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delucarina

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  1. Olá! Só vimos sua mensagem agora... e agora já não lembramos exatamente o valor, mas creio que foi em torno de R$5000, incluindo as 500 passagens aéreas... rs
  2. Como a Argentina teve uma recente mudança drástica na economia, não vou colocar os preços que paguei por lá em outubro (talvez agora estejam melhores). Na época, achamos tudo absurdamente caro. Para quem mora em São Paulo, faça a conversão no Banco La Nación, no final da Av. Paulista. A cotação lá estava muito melhor do que as que paguei na Argentina. O ônibus para Puerto Iguazú é um amarelinho, e custa cerca de R$ 4 (mas dá para pagar em peso também). Ele irá parar na aduana para o registro de ingresso e de lá seguirá caminho. Tentem ser rápidos nesse trâmite, pois logo no nosso primeiro ingresso no país fomos abandonados pelo motorista e tivemos de pagar outro ônibus para ir ao centro de Puerto. Quem vai para as Cataratas desce antes de chegar ao centro, em um ponto de ônibus bem abandonado. Lá passa o ônibus rumo às Cataratas (ou é possível compartilhar um táxi pelo mesmo preço do bus – os chamados remises, táxis coletivos). O lado argentino tem mais trilhas, mais caminhadas e mais espera entre os trens que conectam alguns trechos do Parque. Recomendo ir direto à Garganta do Diabo e depois pegar o trem de volta para fazer as trilhas do circuito superior e inferior. Não saí tão encharcada do lado argentino, mas saí mais impressionada. A Garganta do Diabo realmente é grandiosa, e as trilhas do Parque, em boa parte, são feitas por passarelas sobre os rios, possibilitando uma integração maior ao ambiente. São passeios para um dia inteiro, e para quem quer fazer a Aventura Náutica (mais barata na Argentina), talvez sejam recomendáveis 2 dias no Parque (o segundo dia tem 50% off). Sobrou mais um dia de passeio na Argentina? Desça novamente no ponto de ônibus que vai para as Cataratas e de lá caminhe até La Aripuca, uma construção indígena no formato de arapuca gigante (que representa que, se não respeitarmos a natureza, seremos vítimas de nossa própria armadilha). O lugar tem construções interessantes, sorvete de mate com uma espécie de rosa e é uma boa pedida para comprar souvenirs. O ingresso dá desconto para outras atrações da cidade. Saindo da Aripuca, passe no Ice Bar Iguazú (é na mesma avenida), para garantir meia hora open bar a 10 graus negativos, em um bar todo feito de gelo. Ainda na avenida, há a opção de visitar uma casa feita com garrafas pet, o Parque das Aves argentino e uma comunidade indígena (não fizemos esses 3 passeios, mas para quem já estiver por lá, talvez seja uma opção). Depois de tanta água em Iguaçu, estamos nos preparando para novas águas, dessa vez no Caribe colombiano… mas isso já é matéria pra outro relato.
  3. Ficamos hospedados em Foz, no hotel Normandie Iguaçu, reservado pelo Decolar (o pacote saiu mais barato que comprar voo e hotel separado). Por fora, o hotel tem cara de espelunquinha, mas por dentro é simples e funcional: uma cama, TV de tubo, ventilador… e um café da manhã self service, no qual nos acabávamos para só comer de novo à noite. O hotel fica perto de vários pontos de ônibus. Caso você fique hospedado longe do centro, é só ir até o terminal. O ônibus que vai até as Cataratas é o de linha normal (linha 120) e a passagem custa cerca de R$ 2,50 (não anotei o valor exato). Dá para fazer o Parque das Aves e as Cataratas no mesmo dia, do lado brasileiro. Parece que o recomendável é ir primeiro ao Parque, pois de manhã as aves estão mais agitadas. Gostamos do Parque das Aves, pois há muitos viveiros mais abertos, em que os pássaros parecem ter mais espaço para se movimentar. No lado brasileiro das Cataratas, fizemos apenas a trilha principal, que garantiu a parada em vários mirantes para fotos, além de muitos quatis no caminho. Capa de chuva é um item que ajuda a aproveitar melhor o passeio, sem se preocupar em molhar eletrônicos e acessórios (compre antes para não pagar uma fortuna no Parque). Não vimos bebedouros por lá, mas tínhamos levado nossa água e coisinhas comestíveis, para fugir nos dos preços abusivos da lanchonete. Se tiver mais um dia de viagem em Foz, pegue um ônibus para conhecer a mesquita (se não me engano, é a linha 103). O lugar tem uma decoração interessante e, por ser um ponto turístico, há sempre alguém disposto a responder às perguntas sobre o islamismo. Para entrar na mesquita, as mulheres têm de colocar véu, que é emprestado na hora (e não podem ir de bermuda ou roupa curta/decotada). O horário de visitação é das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30, com intervalo para reza das 15h40 às 16h15. Ao sair da mesquita, não deixe de passar na doceria Almanara, em frente, que serve doces árabes a um preço bem em conta. Ao sair da mesquita, pode-se pegar outro ônibus até o terminal e de lá para o templo budista (creio que linha 102, mas não tenho certeza… é só perguntar no terminal). O templo não abre às segundas, e funciona das 9h30 às 17h. Apesar de alguns itens estarem em reforma, é um dos templos budistas brasileiros mais bonitos, com várias estátuas que formam um conjunto muito agradável de ser visto.
