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William de Almeida Mendes

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Reputação

1 Neutra

Sobre William de Almeida Mendes

  • Data de Nascimento 03-10-1986

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Miami, Orlando, São Thomé das Letras, Trindade, Paraty, Caldas Novas, Rio de Janeiro... entre outros.
  • Próximo Destino
    Ciudad del Leste - Novembro
    Bolivia - Dezembro
  • Ocupação
    Professor de Filosofia

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  1. Dia 11 de Março iremos um grupo fazer a trilha e acampar no Saco do Major no Guarujá/SP Voltaremos dia 12 na parte da tarde. Conseguimos uma van e o valor é de 100 Reais para custea-la. Ainda temos algumas vagas. Informações completas no link: http://nabarraca.webnode.com/news/dias-11-e-12-de-marco/
  2. Galerinha da mochila! Nesse sábado dia 11/02 vamos acampar na praia do Sangava no Guaruja. Para chegar lá é necessário uma pequena trilha atravessando o morro. Vamos acampar na praia e já temos 4 pessoas confirmadas. Iremos sair do terminal rodoviário do Jabaquara. O horário de encontro será as 7:20. O roteiro é descer para Santos, atravessar de barco R$2,90 para o Forte de Santo Amaro, conhecer o museu do Forte e de lá seguir por trilha para a praia do Góes. Curtir um pouco essa praia e depois pegar a trilha que segue para Sangava. Acampar por lá nas areias e voltar no domingo. Alguém ai ta no barato. Qualquer coisa só chamar. Minha página no face é Na Barraca e o site é www.nabarraca.webnode.com Bora acampar na praia galera, fazer aquele luau da hora e dar altas risadas.
  3. Não, nada de barquinhos. Voltei por trilha também. No sufoco más voltamos. O celular da minha namorada formatou e perdemos as fotos da trilha então tivemos q refazer o percurso e tirar novas fotos
  4. A comunidade do Bonete, localizada no sul da Ilhabela está separada da civilização moderna não só pela sua cultura ímpar, más também por uma longa travessia por trilha para quem tem disposição de andar mais de 15KM entre subidas e descidas ou por um mar de águas agitadas e ondas grandes para quem tem a disposição para chegar de barco. Essas são as formas mais fáceis de chegar ao Bonete, ou seja, por tantas dificuldades, o local mantém seu aspecto bucólico em pleno litoral paulista. Sem acesso ao mundo externo, com poucas televisões, rádio que não pega muito bem as estações e raro sinal de wifi, esse é o lugar para quem realmente pretende esquecer os problemas mundanos, se isolar e não ser localizado. Com algumas pousadas, restaurantes e camping, o Bonete é a certeza de praia vazia, céu estrelado e muitos borrachudos sugadores de sangue. Impossível não parar no tempo lá, esquecer dos problemas deixados no inicio da trilha e se maravilhar por uma das paisagens mais bonitas do litoral paulista. O acesso ao Bonete via Trilha: O inicio é no bairro da Sepituba que fica a 17KM da balsa onde se tem acesso a Ilhabela. Para chegar até lá é necessário pegar o ônibus de nome Borrifos que fica atrás da delegacia logo na saída da balsa e custa R$3,50. O trajeto dura aproximadamente 1 hora e irá deixar o viajante a +ou- 3km da porteira onde a trilha se inicia. Outra opção é ir de carro e deixá-lo estacionado no Zé da Sepituba, uma figura local com uma grande história de vida e que irá lhe cobrar R$10 a diária. Levando uma garrafa de pinga é provável que ele abaixe esse valor, além é claro de criar um vínculo com esse senhor que saiu de casa aos 8 anos de idade com um peixe seco, farinha e rapadura para servir o exército e que não vê a hora de largar aquele estacionamento e ir morar no mato. No próprio estacionamento do lado esquerdo existem dois elefantes de cimento que jorram água pela boca, água vinda da cachoeira e potável, ideal para abastecer a garrafa e iniciar a jornada. A trilha: Na verdade é uma estrada que começou ser aberta com o intuito de ligar a Sepituba ao Bonete, porém por algum motivo o projeto foi cancelado. Pelo que pude apurar na época os “Boneteiros” que impediram a construção dessa tal estrada. Nos dias atuais carro nessa estrada só dos proprietários da Fazenda da Laje que fica localizado próximo a cachoeira do mesmo nome e que está localizada em um ponto estratégico ao qual falarei mais em breve. Entretanto, mesmo sendo bem larga não deixa a travessia menos difícil. A trilha é de nível difícil e não indicado para pessoas que não tem por prática caminhar bastante. Sedentários até podem chegar más irão sofrer e com alto risco de desistência no meio do caminho, além é claro dos perigos naturais que a trilha oferece. Para tentar ser o mais detalhista possível iremos dividir o relato da trilha em 3 partes sendo a primeira da Sepituba a Laje, a segunda da Laje ao Areado e por último do Areado ao Bonete e esperamos auxiliar os viajantes a atravessá-la da melhor forma possível. Parte 1 – Da Sepituba a Fazenda da Laje. Após atravessar a porteira que é o ponto inicial da travessia já esteja preparado para uma subida tensa com metade dela de terra e a outra metade de cimento “cimento para facilitar a subida do jipe que leva mantimentos para a fazenda”. Essa subida é um teste para a sua determinação de chegar ao Bonete e prévia do que virá pela frente. Caso encontre dificuldades em subir essa ladeira, seja por peso demasiado, seja por outras dificuldades essa é a hora de abortar a missão, pois, pela frente a tendência é piorar. Ao término dessa ladeira existe a primeira recompensa. Um visual fantástico do oceano que vale aquela foto da primeira vitória. A partir do topo do morro até a cachoeira da laje a trilha se acalma, ou seja, subidas e descidas, porém, nada de algo muito difícil. Em um determinado momento você terá que se decidir se vai seguir pela trilha principal e ir direto pela cachoeira da laje ou se vai pegar um trilha secundária a direita e que irá para o mirante do Cação e Fazenda da Laje tendo assim acesso ao Lago Dourado. Sobre a fazenda em específico falarei mais a frente. Essa primeira parte tem como principal dificuldade a subida de cimento, o demais é bem tranqüilo e movimentado, o que impede de avistar a fauna local. Parte 2 – Cachoeira da Laje ao Areado. Essa segunda parte já é um pouco mais técnica e com desníveis maiores. Muitas árvores estão caídas pelo caminho sendo que algumas delas chegaram até o chão e para ultrapassá-las é necessário pular, outras ficaram presas em outras árvores sendo necessário abaixar para vencê-las. Os desníveis são caracterizados por enormes fendas e buracos causados pela erosão do solo fazendo com que a atenção seja redobrada para não ser sugado abaixo, torcer o pé em uma das fendas ou qualquer outro tipo de acidente. Nesse trecho o viajante já está longe da Sepituba e longe do Bonete, o sinal do celular não funciona, então, se acidentar nessa região seria catastrófico. Duas partes posso caracterizar como de extrema dificuldade: 1) Uma enorme pedra cheia de detritos que lembra farelo de cimento e deixa e pedra lisa, para transpor esse obstáculo é necessário passar pelo lado por uma pequena faixa de terra que cabe apenas um pé a frente do outro e que beira uma dos enormes buracos com mato alto e se arriscar em um esqui-bunda. A pedra tem aproximadamente 2m de altura, porém está localizado no meio do único lugar que dá para passar. 