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LinharesXT

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  1. Bastante interessante a maneira como você descobriu a ER!
  2. Show! A foto final ficou top! Esses controles de entrada devem ser necessários. O parque fica perto do Rio e BH.
  3. Neste dia eu atravessei de São Paulo para Minas Gerais. Águas da Prata Subindo a serra entre Águas da Prata-SP e Andradas-MG. Um pouco mais à frente parei nesta pequena queda d'água chamada "ponte de pedra": Este primeiro trecho foi tranquilo. Depois que a estrada chega próxima do asfalto e volta para o interior, começaram algumas descidas muito íngremes. A relação de marchas da CRF ajuda bastante, pois a primeira é bem travada. De Andradas para Ouro Fino, o caminho da fé passa por dois vilarejos. Imaginei que seriam estradas de terra normais que ligam as vilas, mas o caminho seguiu por uma tal estrada do calixto que depois eu soube que nem os peregrinos estão passando nesta época! Senhoras peregrinando pelo caminho da fé. No total dá mais de 300 km! Depois do encontro com a peregrinas, eu peguei o pior trecho da viagem! Começou com algumas descidas bem íngremes acrescentadas de várias valas. Em seguida rolou um subida daquelas! O tempo todo de primeira. Por sorte eu passei de uma vez! Tenso! Lá em cima havia uma pequena queda para se refrescar: Do segundo povoado até Ouro Fino, eu fui por asfalto! "Toda vez que eu viajava pela estrada de Ouro Fino..." Abraços, Linhares
  4. Caminho da Fé No caminho da da fé a pista estava boa, apenas um pouco escorregadia. Só que o GPS me mandou por um caminho de fazenda que era só lama! Depois que eu vi o carro atolado, eu entendi aquilo como um sinal e fiz meia volta! Caminho errado Observem o detalhe da roda: serviu de molde pra lama! A minha roda também não estava lá essas coisas... mas voltando para a estrada de chão batido, logo ele ficou limpa! Casa Branca - SP Minas Gerais no horizonte São João da Boa Vista, ainda em SP Abraços, Linhares
  5. Saí de Uberaba para o leste na BR262 e logo peguei uma estrada municipal que cortava fazendas para o sul. Segundo o GPS era sem saída, mas ao final me deparei com uma plantação que havia sido colhida e pude visualizar o asfalto. Logo cheguei no Rio Grande, divisa entre Minas Gerais e São Paulo. Passei por algumas cidades e, num ponto onde o GPS mandava dar uma grande volta, perguntei se não havia um caminho por estrada de terra para Capivari da Mata. Peguei informações num posto de gasolina e consegui achar um atalho para essa pequena vila. De lá fui para a cidade de Ituverava onde almocei um prato feito bem caprichado! Segui em direção a Franca. Tentei cortar por nos canaviais, mas estava um labirinto e escorregadio. Voltei para o asfalto e passei pela cidade de Ribeirão Corrente. Fiquei surpreso como a cidadezinha é bem conservada! A estrada até Franca é asfaltada mas com curvas bem divertidas e cercada de plantações de café. Visitei o Museu Histórico Municipal (entrei com toda a minha vestimenta!) e peguei a rodovia Rio Negro e Solimões em direção a Batatais. No começo era um estradão, mas depois do rio Sapucaí mudou bastante. Começou a ficar estreita, com muitas valas e pedras soltas. O pior é que estava bem deserta. Um grande problema para quem viaja sozinho... Quando encontrei um pessoal em frente a uma chácara peguei dica da saída para o asfalto e "vazei na braquiara"! Arrumando o bagageiro improvisado Fim da estrada? Não, o asfalto estava logo ali! Ponte sobre o Rio Grande, divisa entre Minas e São Paulo. Do outro lado está a cidade de Igarapava Pés de Café Tempo querendo mudar Capivari da Mata Igreja de 1820 em Ituverava. Recuperada em 1985 pelo prefeito e seus funcionários pedreiros, segundo a placa abaixo Ribeirão Corrente Fogão antigo no museu de Franca Rodovia Rio Negro e Solimões (SP-336) Centro Cultural em Batatais Abraços, Linhares
  6. Opa, o problema mecânico vai aparecer mais pra frente na história! Foi um retentor da bomba d'água que vazou. A dificuldade foi encontrar um da CRF250L! Quanto à velocidade de cruzeiro, ela perde feio para a Té250, pois tem uma relação de marchas mais reduzida. Ano passado eu viajei com três amigos de Ténéré. Vide relato no ADVrider! Abraços, Linhares
