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ta_tia_ne

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Sobre ta_tia_ne

  • Data de Nascimento 22-08-1982

Bio

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    Especialista em besteirologia, escrivinhação de contos, poemas e histórias de viagens. Super especialista em contação de sentimentos profundos tantos os de amor e paixão quanto os de experiências pelo mundo. Especialista em escrever mensagens de felicitações e parabéns. Deveramente especialista em fazer feliz!

Outras informações

  1. Para quem ainda tem dúvidas sobre os gastos na Tailândia, fiquei por lá 19 dias e organizei todos os meus gastos ( com exceção da passagem aérea) neste post aqui: http://viajanderia.com/quanto-custa/quanto-custa-viajar-tailandia Dá pra ter uma ideia de tudo que eu fiz por lá também Espero que ajude, os dados são de jan/fev 2016, o período que eu estive lá.
  2. Pretendo iniciar no fim de fevereiro por Portugal. O frio na barriga aumenta cada vez mais até porque eu estarei largando tudo mesmo, ou dá certo ou dá certo.
  3. Você encontra o relato original em: http://viajanderia.com/2014/11/14/um-pulinho-ali-em-chacaltaya-na-mais-alta-estacao-de-esqui-do-mundo/ Fizemos a subida a Chacaltaya um dia após o Downhill, confesso que eu estava destruída e fui INFORMADA do preço, horário ao ser acordada de supetão já para trocar de roupa e sair correndo … Agradecimentos aos dois Paulistas pestes da Viagem, Flor(as vezes conhecido como Felipe) e Marco .. Conhecemos duas irmãs brasileiras na noite anterior bem elétricas e elas fariam o passeio conosco. O guia nos pegou as 9:30 no Loki Hostel e fomos aos poucos saindo de La Paz e indo em direção a uma montanha nevada lindíssima que depois fui saber se tratar de Huayna Potosi. Que deslumbre. Para nossa sorte, o pneu de nossa Van furou e foi possível ter uma parada na estrada para tirar uma fotos lindíssimas. 2 dias na Bolívia e estávamos indo para nossa segunda aventura. Chegar aos 5395m acima do nível do mar na estação de esqui mais alta do mundo. Alguns dizem 5421m. Não sei qual o certo, sei que é alto pra caceta! De verdade. Vamos as dicas que agora eu considero importantes: Se você tem uma torneira enguiçada no lugar da bexiga faça xixi logo na base. (As minhas principais preocupações e melhores dicas sempre tem a ver com xixi, não tem jeito). Lá em cima é complicado! Faça uma aclimatação de 2 ou 3 dias PELO MENOS antes de encarar a subida. Filhão, o oxigênio fugiu de lá, nunca se esqueça disso. Não esqueça as folhinhas de coca, a muña ou sei lá que parada você esteja usando para o mal da altitude (o tal do soroche pega feio e pode estragar sua tentativa de subir). Não esqueça de levar um corta vento. Faz frio e venta muito mesmo. Eu também usei uma scarf para proteger o rosto, mesmo assim, meus lábios ficaram todos queimados. Suba devagar.Eu andava 8 ou 9 passos e parava. Eu sou sedentária, precisei respeitar os meus limites. Dito isso .. vamos ao que aconteceu. Chegamos a base depois de passar, segundo nosso guia pela VERDADEIRA estrada da morte. Mas de boa, a estrada da morte do Downhill era bem mais sinistra e alta .. Isso não quer dizer que você não passe por uns desfiladeiros sinistros. E gente .. quem foi que disse aos motoristas bolivianos que eles podem dirigir como se não houvesse amanhã?? Como diz a minha vó Ruth : “Jesus, Maria José!” Eles vão tirando fininho e você vendo as pedrinhas escorregarem lá embaixo. Chegamos a base da estação ( parada pro XIXI ) e aqui já tivemos duas desistências. Uma das brasileiras entoou um mantra durante todo o caminho até Chacaltaya: “Estou passando mal .. não consigo respirar, estou passando mal , não consigo respirar…” E assim foi, adivinhem, ela chegou na base passando bem mal e com muita dificuldade de respirar. A irmã foi solidária, apesar de brava, e ficou fazendo companhia para ela. É, o negócio não é mole não e se você não estiver, ao menos com o psicológico, bem preparado, é realmente difícil segurar a onda de começar a sentir o ar tão rarefeito. Subimos