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dayanalang

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  • Data de Nascimento 06-01-1984

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  1. Eu levei dólar e troquei no banco Santander lá em Playa del Carmem. Também useu um pouco de cartão de crédito. Realmente está difícil decidir o que é melhor com esse dólar nas alturas. Sacar em moeda local é sempre uma boa opção. Tenta mesclar um pouco os gastos. Boa viagem, qualquer dúvida estou à disposição. Saudações... se levar Real (BRL) dá jogo ou é furada? [ ]'s Oi Hamilton, Eu acredito que é sempre melhor levar dólar, que é bem mais valorizado que o real. Isso vale pra maioria dos lugares. O dólar é muito bem aceito. Outra opção que eu gosto de usar é sacar moeda local. Basta ir num caixa eletrônico e usar seu cartão de crédito internacional, mas tem que habilitar para uso no exterior.
  2. Oi Rick! Obrigada! Entre ficar 2 dias em Cozumel e dividir 1 pra Cozumel e outro pra Isla Mujeres, prefiro a segunda opção. Agora se você tiver mais dias vale a pena ficar 2 em Cozumel, lá é muito bom pra mergulho. Dá uma olhada nas fotos lá no blog.
  3. Imagina Carlos, Sempre um prazer ajudar! Obrigada pelo elogio! Já conhece nosso blog? www.seguindoviagem.com Instagram @seguindo_viagem Beijos
  4. Olá, Me desculpe a demora em responder. Como eu sou maluca por fotos, achei bom ter feito um passeio só para as passarelas, pois pude aproveitar bem e com calma. Se você não for tão maluco quanto eu, rsrs, acredito que 1 hora nas passarelas seja suficiente. Faz o Big Ice analisa, se você estiver com tempo sobrando e quiser voltar lá depois, é uma sugestão. Já conhece nosso blog www.seguindoviagem.com e instagram @seguindo_viagem Beijos,
  5. Muito obrigada querida! Foi incrível! Te convido a visitar meu blog www.seguindoviagem.com e instagram @seguindo_viagem para acompanhar nossas aventuras. Beijos
  6. Olá Michelle, Desculpe não ter visto sua mensagem em tempo. Como foi sua viagem? Deu tudo certo? Respondendo sua pergunta sobre os pertences, eu pedia pra alguém na areia olhar enquanto eu mergulhava. Nunca tive problema, sempre faço isso em praias. Beijos,
  7. Oi Karyne, Desculpe a demora. Faz muito tempo que não entro aqui. Quando for assim deixa um comentário lá no blog que eu recebo email e respondo rapidinho, rsrs. Fico feliz que gosta dos meus relatos, espero poder ajudar sempre. Fiz o nado com a empresa Dolphin Discovery dá uma olhada nesse post aqui: http://seguindoviagem.com/2014/03/nado-com-golfinhos-em-isla-mujeres.html O restante dos passeios todos eu fiz por conta própria mesmo, não contratei nenhuma agência não. Dá uma olhada em todos os posts do México e se tiver alguma dúvida pode deixar um comentário que eu respondo. Amei seu roteiro, tenho certeza que vocês vão se divertir muito. Adorei saber que sua mãe é animada. De onde vocês são? Minha mãe tem uma agência especializada em terceira idade, sua mãe ia adorar as viagens, chama Rosanetur Grande beijo
  8. Muito obrigada pelo carinho Renato! Fico muito feliz em ajudar. Fique à vontade para deixar sua dúvida sempre que precisar aqui ou no blog. Aproveite para acompanhar também nosso instagram @seguindo_viagem Beijos,
  9. No carnaval fiz uma viagem muito legal para a Serra do Cipó com os amigos do @trilhandomontanhas. Para ver o relato completo com fotos visite meu blog: http://www.seguindoviagem.com
  10. Oi Alan.Pereira tudo bem? Você pode ver mais fotos no meu blog www.seguindoviagem.com Obrigada
