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nathachi.silva

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Sobre nathachi.silva

  • Data de Nascimento 25-12-1990

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    Bueno Brandão/MG
    Florianópolis,
    Belo Horizonte,
    Vitória/ES,
    Monte verde/MG ( trilha dos pico do selado, Platô e Chapéu do bispo)
    Monte verde, Serra dos poncianos e pico da onça
    Paraty-RJ, travessia da juatinga
    Paraty, Saco do mamanguá e pão de açucar
    Paraty, Saco bravo, Ponta -negra
    Trindade -RJ
    Pico do Lopo, Extrema/MG
    Morro do Saboó/São Roque
    Petar/Iporanga/SP
    Trilha do Passareúva/Cubatão
    Serra do Japi/ Jundiaí,
    Embu das Artes,
    Prumirim/Ubatuba
    Camburi das Pedras/Ubatuba
    Pedra Grande de Atibaia,
    Rio Mogi e Caminho do sal/Paranapiacaba
    Pico do Corcovado/em Ubatuba
    Morungaba x Joaquim Egídio/Campinas
    Castelhanos x Castelhanos ao Bonete /Ilhabela
    Pico do papagaio, MG
    Travessia Aiuruoca x Baependi
    Picos dos Marins (5 visitas até dez de 2017)
    Petar, núcleo santana
    Visconde de mauá, RJ, Pico selado
    Lopo, Extrema
    Pedra da macela, cunha
    Sete praias de Ubatuba
    Travessia Serra fina 3 dias
    Capim amarelo
    Travessia Petrô x Tere
    Três picos, pico médio e menor + cabeça de dragão
    Vale do pati, chapada diamantina 2 vezes - 4 dias e 5 dias de trilha
    Morro do pai inácio, chapada diamantina
    Pedra do baú, São Bento sapucai
    Itatiaia, Cume Prateleiras
    Itatiaia, Cume agulhas negras
    Itatiaia, Asa de Hermes
    Itatiaia, Pedra do sino
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    cicloviagem caminho dos anjos
    cicloviagem SP x tremembé
    pedais de FDS em SP e região
    Visconde de mauá, Pico selado
    Lopo, Extrema
    Pedra da macela, cunha

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    SP
  • Ocupação
    Trilheira, Mochileira, designer e muito em breve guia :)
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  1. Olá Taciano, se você sabe navegar bem e tem um GPS ou celular + ótimo power bank consegue fazê-lo sem guia sim. As infos são escassas mesmo, mas no wikilok vc consegue o mapa, caso queira ter ele físico se vende em huaraz no cafe andino (mas é carinho). Se quer fazer solo precisa estar bem de saúde e fisicamente, entender o mal de altitude, eu conheci alguns pessoas fazendo solo, vi 2 casais, vi 2 brasileiros, conheci outros 2 brasileiros que tinham acabado de fazer e em geral eles fazem em mais de 8 dias, em cerca de 14 dias, já que não é nada fácil carregar peso acima de 3.000, 4.000 metros. E também, 2 que conheci sairam um pouco da trilha para comprar comida, é legal saber o que tem ao redor pra poder fazer isso se necessário e como rota de fuga caso o tempo vire ou algo assim. Foi exatamente pelo medo do mal de altitude que não fiz solo, foi minha primeira experiência em altitudes elevadas e sozinha não haveria socorro caso precisasse. Eu tomei pilulas soroche (soroche pills) e chá de coca todos os dias, mesmo assim o cansaço era grande, tive muito pouca dor de cabeça e só vomitei feio e fiquei imprestável no dia 1 de aclimatação ainda em huaraz, por ter iniciado muito rápido, já querer ir fazer trekking sem descansar da viagem. Pense na rota de como vai chegar na entrada da trilha, em cuartelwain, o camping 1 - precisará de um transporte de huaraz para chiquian e adiante mais algumas horas, desejo sorte por conseguir carona, mas vá preparado pra caminhar bastante nessa estrada e se necessário acampar nela também. Vocês irão conseguir, qualquer coisa segue o coco das mulas (rs), vai ter muito. E leve o dinheiro dos pedágios, saber quanto cobram pelo amigo tonwalker será interessante. Tem meu e-mail se eu puder ajudar com mais alguma informação.
