Ir para conteúdo

maizanara

Colaboradores
  • Total de itens

    37
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

14 Boa

1 Seguidor

Sobre maizanara

  • Data de Nascimento 19-09-1985

Outras informações

  1. Travessia Petrópolis x Teresópolis - o relato

    Se você tem um pouquinho de experiência, já vale!! Começa saindo para caminha com ela com a mochila com um tantinho de peso algumas vezes, fazendo caminhadas de 4, 5 km e depois vai aumentando! Ela pesa o jeito rapidinho e se prepara! Vai lá!! abraços e boa viagem!
  2. Travessia Petrópolis x Teresópolis - o relato

    Obrigada Raphael! Olha, ela é pesadinha sim, eu aconselho que a pessoa pratique caminhada com certa frequência (mas vc pode fazer disso um projetinho e sair caminhando com a mochila nas costas 3 x na semana e rapidinho vc já consegue algum preparo). Não é inviável não, muitas pessoas fazem o passeio de 1 dia ou então ficam hospedadas no abrigo (ai o peso diminui - não precisa carregar barraca). Sendo com um bom guia, não precisa de experiência, ele vai te auxiliar com tudo! Claro que é sempre bom saber onde esta indo, o que fazer, etc. Você nunca fez nada do gênero? Faz alguma atividade? Vai em frente e começa a se preparar! •Inscreva-se: http://bit.ly/CalangosYouTube Instagram: http://bit.ly/CalangosInstagram Facebook: http://bit.ly/CalangosFacebook Nosso blog: https://www.calangosviajantes.com.br/
  3. Ano novo, vida nova! É assim que geralmente iniciamos o ano. Um livro com 365 páginas novinhas em folha para escrevermos o que quisermos! Nós passamos a virada do ano na praia, em Florianópolis, com minha família (Maiza aqui, só para lembrar) e aproveitando que estávamos na praia decidimos buscar uma nova atividade, experimentar algo novo, algo que nunca tínhamos feito antes, foi então que encontramos o windsuf! Acompanhe nossa aventura no YouTube! Também conhecido como prancha à vela, é um esporte olímpico praticado com uma prancha idêntica à prancha de surf e com uma vela entre 2 e 5 metros de altura que depende da força do vento para planar sobre a água. Quando pesquisei sobre este esporte bem pouco conhecido por mim já de cara aprendi uma grande lição: não desista dos seus sonhos e se você acredita nele já é o suficiente! Não entendeu nada? Eu explico: o widsurf foi criado em 1960 pelo casal Darby, mas como a ideia não foi muito bem recebida, eles desistiram da invenção sem ao menos patentearem a ideia. Foi então que alguns anos mais tarde dois amigos, Hoyle Schweitzer (empresário e surfista) e Jim Drake (engenheiro e velejador), patentearam o equipamento e o batizaram de windsurf (entendeu agora?). Procuramos a escola de windsurf e kitesurf (foto abaixo) Windcenter, que oferece aulas para todos os níveis, do básico (ou nada, nada mesmo, assim como nós) ao avançado nas duas modalidades. Eu nunca havia subido em uma prancha de windsuf, mas eles possuem uma aula especial para quem não tem experiência nenhuma. É uma aula introdutória, com um pouquinho de teórico (10min) e muita prática! Confesso que achei que seria impossível ficar em pé e controlar aquela bichinho... O valor da aula (R$40) me chamou bastante atenção, afinal o valor da locação de uma prancha de stand up é quase isso! E ter a oportunidade de apreder com um profissional vale muito mais a pena! Antonio e eu fizemos a aula com outro casal, cada um tinha sua chance de colocar em prática os ensinamentos do instrutor. A minha primeira tentativa foi um desastre, é muito estranho entender o peso da vela e como lidar com seu corpo em cima da prancha, pensar onde pisar, quanto deixar seu corpo cair para trás, quando trocar as mãos de lugar, etc. Mas para minha felicidade na terceira (isso mesmo, na terceira!) tentativa em já estava em pé e no controle da vela, sendo levada pelo vento! Que sensação indescritível! E parecia tão rápido! Claro que nesta aula aprendi apenas a ir, e não sabia como voltar! Acho que isso já é conteúdo para a aula 2 Super indico esta experiência para todos, sem restrição de idade ou condicionamento físico, o instrutor irá te ensinar e apenas colocar em prática aquilo que estiver dentro dos seus limites. Que tal? Agradecemos a Windcenter por nos apoiar nessa atividade incrível! [email protected]! Onde Windcenter Escola de Wind e Kitesurf Lagoa da Conceição | Florianópolis | SC Preço: R$40 (aula inicial com duração aproximada de 1,5 horas) Siga-nos no: • Instagram • Facebook --------------------------------------------------------------------------------------------------------- Nosso blog: • https://www.calangosviajantes.com.br/
  4. Trekking e escalada no gelo - conheça o Glaciar Viedma