  11. Olá, segue mais um relato de uma viagem maravilhosa para o Caribe colombiano. 1° Dia – Rio de Janeiro – San Andrés Nosso voo partiu do Galeão às 08:40h da manhã com destino a San Andrés e escala em Bogotá. Fomos de Avianca, uma excelente companhia aérea, ótimo atendimento, as poltronas eram muito confortáveis, telas de TV individuais com muitos filmes recentes maravilhosos. Assisti o filme Wild e Teoria de tudo. Foi servido um café da manhã delicioso e mais tarde um sanduíche. Foram 6 horas de voo e chegamos às 13h em Bogotá. Na Colômbia são duas horas a menos que no Brasil. A imigração foi rápida, não fizeram muitas perguntas nem pediram certificado internacional de vacinação contra febre amarela. As malas só seriam retiradas em San Andrés. O tempo de conexão era 6 horas, então resolvemos almoçar no restaurante Andrés Carne de Res, que fiquei com vontade de ter conhecido na minha viagem para Cartagena o ano passado, mas não deu tempo. Trocamos um pouco de reais no aeroporto e fomos almoçar. O restaurante fica num bairro nobre de Bogotá, com muitas lojas de grife e dentro de um shopping muito bonito. A decoração do restaurante é linda, são 4 andares com temas diferentes. Depois do almoço pegamos um táxi até o terminal doméstico, de onde sairia nosso voo para San Andrés. Compramos a tarjeta turística e embarcamos. Foram 2 horas de voo até San Andrés. Uma dica importante é ser rápido no desembarque e ir correndo para a fila de imigração, que costuma ser grande e demorada. Pegamos nossas malas e seguimos para a Posada Miss Marly, que ficava bem próxima do aeroporto. O táxi custou 12.000 COP. Gostei muito da Posada Miss Marly, que na verdade é um apartamento bem grande no segundo andar, com 2 quartos, sala, cozinha, banheiro, ambiente bem mobiliado e decorado. Reservei apenas a primeira noite porque queria procurar melhor quando chegasse. 2° Dia – Volta à ilha Fizemos o checkout e deixamos nossas malas na recepção para pegar depois de definir o hotel. Fomos caminhando da Posada até o centro para ir conhecendo. A caminhada levou uns 20 minutos e já ficamos encantados com o azul de San Andrés. A praia do centro é muito bonita, com a ilha de Jonny Cay bem na frente. Alugamos um carro de golf na Milenium por 90.000 COP e fomos ver uns hotéis. Primeiro fomos no Glad´s Place, depois fomos no Hotel Noblehouse, que ficava ao lado. Gostamos mais do Noblehouse, já que tinha café da manhã e era o mesmo preço. O Hotel Noblehouse fica numa localização excelente, numa das ruas principais do centro, com muitas lojas e restaurantes próximos. A praia fica na rua de trás. Os quartos tem ar condicionado, chuveiro quente e uma varandinha. O café da manhã é servido na mesa, você escolhe os itens do cardápio que vai querer e vem em porções. Tem frutas, omelete, salsicha, sanduíche, iogurte, cereal, entre outros. Eu sempre pedia omelete completo e sanduíche de jamon y queso. Fechamos 5 noites e ganhamos um desconto para pagamento em dinheiro, 180.000 COP a diária. Depois de fechado o hotel começamos nossa volta à ilha de carrinho de golf. Dá vontade de parar a cada momento, a cada tonalidade de azul diferente, para admirar e tirar fotos. Sempre achava que tinha que parar porque estava lindo demais e mais na frente ficava ainda mais bonito. Paramos para almoçar no restaurante Rincón de La Langosta, um restaurante com uma linda vista. Tinha também umas escadinhas para descer e nadar ali mesmo enquanto espera o almoço ficar pronto. Muito gostoso o lugar. Pedimos um filete de pescado acompanhado de arroz de coco, salada e patacón ( bem básico, praticamente todos os pratos são assim). Gostei bastante do arroz de coco, é docinho, uma delícia. Após o almoço continuamos a volta à ilha e paramos na praia Rocky Cay, uma praia linda onde se encontra um navio naufragado que ficou encalhado próximo à praia pelo furacão Katrina. Nessa praia existem vários restaurantes, cadeiras e guarda-sol para alugar e locker para deixar as coisas também. Nós guardamos nossas coisas num locker e fomos caminhando até a ilha que tem bem na frente da praia. A