  7. Depois de um primeiro dia longo que havia sido programado com antecedência, resolvemos explorar a região sem muito compromisso. Saímos de Araguari por uma estrada de terra que passa próximo à cachoeira das freiras. Uma estrada de fazenda leva à parte de cima da cascata. A altura da queda impressiona! Em seguida, procuramos um caminho de terra que nos levasse à próxima cidade do roteiro improvisado que era Cascalho Rico. Este trecho não estava no GPS e foi preciso perguntar várias vezes. Inclusive um rapaz de moto nos guiou por alguns quilômetros. Estas serras próximas de represas têm um visual lindo! Chegamos na cidade já na hora do almoço e fizemos uma boquinha no único local aberto. De lá pra frente as estradas constavam do GPS, o que adiantou bastante pois não faltavam bifurcações. O trecho de serra continuou até próximo de Estrela do Sul onde pegamos um estradão de terra batida. Aqui até os carros andavam em alta velocidade e a poeira bateu recorde! No trevo da rodovia eu peguei sentido Uberaba enquanto meu amigo foi para Paracatu. Segui por asfalto passando pela represa de Nova Ponte e resolvi pegar mais um pouco de terra depois da cidade. Adentrei uma plantação de cana-de-açúcar gigante onde a estrada estava bastante batida, mas esburacada. Lá no meio passei pela Usina Uberaba e voltei para o asfalto pouco depois de tirar foto de uma antiga estação de trem da ferrovia mogiana. Próximo à cachoeira das freiras Pedindo informações. O rapaz da moto nos guiou por algum tempo. The long and winding road Represa Emborcação ao fundo Fotos no mapillary Represa de Nova Ponte Canavial ao norte de Uberaba Estação de Itiquapira Uberaba Parque do Zebu Praça central Abraços, Linhares
  8. Com certeza, Tiago! Teve um dia que eu dormi em Pouso Alegre aí perto da sua cidade. Gostei muito da estrada para Cristina - visual incrível! Abraços, Linhares
  9. O primeiro dia foi excelente! Tivemos sorte de não pegar nem uma gota de chuva. Em Araguari choveu pouco antes de nós chegarmos. De manhã foi preciso ficar atento ao GPS para não errar o caminho de Luziânia para Buritizinho e depois Pires do Rio. A estrada estava ótima! Em alguns trechos estávamos a toda velocidade! O que pra minha moto significa 120 km/h Pegamos uma hora de asfalto até Ipameri e voltamos para terra. A estrada ficou um pouco mais travada, mas ainda bem tranquila porque estava seca. Alguns locais pareciam ficar bem escorregadios quando chove! De Goiandira para Anhanguera estava asfaltado, mas o asfalto era 10% vagabundo! Várias crateras! Chegamos no rio Paranaíba e a balsa estava do lado de Minas Gerais. Acho que o rapaz estava esperando chegar mais alguém para poder valer a viagem, pois quando chegou mais um carro ele resolveu vir para o nosso lado e fizemos a travessia. No último trecho de terra encontramos uma Cascavel atravessando a estrada. Meu amigo ficou doido (ele é biólogo!) e tirou várias fotos da serpente. Depois rodamos os últimos quilômetros de asfalto até Araguari. Aguardando no posto de gasolina Três Vendas na GO-010 Após Luziânia-GO pegamos estrada de terra Posto de gasolina em Buritizinho-GO Estradão de terra Rio Piracanjuba Ipameri-GO Goiandira-GO Aguardando a balsa para atravessar de Goiás para Minas Balsa no rio Paranaíba Cobra cascavel atravessando a estrada Araguari-MG Abraços, Linhares
  10. Olá, fiz uma agradável viagem de moto neste mês de março. A idéia foi seguir este roteiro até a cidade de Casa Branca, São Paulo, sempre próximo da divisa com Minas Gerais. depois atravessar a fronteira e finalmente cruzar para o estado do Rio na região do vale do Paraíba. O nome do tópico veio da incrível velocidade de cruzeiro da CRF250L que é de 80 km/h !!! No primeiros dois dias eu tive a companhia de um amigo em sua XT660, mas depois segui sozinho até o interior do RJ. Tive um problema mecânico e precisei deixar a moto por lá e voltar de avião. Na semana santa fui buscá-la e voltei para Brasília. Abraços, Linhares
  11. Que bacana! Andar na areia deve ser muito bom! Parabéns pela aventura em tão boa companhia! Abraços, Linhares
  12. Muito legal os atrativos turísticos de Uruaçu! Abraços, Linhares
