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maizanara

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Sobre maizanara

  • Data de Nascimento 19-09-1985

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  1. oi! Desculpa a demora, não recebo notificação no e-mail se não estiver com o @maizanara Nós trocamos o peso Argentino em BA (mas muito cuidado, rola muita nota falsa por lá). Já o chileno trocamos em El Calafate... Abraços
  2. Olá amigo! Que bom que o relato o ajudou! Sim, a cabana é um luxo só e tem tomadas sim! A distância da cabana para o refúgio é uns 5 min (ou nem isso) fica bem pertinho! Se quiser me acompanhar no YT, agora estou com um canal com dicas por lá: Bons ventos!
  3. olá! Eu imagino que vc não usa roupas de frio por ai. Minha 1ª dica é pedir emprestado de amigos ou parentes... Estas roupas usamos tão pouco que é super bacana emprestar! Mas caso vc queira comprar, tenta brechos ou grupos no FB de venda de roupa usada. Já se quiser roupa nova, Argentina pode sim ser um pouco mais barata, mas eu não saberia te dizer quanto. Outra ideia é comprar nos USA, lá é muito mais barato. Para isso vc pode usar uma plataforma chamada GRABR (usa este link e vc terá 10 dolares de desconto http://bit.ly/GRABR_bonus). Eu mesma já usei e fiz uma série de vídeos sobre essa ferramenta que é bem nova aqui no Br, se quiser olhar: Bons ventos!
  4. Olá Babi, foi em Janeiro! Uma época perfeita! Obrigada! Com certeza uma ótima pedida!
  5. Muito obrigada Diego, fico feliz que tenha gostado! 1- tem este site aqui, espero que ajude www.bussur.com 2 - sim, em Puerto Natales tem absolutamente tudo que vc precisa para fazer o trekking, desde comida até a barraca. Mas dependendo do que vc vai fazer antes e peso da mala, dá para adiantar e levar algumas coisas de casa mesmo - compra alguns liofoods pela internet, ou algumas coisas do mercado daqui do BR mesmo, mas se não conseguir levar daqui, lá tem TUDO que vc precisa para passar os 3 dias mais incríveis da sua vida! Acompanha a gente no Facebook, se tiver mais dúvidas. por lá é mais fácil de conversar https://www.facebook.com/calangosviajantes beijos
  6. Olá! Você precisa de um bom calçado, pode ser uma bota ou um tenis com um ótimo grip (pois são muitas rochs escorregadias) e impermeável! O ideal é uma calça de trekking mesmo, mas caso não tenha uma calça (nada de bermuda - muito mato, vc vai ficar com sua perna toda arranhada, a calça ajuda a te proteger). Casaco! Sim!! Lá em cima faz muito frio. Vc tb vai precisar de uma capa de chuva ou corta vento!! Neste link vc tem mais informações sobre a água e NESTE mais info sobre o que levar (uma lista mega completinha que fizemos com muito carinho) Se tiver mais dúvidas, curte a gente no Facebook e manda msg por lá, fica mais fácil de conversarmos https://www.facebook.com/calangosviajantes beijos
  7. Se você tem um pouquinho de experiência, já vale!! Começa saindo para caminha com ela com a mochila com um tantinho de peso algumas vezes, fazendo caminhadas de 4, 5 km e depois vai aumentando! Ela pesa o jeito rapidinho e se prepara! Vai lá!! abraços e boa viagem!
  8. Obrigada Raphael! Olha, ela é pesadinha sim, eu aconselho que a pessoa pratique caminhada com certa frequência (mas vc pode fazer disso um projetinho e sair caminhando com a mochila nas costas 3 x na semana e rapidinho vc já consegue algum preparo). Não é inviável não, muitas pessoas fazem o passeio de 1 dia ou então ficam hospedadas no abrigo (ai o peso diminui - não precisa carregar barraca). Sendo com um bom guia, não precisa de experiência, ele vai te auxiliar com tudo! Claro que é sempre bom saber onde esta indo, o que fazer, etc. Você nunca fez nada do gênero? Faz alguma atividade? Vai em frente e começa a se preparar! •Inscreva-se: http://bit.ly/CalangosYouTube Instagram: http://bit.ly/CalangosInstagram Facebook: http://bit.ly/CalangosFacebook Nosso blog: https://www.calangosviajantes.com.br/
  9. Ano novo, vida nova! É assim que geralmente iniciamos o ano. Um livro com 365 páginas novinhas em folha para escrevermos o que quisermos! Nós passamos a virada do ano na praia, em Florianópolis, com minha família (Maiza aqui, só para lembrar) e aproveitando que estávamos na praia decidimos buscar uma nova atividade, experimentar algo novo, algo que nunca tínhamos feito antes, foi então que encontramos o windsuf! Acompanhe nossa aventura no YouTube! Também conhecido como prancha à vela, é um esporte olímpico praticado com uma prancha idêntica à prancha de surf e com uma vela entre 2 e 5 metros de altura que depende da força do vento para planar sobre a água. Quando pesquisei sobre este esporte bem pouco conhecido por mim já de cara aprendi uma grande lição: não desista dos seus sonhos e se você acredita nele já é o suficiente! Não entendeu nada? Eu explico: o widsurf foi criado em 1960 pelo casal Darby, mas como a ideia não foi muito bem recebida, eles desistiram da invenção sem ao menos patentearem a ideia. Foi então que alguns anos mais tarde dois amigos, Hoyle Schweitzer (empresário e surfista) e Jim Drake (engenheiro e velejador), patentearam o equipamento e o batizaram de windsurf (entendeu agora?). Procuramos