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Gabriel_Turano

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  1. Mochilão Patagonia 2015 - 22 de Agosto á 5 de Sembro. Amigos Realizei este ano um mochilão que tinha planejado desde de 2010, no entanto outras prioridades foram acontecendo e tive que postegar. Durante esse tempo, fiz o mochilão pela America Central (relato: ), Estados Unidos e Canada e Nordeste Brasileiro. Como de costume, muita informação coletada foi adquirada por esse riquíssimo forum, através da partipação de cada um de Vocês, e portanto já deixo registrado aqui meu MUITO OBRIGADO! Queria deixar os seguintes agradecimentos as pessoas abaixo: A Caroline, querida namorada, pela sua paciência, entendimento e pelo amor. Ao Marcello, grante amigo que pude fazer nesta viagem, conhecerão ele adiante. Ao Sas, Australiano, grande parceiro que fiz em Calafate e que compartilhou grandes momentos nas trilhas de Chalten. Ao Mike, Americano, sempre digo que o ponto alto das viagens é conhecer pessoas, e realmente tive um grande prazer em conhecer este grande humano. E a todos que cruzaram meu caminho! Agora vamos ao relato: realizei a viagem sozinho durante 15 dias no inverno da Patagonia, a principio tinha um schedule muito bem estabelecido porém no decorrer da viagem aconteceram coisas maravilhosas, e acabei ajustando o schedule de acordo com a necessidade. Custo da viagem U$800 + passagens Transporte: Cia: Aérolineas Preço: R$1950 (considerando stop em Buenos Aires) Áereo: Ida São Paulo -> Buenos Aires -> Ushuaia Volta Calafate -> Buenos Aires -> São Paulo Schedule 22\08: São Paulo -> Buenos Aires 23\08: Buenos Aires 24\08: Buenos Aires -> Ushuaia 25\08: Ushuaia 26\08: Ushuaia 27\08: Ushuaia 28\08: Ushuaia -> Calafate 29\08: Calafate 30\08: Calafate 31\08: Calafate -> El Chalten 01\09: El Chalten -> Calafate 02\09: Calafate -> Puerto Natales 03\09: Torres del Paine 04\09: Puerto Natales -> Calafate 05\09: Calafate -> São Paulo Equipamentos Gopro Hero 3 black edition Canon Powershot SX500 IS Iphone 5 Roupas para o frio Bota Quechua impermeável (MANDATÓRIO!) 2 camisetas 1 camada (weedze) 1 calça 1 camada (weedze) 1 Corta vento (weedze) 1 Blusa com fleece impermeável Quechua 1 Fleece Quechua 1 par de luvas com touch Quechua Informações relevantes Câmbio: Se buscar na internet existem vários tópicos falando a respeito deste assunto e também sei que vocês devem estar cansado de ler sobre este tema. Apensar vou fazer um breve comentários sobre minha percepção. Argentina possui uma inflação atual de 40% e portanto todos os preços do qual havia feito meu budget foram modificados durante minha viagem, para mais, infelizmente . Em base disso, qualquer incentivo para melhorar o câmbio é super bem vindo. O blue market, ou câmbio negro, é amplamento praticado na argentina. Eu decidi levar dolares devido a desvalorização do real, que inclusive tem impactado no peso argentino. Troquei U$500 assim que cheguei em Buenos Aires com o Daniel (recomendado aqui no forum), e consegui U$1=14.50 pesos, enquanto o mercado oficial pagava U$1=9pesos, baita diferença. Existem muitas pessoas que acabam trocando na calle Florida, porém devido a vários relatos de notas falsas, decidi ganhar um pouco menos no câmbio e trocar em um lugar mais confiável. Também troquei dinheiro em Calafate, e a cotação foi exatamente a mesma praticada em Buenos Aires. Referente ao real, a moeda tem perdido muito favor devido a atual economia. Durante minha viagem, o real perdeu mais valor e os lugares na Patagonia estavam trocando por volta de R$2.50. Custo diário Confesso que me surpreendi com os altos preços na Argentina. Não encontrei refeição por menos de AR120 em Buenos Aires e AR150 na Patagonia. Todos os passeios aumentaram MUITO, exemplo é o Perito Moreno que me custou AR1500 + AR200. Conheci uns brasileiros que praticam esqui em Ushuaia a mais de 8 anos e todos afirmaram que este ano é de longe, o ano cujo os preços estão mais elevados. Hostels Buenos Aires: America del Sur Hostel Ushuaia: Cruz del Sur Calafate: Hostel Calafate \ I Ke Kun El Chalten: Trevis Puerto Natales: Hostel Lili Patagonicos Relato: 22.08 - Buenos Aires Sai de Guarulhos as 15h e após 2:30 cheguei em Buenos Aires. Sempre comento que a melhor parte de viajar é