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MarceloBarce

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  1. Cara, que sensacional, estou querendo fazer uma travessia de longa distância, vou botar essa na lista, com certeza 👏 Obrigado por compartilhar!
  2. Eu cometi o mesmo erro, meu post deveria estar na categoria "Trilhas e Trekking na Europa". Podem corrigir? Obrigado!
  3. (relato em vídeo no fim do post) Na primavera desse ano, fui visitar a região de Trentino-Alto Àdige, para conhecer os Dolomiti, no norte da Itália. Me hospedei no Youth Hostel Bolzano, que era um dos únicos na região. Fiz 3 dias de trilhas, mas vou falar primeiro dessa travessia que eu registrei em foto e vídeo. No hostel, eu conheci 3 americanos que também tinham bastante experiência em trilhas, e fui com eles. Era primavera (4 de junho), um dia ensolarado com previsão de chuva para o fim da tarde, fazia uns 27 graus de temperatura. A chuva parecia inofensiva, mas se revelou uma tempestade assustadora no alto da montanha e deixou a temperatura NEGATIVA. Este foi um dos dias mais incríveis, bonitos e assustadores da minha vida. A ROTA DA TRAVESSIA Tomamos um ônibus circular de Bolzano para a bela cidade de Selva di Val Gardena, 1 hora de viagem ao preço de 5 EUROS, esse seria o único custo do passeio. PLANO A: pegaríamos o bondinho de ski Dantercepies (bandeirinha verde do mapa, abaixo do plano B) e a partir dali, daríamos uma volta no Monte Puez, um lugar com vistas incríveis, e desceríamos pelo vale de Valunga (trecho azul do mapa). PLANO B: começaríamos a trilha pelo final do Plano A, o vale Valunga, e ao chegar no ponto mais alto (o coraçãozinho do mapa), voltaríamos pelo mesmo caminho. EMERGÊNCIA: esta foi uma rota de fuga que precisamos tomar para fugir da tempestade RELATO O dia estava lindo, a previsão era de sol com nuvens para a tarde toda com uma garoa no fim da tarde. Infelizmente, o bondinho Dantercepies estava em manutenção, e por isso fomos seguir o plano B, começando pelo vale de Valunga, que começa nesta foto acima. Valunga é fantástico, se parece muito com o vale de Yosemite dos EUA. Inclusive, eu diria que esta rocha em primeiro plano da foto acima é parecida com o famoso "El Capitan". Já estive nos 2 parques nacionais para fazer esta comparação. Os americanos que estavam comigo concordaram, hahaha. O legal do Valunga é que não passa carros no meio. As vistas eram lindas em todos os sentidos. Enfim, começou a grande subida do fim do plano B, uma parte muito íngreme com bastante escalaminhada e alguns trechos de neve bem perigosos em que um escorregão poderia ser fatal. Mas fomos com calma e cuidado, e deu tudo certo. A vista dali era fantástica, mas já começava a dar sinais de chuva. Para nossa surpresa, quando chegamos no final da subida, que era uma passagem de montanha, avistamos uma tempestade assustadora que não era visível antes. Do lado de onde viemos, o clima estava razoável... mas do outro lado da montanha, as nuvens estavam bem escuras e já estava chovendo: PRESTE ATENÇÃO naquela cidadezinha no canto inferior direito da foto, este lugar se chama Colfosco e foi nossa salvação. Estávamos num lugar com pouca visibilidade dos arredores, subi num ponto mais alto antes que fosse tarde, para ver qual seria a direção mais segura para fugir da tempestade: Repare nas duas fotos acima que a chuva já havia mudado de lugar, use a montanha pontuda (monte Sassongher) como ponto de referência. Foi questão de 10 minutos para eu descer e a chuva pegar a gente. Daí pra frente, as coisas só pioraram. Nosso plano de voltar pelo mesmo caminho foi por água abaixo (literalmente), porque seria impossível descer aquele trecho íngreme de neve com chuva. Optamos por seguir a trilha do plano A até encontrar um dos abrigos de montanha da região, que estaria a mais ou menos 2 horas de distância. Porém, este plano também não deu certo. Começou uma tempestade de granizo muito forte com MUITOS RAIOS e nós tivemos que nos separar e abaixar, para diminuir a chance de tomar um raio. Estimamos que a temperatura baixou para -5 graus. A paisagem que antes estava verde e ensolarada, ficou cinzenta, coberta de neve e granizo. Estávamos todos