  4. Este é o relato de uma viagem de casal realizada em Outubro de 2015 por Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este. Não vamos colocar o roteiro do modo como fizemos, mas, sim, do modo que teríamos feito se tívessemos as informações necessárias para evitar várias idas e vindas. Apesar de ser um roteiro famoso, é difícil encontrar informações para passeios fora da rota tradicional (por exemplo, Ciudad del Este sem compras e Puerto Iguazú além das Cataratas). Para mais vídeos, relatos e fotos, curta nossa página no face (https://www.facebook.com/dandoumpulo/) e acompanhe nosso site (http://www.dandoumpulo.com). Comece por… Paraguai! Por que começar o roteiro das cataratas pelo Paraguai? Porque lá está o Salto del Monday, uma cachoeira linda, de fácil acesso e barata! Claro que é muito menor do que as Cataratas… mas é uma ótima opção para perder o medo de fazer turismo no Paraguai, que é sim um país com muita coisa a oferecer. E para quem está em família e sem grana para ver as Cataratas, é uma opção! Assim que atravessar a Ponte de Amizade (atravessamos sempre a pé, sem problemas,mas com as mochilas para frente do corpo, por precaução), passe na aduana. Lá há um stand de turismo do Paraguai, com vários mapas e com um pessoal muito receptivo, que dará informações detalhadas de como chegar aos destinos. Contudo, caso aproveite para carimbar o passaporte, não esqueça que, oficialmente, para entrar no país é preciso a vacina da febre amarela. Siga reto, depois da aduana, por toda a avenida de comércio (sem se deixar convencer pelos vendedores, porque há sim casos de gato vendido por lebre), até o supermercado Arco-Íris. Na rua deste mercado há um ponto em que passa o ônibus da empresa Matiauda, e na placa da frente está escrito “áreas 1, 2, 3, 4, 5”. O preço é 2500 guaranis (R$ 1,00). É só informar o cobrador/motorista que você descerá em Salto del Monday (pronuncie mondai). O ônibus irá parar próximo a uma escolinha de futebol. De lá até o Salto são uns 300 metros caminhando (é só perguntar que o pessoal na rua vai informando onde é). A entrada é 12000 guaranis (menos de R$ 10,00). Lá há um circuito de arvorismo pequeno, que talvez interesse às crianças. No parque há uma lanchonete e é um lugar propício para piquenique em família. Digamos que você tenha feito esse passeio pela manhã. Na volta, desça de novo no mercado Arco-Íris e vá para a pracinha atrás do mercado, onde passa o ônibus para Hernandarias. Na plaquinha do ônibus estará escrito Jacurupucú (na dúvida, pergunte se vai até Itaipu). O preço do busão é 3000 Gs (pouco mais de R$ 1) e ele te deixa a uma quadra da entrada de Itaipu. O circuito é feito de ônibus dentro da represa e é gratuito, ao contrário do lado brasileiro. Mesmo para quem não curte tanto esse tipo de roteiro, ver como o lugar funciona e suas estruturas gigantes impressiona. Mais uma vez acho um ótimo passeio para fazer com crianças, para que elas entendam de vez muitos dos conceitos das aulas de geografia. Um outro passeio possível no Paraguai, mas que acabamos não fazendo, são as missões. Há muita gente que trabalha em Ciudad del Este e mora na região das missões; por isso, para evitar trânsito, o ideal é pegar o ônibus (no terminal) lá pelas 8 da manhã. Em 3 ou 4 horas de viagem ele te deixará nas missões jesuíticas. Aí é curtir o dia inteiro e voltar à noite para Ciudad.
