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ederfortunato

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  1. ederfortunato

    Dicas e fotos! para Victoria Falls (Zimbábue e Zâmbia)

    Cara, esse 1 dia que vc explicou, na real é metade de um dia né?(se a volta é as 16:00, vc acaba perdendo a tarde), ir pra lá só pra ficar uma manhã, seria muito corrido pra conhecer os dois lados, e acho que não vale o gasto que vc terá, ficar 3 dias compensa mais, tem outras coisas que dá pra fazer por lá além das cataratas(o mini cruzeiro, o bungee-jumping, conhecer os dois lados das cataratas). Um táxi do aeroporto para a cidade deve dar uns 15 dólares.
  2. Olá Rachel, Acho que vc pode ter confundido as cidades, são uns 350km de distancia de Baños X Cuenca Olha nesse maps: https://goo.gl/maps/3Jh1emkHTwu E Obrigado!
  3. Comprei elas na hora, não vi opção de comprar antes, e é tranquilo, é igual as rodoviárias daqui, só procurar o guichê de alguma companhia que vai para o destino que vc quer(os vendedores ficam gritando o nome dos destino rs). Vc pode passar na rodoviária uns dias antes, e já vê os horários que tem disponível, não tentei mas deve dar pra comprar a passagem alguns dias antes também.
  4. Foi o de 4 dias e 3 noites, em tenta(barraca) que era o mais barato, eu fui sozinho, mas se achar mais pessoas pra ir, o pacote vai ficando mais em conta ainda.
  5. Apenas o safari eu fechei antes, mas foi por causa da data, final de dezembro, natal e ano novo, achei que poderia não achar vaga, mas os outros dá pra fechar tudo lá na hora sim, e dá pra negociar direto, então fica mais barato que pela internet
  6. ederfortunato

    Relato da Travessia dos Lençóis Maranhenses(2 dias)

    No inicio de maio de 2018, passei 4 dias pelos lençóis Maranhenses e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também! Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais lá no meu instagram, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/ Lençóis Maranhenses A minha ideia inicial, era fazer a travessia de 3 dias, não fechei nada antes da viagem pois achei caro os preços que vi pela internet, e pensei que fechando o passeio lá na hora, seria mais barato, e estava certo, o problema foi juntar um grupo pra ir, como era baixa temporada, não achei em nenhuma agencia um grupo que fosse iniciar no dia seguinte. Mandei mensagem pra vários guias, e um me respondeu que havia um grupo iniciando dali 2 dias, a travessia iria durar 2 dias também, confirmei com ele que iria fazer, e fiquei com um dia vago, que usei para fazer o passeio de quadriciclo. Período: Fui no inicio de maio, época que ainda é considerada de chuva, fiquei com receio, mas não cheguei a pegar chuvas durante os passeios, apenas umas pancadas de chuva rápida a tarde enquanto estava em Barreirinhas. O único ponto ruim é que o céu estava sempre nublado, o que ajudou na travessia, por não ficar muito quente, por não ter um sol torrando a cabeça, mas que na hora das fotos, nem sempre propiciava o melhor visual possível, principalmente durante o pôr do sol, nascer do sol, que acabavam não sendo tão bonitos quanto se o céu estivesse limpo, mas mesmo assim, é uma boa, já que ainda é baixa temporada, e não está com tanta gente por lá. Transporte: Existem muitos contatos de empresas de van que oferecem o transporte do aeroporto de São Luiz para Barreirinhas, e cobram R$60 reais (maio de 2018), algumas delas: Para voltar, Barreirinhas para São Luiz, peça na sua hospedagem, que eles tem o contado para as agencias de van. Existe também a opção de táxi compartilhado, eu usei um desses na volta, custou R$70 reais. Preste atenção nos horários disponíveis para vans, não é de hora em hora que elas saem, do aeroporto por exemplo, elas coincidem com as chegadas dos voos, por isso é possível que você fique algumas horas lá esperando a van antes de ir. Para o horário de voltar é a mesma coisa, pelo que vi, só havia van até as 16:30, depois disso, só pegando o transporte publico Barreirinhas/São Luiz que sai da rodoviária as 18:30, depois isso não havia mais opção para voltar, a não ser que fechasse um táxi compartilhado, ou pagando o custo total do táxi, que deve ser uns R$240. Hospedagem: Fiquei no hostel Casa do professor, o lugar é simples, mas bem legal, quem mantém é o próprio Professor (o hostel é a casa dele, então é meio hostel e meio Airbnb). Ele é uma figuraça, muito engraçado, e foi bastante prestativo, me ajudou com muitas dicas, o ponto negativos fica por ser um pouco afastado do centro, uns 15 minutos andando, mesmo assim, eu recomendo, é uma boa