    Bariloche deve ser lindo! Vai sim! Você vai amar!
  5. Travessia Petrópolis x Teresópolis - o relato

    Olá Wallace, tudo bem? Primeior: vc tem experiência com trekkings e até mesmo escalaminhada? Se você não tem eu fortemente recomendo sim a contratação de um guia (ou se juntar a um grupo). Existem trechos técnicos (onde uma corda é fundamental) e também trechos onde se tiver neblina você pode se perder! Nós fomos em um feriado (já sabendo que muitas pessoas estariam por lá - justo por ser feriado). Não se arrisca não (a não ser que vc tenha experiência e vá com equipos e em uma época movimentada). Abraços!
  6. Na Patagônia fizemos o nosso primeiro trekking sozinhos, o Circuito W no Parque Nacional de Torres del Paine, e voltamos ao Brasil energizados para fazer o nosso primeiro em terras brasileñas. Só tinhamos um problema: qual? Qual trekking nós, mortais sem GPS, faríamos? Foi aí que nossos amigos Ádria e Hugo, também mortais sem GPS em busca do primeiro trekking no Brasil, lançaram o convite para fazermos a travessia de Petrópolis Teresópolis no feriado da Páscoa. E quer saber? Por que não? Demos uma olhada nas fotos do Google, Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. Quer ver fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI E então, o perrengue a emoção começou O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia". Não queríamos contratar um guia, opção nossa, e não tínhamos um GPS, opção do nosso bolso. O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos. Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico, primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta. Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela... Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo. Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto. Pé na trilha! DIA 1 O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava. Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação. O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo. No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação. A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga. DIA 2 Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino. 5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo. Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado! A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale. Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus. Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água. Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista! A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita, continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando. Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos. Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo! Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho. O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. - Amigo, quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né? Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó. Pronto, mergulho superado, então vamos para o próximo, o Cavalinho. Quando chegamos lá, adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho? Um dos Indiana Jones. - É amigo, no filme era mais fácil, né? Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio, que me perguntou: - Você é guia? - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo. - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando . Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados. Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila. DIA 3 5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol. Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos. Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho. Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI Vem acompanhar a gente no Facebook, Instagram ou nosso blog
  7. Cinco motivos para você fazer a incrível travessia de Petrópolis Teresópolis 1) O pôr do sol do Castelos do Açu é incrível; 2) A vista para Serra dos Órgãos é incrível; 3) O nascer do sol da Pedra do Sino é incrível; 4) A realização ao completar essa travessia difícil é incrível; 5) A história que você contará para o seus netos sobre ela, será incrível (esta foto ainda não temos). Quer ver TODAS as fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI Quanto tempo leva? A travessia da maneira tradicional é feita em 3 dias, sendo: DIA 1: da portaria do Bonfim até os Castelos do Açu. Duração: 7 a 8 horas; DIA 2: dos Castelos do Açu até o Abrigo 4 (próximo à Pedra do Sino). Duração: 7 a 8 horas; DIA 3: do Abrigo 4 até a portaria em Teresópolis. Duração: 4 a 5 horas. Qual a melhor época? Época com menor ocorrência de chuvas, maio a setembro. As chuvas podem tornar a travessia bem perigosa. Preciso contratar um guia? Se você está na dúvida, a resposta com certeza é sim! Se você está pensando em ir sem, saiba que a trilha exige experiência em navegação, muito preparo físico e técnicas com corda. Nós fomos sem guia, mas aconselhamos você a não fazer o mesmo. ☺ Nossas indicações: Janio de Oliveira - (24) 98812-5782 - [email protected]; Daniel Miller (Sherpa Adventure) - (21) 97222-7745 www.sherpaadventure.com.br Lista dos condutores cadastrados no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos); Quanto custa? Custos do Parque: consulte o