  5. Obrigada! Compramos as passagens de ida e volta de Lima no impulso, porque estavam bem em conta... Mas aí acabamos tendo de fazer mais deslocamentos de ônibus, fora um voo extra pro Equador que encaixamos no roteiro quando vimos que seria inviável ir até Quito por terra...
  6. Dia 26 - Callao Fim da viagem com chave de ouro. Pegamos um táxi para Callao (atenção para o fato de que muitos taxistas limenhos não aceitam ir para lá, porque dizem que em Callao os multam por qualquer coisa). Às 11h embarcamos em uma lancha por cerca de 140 soles e fomos nos deliciando com as cenas da vida marinha: pelicanos, pinguins e muitos, mas muitos lobos marinhos, que faziam uma cantoria, uma algazarra... Para nadar com os leões marinhos, assinamos um contrato verbal com o guia, que nos alertou para o fato de que são animais selvagens e que podem atacar, por isso o ideal é entrar e ficar bem paradinho, boiando na água. Paracas é sensacional... Mas se o seu objetivo for vida marinha, nem precisa sair de Lima. Para uma experiência tão inesquecível, não é um passeio caro (e são animais em seu ambiente natural, o que não faz deste um tour exploratório). Não deem muita bobeira em Callao... Estávamos tranquilos, vendo o mar, quando trabalhadores da região vieram nos alertar de que a fama da cidade é verdadeira, com muitos assaltos. Aí fomos rapidinho para o hotel, ao aeroporto e para casa, com mais uma experiência inesquecível de mochila. Abaixo, o vídeo do que foi essa experiência de nadar com os leões marinhos.
  7. Dia 25 - Lima Ficamos no Youth Hostel Malka porque queríamos ir ao Parque de La Reserva, que é próximo. Fomos no comecinho da noite ver o show de luzes nas fontes, que é divertido. Ainda tomamos um verdadeiro banho em algumas outras das várias fontes que o Parque oferece. Adoramos o passeio e indicamos Abaixo, link com o show das luzes:
  8. Dia 24 - Cusco Passeamos um pouco mais pela cidade, conhecemos o Museu de Machu Picchu (o único que decidimos pagar a entrada, já que não compramos o boleto turístico). É bem interessante conhecer o museu após ir às ruínas. Há um senhor no museu que vende instrumentos musicais feitos em cerâmica, iguais aos que foram descobertos em expedições arqueológicas em Machu Picchu. Descobrimos uma feira de artesanato bem em conta, perto do mercado municipal, e ainda passamos pelo museu do chocolate (que vale mais pelas degustações). Depois, 24 horas de bus rumo a Lima. Vídeo com o senhor dos instrumentos musicais:
  9. Dia 23 - Machu Picchu Fomos no final de janeiro, e por isso quis fazer a Salkantay, porque sabia que a chance de chover e me frustrar com a paisagem era grande - se chovesse em Machu Picchu no grande dia, pelo menos teria a recordação da trilha maravilhosa até lá. Na noite do primeiro dia de trilha, choveu como se fosse acabar o mundo. Quando acordamos, a grama verde tinha se transformado em quilômetros de neve, empapando os sapatos e gelando as almas (mas, ainda assim, trekking na neve é uma experiência surreal). A chuva deu uma acalmada na sequência, mas tivemos sérios problemas com os sapatos. Além da neve do segundo dia, há muitas cachoeiras para atravessar em meio à trilha. Minha sorte foi comprar uma meia muito grossa de lã de lhama, o que amorteceu o impacto, pois o solado do meu sapato se desfez com tanta água, machucando muito o pé. Chegamos em Machu Picchu com chuva de novo, encobrindo as montanhas. No entanto, foi sensacional ver a névoa se dissipando e ter a noção real, pouco a pouco, da grandiosidade da cidade inca. Recomendo muito subir Huyana Picchu (que tem de ser reservada com antecedência) - é outra subida feroz, mas a vista é incrível demais.
