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alexandresfcpg

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Tudo que alexandresfcpg postou

  1. Amanhã parto para Oaxaca, a estrada deve estar normal porque a duração será de 7h, o qie eu tinha visto antes da viagem
  2. Estou aqui desde domingo e por conta do terremoto todos os muses (exceto o Museu Soumaya) estão fechados, o castelo de Chapultepec também, ouvi dizer que reabrem sábado agora. O sistema de transporte está liberado para todos desde terça após o terremoto, o trem ligeiro estava fechado (quem quiser ir a Xochimilco e Estádio Azteca tem que usar ele). O centro teve algumas avarias em prédios mas onde ficou destruído mesmo foi a região sul, bastante castigada.
  3. DIA 30 – 08/10 Acordei cedo, terminei de arrumar a mochila, peguei um táxi que ficava sempre parado na porta e parti para o aeroporto. A corrida foi rápida e logo estava no minúsculo aeroporto de Santa Marta, era realmente pequeno, tinha só 4 guichês e uma pequena sala de espera. O voo estava marcado para 9h30, horário em partiu certinho, e por volta das 11h estava no El Dorado em Bogotá. Sobre voar pela Viva Colômbia, achei bem de boa, o avião era bom, o preço justo e não tenho nada do que reclamar. Como meu voo de volta era só ás 23h, deixei minha mochila num guarda vol
  4. DIA 29 – 07/10 Era meu último dia de viagem, não tinha nada programado para aquele dia, estava sol e fui para Rodadero conhecer o tal aquário que ficava no meio do mar, as condições do mar já permitiam a saída dos barcos. Comprei a passagem do barco (o ingresso já vem incluso), e fui até o local do embarque, fica no final da praia, tem uma espécie de píer (na verdade é uma escada que colocam na areia), e logo o barco chega, depois que todos entraram ele parte e em uns 10 minutos no máximo chega no aquário, ele fica ao lado da Playa Blanca (que não é a mesma de Cartagena), os shows
  5. DIA 28 – 06/10 Se depois da tempestade vem a bonança, nada melhor que um dia ensolarado para premiar os sobreviventes. Infelizmente, por conta da noite mal dormida, acabei não acordando para ver o nascer do sol, deve ter sido irado, mas tudo bem, ainda sim era cedo (umas 8h) e tinha o dia todo pra aproveitar. De café da manhã comi uns pães que havia comprado em Santa Marta e aproveitei o sol para colocar minhas roupas e a toalha no varal, senão voltaria molhado para Santa Marta. E lá fui eu pro mar, estava maravilhoso, um calor daqueles e aquele marzão da hora. Conheci um casa
  6. DIA 27 – 05/10 Acordei bem cedo e logo parti para pegar o ônibus, pois era uma caminhadinha, ele passa na Calle 11 depois da esquina com a Carrera 10, vem escrito Rioracha na frente, é o destino final dele, fora que eles já vem falando “Parque Tayroooona” pois muita gente pega ele para ir pra lá. A viagem leva pouco mais de 1h, ele ainda para no caminho para pegar algumas crianças que estudam em escolas rurais ao longo do trajeto, elas pagam 500 pesos, seriam centavos para nós. Chegando na porta (lembrando, existem duas entradas para o parque, uma antes chamada Calabazo,
  7. DIA 26 – 04/10 Acordei cedo e como tinha adiado a ida para o Parque Tayrona para o dia seguinte, resolvi ir à Minca, uma cidadezinha na região que tinha uns picos da hora pra conhecer, mas lendo o noticiário local desanimei: por conta das fortes chuvas a estrada estava interditada. Tava difícil desse jeito! Tava sol e sai pra dar umas voltas, resolvi ir até o escritório do Parque Tayrona localizado na praça da Catedral me informar sobre as condições do lugar. Além de ficar sabendo que o Parque já havia reaberto naquele dia, ainda peguei algumas informações importantes, como v
  8. DIA 25 – 03/10 Ao contrário do final de semana, o dia amanheceu ensolarado e eu já ia me animando, mas decidi dar uma olhada no noticiário local para saber o tamanho do estrago do final de semana e foi aí que descobri o que tinha acontecido: vocês devem se lembrar daquele furacão Mathew, que fez aquele baita estrago no Haiti ano passado. Pois bem, antes de causar aquela desgraça por lá ele deu um rolezinho de final de semana pela costa colombiana (relatei inclusive que vi noticia dele causando na fronteira com a Venezuela no caminho para Santa Marta), passou há uns 300 Km da costa,