  13. Caros, segue relato de um passeio que eu fiz com os amigos do Clube XT600 de BSB para Vianópolis-GO por estradas de terra próximas ao lago Corumbá IV: Concentração no posto Shell por volta das 07:30h e saída às 08:00h pontualmente! Saímos sentido cemitério do Gama e logo pegamos estrada de terra descendo para a DF-180. Breve trecho de asfalto e entramos à direita onde tem um frigorífico. As estradas estavam com muitas poças de lama e num pequeno acesso para a DF-290 já rolou um trecho de "quiabo" (lama bem escorregadia) que deixou a galera esperta! Cruzamos a pista e seguimos para o sul. Neste trecho, o Elmar percebeu que o pneu estava furado. Ele começou a desmontar a roda, mas o Thunder ofereceu spray de encher pneu e continuamos até uma plantação de Eucaliptos. Viramos à esquerda neste ponto onde havia uma grande poça d'água e passamos pelo pior trecho da viagem. Muita lama! Todos passaram com o maior cuidado. Presidente Wanzeller comprou um terreno básico e deixou a Tiger toda suja. O pessoal disse que a tigresa estava com calor e queria se refrescar! Antes do tombo: Paramos numa vendinha, mas o povo achou que estava cedo para beber e resolveu seguir em frente. Mais um pouco de lama, mas sem maiores incidentes e começamos a nos aproximar do lago Corumbá IV. A roda da Té250 do Hamilton havia travado por conta da lama. O para-lamas da XT250Z é baixo. Pausa para encher o pneu do Elmar. Lago Corumbá IV Passamos próximo do restaurante flutuante que opera numa balsa que fica no lago, mas resolvemos não visitar. O rendimento da viagem estava ruim e temíamos a chuva que por enquanto só ameaçava. Nova parada para encher pneu do Elmar. Na vez seguinte, ele resolveu trocar a câmara de ar. O presidente Porco tinha um kit completo de ferramentas e o Elmar, que é mecânico, também demonstrou bastante prática como borracheiro. Ainda conseguimos um pouco de sabão com um morador do local para passar no pneu. Assim, na hora de recolocá-lo foi possível evitar as espátulas que eventualmente furam a câmara de ar nova. Reencontramos o resto da turma no posto de gasolina da GO-010 onde finalmente pudemos "molhar as palavras" e abastecer a Tornado e a CRF250L. Saímos do posto de gasolina e seguimos alguns km por asfalto na GO-010. Depois da polícia militar entramos à direita numa estrada que margeia o rio Corumbá e logo avistamos a barragem. Atravessamos alguns mata-burros longitudinais e paramos num ponto que serve de "mirante" para a barragem. Depois das fotos, seguimos sempre pela direita para ficar próximo ao lago. Atravessamos umas quatro pontes sobre os córregos que alimentam o lago e, em determinado ponto, viramos para o sul. O previsto era seguir nessa direção até Vianópolis. Aqui o que mais chamava a atenção era a cor bem verde da plantação e o céu azul. As nuvens estavam ficando para trás e logo estávamos num terreno seco e com bastante poeira! Cruzamos a estrada "principal" que leva para a GO-139 e continuamos pelas estradas de fazenda. Após as lavouras, a estrada ficou mais arenosa e próximo ao rio Água Branca quase não se enxergava a pista tomada por mato. O motivo: a ponte havia caído! Neste momento, o sol estava rachando e alguns colegas aparentavam estar próximos de "ferver o radiador" Optamos, sem ponderar muito, fazer meia-volta e tentar outro caminho. Perguntamos para um motoqueiro e um cavaleiro. Seguimos as instruções e paramos numa clareira próxima do rio. Meia-volta novamente. Perguntamos mais uma vez e conseguimos achar a estrada para o Bar do Forró que fica na GO-139. Interessante é que todos informavam a princípio o caminho pelo asfalto, e nós queríamos seguir por estrada de chão. Enquanto isso o presidente Linhares brigava com o GPS que insistia em recalcular a rota passando pela ponte quebrada... Após este óasis, vulgo buteco, a viagem foi bem mais tranquila. A estrada está bem cuidada e larga. Aliás, havia um certo movimento de veículos de passeio. A turma acelerou forte até Silvânia onde pegamos o asfalto para Vianópolis. :-! No total foram quatorze motos: três XT660; duas Té660; duas F800; duas Té250; XCX800; CRF250L; xt600; Tornado; e Falcon. Pra quem gosta de mapas, aqui tem alguns pontos de referência. Valeu, galera! Abraços, Linhares
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