Ir para conteúdo

delucarina

Membros
  • Total de itens

    22
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Outras informações

  1. Olá! Só vimos sua mensagem agora... e agora já não lembramos exatamente o valor, mas creio que foi em torno de R$5000, incluindo as 500 passagens aéreas... rs
  2. Como a Argentina teve uma recente mudança drástica na economia, não vou colocar os preços que paguei por lá em outubro (talvez agora estejam melhores). Na época, achamos tudo absurdamente caro. Para quem mora em São Paulo, faça a conversão no Banco La Nación, no final da Av. Paulista. A cotação lá estava muito melhor do que as que paguei na Argentina. O ônibus para Puerto Iguazú é um amarelinho, e custa cerca de R$ 4 (mas dá para pagar em peso também). Ele irá parar na aduana para o registro de ingresso e de lá seguirá caminho. Tentem ser rápidos nesse trâmite, pois logo no nosso prime
  3. Ficamos hospedados em Foz, no hotel Normandie Iguaçu, reservado pelo Decolar (o pacote saiu mais barato que comprar voo e hotel separado). Por fora, o hotel tem cara de espelunquinha, mas por dentro é simples e funcional: uma cama, TV de tubo, ventilador… e um café da manhã self service, no qual nos acabávamos para só comer de novo à noite. O hotel fica perto de vários pontos de ônibus. Caso você fique hospedado longe do centro, é só ir até o terminal. O ônibus que vai até as Cataratas é o de linha normal (linha 120) e a passagem custa cerca de R$ 2,50 (não anotei o valor exato). D
  4. Este é o relato de uma viagem de casal realizada em Outubro de 2015 por Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este. Não vamos colocar o roteiro do modo como fizemos, mas, sim, do modo que teríamos feito se tívessemos as informações necessárias para evitar várias idas e vindas. Apesar de ser um roteiro famoso, é difícil encontrar informações para passeios fora da rota tradicional (por exemplo, Ciudad del Este sem compras e Puerto Iguazú além das Cataratas). Para mais vídeos, relatos e fotos, curta nossa página no face (https://www.facebook.com/dandoumpulo/) e acompanhe nosso site (http:
  5. Obrigada! Compramos as passagens de ida e volta de Lima no impulso, porque estavam bem em conta... Mas aí acabamos tendo de fazer mais deslocamentos de ônibus, fora um voo extra pro Equador que encaixamos no roteiro quando vimos que seria inviável ir até Quito por terra...
  6. Dia 26 - Callao Fim da viagem com chave de ouro. Pegamos um táxi para Callao (atenção para o fato de que muitos taxistas limenhos não aceitam ir para lá, porque dizem que em Callao os multam por qualquer coisa). Às 11h embarcamos em uma lancha por cerca de 140 soles e fomos nos deliciando com as cenas da vida marinha: pelicanos, pinguins e muitos, mas muitos lobos marinhos, que faziam uma cantoria, uma algazarra... Para nadar com os leões marinhos, assinamos um contrato verbal com o guia, que nos alertou para o fato de que são animais selvagens e que podem atacar, por isso o ideal é entrar e
  7. Dia 25 - Lima Ficamos no Youth Hostel Malka porque queríamos ir ao Parque de La Reserva, que é próximo. Fomos no comecinho da noite ver o show de luzes nas fontes, que é divertido. Ainda tomamos um verdadeiro banho em algumas outras das várias fontes que o Parque oferece. Adoramos o passeio e indicamos Abaixo, link com o show das luzes:
  8. Dia 24 - Cusco Passeamos um pouco mais pela cidade, conhecemos o Museu de Machu Picchu (o único que decidimos pagar a entrada, já que não compramos o boleto turístico). É bem interessante conhecer o museu após ir às ruínas. Há um senhor no museu que vende instrumentos musicais feitos em cerâmica, iguais aos que foram descobertos em expedições arqueológicas em Machu Picchu. Descobrimos uma feira de artesanato bem em conta, perto do mercado municipal, e ainda passamos pelo museu do chocolate (que vale mais pelas degustações). Depois, 24 horas de bus rumo a Lima. Vídeo com o senhor dos
