feio, voltei pra estação do monotrilho e descobri que o bilhete valia pra ida e volta. Como comprei o tíquete de dia e volta no metrô, tive que fazer o caminho inverso ao da ida (Harbourfront - Chinatown, baldeação até Jalan Besar), fui almoçar no Tekka Center, acabei pedindo um Chicken Curry, vinha um prato com o frango num caldo, pra variar, sabor inferno, mas já estava me adaptando à ardência da comida de lá, e apesar da pimenta era até gostoso o prato. Tinha uma senhora australiana com o filho que estava de frente pra mim que não conseguiu comer o dela, ficou admirada de eu conseguir. Depois aproveitei para ir até a estação reservar uma passagem para Malaca para o dia seguinte (comprei para 12h30). Voltei pro hostel, tomei banho e retornei para região de Marina Bay, dei uma volta pela parte que não passei no dia anterior, principalmente o Merlion, andei tudo ali, entrei no shopping, fui novamente no cassino tomar umas cocas, e depois de lá fui assistir ao show de luzes do Gardens, que acontece todos os dias em dois horários: 19h45 e 20h45, a entrada é 0800 e eu fui para o primeiro horário. É realmente incrível e eu recomendo muito. Depois fui até o hotel Marina Bay Sands para ir no bar que tem no topo, chama Ce La Vi, você paga 20 doletas de Cingapura e eles te dão um papel para utilizar no bar, esse valor é descontado em alguma coisa que você consumir. Pedi um Mojito, que com a taxa do garçom custaria 27 dólares, com o desconto paguei 7 dólares, e fui admirar a vista, é de tirar o fôlego, e ainda dá pra ver a famosa piscina de borda infinita, que é colada ao bar, mas o acesso (claro) é só para hospedes (que inveja subir no elevador com a galera de hobby indo pra piscina). Voltei pro hostel e tinha uma galera reunida tomando umas, inclusive um português que conheci no dia anterior, me juntei ao povo e ficamos bebendo coca com whisky, eles queriam ir ao bar do hotel e eu disse que havia acabado de ir, dei algumas dicas e eles se foram. Eu estava com preguiça de sair pra comer (até porque almocei tarde), fui num 7 - Eleven colado ao hostel e comprei um daqueles macarrões instantâneos (estilo Cup Noodles) e fiquei por ali mesmo. Sentosa Station Palawan Beach Palawan Beach Palawan Beach Palawan Beach Palawan Beach Palawan Beach Tanjong Beach Tanjong Beach Siloso Beach Teleférico Monotrilho Tekka Center Chicken Curry Tekka Center O tal "terminal" de onde os ônibus para a malásia Merlion Merlion Gardens By The Bay VID_20181021_195803.mp4 Gardens By The Bay (show de luzes) Marian Bay Sands Marian Bay Sands (por dentro) Gardens By The Bay visto por cima Ce La Vi Ce La Vi O tal voucher VID_20181021_211410.mp4 A famosa piscina de borda infinita GASTOS DO DIA Metrô = SGD 3,70 (ida e volta) Sentosa Express = SGD 4,00 Almoço = SGD 3,00 Coca = SGD 1,40 Passagem para malaca = SGD 20,00 Metrô 2 = SGD 1,70 Sorvete = SGD 1,50 Sky bar = SGD 20,00 Mojito = SGD 7,00 (diferença) Metrô 3 = SGD 1,70 Noodle no 7 eleven = SGD 1,80 Coca no 7 eleven = SGD 1,20 TOTAL = SGD 67,00 Continua...