2) Uma enorme descida que leva ao areado. A ladeira é completa de fendas profunda com alto risco de torções e muito inclinada fazendo com que todo o peso do corpo se concentre nos joelhos. Devido ao terreno é impossível descer em linha reta, então o melhor a fazer é zigue-zague o que prolonga a caminhada. Ao término você estará no Areado, parabéns! Para atravessar o Areado e continuar a trilha você terá duas opções: Pela ponte antes da curva ou por dentro do rio mesmo, porém varia de acordo do nível da água. Parte 3 – Do Areado ao Bonete. Esse é o trecho mais difícil. O areado está numa espécie de vale, tudo o que você desceu para chegar até lá irá subir novamente. Pelo tempo da caminhada o corpo já está cansado e o terreno é o mais difícil da trilha. Logo no inicio da trilha, lá na porteira existe uma placa de aviso sobre riscos de deslizamentos nesse trecho, isso porque a trilha é cheia de pedras e se uma rolar ira fazer um movimento em cadeia das outras. Logo saindo do Areado tem uma ladeira, más, perto das que estão por vir ela é bel tranqüila. Ao término dessa primeira subida outra te espera, essa sim, maior que a primeira antes de chegar na Laje, com pedras, fendas e limo. É nessa subida onde existe o maior risco de encontrar com cobras. A subida faz +ou- 3 curvas longas e pelo caminho encontramos várias pessoas sentadas se recuperando para continuarem a subida que parece não ter fim. Após terminar essa o terreno fica um pouco reto e depois outra subida do mesmo nível e após o término dessa existe outra, ou seja, saindo do Areado são no mínimo 4 subidas que exigem muito da pessoa que quer vencer essa trilha. Após todas essas subidas você estará na curva da mentira, nome dado porque nessa curva é possível ver a praia do Bonete, será a primeira vista da praia e da a falsa impressão de que está chegando, porém não se iluda, dali até o Bonete será mais 1 hora de caminhada. Nessa curva tem uma pequena entrada que dá acesso ao Mirante do Bonete que fica a +ou- 150M fora da trilha e é parada obrigatória. Voltando a trilha o terreno muda completamente, as copas das árvores já não fazem mais sombra, então é sol na cabeça, por uma estrada de terra batida típica de cidades do interior. A descida é aguda e constante, tudo que foi subido do Areado agora será descido para voltar ao nível do mar. Durante o trajeto existe outra curva com uma vista bem bonita da praia. A marca de que se está chegando é outra cachoeira, a do Saquinho e que o visitante também terá duas opções de transpor: Se o nível da água estiver baixo é possível ir por baixo, atravessar as pedras e fazer uma pequena escalaminhada, se o nível da água estiver alto, na placa é necessário subir o morro a esquerda, subida bem íngreme e também no melhor estilo escalaminhada para chegar a ponte, porém, pela ponte é mais difícil, não chega nem a ser uma trilha, é uma pequena caminhada pelo meio do mato mesmo cheia de troncos de árvores e pedras, tirando a subida muito íngreme e que não tem auxílio nenhum para subir. Observações da trilha: Trilha de nível difícil, não pela navegação, más sim pelo terreno. Muito sobe e desce, com desníveis absurdos, cheia de fendas, rochas, árvores caídas e com a enorme variedade de fauna que o local possui. Toda atenção com cobras é essencial, principalmente do trecho da Laje até o Bonete onde menos pessoas se aventuram e é mais fácil localizá-los. As cachoeiras são uma grande fonte de água, porém sempre é bom ter algo para purificar a água, no nosso caso levamos cloro que leva 30 minutos para deixar a água potável. Outra observação importante é com relação a temperatura. Não se iluda pela trilha ser em sua grande maioria sombreada pelas copas das árvores. A alta umidade faz com que o trajeto seja uma sauna a céu aberto. Você vai suar o tempo todo o que aumenta consideravelmente o risco de desidratação. Os borrachudos já fazem um estrago considerável na trilha e qualquer repelente que não seja o “citro ilha” é perfume, então nossa recomendação é que faça a trilha de calça e camiseta de manga longa. O peso da sua mochila fará toda a diferença de tempo e o esforço físico dedicado, então reavalie o que irá levar para a trilha, a primeira parte fizemos com as cargueiras pesadíssimas e pagamos caro por isso. Use botas confortáveis e bastões de caminhada. Leve no mínimo 2 garrafas de 500ML e economize água, por mais que exista vários pontos para se reidratar existe um tempo para que o produto usado para purificar reaja com a água. Fazenda e Cachoeira da Laje – A fazenda da laje é uma propriedade particular que segundo a proprietária dona Nice vai dá porteira até o Areado. Se a opção for passar por dentro dela é necessário pagar uma taxa de manutenção no valor de R$5 que podem ser consumidos. A água custa R$5, cerveja e refrigerante R$6, lanche natural R$12, porém corre o risco de chegar lá e não ter muitas coisas principalmente cerveja já que a dona Nice vende 1 e bebe 5. A fazenda também é camping e hostel. R$40 a diária do camping e R$80 a do Hostel. Banheiro com ducha quente, banheiro sem iluminação e uma área de confraternização bem aconchegante. O visual é um caso a parte, a fazenda está no alto do morro e em cima de uma rocha, as barracas são montadas de frente para o oceano e não tem preço acampar com essa vista, porém, um tanto perigoso acampar no caso de descargas elétricas proporcionadas pelos raios. A fazenda também é ponto de acesso ao Lago Dourado, lago esse que é a continuação da Cachoeira da Lage. Pela manhã com o sol incidindo direto sobre o lago ele fica amarelado, daí o nome. Para acessá-lo são aproximadamente 10 minutos de descida que depois terá que ser subido novamente. É proibido acampar lá, porém conversando direitinho com a dona Nice quem sabe. Como nossas cargueiras estavam demasiadamente pesadas resolvemos acampar por lá e pudemos deixar o peso extra para pegar na volta. O contato é difícil devido a localização, então vou deixar o telefone do filho da dona Nice que é um dos administradores também. Fiz um acordo com a “veia” e quem ao chegar lá falar que foi indicado pelo “William/Márcia do Na Barraca” receberá um desconto “espero que ela cumpra com isso”. 