  9. Dia 23 - Machu Picchu Fomos no final de janeiro, e por isso quis fazer a Salkantay, porque sabia que a chance de chover e me frustrar com a paisagem era grande - se chovesse em Machu Picchu no grande dia, pelo menos teria a recordação da trilha maravilhosa até lá. Na noite do primeiro dia de trilha, choveu como se fosse acabar o mundo. Quando acordamos, a grama verde tinha se transformado em quilômetros de neve, empapando os sapatos e gelando as almas (mas, ainda assim, trekking na neve é uma experiência surreal). A chuva deu uma acalmada na sequência, mas tivemos sérios problemas com
  10. 19, 20, 21, 22 e 23/01 - Trilha Salkantay Vou copiar e colar aqui o roteiro descrito pela agência, para maiores detalhes. Em resumo, o primeiro dia alterna subidas e descidas por paisagens não muito interessantes (quando comparadas com o resto, lógico). O segundo dia é de matar, só subida, mas são as melhores paisagens (e há a opção de subir boa parte do caminho de mula - é caro, mas não duvide do grau de dificuldade desta subida). E depois de alcançar o Salkantay, é só descida, a ponto de machucar o pé pelo movimento repetitivo. Terceiro dia já é clima de floresta, com visita a lindas ter
  11. Dia 18/01 - Cusco Nosso voo, que iria para Lima e de lá para Cusco, foi alterado, com uma conexão extra para Bogotá. Apesar do transtorno de ir até a Colômbia quando se quer ir para o sul do Peru, a Avianca nos garantiu voo de primeira classe (o único da vida) e ainda nos deu 120USD de bônus para usar com passagens aéreas... E com o dólar a 4 reais, é uma pequena fortuna Enfim chegamos a Cusco após muitas idas e vindas. Pegamos táxi do lado de fora do aeroporto mesmo, porque não estávamos conseguindo negociar os preços com os taxistas autorizados. O taxista que nos levou mais em conta a
  12. 14, 15, 16 e 17/01 - Quito Não temos o hábito de ficar muitos dias em uma mesma cidade, mas há muito o que se fazer nos arredores de Quito. Chegamos dia 14 à noite, no hostel reservado via Booking na região de Miraflores, mais cara, porém bem agradável. O hostel em que ficamos era o Travellers Inn. No dia 15, pegamos um táxi para o teleférico do vulcão Pichincha. O ponto mais alto do teleférico é um lugar muito bonito, e se soubéssemos que lá havia uma trilha até o topo do Pichincha, teríamos levado mais água e roupas para a caminhada. Recomendo sair do teleférico e pegar um táxi n
  13. 14/01 - Cotopaxi Compramos no hostel Tiana o tour para o Cotopaxi, praticamente exclusivo - só nós e o guia. O caminho até o vulcão é bem interessante, cheio de pinheiros, alguns cavalos selvagens, lagunas... Quando estávamos quase chegando ao refúgio no vulcão, o pneu do nosso carro estourou. A solução? Pegar carona com outro carro, e para caber todo mundo, os guias foram pendurados do lado de fora, em um caminho que beirava precipícios... O carro parou próximo ao refúgio e de lá fomos a pé até o glaciar. A caminhada é puxada por causa da altitude, mas a vista dos paredões de gelo
  14. 13/01 - Latacunga Saímos de manhã do hostel e ganhamos de brinde um saquinho com as cinzas do vulcão. Fomos de ônibus à cidade de Latacunga e caminhamos até o hostel, também reservado por email (Hostal Tiana). O mais interessante desse hostel é a localização, pois em todo o resto ele fica a dever... Como chegamos perto do horário do almoço e já não dava tempo de fazer nenhum tour, arriscamos ir por conta para a Laguna Quilotoa. Foi superfácil de chegar e muito barato... Não há necessidade nenhuma de pagar uma agência. No próprio hostel nos informaram direitinho - pegamos um ônibus
  15. 12/01/15 - Baños Fizemos o tour de táxi rumo às cachoeiras, com o taxista fazendo paradas estratégicas e nos explicando um pouco sobre o lugar. Até nossas fotos ele ajudou a tirar! Fomos na tarabita, uma espécie de teleférico sobre as cachoeiras, e meu namorado fez uma tirolesa superman (de barriga para baixo) por 10 dólares, se não me engano. Depois fizemos a trilha rumo ao Pailón del Diablo, uma cascata realmente impressionante. O lugar todo é bem bonito, com pontes de madeira, cascatinhas ao longo do caminho, mirantes com visões diferentes das quedas-d'água... Como sobrou a tar
×
×
  • Criar Novo...