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Robebel

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Sobre Robebel

  • Data de Nascimento 20-07-1983

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    Oficial de Justiça da Justiça do Trabalho

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  1. Nossa, que relato sensacional. Eu também fiz o meu na viagem que fiz agora em novembro de 2018. Também fiquei hospedado em Skukuza, mas fiz o contrário, cheguei por Phelaborna e desci o parque saindo em Madelane. Fiquei dois dias e meio e não encontrei o leão, em contrapartida vi dois leopardos e vários rinocerontes, que são mais raros. O Kruger é sensacional e quem sabe um dia eu volte.
  2. Oi gente, vou seguir o post falando sobre a Cidade do Cabo. Vou colocar minhas impressões e alguns passeios que fiz por lá. Peguei um vôo doméstico pela flysafair entre Joanesburgo e Capetown. Chegamos e fomos até o hotel que reservamos, de uber, em torno de 180 rands, cerca de R$ 60 reais, porque era mais ou menos uns 20 km de distância. Ficamos em um hotel chamado Green house, estilo apartamento, bem legal e tudo novinho. De lá ficava próximo do Waterfront, que é uma espécie de shopping e porto ao mesmo tempo, super bonito e moderno, com restaurantes chiques, redes de fast food e belas paisagens. É de lá que se pega o ferryboat para a Roland Island, que é a ilha onde Mandela ficou preso por 18 anos. Muitos alugam carro para percorrer a cidade e imediações, se for um grupo até compensa, porque gastamos muito dinheiro com uber nos primeiros dias. Outra opção para quem quer conhecer a cidade de forma rápida e sem contratempos é contratar os serviços do citytour, que sai lá do Waterfront, em frente a um Aquário. Você fecha um pacote para dar a volta no roteiro e ter direito a três paradas para visitar os lugares. Como o ônibus vermelho (estilo Londres) anda a cada 20 minutos, você pode descer, aproveitar o local que quiser e ir embora em outro, já que o seu ticket vale para o mesmo dia. Há o trajeto da linha vermelha (menor) e da linha azul (mais extenso). No primeiro dia escolhemos conhecer a Table Mountain. Pegamos um uber e fomos lá. O citytour leva lá tb, mas o ingresso da table mountain não está incluso no pacote. Custa em torno de 300 rands para subir no teleférico até lá em cima e curtir a montanha. Além da paisagem maravilhosa que dá para ver toda a Cidade do Cabo, também tem restaurante e cafés lá em cima. Um passeio imperdível. Mas não faça como fizemos, que fomos no domingo, então estava bem cheio. Acredito que no meio de semana seja melhor, mas tem que aproveitar o céu limpo. Quando está com o tempo fechado não autorizam subir até lá. No mesmo dia fomos à Camps Bay, uma praia muito linda, com a montanha ao fundo e o mar verde, com ondas maravilhosas. O único porém é a água bastante gelada. Se tiver coragem, vá lá. É possível ver alguns corajosos na água. Além disso há barzinhos por toda a orla, inclusive o Hard Rock Cafe, onde comprei uma camiseta (bem clichê, mas não resisti). Para finalizar fomos a Signal Hill ver o pôr do sol. É um ponto alto na cidade onde se tem uma visão privilegiada do mar e do sol se pondo. Pensa em um sol demorado. Foi se pôr era 20 horas. Sinceridade, não curti tanto. Para mim o mais legal lá foi ver tanta gente de tantos países reunidos em um só lugar, em um domingo à tarde. Lembra aqueles piqueniques aos pés da torre eiffel no verão. Foi um dia bastante corrido. Sem contar que lá na montanha não me protegi com protetor solar. Tempo nublado, vento gelado, a última coisa que pensei foi em passar protetor solar. Resultado, passei a viagem toda com os braços ardendo de sol. Desde então não tirei mais a blusa de frio.
  3. Oi Diogo, nem sei o que te falar. Porque foi algo meio inusitado essa caução de quase R$ 7 mil reais. Mas acho que o caminho é reservar antes mesmo. Indico a empresa Tempest que cobrou um preço justo e fez uma caução de 1.800 reais. Mas já aviso que funciona da seguinte forma. Você não paga nada, eles fazem a caução no seu cartão de crédito e quando você devolver o carro, dias depois, fazem o estorno do valor que restar, ou seja, se sair algo errado que você não concorde fica difícil negociar. Mas é assim que funciona. Sobre o dinheiro antes de viajar fiquei sabendo que lá eles cobram algumas taxas, então decidi comprar o rand aqui no Brasil mesmo e levei tudo em dinheiro. Levei cerca de 2 mil reais em dinheiro e despesas extras utilizei o cartão de crédito. O litro do combustível é em torno de 17 rands, uma refeição é em torno de 60 a 70 rands. No geral as coisas são o preço do Brasil, se você fizer a conversão de 3 rands por 1 real. Utilizei uma casa de câmbio aqui de Goiânia que transformou meus 2 mil reais em 6.500 rands. Minha amiga de Brasilia não teve tanta sorte. Dos mesmos 2 mil reais pegou somente 5.000 rands. Então é bom pesquisar as casas de câmbio.