  2. Fotos abaixo: Uma dica, a foto com o pico nevado ao fundo é o trapézio, a cordilheira tem a rota normal e a rota alpina, várias, discutam antes com o guia exatamente o trajeto a ser feito e acampamentos, nosso grupo decidiu ir pelo trapezio e não por viconga (aguas calientes), eu particularmente gostaria de voltar para fazer por águas calientes, mas foi bem bonito pelo trapezio também, no entanto, discutam e se interem de tudo. Laguna 69: Huayhuash: Trapezio:
  3. Olá Taciano eu fui sim!! Em agosto de 2018, fiquei 15 dias no Peru. Foram 8 dias de trekking huayhuash e antes dele 3 dias de aclimatação. Eu fiz Laguna 69 e glaciar pastoruri para aclimatar, recomendaria ir também na laguna churup ou parón, fazer uns 3 dias de aclimatação, mas no primeiro dia apenas ande pela cidade, não faça nada pesado, eu tentei ir na churup de cara e deu errado, ai no dia seguinte fiz o glaciar pastoruri que é caminhada de 40 minutos, mas bem alto e no outro dia laguna 69 que são 3 horas de subida, aclimata bem. Eu consegui um ótimo preço contratando na hora, precisa ficar muito esperto com os vendedores e chorar desconto, recomendo 2 coisas, ficar no hostel Andescamp e lá falar direto com o Ivan do trekking, ele monta grupos da Huayhuash expeditions, dessa maneira vc pode economizar muito, eu paguei cerca de 700 soles ou 230 doláres, com TUDO incluso, guia, comida full todos os dias, arrieiro, barraca, saco de dormir, almoço na ida, transporte, almoço na volta .... Os trekkings de aclimatação são de 30 a 40 soles por aí, churup vc vai sozinho com 10 soles numa van. Se caso eu puder ajudar mais pode me mandar um email [email protected] Postei bastante fotos de lá no meu instagram @nathachi_aventureira Abraço!
  4. Olá Pessoal, Se alguém for em agosto, mais pro meio, vamos conversar. [email protected] E a experiência de quem já foi? Positividades, negatividades? Pretendo ir sem guia se possível e sem arrieiro se aguentar, me fale se alguém aqui fez dessa maneira. Abraços!
  5. Oii, Muito obrigada pelas dicas Vanessa Miranda, que ótimo achar esse tópico aqui! Em Agosto estou planejando o circuito huayhuash também sem guia e vou aclimatar em cerca de 3 dias, fazendo laguna 69, mas não havia pensado em dormir na laguna, pode ser uma boa! Fora o visu né! Vanessa se tiver interesse de ir em agosto, bora! Até agora estamos em 2 pessoas apenas. @psduraes vc já voltou? Como foi, conte pra nós! Abraço!
  6. Olá, alguém conhece as trilhas da região de penedo? Sabe dizer se estão abertas? travessia penedo x serrinha do alambari travessia serrinha x visconde de maua Planejando ir bem em breve!
