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    http://www.mochileiros.com/floripa-balneario-e-beto-carreiro-com-criancas-pequenas-t112258.html
    http://www.mochileiros.com/bate-e-volta-em-caldas-novas-com-bebe-t112262.html
  1. Período: 11 a 16/08/18 Pessoas: 8 adultos e 3 crianças (2, 5 e 6 anos) Passagens: Latam – voo direto SDU a FOZ. Hotel: Tarobá – muito bom. Hotel com boa estrutura: área para crianças, piscina, guarda volumes, sala de repouso, sala de TV, agência de viagem, loja, cadeira de massagem, outros. Boa localização, limpeza e equipe muito atenciosa. Normalmente, compro tudo separado, mas comparando os preços, compensou fazer pela Decolar que trouxe voo direto e hotel de boa qualidade, podendo parcelar em 10x. Preços – maioria do Ticket Loko Roteiro dia a dia: Dia 1 (sábado) – pegamos ônibus 120 em direção ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), valor R$ 3,55. É ônibus comum de linha, não daqueles rodoviários que têm bagageiro etc. Mas, entramos com nossas malas e foi tranquilo. Aproximadamente meia hora até o hotel. Fizemos o check in, almoçamos no mercado Mufato que fica perto do hotel. Aproveitamos para comprar itens como biscoitos, água, bolinhos, enfim, coisas essenciais para quem está com crianças. No mercado, há caixa 24h. Por volta de 17h30, saímos para o Marco das 3 fronteiras brasileiro. Lá no Marco, compramos o passaporte 3 fronteiras, custa R$ 89 para adultos e R$ 39 criança (a partir de 6 anos; se for menor de 6, não precisa comprar, pois a criança só vai pagar R$ 10 nas Cataratas). Dá direito à entrada no Marco, Cataratas e visita à Itaipu com Ecomuseu – além de alguns descontos que não usamos. Vale a pena! O Marco brasileiro é muito bonito, tem apresentações de dança, loja e locais para comer. Estava um frio absurdo. Se for à Foz no inverno, esteja sempre com agasalho na bolsa. Dia 2 (domingo) – em frente ao hotel, há um quiosque do Ticket Loko onde compramos os ingressos para todos os demais passeios que queríamos fazer. Eles trabalham com descontos e, passando de R$ 500, a compra pode ser parcelada em até 3x no cartão. Uma viagem à Foz, basicamente, inclui ficar saindo e entrando de atrações pagas. Não é aquele tipo de viagem de colocar a cadeira de sol na areia da praia e ficar o dia inteiro curtindo o vento. Então, separe um dinheirinho. Algumas agências (como a própria Decolar) vendem ingressos podendo parcelar em 10x, mas costuma sair mais caro que o Ticket Loko. Após a compra dos ingressos, pegamos o ônibus 120 sentido Cataratas. Resolvemos visitar primeiro o Parque das Aves (R$42,75). O local é muito bonito. Não almoçamos, comemos numa lanchonete lá no parque – a coxinha é maravilhosa! Saindo do parque, seguindo por uns 5 minutos, está o Parque Nacional das Cataratas \o/ (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Não sei se pela data (Dia dos Pais), o parque não estava tão cheio. Após entregar os tickets, você entra numa fila para apanhar um ônibus que para em alguns pontos dentro do parque. Conseguimos sentar na parte superior que é semiaberta, dali fomos curtindo o visual. Descemos no ponto a partir do qual se acessa uma trilha de cerca de 1,2 km para as Cataratas. Quem tiver dificuldades de locomoção, pode descer num ponto acima. A caminhada na trilha é muito tranquila, você vai adentrando e tendo a vista daquela maravilhosa obra de Deus. É fabuloso. Por volta de 16h, fomos até o ponto da trilha para fazer o passeio Macuco Safari (R$199). Primeiro, pegamos uma caminhonete até certo trecho, depois você pega um veículo elétrico que te deixa num ponto onde você pode guardar suas coisas (R$10, o armário). Leve roupa, chinelo e toalha. Como fomos no inverno, ao sair do passeio estava muito frio, felizmente, tínhamos levado casaco. Em seguida, pega-se um funicular que desce até o ponto do rio onde embarca-se num bote. O bote vai seguindo pelo rio e chega em um ponto onde se pode admirar as cataratas, depois ele segue para a parte mais emocionante que é o banho!!! O tempo total de passeio e deslocamentos é de cerca de 2 horas. O passeio é caro, mas vale muito. Nesse passeio, fomos meu marido, minha cunhada, minha filha de 5 anos (não pagou, acho que só cobram para crianças a partir de 8 anos) e eu. Eles dizem que