em três .. eram mais ou menos uns 200m de distância e mais uns 150m na segunda parte. Tranquilão né? O que são 200m não é mesmo? AMIGÃO, o que foi aquilo????? Eu andava um tantinho parava .. andava outro tantinho e parecia que meu coração ia pular fora do meu peito e descer a estrada da morte sozinho a procura de oxigênio. Os meus dois amigos já estavam a frente e eu MAIS UMA VEZ era a última. Mas vamos que vamos. Descobri que não vim a esse mundo a passeio e que não estou na merda de uma corrida de ratos e ainda bem que descobri isso antes de Chacaltaya. Fui no meu ritmo .. mas ao chegar na primeira parada, muita coisa no peito apertou, o psicológico tava gritando comigo e eu chorei pra caramba .. nossa, que conquista, que superação. Eu não podia acreditar que estava ali e que estava tendo a oportunidade de viver aquele momento. Lágrimas e mais lágrimas. Eu já estava seriamente pensando se subiria os outros 150m ou não. Bem, fui perguntar aos meus amigos se eles subiriam até o topo. Aí veio aquele momento em que você sente novamente que uma amizade muito maneira e bonita está sendo construída, a resposta que eu ouvi foi (e deixarei em caixa alta pois foi assim que ouvi!): SIM, VAMOS SUBIR SIM, TODOS, VOCÊ VAI COM A GENTE E NESTE ÚLTIMO PEDAÇO VAMOS SUBIR JUNTOS. Caraca … arrepiei. Tentei me recuperar o mais rápido possível e encaramos novamente. Devagar .. anda 5 passos e para … 5 passos e para. Não só eu, mas a emoção começou a tomar conta de todos nós. É filhão, é o tal do psicológico batendo na nossa porta. Foi uma chegada EMOCIONANTE em meio a lágrimas, sorrisos, contemplação e a certeza de que aquele momento marcaria muito e seria muito especial para cada um de nós. Fizemos nosso agradecimento, uma oração … relembramos algumas coisas importantes das nossas vidas, agradecemos mais um pouco e #partiudescer que estava todo mundo congelando lá em cima. Fotos, registros e vídeos e depois de 1:30 para andar 350m voltamos a base em um ritmo melhor que o da subida. Acho que não demoramos 30min para descer. O guia estava animadíssimo com nossa demora. #sqn )) A felicidade foi muito grande em atingir mais essa conquista que, inicialmente, nem estava nos meus planos. Como assim não estava nos seus planos? Pois é, eu nem ia à Bolívia nesta viagem e de repente eu estava ali, conquistando Chacaltaya em meio a novos amigos. Fantástico, fenomenal, incrível e emocionante. Na volta já a caminho de La Paz , na van, hora de almoçar!!! Quer dizer, de comer aquela tralha de biscoitos, chocolates e água que tínhamos nas mochilas. Eu fui tentar fazer um agrado ao guia, e dei a ele um de nossos pacotes de biscoitos, ao voltar pro meu lugar bati a cabeça no teto da Van e PASMEM, o vidro lateral da Van caiu e morreu no meio da estrada da morte despedaçado. Como assim? Coisas que só acontecem comigo. Eu continuo afirmando que a minha cabeça bateu no teto .. aquele vidro cometeu suicídio #prontofalei As palavras que ficam para Chacaltaya são Fantástico, fenomenal, incrível e emocionante. Sem mais. Fiz 3 vídeos curtos da subida, para que vocês pudessem entender a vibe do momento. O surto ao tentar acertar o nome do lugar e a altura certa eu atribuo a altitude que fez eu ficar um tantinho confusa E se você gosta de acompanhar estas aventuras ou encontrou informações relevantes, não deixe de compartilhar com seus amigos Minhas impressões sobre Peru e Bolívia foram muito ricas e eu contei um resuminho básico neste outro post. E se você quiser ver mais sobre a preparação e as curiosidades das minhas viagens, você encontra tudinho no Viajanderia. Você encontra o relato original em: http://viajanderia.com/2014/11/14/um-pulinho-ali-em-chacaltaya-na-mais-alta-estacao-de-esqui-do-mundo/ Tati Batista