água fica o tempo todo na cintura e chegando lá, dá pra subir na ilha e ver o navio naufragado de perto. É importante estar com os sapatinhos de neoprene nesse momento, porque a ilha é cheia de corais. Ficamos um tempo fazendo snorkeling e depois voltamos para a praia. Ficamos mais um pouco e seguimos com a nossa volta à ilha. Já estávamos perto do centro, então foi só terminara volta mesmo. Fomos na Posada Miss Marly buscar nossas malas e seguimos para o Hotel Noblehouse. À noite caminhamos pela orla e jantamos um ceviche no quiosque do centrinho. A orla de San Andrés é ótima para caminhar, possui vários restaurantes à beira-mar, barzinhos e lojas. O centrinho é bem agitado, com várias lojas, principalmente da Riviera, uma rede de lojas de free shop só que com preços ainda melhores. San Andrés é uma zona franca, ótimo para quem adora umas comprinhas. Os preços dos perfumes estavam bem mais baratos que no Free Shop, a Riviera era a loja com melhores preços e ainda tinham muitos produtos em promoção de 40, 50%. 3° Dia – Passeio Acuario e Johny Cay Após o café reservamos o passeio para o Acuario e Johny Cay na recepção do hotel. O passeio custou 15.000 COP por pessoa e saiu às 9h da manhã com retorno às 15h. Fomos até o porto e lá pagamos uma taxa turística para ingressar na ilha. Em seguida embarcamos numa lancha rápida em direção ao Acuario de San Andrés. Atenção: Dica importante: Se você tem problema de coluna, não sente nos primeiros bancos porque a lancha pula demais e machuca a coluna. Dica 2: Leve sapatinho de neoprene e snorkel A viagem é bem rapidinha, uns 10 minutinhos e já chegamos no Acuario. O Acuario é um banco de areia rodeado de corais, onde é possível ver inúmeros peixes como se você estivesse dentro de um aquário mesmo. O local possui restaurante e lockers para guardar as coisas. Lá também vende sapatilhas de neoprene e máscara de snorkel para quem quiser comprar ou alugar. Assim que chegamos guardamos nossas coisas no locker e fomos nadar. A cor da água é linda demais, um azul maravilhoso e é tão transparente que dá pra ver os peixinhos do lado de fora. Assim que chegamos vi vários peixes enormes nadando do nosso lado, mas depois ficou um pouco cheio e os peixões fugiram. Ao lado do Acuario está a Ilha Haynes Cay, onde é possível chegar caminhando / nadando dependendo da maré. Depois de conhecer o Acuario voltamos para a lancha e seguimos para a ilha de Johny Cay, que é a ilha que fica bem em frente à Playa Peatonal. Chegando lá o guia reuniu o grupo e explicou o funcionamento da ilha e perguntou quem gostaria de reservar o almoço. Nós aproveitamos para almoçar logo e pedimos o prato de filete de pescado. Estava delicioso, filé de peixe com arroz de coco, salada e patacón e ainda acompanhava uma bebida. O prato custou 23.000 COP. Após o almoço fomos conhecer a ilha, caminhamos pela praia, fizemos snorkeling e curtimos o lindo visual. A ilha é uma delícia, perfeita para uma tarde relax na beira da praia, tomando água de coco e curtindo o som de reggae. No meio da ilha existe um gramado com muitos coqueiros, esticamos a canga ali e descansamos um pouco. Perto da hora de ir embora caiu uma chuva, mas logo depois parou de chover e o sol voltou a brilhar forte. Nossa lancha disponibilizou dois horários de retorno, 13:30h ou 15:30h. Voltamos às 15:30 para San Andrés. À noite jantamos no restaurante La Regatta, um restaurante muito bonito à beira-mar. Pegamos uma mesa lá fora para aproveitar o cenário e o lindo pôr-do-sol. Pedimos um prato que era um mix de frutos do mar, com lagosta, camarão, pescado, lula. Estava delicioso. Enquanto jantávamos passou uma arraia enorme bem do nosso lado, foi demais. Gostei bastante desse restaurante. 