  7. Olá, sabem como está a trilha? Esse ano novo posso percorrê-la estarei na região. Rafael, você tem o wikilok dela e também da Serrinha-Mauá? Vou perguntar por lá, mas se tiver ajudará bastante. Obrigada! Nathachi
  8. Relato de viagem feita em junho de 2015, totalmente organizada lendo relatos e arrumando companhia pelo mochileiros.com - com baixo orçamento. Porque escolhi a Chapada diamantina e a trilha do vale do Pati? Uma pessoa apaixonada por trilhas tem certamente o sonho de conhecer todas as chapadas do Brasil, escolhi visitar mesmo que de forma relâmpago a chapada diamantina, por ser na Bahia de onde é minha família materna inteira, ter cânions que nunca havia visto, e ser uma travessia de 4 dias parando apenas no final da tarde para acampar, algo que nunca havia feito. A chapada em si é enorme e compreende 5 municípios e pelo menos 2 vilas com diversos passeios que turistas fazem até de carro, não foi nessa chapada de luxo que eu fui não rs.... Eu passei 4 dias andando no Vale do Pati, 100% natureza, lá não passa carro algum, pra sair de lá só de mula, burro ou andando que foi como fizemos ao longo de aproximadamente 70 á 80 km de serras e descidas beirando rios e vencendo paredões de pedra encantados com sua beleza de dia e de noite. Com quem eu fui? Nenhum dos amigos de trilha de São Paulo estavam de férias nos mesmos dias, então fiz uma busca no site preferido dos mochileiros e trilheiros do Brasil, o Mochileiros.com, havia muita gente indo para a Chapada em junho mas o único que queria fazer tudo sem guia, no estilo roots, carregando sua própria comida e fazendo sua própria rota na tranquilidade como eu era o Vander Luiz. Assim fomos com mais o menos o mapa na cabeça após pesquisar muito, sem muitas preocupações e pensando positivo, junto de nós seu amigo Júnior, eu estava muito bem acompanhada de dois baianos simples, calmos, cantarolantes como eu, que toda manhã e almoço me ensinavam uma comida diferente como cuzcuz, leite com chá, batata doce e a nossa tão energética "Mirinda" que eram gomos de tangerina dos pés que achávamos no caminho e misturado com água e 1 vitamina C se houvesse, essa salvou tantas vezes dando ânimo nas subidas rs. Era como se nós três fossemos amigos de longa data, logo na primeira noite ao desembarcar na entrada de Andaraí enfrentamos uma alta aventura, o ônibus deixava mesmo á 50km da cidade, eram 4 horas da manhã e estava muito escuro... ali já era área do parque chapada diamantina com todo tipo de bicho podendo aparecer... pela estrada andamos cerca de 1h/2h sem saber se acendíamos ou não a lanterna, por que o motorista do ônibus disse sério antes de descermos: "aqui é barril" (perigoso) e ao mesmo tempo poderiam haver cobras na estrada e vai que piso em uma, eu piscava a lanterna de vez em quando pra olhar onde pisava rs, ainda bem que por sorte chegamos em um pequeno povoado e pudemos ficar na casa de vaqueiros até amanhecer... o senhor noel nos deu café, e com ele conversamos por horas até seguir viagem de ônibus até Andaraí... Ele mesmo nos deu a informação que o ponto do ônibus era ali, em frente á sua casa. Como foi essa aventura? Foram os dias em que eu aprendi a desacelerar, queria acordar e sair logo para percorrer o máximo de lugares, mas aconteceu algo ótimo: "não, calma moreninha rs vamos por a batata doce pra ferver, fazer o cuzcuz, vamos tomar um solzinho pra secar as roupas de ontem..." E os calangos, como nós nos auto-apelidamos acabavam saindo 11h ou 12h pra caminhar... o solzinho já esquentando, mas pra que pressa, estamos aqui pra aproveitar a Bahia, o Pati, o que o dia oferece com deleite, prestando atenção aos sons e aos cheiros de tudo.. Na trilha por vezes eles dois iam 1 ou 2km na frente e nossa comunicação era por um assobio cantado, eu respondia e sabiam que estava tudo bem, cada um andava no seu ritmo, os 17 kilos na minha mochila