conhecer pessoas e sempre tento valorizar isso ao maximo. No vôo sentei ao lado de um argentino de Bariloche, fisíco que estava no Brasil estudando na Unicamp. Tivemos um excelente papo durante o vôo e já me preparei um pouco melhor do que esperar do clima na Patagonia. Desembarquei no Aeroporto Internacional de Jorge Newbery (Airpark) que está muito proximo na cidade de Buenos Aires. Sabendo ja da possibilidade de obter um câmbio paralelo muito melhor do que o oficial, troquei apenas U$20 no aeroporto para tomar o taxi para o Hostel. O taxi me custou AR100 até o bairro de San Telmo. Fiz o check in e peguei o quarto com 4 camas, que custou AR290 para 2 noites (AR145\cada). Neste primeiro dia, aproveitei para montar minhas caminhadas para o domingo e também conheci um francês que estava no meu quarto, inclusive falava espanhol muito bem. Saimos para jantar em um restaurante na quadra debaixo e rachamos uma pizza. Voltamos para o Hostel e fui dormir, enquanto o francês aproveitou para curtir sua ultima noite em Buenos Aires (foi uma noite dificil, fiquei no 1 andar do hostel e o barulho estava altissimo por conta do pessoal que fazia o esquenta pra ir pra balada, que começava após as 2:30am rs). 23.08 - Buenos Aires Acordei cedo e já fui correr atrás de trocar meu dinheiro pois estaria partindo pra Patagonia no proximo dia de manhã. Como era domingo, fiquei com medo de não conseguir achar lugar aberto na Calle Florida e também ser enganado por oportunistas quanto a notas falsas. Entrei na internet e tive uma ótima recomendação para trocar dinheiro com o pessoal do Turismo Baire (facebook). Troquei algumas mensagens com o Daniel que prontamente encaminhou seu amigo para me encontrar no Hostel que estava hospedado. Troquei U$500 (usd1 = 14.50ar) e fui conhecer a cidade. Como era domingo ,estava acontecendo uma feira de artesanato no barrio de San Telmo e aprovetei para dar uma caminhada por lá. Passei também na casa Rosada e haviam alguns protestos da população insatisfeita com o atual governo. Descendo a rua da Casa Rosada você sai diretamente em Puerto Madero, lugar maneiro para caminhar e também almoçar! Caminhei praticamente o dia inteiro e voltando para o hostel, passeio no mercado e já fiz algumas compras basicas pra janta e pra levar para Ushuaia. 24.08 - Buenos Aires -> Ushuaia - Canal de Beagle Meu vôo saia de Ezeiza as 9:10 am e infelizmente não encontrei nenhum transfer que atendia neste horário. Tomar um taxi sairia muito caro para meu budget e tentei buscar por outras opções. Fui aconselhado pelo pessoal do hostel a pegar um onibus regular que sai a cada 30m do outro lado da cidade. Acordei as 5:20, coloquei o mochilão nas costas e fui pegar o metrô. Consegue pegar o onibus das 6am e antes das 7 já estava no aeroporto Ezeiza. O vôo foi muito tranquilo e teve uma duração de 3h até Ushuaia. Já tinha reservado o Hostel Cruz del Sur até quarta-feira, pois ainda não tinha decidido minha ida para Calafate. Infelizmente não há transfer do aeroporto de Ushuaia para os hostel e portanto fui obrigado a tomar um taxi (AR100). Cheguei rapidinho no hostel (excelente hostel, pessoal super gente boa e mega atenciosos para ajudar no que for preciso). Havia nevado muito na semana anterior e a cidade estava coberta por gelo. Suas lindas montanhas em volta da cidade estavam todas branquinhas. Neste hotel conheci um brasileiro chamado Lucas, que fez o roteiro inverso do meu, e fechamos o passeio canal do beaggle juntos. Canal de Beaggle: é um passeio bem light e dá pra ver bastante leões marinhos e outro animal muito parecido com o pinguim, além do farol super famoso. O vento estava muito forte (padrão Patagonia) e ficar fora do coberto foi muito dificil rs. Basicamente são 2 saidas por dia, uma matutina e outra que inicia as 3pm. Os preços são praticamente todos tabelados e fechei na av do porto em uma das centanas operadoras de turismo. Custou AR600. Retornando do passeio passei no mercado para cobrar algumas coisas pra minha janta. Meu quarto era de 6 pessoas e conheci 2 brasileiros (Roberto e Daniel) que frequentam Ushuaia todo inverno para a pratica de ski e snowboarding, e tambem conheci o irlandês Micheal Barry, gente finissima! Eu, ele o Lucas ficamos grandes amigos e fizemos algumas atividades juntas nos proximos