  10. 19, 20, 21, 22 e 23/01 - Trilha Salkantay Vou copiar e colar aqui o roteiro descrito pela agência, para maiores detalhes. Em resumo, o primeiro dia alterna subidas e descidas por paisagens não muito interessantes (quando comparadas com o resto, lógico). O segundo dia é de matar, só subida, mas são as melhores paisagens (e há a opção de subir boa parte do caminho de mula - é caro, mas não duvide do grau de dificuldade desta subida). E depois de alcançar o Salkantay, é só descida, a ponto de machucar o pé pelo movimento repetitivo. Terceiro dia já é clima de floresta, com visita a lindas termas no final. Quarto dia, trilha pelo caminho do trem, uma paisagem bem legal (dá para ver "as costas" das montanhas de Machu Picchu de lá). E, no último dia, visita guiada às ruínas incas, milhares de fotos e volta a Cusco. Roteiro da agência: 1. Trilha Salkantay É uma nova e interessante alternativa que substitui o Caminho Inca clássico e é para quem deseja desfrutar da natureza e da sua biodiversidade, de uma variedade de climas e formosas paisagens glaciais da cordilheira, até chegar a Machu Picchu. Itinerary DIA 1: CUSCO – MOLLEPATA – SORAYPAMPA Sairemos de Cusco entre as 4h30 e as 5h00 da manhã, para nos dirigirmos em ônibus até a localidade de Mollepata (2.900 m. acima do nÍvel do mar), onde chegaremos pelas 9h00, para tomar o café da manhã. Hoje, faremos uma formosa e cênica viagem até Limatambo, com vistas panorâmicas do majestoso nevado Salkantay. No caminho, pode-se apreciar uma impressionante cadeia de montanhas cobertas de neve e o vale do rio Apurimac. Na chegada, nos encontraremos com o nosso pessoal de logística e carregaremos o equipamento sobre as mulas, para dar início à nossa caminhada até Cruz Pata (3.200 m.a.n.m.). Caminharemos umas 3 horas, passando por tradicionais comunidades andinas como Cruz Pata e Challacancha, onde pararemos pelas 12h00 para o almoço e logo de um pequeno descanso, seguiremos caminhando pelas aldeias de Soraypampa (3.850 m.a.n.m.) e chegando pelas 17h30 ao nosso primeiro acampamento, onde jantaremos e descansaremos. DIA 2: SORAYPAMPA – CHALLWAY Após um bom café da manhã, e bastante cedo, iniciaremos a caminhada mais árdua da viagem. Saindo às 7h00, percorreremos o lugar denominado Pampa Salkantay, para logo nos dirigirmos até o lado esquerdo do nevado Humantay, situado junto ao Salkantay e ao meio-dia, estaremos no ponto mais alto (passo Salkantay – Humantay 4.500 m.a.n.m.). Lá, contemplaremos vistas espetaculares do imponente nevado Salkantay (6.264 m.a.n.m.), conhecido como o segundo pico mais alto da região de Cusco, assim como dos nevados Humantay e Huayanay. Após 1 hora de descanso, almoçaremos na zona denominada Huayrac Punku. Logo, faremos uma caminhada de umas 3 horas até o campo de Rayanniyoc (2.890 m.a.n.m.) ou ao campo de Chaullay (2.920 m.a.n.m.), onde acamparemos a segunda noite. DIA 3: CHALLWAY – LA PLAYA Após o café da manhã, sairemos às 7h00, para caminhar durante 5 horas. No caminho, passaremos pelo povoado de Collpabamba, numa região chamada “Selva de Nuvens” ou “Beira da Selva”, onde tem cascatas, árvores frutais, variedade de flora, coca e pássaros. Ali, pode-se observar a colheita da banana, cascatas e, se tivermos sorte, poderemos ver o famoso “Galinho das Rochas”. Logo, almoçaremos em Wiñaypoqo e tomaremos uma hora de tempo livre para descansar. Depois, continuaremos a caminhada por umas 3 horas, até chegar à zona denominada La Playa (2.350 m.a.n.m.), observando uma grande variedade de orquídeas, antes de chegar ao nosso acampamento. DIA 4: LA PLAYA – AGUAS CALIENTES Após o café da manhã, ás 7h.30, iniciaremos a nossa caminhada, nos dirigindo até os restos arqueológicos de Llactapata, onde pararemos em um passo de montanha a 2.950 m.a.n.m. Ali veremos alguns rastros da cultura inca e teremos uma vista sobre a montanha de Machu Picchu, assim como de outros cumes da zona e gozaremos de um tempo livre para descansar. Depois, desceremos durante umas 2 horas até a Planta Hidroelétrica de Machu Picchu, a 1.870 m.a.n.m. Depois do almoço e com o pessoal todo, partiremos às 15h20, no trem que nos levará em 45 minutos ao povoado de Aguas Calientes, a 2.000 m.a.n.m. Opcionalmente, você pode ir aos banhos termais que estão situados a uma distância de uns 10 minutos a pé do povoado. Seguido, jantaremos e nos acomodaremos num hotel. DIA 5: AGUAS CALIENTES – MACHUPICCHU Muito cedo neste último día e logo após o café da manhã, pegaremos o primeiro ônibus em direção ao Santuário Histórico de Machu Picchu, onde chegaremos em 30 minutos. A visita guiada durará umas 3 horas e logo depois, teremos um tempo livre para tomar fotos ou fazer a subida até a cume da montanha de Huayna Picchu, a visita do Templo da Lua ou a da Porta do Sol (Inti Punku). Almoço em Aguas Calientes, para logo retornar à cidade de Cusco, onde chegaremos às 20h.30.
