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juliana.marques.5648

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Sobre juliana.marques.5648

  • Data de Nascimento 30-01-1991

Bio

  • Ocupação
    Geógrafa

Outras informações

  1. Gastei 3.200 reais na viagem toda já com o aéreo, 3 países em 28 dias. Pegamos o dólar a 2.21 e 2.28 e eu já achando caro rs, bol tava 2,95 por real e 6,95 por dólar, no Perú tava 1.25 por real e por dólar 3,70 eu acho o Chile foi o pior cambio 536,00 pesos por dólar. Negociamos muito bem durante a viagem, não reservamos nada, hostel passeios nada mesmo, conseguimos economizar muito com isso.
  2. Dói ver esse cambio aí enh rs. Eu julho de 2014 no meu mochilão troquei 1 real por 2,90 até 2,95 bol.
  3. Parabéns pelo relato viu! Deu pra sentir a vibe irada que essa viagem foi pra você Essa viagem é meu sonho de consumo. Bjs!
  4. Olá, fiquei bolada com o preço do Rapel, foi isso mesmo 450 reais por pessoa?
  5. 7- Tacna x Arequipa Chegamos no terminal e trocamos alguns soles e logo embarcamos para Arequipa, foi uma viagem bem longa fomos parados umas 3 vezes por policiais que fazia o controle de entrada no país, perdemos em média 40 mim em cada uma dessas paradas, muitos ambulantes subindo e descendo do ônibus vendendo todo tipo de coisa, esse caminho foi o mais louco, a paisagem é algo bem árida e diferente de qualquer coisa que eu já tinha visto, mas bem interessante. Arequipa é um lugar encantador
  6. 6- Calama x Arica x Tacna - E o roubo da minha mochila Pegamos um ônibus bem confortável rumo a Calama, acho que foi o melhor ônibus de toda a viagem, chegamos bem tarde em nosso destino e perdemos o busu pra Arica, fomos obrigados a dormir uma noite em Calama, cidade super perigosa e cara, achamos um lugar para dormir que mais parecia um bordel bem ralé, as paredes eram de pvc, lugar frio, cobertas finas, camas ruins, lugar bem ruim mesmo. Sem falar na galera que estava hospedada lá bem barra pesada mesmo. Logo que amanheceu pegamos nossas coisas e fomos conhecer a cidade e esperar o busu que sairia a a noite do terminal de buses no centro, rodamos a cidade, almoçamos e até que estava boa a comida, passeamos pela cidade e retornos a noite para o terminal, estava tudo tranquilo, ao entrar no ônibus fiz o ritual de sempre mochila grande no bagageiro e a mochila de ataque no meu colo, em um momento de distração um homem vestido com o uniforme da empresa entrou no ônibus gritando para que todos colocassem as mochilas em cima, naqueles compartimentos de fácil acesso, um segundo de distração o cara levou a minha mochila com tudo de valor que tinha, minha câmera Nikon com fotos iradas do Salar/Atacama e do resto da viagem, tênis, roupas de marca, tripé recém comprado em Sucre pra minha máquina, meu celular e alguns reais, resumindo me fudi geral, perdi uma bela contia em coisas, daí foi uma confusão, impedimos o ônibus de sair, gritamos com os funcionarios da empresa que não deram a minima pra nós, sendo que foi um deles que me roubou , fizemos um estardalhaço naquele terminal mas de nada adiantou, resolvemos seguir viagem e registrar o roubo em Arica na embaixada do Brasil, ao chegarmos nos direcionamos a policia local e eles simplesmente cagaram pra gente não quiseram nem registrar o B.O. , a embaixada se quer atendia o telefone. Resolvi deixar pra lá e seguir viagem, sabia que nunca mais veria minhas coisas outra vez . Bola pra frente, e bora seguir viagem afinal não estava nem no meio dela rs. Passado o estresse superei a perda da minha Nikon e seguimos rumo ao Peru. De Arica pegamos um taxi e partimos para Tacna no Peru, viagem tranquila e rápida 1 hs se não me engano.