  10. DIA 3 - 20/10 - Cingapura O calor estava de lascar, e eu segui para o bairro árabe, caminhei pela Arab Street (que passava ao lado do terminal que fui no dia anterior) e logo avistei a Masjid Sultan, uma mesquita bem grande e bonita, mas que não está aberta pra visitação, uma pena. No entorno tem várias barracas e lojinhas e na frente uma rua cheia de barzinhos e restaurantes, aproveitei e comprei uma camiseta e um imã de geladeira pra coleção. Na outra quadra fica a Haji Lane, uma rua cheia de grafites bem bacanas, além de barzinhos e pequenas casas noturnas, é um lugar bacana para visitar e tirar fotos. Masjid Sultan Masjid Sultan Haji Lane Haji Lane Haji Lane Haji Lane Segui caminhando e acabei chegando na Fonte da Fortuna, já na região financeira da cidade, e no embalo acabei fazendo toda a região da Marina Bay, como o autódromo de rua de Cingapura (onde acontecem as corridas da F-1), a ponte Helix, a Singapore Flyer (uma imensa roda gigante, mas acabei não andando nela), e entrei no The Shoppes at Marina Bay Sands, um grande shopping próximo ao Marina Bay Sands, o calor estava insuportável e aquele ar condicionado era tudo o que eu precisava. Enrolei um bom tempo no shopping e pra fazer hora acabei entrando no cassino, bastava mostrar o passaporte, guardar a mochila e entrar. Para os clientes, tem máquina de café (vários tipos), Coca-Cola, chá, suco e água à vontade, me esbaldei de tomar coca kkkk Fonte da Fortuna Autódromo de Cingapura Autódromo de Cingapura Autódromo de Cingapura Autódromo de Cingapura Autódromo de Cingapura Autódromo de Cingapura Marina Bay Ponte Helix Marina Bay Ponte Helix The Shoppes at Marina Bay The Shoppes at Marina Bay Voltei pra rua e fui até o Museu de Ciência, mas (não lembro o valor) achei muito caro a entrada e dei meia volta, fui até o Gardens By The Bay, um imenso jardins com árvores gigantes, você pode andar em torno delas no alto por uma passarela (é pago) e onde rola um show de luzes de noite, e dentro desse jardim ainda tem o Flower Dome, uma imensa estufa de plantas climatizada com muitas espécies; e a Cloud Forest, o jardim botânico de lá. Gardens By The Bay Gardens By The Bay Gardens By The Bay Flower Dome Flower Dome Devido ao forte calor e a longa caminhada que dei, comecei a sentir não só cansaço mas um pouco de dor nas pernas, comecei a ter assaduras nas coxas (é um mal que sofro sempre), fora que as bolhas do dia anterior estavam piorando, estão resolvi sair fora, peguei o metrô na estação Bayfront e fui até Chinatown almoçar na galeria de novo, depois voltei pro hostel. Pretendia de noite ir ver o show de luzes, mas estava cansado e dolorido, preferi ficar pelo hostel, dei uma caminhada pelo bairro de boa, jantei no mesmo chinês do primeiro dia e fiquei de boa. GASTOS DO DIA Camisa: SGD 3,00 Imã: SGD 2,00 Água (500ml) = SGD 1,20 Metrô = SGD 1,50 Almoço = SGD 3,50 Metrô = SGD 1,50 Jantar: SGD 3,00 TOTAL = SGD 15,70 Continua...
  11. DIA 2 - 19/10 - Cingapura Acordei com vontade de ir no banheiro umas 6h, estava caindo um puta toró e pensei: ferrou! Mas quando acordei estava aquele solzão, aliás, tive muita sorte com relação ao clima, peguei pouquíssima chuva durante a viagem. Tomei o café da manhã e parti, primeira parada Chinatown (estação Jalan Besar sentido Bukit Panjang, estação Chinatown), logo que você sai da estação tem uma avenida estreita cheia de lojas e restaurantes, apesar de geralmente as Chinatowns serem lugares baratos, ali eu achei as coisas um pouco caras, tanto que o lugar tem até WiFi na rua. No final dela fica um templo hinduísta chamado Sri Mariamman, simplesmente incrível. Depois, logo adiante, visitei o Buddha Tooth Relic Temple, esse budista, não menos incrível que o anterior. VID_20181019_091445.mp4 Em Cingapura é regra: sempre entrar descalço em qualquer lugar. Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Sri Mariamman Buddha Tooth Relic Temple Buddha Tooth Relic Temple Buddha Tooth Relic Temple Buddha Tooth Relic Temple A próxima parada era no Singapore City Gallery, uma espécie de museu de Cingapura, tinha visto vídeos e relatos bacanas do lugar, mas me decepcionei bastante, pois acho que estava em reforma e tinha muito pouco a se ver, alguns andares estavam quebrados e tinham tapumes e entulho. Singapore City Gallery Singapore City Gallery Depois caminhei bastante e retornei até Chinatown, passei no Thian Hock Keng Temple, um outro templo budista na região. Thian Hock Keng Temple Thian Hock Keng Temple Thian Hock Keng Temple Aqui o nível de proibição é outro, não cumpriu... Estava com fome e procurava lugar pra comer, fui numa galeria chamada People's Park Center, atrás da Chinatown Center. Aquela é mais barata e popular, tinha uma praça de alimentação barata e grande, almocei por lá, foi a primeira vez que comi pato (muito comum na culinária chinesa); enquanto a Chinatown Center era mais cara, mais, digamos, chique. Aproveitei pra ver casa de câmbio, tinha bastante por lá, e de lá fui até a região financeira conhecida como Raffles e achei um lugar com várias casas de câmbio juntas, mas com valores diferentes, e estava compensando mais, fiz o câmbio de mais 100 dólares lá. Segui caminhando e fui até a região conhecida como Clarke Quai (não confundam com o nome verdadeiro do Superman ) onde fica o Rio Cingapura e de lá saem passeios de barco pelo rio, e acabei fazendo um, é bem legal, o barco passa por toda a área da Marina Bay, você vê todos os principais cartões postais da cidade: o Merlion, o Marina Bay Sands, a roda gigante, o museu entre outros, o passeio dura uns 40 minutos. Clarke Quai Clarke Quai Passeio de barco Merlion Marina Bay Sands e Museu de Ciência Marina Bay Sands e a criatura que vos escreve VID_20181019_150305.mp4 Na volta, decidi ir andando para o hostel, e no caminho subi um morro que dizia ter um forte, mas foi só pra se cansar, não tinha nada demais. Parei ainda numa galeria no caminho, comprei um suco, vi algumas lembranças (não comprei nada) e passei num tal terminal que ficava na região do hostel, chama Singapore - Johore Express Terminal, na verdade é um terreno grande sem nenhuma indicação, apenas um monte de ônibus estacionados, queria ver quanto estava para Malaca, na Malásia. Sinceramente achei bem confuso o esquema dos horários, peguei um papel e voltei pro hostel. Estava muito calor e eu tinha feito algumas bolhas no pé por ter andando muito. Horários dos ônibus para a Malásia À noite fui até o Tekka Center, uma galeria enorme com uma grande praça de alimentação e vários restaurantes indianos (tinha até um do Sri Lanka e um da Tailândia também), mas como fui meio tarde muitos haviam fechado e em outros o que eu pedia não tinha mais. Acabei parando em um restaurante indiano na esquina do meu hostel, pedi um prato chamado Mee Coreong, era o mais barato, quando veio, era um macarrão vermelho e alguns legumes. Acontece que nada é vermelho por acaso, e quando dei a primeira garfada, eu vi Jesus. Meu, estive no México ano passado e encarei umas pimentas bravas lá, mas nada se comparava àquilo, achei que não conseguiria comer tudo, na metade do prato meu lábio e minha língua adormeceram, eu suava como um porco. Consegui comer, mas devia estar vermelho como um camarão, achei até que passaria mal mais tarde. Uma mesquita no bairro Little Índia Little Índia O tal do Mee Coreong GASTOS DO DIA Água pequena = SGD 1,20 Metrô = SGD 1,50 Almoço = SGD 3,00 Câmbio: US$ 1,00 - SGD 1,3770 US$ 100,00 = SGD 137,70 Passeio de barco = SGD 25,00 Coca = SGD 1,60 Corneto = SGD 1,90 Coca vanila = SGD 2,30 Cartões postais = SGD 3,00 (3*1,00) Suco = SGD 1,00 Jantar = SGD 3,50 Coca = SGD 1,30 TOTAL = SGD 45,30 Continua...