site do Parque, pois os preços costumam variar de acordo com a data. Guia: os custos podem variar entre R$ 200,00 e R$ 400,00 por pessoa, variando de acordo com o guia e a quantidade de pessoas. Atente-se para a quantidade de pessoas por guia, não é indicado mais do que 10 por guia. Alimentação: é preciso levar toda a comida para os 3 dias. São 3 cafés da manhã, 3 almoços, 2 jantares e lanche de trilha para 3 dias, tudo ao gosto do freguês. Transporte: Ida (Petrópolis): - A partir da sua cidade até Petrópolis - RJ. Em nosso caso, saímos de SP (rodoviária do Tietê) de ônibus e custou R$ 125,00 por pessoa; - Rodoviária até a sede em Bonfim (Petrópolis): ônibus para o terminal Corrêas + ônibus até a Escola Rural do Bonfim (número 616 - Pinheiral), R$ 4,00 Volta (Teresópolis): - Nós voltamos para Petrópolis, para aproveitar o restante do feriado. Ônibus coletivo até a rodoviária R$ 4,00 e ônibus da Viação Teresópolis saiu da rodoviária e custou R$ 20,37. - De Petrópolis - RJ para SP (rodoviária Tietê), R$ 125,00. Nossos gastos (por pessoa): • Entrada do parque + taxa + camping no Açu + Camping no Abrigo 4 + 1 Banho Quente + Taxa de Conveniência = R$ 80,96 • Alimentação = R$ 80,00 • Transporte = R$ 278,37 ► Total = R$ 439,33 O que levar? Aqui, você pode encontrar a nossa checklist. Caso você contrate algum guia, confirme quais itens você não precisa levar. ! Leve os comprovantes dos pagamentos e reservas do Parque impressos. Quanta água é preciso carregar? Durante a trilha existem vários pontos de água, com um reservatório de 2 a 3 litros por pessoa foi o suficiente. Para todos os pontos de água precisamos purificá-la (Clorin, Água Sanitária, Hidrosteril, etc). Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI Vem acompanhar a gente no Facebook, Instagram ou nosso blog
  8. kkkkkk está é uma dúvida muito cruel mesmo! Nesta trip fomos com 1 de 32l e outra de 65+10l. Fomos super econômicos, nem toalha levamos kkkkkk mas foi o suficiente para muita comida e tudo que precisamos (sem levar coisas descenessárias - mas com direito a camera pesada, tripe, etc) Conseguir carregar vc consegue, fiz a travessia Petro x Tere https://www.calangosviajantes.com.br/single-post/2017/12/03/Travessia-Petrópolis---Teresópolis-Acima-das-Nuvens-13 essa é minha mochila de 65+10 e super tranquilo: https://www.calangosviajantes.com.br/petro-tere-2017?lightbox=dataItem-jalmukzy3 A escolha tem 2 lados: quanto maior a mochila é, mais coisa vc vai levar, e também se vc precisar levar mais coisa como barraca, saco de dormir, etc cabe, se precisar levar menos, tb cabe! Eu confesso que acho a minha um tamanho ideal! ah tá rolando sorteio lá no meu blog, tenho certeza que vai gostar! https://www.facebook.com/calangosviajantes/ abraços e fico feliz que tenha gostado do post
  9. poxa que lindo! Muito obrigada! Fico muito feliz que foi útil para vc! Estou aguardando o seu relato, um dia ainda quero fazer o O!! Boa viagem!!! **** tá rolando sorteio no meu blog, se quiser conferir www.facebook.com/calangosviajantes é de uma travessia guiada com aco,modação e transporte local
  10. oi! que bom que te ajudou, desculpe só responder agora! Acho importante levar o saco de dormir mesmo indo em refúgio para garantir q vc não vai passar frio! Existe sim como alugar a barraca direto nos acampamentos ajuda muito não precisar carregar, montar e desmentar. Veja os valors em cada local dentro do parque (nos acampamentos gratuitos não tem esta opão) **** tá rolando sorteio no meu blog, se quiser conferir www.facebook.com/calangosviajantes é de uma travessia guiada com aco,modação e transporte local
  11. https://www.calangosviajantes.com.br/tdp-2017?lightbox=dataItem-j5zyd3sy9 - aquela casinha lá no fundo é a cozinha co camping Italianos (gratuito)
  12. Oi guria!! Tudo bem? Nossa, fico muito feliz que tenha sido útil para vc! Essa é a meta, incentivar mais mochileiros a conhecer aquela paraíso!! Vamos lá: 1) sim, vc consegue alugar absolutamente tudo lá em PN, e existem várias lojas algumas bem pequenas ouras maiores! Não pegamos frio extremo durante o dia enquanto caminhávamos, mas a de madrigada esfriava bem, então um bom saco de dormir é muito necessário (o meu era -6ºC) O vento é bem cortante, então uma jaqueta corta vento tb é necessária 2)saco de dormir -6ºC temperatura conforto - saco é sempre legal ter sim se vc vai usar depois, caso não for dá para alugar 3) se vc for ficar no camping precisa sim levar panelas e fogareiro (item completo de cozinha) - nos refúgios pago exste sim uma cozinha, mas ela é apenas uma construção fechada com mesa, bancos e pia para lavar a louça. Já nos campings gratuitos é uma casinha pequenina com 3 paredes, 1 pequena mesa e só! Bem básicão mesmo (mas tudo q vc precisa rsrsrs). Já utensílios não tem em nenhuma não. Acredito que quase todos os hostels vão guardar sua bagagem extra (cobrando ou não por isso) é bem comum, viu? Assim como vc citou que fez na chapada. Só não deixa itens de valor.... Nós ficamos no hostel La Bitacora (muito simples - muito mesmo- mas foi o mais barato que encontramos, com uma galera linda e deixamos nossas coisas sem custo e foi super de boa). Espero que tenha ajudado Se tiver mais alguma pergunta me avisa, flor! Beijinhos
  13. Trekking e escalada no gelo - conheça o Glaciar Viedma