12 981217759. Acima da fazenda fica a cachoeira que possui alguns níveis. O mais alto é onde está a ponte, o mais baixo de onde se chega vindo da fazenda. No nível intermediário fica a pedra que escorrega. A cachoeira é muito bonita e grande, porém, por ser a primeira muitas pessoas vão até lá, passam o dia e voltam, então costuma ficar cheia e com “farofa”, o ideal é se refrescar e caso opte em acampar na laje voltar para o lago dourado, caso siga para o Bonete parta para ficar um pouco mais de tempo no Aerado. Aerado: Essa sim, com poucas pessoas. Quem chegou é acostumado a estar na natureza e sabe como lidar com ela “mesmo com algumas exceções”. O local é mais vazio e a parte na qual se cruza pela trilha é cheia de pedras, porém, para quem chega vindo da Laje, pouco antes do término da descida tem uma pequena trilha que dá acesso a parte de cima das pedras com um grande lago para banho. É preferível ficar por lá. Assim que termina a descida também, do lado esquerdo se tem acesso a ponte que leva ao outro lado e do lado direito uma área já reservada para acampar. Um grande quadrado com troncos de árvores um de frente para o outro e vestígios de fogueira. Cabem bem acomodadas 2 barracas. Nessa mesma área tem uma pequena trilha que leva a parte de baixo do Areado e que aparentemente também ao “banheiro”. Vale aqui salientar que qualquer necessidade deve ser feita a no mínimo 100m da água e as fezes devem ser enterradas. Mirante do Bonete. Nada mais do que uma montanha na trilha que propicia a vista da praia de frente e por cima. Como o trajeto é curto vale a pena deixar as mochilas na entrada e ir até lá. Nesse local também existe indícios de acampamento, sendo assim quem quiser pode acampar por lá e acordar com uma vista maravilhosa sem pagar nada. Cachoeira do Saquinho: Em outros tantos relatos dizem que a cachoeira é sem graça. Acredito que esse veredicto seja dado pelo fato de não haver possibilidades de se banhar, porém, para contemplação ela é tão linda quanto às outras. A queda fica em uma formação rochosa de uns 15M que lança a água abaixo fazendo a passar por baixo da ponte acima citado. Um pouco antes dessa cachoeira há uma bica de água com a mangueira. Cachoeira do Poço Fundo: Nos fundos da vila do Bonete, a aproximadamente 15 minutos andando fica o Poço Fundo. Não chega a ser uma cachoeira nessa parte e é possível nadar caso não se incomode mais com os borrachudos uma vez que nessa parte da vila o ataque é intenso. Vale a pena esticar até lá, e é o mesmo caminho que leva ao outro mirante e as praias das Enchovas e Indaiaúba. Bonete: Como dito anteriormente é um lugar bucólico. Ruas estreitas e de terra/areia a vila é bem pequena. A beira mar estão os comércios mais caros, porém, os preços com exceção de um ou outro lugar são tabelados. Não existe uma grande variedade de produtos comercializados, apenas o básicos, por isso a necessidade de levar seja de trilha ou barco. Os preços são bem salgados. O prato feito custa em média R$25 e serve 2 pessoas. A cerveja a beira mar custa R$6 e na rua de trás na mercearia do Sr. Américo custa R$5, pode parecer uma diferença pequena, más depois que tomar várias a diferença é grande. Na pousada da Rosa vende o repelente local “Citro Ilha”, o pequeno custa R$20 e o grande R$28 lembrando que é o único que neutraliza em partes as ações dos borrachudos. À noite tudo fecha cedo com exceção do bar que fica logo após a ponte da igreja onde rola música ao vivo. Os lanches também são bem carinhos, um cachorro quente somente pão e salsicha custa R$7. Os locais são chamados de “Boneteiros”, más parece que eles não gostam muito desse nome, então é bom evitar chamá-los assim. É um povo que luta a anos contra a especulação imobiliária, então são bem aguerridos e de opinião forte. 90% da população é formada por protestantes, existem 2 igrejas na vila, então, algumas práticas é bom serem evitadas em qualquer lugar como por exemplo o consumo de maconha no meio da vila e a fala de palavrões em demasia. As mulheres em sua maioria são casadas, então nada de ser espertinho e chegar dando em cima das caiçaras loiras de olhos verdes “esse é o biótipo dos locais”, por informações dos moradores, o navio que naufragou na região e deu origem a vila era holandês. O céu do Bonete é espetacular, vale à pena ir a noite à praia para contemplar. Muitos moradores costumam ir dormir na praia com seus colchões, não é proibido fazer isso, más, é proibido montar a barraca e a lei lá é muito clara para isso: Montou barraca na praia ela será quebrada e jogada no mar, além é claro de comprar uma briga desnecessária com os locais. Você é fumante? Leve seu cigarro, lá custa R$15. O mar é grande e a praia de tombo, não é um lugar apropriado para ficar brincando na água, atenção redobrada. No canto oposto ao que se chega da trilha há um rio de águas geladas, ali é aconselhável para ficar de bobeira na água. Macarrão e enlatados vendem lá e com preços similares aos de qualquer lugar, então é um peso a menos na mochila. Eles não vendem gelo, o gelo é para o comércio local. Camping: Há dois campings no Bonete. O primeiro fica em frente à igreja e a impressão não é boa. Todo aberto sem muito controle e com muito lixo a vista. A única coisa que chama atenção é que é na frente da praia, porém não me senti atraído por ele e conversando com um rapaz que ficou por lá foi a melhor decisão. O outro camping é o da Vargem. Esse fica aberto também, porém as casas dos donos ficam na frente, então não é qualquer um que entra, o banheiro é limpo de hora em hora, tem ducha quente, cozinha comunitária com fogão a lenha e limpa constantemente também, espaço para até 70 barracas “segundo informações do Jairo “dono””, os eletrônicos ficam carregando na casa dos moradores e é bem familiar. As 23 horas é silêncio total e tem luz 24 horas, diferentemente do restante da ilha. O valor é de R$30 a diária e a Deloira, mãe da família e responsável é super gente fina. O Jairo também faz a travessia de barco e para quem fica no camping rola um preço especial. https://www.facebook.com/Restaurante-Camping-da-Vargem-Praia-do-Bonete-Ilha-Belasp-684963794985428/?fref=ts. Borrachudos: Sim, esses insetos é o que impedem do lugar ser perfeito, porém os locais me convenceram da importância deles. Os borrachudos se reproduzem em águas limpas e correntes, como o local é cercado por cachoeiras o dia em que os insetos sumirem é porque a água já não é mais limpa e a vila estará na iminência de não mais existir. O único repelente que segura o ímpeto desses bichinhos cara de pau é o “Citro Ilha”, então você