4° Dia – Praia Peatonal Passamos a manhã na praia do centro de San Andrés. A praia é ótima para banho e possui vários pontos para alugar cadeira e barraca. A cor da água é espetacular e a ilha de Johny Cay na frente completa a paisagem. Almoçamos no restaurante Mr Panino, um restaurante italiano muito bem recomendado que ficava na rua do nosso hotel. Pedi um macarrão à carbonara delicioso e veio super rápido, o que é raro em San Andrés. À tarde passeamos pelo centro, vimos as lojas e descansamos. À noite jantamos no Interstate 80´s, um restaurante todo decorado com objetos dos anos 80. Bem legal a decoração, cheio de brinquedos daquela época, discos, etc. Eles também oferecem o cardápio do Lupita´s, um restaurante mexicano que fica ao lado e é do mesmo dono. 5° Dia – Mantarrayas O dia amanheceu chuvoso e não ficamos no hotel descansando. Almoçamos no restaurante do Hotel Casa Blanca. O local é lindo, bem decorado e os pratos deliciosos. Eles também oferecem o cardápio do restaurante Mahí Mahí, que fica ao lado e é do mesmo dono. À tarde dei uma volta na orla e comprei o passeio mantarrayas para 16h. O passeio mantarrayas é feito no Acuario e basicamente é interagir com a arraia, tocar nela e tirar foto. Antes porém, a lancha passa no mangue de San Andrés, onde foram filmadas cenas do filme Anaconda. Na verdade eu esperava mais desse passeio. Eu gosto mais da ideia de interagir com os animais soltos no seu ambiente, pensei que as arraias estariam nadando perto de mim, mas na verdade era um garoto segurando uma arraia e um monte de gente em volta querendo ver. No final das contas, valeu pelo passeio em si, porque eu não iria fazer nada mesmo nesse dia, então foi legal ir novamente ao Acuario e ficar mais tempo por lá. À noite jantamos no Lupita´s os tacos e os burritos são deliciosos e muito bem servidos. 6° Dia – Volta à ilha – West View e Punta Sur Alugamos novamente um carrinho de golf para dar outra volta à ilha parando em lugares diferentes. Paramos várias vezes para tirar fotos em locais estratégicos com os diversos tons de azul. Paramos num lugar todo decorado com balanços em frente um bar estilo reggae, mas logo apareceu a dona querendo cobrar para tirar foto ali e fomos embora. Depois fomos para West View, uma piscina natural com trampolim e tobogã. Esse lugar é simplesmente maravilhoso. A entrada custa 4.000 COP e tem restaurante, banheiro, mesas e cadeiras, lockers, aluguel de macarrão e colete. O mar aqui é lindo e forma uma piscina natural calminha, ótima para tomar banho. A água é bem transparente, ótima para ver os peixinhos. O tobogã e o trampolim fazem a diversão das crianças e dos adultos. Passamos a manhã toda ali. Depois fomos almoçar no restaurante Punta Sur, que fica no extremo sul da ilha. O restaurante tem uma linda vista para o mar e uma piscina deliciosa na área externa. A decoração é toda de madeira, bem rústica. Tem um deck e um hoyo soplador próprio. Ficamos aproveitando a piscina enquanto esperávamos o prato ficar pronto. A comida em si foi o ponto fraco do restaurante, não estava tão saborosa, era bem normal e cara para os padrões da ilha, além de demorar muito, mais de 1 hora. Valeu a pena pelo ambiente mesmo. Continuamos a volta à ilha e demos uma parada na Playa San Luis e depois voltamos para o centro. À noite jantamos no Mahí Mahí, um restaurante de comida tailandesa maravilhoso. 