  4. Você encontra este relato original na Viajanderia.com http://viajanderia.com/2014/10/27/minha-experiencia-fazendo-a-trilha-de-salkantay-para-machu-picchu-agora-do-meu-jeitinho/ Sim, eu sobrevivi. Entre muitos percalços, dores, embates psicológicos e aprendizados, a trilha de Salkantay foi cumprida com êxito. Antes de iniciar, fiquei 2 dias e meio aclimatando em Cusco. Isso não significa descansando, pois o ideal é que você caminhe pela cidade para o corpo ir se habituando a processar de forma diferente o pouco oxigênio que está disponível. Fechei a trilha já em Cusco pela agência do Loki Hostel, a Loki Travel. Realmente, fica mais em conta fechar diretamente lá e não Brasil. Estava com um pouco de receio, mas correu tudo bem, se eu não fechasse pela Loki Travel era muitas as outras opções na Plaza das Armas. Na própria agência, aluguei meus Stickers ( fundamental para a trilha, na minha opinião ) Revendo minhas observações sobre as expectativas, vamos lá realizar as devidas atualizações: Conforme esperado, não andei na neve, mas existem períodos do ano onde isso pode ocorrer. Pesquise adequadamente o período em que você pretende fazer a trilha. Encontrei sim um grupo tão doido quanto eu, e os que não eram tao doidos assim eram uma simpatia só. Thanks God! Consegui levar uma mochila sucinta e deixei outros 5 Kgs pra Mulinha amiga carregar. Usei TODOS os itens que levei, com exceção do tênis extra caso tivesse algum problema com minha bota. Fazer xixi no início era tenso. A ordem era procurar o Inka toilet mais próximo, ou seja, o matinho ou moitinha mais escondidos. Essa regra valeu pro primeiro dia, do segundo em diante, eu já estava pedindo pra alguém tomar conta e nem precisa de moitinha hahaha. Você vai desapegando. A verdade é que até existem uns baños pelo caminho, mas bem precários, a um ou dois soles. Muitas vezes você olha a situação e desiste e volta pro Inka Toilet mesmo. A preparação física foi importante, mas não suficiente. Passei perrengue. 1° Dia de trilha Acordei as 2:45 da manhã. Tinha que estar pronta as 3:30 quando um ônibus nos pegaria no hostel. Fomos de Cusco a Mollepata em um Busu tentando dormir nas 2 horas do caminho até o primeiro café da manhã. Ao som de música Peruana e uma buzinada a cada curva, com um motorista maluco que adorava um fininho no precipício, foi meio impossível rsrsrs. Depois do café da manhã e da apresentação do grupo. Iniciamos a caminhada, acho que por volta de 6:30. Muitas subidas, algumas paradas e a altitude me PEGANDO feio. Cheirando muita Muña pelo caminho eu fui a mais atrasada de todos … O dia terminou pra mim por volta das 18:30 da tarde. Meus últimos dois Km demoraram quase 1 hora … e eu os fiz chorando copiosamente. A sensação era de desistência, eu havia perdido, eu precisava voltar, não ia dar mais pra mim, eu tinha fracassado. Sentei em uma pedra e chorei muito. Meu guia Nestor carregou minha mochila pelo 1 km final, me deu água, limpou meu rosto … foi um grande incentivador: “Não chore brasileña, vai conseguir, acredite. Tem gente que passa muito mais mal que você!” Hein?? Eu tava praticamente morta rsrsrs e ele diz isso … Meu joelho esquerdo estava destruído, inchado e dolorido. Fui recebida com muito carinho pelos Brasileiros e a Rosi, minha companheira de barraca, já tinha arrumado tudo pra minha chegada. Me acalmei … chorei um pouco mais, relaxei com as piadas do grupo brasileiro e com o apoio de um amigo Israelense e vamos de Lanche e Jantar. O lanche tinha sempre pipoca e algum biscoito, ás vezes pão. No nuts, por causa da alergia de uma de nossas amigas. Eles respeitaram bem isso. Leite em pó … café em grãos … Chá de coca ou de muña e muitos papos e gargalhadas. O jantar era servido 30 ou 40 min depois do lanche. Sopa de entrada (saudades ) … um prato com algumas opções e sempre com alguma carne ou massa. Vegetais … batatas e as vezes bananas fritas. E ao final … mais chá … de coca ou muña. Depois era descansar e esperar o segundo dia e decidir o que eu faria da minha vida. O guia me aconselhou subir as 2 primeiras horas de mula, mas eu, muito turrona e teimosa, não queria aceitar essa possibilidade. Depois dessas 2 horas teríamos apenas mais 7 horas de caminhada … tranquilo né? 2° Dia de trilha Acordei em paz, com nosso cozinheiro gritando as 5 da manhã: Coca Te, Coca Te! Tinha dormido bem, e tinha entendido enfim qual tinha sido o aprendizado