terá que comprar. Se for alérgico a borrachudos não vá, a Márcia saiu de lá direto para o PS, pois estava toda inchada e tomou duas injeções de Fenergan. A coisa é séria. Os locais usam meias de futebol porque o principal alvo deles é o tornozelo. Eles picam até 1,5m do chão, sendo assim aja pernas e pés. Chega a cortar o barato do local dando vontade de ficar intocado dentro da barraca. A noite não há ataque, anoiteceu eles somem e é hora de usar bermuda, saia, shortinho e afins. Caso precisem de maiores informações nos procurem pelo e-mail ou zap. Talvez alguma informação tenha passado batido más que possamos ter para [email protected] Mais imagens no: https://www.facebook.com/william.mendes.182/media_set?set=a.1550555714968391.1073741847.100000419323243&type=3 Trilha gravada pelo Wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=16057066 https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=16057050 Leia mais: http://nabarraca.webnode.com/news/bonete-ilhabela-bucolica-linda-e-lar-dos-borrachudos/
  5. Dia 12/11/16 minha namorada e eu fizemos as 2 trilhas do Parque Estadual do Jaraguá para comemorarmos 4 anos de namoro. A intenção era fazer só a do Pai zé e fazer um pic nic lá em cima, porém devido ao clima foi impossível ficar la em cima muito tempo, decidimos voltar e fazer a trilha da Bica e a do Silêncio também, então vou fazer um bree relato de como elas estão e sobre o parque em si. 1) Trilha do Silêncio - Tem esse nome porque segundo quem nomeou, em seu ponto final não é possível ouvir o barulho dos carros. Na verdade é uma mentira. É possível ouvir sim. A trilha é curta, aproximadamente 800m e não leva a lugar nenhum. Não encontramos nenhuma fauna. No final havia um casal fazendo sei lá o que, pois, ficaram extremamente envergonhados quando chegamos. Ao perceber chegamos e voltamos. Do inicio ao final não dá 5 min de caminhada. 2) Trilha da Bica - Um pouquinho melhor. Essa já leva a algum lugar, é um pouquinho mais longa e existe algumas variedades de fauna e flora. Um pouco mais atrativa. Com aproximadamente 1500 M de extensão, no final chega-se a uma bica com um pequeno poço. Nada de muito especial porém para conhecer e por ser rápido vale a pena. A trilha é praticamente toda plana com exceção de um pequeno clive no início. 10 Min e dá para percorre-la toda. 3) Trilha do Pai Zé - Essa sim, uma trilha de verdade que o faz até esquecer que está em uma cidade como São Paulo. A trilha começa ao lado do lago e tem aproximadamente 3,6 km ida e volta. O começo é por uma via larga de paralelipípedo. Após essa subidinha pesadinha logo de cara a trilha fica plana e até uma capelinha o trecho é praticamente tranquilo. Passando essa capelinha e cruzando uma pontezinha de madeira o bicho pega. Subida, subida e mais subida. Por ser mata atlântica e bem fechada a umidade é absurda, o calor imenso, isso que pegamos um dia feio, frio e que em alguns momentos estava garoando, mesmo assim muito calor nesse trecho. Subida ininterrupta. Esquecemos de marcar o tempo na ida, então não consigo afirmar o tempo que gastamos. Em um trecho uma árvore caiu, não sei informar se foi recente, então é necessário passar por baixo dela. Quando muda a vegetação a trilha da uma planificada, porém não por muito tempo. Logo começa a subida novamente. No sol forte deve ser uma trilha difícil, tanto pela umidade na floresta, quanto pelo terreno desprotegido e alto que vem a seguir. Na parte final da trilha foi o mais difícil. É um sucessão de degraus 'pirambeira' que não tem fim. Degraus feitos de qualquer forma, desproporcionais, nada que um gás final não supere. Ao fim desses degraus existe um mirante, vale dar uma paradinha e respirar. Saindo desse mirante de madeira, sai e pegue a esquerda na estrada. Aproximadamente 200 M e você vai chegar na base do Pico do Jaraguá. Agora boa sorte, são somente 283 degraus para alcançar o topo. Vale a pena o esforço. Nesse dia por estar meio nublado e até 'garovendo" em alguns momentos, não tinha tanta poluição, a vista estava até que agradável, porém muito, más muito frio. Ficamos uns 10 min lá em cima e logo descemos. No caminho de volta, do mirante de madeira até o lago já fora da trilha gastamos exatamente 31min porém descemos em um ritmo acelerado. Sobre o parque existem áreas para Pic Nic e para churrasco, com mesa. Basta levar o carvão, grelha, carne e cerveja para ser feliz... O resto é lucro.
  6. Estive com minha namorada em um passeio em Pirapora do Bom Jesus, cidade marcada pelo ponto em que o rio Tiete chega ao ápice de sua poluição, porém não é só isso que tem lá. Sobre a cidade: Está mais para um vilarejo do que para cidade de fato. Muito pequena e com clima de interior, mesmo estando em uma área considerada metropolitana da cidade de São Paulo. O forte da cidade é o turismo religioso sendo segundo informações a segunda com maior número de romeiros, perdendo apenas para Aparecida do Norte. Metade de um dia é possível fazer tudo, e a outra metade sinta-se a vontade para ficar tomando uma breja geladinha na praça uma vez que não é muito aconselhável ficar na beira do rio, não por perigo más pela tristeza que invade o coração vendo toda aquela poluição. A cidade possuí um mirante chamado de Portal dos Romeiros. Uma construção de pedras que fica do lado oposto do rio, bem de frente a praça principal e a igreja matriz. Vale a pena para tirar umas fotos. Após irmos ao tal mirante atravessamos o rio e fomos rumo a igreja.5 minutos andando. Eu e minha namorada temos algo em comum, para se conhecer uma cidade tem que ir na igreja "kkk" não por conta de fé, más gostamos de conhecer as igrejas, principalmente de cidades pequenas. Chegamos bem na hora que iá iniciar a missa, nem tava muito afim, más como a Márcia "minha namorada" pediu para participar foi o que fizemos. Aliás lembrando que o forte da cidade é o turismo religioso. Assistimos, depois fomos bater perna na cidade, atrás da igreja tem o museu do seminário, esse só abre aos domingos e estávamos lá no sábado, enfim, não conhecemos. Como disse, não há muito o que fazer, é mais pelo clima agradável e por ser um passeio que saia da mesmice. Almoçamos em um dos vários restaurantes possíveis R$15 a feijoada, tomamos um sorvete de "Itu', gigantesco, fomos em algumas lojinhas, sempre tendo a questão da fé como tema principal, então as lojinhas são todas de artigos religiosos. Esse foi nosso tour por aquelas bandas, vale a pena para sair dos passeios padrões dentro da cidade de SP. Como chegar: Fomos por transporte coletivo. Metrô até a estação Term. Butantã/ Ônibus direto para Pirapora. R$6,15 a passagem, 2h05min. Na volta pegamos um ônibus para a estação de trem de Barueri R$4,90 1hr de viagem.