opção de baixo custo, além de ter o café da manhã incluído. Quadriciclo: É um passeio que vale muito a pena, nem é tão caro, pechinchando você paga $300 reais por quadriciclo, o que dá pra dividir por duas pessoas, considerando que é um passeio de dia inteiro, acho que está bom. O passeio e passa é na direção de Pequenos Lençóis, área mais ao leste da região. Na primeira parte, atravessamos uma área de muito vegetação, passamos por casas de moradores, neste ponto foi legal ir em época de chuva, pois haviam várias poças de águas, algumas bem fundas, e passar com o quadriciclo nelas era bem emocionante. Umas 2 horas depois, finalmente chegamos nos Lençóis, aqui é a melhor parte, dá pra acelerar muito, subir e descer as dunas, o vento batendo na cara, o ponto alto sem duvida. Depois paramos, pra uma hora de descanso, em uma lagoa pra tomar um banho, e onde vendiam espetinho de carne, cerveja e agua de coco. Descansados, fomos em direção ao litoral, onde passamos embaixo de algumas torres de energia eólica, eu nunca havia chegado tão perto delas, e o visual ali era muito loko, ver aquelas torres gigantes e passar bem embaixo delas. Passado isso, chegamos no ponto de almoço. Não gostei muito do lugar que nos deixaram, era uma tenta de madeira grande e escura, e o atendimento era muito lento, acabei caminhando uns 10 minutos pra ir num outra ali perto, muito melhor e mais estruturada(mesas e cadeiras, mais espaço e mais arejado). Na volta, passamos pelos mesmos lugares, mas sem parada, direto pra cidade. Recomendo muito o passeio A Travessia: O guia me buscou no hostel as 03:00 da manhã, precisa começar assim cedo, para evitar o sol do meio-dia, depois de uma hora do transporte, ele nos deixa no inicio dos lençóis. O roteiro do primeiro dia foi de Barreirinhas até Baixa Grande, 20km, começamos a caminhar as 04:00 da manha e previsão de chegar antes do meio dia. O trilha é bem de boas, uma ou duas dunas pra subir mais cansativas, acho que a dificultada mesmo é o sol, fizemos várias paradas, a primeira pra ver o nascer do sol, que é algo inacreditável naquele deserto de areia, e depois mais duas paradas pra se refrescar mas lagoas. E vale dizer que durante a travessia você verá porque vale a pena faze-la, a cor da areia ali no meio é branquinha branquinha, bem diferente de outras partes que vi, é um ponto que poucos conseguem ver, e uma recompensa para quem se aventurou por ela. Chegamos em Baixa Grande ao meio dia, um almoço com peixe(tambaqui), e depois só descansar até umas 17:00, quando fizemos uma saída rápida pra ver o por do sol de cima de uma duma, muito bonita a vista, de um lado dava pra ver as dunas e do outro o verde da vegetação, depois disso voltar para a janta, ficar de bobeira conversando e dormir nas redes. Segundo dia, acordar as 4:00 da manhã, e caminhar em direção a Canto de Atins, são mais 19km nesse dia, a trilha aqui não é tão bonita como no dia anterior, principalmente depois de 11km andados, quando chegamos no litoral, e paramos pra descansar na casa de um pescador, depois disso é só caminhar pelo litoral, que não é nada bonito, muito lixo vindo do mar na praia. Um pouco antes de chegar em Canto de Atins, o carro que nos pegaria lá foi ao nosso encontro, e levou de volta pra Barreirinhas, com uma parada em uma lagoa bem grande no caminho, o Guia disse que havia a opção de voltar de barco dali, mas resolvi ir de carro mesmo pra chegar mais rápido e voltar pra São Luiz. Guia, fiz a travessia com o Fabricio, havia achado o contato dele em algum relato por aqui, que recomendaram, e o cara é bom mesmo, conhece bem a região, e era atencioso com todos, o contato dele é: https://www.facebook.com/profile.php?id=100003201726442  Mapa que me ajudou a planejar, existem muitos trajetos, começando de várias cidades diferentes, é possível montar o seu e negociar com o guia o valor.
  7. São ônibus tipo fretados, iguais esses que temos aqui que saem dos terminais intermunicipais, tem espaço pra mala sim.
  8. Olá Sarah, Achei San Andrés bem segura, Cartagena só andei pelo centro, e acho que precisa ter cuidados normais q se tem em todo lugar, Não deixar suas coisas dando sopa, pra não haver furtos e tal. O gasto, depende muito do seu estilo de viajar, se fica em hostel ou hotel, q tipo de restaurantes que vc vai comer. A minha média por dia foi de: R$50 reais com hospedagem, R$50 com alimentação e de $20 a $150 com passeios
  9. Não comprei chip! e pra ser sincero não fez falta momento algum... baixei o mapa no Google Maps pra usar off-line, e de resto, não precisei, fiquei só com o wifi do hostel mesmo.