  12. DIA 1 - 18/10 - Cingapura Minha chegada a Cingapura foi por volta das 15h30, e preciso fazer um registro: que aeroporto bonito! O andar de cima era todo acarpetado, mas todo mesmo, e tinha bastantes jardins espalhados por ele. A imigração foi bem rápida, sem preguntas nem nada, carimbaram o passaporte e pronto. Fiz um câmbio de 100 dólares por lá mesmo e fui até o metrô. Fui até um balcão perguntar se era ali que comprava o tíquete e a mulher disse algo que não entendi (começava os perrengues com o inglês + sotaque asiático) mas percebi que ela apontou para trás. Fui até lá e vi uma máquina onde era feita a compra, é bem simples de usar, você seleciona o idioma (inglês ou chinês, se não me engano), seleciona onde quer descer, coloca o dinheiro no local e pronto, ele emite o cartão e dá o troco, se for o caso. Você paga de acordo com a distância percorrida. Aeroporto de Cingapura Aeroporto de Cingapura Aeroporto de Cingapura Peguei sentido Expo (próxima estação) e fiz baldeação com a linha 12 - azul, sentido Bukit Panjang até a estação Jalan Besar, onde eu desceria. O metrô de Cingapura é bem moderno, limpo, rápido e silencioso, e de cara me chamou atenção os avisos de proibição, como de comer e beber, fumar e transportar o tal do durian, a fedida fruta do sudeste asiático; e sua respectivas multas. Desci na estação e caminhei até achar a rua do meu hostel, estava calor mas o sol não estava tão forte, logo avistei o hostel e fiz o check in, a moça me deu as explicações (e eu me esforçando para entender, alguma coisa consegui pegar, pelo menos entendi o esquema do café da manhã ) e me indicou qual quarto era. Subi uma longa escadaria e fiquei procurando o quarto, mas não sabia qual era a cama, voltei e perguntei novamente, ela me acompanhou e na verdade era no andar acima do que fui. Avisos no metrô Arrumadas minhas coisas, tomei um belo banho (dois dias depois), coloquei uma roupa confortável e sai para dar a primeira explorada pela Ásia, afinal era minha estréia no continente. Fiquei hospedado num bairro chamado Little India, segundo pesquisei era o mais barato da cidade / país. O lugar era simpático, todos aqueles indianos pela rua, o comércio, uma pequena mesquita que ficava na minha rua, tudo era uma grande novidade pra mim, uma cultura totalmente nova. Little Índia Little Índia Little Índia Little Índia Little Índia Little Índia Parei para comer num pequeno restaurante chinês (além de indianos, há muito chineses por lá também), pedi um noodle com camarão, era o prato mais barato de lá, estava bem gostoso. Voltei pro hostel e por volta de umas nove e pouco comecei a "pescar" no sofá da área comum, relutei um pouco a dormir pois imaginei que acordaria de madrugada, mas lá pra umas dez ou dez e meia (não lembro exatamente) não aguentei e fui dormir, estava muito cansado, foi a maior viagem que eu havia feito até então. GASTOS DO DIA Câmbio no aeroporto: U$ 1,00 - SGD 1,33 U$ 100,00 = SGD 133,00 Metrô = SGD 2,40 Hostel = SGD 70,00 (4 noites) Jantar = SGD 4,00 Água (1,5l) = SGD 2,00 TOTAL = SGD 78,40 Continua...
  13. Pois é, como eu havia dito, é o melhor dinheiro jogado fora que tive kkkk E pelo menos dessa vez deu certo mesmo, até tive uns perrenguezinhos mas não honrei o apelido que ganhei aqui de Tom Hanks dos mochileiros hahahaha
  14. Então Bre, o problema é que, conforme até comentei na parte de passageiros aéreas, que eu viajei justo na época que o dólar foi nas alturas, deu aquela merda com a moeda da Argentina e a da Turquia, eu fui no Seguros Promo também, só que coberturas acima de 30000 ( que eu tinha lido que era exigido pra entrar na Europa e no final nem me cobraram isso) tava tudo na casa dos mil, as abaixo eram coberturas de 20000 pra baixo, e mesmo assim tava uns 700, 800 e pouco. Em resumo, dei azar mesmo.