  7. 11 952469407 . Tenho uma travessia do dia 03 a 07/09. Saco do Mamanguá e Ponta da Joatinga
  8. Estou indo para a Travessia do Mamanguá e Joatinga de 03 a 07/09... quem estiver a fim só chegar. Se tiver rolando um grupo tbm e puderem me add 11 952469407
  9. Marquei essa trip com um amigo para fazer agora no inicio de Setembro. Seu relato me encorajou... Vou sozinho e com garra. Parabéns...
  10. vou mandar sim, vou fazer um documentário e tals. Como vou sozinho provavelmente vou ter a liberdade de explorar bem.
  11. Estou indo para a região da Praia do Sono no inicio de Setembro. Vou fazer uma travessia de 5 dias no saco do mamanguá e Ponta da Joatinga. Começo em Paraty Mirim e vou terminar na Praia do Sono... Estou super ansioso.
  12. Pltvrf... Pode ir, é um dos lugares mais lindos em que já estive, más é importante você definir se vai para fazer um rolê bem turista mesmo, aí vai desembolsar uma graninha, ou uma trip mais rústica. Essa ultima poderá conhecer com mais detalhes, explorando mesmo. De um jeito ou de outro o rolê é super válido, e aproveita, pois, parece que está tramitando um projeto para que seja cobrado um determinado valor para entrar na Ilha além da embarcação para chegar lá.
  13. Esqueci... fotos no meu face https://www.facebook.com/william.mendes.182
  14. Antes de começar o relato, gostaria primeiramente de agradecer outros tantos relatos que me ajudaram a preparar essa trip. Em meados de 2012 fiquei em duvida entre ir para a Ilha Grande ou São Thomé das Letras. Bom, resolvi ir para São Thomé, porém, sempre com a ideia de conhecer a tal famosa Ilha Grande. Na metade de 2015, planejando a viagem de final de ano com minha namorada Márcia, resolvemos embarcar nessa trip, e vi como as coisas acontecem cada qual no seu qual. Naquela ocasião de 2012 ainda estávamos nos conhecendo então acabei indo para São Thomé sozinho, deixando uma das, se não a melhor viagem da minha vida para fazer com ela. Vou procurar detalhar a trip com a maior precisão possível incluindo valores. Minhas viagens costumam ser mais roots, essa esbanjamos um pouquinho, talvez tenha sido a primeira que não passei perrengue e nem comi miojo... Então vamos lá. Saímos de São Paulo no dia 03/01/2016 no bus com destino a Angra dos Reis. Valor da passagem na época foi 75R$, entretanto esse valor aumentou, pois, comprei passagem para Paraty partindo de São Paulo para dia 02/09 e paguei 76R$. Havia comprado minha passagem em Agosto de 2015 devido a demanda e em Dezembro do mesmo ano houve um reajuste absurdo, mas enfim... Viagem na madrugada, tranquila para mim ja que sou acostumado com a Serra de Caragua...Primeira parada em Paraibuna, 20 minutinhos para um café rápido... (deixar claro que é difícil eu dormir em ônibus na ida, muita adrenalina...rs). Seguindo viagem, uma nova parada em Ubatuba la pelas tantas da madrugada, mais um cafezinho bem vindo. Parada em Paraty para desembarque, certamente da galera indo para Trindade, outro paraíso na região. Talvez o ápice desse tempo no ônibus foi a aproximação de Angra, o sol nascendo mostrando as curvas da montanha, o mar se descortinando, impossível relatar devido a magnitude da paisagem. Por volta das 7hrs da manhã desembarcamos em Angra. Uma dica importante agora, muitos optam em pegar o táxi para o cais, porém não é necessário. 15min de caminhada e já curtindo Angra, apesar da parte continental nesse trecho ser feia, porém viajante não liga para essas coisas, quer é curtir a trip ao máximo. Chegando no cais, e ja tendo a informação que a barca para a Ilha sai 1x ao dia e seria as 15:30, já estavamos rastreando os barqueiros, mas nem foi preciso muito esforço, um caiçara ja nos parou e mandou, 60R$ por cabeça te atravesso em 30min... Sinceramente... Nem choramos, pois, em pesquisas os preços normais eram 80R$... Bora agora...Ao chegar no barco mais dois casais que haviam vindo no mesmo bus que nós, porém, ido de táxi para o cais. (segundo eles foram 15R$ a corrida dividida entre os 4).... Comprimentos e apresentações feitas, logo já estavamos os 6 dando risadas e planejando os rolês juntos... A embarcação era um Táxi Boat apresentavel, com todos os equipamentos de segurança aparentemente em perfeita ordem então sem mais delongas, pulamos no barco e zarpamos... A viagem não durou 30min não, foram mais ou menos 1hr, más nem ligamos, ja estavamos numa zueira, o comandante fazendo graça. Outra dica importante é a seguinte: O mar estava batendo muito, parecia que a lancha iria decolar, umas ondas sinistras... podia virar o barco que iriamos nadando, ou não...(rs) Infelizmente não lembro o nome do rapaz que fez a travessia, más no cais terão varios fazendo o trajeto e com os mesmo valores, pois são pré estabelecidos entre eles. Algumas pessoas que estava lá comentaram que conseguiram atravessar de graça ajudando os barqueiros que levam os produtos a serem comercializados na ilha, enfim, vai do que você pretende, faria se não estivesse com a patroa, más nessa viagem prometi que o perrengue seria menor já que ela participou de cada uma comigo que nem nós acreditamos ao relembrar. Voltando ao barco, chacoalhou, bateu, pulou, más chegamos. Conforme a Ilha vai se aproximando, ja pude, como observador que tento ser ver as prainhas desertas afastadas, ótima pedida para aquele camping maravilhoso, ficou só na imaginação mesmo porque é proibido e nosso camping ja estava pago, no final vou falar especificamente do camping, aliás será uma ótima recomendação, anotem ai, Alpha Camping. Na Ilha: 8 horas estávamos na Ilha. Os dois casais foram procurar suas respectivas pousadas e nós o nosso camping. Combinamos de nos encontrar as 9hrs na frente do cais de embarque da balsa para fazermos o que tinhamos planejado, trilha para a cachoeira da Feiticeira e praia de mesmo nome. Fomos ao camping e os responsáveis não estavam no momento, montamos a barraca, trocamos de roupa e ja saímos, ja fizemos amizade com uma galera que estava lá e deixamos o recado que ao retornarmos falariamos com eles... Time is money, nesse caso, tempo vale ouro no paraíso... 9hrs já estavamos no lugar combinado e sem atraso todos chegaram sem problema nenhum... (galera peço desculpas, não lembro sinceramente o nome deles, são tantas pessoas que conheço em trips que me confundo, então para não falar da pessoa errada prefiro não falar os nomes(rs))... Começamos a caminhada para a cachoeira da feiticeira... 