sempre avisavam que estavam ali rs, nas subidas então que a gente vê de verdade do que somos feitos rs! Mas deu tudo certo e aprendi, nunca mais levarei além de 10kg nas costas, 2 pares de roupa e 1 sabão de coco devem ser suficientes, brincadeiras á parte, pesquisei e conversei com trilheiros mais experientes e hoje tenho minhas técnicas para ser mais ultralight... Vez em quando parávamos no rio e lá relaxávamos por 1 hora, chocolate e água ou fruta, a noite um pouco doloridos nas costas e pernas, só cansaço natural, nada que impedisse que fizéssemos uma fogueira para rir e cantar com quem mais tivesse acampando por lá ou só nós mesmos... Passamos por 4 casas de nativos seu Jóia, seu Eduardo, Prefeitura que na verdade é também uma casa do seu Jailson se não me engano e por fim a Igrejinha, todas essas casas com pessoas muito atenciosas, simples que vivem da forma que eu queria viver: no meio do nada, acordando com as galinhas, produzindo o que comem em suas hortas e cozinhando sempre nos fogões á lenha... era de se emocionar pegar folhas no pé para fazer chá de capim-cidreira; sim eu odeio tomar leite da caixinha aqui na cidade grande e acordar com o despertador ao invés dos passarinhos que tanto elevam meu humor... Daí andamos até o capão, uma vilinha charmosa, cheia de boas energias, ah mas quando pensei que chegou ainda tinha mais 6km na estrada do bomba até o camping do seu Dai Dai...(breve parada para o pastel de jaca!) Já eram mais de 5 horas de caminhada eu calculo, talvez 7h, nesses últimos kms o ajuste masculino da minha mochila é muito desconfortável e eu queria largar minha barraca velha pelo caminho rs, estava exausta, o Júnior não deixou, trocou comigo, a dele bem melhor de carregar e mais leve uns 5kg, sou muito agradecida, e ainda haverá quem se espante de eu viajar com estranhos, estranhos tão bem humorados e muito parceiros! Essa viagem foi inesquecível e quero/vou repetir o Vale do Pati com mais dias e por cima. Dica importante: Não foi muito bom começar a travessia por Andaraí, não só pelo imprevisto de pegar o ônibus "Entrada de Andaraí" (se forem não peguem esse de forma alguma, descemos na esquina do nada com coisa nenhuma rs e tivemos de pegar outro ônibus ao amanhecer pra seguir até a cidade de fato), mas também por quê a trilha lá começa com uma baita subida da serra do ramalho... Na próxima irei começar por Guiné. Quanto Gastei: Passagem Gol de ida SPxSalvador R$150,00 (por que comprei em cima da hora, antes poderia ser mais barato, pago com cartão de crédito em suaves prestações) Passagem de ônibus SalvadorxAndaraí: R$66,00 (valor atual 2016) Extra: Bus da entrada de Andaraí, povoado onde chegamos até a cidade: +-R$12,00 Passagens de ônibus/volta Vale do CapãoxPalmeiras: R$12,00 PalmeirasxSalvador: R$73,00 (valor atual 2016) Avião SalvadorxSP: R$125,00 (valor na época, novamente comprado em cima da hora, antes poderia ser mais barato, pago com cartão de crédito em suaves prestações) Refeições: levei toda comida compra de aproximadamente R$50,00 1 comprada: R$25,00 na casa da dona raquel campings: 4 locais, todos R$15,00 cada - total R$60,00 Total de gastos: R$572,00 (como os quase 300 em passagem de avião foram pagos no crédito, posso dizer que considero o gasto bruto, na lata, em dinheiro mesmo sem adiar por até 8 parcelas como apenas R$272,00 reais =D) FOTOS