  10. Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue, como parte de uma viagem pra África, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos,por isso, resolvi fazer um também! Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória). Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais lá no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/ Zimbábue ou Zâmbia? Eu já estava decidido que iria para África do Sul, mas queria passar por mais um país, e depois de pesquisar onde poderia passar uns 3 dias, achei as cataratas de Victoria, uma das maiores do mundo. O próximo passo foi decidir para onde ir, pois as cataratas ficam na fronteira entre Zâmbia e Zimbábue. Na Zâmbia, a cidade mais próxima é Livingstone, que é mais bem estruturada, as acomodações são melhores(para a mesma faixa de preço que na outra), porém, ela é situada a uns 10km das cataratas, o que não chega a ser um problema, pois o táxi pra ir/voltar seria apenas uns 10 dólares. No Zimbábue, a cidade mais próxima é Victoria Falls, bem mais perto das cataratas, dá até pra ir a pé, dependendo de onde você se hospeda, mas as coisas lá são mais, vamos dizer... rudimentares, e ainda assim caras. No final das contas, o que realmente importou na decisão, foi o preço da passagem, ambos os lugares são OK, e eu acabei optando por ir e ficar hospedado no Zimbábue. Zimbábue Roteiro: Fiquei 3 dias, o que foi mais do que o suficiente, apenas 1 dia já é possível fazer o principal, que é conhecer as cataratas, dos dois lados, e ainda fazer um passeio de barco no final do dia. Existem outros passeios para fazer nas cataratas como rafting e sobrevoar de helicóptero, safari, passeio de barco, pular de paraquedas, etc. O problema é que todos eles são bem caros, o que eu mais queria que era o rafting, acabei não fazendo, por custar $200 dólares. Gastos: Com hospedagem, passeios, comida, vistos e transporte gastei $350 dólares pelos 3 días(fora a passagem ida/volta pra lá). Essa região é bem cara, para os padrões daqueles países, acho que por causa do número de turistas. Dinheiro: O Zimbábue usa o dólar americano como moeda, já que o dinheiro deles passou por uma hiper inflação e perdeu todo o valor(inclusive você pode comprar essas notas de lembrança em qualquer loja, nunca vi tanto zeros numa nota, algo como 500.000.000.000, isso mesmo bilhões!). Cartão de crédito: Poucos lugares aceitam, até caixa eletrônico pra sacar não é fácil de encontrar e nem é garantido que terá notas, o melhor é levar dólar em espécie. Visto: Brasileiros tem que ter visto pra entrar no Zimbábue, você pode comprá-lo assim que chegar, no aeroporto. Existem 3 tipos de visto, o de entrada única, que custa $30 dólares; o de duas entradas, que custa $45 dólares; e um outro, que eu peguei e recomendo, caso você for ir para a Zâmbia, que se chama univisa KAZA, com ele você pode entrar e sair entre a Zâmbia/Zimbábue quantas vezes quiser no período de 30 dias, e ainda pode fazer um bate-volta no mesmo dia para o Botswana, ele custa $50 dólares. Compensa muito se você for ir para o lado da Zâmbia das cataratas, já que o visto para entrar nela por um dia, custa $50 dólares, então fazendo esse você economiza. Insetos: Não esqueça de levar, à noite tem bastante, não chegam a ter dentro dos quartos, mas nas áreas comum do hostel sim. Eu até pesquisei um repelente bem forte, mas não sei se fez tanta diferença para um normal tipo Off. Victoria Falls Lado do Zimbábue: A entrada do parque custa $30 dólares(é tudo facada aqui, vai se acostumando rs). Tente acordar cedo, o parque abre às 07h00, esse é o melhor horário pra ir, pois o sol não está quente e não vai ter muitos turistas por ali. É possível percorrer todas as cachoeiras, numa caminhada de 2 horas, de forma tranquila, parando pra tirar fotos. Fronteira: Como eu disse antes, meu o plano era ir conhecer o lado da Zâmbia também, e foi o que eu fiz, a distância da entrada de um parque para o outro, deve ser de uns 3 km de distância, que precisa ser feito a pé! pois vai passar pela alfândega tanto do Zimbábue como da Zâmbia, e no meio das duas, tem a ponte das Cataratas de Vitória, onde tem o famoso bungee-jumping, por $50 dólares. Outra dica da fronteira, é tentar ignorar os vendedores, são vários, e eles vão andar do seu lado durante todo o percurso, puxando assunto, tentando conversar. Não precisa ter medo, eles só querem vender algum item, se não quiser só diga, apesar da insistência eles são de boas. Lado da Zâmbia: Chegando no parque do lado da Zâmbia(mais $20 dólares de entrada), também é possível caminhar por tudo em 2 horas. Na entrada do parque, tem uma agencia que faz o passeio para a Devil's Pool por $75 dólares, é o mais barato que você consegue, no centro da cidade, as agencia cobram uns $130 dólares, incluso o transporte. Cruzeiro: Fiz o passeio de barco no pôr-do-sol pelo rio Zambezi(eles chamam de Sunset Cruises), custou $50 dólares, o ônibus te pega as 16h30, se quiser fazer no mesmo dia das cataratas, dá tempo. O passeio é ótimo, dá pra ver muitos animais, como hipopótamos, jacarés, e várias aves, e ainda era open-bar! é um passeio tranquilo e um dos mais baratos que você vai achar ali. Hospedagem: Fiquei no Victoria Falls Backpackers , ele é bem rústico, sem mordomias, quartos simples, sem ar-condicionado, mas um lugar calmo, tranquilo, com piscina, e servem todas as refeições, a equipe é muito prestativa. Ele fica um pouco longe do centro da cidade, não dá pra andar, o táxi pra lá fica $5 dólares, outro problema era o horário, depois das 19h00, não tem mais recepcionista para agendar passeios ou fazer reservas, e caso você queira jantar lá, precisa pedir até das 16:00. Custo da diária foi de $18 dólares, mais $3 pelo wi-fi, e não inclui café da manhã. Foi o mais barato e que tinha melhor recomendação que achei.
  11. Não é full frame, é uma Canon 80D, nas fotos de paisagens eu usei uma lente 10-18mm F/4.5-5.6 Is Stm Ef-s, e no safári usei uma 70-300mm F/4-5.6 Is Usm Ef, ambas da Canon. Sobre dirigir nas reservas, no caso do Kruger, a maioria das estradas são asfaltadas, e só algumas rotas, que precisa de veiculo 4x4, de resto é aberto. Existe o risco de animais grandes atacarem, mas só se forem provocados, tem avisos na guarita do parque informando para manter distancia dos elefantes por isso.