o passeio é seguro e, me parece que crianças a partir de 2 anos já podem ir. Não recomendo para crianças tão pequenas, pois ele fica em baixo da queda d’água por uns segundos, parece que você vai se afogar, além daquele volume de água batendo no quengo rsrs. Minha filha curtiu a emoção do barco, mas não gostou da água gelada rsrs. Procurei protegê-la com meu corpo para que ela não tivesse essa sensação de perder o fôlego. No final, esse é um passeio que recomendo muito e que faria de novo! Na saída, há táxis e ponto de ônibus da linha 120. Dia 3 (segunda) – reservei esse dia para ir ao Paraguai, pois tinha lido que costuma ser mais vazio às segundas. Pegamos um ônibus perto do mercado (R$ 6). Demorou um pouco, pois a travessia da ponte é muito lenta. Antes da viagem, vi muitos vídeos sobre o Paraguai que me ajudaram a ter noção das coisas. É fundamental fazer uma lista, pois são muitas coisas para ver e o processo de compra nas lojas não costuma ser rápido (não é só escolher o produto e pagar no caixa; em geral, tem que fazer cadastro, se quiser testar, tem que entrar em outra fila etc etc.). Durante a viagem, acabamos voltando por mais 2 vezes. Percebemos que seria mais rápido ir de táxi e atravessar a pé. Os táxis ao lado do TTU cobram cerca de 18 reais, levam uns 10 minutos e, para atravessar a ponte, leva-se mais uns 10 minutos andando. Não nos pediram documentos para entrar e, para sair, em uma das vezes, um dos carros foi revistado. Tranquilo. Apesar de o dólar estar alto quando fomos (variando em R$3,96), ainda assim, compensa comprar. As lojas mais baratas que vimos foram: Mega e Mega Eletrônicos, Atacadão Games, Charme (Perfumes), uma loja logo na entrada do Shopping Del Este, lado direito, também tinha bons preços para produtos de cabelo. Recomendo levar somente bagagem de mão (até 10kg) e comprar, antes, um despacho de bagagem de volta (até 23kg). Daí, é só comprar uma mala no Paraguai para poder trazer as coisas sem preocupação com o peso. Com os índices de furto de bagagem, sugiro despachar roupas e itens de menor valor e levar as coisas mais caras na bagagem de mão. Dia 3 (terça-feira) – esse dia estava reservado para cataratas argentinas, mas alguns de nós não estávamos bem fisicamente e mudamos a programação. Fica para a próxima. À tarde, fomos no complexo Dreamland. Eu só tinha interesse no Vale dos Dinossauros e Bar de gelo. Porém, como o ingresso para fazer as 4 atrações era quase o mesmo preço de fazer só 2, acabamos comprando o pacote 4 em 1 que inclui Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros e Bar de gelo, já que alguns não conheciam (R$ 128, 86 adulto, para criança era em torno de 80 reais, não anotei). Minha dica é que se veja uns vídeos dos locais para se ter noção dos locais e avaliar se vale. Eu gostei muito do Vale, principalmente, por causa das crianças. O bar de gelo também é muito divertido, mas é muito difícil ficar até o final – os dedos congelam. Dica: apesar de eles oferecerem casaco e luva, leve agasalho pesado, principalmente, luvas, touca e meias. Nós levamos tudo, mas, ainda assim, alguns tiveram que sair antes, pois as crianças não aguentaram muito. Faz parte, mas, gostei kkk. Eles tiram várias fotos lá dentro. Ficam bem legais. Compramos o kit que eles mandam pelo WhatsApp por ser mais barato. No final, pegamos um táxi até o shopping onde jantamos. Dia 4 (quarta-feira) – pela manhã, pegamos um ônibus no TTU e fomos para Itaipu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). São as linhas 101 a 103; leva uns 30 minutos. Fizemos a visita panorâmica que é a permitida para crianças. O passeio é maravilhoso, é muito bonito ver uma empresa desse porte em nosso país, no trajeto, vê-se a integração da tecnologia com a natureza (muitas árvores e animais pelo caminho). Saindo de Itaipu, fomos ao Ecomuseu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Ao lado do hotel Tarobá, há uma lanchonete/restaurante que serve pratos bons, com preço bacana. Almoçamos e descansamos um pouco. Às 16h, tínhamos agendado o citytour (R$ 60 adulto e R$30 criança) que vai para Argentina. Aqui, precisa apresentar documentos para entrar e sair e, se a criança estiver com apenas um dos pais, tem que ter a autorização autenticada em cartório daquele