  11. Dia 18/01 - Cusco Nosso voo, que iria para Lima e de lá para Cusco, foi alterado, com uma conexão extra para Bogotá. Apesar do transtorno de ir até a Colômbia quando se quer ir para o sul do Peru, a Avianca nos garantiu voo de primeira classe (o único da vida) e ainda nos deu 120USD de bônus para usar com passagens aéreas... E com o dólar a 4 reais, é uma pequena fortuna Enfim chegamos a Cusco após muitas idas e vindas. Pegamos táxi do lado de fora do aeroporto mesmo, porque não estávamos conseguindo negociar os preços com os taxistas autorizados. O taxista que nos levou mais em conta ainda deu informações sobre a cidade, sobre os pontos turísticos... Ficamos no The green shelter, reservado via Booking, com uma vista linda, perto da Plaza de Armas e com um café da manhã que justifica a diária, levemente salgada. Conhecemos os arredores e, na volta, um representante da agência que contratamos para ir ao Salkantay esperava por nós para entregar mapas e todas as explicações sobre o roteiro. Pagamos USD 330 com a Inca Peru Travel, e como fizemos o pagamento antes da alta do dólar, na época não achamos muito caro... Considerando as várias paisagens pelas quais se anda, fugindo muito do roteiro clássico a Machu Picchu, é um investimento que vale a pena.
  12. 14, 15, 16 e 17/01 - Quito Não temos o hábito de ficar muitos dias em uma mesma cidade, mas há muito o que se fazer nos arredores de Quito. Chegamos dia 14 à noite, no hostel reservado via Booking na região de Miraflores, mais cara, porém bem agradável. O hostel em que ficamos era o Travellers Inn. No dia 15, pegamos um táxi para o teleférico do vulcão Pichincha. O ponto mais alto do teleférico é um lugar muito bonito, e se soubéssemos que lá havia uma trilha até o topo do Pichincha, teríamos levado mais água e roupas para a caminhada. Recomendo sair do teleférico e pegar um táxi na rua para a Mitad del Mundo, ou fazer o passeio em outro dia. São regiões distantes, e o segurança do teleférico nos indicou um taxista bem vigarista. Quando chegamos à Mitad del Mundo, já estávamos tão estressados com o taxista que mal aproveitamos o passeio. É tudo bem caro na Mitad del Mundo, porque os museus cobram ingressos separadamente. Há um museu (Inti Nan) onde está a linha verdadeira do Equador, medida com GPS, aonde se fazem experiências científicas que supostamente comprovam a existência da linha naquela região - que nos pareceram um tanto forçadas. A parte com a linha do Equador falsa é a mais bonita, com o monumento que é símbolo do país. Preferimos a beleza do lugar à precisão científica. No dia 16, visitamos alguns dos parques da cidade, muito bem conservados e realmente aproveitados como área de lazer pelos equatorianos. Fomos a pé pela região de Miraflores, ainda com trauma dos taxistas. No dia 17, antes de irmos ao aeroporto, conhecemos um pouco do centro histórico de Quito, confesso que receosos pelas várias advertências sobre a violência do lugar. No entanto, tudo ocorreu tranquilamente: fomos de táxi até o centro, mas fizemos os passeios todos a pé. O ponto alto do centro histórico é a Catedral Metropolitana, construída no estilo de Notre Dame, mas com gárgulas latinas: pelicanos, tartarugas, lagartos são algumas das esculturas que podem ser vistas. Paga-se uma taxa de 2 ou 3 dólares para subir as escadarias internas da igreja, mas vê-la por dentro, seus vitrais e sinos, é muito recompensador. De volta ao hotel, partimos ao aeroporto rumo a Cusco.