  12. Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue(relato aqui) e 15 dias na África do Sul, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também! Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória). Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/ África do sul Roteiro: Foram 8 dias na Cidade do cabo, 2 dias em Joanesburgo e 4 dias no Kruger. Ficou boa essa quantidade de dias para cada lugar, não mudaria, mas caso dispusesse de mais tempo, ficaria uns 14 dias na Cidade do Cabo(queria morar lá pra falar a verdade rs). Uma coisa que compensou fazer, foi passar 4 dias no bairro de WaterFront e 4 dias na Long Street, fiz isso pra conhecer bem cada canto da Cidade do Cabo. E porque não conseguia me decidir onde ficar rs. Depois passei 2 dias em Joanesburgo, e acredito que foram suficientes(me lembrou muito São Paulo, e como sou daqui, não curtir rs). Finalmente, fui para o kruger, de van, caso você também vá via terrestre, reserve 3 dias no mínimo, pois de Joanesburgo pra lá, são umas 6 horas na estrada, por isso os dias de ida/volta acabam sendo quase perdidos. Tem um aeroporto mais próximo do parque, o Nelspruit, mas a passagem estava cara. Tirei a Garden Route do roteiro, pelo que vi precisa no mínimo uns 5 dias pra aproveitar bem. Passagens: Voei com a South African Airways, que é muito boa. Já que a ideia era conhecer mais um lugar além da África do Sul, escolhi ir para o Zimbábue. Pesquisando, percebi que se comprasse 3 trechos de uma fez, 1º São Paulo > Victoria Fall, 2º Victoria Fall > Cape Town e 3º Joanesburgo > São Paulo, acabou ficando mais barato do que se comprasse a ida/volta da África do Sul para o Zimbábue, recomendo usar a ferramenta do google para fazer essas pesquisa de preço por várias cidades. O trecho Cape Town > Joanesburgo, comprei pela FlySafair, só $250 Reais a passagem, tem muitas outras companhias de low-cost por lá, valeu a pena. Gastos: Com hospedagem, passeios, comida e transporte gastei $1.350 dólares pelos 15 dias(fora a passagem ida/volta do Brasil). Vou separar por cidade, assim ajuda a ter uma ideia melhor: 8 dias na Cidade do Cabo: $600 dólares. 2 dias em Joanesburgo: $100 dólares. 4 dias no Kruger: $650 dólares. O lugar onde gastei mais do que deveria, foi o safári no Kruger, como eu estava sozinho, acabei tendo que apelar para uma agência, que cobrou $600 dólares o pacote de 4 dias, o valor compensou, pois estava tudo incluso, mas tenho certeza que se fizesse por conta, ou se estivesse com mais pessoas, gastaria bem menos. No geral, o custo lá não é alto, é possível encontrar hospedagem a menos de R$50 Reais(em hostel) e refeições de R$15 a R$50 Reais, mas os passeios acabam sendo bem caros. Fiz vários day-tour que custavam em média R$200 Reais. Um dica que posso dar é fazer os passeios por conta própria, alugando carro e tentar ir em mais pessoas. Dinheiro: A moeda usada na África do sul, é o Rand, ele vale mais ou menos ¼ de 1 real, então 4 Rand = 1 Real, fiz esse calculo na hora de fazer as contas. Dólar/Rand/Real, o que levar? O melhor é comprar dólar aqui e trocar lá por Rand, talvez você tenha lido que não vale a pena, pois vai fazer o cambio duas vezes, e perde nas duas, bem... a verdade é que depende. Depende o quanto você perde, é possível perder mais fazendo apenas um câmbio, o que determina isso é se a moeda trocada é forte ou fraca. Nesse caso, você vai perder bem mais trocando diretamente Reais por Rand, do que se fizer Real > Dólar > Rand. Isso porque o Real é considerado uma moeda fraca por lá, quer dizer que ninguém, na áfrica, quer comprar Reais, isso faz com que o cambio dele seja baixo, diferente do dólar, que é uma moeda forte, e faz com que as casas de câmbio queiram comprá-la(mais do que real). Além disso, tenha em mente que levando dólares, você consegue um cambio melhor, mas tem o inconveniente de ter que andar com muito dinheiro, então leve uma doleira pra carregar a grana embaixo da roupa, e não ande com tudo, deixe uma quantia no cofre do hostel/hotel. Câmbio: Use sites como Melhor Câmbio para achar a melhor cotação, um outro que recomendo pra quem é de SP, é o Câmbio Store(é onde geralmente compro). Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra trocar o resto do dinheiro num lugar que faça "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street, o lugar parece meio "suspeito", tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs. Cartão de crédito: Você pode optar por usar apenas cartão, é aceito na maioria dos lugares em Cape Town e Johannesburg, de várias bandeiras, seja cartão de credito ou debito, inclusive você pode sacar Rand no caixa automático, e é bem fácil achar um caixa 24. Além desse ser o modo mais seguro, já que não precisará andar com muito dinheiro, mas é o pior pelas taxas do banco, como IOF por transação, além da cotação de dólar que o banco usa ser bem desfavorável. Idioma: A África do Sul tem 11 línguas oficiais. Quase todo mundo fala inglês, alguns com um sotaque que eu achei bem difícil no começo(sério, no primeiro