  15. DIAS 16/10 A 18/10 - Embarque em Guarulhos, conexões e adaptação ao jet lag Havia acordado cedo nesse dia, já era proposital pois fazia parte do plano anti-jetlag que criei. Fui para o aeroporto, fiz aquela horinha e às 18h15 meu vôo partiu rumo a Frankfurt. Assim que decolou o avião, eu adiantei meu relógio para o fuso horário de Frankfurt (na época 5h a mais), portanto seriam 23h15. Esperei servirem a comida e forcei-me a dormir para já me adaptar ao fuso da Alemanha. Por volta de umas 5h (horário de Frankfurt), acordei já sem sono e como vi num aplicativo de fuso horário que instalei no celular que em Pequim já seriam 11h, levantei e fui até a cozinha tomar um café e fiquei conversando com um senhor brasileiro. Cheguei em Frankfurt às 10h45 (hora local) do dia 17, fiquei bastante perdido no aeroporto pra achar onde fazia o check in da Air China (você não consegue fazer antecipado pelo site ou app, só no próprio aeroporto) e onde embarcava, mas no final consegui me achar (descobri que tinha que pegar um trem dentro do aeroporto para ir para outro terminal) e embarquei às 13h55 rumo a Pequim, e já mudei o fuso horário do meu celular para o de Pequim (6h a mais que Frankfurt), portanto eram 19h55, mesmo procedimento, comi, enrolei e por voltas das 23h (horário de Pequim) forcei o sono até chegarmos em Pequim, às 5h15 do dia 18, e foi nesse aeroporto que passei meu primeiro perrengue da viagem. Primeiro, o aeroporto é imenso (aliás, é o maior do mundo) e do terminal até a área de imigração foi uma longa caminhada. Depois, precisava descobrir onde ficava o local de quem faz conexão, já que ali era pra quem ia fazer imigração pra entrar na China, e aí que foi o caos. Ninguém sabia me dizer, todos olhavam meu voucher e mandavam ir de um lado para o outro e nada, principalmente onde tinha uma placa amarela dizendo algo como "Hong Kong, Macau, Taiwan connection (ou tranfer)", fui té lá mas tinha que colocar o passaporte e dava erro na porta de acesso. Cada vez que perguntava a um funcionário virava uma conferencia, vinha várias pessoas e um chamava o outro, quando via tinha umas 10 pessoas em volta de mim, falavam um com o outro, olhavam no celular, ligavam pra alguém e nada, dava pra ver que eles queriam ajudar mas não conseguiam. Devo ter perdido quase uma hora nessa brincadeira, até consegui achar onde fazia o check in da Singapore (mesmo problema de Frankfurt) e o local onde eu tinha que ir para fazer conexão, era naquela placa amarela mesmo, mas precisava, além do passaporte, colocar a passagem para liberar a entrada. Ufa, agora acabou o perrengue...só que não. Desci uma escada e tinha um lugar onde passa a bagagem de mão no raio X, beleza, abri a mochila, tirei as coisas eletrônicas que tinha e vi que separaram meu carregador portátil numa mesa. Após ser liberado, perguntei do carregador e me levaram até um balcão onde uma funcionária me disse que eu não poderia embarcar com ele por não estar de acordo com a lei chinesa de aviação (ela me mostrou um papel com as explicações), simplesmente porque não tinha escrito no carregador as especificações como carga, capacidade. Tentei argumentar mas não teve jeito, tinha ele há uns 3 anos e nunca tive problemas em nenhum aeroporto, mas na China eles são rigorosos. Adeus carregador! Fui para o terminal de embarque e fiquei esperando embarcar. Ah, tem WiFi no aeroporto, mas só pra quem é chinês, porque precisa ter um tipo de cadastro que só eles têm. Tinha uma máquina onde você colocava o passaporte e ele te daria uma senha provisória, mas não estava funcionando. Às 8h55 o avião decolou rumo à Cingapura, e posso dizer que a Singapore Airlines foi a melhor companhia que voei, faz realmente jus ao título de melhor companhia do mundo. Confortável, bom espaço para as pernas, cardápio impresso e até sorvete Häagen Dazs de sobremesa. Continua...
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