  9. Como foi o planejamento? Apenas nos demos conta de que o melhor era anotar a distância em km entre as praias e deixar a viagem flexível, pois sem conhecer bem as subidas e como seria o desempenho de todos não dava pra marcar locais certos pra chegar, pararíamos onde desse vontade e calcularíamos o tempo até a próxima praia, o importante era chegar antes de escurecer para procurar um local onde dormir, preferencialmente um quintal para acampar. Levamos comida para pelo menos 4 jantas e 2 almoços fora as bolachas e bisnaguinhas do café, ainda gás e fogareiro +panelas, foi um peso quase desnecessário, pois pedalando com rota que chegava ao centro das praias, poderíamos ter deixado pra comprar tudo na hora e cozinhamos só 2 vezes na viagem toda, nos demais dias comemos pão com atum demais ou açai na janta e a noite estávamos sem fome, houve o dia em que comemos o belo caranguejo Guaicá e a lasanha de abóbora que o Sr. Esteferson que nos hospedou em São Sebastião fez e nos ofereceu, muito bom! Problemas técnicos? Apenas 1 pneu furado sem motivo aparente, de velhice mesmo, desidratado eu arrisco dizer do Véio, antes de chegar ao centro de São Sebastião; a corrente do Rapha estourou na volta de Ilha Bela, bem no início, sorte ele viu antes daquela descidona a noite, os meninos arranjaram um martelo e arrumaram rapidinho, o Vagner tem know how nisso rs. - E um problema extra, perdi a chave da minha corrente, só percebi na hora de abrir na volta da cachoeira da bexiga, minha roda presa na roda do Rapha e o capacete junto, por sorte havia uma casa bem ao lado, pedimos um "alicate" e cortamos fio a fio do aço em 20min estouramos e tudo certo, mas estou sem corrente - Dia 20 quarta-feira fomos as 22h30 para a casa do meu amigo José Agnaldo em Mogi das Cruzes, ele mora bem perto da rodoviária e as 6h partiríamos no primeiro ônibus para Bertioga. Fomos muito bem recebidos com pizza e cerveja rs! Muita hospitalidade logo na primeira noite! E uma boa conversa sobre aventuras antes de dormir. Muito gratos!- Não descemos a Serra de Mogi de bike pois achamos que levaria o dobro do tempo do ônibus, já descemos ela antes e na verdade não é só descida né rs! então já chegaríamos bem desgastados para iniciar o pedal na BR 101. - Dia 21 - Dia 1 de pedal Primeiro contratempo da viagem acontece antes de pegar o bus para Bertioga o Vagner não encontra seu RG e agora? Desistimos? Ele vai em casa e volta? Faz B.O.? Ele mostrou tudo o que tinha com foto e número de doc na carteira, até a carteirinha do SESC rs e a moça autorizou o embarque. Ufa! Agora era pensar como fazer na volta... mas isso deixa pra pensar depois. - Não tivemos qualquer problema com a Breda e nem com a Litorânea para levar as bikes, nós mesmos desmontávamos as rodas apenas e encaixávamos uma bike na outra no último bagageiro. Chegando umas 07h30 em Bertioga o motorista muito gentil nos deixou já na guarita de Riviera de São Lourenço, economizamos alguns km de pedal, descemos do bus fomos montar nossas bikes, colocar os alforjes eu e o Raphael (Samurai rs) e o Vagner e o Eder (Véio) prender suas mochilas no bagageiro da melhor forma - O Vagner arrumou duas madeiras pra fazer uma "extensão" de bagageiro e colocar sua cargueira, não veio com seus alforjes pois o eixo da bike era pequeno para encaixar o bagageiro (que instalou na última hora) e teve medo de escapar a qualquer momento, com a mochila, se escapasse poderia levar nas costas. Detalhe: não escapou até o fim da viagem Neste dia paramos em Bora-Bora (praia grandona, porém,comum) , Barrado una (o rio Una ao lado da praia nos deu sombra e água fresca após pedalar num sol já bem quente na BR - e lá o pessoal pratica todo tipo de esporte aquático), Barra do sahy, Praia da Baleia (muito burguesa, não me senti muito bem lá) e por fim Boiçucanga. Bora- Bora, uma praia comum, mas com vasta extensão onde descansamos os olhos da BR um pouco Barra do Una, Rio Una Sobre Boiçucanga: chegamos da descidona da serra e paramos num barzinho/lanchonete beira-mar, ficamos conversando se o pessoal sabia de camping por ali, qualquer lugar que pudéssemos acampar, alguns indicaram um caminho e após algumas cervejas e um lanche rápido pra descansar fomos procurar no bairro o camping... não achamos, na avenida o Rapha viu ciclistas do outro lado da rua prontos pra sair e fomos pedir informação, eles sabiam que havia um camping por