dia eu fiquei perdidão, não entendia nada). Insetos: Era uma preocupação minha antes de viajar, acho que de muita gente também, até pesquisei um repelente bem forte, mas quando cheguei lá, não usei. Durante o safári, que foi o lugar onde mais estive em áreas selvagens, dormi num chalé que tinha aquelas mosquiteira na cama, então não foi problema, e durante as saídas, fiquei o tempo todo dentro do carro, e em momento algum vi mosquitos nele. Sobre o medo de malária, o perigo existem em algumas regiões do país, mas nenhuma das que eu passei, então não me preocupei em correr atrás de vacina, mas o que pesquisei é que é bem cara é não tão eficaz. Segurança: Na Cidade do Cabo, era bem tranquilo andar durante o dia, mas a noite a recomendação era de sempre pegar táxi e não caminhar, embora eu tenha achado que não parecia tão perigoso(e olha que eu sou de São Paulo). Já em Joanesburgo, até de dia é complicado andar por lá, e era recomendado nunca andar sozinho. Transporte: Vale muito a pena alugar um carro, pelo que pesquisei é bem barato. Porém não tão barato que compensasse pra mim que estava sozinho, o que fez a viagem ficar um pouco mais cara, já que para chegar em muitos lugares, tive que recorrer às agências turísticas. Outra coisa a se levar em conta, é que muitos lugares, como Cape Point, são bem melhor aproveitados de carro próprio do que passeios de agências. Uber: boa alternativa caso não alugue um carro, em alguns casos, deve compensar bem mais. O custo é realmente muito baixo(pude perceber que a maioria dos motoristas de Uber, são de outros países vizinhos, mais pobres que a África do Sul, e que foram pra lá conseguir um trabalho melhor). Recomendo que compre um CHIP de celular quando chegar, para poder chamá-los de qualquer lugar, eu não comprei pois sempre conseguia Wi-FI free, mas nem sempre era garantido, e as vezes tive que apelar para o táxi. Cidade do cabo Ponto importante para quem pretende ir esse ano, a Cidade do Cabo está com um problema sério de falta de água, existem avisos em todos os lugares para economizar, nos hostel que fiquei, pedia para tomar banho de menos de 2 minutos! o problema só deve se agravar pelo resto do ano. Do aeroporto para o centro da cidade, teve ter uns 25 km de distância, eu usei o My City Bus, é o sistema de transporte público da cidade, funciona como o bilhete único aqui de SP, você precisa comprar um cartão e colocar credito nele, os ônibus são ótimos. No aeroporto me deram um mapa com todos os pontos de parada, por isso foi fácil chegar ao meu destino, o ônibus foi direto até um terminal no centro da cidade, e de lá eu peguei outro para o meu hostel, custou $100 Rand. Caso fosse de Uber ficaria uns $300 Rand, então preferi ir de ônibus, pra já ir sentindo a vibe da cidade. Hospedagem Fiquei em 2 hostel nessa cidade, no Atlantic Point Backpackers, ele é muito topzera, tem ótima estrutura, quarto espaçoso(coisa rara em hostel), um banheiro por quarto, ar-condicionado, locker grande no quarto, o café da manhã é bem completo, e eles organizam muitas atividades entre os hospedes, todo dia havia algo pra fazer, além de estar bem localizado, uns 10 minutos á pé do WaterFront, preço um pouco acima da média, mas vale totalmente. O outro hostel foi o Cape Town Backpackers(cuidado pra não confundir com outro bem próximo chamado The Backpackers), a equipe é bem solícita e me ajudaram muito. O hostel é OK, tem um estrutura bem mais simples, como um banheiro para vários quartos, apesar de ser mais barato que o outro, acabou ficando caro, por ele não oferece café da manhã. A localização, até que é boa, mas fica distante demais da Long Street, tipo uns 15 minutos de caminhada. Os quartos não eram limpos todos os dias. O ponto positivo era o bar dentro dele, bom lugar pra socializar, mas acho que não voltaria lá, tem outras opções melhores O ônibus vermelho Você vai vê-los em todos lugar em Cape Town, são os ônibus turísticos de dois andares, que tem a parte de cima aberta, o site oficial é o City Sightseeing. Vale a pena dar uma olhada no site, seja para planejar e comprar o ingresso, ou para ver os pontos turísticos mais famosos e ir para lá por conta própria. Eu usei esse ônibus por uns 4 dias seguidos, e me quebrou muito o galho, pra ir de um canto para o outro da cidade, recomendo bastante. Um bom roteiro de um dia, nesse ônibus, é pegar o ingresso de $400 Rand, que inclui a entrada pra Montanha da Mesa. Então passar pela Long Street, depois a Montanha da Mesa, almoçar na Camps Bay e final do dia no WaterFront. Outra dica, eu fui comprar o ingresso no ponto 5, que fica na Long Street, um vendedor de lá me fez uma promoção muito boa, eu paguei $1120 Rand, pelo day-tour em Cape Point + o pacote Deluxe(3 dias pra andar no ônibus) + O Attractions City Pass(que dá uma entrada gratuita na maioria das atrações de Cape Town, veja aqui no site o preço de cada uma delas, e calcule se vale a pena pra você comprar). No final, compensou bastante, se eu somar as entradas das atrações que fui, davam bem mais do que