  7. 6- Atacama Depois de toda treta pra sair da Bolívia, finalmente estávamos todos bem dentro de um busão a caminho de São Pedro do Atacama O percurso dura uns 30 mim, a estrada é belíssima. Dentro do onibus lembrei que folha de coca não entra no Chile, estavamos com um pacotão enorme das folhas rs, abrimos discretamente a janela do bus e jogamos tudo fora pela estrada hahahahha . O posto de controle da imigração chilena é bem rigorosa mesmo, esperamos um bom tempo na fila de ônibus que se formava na entrada, após 1hs de espera fomos atendidos, nossas bagagens passaram por esteiras rolantes com raio x e ao mesmo tempo policias nos questionavam se portavamos algum tipo de drogas e o motivo de estar ali. Passado esse procedimento longo e chato, finalmente entramos na tão esperada São Pedro do Atacama O lugar é incrivél, aos pé de um vulcão imponente e rodeado por neve em suas bordas, estilo plano de fundo do computador Infelizmente não terei mais fotos do Atacama para postar, pois roubaram a minha máquina dias depois , mais pra frente digo como foi . Na foto dá pra ver a minha cara de quem não estava se sentindo nada bem, foi só chegar ao Atacama que me senti ainda pior, fomos logo em busca do Hostel, e achamos um muito bom por sinal segue o link no face https://www.facebook.com/pages/Hotel-Corvatsch/244225618943625. Excelente lugar, banheiros limpos(Olha que foi o que mais usamos hahaha), água quente, cozinha muito boa mesmo. Pegamos um quarto pra 3, não me recordo o valor, mas nada no Atacama é barato. Nos alojamos e saímos para almoçar, coisa que também não é barato lá. Retornei ao hostel apos um pequeno reconhecimento do lugar (mal de geógrafo rs). Ao chegar comecei a me sentir muito mal mesmo a ponto de sair e buscar por ajuda médica, a keith já estava bem melhor e foi comigo ao hospital local de lá, fui muito bem atendida, fiquei no soro por algumas horas e tomei umas 3 injeções, ao sair ainda ganhei uma conta de presente, foi algo em torno de 80 reais pelo atendimento médico, mas paguei sem reclamar, depois disse me senti bem melhor, restando apenas o piriri( vidinha de rainha no trono rs). Resumindo tudo, São Pedro do Atacama é um lugar bem caro, mas que vale cada centavo, acabamos não curtindo o lugar por conta da salmonela, ficamos de repouso os 3 dias para nos recuperar, tirando o Fagner que fez um passeio, não fizemos nada além de algumas voltas na cidade e de lavarmos nossas roupas na lavandeira. A comida preferimos comprar e preparar no hostel, já que não podíamos comer comidas gordurosas por conta da infecção alimentar, uma pena pois existem inúmeras pizzarias bem bacanas lá. A noite é badalada e rodeadas por bares bem charmosos. Pra gente ficou apenas o gostinho e o dever de retornar para curtir de verdade o Atacama O lugar que ficamos o menor tempo e que gastamos mais, foram 3 dias sem fazer nada praticamente e gastamos 200 dólares apenas com hostel, mantimentos alimentares e uma passagem de ônibus para Calama.