com casacos corta-vento impermeáveis, bem protegidos, mas vestindo shorts, o que obviamente tornou a experiência bem fria, apesar de suportável (graças às jaquetas). O local era SUPER EXPOSTO, pois se tratava de um platô gigante. O melhor que podíamos fazer era tentar ficar numa parte menos alta. Na foto: eu em primeiro plano, Micky de jaqueta vermelha no fundo, Nathan de preto mais ao fundo, Elsa de preto no canto esquerdo da foto. Foi aí que traçamos a rota de emergência! Nós não voltaríamos mais para Val Gardena, porque as duas rotas (plano A e B) estavam extremamente perigosas, e eram os únicos caminhos de volta. A prioridade agora era encontrar um abrigo para salvar a nossa pele. Após a chuva diminuir, nós desceríamos para a cidade de Colfosco, que fica do outro lado da montanha e tem uma trilha quase plana cercada por montanhas, que era menos exposta aos raios, mas não menos desoladora. Tivemos que atravessar algumas cachoeiras de lama causadas pela chuva, mas não foi difícil e deu tudo certo: Esta descida pela rota de emergência durou aproximadamente 1 hora e meia, e apesar dos trovões assustadores e da garoa que não parava, essa rota passou segurança. Claramente, foi uma decisão sensata abrir mão de retornar a Val Gardena. Chegando em Colfosco, batemos na porta de uma casa que tinha luzes acesas e fomos recebidos por uma senhora MUITO hospitaleira que nos deu toalhas e preparou um chá para cada um. Rachamos um taxi para Bolzano, que saiu 30 euros por pessoa. Se não fosse isso, o passeio inteiro teria custado apenas 10 euros de ida e volta do ônibus. Ao fim, saiu 35 euros. Valeu a pena? Sim, hahahahahaha. Abaixo, o relato em vídeo, no meu canal, para vocês terem uma noção do que foi: Obrigado, espero que gostem. Qualquer dúvida, é só perguntar
  4. Atualmente, a Falcon possui 1000 mm de coluna d'água, mas confira na caixa antes de comprar, porque alguns vendedores ainda estão vendendo o modelo antigo, de 800 mm. Aqui no fórum tem um cara que usou esse modelo antigo na Ilha do Sol, no Lago Titicaca, e disse que foi tranquilo: barracas-nautika-t43264-90.html Também tem o teste que o Tocandira fez, com o modelo antigo (800 mm) também: Além desses caras que fizeram a travessia Salkantay no Peru por conta própria, usando uma Falcon 2: http://coconomato.com.br/trilha-inca-de-machu-picchu-trilha-de-salkantai-sem-guia/ Como já fiz a Salkantay, fiquei impressionado, pois sei que lá venta bastante, mas perguntei aos caras do site e me disseram: "Não temos o que reclamar da barraca" Considerando o preço (em torno de R$ 200), acho que é um bom negócio, mas não sei se faz sentido comparar com barracas mais caras, a Everest custa mais que o dobro disso. Vou acampar 25 dias no litoral sul fluminense, em plena estação de chuvas, utilizaremos uma Falcon 2 e uma Falcon 3 novas (1000 mm), depois deixarei meu relato.
  5. A Quechua Forclaz 500 é uma boa opção se você calçar até 36 e for leve, por quê? Porque no padrão da Decathlon, o número 36 ainda é considerado infantil e as especificações técnicas (como nível de impermeabilidade) são as mesmas do modelo adulto. http://www.decathlon.com.br/montanha---aventura/aventura-infantil/botas-de-frio-e-neve-38195/calcado-infantil-forclaz-500-n_37147?skuId=1325709 Ela custa R$ 250, contra R$ 400 do modelo adulto. Os próprios vendedores da loja (física) me falaram que o ideal para minha namorada - considerando o número e o peso dela - era o modelo infantil. Ela calça 36 e pesa 63kg. A bota serviu muito bem, até com um pouco de folga. Até o momento, só testamos a bota na Pedra Grande de Atibaia (trilha dos Bravos) e na trilha da Ferradura em Paranapiacaba. A aderência é boa e a impermeabilidade também, não tivemos problema nem encontramos sinal de desgaste. Nas avaliações do produto, há outras mulheres adultas que adquiriram. Não acho que compense comprar a Quechua Forclaz 100 adulta, as críticas são bem ruins, a galera reclama BASTANTE da aderência e ela possui o nível mais baixo de impermeabilização da Quechua. Se for inevitável comprar o modelo adulto, dê preferência à Forclaz 500. E não se iluda com o fato de estar escrito "Forclaz 500" na costura da Forclaz 100, são botas diferentes.