a escola de windsurf e kitesurf (foto abaixo) Windcenter, que oferece aulas para todos os níveis, do básico (ou nada, nada mesmo, assim como nós) ao avançado nas duas modalidades. Eu nunca havia subido em uma prancha de windsuf, mas eles possuem uma aula especial para quem não tem experiência nenhuma. É uma aula introdutória, com um pouquinho de teórico (10min) e muita prática! Confesso que achei que seria impossível ficar em pé e controlar aquela bichinho... O valor da aula (R$40) me chamou bastante atenção, afinal o valor da locação de uma prancha de stand up é quase isso! E ter a oportunidade de apreder com um profissional vale muito mais a pena! Antonio e eu fizemos a aula com outro casal, cada um tinha sua chance de colocar em prática os ensinamentos do instrutor. A minha primeira tentativa foi um desastre, é muito estranho entender o peso da vela e como lidar com seu corpo em cima da prancha, pensar onde pisar, quanto deixar seu corpo cair para trás, quando trocar as mãos de lugar, etc. Mas para minha felicidade na terceira (isso mesmo, na terceira!) tentativa em já estava em pé e no controle da vela, sendo levada pelo vento! Que sensação indescritível! E parecia tão rápido! Claro que nesta aula aprendi apenas a ir, e não sabia como voltar! Acho que isso já é conteúdo para a aula 2 Super indico esta experiência para todos, sem restrição de idade ou condicionamento físico, o instrutor irá te ensinar e apenas colocar em prática aquilo que estiver dentro dos seus limites. Que tal? Agradecemos a Windcenter por nos apoiar nessa atividade incrível! [email protected]! Onde Windcenter Escola de Wind e Kitesurf Lagoa da Conceição | Florianópolis | SC Preço: R$40 (aula inicial com duração aproximada de 1,5 horas) Siga-nos no: • Instagram • Facebook --------------------------------------------------------------------------------------------------------- Nosso blog: • https://www.calangosviajantes.com.br/
  10. Bariloche deve ser lindo! Vai sim! Você vai amar!
  11. Olá Wallace, tudo bem? Primeior: vc tem experiência com trekkings e até mesmo escalaminhada? Se você não tem eu fortemente recomendo sim a contratação de um guia (ou se juntar a um grupo). Existem trechos técnicos (onde uma corda é fundamental) e também trechos onde se tiver neblina você pode se perder! Nós fomos em um feriado (já sabendo que muitas pessoas estariam por lá - justo por ser feriado). Não se arrisca não (a não ser que vc tenha experiência e vá com equipos e em uma época movimentada). Abraços!
  12. Na Patagônia fizemos o nosso primeiro trekking sozinhos, o Circuito W no Parque Nacional de Torres del Paine, e voltamos ao Brasil energizados para fazer o nosso primeiro em terras brasileñas. Só tinhamos um problema: qual? Qual trekking nós, mortais sem GPS, faríamos? Foi aí que nossos amigos Ádria e Hugo, também mortais sem GPS em busca do primeiro trekking no Brasil, lançaram o convite para fazermos a travessia de Petrópolis Teresópolis no feriado da Páscoa. E quer saber? Por que não? Demos uma olhada nas fotos do Google, Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. Quer ver fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI E então, o perrengue a emoção começou O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia". Não queríamos contratar um guia, opção nossa, e não tínhamos um GPS, opção do nosso bolso. O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos. Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico, primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta. Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela... Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo. Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto. Pé na trilha! DIA 1 O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava. Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação. O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo. No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação. A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga. DIA 2 Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino. 5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo. Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado! A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale. Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus. Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água. Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista! A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita, continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando. Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos. Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo! Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho. O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. - Amigo, quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né? Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó. Pronto, mergulho superado, então vamos para o próximo, o Cavalinho. Quando chegamos lá, adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho? Um dos Indiana Jones. - É amigo, no filme era mais fácil, né? Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio, que me perguntou: - Você é guia? - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo. - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando . Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados. Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila. DIA 3 5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol. Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos. Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho. Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI Vem acompanhar a gente no Facebook, Instagram ou nosso blog