  8. Passado a noite horrível que tivemos, levantamos ainda na madruga para ver as fumarolas, aí começou o vacilo do guia, ele marcou conosco as 4hs e só chegou as 5hs, até aí beleza, saímos no meio da madruga na noita mais fria das nossas vidas, onde tudo ao nosso redor estavam congelados, lagos, vidros do carro e o próprio chão. Seguimos rumo as fumarolas, daí eu já não estava curtindo muito por conta do mal estar, o lugar é legal, mas fede a ovo podre (enxofre), logo após paramos para tormar o café da manhã em um restaurante comum aos viajantes, pois nessa parada tem uma piscina termal, uma dica pra quem vai, é já ir com a roupa de banho por baixo, pois os banheiros são horríveis e lotados por ser uma parada de muitos carros. Tava tudo tranquilo, até que eu prestei atenção no horário, o guia já havia se atrasado 1hs e estava muito tranquilo fazendo o roteiro, sendo que nós 3 deveríamos estar as 10:30hs já na fronteira para pegar o ônibus já incluso no pacote que nos levaria ao Atacama. Faltando menos de 30 mim para estarmos nesse busu, o guia tranquilão e sem pressa alguma, comecei a achar estranho a calma dele, e eu olhava a paisagem e não via nada a nossa frente que me remetesse ao posto de controle, comecei a questionar ele se daria tempo, e o mesmo tranquilão dizendo que sim. Até que bateu as 10:30hs e a gente no meio do nada, comecei a apressar ele, sabendo que na Bolívia eles são extremamente pontuais, sendo que ainda deveríamos fazer o processo de saída do país. Depois de muito falar e apressar o guia, chegamos umas 11hs no posto de controle, e pra nossa surpresa o ônibus que nos levaria, já tinha partido fazia tempo, daí começamos uma discussão com o guia, que falava que o problema não era mais dele ficamos muito alterados e não deixamos ele sair com o carro dalí, em quanto o Fagner e a Keith não o deixava ir embora, eu entrei no posto da polícia boliviana e expliquei toda a situação. `Pra nossa sorte o policial intercedeu ao nosso favor e obrigou o motorista a nos colocar em um outro bus e arcar com a despesa, uma pena esse vacilo dele, pois na viagem ele foi um ótimo guia. Aprendizado dessa situação é que devemos sempre cobrar pelo que foi acordado, se o policial não ajudasse seriamos 3 pessoas largadas no meio do deserto naquele frio da porra Deixamos uma garrafa de vinho com o policial e a propina de 25 bol que é cobrado a todos ao sair dalí
  9. 5 - Uyuni x Atacama O deserto é mágico, só indo mesmo. A keith no meio do passeio começou a se sentir mal, lembram daquela famosa chuleta que comemos em Potosi?! Pois bem, estava recheada de salmonela, ela quase não curtiu o Salar, logo na primeira noite ela já estava mal, mas guerreira como sempre seguiu na boa. Os espanhóis e guia sempre muito atenciosos conosco. Deram remédios, chás e todo atenção que podiam. Pela manhã do segundo dia do passeio, eu que comecei a me sentir mal, muito enjoo e aquela sensação de cansaço, e nisso a keith piorando, a segunda noite no hotel de sal foi horrível, pouca coberta, todo mundo meio mal, um frio de -23°C foi tenso.
  10. 5- Uyuni x Atacama Após passarmos por paisagens deslumbrantes na estradas, chegamos já a noitinha em um ponto no meio do nada na cidade de Uyuni, estava um frio da porra, papo de uns -1°C , como sempre saímos em busca de hostel, achamos um do outro lado da praça por 40 bol por pessoa, até que não era tão ruim, só o banho que teve que ficar pela manhã seguinte, pois a água quente só funcionava até as 22hs. Hostel ok, saímos em busca de comida e de agências para fazer o passeio pelo Salar, uma pequena volta pela praça achamos uma lanchonete, e decidimos fechar a agência pela manhã bem cedo. O hostel não tinha café da manhã, então fomos em um restaurante que tinha bem ao lado, pagamos uns 10 bol pelo café, pães e chocolate. Daí achamos uma operadora de viagem que nos ofereceu 750 bol o passeio do Salar de 3 dias com o transfer até o Atacama. Não lembro o nome, mas foi muito boa, inclusive tivemos um excelente motorista/guia, que só deu um pequeno vacilo na hora do transfer para o Atacama. Após tudo fechado com a agência, encontramos o carro em que iriamos ao Salar em frente ao hostel, ali começava mais uma aventura por um dos lugares mais encantadores do mundo. Junto conosco, estavam no passeio mais 3 pessoas: 2 espanhóis e 1 mexicana bem simpáticos e atenciosos por sinal. No começo achei que fossem 1 casal e mais 1 amigo, mas no decorrer da viagem vimos que a relação era bem mais pra um casal de '3' Hahahah todos se davam muito bem uns com os outros Galera bacana, que somou em nosso passeio. Lugar único e maravilhoso com uma vibe indescritível. Apenas vá, e veja com os seus próprios olhos e coração!