ali, perguntei se o preço era muito caro, pois onde li dizia que a média era 40 reais e então o Sr. Juvenal Júnior perguntou quantos dias iríamos ficar, dissemos 1 noite só, ele ofereceu ali mesmo o seu quintal, com gramado e até uma mini floresta onde os seus cachorros o "cão" e a "quinha" brincavam felizes, muitíssimo agradável mesmo, nos mostrou tudo, havia até um banheiro do lado de fora com água quente, que mais poderíamos querer nessa vida? rs. Ele então foi para seu pedal e nós enquanto isso deixamos tudo no quintal, fomos tomar um açai e ver a praia, deitamos na areia olhamos as estrelas, a bela lua cheia e tiramos um cochilo. Quintal do seu Júnior em Boiçucanga: Dia 22 - dia 2 de pedal Pela manhã saimos as 7h já carregados para as cachoeiras Ribeirão de Itu, lá deixamos no estacionamento as bikes e tudo e fomos para a trilha, uma trilha bem demarcada, limpa, vi apenas 1 latinha que recolhi e as quedas que visitamos que foram 2 eram espetaculares! Superaram as expectativas, trilha simples que leva a paraísos. Com alma lavada deixamos a terceira queda pra próxima pois o sol apertava e tínhamos muito pedal naquele dia, já 9h da manhã. Cachoeiras Ribeirão de itu - Queda 1 Nesse dia passamos pela Meu Deus do céu: Serra de maresias, o Raphael foi que foi, menino nem descia da bike e nem vi parar pra descansar; o Vagner, o Véio e eu seres humanos mais normais (kkk) hora tínhamos que empurrar por que ficava muito íngreme, essa serra me bateu forte heim... realmente o sol estava escaldante e eu pedalava com toda minha força, aqueles alforjes tinham uns 10kg ou mais que pesei na casa do José Agnaldo, logo tinha que parar pra respirar, foi quando vi a placa: NUNCA PARE NA PISTA, lembrei da música do Raul, os carros respeitavam mas passavam a poucos centímetros e segui em frente, depois da metade da serra parei com o Vagner num acostamento do outro lado (motivo: tinha sombra do outro lado!) e ali não vou mentir esgotada eu demonstrei a ele que estava meio em choque, procurei meu carbo pra tomar, comemos, lembramos que era seu aniversário rs, me acalmei ao parabenizar, que bela forma de comemorar heim! e seguimos em frente. Paramos em Maresias só 5 minutos pra descansar, depois Paúba (bonita demais, mas foi coisa rápida e disseram que o rio era impróprio para banho), depois vimos de cima Calhetas onde eu queria parar, de cima já parecia paradisíaca, seguimos um pouco e encontramos a entrada do condomínio, um menino disse: Pai eles vão descer de bicicleta? rs - E sim era um boa descida, mas asfaltada do condomínio, soltamos os freios e não deu 5min estávamos na praia, mar dos dois lados, areia, sombra, cheia de árvores... o paraíso mesmo, um mirante... o único problema ali era, não tínhamos água, bebemos tudo no sol que fazia e descobrimos que ali não se vendia água e não tinha água doce que pudesse consumir... fui pedir nas mansões que ficam ao lado do mar, o moço na piscina disse não tem! Na outra casa nem nos atenderam... insisti indo procurar no canto da praia onde um surfista falou que tinha... veio o cara da mansão com dor na consciência e deu uma garrafa de 500ml, disse que se pegasse do rio ia passar mal, o surfista indicou subir na primeira casa abandonada do condomínio onde tinha uma torneira, lá fomos nós, pegamos água com medo de ser realmente imprópria, mas tínhamos sede, sim bebemos, fizemos arroz e macarrão com ela e estamos vivinhos da silva! Saindo de calhetas, atravessamos a rodovia pra pegar outra água na cachoeira toque toque que fica ali na BR, o guarda da guarita de calhetas falou que era boa... Fiquei olhando as bikes enquanto os meninos pegavam água, eis que sai um senhor com sua família e começamos a falar do pedal, falo que vínhamos de Bertioga, que queríamos chegar no centro cedo, antes de anoitecer para arrumar abrigo...e ele diz, podem ficar na minha casa, de coração, tenho um quintal