paguei, mas só por causa do pacote que o vendedor me fez, então vá lá, e se não tiver cara de pobre sem grana igual eu, tente dar uma chorada no preço rs. Lions Head O melhor horário para ir é no final do dia, para ver o pôr-do-sol lá de cima, pois é muito bonito. Para chegar, chamei um Uber, que me deixou no portão, não precisa pagar nada para entrar. A subida leva apenas 1 hora, não chega a ser difícil, apenas algumas partes mais complicadas, onde existem umas escadas e correntes pra te ajudar a subir,tirando isso é bem tranquilo. Se for mesmo no final da tarde, lembre-se de descer logo, ou pelo menos tenha uma lanterna(do celular mesmo), o caminho fica bem escuro na volta. Também vale a pena procurar pela Wally's Cave, é um caminho alternativo e um pouco mais difícil, onde se tem uma vista pra Montanha da Mesa, recomendo buscar algum vídeo no YouTube mostrando como chegar lá, não vou explicar aqui porque fica complicado(e também porque eu não lembro rs). Montanha da Mesa Uma dica importante sobre lá: É possível vê-la de várias partes da cidade, e se você perceber que o tempo está aberto, suba! O clima lá é muito imprevisível e muda muito rápido, tem este site que você pode ver a condição do tempo, e se o teleférico está aberto ou fechado por causa do vento(me fudi 2 vezes indo lá a toa até descobri o site). Signal Hill Passeio padrão e muito bom, o ideal é ir para ver o pôr-do-sol, vale muito a pena, tem a opção de ir com ônibus vermelho, táxi, ou Uber. E não esqueça uma blusa pois faz bastante frio lá em cima, e leve vinho e um pouco de comida para um piquenique (ou muita pra uma farofada mesmo, ninguém vai te julgar por isso rs) Cape Point Ou Península do Cabo, passeio quase que obrigatório, fica a 70km da Cidade do Cabo, recomendo ir de carro para poder parar onde quiser, principalmente se fizer a rota pela costa oeste, tem muitos pontos cuja paisagem é muito bonita. Caso esteja sem carro, a maioria das agências/hostel/hotel e até o ônibus vermelho vendem esse passeio, a média de preço é a mesma, $800 Rand, incluindo uma parada em Boulders Beach, onde você pode conhecer a praia de pinguins(eu não esperava ver pinguins! na África, foi surreal), por $80 Rand a entrada. Já em Cape Point, é possível subir/descer pelo bondinho($50 Rand), ou a pé, só 20 minutos no máximo. A vista lá de cima é bem legal, além de ter uma trilha que circula por baixo pra chegar mais perto do final da rocha. Depois disso, é possível ir andando até o Cape of Good Hope(Cabo da Boa Esperança), deve levar uns 40 minutos numa trilha bem tranquila (caso esteja de carro, talvez seja melhor ir até lá pela estrada), para chegar lá, vá andando até uma praia que você com certeza viu lá de cima, que está à esquerda, ela se chama Dias Beach, e não é própria para banho, pois as ondas ali são bem fortes, mas dá pra andar pelo rochedo por cima dela. O final da trilha, no Cabo da Boa Esperança, é outro lugar obrigatório para visitar. Vinícolas Outro tour bem famoso, é o da rota de vinhos, é possível conseguir em qualquer agência/hostel e também no ônibus vermelho, não sei se todas fazem as paradas nas mesmas vinícolas, mas não deve ser muito diferente. O passeio é um bate e volta no mesmo dia, passando por várias vinícolas, e fazendo degustação de vinho em todas, além disso, a paisagem é muito bonita. Também é possível fazer por conta própria, indo diretamente nas cidades. A melhor e mais conhecida é Stellenbosch. Free walking tour Eu fiz o free walking tour deste site, eu gosto de fazer esses passeios, sempre que visito uma cidade nova, já procuro se tem algum, é a melhor forma pra conhecer a história da cidade e ainda ter algumas dicas de lugares pra visitar. Nesse em específico, as caminhas eram mais curtas, umas 2 horas, e havia 3 diferentes para escolher. Fiz o do centro histórico, e um outro chamado Apartheid to Freedom, valeu muito a pena esse segundo, é uma aula de história, mostrando sobre como era a vida das pessoas em Cape Town no período do Apartheid, e ver alguns objetos daquela época que ainda estão na cidade, mantidos como registro histórico(como um banco de praça escrito "apenas para brancos", é impactante). Não fiz o tour para o Bo-Kaap, que é o antigo bairro apenas para muçulmanos, onde as casas são coloridas, eu apenas dei uma passada por lá num outro dia, mas acredito que vale a pena conhecer mais detalhes históricos dali. Outros passeios e lugares que gostei: Two Oceans Aquarium: Fica do WaterFront, o melhor é ir às 14h00, que é quando eles alimentam os peixes, e tem um pequena palestra. Às 14h30 vá para parte de cima, para ver a alimentação dos pinguins. Museo do Rugby(The Springbok Experience Rugby Museum): Fica no WaterFront, ali dá pra ter uma ideia do porque o rugby é tão importante para os sul africanos, e como ele foi usado para unir a nação, fiquei com vontade de ir num jogo, mas não achei nenhum que iria acontecer enquanto estivesse lá. Mama Africa: Restaurante muito bom, voltado para turistas, fica na 178 Long Street, tem banda ao vivo, que