  6. Eu acho que a qualidade da Columbia varia bastante. Eu comprei a Newton Ridge Plus 2, porque foi a impermeável mais barata que encontrei, mas ela tem um probleminha bem chato. Em um dos pés, quando eu piso, faz uma dobra em cima da falange do dedão. É uma coisa imperceptível, mas depois das trilhas, sempre que olho meu pé, tem um calo em cima da falange. Na travessia Salkantay Trek, no Peru, em que andávamos aproximadamente 8 horas por dia, essa dobra causou uma bolha. Eu já tinha lido um relato gringo denunciando isso, mas ignorei... agora só uso ela com um band-aid em cima da falange. Fora isso, a impermeabilização boa e a aderência da sola é... razoável.
  7. Se for comprar barraca barata e esperar confiabilidade, acho que tem que ser no MÍNIMO uma Nautika Falcon.
  8. Por quê a galera insiste em comparar a Falcon com barracas pesadas de R$ 800 ou mais? O preço da Falcon varia entre R$ 160 e R$ 250, o peso de todos os modelos gira em torno de 2kg. A Falcon é uma opção para quem quer barraca leve e barata, o quê você espera de uma barraca nessa faixa de preço? Acho que é isso que tem que ser levado em consideração. Não dá pra comprar uma Falcon com uma Manaslu, são categorias diferentes para usos e "bolsos" diferentes. Apesar de eu nunca ter visto reclamações referentes a impermeabilização, tem um vídeo no YouTube em que o cara passou outro impermeabilizante para reforçar ela: Estou prestes a comprar uma, não pretendo usar em lugares muito expostos. Depois que eu fizer bons testes, vou postar minha opinião.
  9. Sobre as polainas/gaiters não vou opinar, acho que é bem pessoal e já foi bem discutido aqui, mas sobre as cobras: Cobra é um bicho que só vai te atacar se você pisar nela ou muito próximo dela, a melhor proteção é... olhar onde pisa e onde coloca a mão. Na MINHA opinião, as abelhas são uma preocupação muito mais constante e perigosa, pois elas atacam em grupo, por pouco motivo e exigem que você corra, coisa que não é muito viável nem fácil na maioria das trilhas. Mas se ainda assim você tiver essa preocupação com cobras (preocupação que eu considero muito válida): Acho válido estudar um pouco sobre as cobras brasileiras também. Não se prenda a esses guias do tipo "cabeça triangular é peçonhenta", "olho riscado é peçonhenta", isso são dizeres antigos trazidos da Europa que não são válidos para as cobras brasileiras. Aqui, não existe uma regra válida para todas as peçonhentas, infelizmente. Porém, você não precisa ser um especialista em cobras para reconhecer as peçonhentas aqui, pois 100% dos acidentes são causados apenas por 4 tipos de cobra: jararaca, surucucu, cascavel e coral. Existem variações dessas cobras, como a jararaca-ilhoa da Ilha de Queimada Grande, mas o soro é o mesmo. Se você souber identificar essas cobras, já ajuda MUITO. -A coral é muito fácil de identificar, ela é a única cobra listrada vermelha/branca/preta, não interessa se ela é verdadeira ou falsa. -A cascavel também é fácil identificar, graças ao "chocalho" no rabo, ela SEMPRE faz barulho antes de atacar. -A surucucu é uma cobra peçonhenta grande, chega a 4,5 metros, geralmente possui manchas triangulares pretas no corpo, se você ver as fotos na internet, é fácil identificar os padrões de pele, porém, pode confundir com a jararaca. -a jararaca não passa de 2 metros, geralmente é pequena e magra, porém a pele dela varia muito. Considero que o jeito mais fácil de identificar é pela cabeça, que tem o formato de "lança" bem característico. Na dúvida entre surucucu e jararaca, deve se tomar um soro polivalente (que é uma mistura dos 2). Mesmo que eu tivesse 99% de certeza, tomaria o polivalente. A razão de eu estar falando isso, é que EU acho que traz uma certa tranquilidade. Muita gente vê a cobra "caninana" na Serra do Mar em SP e morre de medo, mas não é uma cobra peçonhenta e é MUITO fácil de identificar, pois a pele preta e amarela é uma característica única dela.