do primeiro dia de trilha. Respeitar meus limites e deixar de ser tão teimosa. Duas amigas de nosso grupo, passaram mal a noite toda … muito mal mesmo e precisaram retornar a Cusco. Estava triste por elas e isso me fez mais tranquila com a decisão. Eu adoro cavalos, já montei antes, seria uma aventura irada e eu estava aprendendo tanto. Aceitei a mula!!!!! Eu, Amanda e Rachel do nosso grupo e mais duas brasileiras de um outro grupo. Vamonos de mulinha. Ulaaaaa mula! Depois de 2 horas estávamos no pé de Salkantay. Que visual fantástico … todos comemorando. Fotos, agradecimento e lá vamos nós que em mais 2 horas de descida até o almoço e depois mais 5 até o acampamento da noite. Acho que foram 22 Km nesse dia. ] Usei minha joelheira e isso me ajudou bastante. Hoje a panturrilha e meu pé estavam doendo muito por conta das 7 horas descendo. Recebi muito incentivo da galera e fui bem melhor neste segundo dia. Estava acabada mas muito feliz mesmo. A chegada foi com uma recepção de cusqueña e de umas crianças muito doidas e atentadas que fizeram a festa com a gente. Tinha um suposto chuveiro nesta parada. Tentei tomar banho, mas era 10 min a 10 soles. O problema era que 10 min no relógio da doida da mulher passavam em 3 min e meio. Teve gente querendo quebrar tudo kkkkk. Lanche … Jantar .. Gargalhadas. Massagem no pé e hidratação com Vasilina. O terceiro dia já ia exigir MicroPore, tinha uma possível bolha dando as caras. 3° Dia de trilha Altitude menor … um pouco mais de disposição, íamos caminhar umas 6 horas até o almoço. Mas a notícia boa era: Depois do almoço, busão para as Águas Termais!!!! AÊEEEEEEE. Caraca, eu não via a hora de tomar um banho decente e ficar boiando em uma aguinha a mais de 30 graus! Neste dia teve o desafio do futebol. Pois é minha gente … você já está andando na altitude, 5 dias, tem que ter uma paradinha pra uma pelada né! Eu brinquei um pouco e já saí, medo de contusão e a panelinha era muito forte para aguentar o brilho feminino em campo. Beijo no ombro! A caminhada foi puxadinha e neste dia eu achei que tinha destruído por COMPLETO meus tendões. As duas horas finais eu cantava de nervoso, gargalhava sozinha pela trilha de nervoso e MANCAVA de tanta dor! Encontramos uma cachoeira com uma água geladíssima, foi meu refresco. Tirei bota, meia e tudo mais e fiquei alguns minutos com o pé dentro d´água. Foi o gás que eu precisava para chegar ao final. O fim de tarde nas águas termais foi relaxante e extremamente divertido com as exibições de jump livre dos nossos amigos Flor, Marco e a tentativa de jump do Paulo e Gaco. Cair na piscina em linha, com todo o grupo de trilha, inclusive os estrangeiros, foi sensacional. Os chineses aplaudiam, fotografavam e riam demais. A gente causou e a diversão no ônibus ao som de Gustavo Lima fez a gente chegar no camping e sermos notados por todos os grupos. Eita povo feliz! É no 3o dia que rolou a festa no acampamento. A princípio a festa é composta de uma fogueira , uns banquinhos ao redor … e música. Adicione a isso BRASILEIROS e pronto!!! Virou uma Brazilian Party. A galera indo de Inka Tequila a 1 sole ( teve gente que pagou 6 soles … quem? Logo quem não bebia … aff ) Dançamos muito … como estava sóbria, fui fazendo as honras de puxar as pessoas pro centro da roda ou acompanhá-las e incentivá-las na pagação de mico alheia. Muitas histórias divertidas para contar … e uma lua cheia fantástica a iluminar nossos pensamentos. Terminamos a noite com o saldo de dois sóbrios cuidando dos outros brasileiros hahaha. “eu te conheço!!! Você me salvou …” 4° Dia de trilha Quarto dia iniciado tarde as 6 da manha. Inacreditável acordar tarde Depois de uma negociação de grana acirrada, partimos para a tirolesa. Uma sequência de 5 cabos atravessando um Cânion lindo, com um rio de pedras lá embaixo. Visual extremamente convidativo. A gente acha que vai descansar na manhã de tirolesa e é um sobe, sobe danado, uma adrenalina muito louca. É cansativo viu. Neste dia uma pequena emoção a mais. Um de nossos amigos, desapegou tanto que perdeu a GoPro no último