que está ausente. O roteiro inclui paradas na Aripuca (vale comprar a compota de madeira comestível), Marco das Três Fronteiras (vista bonita) e centro comercial (local simples onde se pode comprar doce de leite, azeite e outros). Dia 5 (quinta-feira) – fomos ao Paraguai pela manhã e depois arrumamos as malas para voltar. Como estávamos em um grupo grande, e agora com mais malas, optamos por um transfer. Essa viagem foi muito boa. Pegamos dias de sol e noites bem frias. O destino Foz, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu tem muitas atrações e, como falei, a maioria é paga. Por outro lado, costuma se achar bons preços de passagens e hospedagem e o preço da alimentação é muito parecido com o que se paga no Rio de Janeiro, 25/30 reais numa refeição. Sobre a quantidade de dias, achei ideal o tempo que ficamos, pois conseguimos passear com calma. Ter disponível um carro alugado traz conforto e rapidez, mas, em geral, os deslocamentos podem ser feitos com os ônibus de linha ou táxi, sem grandes dificuldades. Algumas atividades como Cataratas Argentinas, Museu 3d, Templo Budista e Mesquita não foram feitas, pois tivemos contratempos de saúde. Ir a churrascarias e sair à noite não era nosso foco por conta das crianças. A viagem é super indicada para crianças e pessoas de todas as idades. Ver as cataratas é algo que todos deveriam fazer, pelo menos, uma vez na vida!
  2. O Uruguai é um ótimo país para visitar com crianças. Por ser pequeno, é possível percorrer os principais pontos turísticos do país de carro. As estradas têm boas condições de conservação e são bem sinalizadas. Praticamente, não há engarrafamento e é possível se deslocar rapidamente. Não usamos transporte público, pois, como viajamos com crianças pequenas, preferimos alugar um carro - é um conforto que vale o preço. Em geral, o povo é hospitaleiro e o clima, no verão, é bem agradável. Apesar de o peso uruguaio ser desvalorizado em relação ao real, os preços das mercadorias e serviços são altos. Abaixo o resumo da viagem: Período - 10 dias (17 e 26 de janeiro de 2018) Grupo - 5 adultos, 1 adolescente de 17 anos, 2 crianças (5 e 1 ano e 9 meses) Voo - desde o RJ são menos de 3 horas de voo. Compramos as passagens em setembro pela Latam que tinha preços mais baixos (aprox R$2700 para 2 adultos e 1 criança). Carro - alugamos pela Punta Car, por meio do Decolar., aprox R$750 para 10 dias. Dá pra parcelar em 10x. Alimentação - existem muitos restaurantes oferecendo a Parrillada (churrasco), mas, fora isso, basicamente, os outros pratos consistem em frango ou carne empanados com batata frita. Não nos agradou. Acabamos cozinhando em casa algumas vezes. O preço da comida costuma ser alto em todas as cidades. Algumas vezes, tivemos que comer no Mac, BK e Subway. Cartão - pagamos a maioria das despesas com alimentação no cartão de crédito, pois tem desconto de imposto (IVA). Câmbio - Perto da Praça da Constituição, em Montevidéu, achamos a melhor cotação. Fomos trocando aos poucos, funcionou bem. Documentação - Pode ser apresentado passaporte ou RG. Para dirigir, basta ter a CNH brasileira. Gasolina - aprox R$ 6 Roteiro Dia 1 - apanhamos o carro e dirigimos rumo à Colônia do Sacramento; são cerca de 200km. Apesar da distância, vale a pena, pois a cidade é uma graça. Rende ótimas fotos. Um dia na cidade é suficiente para conhecê-la. Andar por suas ruas de pedras, tomar um café e curtir o clima de passado conservado. Dia 2 - retornamos para Montevidéu. Por estarmos em grupo, preferimos alugar um apartamento (AirBNB) onde poderíamos ter mais espaço e economizar com as refeições. Ficamos hospedados na General Rivera, em Parque Battle. É uma das avenidas principais, tem amplo comércio e é perto do Centro. Esse dia foi de deslocamento. Dia 3 - estacionamos o carro no Centro e fomos a pé conhecer os pontos turísticos da região: Praça General Artigas e Mausoléu, Porta da Ciudadela, Mercado, Teatro Solís, Casa do Governo, Museu do Banco da República, Praça da Constituição, Café Brasileiro. O que mais gostamos foi o Mercado, é muito gostoso sentar do lado de fora e ficar conversando vendo o tempo passar. À noite, fomos para Pocitos, passear nas ramblas (orla) e tirar fotos no letreiro de Montevidéu. Dia 4 - Nesse dia, alguns de nós