toca músicas típicas. Se você quiser experimentar carnes exóticas, tem um prato chamado Wild Game, nele vem carne de Kudu(a melhor que comi), avestruz, javali, crocodilo e outros, custa $320 Rand, um pouco caro mas valeu muito a pena. Galbi Restaurant: Fica numa galeria na 210 Long Street, outro lugar com carnes exóticas, só que mais barato, o legal aqui é que você pode escolher a carne e cozinhar você mesmo! tem uma grelha em cada mesa, achei bem legal esse esquema. African Tradin Port: Fica no WaterFront, é uma loja gigante, uns 3 andares, vale a visita só pra ver os itens a venda, o preço é um pouco salgado, se gostar de algo, procure o mesmo item em outra lojinha, como as várias da Long Street, onde você pode negociar o preço. Hout bay Uma cidade costeira, próxima de Cape Town, com vários passeios interessantes, é tranquilo ir de carro ou ir com o ônibus vermelho(a rota Mini Peninsula): Parque Kirstenbosch Botanical Garden, é um parque bem grande e bonito, caso você tenha vários dias disponíveis, vale fazer a visita e ficar um pouco por ali, talvez fazer um piquenique, pois é bem tranquilo e seguro pelo que percebi, no mais, é só um parque. World of Birds/Monkey Park, é um zoológico, que possui muitas aves, muitas mesmo! é quase um labirinto, e você vai passando de uma jaula pra outra, podendo chegar bem perto deles, é um ótimo lugar pra fotografar por causa disso. O único ponto ruim, é que dá uma certa dó de vê-los presos, eu li que as aves ali são resgatadas, e não poderiam ser re-inseridas na natureza, porque não sobreviveriam, mas ainda assim, dá uma dó deles. Existe também uma parte dedicada aos macaquinho, e é bem legal pois é possível chegar perto deles. Imizamo Yethu, é um tipo de povoado, bem pobre, e oferece visitas guiadas para conhecer aquela comunidade, a história dela, e ajudar com as instituições de caridade dali. Mariner's Wharf, é um cais, ótimo lugar para almoçar, muitos pratos de frutos do mar, e depois dá pra fazer o passeio de barco para a Seal Island, uma ilha cheia de lobos marinhos. Joanesburgo e Soweto Fiz o tour do Soweto, com uma agência chamada MoAfrika, mas acho que não foi tão bom, pelo que ouvi de outras pessoas, que fizeram outros tours, eles visitaram algumas instituições/ONG de ajuda aos moradores da região, no tour que eu fiz, não passamos por uma, e eu gostaria muito de ter conhecido. O passeio foi por algumas vielas de uma parte do Soweto, e entramos em uma das casas, no final teve uma apresentação de uma dança típica local, com alguns jovens, muito legal. Fizemos outras paradas, uma no museu do Hector Pieterson, que conta a história de uma revolta da população contra o governo, e da importância dos movimentos que nasceram do Soweto na luta contra o Apartheid, e a última parada foi no museu do Apartheid/museu do Nelson Mandela, os dois ficam juntos, e vale muito a visita, o tanto de informação que tem ali, é impossível ver apenas em uma dia, a maioria do material são vídeos, jornais e fotos da época, algumas partes são bem impactantes, mas sem duvida vale a visita. Minha opinião sobre esses tours do Soweto.(sinta-se livre pra pular essa parte se quiser rs). Sobre o tour em si, acho que ele é mais impactante pra quem mora em países desenvolvidos(europeus, americanos), pra quem mora aqui na América Latina, e mesmo em grandes cidades do Brasil, é possível achar pessoas em situações bem parecidas(ok, provavelmente não tão precárias como lá, devo dizer), não que deixe de ser uma boa experiência, conheço muitas pessoas que precisam de um "choque de realidade" daqueles, principalmente para lembrar que aquela é a realidade de boa parte do mundo, incluindo talvez o bairro onde elas moram. Ao mesmo tempo, me incomodou um pouco fazer esse tipo de "tour de miséria", perguntei para o guia, que era morador dali, o que os outros moradores achavam de ver vários turistas visitando o lugar, e tirando fotos deles. Ele explicou que, desde que as coisas por ali melhorarem, os moradores não se importariam, desde que aquela movimentação de turistas, também trouxesse uma melhora na vida deles, mesmo que pequena, eles aceitariam. Por isso, achei que faltou a visita em alguma instituição beneficente, no tour que fiz. E caso você vá visitar o lugar, não deixe de ajudar, da forma que conseguir, você vai sair levando algo dali, seja uma alegria pelas crianças que correm e pulam pra te abraçar, seja uma inquietação pela situação que aquelas pessoas vivem. E por levar essa lembrança, nada mais justo que deixar alguma ajuda em troca para eles. Safári Essa parte me deixou bem confuso antes da viagem, vários nomes e termos, vários parques, onde ir, como ir. Vou colocar aqui o que eu aprendi pra te ajudar a decidir. Existem muitas opções de safári para fazer em vários lugares da África do Sul, a maioria dos parques você pode chegar por conta, e dirigir por eles, ou contratando agência para te levar. Se você estiver em Cape Town, tem poucas opções, o mais perto o é Aquila Private Game Reserve, que mais parece um zoológico aberto. Entre