grande... minha casa fica a 3 subidas e 2 postos de gasolina daqui, pronto! peguei o fone, apresentei os meninos e já tínhamos onde ficar dali 2h de pedal =D Tudo flui!! Ainda paramos numa caverninha, toca do buraco do bichona beira da estrada. Nesse dia aconteceu o primeiro problema técnico da viagem, furou sem motivo aparente o pneu do Véio antes da última descida, já era noite álias ( eu pedalava com duas luzes sinalizando uma presa atrás do capacete e uma no guidão) muito tensa de pedalar na BR 101 de noite, trocamos o pneu em frente um centro de estudos, que sorte, pois não havia acostamento suficiente ali... Dali uma descida e um pouquinho mais já chegamos na casa do seu Esteferson, nos recebeu, mostrou os chuveiros, apresentou seu pitbull de 13 anos bem tranquilão, montamos as barracas e ficamos bem á vontade conversamos com ele sobre onde ir no dia seguinte, percebemos que passar correndo por toda caraguá só pra chegar em Ubatuba seria ruim e pedalaríamos horas sem poder parar, então, sabendo que estávamos do lado da balsa foi decidido ir passar o dia pedalando pelo lado sul de ilhabela, dormir mais uma noite na casa do Sr. Estéferson e pegar o ônibus de volta domingo cedo em são sebastião mesmo, já prevendo o trânsito, só havia lugar em 1 ônibus com 4 lugares. Dia 23 - dia 3 de pedal Acordamos e fomos direto na rodoviária comprar passagens, o Vagner sem RG já perguntamos se autorizariam ele embarcar sem, com resposta negativa, seguimos para a delegacia fazer o B.O. antes de pegar a balsa pra Ilha Bela, foi tudo rápido, o policial foi amigo e quando tomávamos café de frente a delegacia veio nos trazer o capacete que o Rapha esqueceu lá... No café a coincidência reinou, o café era da família do seu Estéferson, estavam lá seus sobrinhos que nos atenderam, vou adiantar que a noite ao chegarmos na casa, acharam estranho termos ido na polícia...pensaram que havia acontecido algo mais sério, explicamos que era só o RG do Vagner, não dei importância a preocupação deles, achei comum, afinal esquecemos mesmo de contar sobre nosso problema do RG... Ele disse que cidade pequena, poderia ter resolvido com uma ligação. Ilha Bela Bom, Ilha Bela! Levamos pão e atum! Umas 10h/11h saímos da balsa começamos a pedalar para o lado sul da ilha... de cara depois dos primeiros sobe e desce, passar em frente a ilha das cabras e deixar o mergulho pra volta (não faça isso rs voltamos a noite) - mas já avistamos um belo píer á frente na Praia do Portinho! Demorouu, saímos pedalando já pra encostar lá e pular, nadar como se não houvesse amanhã! Conhecemos um homem mergulhando com seus 2 filhos, ficamos amigos, emprestou seu snorkel pra nós =D Quem sabe se estivéssemos carregados ele não nos dava abrigo na ilha rs, gente boa tem de monte, eu digo e reafirmo, encontrei muitas nessa viagem. Depois seguimos em frente com o objetivo de ir nas cachoeiras, que subidaaa enfrentamos pra ir na cachoeira dos três tombos, refrescante, porém não tem muito poço pra nadar, só na queda 1, e é muito pequena pra muita gente, ali comemos nossos pães com atum, bolachas e almoçados seguimos para a cachoeira da bexiga... essa sim, um tremendo poção cristalino, deixamos a bikes presas em árvores no início da trilha (após outra subidona característica de ilha bela) e andamos cerca de 20 min até o primeiro poço, depois de nadar bastante, subimos mais até o segundo muito bonito com um paredão, daí não subimos mais, nadamos ali também, aguá geladinha... os borrachudos da ilha já atacando rs Voltamos e na trilha muito bem preservada vimos um lindo castor roendo alguma coisa pra comer, lindooo, ao chegar nas bikes percebi que perdi minha chave na descida da cachoeira anterior... por sorte o Rapha correu na casa mais próxima e tinham um belo "alicate" que os meninos arrebentaram os cabos de aço em 20 min e lá se foi minha corrente tudo