7° Dia – Providencia Deixamos nossas malas grandes na recepção do hotel e fomos para o aeroporto só com uma mala de mão pequena. Nosso voo para Providencia decolou às 7:40h da manhã. Compramos as passagens antecipadamente pelo site da Satena, porque são apenas 15 lugares por voo e só existem 2 voos por dia, então a chance de ficar sem passagem se deixar pra comprar na hora é grande. O voo é super rápido e quando você se dá conta já está no procedimento de descida.A dica é sentar do lado esquerdo do avião, onde as cadeiras são individuais. A saída de San Andrés já proporciona fotos lindíssimas. Não se esqueça de levar a tarjeta de turismo, ela será pedida no aeroporto de Providencia. Se tiver perdido ou esquecido terá que pagar novamente! O limite de bagagem é de 10 kg por pessoa. Então deixe sua mala grande no hotel em San Andrés e leve uma mochila ou mala pequena para Providencia. Chegando em Providencia pegamos um táxi até a Posada Enilda. O táxi custou 20.000 COP. A Enilda é um amor de pessoa, muito atenciosa, nos deu várias dicas do que fazer na ilha. A ideia era deixar as malas na posada e já sair para o passeio, mas ela disse que o quarto já estava disponível e ainda nos convidou para tomar café da manhã sem custo. Alugamos uma moto com ela por 50.000 COP a diária. A moto valeu muito porque tudo na ilha era longe, e nos deu bastante liberdade para circular à vontade. A pousada é super limpa, os quartos são bons, com ar condicionado e chuveiro quente. O café da manhã é variado e tem a opção de jantar na pousada fazendo a reserva até 15h. Após o café fomos nos aventurar de moto pela ilha. Nossa primeira parada foi num mirante onde tiramos várias fotos. Era difícil não parar a cada esquina para tirar foto. Paramos em Freshwater Bay, onde fica a zona hoteleira de Providencia. Nessa praia tem uma agência de mergulho muito boa chamada Felipe diving. Fica em frente a pousada EL RECREIO, o site deles é http://www.felipediving.com. Nossa parada seguinte foi em Almond Bay, uma praia muto charmosa, pra mim, a praia mais linda de Providencia. Essa praia era meio que desconhecida pelos turistas e foi “descoberta” recentemente. Para chegar basta parar na estrada onde tem um polvo enorme marcando a entrada de Almond Bay e caminhar por uma estradinha, que é uma graça, com o chão decorado e vários banquinhos. A praia fica bem vazia, quando fomos tinha um casal na praia e logo depois eles foram embora e ficamos com a praia só pra gente. Lá de cima, se tem uma visão linda do mar e é um ótimo lugar pra apreciar o pôr-do-sol. Na praia tem um bar e algumas redes penduradas nos coqueiros, ótimas para descansar e apreciar a vista. Ficamos um tempo curtindo Almond Bay, tomando água de coco e depois fomos procurar um lugar para almoçar. Fomos então para a praia Southwest bay, onde tem vários restaurantes pé-na-areia e almoçamos no recomendadíssimo El Divino Niño. A comida era muito gostosa, peixe fresquinho, uma delícia. Essa praia é cheia de redes perto dos restaurantes, o que foi um convite para tirar um cochilo depois do almoço. Voltamos para a pousada e à noite jantamos no restaurante Café Studio, que ficava perto da pousada Enilda. 8° Dia – Volta à ilha de lancha Após o café fomos fazer o passeio volta à ilha de lancha. O passeio sai da praia Freshwater Bay e dá a volta na ilha parando nos principais pontos turísticos e contando a história do lugar. A primeira parada foi na Cabeça de Morgan – uma pedra enorme com forma de cabeça e que parece o perfil de um rosto humano sobre o mar, e que foi atribuída a Henry Morgan, um famoso corsário que saqueou grande parte do Caribe – em Santa Catalina. Depois fizemos uma parada na ponte dos namorados, uma ponte de madeira que liga Providencia à Santa Catalina. Em seguida fomos para Cayo Cangrejo, o lugar mais espetacular da viagem. Simplesmente maravilhoso, o cenário é de filme, todas as fotos ficam dignas de capa de revista. A cor da água é um azul impressionante e é tão transparente que dá pra ver os peixinhos de cima do píer. A água é uma delícia, parece uma piscina gigante. Chegando na ilha é cobrado uma taxa de 14.000 COP. A ilha é pequenininha, com um píer e alguns banquinhos. Não tem restaurante na ilha, apenas uma pessoa que vende bebidas e ceviche de camarão. Subindo as escadas, você encontra uma trilha que