    Opa Estacio! Fico feliz que tenha ajudado Eu não me arrependi de jeito nenhum! Você está planejando uma viagem pra lá?
  14. Trekking e escalada no gelo - Glaciar Viedma O Glaciar Viedma fica próximo à meca dos escaladores e trilheiros da Argentina, El Chalten, e é o maior glaciar da Argentina. Nós amamos escalar, então a vontade de experimentar uma modalidade de escalada tão peculiar como a escalada no gelo nos atraiu muito. Estava decidido, escalaríamos no gelo na Patagônia! Fazer o trekking em uma geleira também estava nos planos, e durante muito tempo debatemos se seria melhor e/ou mais bonito fazer o trekking no Perito Moreno ou no Viedma. Uma das dúvidas que surgiu era com relação à estética do glaciar: o Glaciar Perito Moreno é bem branquinho, ou seja, não há partículas das rochas ao redor sendo depositadas nele. Já o Glaciar Viedma possui um acúmulo muito grande de partículas, o que dá esta aparência mais escura. Coisa boba mesmo!rsrs Já leu nosso post sobre o Glaciar Perito Moreno? Leia AQUI! Como queríamos fazer o ice-climbing (escalada no gelo) chegamos à conclusão que este seria um passeio "3 em 1" perfeito: navegação pelo Lago Viedma, trekking (afinal teríamos que caminhar até chegar nos paredões de escalada) e a escalada no gelo propriamente dita - FECHADO! Não é um passeio barato - na verdade, muito pelo contrário! Mas estava no topo de nossa lista e decidimos fazê-lo. Entramos em contato com a empresa Patagonia Aventura por e-mail para agendar nosso passeio. Em El Chaltén, fomos direto até a agência fazer o pagamento (já que eles não aceitam cartão de crédito). A próxima parada seria uma loja de aluguel de equipamentos, precisávamos de botas de sola rígida, próprias para escalada no gelo. Isso não é um equipamento obrigatório, mas queríamos fazer a coisa do jeito certo (afinal o investimento era grande). No dia seguinte, encontramos com o restante do grupo na frente da agência e seguimos de ônibus até o píer no Lago Viedma, local de saída do catamarã. A travessia do lago é espetacular, a paisagem em volta parece uma pintura. A caminhada começa direto na rocha mesmo, onde um dia foi gelo (o glaciar está em retrocesso, ou seja, perde mais massa do que acumula). Eu já comecei sofrendo, a bota rígida quase me matou - sem exageros! Caminhamos em um terreno muito irregular e a bota não tinha maleabilidade nenhuma! A cada passo aumentada a pressão no meu pé e eu era a última do grupo! Na companhia de um dos guias, que pacientemente me acompanhava. Antes de iniciarmos a caminhada no gelo propriamente dita, os guias nos ajudam a colocar os crampons de pontas frontais, que são grampos de ferro acoplados à nossa bota, que permite caminharmos e escalarmos no gelo. Os grupos são então separados - os que irão fazer o trekking e nós, que vamos procurar paredes de gelo para escalar! O grupo de escaladores é bem menor, eramos em 12 escaladores e 5 guias. Me senti muito segura o tempo todo e todos os guias era muito simpáticos e ao que parecia, muito experientes. A caminhada no gelo é uma aventura encantadora! Vi tons de azul (e branco) que jamais imaginei (e lembra minha preocupação com a deposição de sedimentos? Eles deixaram o gelo ainda mais lindo!). Chegamos na primeira parede para iniciar o treinamento, que é iniciado da base da parede. É uma parede bem fácil, onde aprendemos como nos posicionarmos, como utilizar a piqueta