  10. Hahahaha, eu quero subir essa Pedra, mas acho que só vou se tiver uma corda e gancho pra ir me "prendendo" nos degraus. Subi no Bauzinho só e já deu pra ter noção da grandiosidade (e inclinação) do Baú, hahaha.
  11. Eu sou de Indaiatuba. Recomendo a Serra do Japi em Jundiaí, tem o projeto "Nossa Serra" com trilhas de vários níveis: http://www.jundiai.sp.gov.br/projeto-nossa-serra-trilhas/ Outro lugar fácil de chegar com vários níveis de trilha, é a Pedra Grande em Atibaia. As informações sobre as trilhas da Pedra Grande na internet não são muito precisas, tente se informar bem. A trilha mais frequentada ali é a "Minha Deusa", ela é de nível moderado, mas fique esperto com as bifurcações do início, há uma bifurcação à esquerda que leva para a trilha dos Bravos, é uma trilha bem demarcada, mas longa e sem pontos de água. Se informe com a galera que frequenta as trilhas ali para ter certeza de que está na correta.
  12. Quero muito conhecer, esse lugar parece fantástico em todas as fotos. É curioso que nunca se ouve falar de lá, apesar do potencial turístico enorme.
  13. Caramba, FINALMENTE descobri o nome da trilha que eu fiz, trilha dos Bravos, como você descobriu esse nome? Eu havia ido à Atibaia para fazer a trilha dos Monges, e depois de uma boa caminhada, descobrimos que ela está fechada, com mato MUITO alto (uns 2 metros), então optamos pela Minha Deusa. Porém, a caminhada já tinha passado de 2 horas de duração, e comecei a desconfiar que não estávamos na trilha correta. Tive a certeza absoluta quando chegamos no cume e vimos a Pedra Grande há uns 500 metros de distância, hahahaha, estou dando risada mas isso foi ruim, pois eu prometi uma trilha de 1:30h pra galera (inexperiente) e acabamos levando 2:30h, além de esgotar a água que tinham levado. Chegando na pedra, conversamos com um pessoal que nos informou como voltar pela Minha Deusa. Eu não sei dizer onde houve a bifurcação para esta trilha dos Bravos, mas talvez seja num ponto em que havia 2 mochileiros parados e eles nos disseram "Tá no caminho certo", hahaha. Não gostei de descer pela Minha Deusa, ela é mais curta, mas está muito erodida e é muito aberta, o sol judia e a vista não é melhor do que a da "Trilha dos Bravos", porém, nós estávamos sem água e sabíamos que na Minha Deusa havia um ponto para re-abastecer, além da infeliz pressa do grupo (que ficou meio puto com a duração inesperada da primeira trilha). Mas eu posso dizer seguramente, que essa Trilha dos Bravos é mais legal, só tenha em conta que ela é BEM mais longa e nós não achamos nenhum ponto de água nela (você achou?), não recomendo para quem não estiver em forma, haha.