15 minutinhos em terreno plano e já chegamos no aqueduto. Uma construção feita por D.Pedro II vislumbrosa no meio do mato. Honestamente não curto ver a interferência do homem no mato, más, essa era de suma importância para levar agua de um ponto a outro da ilha. Pausa para um fotinho e continuamos a caminhada. Mais uns 20min andando em um pequeno aclive e chegamos a um poço. Nada de muito espetacular perto do que estava por vim. Pausa para um papinho, e pé na trilha. Para continuar a trilha é necessário transpor as pedras no lado oposto ao que se chega e só continuar. A trilha é bem demarcada até a cachoeira, mas.... é uma subidinha, leve porém constante, não chega a ser dificil, más para quem estava sem dormir, viajou de barco, ônibus e queria chegar logo na cachu ela se torna um pouco chata... Andamos, andamos e andamos, sempre nessa subida leve... após 1hora mais ou menos de caminhada chegamos em uma bifurcação. Reto seguia para o Saco do céu, a esquerda para a cachu... Olhamos e choramos. Uma pirambeira, meio escada, meio barro... Bora, o importante era chegar... Subimos o morro e derrepente um mirante maravilhoso. Pausa para fotos, descanso de 5min e bora lá... Da bifurcação até a cachu é mais 1hr de caminhada, uma subida pesada depois descida. Sou suspeito por curtir demais uma cachu.... a caminhada é valida, cachoeira linda, deve ter uns 20m de altura, queda forte e relaxante. A cachu tem muitas pedras e seu poço é raso, porém a massagem gratuita é espetacular. Ficamos por lá um tempo, a cachu estava lotada, relaxamos e partimos rumo a praia da Feiticeira. O que descemos é claro tivemos que subir, porém, antes não precisamos voltar para a bifurcação inicial, logo saindo da cachoeira, após a primeira subida ja tem uma outra trilha que desce para a praia devidamente sinalizada. Descida nervosa, na verdade parece que abriram uma trilha na montanha... Existem duas opções, a mesma trilha vai em zigue e zague e abriram um picada em linha reta, quase na vertical... Ficamos em duvida parados entre a duas e derrepente aparece um casal com mochilões nas costas, comprimentam e desce a vertical. Sem duvidas segui os "bons", Chapolin é aprendizado, que descida, fui meio agachado, meio rolando, cortamos a outra que vai em zigue e zague umas 5 vezes, devemos ter economizado no minimo meia hora de caminhada... No final do morro adentramos uma mata mais fechada, o que foi perfeito por ter amenizado o sol... Nessa parte cuidado com o ecossistema. Muitas formigas atravessam a trilha de um lado por outro carregando suas enormes folhas, sempre bom ficar atento e zelar por todo e qualquer tipo de vida. Mais uns 20 minutos em trecho plano, atravessamos um curso d´agua e chegamos a praia. A praia em si é outra recompensa, pequena, aguas claras e tranquilas, porém lotada, lotada não, abarrotada. No canto esquerdo da praia ficam algumas pessoas vendendo bebida e sacolé. Tudo caro, então, vale levar um lachinho e bebidas. Também vendem passagem de volta para a vila de Abraão... nossa ideia era voltar na caminhada, más não ia rolar depois de termos visto a montanha (rs)... Curtimos a praia até as 16hrs e voltamos para a vila para um merecido descanso. Dica importante: Não vão de barco para a praia para depois atacar a cachoeira e voltar, é suicidio(rs), melhor caminho sair de Abraão, cachu e depois praia. Vai descer mais do que subir...Voltamos para a vila, combinamos novamente de nos encontrarmos para jantar e assim fizemos. Jantamos em um dos restaurantes pé na areia, pegamos o prato mais barato, PF 30R$, arroz, feijão e carne ou peixe. Caro pelo prato, más ninguém ia para o fogão naquele dia... e no fim das contas não fomos para o fogão em dia nenhum, esse foi um erro pensando financeiramente más sem crise... tudo lindo... tudo belo... Dia 04/01 - A famosa Lopes Mendes... A vibe entre todos foi tão boa que marcarmos de irmos juntos. Minha ideia era ir pelas trilhas más abrimos mão do nosso roteiro já que os outros dois casais queria ir de barco, sendo assim fomos, afinal, umas das melhores coisas das viagens são as amizades feitas no local. Nos encontramos as 9hrs no cais de turismo, as meninas foram negociar os valores para irmos até Lopes Mendes, os meninos foram comprar coisas para passarmos o dia. Moral da história, voltamos com 2 fardos de breja, gelo, 1 saco de pão puma e mortadela e água... (rs)... Claro, tinhamos salgadinho e bolacha que cada casal tinha levado de vossas residências, sendo assim, bora lá... 40R$ por pessoa para nos deixar na praia do Pouso, valor esse referente ida e volta. Valor justo pelos preços da Ilha. O barco não leva direto para Lopes Mendes, ele nos deixa na praia do Pouso e é necessário pegar mais duas trilhas. Uma de 2min para cortar de uma praia a outra e uma outra trilha de 25min que sobe e desce o morro. Uma subidinha bem íngreme no inicio onde fomos contemplados com a presença de saguis. A descida não tão íngreme porém longa. A chega na praia é fenomenal. Derrepente um mar azul com uma areia branca se descortina em meio ao verde da trilha. Sem palavras também para descrever. Essa trilha deixa no lado direito da praia onde tem alguns bares e é cheio de gente. A praia tem 2km de extensão e atravessamos ela toda para o outro lado da praia. Conforme voce anda as areias canta. No canto esquerdo achamos uma amendoeira passando o famoso tonel de sei lá o que que veio de sei la onde e virou atrativo turistico. Perfeito, estamos na praia considerada a oitava mais bonita do mundo, sentando em baixo de uma amendoeira, em boas companhias e curtindo tudo aquilo... que vida ruim (rs) O mar estaca muito agitado, Lopes Mendes fica do lado oceânico da Ilha, estava uns 40 graus e a água -10. Sem exagero, mesmo com aquele calor todo não dava pra ficar na água, então o dia foi regado a muita risadaria e contemplação. As dicas para Lopes Mendes é levar o possível de alimentação e bebida, não compramos nada, então não vou falar sobre os valores lá. Outra dica e encarar os 2KM de areias fofas e sol quente e ir para o lado esquerdo da praia. Existe uma outra trilha que ja sai nesse canto, não a fizemos, porém, um casal que conhecemos no camping a fez e disse que rola até uma placa indicando cuidado com os jacarés...(rs)... Não deixem para voltar tarde, o ultimo barco sai de Pouso as 17hrs. Se o mar estiver batendo optem em ir de trilha, de Abraão para lá deve ser umas 3hrs de caminhada, mas certamente é mais seguro e explico o porque: Não existe fiscalização dos barqueiros, voltamos em um barco com umas 80 pessoas, em um mar gigante, fiquei com medo. As ondas entravam no barco,pessoas passando mal. Levem blusa, a brisa que vem do mar com as águas geladas são uma combinação explosiva. Vá ao banheiro antes de entrar no barco. Sofri... e muito... A noite mesma programação, jantar, dessa vez em um outro pé na areia. Pedimos uma picanha na pedra, prato para o casal, 80R$. Os outros casais pediram pratos diferentes na mesma faixa de preço e dividimos tudo, cada um comeu um pouco de cada e foi tudo lindo.... 