  9. DIA 24 – 02/10 O cenário no domingo era o mesmo do sábado: tempo feio, chuvoso, frio, com vento e o tédio imperando. Sentei em um dos computadores e comecei a mexer na Internet um pouco, e resolvi aproveitar o “tempo livre” para começar a rascunhar esse relato, mas do nada a energia caiu de novo e voltou depois de uns 10 minutos (e óbvio que não havia salvo o que fiz) . Tava difícil a coisa. Desisti de escrever e resolvi, mesmo com o tempo ruim, dar um peão, o tédio era grande e aproveitei para caçar algum lugar para comer que não fosse o Exito, não tinha curtido muito o rango
  10. DIA 23 – 01/10 Se na sexta tava um baita sol, no sábado a coisa mudou, acordei umas 8h cheio de planos, pensei em ir à Taganga e a Rodadero, duas praias que ficam um pouco afastadas do centro mas quando olho pela janela, uma puta chuva, um céu fechado, um vento absurdo e bastante frio . Que sacanagem, miou meu rolê. Fiquei um bom tempo na Internet entediado pensando no que fazer, e perto da hora do almoço sai na rua pra dar uma olhada e achar algum lugar pra comer, tinha muitos pontos de alagamento, em alguns lugares os caras faziam o seguinte: quando o sinal fechava, eles c
  11. DIA 22 – 30/09 Sabadão ensolarado, sai pra dar um peão pela cidade, fui conhecer o calçadão. No caminho, passei pelo Parque Bolívar, uma enorme praça próximo do hostel, depois cheguei no calçadão, é conhecido como Paseo Bastidas, é o lugar onde Felipe de Bastidas atracou, pra quem não sabe Santa Marta é a cidade mais antiga da América do Sul (embora exista uma no Peru mais antiga) e portanto é um lugar historicamente importante. Antes de atravessar, avistei uma galera e vi que estava endo uma promoção do Refrigerante Postobon, uma espécie de Dolly deles, é aquela marca que patrocin
  12. Salve galera, desculpem minha demora em postar o relato todo, ando na correria aqui me preparando pra próxima, mas antes tarde do que nunca, então vamos lá! DIA 21 – 29/09 Apesar da bebedeira, eu imaginei que acordaria bem tarde, mas eram 6h30 já estava sem sono, tava muito calor e com uma sede absurda. Levantei, fiz um último café da manhã (com minhas coisas, lógico) e enquanto tomava café ficava pensando na noite anterior, se havia aprontado algo, afinal não lembrava de nada a não ser os flashes que narrei . Ainda bem que era meu último dia, se fiz alguma merda
  13. Valeu, já fico mais tranquilo. Ficaria frustado se tivesse que cancelar a viagem na véspera por cobta disso. Sent from my Moto G (4) using Mochileiros mobile app
  14. Vou aproveitar esse post aqui pra saber como anda a situação no México, domingo chego em CDMX e fiquei meio cabrero com esse terremoto. Ainda tá tendo tremores? Há risco de ter outro terremoto? Que lugares devo evitar? Minha rota inclui: CDMX, Oaxaca, San Cristobal de Las Casas, Valladolid (Chichen Itza), Tulum, Playa del Carmen, Cancun, Guadalajara e CDMX de novo.
  15. Fiz em 2015, fiquei baseado em Salta num hostel chamado Loki, fica numa cidade vizinha chamada la Sileta mas de ônibus é uma meia hora do centro de Salta. Existe uma rua em Salta chamada Calle Buenos Aires onde ficam várias agências de turismo, entre em todas e pesquise preços, tem vários tours pra fazer, eu fiz o de Cafayate e o da Quebrada de Humahuaca, são espetaculares, recomendo demais. Fiz câmbio de rua na Praça 9 de Julio e foi de boa, mas pesquise porque alguns pagam bem mal. Recomendo a vista ao Cerro San bernardo, suba de teleférico e desça pelas escadas, é bem legal. Fiquei 5 d
  16. Olá Joalecrim! Que bom que esteja gostando, eu tô terminando de escrever e logo posto o restante, falta só a parte de Santa Marta e do Parque Tayrona. Santa Marta em si não é tão espetacular, mas o Parque Tayrona vale muito a pena; Bogotá recomendo uns 5 dias, tem bastante coisa pra fazer, Medellín foi uma cidade que me surpreendeu, fiquei uma semana de boa, mas se quiser dá pra ficar uns 4, Cartagena sinceramente tirando a parte murada e a Playa Blanca não tem muito o que fazer, uns 4 dias no máximo tá de bom tamanho. Com relação à grana, sem contar os aéreos gastei uns R$ 35