de escalada, como fixar os pés na parede (através de chutes com força suficiente para fixar os crampons na parece). Depois deste primeiro contato (que foi até fácil), subimos de fase e fomos para uma parede um pouco mais difícil. Desta vez não iniciamos da base da parede, mas do topo dela e descemos de "baldinho" (ser descido por alguém desde um ponto de segurança instalado mais acima) até a base da via para então subirmos escalando. A parede era mais longo (12m aproximadamente) na metade da via já senti o cansaço! É preciso de muita força! Mas foi incrível, já tinha um certo entendimento da técnica (pelo menos o suficiente para me divertir! A terceira parede era negativa! Ou seja, tarefa impossível para mim! Não entendi nem como fazia para ficar na parede, a força necessária é impressionante. O Antonio mandou muito bem nesta (e em todas as outras vias), nem parecia estar fazendo força! Almoçamos (lanche de trilha), descansamos e fomos para a última parede do dia, onde o guia montou 2 paradas (sendo uma delas muito difícil), não havia tempo para todos do grupo escalarem novamente. O Antonio quis ir na via mais difícil, claro! Ao retornar parecia uma criança! Com muita alegria descrevendo o que tinha visto lá em baixo. Disse que viu tons de azul jamais imaginados, ele estava no meio de dois paredões de gelo de um azul difícil de descrever (ainda bem que contra minha vontade ele levou a câmera e pode compartilhar com todos nós). Ele insistiu para que eu escalasse pela última vez, mesmo cansada decidi ir - e posso dizer que não me arrependi!! Foi a parede mais linda de todas e a vista daqueles blocos de gelo com tons jamais vistos! Impossível de descrever, apenas sentir e agradecer! Os guias nos serviram licor com gelo da geleira para comemorar nosso dia de aventuras. Como é bom fazer algo pela primeira vez na vida, experimentar algo que você nunca imaginou viver, sentir o novo! Já visitou a nossa galeria de fotos da escalada no Glaciar Viedma? Clique aqui. Informações - Tem idade para escalar no gelo? Não tem não! No nosso grupo havia uma família inteira: pai e mãe (por volta de seus 55 - 60 anos) e seus 3 filhos (20 e poucos anos)! Claro que os pais não escalaram todos as vias, mas sentiram o gostinho da experiência e vibraram junto com os filhos! - Empresa que faz o passeio de trekking e escalada no gelo (a única com licença para esta atividade): Patagonia Aventura - Tipos de passeio disponíveis: 1) Viedma Light – apenas a navegação para ver o Glaciar 2) Viedma Ice Trek – caminhada sobre o gelo ARS 4200 (+- R$838: transfer + catamarã + trekking no gelo + escalada no gelo + equipamentos) 3) Viedma Pro – caminhada e escalada Dicas Se puder alugar a bota de solado rígido, alugue! Mas se você não está acostumado (assim como eu) leve sua bota de trekking e somente troque de bota na hora que for andar no gelo (com os crampons) e escalar. Locação das botas de solado rígida: Patagonia Hikes (Lago del Desierto 250, 9300 El Chalten) Custo: ARS 130 (+- R$25) Quer continuar viajando com a gente? Então não deixe de nos seguir nas nossas redes sociais: Facebook, Instagram e YouTube. Precisa reservar seu hotel ou hostel? Nós sugerimos Booking.com! Utilize ESTE LINK, você não paga nada a mais por isso (nem 1 centavo, prometo!) mas nós recebemos uma pequena comissão, que ajuda a pagar as contas do blog e escrever mais posts incríveis como este!
×