05/01 - Meia Volta Novamente, rolê com os mesmos casais. Para terem ideia, a vibe tava muito boa mesmo... Esse rolê não tem como, tem que desembolsar, era o único que estava na nossa programação mesmo de investir uma grana, o restante seria tudo por trilha. Mesmo esquema, 9hrs no cais de turismo, as meninas foram negociar os valores, eu fui tomar um café na frente do cais, bar de um argentino que tem umas camisas de tme penduradas. Logo dei uma do Palmeiras para ele e claro, amizade certa. Super recomendo tomar um cafezinho lá, cara muito gente boa e barato as coisas, fica bem em frente ao cais de turismo, é o unico café que tem, não tem erro, tem umas camisas de time penduradas e se vc quiser, pode dar uma camisa para ele que ele pendura lá e sua passagem pela Ilha fica eternizada. SObre o passeio. 80R$ o passeio de meia volta por pessoa, barato, pois, em pesquisas a média era de 120R$. As meninas foram ninjas nessa negociação. O passeio saiu atrasado, um dos meninos que estavam com nós ficou meio irritado e tals, más eu nem liguei, aliás estava de férias e no paraíso. Podia atrasar uma semana se ele quisesse. Esse rolê não tem muito segredo e todas as operadoras fazem as mesmas coisas o que deixam os pontos abarrotados. Lagoa Verde, Lagoa Azul, praia do amor, almoço em Japariz... enfim, nem tem muito o que falar. Rolezinho de boa, bem "burguês", preciso admitir que nessas situações me sinto um peixe fora d´agua. A dica importante que tenho a dizer é que, ao invés de almoçar em Japariz, levamos lanche e fizemos um pic nic na praia do funil. Da praia de Japariz do lado esquerdo sai uma trilha, 10min de caminhada e uma praia deserta e pequenina, do jeito que gosto. Para mim foi a ápice do dia. voltamos por volta das 15hrs e ainda encaramos uma caminhadinha de uns 15min até as ruinas do lazareto e praia preta. Nada demais também a não ser a questão histórica, o que muito me interessa, por isso fui até lá. Clima pesado e tenso ao imaginar que pessoas ficavam ali jogadas as próprias mazelas aguardando a morte por uma doença infecciosa. Não recomendo, meio que estragou meu dia. Voltamos para o camping, banho tomado, saímos para jantar com a galera e nessa noite meio que nos despedimos, pois no dia seguinte queria andar... Dessa vez fomos num tal de bougville, não tive uma experiência boa, pois, estava lotado, demoramos muito para arrumarmos mesa, depois uma infinidade para chegar um prato de yakissoba minusculo.... Saimos correndo de lá e fomos para a lanchonete que vende uns combos... ali sim eu tava em casa. 15R$ um queijo com banana recheadissimo + fritas + suco natural de 500ml... Ufa, me senti bem de novo... Dica galera, essa lanchonete fica próximo aos resturantes pé na areia, não tem erro, fica uma fila enorme na porta de pessoas comprando sorvete de casquinha. É só entrar pela portinha e ser feliz. Quanto ao passeio da meia volta é de fundamental importância fazer, pois, é a unica forma de conhecer as lagoas verde e azul... Sem mais... camping... barraca e ronco... 06/01 - Praia de 2 Rios - Os Presos Politicos. Esse foi meu dia mais esperado, e que me trouxe uma grata surpresa. Nessa altura do campeonato eu ja tinha amizade com o camping inteiro. No pouco temo que ficava no camping conversava com todo mundo, e nesses papos conheci a Cecília e o Fernando, um casal, que inclusive temos contato e planejamos outras trips. Não precisei falar 2x... Amanhã vou para 2Rios conhecer o presidio, bora? O que tem lá? O presidio... então bora... Combinamos de acordar as 7hrs e rumarmos. Não tem jeitinho galera, é pé na trilha, atravessar o morro. Subida pesada por uma estrada que era utilizada para levar os presos a sua nova residência. Vamu que vamu... Tudo que envolve história, principalmente a do período trágico da ditadura me interessa, precisava ir lá. Saímos por volta das 7:30hrs, devidamente equipados. Após uns 20min de subida tem um ponto d´agua... Paramos para nos refrescar, encher as garrafas e derrepente BUMMMMMM.... Uma jaca enorme caiu bem onde iriamos passar, não sei se ria por não ter caído na minha cabeça, ou por ter recebido um presente... Bora atacar a jaca sem massagem... Mais uns 30min de subida e chegamos a um mirante que tem vista para a vila de Abraão. Pausa para as fotinhos e bora. Mais 1hr de subida com um ponto de água durante o caminho e começa a descida. Ao descer tem uma dica muito importante. Ao chegar em um banco de bambu tem uma trilha, havia lido alguns relatos então bora pegar essa trilha... Um atalho daqueles verdadeiros, pois, na volta subimos pela estrada e para chegar até esse ponto gastamos 1:30hrs, sendo que descemos em 15min... A trilha é bem fechada e certamente tem vários animais então todo cuidado é pouco. Em um momento até achei que tinha acabado com o passeio, más não, a trilha desemboca na estrada e logo do lado começa a outra trilha de 1min para o poço dos escravos. Parada obrigatória, só nesse poço ficamos 1hr mais ou menos, é muito bom. Do poço até a vila de 2 Rios mais 40min de descida. Antes de chegar na vila sai a trilha para a praia do Caxadaço, vimos 3 mochileiros saindo de lá, perguntamos sobre a trilha e sobre a praia e fomos para 2 Rios conversando com eles. A priori marcamos de encarar aquela trilha para o Caxadaço no dia seguinte... Para entrar em 2 Rios é necessário assinar numa folha de caderno, nome, rg e horario. Não pode acampar lá, ou voce segue a caminhada dando a volta na Ilha ou volta. A vila é bem pacata, com bastante casinhas, até grande a vila e bem gostosa de se estar. O presidio é um caso a parte, tem um museu do carcere que conta um pouco da história do presidio, os ilustres presos politicos que la estiveram, cartas sobre a formação do Comando Vermelho e uma pequena lojinha. No lado direito tem um espaço também com uma maquete da vila, a cozinha utilizada pelos presos. A parte onde era o presidio mesmo foi implodido e o acesso é proibido devido aos animais peçonhentos que lá habitam. Vale a pena conhecer e estar lá, faz parte da história do Brasil. Visita feita, coisa de 1hr no maximo, fomos para a praia. Ja era quase a hora do almoço e paramos para almoçar. Um tiozinho vendendo marmitex, 10R$, frango ou peixe... A fome era tanta que abraçamos e ai veio a