  17. DIA 20 – 28/09 Acordei bem cedo, fiz um café rápido e já queria logo ir pra a Torre do relógio esperar o Alfonso, estava ansioso e ao mesmo tempo preocupado, pois comecei a ficar encucado se não teria caído em um golpe. Logo estava lá e no horário marcado ninguém apareceu, nem mesmo outras pessoas que tivessem pago, o que aumentou meu medo. Demorou um pouco mas apareceu um rapaz manco perguntado se eu estava com Alfonso, disse que sim e ele pediu para ir com ele, tinha outras pessoas esperando. Ufa, não vai ter golpe! Pouco depois o Alfonso também chegou, aguardamos mais um tempo at
  18. DIA 19 – 27/09 Nesse dia eu estava sem muito o que fazer, porque como não pude fazer nada no dia anterior, tive que usar esse dia para reservar o passeio para a Playa Blanca, mas como fiquei ocioso por um tempo, fiz umas pesquisas e descobri que é possível ir por terra, de ônibus, o custo é o mesmo do barco mas não tem a taxa cobrada no porto. Indo até a cidade murada, vi (como já tinha visto antes) muitas pessoas que vendem na rua pacotes para lá, mas tinha receio de cair em algum golpe, mas li relatos de pessoas que fecharam e não tiveram problemas. Gostaria de fechar também para uma
  19. DIA 18 – 26/09 A cidade estava em polvorosa. Barricada e soldado pra tudo que era lado, e pra poder passar tinha muita fila, os caras davam geral, olhavam bolsas e mochilas, tava parecendo um filme de Hollywood. Pra não ficar trancado no hostel com cara de bunda, decidi dar uma caminhada até a cidade nova, onde fica o bairro de Bocagrande. Depois de passar por umas 3 barreiras, cheguei até a área murada, peguei a saída que tinha abaixo do Café do Mar e segui pelo malecón, não tinha pressa, ia observando a paisagem. E durante o caminho, muitas barreiras policiais, tava tenso o negócio.
  20. DIA 17 – 25/09 Domingão de sol, mandei outro café da manhã miado e sai, primeira parada do dia seria o Castillo de San Felipe, era próximo de onde eu estava hospedado. Por ser dia grátis, estava lotado de gente, e quando eu cheguei para passar pela portaria (que já era mais ao alto), a surpresa: o cara, me vendo com uma camisa do Brasil, perguntou se eu era “nacional” ou estrangeiro, e eu no impulso respondi estrangeiro. A entrada grátis era só pra colombianos . Toca eu descer de novo e ir até a bilheteria e comprar a entrada. O lugar é uma espécie de fortaleza que protegia a cidade
  21. DIA 16 – 24/09 Sempre ouvi que Cartagena é quente pra burro. E é. Pensa num lugar quente. Sabadão ensolarado, estava curioso pra conhecer a tal da cidade murada. Descendo pra cozinha, tinha uma tia que fazia limpeza lá e servia o café, ela prepara individualmente, achei bem fraco, era um copo de suco (que parecia passado), um pedaço de omelete e um pão de forma tostado um que eu digo é uma fatia), aí acompanhava manteiga, geleia. Eram umas 9h, tinha um sol pra cada um e sai rumo à área murada, ficava bem perto do hostel, uns 5 a 10 minutos andando e logo avistei a tal torre do relógio
  22. DIA 15 – 23/09 Acordei cedo, terminei minha mala, chamei um táxi e parti para a rodoviária, estava sem fome e não comi nada, fato que me causaria um certo arrependimento. Cheguei até cedo, bem antes do horário de embarque, fiquei um pouco na internet (o terminal de Medellín tem Wi-Fi livre por meia-hora). O ônibus era novo, bem confortável, tinha ar condicionado (bem forte por sinal), Wi-Fi (dessa vez a senha funcionou) e até aquelas telinhas nos bancos, igual tem em avião onde dá pra ver filme, ouvir música, jogar. Às 9h o busão partiu rumo à Cartagena, lá fora estava muito sol e cal
  23. DIA 14 – 22/09 Era meu último dia em Medellín, minha programação era mais de boa, então não acordei tão cedo, queria conhecer o tal Parque Arvi, estava um belo sol, requentei um sanduíche que sobrou do dia anterior e parti. Para chegar no Parque Arvi, a logística é a seguinte: pegar o metrô da Linha Azul (ou linha A) até a estação Acevedo, baldear com a linha K de Metrocable ( é uma espécie de teleférico que liga a cidade aos morros da cidade, para em duas estações) até Santo Domingo e lá pegar a linha turística L até o parque. O mais impressionante é o visual, o troço vai muito alto,
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