cabo. Frio na barriga, todo mundo tenso e dá-lhe procurar a bichinha que tinha caído já na parte de floresta. Havia uma esperança … e ao final, nossa esperança tinha nome. JUAN!!!!! Juan era uma das pessoas que nos colocavam e retiravam dos cabos, trabalha na agencia que fechamos a tirolesa. Juan foi super solícito, se embrenhou na mata, encontrou todo feliz a GoPro e a gente respirou aliviados, tinha sido apenas um grande susto! Depois da Tirolesa, ponte do Rio que cai … Deus, como eu quis desistir … que negócio louco! A gente já tinha tido tanta emoção … que desconectar aqueles mosquetões e ficar pendurada parecia demais pra mim. Muita risada e apoio do Paulo para realizar a travessia. Sem ele no começo ficando ali por perto eu tinha surtado e voltado, serinho! Almoço do 4o dia de trilha. E lá vamos nós andar mais! Depois da manhã de aventuras uma vã nos leva a hidroelétrica onde almoçamos e finalmente começaríamos a última parte de trilha até Águas Calientes. Foi a parte mais bonita e emocionante pra mim. Já podíamos avistar as montanhas que ficam ao redor de Machu Picchu. Ao lado da linha do trem … caminhando entre chuviscos na floresta tropical. Relativamente plano. Muita zoação, muitas risadas … e carregando TODO O PESO da mochila, pois neste 4o dia, já não tínhamos as mulas para ajudar, era tudo por nossa conta e costas! O peso era grande, mas a empolgação era enorme. O joelho se calou, os tornozelos deram um tempo, a dor de cabeça não existia mais. Íamos chegar na nossa última parada. Deu até para brincar de andar nos trilhos! Já em Águas Calientes um hostel para nos receber e água quente #sqn , dei azar e o banho foi gelado mesmo. Azar? eu disse Azar? Tudo que eu não pensei era que tinha dado azar. Tava feliz demais e foi um banho gelado delicioso. Lavar o cabelo … usar um banheiro normal, deitar em um colchão fofinho … que sorte estar ali para vivenciar e dar valor as pequenas coisas. A noite jantar em restaurante. UAU, trutcha a la plancha, muitos brindes, vinho!!! E o nosso “diploma”: A entrada para Machu Picchu com direito a palmas para cada um que tinha chegado até ali e com direito a agradecimento especial ao grupo de brasileiros. Uiaaaa, olha nós aí gente, marcando os corações! E uma trilha marcada ao som de “Viadinho, viadinho, viadinho!” …. que nos fez rir horrores. Enfim, a gente continuava faminto, e os mineiros queriam queijo … o paulista flor queria Pizza e lá fomos nós comer pizza depois do jantar!! A noite foi ótima!!! Dormir então para estar prontos e vestidos no hall do hostel as 4:20 da manhã. Subir a Machu Picchu! Assim fechamos a nossa trilha. 5° Dia de Festaaaa Chegamossssss. Esse foi o dia de subir ao nosso destino. Você pensa que vai descansar e o trem tem escadas que não acabam mais. Definitivamente uma maravilha do mundo. Um patrimônio cultural. Aconselho um guia para enriquecer o passeio e aconselho chegar cedo! Passeamos o dia todo por lá. Subimos no busu a 10 dólares e descemos de busu também. Emocionante alcançar seu objetivo, ainda mais quando você precisa se superar no caminho. Os detalhes das aventuras de Machu Picchu ficam pro próximo post! A volta foi no trem da Peru Rail. Nossos tickets não haviam sido impressos e tivemos que buscar isso na estação de trem. Mas correu tudo bem. 2 horas até Ollantaytambo, procurar a moça com 300 nomes e um dos nomes é o seu rsrs, é o caos dando certo minha gente! … e mais 2 horas até Cusco. Exaustão define! Se você está gostando de acompanhar esta aventura ou encontrou informações relevantes, não deixe de compartilhar com seus amigos Minhas impressões sobre Peru e Bolívia foram muito ricas e eu contei um resuminho básico neste outro post. E se você quiser ver mais sobre a preparação e os resultados desta saga, você encontra tudinho no http://www.Viajanderia.com Tati Batista @Viajanderia Você encontra este relato original na http://www.Viajanderia.com http://viajanderia.com/2014/10/27/minha-experiencia-fazendo-a-trilha-de-salkantay-para-machu-picchu-agora-do-meu-jeitinho/
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