os parques que merecem destaque, pelo tamanho e quantidade de animais, estão o Addo Elephant National Park, bem próximo de Port Elizabeth. O outro, e pode-se dizer o maior e melhor, é o Kruger National Park, fica a 6 horas decarro de Joanesburgo, ou pegando um voo para a cidade Nelspruit. Game drive: Você deve ter lido isso se já pesquisou, esse é o nome que as agências dão aos passeios de carro 4X4 para ver os animais dentro do parque. Esses game drive duram umas 4 horas, e são feitas ou bem no inicio ou no final do dia, num carro alto e aberto, para que os passageiros possam ver os animais e fotografar. Walk game: é uma caminhada dentro da área selvagem, juntos com dois guias armados para te acompanhar, um deles vai mostrando o lugar, ensinando sobre algumas plantas, animais que passagem por ali, muitas pegadas ou cocôs(no que eu fiz aprendi muito sobre isso rs). É possível ver alguns bichos, mas sempre mantendo distância, gostei mais desse passeio do que o de carro, isso porque eu gosto de andar na natureza, é mais empolgante do que andar de carro. Hospedagem: Existem várias opções, camping, tendas grandes, chalés e até casas. Caso você resolva ficar numa Private Reserve, algumas delas tem acomodações bem luxuosa-topzera(como a Sabi Sand Game Reserve que eu queria ter ido, mas não deu por motivos de:$$$) e outras mais humildes que oferecem tendas em áreas mais afastadas, com banheiro compartilhado, uma espécie de camping, para quem quer uma experiência mais root's. Private Reserve ou Game Reserve: Em volta do Kruger, existem algumas áreas que são privadas, porém não possuem cercas de separação, então os animais acabam transitando para lá, e é possível ver nelas, a maioria dos animais que estão no Kruger. A vantagem aqui, é que os carros podem entrar em áreas mais difíceis, além de ter menos veículos circulando. Dentro dessas reservas, existem os Lodge, que são os lugares que oferecem pacotes com hospedagem/game drive/refeições. Da mesma forma que o Kruger, existem pra todos os bolsos. Dica de fotografia: Esqueça Go-Pro ou similares, com celular até que dá pra tirar dos animais que estejam mais próximos. O ideal é ter uma câmera com um bom zoom, prefira uma lente Teleobjetivas com no mínimo 200mm, pois muitos animais ficam distantes da estradas. Safári no Kruger Se o objetivo é economizar, o melhor é alugar um carro e ir por conta, reservando sua hospedagem pela internet (esse é o site oficial para escolher). A outra opção é fechar com uma agência, que vende pacotes all-inclusive, podendo escolher o tipo de acomodação (chalé, tenda, cabana), e o preço varia pra cada tipo. Eu escolhi a Viva Safaris, na ocasião ficou em $600 dólares o pacote de 4 dias, o que inclui: Transporte ida/volta de Johannesburgo para o Kruger; uma parada para os cânions Blyde River na volta; 3 noites num tipo de chalé bem confortável(eu escolhi tenda, mas deu "overbooking" e acabei ficando em chalé!); 3 jantares, 3 cafés da manhã; e um almoço(os outros almoços foram na estrada ou dentro do Kruger, mas que não ficaram caros); além dos passeios: e 1 Walk Game, 3 Game Drive de 4 horas na reserva privada, e mais 1 de dia inteiro dentro do Kruger. Até que compensou pois foi tudo organizados por eles, recomendo pra quem não quiser pesquisar muito pra fechar cada coisa em separado, dentre as agências que pesquisei, acho que foi a de melhor custo/benefício. Hospedagem: Quando reservar acomodação no Kruger, jogue no google o lugar, e veja no mapa, pois algumas dizer ser dentro do Kruger, mas não são. Não que isso seja ruim, muitas dessas reservas são ótimas, eu fiquei numa delas, mas só pra você ter certeza do que tá comprando. Game drive: Um conselho importante: tenha paciência quando fizer os safáris! pois é possível que você fique até uma hora inteira sem ver muitos animais, o parque é muito grande mesmo. Caso você esteja dirigindo por si, se vir muitos carros parados, chegue perto pois teve ter algum animal interessante alia Rota: Caso resolva dirigir por conta própria, no caminho para lá, faça uma parada no cânions Blyde River, tem uma vista belíssima.
  13. Então cara, eu cheguei em Quito, e fui para as outras cidades do Equador de ônibus, Quilotoa, Banos, indo "descendo" se vc olhar no mapa, até chegar em Cuenca, quando peguei um avião para Bogota(com escala em quito), fiz assim para ganhar mais tempo. Fui com mochilão mesmo, se vc já fez um, não tem nada de diferente, só um bom casaco pois faz frio em alguns pontos de Quito, em Banon, levar toalha(e roupa extra) nos passeios que envolve água, de resto é tranquilo, se precisar de algo é possível comprar lá mesmo
  14. Galera, o relato acabo Foram só 7 dias, entre das fotos estão os detalhes de cada cidade hehehe
  15. Vedado é meio longe das principais atrações, O melhor é Habana Vieja, que é o centro da cidade, mas também é mais caro, Nesse meio termo, recomendo o bairro de Centro Habana, é do lado de Habana Vieja(uns 10 minutos de caminhada) e é mais em conta.
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