resolvido, partimos, paramos na praia do julião pra ver o pôr do sol, lindo por sinal, um presente! Cachoeira três tombos Cachoeira da Bexiga E lá vamos nós pedalar a noite na BR de volta, segundo problema técnico da viagem, logo de cara estoura a corrente do Rapha, o Vagner arruma direto a dele da BMX, já arrumaram um martelo... tudo que precisavam e arrumam a corrente. Queria que tivesse demorado mais, queria ficar ali, no barzinho rolava um dedilhado de guitarra tocando um rock/blues espetacular kkk. Pedalar a noite ali, cheio de carros indo pra balsa, foi meio tenso, tentava ir pela direita me fechavam, ia pela esquerda as motos respeitavam, mas eu tinha medo, e ficava revezando, deu tudo certo... Chegamos e pra fechar a noite nos foi oferecido um belo caranguejo de jantar, a família do seu Estéferson, o Luciano, todos nos fizeram sentir em casa mesmo, eu não vou ouvir ninguém me dizer que esse mundo é perigoso que é pra eu tomar muito cuidado, eu só encontro pessoas boas em meu caminho, ando de coração e alma abertos, o dono da casa falou que tenho uma "boa energia" rsrs, não sabemos o que é isso, como acontece a mágica de achar gente tão de bem na estrada, mas estamos abertos e eu acredito no bem! O que levei nos alforjes para 4 dias? 1 short para pedal 2 regatas para pedal 1 regata extra para a volta 2 Tops 1 biquini 4 roupas íntimas 3 meias 1 short e 1 mini blusa pra dormir chinelo boné 1 fleece e 1 calça legging caso esfriasse 1 canga isolante térmico saco de dormir de 20 graus (desnecessário, passei calor rs) barraca para 3 pessoas (para caber eu, o vagner e as mochilas/alforjes) fogareiro panela pequena talher e e pratos de plástico caneca Comida arroz em saquinho já molhado e escorrido pronto pra fazer, temperos meu arroz, sal, óleo numa garrrafinha, feijão camil de caixinha, macarrão, linguicinha, batata palha, atum e sardinha. (tinha mais coisas) Sobrou! Se for pedalar onde tem mercado nem leve nada, compre na hora. kit primeiros socorros básico (esqueci o clorin e fez falta em calhetas) sabonete óculos de grau repelente mini protetor solar, mini shampoo em embalagem daquelas tipo de hotel ou que vende na perfumaria pote mini. escova e pente lenços umedecidos hipoglós (sim, pedalar com qualquer areia no short pode dar ruim) papel higiênico silver tape cordinha kit reparo pneu bike (espátulas, cola, remendo) chave para tirar roda traseira caso preciso outras ferramentas (os meninos levaram) capa de chuva saco estanque em um dos alforjes com a roupa e o saco de dormir, feito pela amiga Abiqueila (dica: http://www.pedarilhos.com.br/blog/organizacao-dos-alforges/) Gastos? Passagem SPxBertioga: R$23,50 Passagem São Sebastiãox SP: R$56,30 Comida de acampamento levada, comprada antes: cerca de R$40,00 Gastos meus na viagem, com padaria/açai e sorvete: R$20,00 Os meninos gastaram também com cerveja
  10. Olá, Alguém tem ou sabe mais sobre essa mochila? http://www.thule.com/en-us/us/products/sport-and-travel-bags/technical-backpacks/hiking-backpacks/thule-capstone-50l-womens-hiking-pack-_-tb_50_w_206703 Li sobre a marca aqui: http://www.trekkingbrasil.com/thule-testa-as-novas-mochilas-tecnicas-na-serra-fina/ E até mesmo achei pra vender no Brasil: http://www.bivak.com.br/loja/mochila-thule-capstone-fem-50-l.html
  11. Augusto, achei esse mapa na net... No ponto 2 diz que tem trilha do curupira á laranjeiras e dura 3h30... vc sabe dizer se esta correto? http://andarilhar.com/wp-content/uploads/2013/05/mapa_cairucu.jpg
  12. Olá, Muito bom o seu relato! Eu quero ir no modo economia e fazer o Pati em 4 dias, apenas o Pati mesmo, acha que é melhor eu sair de Salvador e ir pra Palmeiras, ou ir pra Lençois?? - está confusão entre cidades e por onde começar que é um impasse para mim.
  13. Alguém tem um mapa pra eu me localizar ao fazer os rolês de carro por lá???
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