  13. 14/01 - Cotopaxi Compramos no hostel Tiana o tour para o Cotopaxi, praticamente exclusivo - só nós e o guia. O caminho até o vulcão é bem interessante, cheio de pinheiros, alguns cavalos selvagens, lagunas... Quando estávamos quase chegando ao refúgio no vulcão, o pneu do nosso carro estourou. A solução? Pegar carona com outro carro, e para caber todo mundo, os guias foram pendurados do lado de fora, em um caminho que beirava precipícios... O carro parou próximo ao refúgio e de lá fomos a pé até o glaciar. A caminhada é puxada por causa da altitude, mas a vista dos paredões de gelo compensa. Não sei como ficou agora, já que alguns meses após nossa visita o Cotopaxi teve atividade vulcânica intensa. De volta ao hotel, pegamos nossas coisas para ir à rodoviária e pegar o ônibus para Quito.
  14. 13/01 - Latacunga Saímos de manhã do hostel e ganhamos de brinde um saquinho com as cinzas do vulcão. Fomos de ônibus à cidade de Latacunga e caminhamos até o hostel, também reservado por email (Hostal Tiana). O mais interessante desse hostel é a localização, pois em todo o resto ele fica a dever... Como chegamos perto do horário do almoço e já não dava tempo de fazer nenhum tour, arriscamos ir por conta para a Laguna Quilotoa. Foi superfácil de chegar e muito barato... Não há necessidade nenhuma de pagar uma agência. No próprio hostel nos informaram direitinho - pegamos um ônibus até Zumbahua que parou bem próximo da Laguna (não são muitos horários e nem todos os ônibus fazem o mesmo caminho, então é bom se certificar). Descemos com umas crianças voltando da escola que ficavam rindo,um pouco envergonhadas, desacostumadas com a presença de estrangeiros Caminhamos um pouco, pagamos a entrada e descemos a cratera do vulcão... Foram quase 2 horas só para descer, embasbacados com a vista e tirando mil fotos... Para subir, pagamos para ir de cavalo (10 dólares), com medo de perder o bus da volta. Logo na saída da Laguna há um restaurante, aonde pedimos uma carona (paga) até o local de onde saía o ônibus para Latacunga. De volta ao hostel, comemos em uma lojinha bem em frente, chamada Cunani. A dona de lá é super atenciosa e os pratos todos simples e deliciosos. Até hoje sonhamos com o quimbolito, um bolo assado na folha do milho... Muito bom! Vídeo sobre essa experiência:
  15. 12/01/15 - Baños Fizemos o tour de táxi rumo às cachoeiras, com o taxista fazendo paradas estratégicas e nos explicando um pouco sobre o lugar. Até nossas fotos ele ajudou a tirar! Fomos na tarabita, uma espécie de teleférico sobre as cachoeiras, e meu namorado fez uma tirolesa superman (de barriga para baixo) por 10 dólares, se não me engano. Depois fizemos a trilha rumo ao Pailón del Diablo, uma cascata realmente impressionante. O lugar todo é bem bonito, com pontes de madeira, cascatinhas ao longo do caminho, mirantes com visões diferentes das quedas-d'água... Como sobrou a tarde inteira livre, alugamos um buggy e fomos ao zoológico, ao lado de outra cachoeira... O zoo estava fechado e como nos perdemos um pouco (e eu tive de sair e empurrar o buggy na ladeira, para voltar a pegar), acabamos não conseguindo fazer a trilha desta cascata... Mas ainda assim foi divertido! E como,mesmo depois disso, ainda sobrou um tempinho à tarde, fomos chorar nas agências até encontrar um preço em conta para voltar para a Casa da Árvore. No dia anterior o lugar estava muito cheio, e como dessa vez fomos mais tarde (perto do pôr do sol) conseguimos aproveitar o balanço à vontade e fazer mais fotos. À noite, ficamos na pracinha da igreja, ainda com a iluminação de Natal. Tínhamos conhecido o local no dia anterior, e visto várias pinturas que contam a história da cidade e do vulcão de um ponto de vista mais místico... Interessante! Como éramos praticamente os únicos hóspedes do hostel em baixa temporada, aproveitamos ainda o salão de jogos só para nós, com uma vista linda da cidade.
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