  14. Olá, Letícia. A montanha das suas 2 primeiras fotos é o Humantay, que fica atrás do primeiro acampamento. O Salkantay é a montanha seguinte, da sua foto escrita "Abra Salkantay". São duas montanhas sagradas. Seu relato me deu uma vontade de fazer de novo, também fiz ano passado e minha experiência prévia era ridícula, eu sequer havia acampado antes na minha vida, hahaha. Meu planejamento foi relativamente bom, mas eu tive mal de altitude no segundo dia então de qualquer maneira foi MUITO TENSO, hahaha, só parei de passar mal por aqui:
  15. Fiz a trilha e concordo com praticamente tudo que o Flavio falou. DIFICULDADE Primeiro e segundo dia: BEM cansativos Outros dias: tranquilo A travessia não tem desafios técnicos, é SÓ caminhada. Depois que você começa a descer (na metade do segundo dia), tudo fica mais agradável, pois a vegetação alta aparece e o ar fica MUITO mais fresco e úmido, é realmente MUITO bom. O grande desafio é mesmo a altitude dos 2 primeiros dias, pois você começa a 3300 metros e chega a 4600. A chance de se sentir soroche é bem alta, eu tive no segundo dia e isso dificultou MUITO, mas muito mesmo, é uma sensação desgraçada. *Eu perdi 5kg nessa travessia DICAS -Leve apenas 1 litro de água e PASTILHAS purificadoras, pois haverão várias bicas d'água para reabastecer. Eu levei 2 litros na mochila e me arrependi por causa do peso. -Lembre seu guia de visitar o Lago Humantay ou pelo menos o lago que tem na frente do Salkantay. São lagos de degelo lindos que eu NÃO VI ao vivo pois meu guia nem tocou no assunto. Agora eu quero fazer a travessia de novo, só para ver os lagos. -VISITEM as águas termais no terceiro dia, vai te renovar 100%, e aproveite para levar shampoo, pois tem banheiros com chuveiro no local e é uma grande chance de tomar um banho. -COMPREM os ingressos para a Montaña Machu Picchu (Machu Picchu mountain), é uma trilha bacana e MUITO MUITO MUITO bonita, ver Machu Picchu ali de cima é sensacional. Existem poucas informações sobres esta trilha na internet, mas ela é MUITO legal e vai te propiciar a vista mais alta de Machu Picchu. O ingresso custa 10 dólares e pode ser adquirido no momento da compra da trilha Salkantay (na agência). A trilha leva 2 horas, boa parte subindo escadas incas à beira de precipícios e a vista é indescritivelmente fabulosa. -PEGUE um ônibus para subir Machu Picchu, você vai estar exausto, dormir pouco e precisa ter energia extra se for fazer a trilha do Huayna Picchu ou Montaña Machu Picchu. Aproveite esse dia o máximo que puder! -LEVE DINHEIRO EXTRA na trilha, pois se você estiver MAL no primeiro dia, você DEVE (DEVE MESMO!) alugar um cavalo para fazer a subida do segundo dia, e o cavalo custa 80 soles. Muita gente vai de cavalo, não se sinta envergonhado, respeite seus limitess. -A tirolesa do quarto dia custa 90 soles, eu não fiz pois achava que seria mais barato, e não levei dinheiro suficiente. É caro, mas é um lugar bem bacana e a tirolesa é MUITO comprida (não me lembro exatamente o comprimento) PREPARO FÍSICO Eu fiz algumas caminhadas de 25 km no mês anterior â viagem e estava correndo em torno de 40 minutos no parque da minha cidade. Isso garantiu que eu não tivesse nenhuma dor muscular nas pernas. Eu tive soroche (mal de altitude), e isso já estava me matando, imagine se eu ainda estivesse dores musculares. Você não quer se arrastar 9h por dia né? Então se prepare. Se você faz musculação, foque nos treinos de perna, principalmente os músculos superiores. CUIDADOS Funcionários do meu hostel disseram que já houveram casos de pessoas com problemas de coração passarem por problemas sérios. Não banque o idiota se metendo nessa trilha se você não tem um mínimo de preparo, a travessia é SENSACIONAL, mas montanhismo não é brincadeira. O soroche não é só "um barato", o negócio SÉRIO, como falei anteriormente, leve dinheiro para alugar um cavalo, caso sinta necessidade, não seja burro! Repelente não funciona ali, se quiser prevenir picadas, use calça. Leve boas meias de trekking, pode ser bom utilizar 2 meias para não fazer bolhas nas descidas do segundo dia. Não leve excesso de agasalhos, pois essas coisas ocupam muito espaço e acrescentam muito peso. É mais válido levar poucos e BONS. CONCLUSÃO A travessia vale MUITO a pena, é uma experiência inesquecível que ainda vou repetir com outras pessoas. Siga as dicas e não haverá imprevistos.
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