  11. Foi mal a demora galera, mas é que estou entrando na vida de concurseiro rs! Quero virar funcionária pública e garantir muitos outros mochilões pela frente Vou tentar terminar ainda hoje! Continuem acompanhando
  12. 4- Potosi x Uyuni- E a Chuleta da morte. Foi bem rápido essa deslocação. Potosi é uma cidade bem pacata, eu em particular não gostei muito dela. Pegamos um frio da porra, e como sempre descemos do táxi a procura de abrigo. Este hostel que ficamos foi um dos piores, paredes baixas e úmidas, cheias de mofo. Passamos muito frio nesta noite, sem falar na altitude. Um amigo começou a se sentir mal, falta de ar e enjoo. Quase não dormimos essa noite. Antes de dormir andamos pela cidade a procura de comida, parecia uma cidade fantasma, o frio espantou geral . Achamos um lugar bem interessante para comer (Mal sabíamos que dalí sairia a temida Salmonela )chegamos felizes e cansados, pedimos umas hamburguesas com coca-cola (quente rs) o ambiente era até maneiro e tal, fomos bem servidos. No dia seguinte, após o café da manhã saímos a procura de algum passeio pela cidade, já que nosso ônibus para Uyuni só sairia a noite. Achamos o passeio da mina, pra mim foram 60 bol jogados no lixo, não curti a mina e nem cheguei a entrar, um lugar marcado pela escravidão daquele povo, um péssimo local de trabalho e um ambiente altamente insalubre para aqueles trabalhadores que eram feito de escravos em pleno 2014. Mas vale a visita, vale a reflexão . Logo após esse passeio a van nos leva de volta para o hostel, de lá seguimos andando pela cidade pra fazer aquele reconhecimento básico de mochileiro/geógrafa. Já era pela hora do almoço, quando nos dividimos eu e a Keith retornamos ao mesmo lugar da noite anterior e os meninos pararam em um outro restaurante. De volta aquele simpático restaurante, pedimos a tal CHULETTA COM PAPAS (vocês entenderão o porquê da Chuleta da Morte), estava bonita e era o enorme o pedaço da carne, porém o gosto estava muito suspeito, muito forte. Eu que já sou meio chata pra comer, cantei logo - essa carne tá estragada, aí a Keith - não tá nada, disse que era frescura minha , e que era o gosto dos temperos. Eu fui na onda dela, mal sabia que as minhas suspeitas estavam certas. Finalizada a refeição, que por sinal raspamos o prato voltamos ao hostel para apanharmos as bolsas e seguir viagem.
  13. 3 - Sucre x Potosi. Um pouco mais de Sucre. Fizemos um bom tour a pé pela cidade. Não deixe de ir ao mercado municipal, é fantástico. Lá se você tiver estômago de aço, consegue uma refeição completa (Sopa, prato principal e o postre) na faixa dos 3 bol (1 real). Além de outros lanches e especiarias locais. Lá você atesta que o padrão boliviano de higiene é quase zero, o que faz o podrão da sua esquina ter 5 estrelas no quesito limpeza rs! Sucre foi o melhor lugar da viagem inteira para fazer compras e trocar os dólares no câmbio. Na rua do mercado tem algumas casas de câmbio, além da galera de rua. Fizemos a troca tanto com os cambistas de rua e nas casas de câmbio, deem uma boa pesquisada, confiram as notas, não aceitem notas rasgadas, sujas ou muito velhas . Um bizu pra galera que vai seguir pro Atacama- Chile, é tentar trocar os dólares por pesos chilenos em Sucre, eu fiz isso e me dei bem , pois quem deixou para trocar no Atacama saiu perdendo , a cotação lá era horrível. Sem falar que tudo lá é caríssimo. Tentamos fechar o passeio do Salar direto em Sucre, pretendíamos pular Potosi e seguir direto pro Salar. Sendo que as estradas estavam fechadas nesse dia, então pra não perder tempo fomos para Potosi pois de lá seria mais fácil chegar a Uyuni. Sem falar que fechar o passeio em Sucre é furada, pois saiu bem mais baratos fecharmos o passeio já em Uyni. Fomos no momento da Copa do Mundo, e todos estavam animados com o jogo, menos a gente rs! Por toda viagem, os locais nos questionavam o porquê de estar viajando e não vendo a Copa em nosso país rs, era quase um pecado pra eles o que estávamos fazendo rs. Depois de 1 dia e meio em Sucre arrumamos as malas e seguimos rumo a Potosi. Quase perdemos o ônibus por 1 mim rs, eles são muito pontuais fica a dica.
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