  4. Enviei um e-mail para a decolar contando o que ocorreu e eles devolvera o dinheiro de forma integral. Realmente exigir quase R$ 7 mil reais de caução é totalmente sem noção. Mas não teve argumento que fizessem mudar isso. Vou continuar com o relato falando sobre a Cidade do Cabo. Acho que nove dias (contando dois para viajar) foi bastante corrido. Gostaria de ter mais dias para conhecer mais a região da Cidade do Cabo e talvez fazer mais um dia de Safari e curtir mais o Kruger e tentar encontrar o leão rsrs.
  5. Oi Diogo. As passagens ficaram caras, o que subiu o preço da viagem. Mas como fiz tudo por conta, sem usar agência, consegui economizar nos passeios. Contando com o que gastei lá em dinheiro (cerca de 2 mil reais), acredito que gastei em torno de 6 a 7 mil reais nesses nove dias. A empresa que tentei alugar chamava Sixty, que a decolar reservou e que na hora deu o maior trabalho. Então conseguimos alugar veículo pela empresa Tempest, que tem escritório dentro do aeroporto Tambo, em Joanesburgo. Lá tem diversas outras, cada uma com um preço diferente. Bom pesquisar.
  6. Conhecendo o Park Kruger O Park Kruger é uma reserva com o tamanho de um pequeno Estado brasileiro. De norte a sul tem uma distância aproximada de 400 km e de leste a oeste, algo em torno de 150 km. Então é muito chão e muitos animais para que a gente possa ver. A via principal é asfaltada, que liga os principais campings, que são doze ao todo. Cada camping é servido de hospedagem, restaurante, posto de gasolina, loja de souvenir e mercado e posto médico. O camping de Skukuza também tem caixa 24 horas. Os portões do kruger abrem às 5h30 ou 6 horas (depende do mês) e fecham às 18 horas, ou 18h30 (depende do mês). Não é permitido a circulação de motos ou bicicletas (devem saber porquê). Também não pode sair do carro ou colocar o corpo para fora da janela ou no teto do carro. Algumas pontes extensas é permitido sair do veículo para tirar foto, tem placa informando isso (vi apenas uma assim). Cada camping tem sua própria programação de passeios com guias. Existem o full day, o passeio pela manhã (que sai às 5h30 e volta às 9 horas), o sunset (que sai às 16 horas e volta às 20 horas) e o noturno (das 20 hora às 22 horas). Você faz sua reserva na recepção, paga e sai de dentro do camping. Normalmente é um caminhão aberto com motorista e guia. Há também um passeio a pé, com guias armados, mas não estava disponível quando fui lá. Meu trajeto foi entrar pelo portão Phalaborwa, passar a noite no camping Letaba. No outro dia fazer o self drive e dormir novamente no camping Skukuza e sair do parque pelo portão Malelane e seguir em direção a Joanesburgo. Foi rápido mas foi o suficiente para ver 4 dos BIG FIVE. Tivemos a sorte de ver duas vezes o leopardo, considerado um dos mais difíceis. Já o leão não deu o ar da graça, infelizmente 😪. Mas foi uma experiência maravilhosa.
  7. Depois de pegar muitas informações aqui nesse forum resolvi dar minha contribuição. Decidi juntamente com duas amigas fazer uma viagem para a África do Sul. Alguns conhecidos indicaram esse destino e resolvemos arriscar. Nosso objetivo inicial era procurar um destino que não fosse tão caro, já que Europa está impraticável em razão do valor do Euro nesse momento. Dessa forma optamos África do Sul em razão da moeda rand que está em torno de R$ 0,28 (3 por 1). No entanto, se a ideia inicial era economizar não tardou muito para percebermos que o passeio não seria tão barato. Para início foram as passagens aéreas. Paguei R$ 2.300 somente SP - Joanesburgo (amiga do outro dia pagou R$ 1.900😩 ), R$ 500,00 (Goiânia - SP) e em um vôo interno entre Joanesburgo e Cidade do Cabo paguei R$ 600,00 (fly safair), ou seja, não peguei promoções e acabou ficando caro. Um breve resumo da viagem: 21/11 - Saída de Goiânia a São Paulo - São Paulo - Joanesburgo (11 horas de vôo) 22/11 - Chegada a Joanesburgo às 8 horas e seguida de carro para o Park Kruger 23/11 - Passeio pelo Kruger 24/11 - Passeio pelo Kruger pela manhã e seguida para o Aeroporto de Joanesburgo para pegar o vôo a Cidade do Cabo 25/11 - Passeio pela Cidade do Cabo - conhecendo a Table Montain, as praias e o pôr do sol em Signal Hill 26/11 - Passeio pela Cidade do Cabo - Waterfront e passeio de barco ( duas horas) para ver a fauna marinha 27/11 - Conhece a Robben Island (prisão do Nelson Mandela) e passeio de city tour 28/11 - Passeio pelo Cabo da Boa