não estavam passando bem. Optamos por descansar no ap. e, depois, dirigimos para Punta Del Este (aprox 130km). Nossa hospedagem foi uma casa em Balneário Buenos Aires. A casa era bonita e confortável; porém, achei muito distante das principais atrações de Punta. Dia 5 - Passeamos em Punta. Tiramos fotos no monumento La Mano / Los Dedos, entramos no hotel Conrad e fizemos um joguinho no Cassino. Paramos na região portuária onde pudemos ver (e até alimentar!) um lobo marinho. No horário que fomos, estava funcionando um mercado de peixes. Meu marido apanhou um pedaço de peixe e o lobo veio até a borda do pier apanhar. Foi muito legal. Almoçamos no Punta Shopping (onde tem MacDonald's!). Ao final da tarde, fomos à Casa Pueblo em Punta Ballena) conhecer os itens em exposição e assistir ao pôr do sol. Essa foi uma das melhores experiências da viagem. Dia 6 - Fomos ao Parque das Esculturas (entrada e estacionamento gratuitos). Local muito bonito e ótimo para deixar as crianças correrem. Depois, fomos à praia. Nós que moramos no Brasil, contamos com inúmeras, diversas e maravilhosas praias. As praias do Uruguai, sem querer desmerecer, não fazem concorrência com as nossas; mas, ainda assim, são bonitas e, já que se está no lugar, vale a visita. Ao final do dia, um grupo voltou a Montevidéu, pois retornaria ao Brasil no dia seguinte e meu marido, minha filha (5 anos) e eu seguimos para Valizas (aprox 150km). A ideia era passar a noite para, no dia seguinte, conhecer Cabo Polônio. Valizas tem um clima muito roots e alternativo. Tem muita galerinha hippie apresentando seu trabalho com artesanato e circo. Ao entardecer, fomos à praia e à feirinha de artesanato. Dia 7 - Começamos aqui a fazer o circuito contrário, dirigindo em sentido Montevidéu. Fomos até Cabo Polônio (aprox 13km). A entrada é muito bem sinalizada, com grande outdoor e placa, difícil não ver. É preciso deixar o carro no local e, a partir dali, segue-se de caminhão (adaptado para passageiros). Custa 230 pesos (aceitam outras moedas, como Real e Dólar, porém, não aceitam cartões). Leve dinheiro! Foi uma experiência parecida com a de visitar os lençóis maranhenses. Cabo Polônio é um lugar muito bonito e especial. Tem uma energia diferente. Almoçamos no La Golosa (carinho, mas a comida é gostosa - peça o risoto de camarão!). Depois, seguimos caminhando até o farol. No caminho, já começamos a avistar muitos lobos e leões marinhos nadando e, mais perto do farol, há dezenas deles (ou centenas, não sei) tomando sol nas pedras. Ficamos por ali, admirando. O farol fecha durante o almoço (13h às 15h). Não pudemos subir, pois, só é permitido para crianças acima de 8 anos. Em seguida, ficamos um pouco na praia. A água é gelada - como nas praias do RJ hehehe - mas, tem um cheiro muito forte, acredito que seja decorrente da grande presença dos lobos marinhos. No final da tarde, dirigimos até La Paloma (aprox 49km), onde passamos a noite. La Paloma é uma cidade bem fofinha, demos um rolê na praia, depois fomos a um parquinho e à noite, jantamos uma parrillada. Dia 8 - A ideia era curtir um pouco da praia, mas como estava chovendo, resolvemos ir direto para Piriápolis (aprox 150km). Piriapólis já é um local mais movimentado, com muitos turistas. A intenção era dormir aqui, mas tivemos grave problema com os donos da hospedagem; então, após alguns aborrecimentos, andamos um pouco para conhecer o centrinho e depois seguimos para Montevidéu. Chegando em Montevidéu, optamos por um hotel mais confortável e com alguns luxos, pois estaríamos encerrando a viagem. Fomos para a piscina do hotel e depois descansamos. Dia 9 - Acordamos tarde e ficamos um tempo sem fazer nada rsrsr. Curtindo o nadismo! À tarde, fomos visitar o estádio Centenário. Gostamos muito. Paga-se uma taxa (não lembro, acho que são 5 dólares) para visitar o museu e se pode entrar no estádio, nas arquibancadas. Fomos ao shopping e retornamos para arrumar nossas coisas. Dia 10 - Fim da viagem. Retorno ao RJ. Essa viagem foi maravilhosa, apesar de um ou outro contratempo, as coisas correram bem. Como alugamos carro, pudemos conhecer muito de Montevidéu e das outras cidades. As estradas são muito boas e com uma paisagem linda. Dirigimos muitos quilômetros. Gostamos muito dessa sensação de