leva ao topo da ilha e de onde se tem a vista mais espetacular de Providencia. Uma visão de 360° do mar de sete cores, é impressionante! Passamos um bom tempo na ilha tirando foto, nadando, fazendo snorkeling. Dá vontande de ficar o dia todo em Cayo Cangrejo. Também é possível contratar uma lancha ou até mesmo um caiaque pra ir diretamente a Cayo Cangrejo. A próxima parada foi para almoço na praia Southwest Bay, a mesma que almoçamos ontem, mas dessa vez almoçamos em outro restaurante, que ficava do lado do hotel decameron. Comi uma lagosta deliciosa. Após o almoço finalizamos a volta à ilha e voltamos para Freshwater Bay. Como ainda era cedo, por volta de 15h, pegamos a moto e continuamos percorrendo a ilha. Paramos no centro e atravessamos a ponte dos namorados até Santa Catalina. Caminhamos pelo calçadão até o Fort Warwick, que fica no alto de uma escadaria, atrás da estátua de Santa Catalina. Do alto do forte tem-se uma vista linda de Providencia. Descendo as escadas está a praia Fort Bay, onde está a caverna de Morgan, uma caverna na qual você entra mergulhando, uma aventura e tanto. Dá pra ir andando por uma trilha até a Cabeça de Morgan e tem gente que até pula da pedra. Depois disso voltamos para o centro, pegamos a moto e continuamos a volta à ilha pelo lado que ainda não tínhamos andado até então. O outro lado é ainda mais bonito, dá vontade de parar toda hora pra tirar foto. O mar é mais azul desse lado (que é onde está Cayo Cangrejo) e tem vários mirantes legais pra tirar foto. Voltamos e jantamos na nossa pousada mesmo. Reservamos o jantar pela manhã com a Enilda. A comida estava ótima, filezinho de peixe, arroz, salada e patacón, custou 15.000 COP cada prato. 9° Dia – Mergulho Fizemos checkout e fomos para o Hotel Sirius. Como eu fiquei na dúvida de onde me hospedar em Providencia, porque tinha lido boas recomendações tanto da Enilda quanto do Sirius, resolvi ficar um pouco em cada. Queria ter a experiência de ficar na praia também e aproveitar para fazer o mergulho com eles, já que no hotel Sirius tem uma agência de mergulho. O hotel é grande e fica de frente pra praia Southwest Bay. Nosso quarto tinha uma varandinha com uma rede de frente para o mar. O quarto tinha dois andares, o primeiro andar com uma cama de casal e o banheiro e o segundo andar com 3 camas. Não tinha chuveiro quente, mas não fez falta porque faz muito calor na ilha. O café da manhã era normal, com frutas, ovos, pães, leite, café. Particularmente gostei mais da Posada Enilda, achei mais aconchegante e limpinha. Mas gostei também de ficar uma noite no Sirius e acordar de frente pro mar. O Sirius tem a facilidade de estar numa ótima praia, onde estão os restaurantes e tal. À noite não tem jeito, tem que sair pra comer, porque os restaurantes só funcionam pro almoço. Também saem passeios de barco dessa praia. Fui na agência Sirius Diving para fazer mergulho com tubarões, mas como eu não tenho certificado, me falaram que eu não poderia ir até 18.000 metros, que é a profundidade dos tubarões. Mesmo assim eu quis fazer o mergulho, então fiz o batismo mesmo, que é o mergulho de quem não tem certificado. Pegamos os equipamentos e entramos na lancha. De todo o grupo de umas 10 pessoas, só eu e mais um não tínhamos certificado. Vou providenciar o mais rápido possível isso, porque é importante. A lancha parou na praia Fort Bay, onde descemos eu e o outro menino sem certificado e o instrutor para uma aula básica antes do mergulho. Enquanto isso o restante do grupo seguiu para fazer um mergulho. Aprendemos alguns procedimentos de emergência e ficamos esperando o grupo voltar. Demorou um tempão até que eles chegassem. Enfim, fomos resgatados e seguimos para o local do mergulho. Chegando lá, descemos naquele mar azul até 10.000 metros de profundidade. Vimos muitos