Esperança e a praia Boulders Beach (praia dos pinguins) 29/11 - Volta ao Brasil - Cidade do Cabo, Joanesburgo, São Paulo - Goiânia (15 horas ao todo) Os preparativos da viagem foram difíceis porque conciliar datas e gostos de três pessoas ao mesmo tempo não é fácil. Decidimos alugar um carro em Joanesburgo e dirigir até o Park Kruger (cerca de 450 km). Fizemos uma reserva de um carro sedan por meio da decolar, que indicou a empresa Sixty, onde pagamos o valor antecipado de R$ 410 por três dias. Também fizemos um seguro de saúde que custou por volta de R$ 120. Decidimos ficar hospedados dentro do Park Kruger, onde com indicações aqui no forum fizemos as reservas por meio do site oficial do park na internet https://www.sanparks.org/parks/kruger/. Em Capetown ficamos em um hotel simples porém bem localizado chamado Greenhouse (apartamento com sala e quarto). Passagens compradas, hotéis reservados, seguro pago e carro reservado partimos para a África. Vôo chegou exatamente no horário previsto, sem nenhum atraso. Desembarque, imigração tudo ocorreu de forma muito rápida e fomos direto à empresa Sixty buscar o carro que reservamos. Lá tivemos a nosso maior problema de viagem. Ao tentar passar o cartão de crédito para fazer a caução do valor o cartão apontava saldo insuficiente. Achei estranho porque apesar das compras de passagens e outras coisas meu cartão devia ter saldo suficiente para isso. Foi quando vi o valor que estavam tentando passar, cerca de R$ 7.000,00, (detalhe que a locação de três dias era R$ 400,00). A companheira de viagem minha tinha um cartão com limite suficiente, no entanto como a reserva estava no meu nome, somente poderia ser um cartão meu. Dessa forma enrolamos cerca de 3 horas tentando resolver a situação. Era impressionante a falta de interesse em ajudar. Até que desistimos e fomos a outra locadora de veículos, onde conseguimos um preço parecido e uma caução de R$ 1.800,00. O ruim é que não olhamos o carro e acabamos pegando um ford ka sedan, manual e sem GPS ( o que nos atrapalhou bastante). O maior erro da viagem foi não comprar um chip local para ter internet em todo lugar. Achávamos que teria GPS no carro ou que seria fácil encontrar wifi por onde passássemos. Não foi tão simples. Antes de sair do aeroporto ainda baixei o mapa até o kruger pelo google mapas para usar offline. No entanto ele não funciona indicando como funciona normalmente e sim um pontinho no mapa e ir seguindo. Me apeguei às placas e nome das rodovias para não errar o rumo, mas dirigindo na mão inglesa e ainda ficar olhando placas, confesso que não foi uma tarefa muito fácil. Como fez falta esse GPS no carro. O início era tenso mudar marcha com a mão esquerda, seta invertida e ainda tomar cuidado com o trânsito. Com o tempo fui me acostumando e deu para seguir. Objetivo era seguir até o portão Phalaborwa de entrada o Kruger, cerca de 500 km de Joanesburgo. Conseguimos sair do aeroporto às 11 da manhã e paramos em um posto de gasolina na estrada às 12h30min, em um rede de fast food Winky. Depois paramos somente para abastecer em outra cidade e dirigimos sem parar. Chegamos no Kruger às 18h40min, no entanto o Kruger fechou os portões às 18h30min. Ficamos de fora. Nossa hospedagem no primeiro dia seria em Letaba, mas tivemos que ficar ali na cidade de Phalaborwa mesmo, em um hotel muito bom e barato, diga-se de passagem. Realmente no primeiro dia as coisas não saíram como o combinado, mas viagem é assim mesmo e segue o barco. Logo posto mais
  8. Rapaz, estou tentando organizar essa ida para o kruger park sem guia ou agência. Vou com duas amigas e elas estão apreensivas em dirigir por tanto tempo. Vou fazer exatamente seu roteiro, com menos dias. Tenho três dias, chegarei 8 horas em JNB, pego o carro e já sigo para o kruger. Pretendo entrar pelo portão Phalaborwa. Gostaria de saber como é a estrada. É perigosa? Trecho de serras? Tem buracos? Fiscalização de polícia? Estou tentando reservar os campings pelo site mas está fora do ar. Pretendo ficar em Satara e Shukuza. Tem postos de gasolina suficientes na estrada? Me ajuda aí
  9. Maravilhoso relato, muito rico de informações e cultura. Estive em 2008 na Colombia a trabalho e conheci a cidade de Tunja. Quero voltar dessa vez a passeio e desvendar esse país maravilhoso. Tb sou fã do Gabriel Garcia e da Shakira rs, mas da fase ruiva e latina dela.
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