pegar a estrada, mas, para não ficar muito cansativo, optei por fazer pernoites e aproveitar para conhecer alguns lugares no caminho - deu super certo. Em janeiro, as coisas acabam sendo mais caras, mas, por estarmos no verão, os dias são muito longos e a temperatura é muito agradável, o que favorece os passeios. Acho que não teria curtido muito se tivesse ido em uma época fria, pois o vento lá é constante. Em geral, os uruguaios são educados, gentis com o turista e não são desconfiados ou burocráticos. Acho que quem viaja com crianças já deve saber, mas, reforço, leve protetor solar, remédios e repelente. Além de jogos e vídeos no celular para distrair a criança, quando necessário. Com 10 dias, deu pra conhecer os principais pontos, tranquilamente. Um viajante sozinho ou sem crianças poderá fazer mais coisas. Mas, adotamos um ritmo em que ninguém ficasse sobrecarregado, afinal, são férias! As crianças curtiram muito o passeio. Destino super aprovado para férias em família!
  3. A Bahia é um estado com paisagens contraditórias, mas, se você estiver próximo ao litoral, certamente encontrará cenários muito bonitos. Como no restante do nordeste, as praias são calmas e de águas mornas. Vale a pena conhecer! Nosso grupo foi composto de 6 adultos e 4 crianças (9, 3, 3 e 2 anos). Saímos do Rio de Janeiro no dia 6/5 e retornamos em 11/5. Foi uma viagem curta, mas bem proveitosa. PRAIA DO FORTE 6 a 8/5 - Em Salvador, alugamos carros para ir do aeroporto até a Praia do Forte (cerca de 60km/rumo norte). Como viajamos em grupo, optamos por alugar um imóvel de temporada ao invés de nos hospedarmos em hotéis. O custo-benefício foi melhor: alugamos uma casa bastante confortável e na divisão por casais, o valor ficou bem acessível. Além da praia, pode se conhecer os Projetos Tamar e Jubarte e a Reserva de Sapiranga. Também têm várias opções de restaurantes, sorveterias e lojinhas para quem curte comprar lembranças. Vale também fazer um passeio de bicicleta com a família. É um lugar muito agradável. MORRO DE SÃO PAULO 8 a 11/5 - Saímos bem cedo da Praia do Forte, mas, ainda assim, pegamos um engarrafamento absurdo até o mercado de onde saem as barcas. Por sorte, conseguimos devolver os carros no aeroporto e apanhar uma embarcação que saía às 10h30. Apanhamos uma lancha pequena. A viagem durou cerca de 2 horas; foi bastante tranquila; as crianças dormiram o tempo todo e ninguém passou mal. Em morro, já se entra pagando! Taxa de preservação ambiental: R$ 15. Pechinchamos o valor do “táxi” (carrinho de mão para levar as malas), pagando R$ 10 por mala. Nossa pousada ficava próxima à fonte do Imperador, perto do centrinho, mas um pouco longe das praias. O lugar é espetacular, até para nós que moramos num estado com diversidade de praias e belezas naturais. Dá vontade de ficar ali e não voltar mais. Não há carros, ouve-se os sons da natureza, os moradores todos se conhecem; existe um clima muito despojado, natural, familiar... Infelizmente, pegamos dias de MUITA chuva e não conseguimos aproveitar o máximo do lugar. Mas, mesmo assim, fomos às praias, andamos pela ilha e nos arriscamos num passeio rsrs. Pois bem, fizemos um passeio de caminhonete para Garapoava, contratado com o famoso e simpático guia turístico “Alemão”. A caminhonete passa pelo interior da ilha, cortando quilômetros de paisagens intocadas. Pelo caminho, o motorista vai parando explicando e mostrando curiosidades da vegetação. De repente, “no meio do nada”, eis que surge uma vila e até um resort. Paramos num restaurante local onde comemos peixes, camarões e lagostas fresquinhos – um sabor inigualável! À tarde, quando a chuva parou, apanhamos um barquinho até um bar flutuante. A paisagem é maravilhosa! Algumas pessoas conhecidas reclamaram da comida em MSP, mas nós tivemos sorte. Algumas dicas: rodízio de pizza (Carpaccio) – quando enjoar de comer peixe!; tem um selfservice no centro que fornece papéis e lápis de cor – a comida é boa e as crianças ficam confortáveis tendo o que fazer depois da comida (não lembro o nome, fica próximo da Carpaccio, do lado esquerdo); Restaurante Santa Luzia, na 3ª praia, fazem sucos naturais por um preço ótimo (R$6 “copão”);tem uma cafeteria do lado esquerdo descendo para as praias que têm cafés e bolos muito