corais e peixes diferentes e quando eu menos esperava apareceu um tubarão nadando do meu lado. Fiquei super empolgada e queria nadar atrás dele, mas ele passeou rápido. Depois apareceu outro tubarão e outro maior ainda, no final eu vi uns 5 tubarões bem pertinho. O mais legal foi um que passou bem acima da minha cabeça, quando eu olhei pra cima e vi o tubarão eu levantei a gopro pra tirar uma selfie com ele, mas acabei cutucando a barriga dele e ele fugiu rapidamente. Depois do mergulho, fomos almoçar no El Divino Niño novamente. Pedi um prato de camarão delicioso. Descansamos um pouco nas redes em frente à praia e depois fomos para Manchineel Bay, uma praia deliciosa com vários balanços pendurados nos coqueiros. É lá que fica o famoso Roland’s Bar, um bar local com música ao vivo e agito à noite. Estava um lindo fim de tarde e nos divertimos muito nessa praia. Voltamos para o Hotel Sirius e nem saímos à noite de tão cansados. 10° Dia – Cayo Cangrejo Decidimos aproveitar nosso último dia em Providencia para voltar ao lugar mais especial de toda a viagem, Cayo Cangrejo. Fomos de moto até Maracaibo e, chegando lá, pegamos uma lancha até Cayo Cangrejo. Combinamos com o barqueiro o horário da volta para 13h. Fomos os primeiros a chegar na ilha, por volta de 09:30h da manhã. Pagamos novamente a taxa de 14.500 COP para entrar e depois foi só aproveitamos muito aquele paraíso que era só nosso. Só começou a chegar mais gente por volta de 11h da manhã. Subimos até o topo da ilha e contemplamos aquele mar incrivelmente belo de Providencia. Depois nadamos e fizemos snorkel naquelas águas transparentes. Aproveitamos para tirar muitas fotos sem ninguém atrapalhando. Uma pena ter que ir embora, não dá vontade de sair de lá. No horário combinado nossa lancha nos buscou e voltamos para o hotel. Arrumamos as malas e fomos almoçar no restaurante Caribbean Place Donde Martin. Com certeza o melhor restaurante de Providencia, comida muito bem elaborada, deliciosa. Após o almoço, pegamos as malas, devolvemos a moto na Posada Enilda e pegamos um táxi para o aeroporto. Nosso voo era às 17h. O voo foi ótimo assim como na vinda, bem rápido e traquilo. Chegando em San Andrés, voltamos para mais uma noite no Hotel Noblehouse. À noite passeamos no centro e jantamos no restaurante Mahí Mahí, um restaurante de comida tailandesa delicioso. 11° Dia – San Andrés – Rio de Janeiro Aproveitamos a manhã para fazer umas comprinhas nas lojas Riviera e nos despedir de San Andrés. Nosso voo de volta era às 14h com conexão em Bogotá. Chegando em Bogotá fomos direto para o Crepes e Waffles, um restaurante maravilhoso no segundo piso do aeroporto. Todos os crepes são deliciosos, mas o Waffle de chocolate é campeão. Nosso voo para o Brasil era só à noite, então ficamos um bom tempo no restaurante e depois fomos para o embarque. O voo de volta foi tranquilo também. Chegamos de manhã cedo no Rio de Janeiro, já com saudades das férias. Maiores detalhes e fotos dessa e de outras viagens você encontra no meu blog http://www.seguindoviagem.com
  12. Obrigada! Deve ser maravilhoso viajar pela Patagônia de moto. Aproveite. Qualquer dúvida pode entrar em contato, será um prazer ajudar. Se quiser ver mais dicas e fotos, dá uma olhada no meu blog www.destinosnabagagem.blogspot.com
  13. Eu levei dólar e troquei no banco Santander lá em Playa del Carmem. Também useu um pouco de cartão de crédito. Realmente está difícil decidir o que é melhor com esse dólar nas alturas. Sacar em moeda local é sempre uma boa opção. Tenta mesclar um pouco os gastos. Boa viagem, qualquer dúvida estou à disposição.
  14. Oi Nayara, faz sim, você vai amar. É um lugar maravilhoso! Dá uma olhada no meu blog para mais informações: www.destinosnabagagem.blogspot.com
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