  13. Cinco motivos para você fazer a incrível travessia de Petrópolis Teresópolis 1) O pôr do sol do Castelos do Açu é incrível; 2) A vista para Serra dos Órgãos é incrível; 3) O nascer do sol da Pedra do Sino é incrível; 4) A realização ao completar essa travessia difícil é incrível; 5) A história que você contará para o seus netos sobre ela, será incrível (esta foto ainda não temos). Quer ver TODAS as fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI Quanto tempo leva? A travessia da maneira tradicional é feita em 3 dias, sendo: DIA 1: da portaria do Bonfim até os Castelos do Açu. Duração: 7 a 8 horas; DIA 2: dos Castelos do Açu até o Abrigo 4 (próximo à Pedra do Sino). Duração: 7 a 8 horas; DIA 3: do Abrigo 4 até a portaria em Teresópolis. Duração: 4 a 5 horas. Qual a melhor época? Época com menor ocorrência de chuvas, maio a setembro. As chuvas podem tornar a travessia bem perigosa. Preciso contratar um guia? Se você está na dúvida, a resposta com certeza é sim! Se você está pensando em ir sem, saiba que a trilha exige experiência em navegação, muito preparo físico e técnicas com corda. Nós fomos sem guia, mas aconselhamos você a não fazer o mesmo. ☺ Nossas indicações: Janio de Oliveira - (24) 98812-5782 - [email protected]; Daniel Miller (Sherpa Adventure) - (21) 97222-7745 www.sherpaadventure.com.br Lista dos condutores cadastrados no PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos); Quanto custa? Custos do Parque: consulte o site do Parque, pois os preços costumam variar de acordo com a data. Guia: os custos podem variar entre R$ 200,00 e R$ 400,00 por pessoa, variando de acordo com o guia e a quantidade de pessoas. Atente-se para a quantidade de pessoas por guia, não é indicado mais do que 10 por guia. Alimentação: é preciso levar toda a comida para os 3 dias. São 3 cafés da manhã, 3 almoços, 2 jantares e lanche de trilha para 3 dias, tudo ao gosto do freguês. Transporte: Ida (Petrópolis): - A partir da sua cidade até Petrópolis - RJ. Em nosso caso, saímos de SP (rodoviária do Tietê) de ônibus e custou R$ 125,00 por pessoa; - Rodoviária até a sede em Bonfim (Petrópolis): ônibus para o terminal Corrêas + ônibus até a Escola Rural do Bonfim (número 616 - Pinheiral), R$ 4,00 Volta (Teresópolis): - Nós voltamos para Petrópolis, para aproveitar o restante do feriado. Ônibus coletivo até a rodoviária R$ 4,00 e ônibus da Viação Teresópolis saiu da rodoviária e custou R$ 20,37. - De Petrópolis - RJ para SP (rodoviária Tietê), R$ 125,00. Nossos gastos (por pessoa): • Entrada do parque + taxa + camping no Açu + Camping no Abrigo 4 + 1 Banho Quente + Taxa de Conveniência = R$ 80,96 • Alimentação = R$ 80,00 • Transporte = R$ 278,37 ► Total = R$ 439,33 O que levar? Aqui, você pode encontrar a nossa checklist. Caso você contrate algum guia, confirme quais itens você não precisa levar. ! Leve os comprovantes dos pagamentos e reservas do Parque impressos. Quanta água é preciso carregar? Durante a trilha existem vários pontos de água, com um reservatório de 2 a 3 litros por pessoa foi o suficiente. Para todos os pontos de água precisamos purificá-la (Clorin, Água Sanitária, Hidrosteril, etc). Quer ver mais fotos desta travessia para se inspirar? Clique AQUI Vem acompanhar a gente no Facebook, Instagram ou nosso blog
  14. kkkkkk está é uma dúvida muito cruel mesmo! Nesta trip fomos com 1 de 32l e outra de 65+10l. Fomos super econômicos, nem toalha levamos kkkkkk mas foi o suficiente para muita comida e tudo que precisamos (sem levar coisas descenessárias - mas com direito a camera pesada, tripe, etc) Conseguir carregar vc consegue, fiz a travessia Petro x Tere https://www.calangosviajantes.com.br/single-post/2017/12/03/Travessia-Petrópolis---Teresópolis-Acima-das-Nuvens-13 essa é minha mochila de 65+10 e super tranquilo: https://www.calangosviajantes.com.br/petro-tere-2017?lightbox=dataItem-jalmukzy3 A escolha tem 2 lados: quanto maior a mochila é, mais coisa vc vai levar, e também se vc precisar levar mais coisa como barraca, saco de dormir, etc cabe, se precisar levar menos, tb cabe! Eu confesso que acho a minha um tamanho ideal! ah tá rolando sorteio lá no meu blog, tenho certeza que vai gostar! https://www.facebook.com/calangosviajantes/ abraços e fico feliz que tenha gostado do post
  15. poxa que lindo! Muito obrigada! Fico muito feliz que foi útil para vc! Estou aguardando o seu relato, um dia ainda quero fazer o O!! Boa viagem!!! **** tá rolando sorteio no meu blog, se quiser conferir www.facebook.com/calangosviajantes é de uma travessia guiada com aco,modação e transporte local
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