bons. Enfim, nossa passagem por Morro foi curta (3 dias), mas deixou saudade. É um lugar lindo e que merece ser conhecido por todo brasileiro. Fechamos um transfer de volta com uma empresa que fica na 3ª praia (é uma lojinha pequena logo na curva da 3ª praia). Foi bom porque conseguimos fechar a travessia, um city tour em Salvador e transfer até o aeroporto. Além de tudo, não queríamos fazer a volta por barco já que todos dizem que a volta é muito sacrificante e tinha chovido todos os dias. Apanhamos um barco até o atracadouro, de lá uma van nos levou para o terminal marítimo de Bom Despacho onde pegamos uma barca para Salvador. Achei que essa viagem fosse ser bem mais demorada, mas não. Levou cerca de 3h15 e foi bastante tranquila, ninguém passou mal, fomos conhecendo as paisagens, enfim... SALVADOR 11/5 - Ao chegar em Salvador, uma van estava nos esperando. O guia/motorista – sr Domingos, muito atencioso e conhecedor da cidade! - foi fundamental, pois conseguimos aproveitar o tempo que tínhamos até o horário do voo (20h30) conhecendo os principais pontos turísticos da cidade. Não fizemos nada correndo e conseguimos otimizar o tempo para ver um pouco de Salvador (Centro Histórico, Pelourinho, Elevador Lacerda e Farol da Barra). É isso! Pesquisando o que se quer fazer/ver, dá para curtir bastante a viagem. Destinos super recomendados para quem vai com crianças. Enjoy it!
  4. Aproveitando o feriado de Tiradentes e São Jorge (aqui no RJ) de 2014 e uma promoção da Gol, fizemos um bate-e-volta em família para Caldas Novas (GO). Foram um total de 4 dias, sendo que dois deles foram parcialmente dedicados aos deslocamentos. Caldas Novas é uma cidade muito turística, conhecida por suas águas naturalmente quentes. Nosso voo foi sentido Goiânia, de onde apanhamos os carros alugados e seguimos para a cidade de Caldas Novas. Chegamos lá pelas 22h, estava um friozinho, mas começamos a ver pessoas pra lá e pra cá de roupa de banho e nos demos conta de que a piscina do prédio em que alugamos um apartamento também era quente. Em Caldas, existem muitos apartamentos para locação com preços bem acessíveis. Em geral, os apês são confortáveis, contêm todos os utensílios que uma casa precisa, os prédios costumam ter porteiro, piscina e garagem. Bom para quem está em grupo e quer economizar com hospedagem. Nesse período de quase 4 dias conhecemos um pouco da cidade que é bem agitada e organizada. Alguns locais que visitamos: - Parque Aquático da Lagoa de Pirapitinga: suas nascentes apresentam temperaturas que ultrapassam a marca dos 50 graus. Vimos o Poço do Ovo, onde a água, bastante verde, chega a 57 graus. O nome vem do fato de muitas pessoas cozinharem ovos no local. O parque é bem bonito; - Feirinha noturna: tem algumas barracas de comidas típicas, doces, roupas, calçados e um parquinho. Legal para dar um passeio à noite; - Jardim Japonês – um local simples, mas bem bonito. Lugar para contemplar a natureza e descansar um pouco. - Parque Aquático Náutico – a cidade é repleta de parques. Fomos ao Náutico em que um membro da família é sócio. Tem várias piscinas, restaurante self servisse com bom preço, local para deitar (grama) e descansar, etc. Gostei. - Serra Verde Shopping – tem alguns produtos interessantes. Legal para comprar lembrancinhas. Algumas coisas são caras, mas vale a foto da fachada (igual aquela de Gramado/Canela); - Monumento das Águas – um dos cartões postais da cidade. É perto do centro, vale a visita. Enfim, a cidade é pequena, muitas atrações ficam próximas, mas vale a locação de um veículo. Penso que, principalmente, para quem está com criança pequena e precisar carregar o peso do bebê e dos seus apetrechos, um carro é uma grande ajuda. Tem coisas interessantes pra fazer e, principalmente, dá pra descansar um pouco e quebrar a rotina pesada de quem trabalha nas grandes cidades. Acho uma boa opção para quem viaja com crianças pequenas e em períodos curtos como feriadões. Minha filha tinha 1 ano e 4 meses quando viajamos, ela adorou os parques aquáticos; se divertiu bastante e nós também! É como digo: leve seus filhos para viajar, isso faz toda a diferença na aquisição de cultura, conhecimentos, na formação do caráter e, principalmente, para consolidação dos laços familiares. É isso!