primeira surpresa. Comida espetacular. A mais gostosa e barata que comi na Ilha... comida caseira, feita com amor, tudo com gosto de natural... divino, fica a dica, comam a comida do tiozinho. O mar dessa praia, por também ser do lado oceânica estava muito bravo, mas o legal é que em ambas as extremidades existem existem um rio... Por isso o nome de 2 Rios.... Rumamos para o lado direito... outra surpresa, um riozinho raso, de aguas cristalinas, varios peixes... passamos o dia ali Lugar perfeito, vale muito a pena... Na volta mesma estrada, não pegamos o atalho para saber o que tinhamos economizado... escolha errada, subimos em zigue e zague que não acabava, o bendito bando de madeira não chegava... tudo bem... entretanto, rola um outro atalho na volta. Na curva do mirante tem uma trilhinha meio fechada. Pode descer, cerca de 20 min de descida, mata fechada, bem escuro já por ser bem fechada, vale levar uma lanterna... e saímos nos fundos da vila do Abraão. Nesse dia fomos na lanchonete comer o super combo e capotamos, o dia mias cansativo e mais legal da Ilha. 07/01 - Não rolou o caxadaço... Havíamos combinado de irmos para a praia do Caxadaço seguindo até a entrada de 2 Rios e depois mais 2 horas de trilha, moral da história. Acordei só o caramelo... febre, dor no corpo... não foi da caminhada por estar acostumado, mas sei lá, uma inhaca que pensei que iria dormir o dia inteiro. Pedi desculpas para o Fernando e Cecília, mas não queria arriscar e estragar a trip deles. Eles foram e me disseram que não me perdi nada, más me senti frustado e vou voltar na Ilha para ir nessa trilha. Fui com a patroa no argentino tomar um café da manha. Misturei Coca cola, café e açai...(rs)... Saímos para passear pela vila do Abraão, talvez comprar umas lembrancinhas e tals... fomos andando para o lado de Abraãozinho e derrepente uma trilha para a direita. Dois jovens com jeitão de quem estavam indo para igreja, pois, 40 graus os caras de terno e gravata na Ilha... tirei umas informações e a resposta foi: Tranquilo, linha reta, 40min e voce está na praia de Palmas... kkkkkkkkkk o kecete (desculpe a palavra)... Nessa hora o café, coca e açai ja tinham feito um efeito, tava a milhão, nem sentia meu corpo mais... Bora amor? bora... E sobe, e sobe, e sobe... 1 hora de subida e encontramos um casal... e ai? ta longe... orra, longe viu, tão nem na metade... E ai amor? bora? bora... depois de 2:30hrs do inicio da trilha chegamos na bifurcação entre Palmas e Brava... Ja estavamos la vamos conhecer a Brava... 15 min da bifurcação, praia pequena, local onde fica a cabana Paraíso, prometi para a patroa que nossa lua de mel será lá... Lindo o lugar, tomei um café, sentei num barco abandonado, habitat de varias aranhas gigantes, más não tava nem ai, já não tava sentindo nada mesmo... Fizemos um tempo por lá e fomos para a praia de Palmas. No término da trilha tem um pedrão com uma corda para auxiliar a descida. Tudo tranquilo, chegamos na praia e ja fiquei bravo, uma tiazinha daquelas que anda de iate comemorando que o dono do bar tinha matado uma caninana, fui ver e realmente mataram a cobra, minha vontade foi matar ela, mas não o fiz, falei umas poucas e boas para ela e sai de perto... tomamos um coco, me balancei num balanço que tinha por la, namoramos um pouco na praia que ja estava cheia por sinal, troquei umas ideias com um casal argentino e voltamos pela mesma trilha. Agora ja sabiamos o percurso então estava preparado psicologicamente. No caminho os bugios fazem um barulho amedrontador. Um gringo veio me perguntar o que era, falei que eram macacos gigantes e assassinos kkkk comedores de gente kkk... Ele ia voltar mas acalmei o rapaz, tinha que tirar um barato uma unica vez né... (rs) Voltamos, chegamos na vila, almoçamos e passamos o resto do dia no camping, afinal, dia seguinte era hora de dar tchau... 08/01 - Tchau A balsa sai as 10hrs da manha, mas, a fila é enorme, então chegar um pouco mais cedo ajuda. De balsa o caminho demora 2hrs, as quais eu nem percebi, eu e a patroa caímos no chão da balsa e dormimos. Ja acordamos em Angra, guardamos as coisas na rodoviaria, 3R$ por peça, colocamos tudo dentro do saco de dormir e tudo virou 3 peças, gastamos 9R$ para largar as muambas la o dia inteiro. Saimos para perambular em Angra, fomos até o centro, achamos um self service, comemos, não nos aguentavamos mais, voltamos de bus para a rodo e... dormimos na rodoviaria... Nosso bus ia sair as 23hrs, por volta das 17hrs fomos no shopping, fica a uns 15min andando, me espanta que aquele povo, com tantas ilhas para ir e tirar um sabado legal lotam o shopping, mas enfim, cada um cada um... Bob´s, ovomaltine e voltamos. Tomamos um banho na rodoviaria, 10R$ por pessoa, banheiro limpinho, de boas, e esperamos o bus sair. Um mineiro encostou querendo saber se dava pra dormir na praia de Copacabana... Sei lá kkk... se estiver no barato dorme... Papo vai, papo vem, o bus dele saiu, logo saiu o nosso... e assim se encerra nossa trip... Dicas de Angra: Não fiquem no continente, cidade feia, não rola perder o tempo.... Sobre o camping - Alpha Camping. 25R$ por pessoa, familiar. Os atendente super atenciosos e prestativos. Cozinha limpa, banheiros limpos. Varias duchas e privadas. Forma uma fila basica, nada diferente de nenhum outro. Rola o bom senso e como a galera que la frequenta é de boa, rola uma cooperação. No varal, caso voce esqueça de recolher suas coisas, eles recolhem, dobram e deixam em cima da mesa, é só ir lá, ver o que te pertence e falous. Tem um barzinho no camping e segurança a noite inteira. Seguro e tranquilo. Não trancamos nossa barraca em nenhum dia. O unico ponto negativo é que para chegar no camping é preciso passar por onde descartam p lixo para o barco recolher, então o cheiro no caminho não é agradave, entretanto, o cheiro não chega no camping, é só dar a volta por tras e ta tudo resolvido. Voltando la ficarei no mesmo camping. Ducha quente e bom tratamento é tudo que um campista pede, né não? Alimentação - Galera, tudo caro... Levem o rango... nós levamos e não fizemos por preguiça, economizarão bastante. A média de um PF é 30R$ na temporada. Trilhas - Todas que fizemos muito bem demarcada sem risco de se perder. Espero que o relato e qualquer duvida estamos ai... Desculpe se esqueci algo ou os erros de português, principalmente de acentuação, é que estou a umas 4 hrs escrevendo kkkk
  15. https://www.facebook.com/william.mendes.182/media_set?set=a.1234639573226675.1073741843.100000419323243&type=3
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