  5. Nunca é tarde! Assim começo esse relato, querendo, inicialmente, me desculpar com todos os apaixonados pelo mundo que utilizam esse site para obter informações, se divertir e trazer sonhos à realidade. É como vejo o “Mochileiros”. Durante muito tempo tenho acessado o site e nunca me organizo para escrever... Mas, como nunca é tarde para começar, desta vez farei diferente. Espero poder contribuir de alguma forma e retribuir a imensa ajuda que sempre encontro. Infelizmente, demorei a fazer o relato e minha memória está me deixando na mão rsrs. Mas, vamos lá. Minhas férias foram decididas em cima da hora, por isso, não consegui separar tempo para pesquisar destinos e, principalmente, para cotar valores. Acabei tirando férias em janeiro- que é um mês ótimo para muitas coisas – mas, ruim em termos de $$$. Moro no Rio de Janeiro e acabei encontrando valores interessantes de voos para Floripa/SC. Comecei a pesquisar mais sobre o local e seus arredores e vi que era uma boa opção para viajar com crianças. Assim, montei meu roteiro para conhecer: Balneário Camboriú, Beto Carrero e Florianópolis. Alguns dados: - $ - não anotei rsrs e minha memória não é lá essas coisas! Mas, nosso tipo de viagem é aquela em que procuramos diminuir certos custos, mas mantendo algum conforto e, principalmente, segurança para as crianças. Por ser alta temporada, sei que consegui economizar e, ao mesmo tempo, fazer atividades interessantes. Mas, não poderei ajudar nesse quesito. - TEMPO: de 9 a 17/1/2015 (9 dias) - PESSOAS: 7. Eu, marido e filha de 2 anos + casal de amigos com dois filhos (de 3 e 9 anos). - CARRO: alugamos uma doblô durante toda a viagem. Quase sempre alugo carros quando viajo. Acho que vale a pena. Você tem um gasto a mais, é verdade, porém ganha em comodidade, tempo e energia; principalmente, ao viajar com crianças pequenas (e pesadas!). - HOSPEDAGEM: em Balneário, alugamos um apartamento, pois saiu mais em conta para o grupo. O imóvel fica em cima do Mc Donalds, entre as Avenidas Brasil e Atlântica. Essa localização é boa. Recomendo. Tem vários anúncios no site Alugue Temporada. Só alerto aqueles que forem viajar com crianças, que chequem se o imóvel possui telas de segurança. Ficamos num apartamento super alto, com janelas “mega escancaradas”, o que me gera pavor até hoje só de lembrar a preocupação que tive. Acabamos fechando quase todas as janelas (podem imaginar, né?!). Não sou paranoica, mas sou mãe de uma bebê escaladora!!! Já em Floripa, ficamos na Lagoa da Conceição, onde alugamos quartos na Pousada Manga Rosa. É simples, mas gostamos. A localização é muito boa. Segue o roteiro que fiz e que deixo como sugestão. Deu super certo. Dia 1 – sexta-feira Almoçamos em Floripa. Seguimos de carro até Balneário Camboriú (BC). Essa cidade é realmente o que a maioria diz: limpa e linda. As pessoas bastante simpáticas. Eu amei! À noite, demos um rolé pela orla e pelos arredores. A cidade estava lotada de gente e de carros de luxo. Pelo menos na alta temporada, o comércio fica aberto até tarde (2h, 3h da manhã). Dias 2 e 3 – sábado e domingo Fomos ao Beto Carrero. Amei o parque e recomendo para quem vai com crianças que fique 2 dias. Tínhamos outras opções de dias para visitar o parque, mas várias pessoas da região disseram que o domingo é o dia de menor movimento. Realmente, estava bem mais vazio que o sábado. Dica para quem vai com crianças: leve filtro solar, roupas leves/extras, boné e se for com bebês, alugue/leve carrinho. Se só puder fazer uma única coisa no parque, vá ao espetáculo do “Velozes e Furiosos”. É encantador. Se você tem uma criança pequena e acha que ela pode não curtir, esqueça! Minha filha tinha acabado de fazer 2 anos e hoje, 4 meses depois, ainda lembra de algumas coisas. Ela adorou a viagem. Um outro bebê que foi conosco de 3 anos, chorou quando voltou pro Rio (rsrs/Own). Vale a pena, eles curtem muito e, sabendo lidar com aquelas coisas naturais de se ter um bebê (comida, sono, banheiro, etc etc), dá para se divertir. Assisti a vários espetáculos e fui em vários brinquedos com minha filha. Foi muito divertido. Meu marido e um amigo andaram de helicóptero. É uma atração à parte. Eles gostaram muito. Para quem nunca andou, fica aí a oportunidade $$$ Dia 4 – segunda-feira Reservamos esse dia para conhecer as praias de Bombinhas, distante aproximadamente 37km de Balneário. As praias são bonitas. Vimos vários peixinhos e as águas estavam mornas e calmas. As crianças brincaram muito na água e na areia. Dia 5 – terça-feira Apanhamos o Bondidinho e nele conhecemos um pouco de Balneário. No ponto final, apanha-se o bondinho (Estação Barra Sul). Muito legal, dá pra ver a cidade toda. Mesmo que tenha medo de altura, vá, é super tranquilo. Descemos na praia de Laranjeiras e, à tarde, voltamos para conhecer o Parque Unipraias. Lá existe um mirante de onde se tem uma bela vista da cidade e também estão as atrações radicais. Pela hora avançada, só conseguimos ir na tirolesa Zip Ridder. A primeira impressão da tirolesa gera medo, mas a experiência é demais. Vença o medo e vá. A sensação dos hormônios saltitando, quando se chega lá em baixo, é show! Adrenalina pura. Dá vontade de ir de novo. Pergunte aos funcionários, mais ou menos, onde ficam as câmeras para que você saia bem na foto (tipo com olhos abertos, etc etc) rsrsrs. Embora seja rápido pra caramba, vc pode tentar. Eu consegui rsrsrs Depois da visita ao parque, ficamos no parquinho - bem legal - e no molhe da Barra Sul – também vale a pena conhecer. Dia 6 – quarta-feira Dia de dirigir de volta à Floripa. Fizemos o check in na pousada Manga Rosa. O esquema lá é de aluguel de quartos com utensílios (não oferecem comida). Em baixo da pousada há uma lavanderia. À noite, fomos conhecer a Lagoa da Conceição e apanhamos um cineminha num shopping (o qual não lembro o nome rsrs). Dia 7– quinta-feira Conhecemos as praias de Floripa: Jurerê, Canasvieiras, Ingleses. Demos sorte de pegar muito calor (nesses dias, estava mais calor que no Nordeste). As praias são legais. Em minha opinião, há praias mais bonitas (RJ: Ilha Grande, Arraial e outras ; Nordeste: várias), mas cada lugar tem sua beleza e cada um precisa ver com seus próprios olhos. Gostei muito de visita-las, passei momentos muito agradáveis. Dia 8– sexta-feira Visitamos o projeto Tamar e ficamos boa parte do dia na Lagoa, curtindo o calor, a brisa, o balanço gostoso das águas, fazendo stand up paddle, enfim, nos preparando psicologicamente para voltar para a correria do dia a dia. A Lagoa é um lugar bem legal para levar crianças, existem faixas de grama e árvores e, em dias de semana não fica cheia, dá pra fazer pique-nique, praticar esportes, de repente, levar uns jogos, etc. À noite, fomos a um rodízio. Dia 9– sábado Volta ao Rio de Janeiro. Leve seus filhos para viajar, isso faz toda a diferença na aquisição de cultura, conhecimentos, na formação do caráter e, principalmente, para consolidação dos laços familiares. É isso!
  6. PriAbdias

    É possível viver mochileiro?

    Uau. Post antigo, mas tema super atual. Quantas visões, quantas reflexões e experiências. Muito legal acompanhar. Assim como muitos, também tenho esse desejo nômade. Mas, ao mesmo tempo, tenho muito prazer em saber que tenho uma família e que estou construindo um lar.
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