dias. 25.08 - Ushuaia - Parque Nacional Fechamos o transporte para o parque nacional no próprio hostel (AR300). Basicamente os preços aqui também são todos tabelados e não há necessidade de pagar a entrada do parque. Tinha intenção de fazer 2 caminhadas neste dia, mas o tempo me permitiu apenas a fazer o HITO, que é a divisa entre a patagonia argentina e chilena. São 4km cada trecho e nivel relativamente facil. Fizemos tudo em 2h30m e estava MUITO frio. O vento realmente é de matar e estar bem equipado nessas horas faz toda a diferença. Botas impermeaveis e o sistema de 3 camadas me ajudou muito! Pegamos a van de volta das 3pm e retornamos a cidade de Ushuaia. Incrivel a necessidade dos carros em utilizar correntes na roda, caso contrário seria impraticável qualquer transporte no inverno patagonico rs. Chegamos no hostel e a noite fomos comer no Dublin Pub (o mais popular de Ushuaia e mais movimentado). 26.08 - Ushuaia - Glaciar el Martial Neste dia o Lucas foi fazer o passeio dos rusky e o Michael aproveitou para fazer o canal de Beagle pois ainda não tinha feito. Acordei cedo, tomei um café reforçado e peguei o mapa pra fazer a caminhada até o Glaciar El Martial (10kms). O taxi me custaria AR100 (preços tabelados), mas preferi fazer a pé pra conhecer também parte da cidade. Os primeiros kms são bem tranquilos mas quando a subida inicia, fica bem complicado hahaha! Havia muito gelo e isso dificultou muito a caminhada pois alem de escorregar, o corpo fica muito mais pesado para caminhar. Cheguei esgotado na mini estação de esqui e depois ainda tem mais 1000 metros de subida até o mirador da cidade de Ushuaia, infelizmente não estava permitido caminhar além do mirador devido as condições. Em alguns momentos, a neve vinha até proximo do joelho, realmente muito complicado caminhar! Pra voltar, devido minhas condições fisicas hahaha, tomei um taxi até a calle principal (San Martin) e já dei uma olhada nas lojas. Passei tambem em uma agência para ver os preços dos onibus para Calafate. São 18 horas até a cidade de Calafate, basicamente é preciso comprar uma passagem até Rio Gallegos e a partir desta cidade tomar uma conexão em outro bus para Calafate. O preço da passagem estava em torno de AR1100 e achei melhor ver o preço do áero antes de fechar. Voltei para o hostel e encontrei o Lucas e o Michael, contei da minha experiência no Glaciar El Martial e convidei eles pra esquiar no dia seguinte. Tambem vi os preços de aviao para Calafate e para minha surpresa, eram praticamente INDENTICOS! Fui até a loja da aerolineas na rua do porto e fehei diretamente lá por AR1400 para sexta-feira, 50 minutos de vôo, e portanto tinha mais 1 dia em Ushuaia. ... Minha intenção era passar o dia no Cerro Castor, a melhor e mais bem preparada estação de ski em Ushuaia, mas devido aos custos altissimos, tive que deixar para uma proxima oportunidade. Aluguel de equipamento + entrada do parque me custaria em torno de U$120. 27.08 - Ushuaia - Glaciar el Martial \ Snowboarding Acordamos cedo e partimos rumo ao Glaciar el Martial. Como estavamos em 3, rachamos um taxi até a mini estação. Eu e o Lucas alugamos os equipamentos (AR280) e não tem que pagar a pista. Também é possivel fazer aula, mas como um belo guerreiro, fui na raça! Que desgraça que foi, só tombo. Como é difcil praticar isso! hahahahha. Enquanto praticamos o snowboarding, o irlandês foi fazer a caminhada até o mirador e depois desceu sozinho até a cidade de Ushuaia. Após longas horas caindo, iniciamos também a descida a pé. Até o hostel são em torno de 10km. Este era o ultimo dia do Lucas e portanto voltamos no inicio da tarde para que ele não perdesse o vôo. Aprovetei e fui ao mercado comprar algumas coisas para fazer minha janta a noite no hostel. Chegando no hostel me despedi do Lucas e passei o resto do dia com o irlândes, que tambem iria partir no proximo dia bem cedo. 28.08 - Ushuaia - Cidade e ida para Calafate Neste dia já não tinha mais meus companheiros Lucas e Michael para me acompanhar nos passeios. Aprovetei para fotografar a cidade e caminhar mais uma vez pela San Martin para ver as lojas. Comprei algumas lembrancinhas e voltei para o hostel para terminar de arrumar minha mochila. Meu vôo era 3:30 e neste dia o Daniel (brasileiro) também estava a caminho do aeroporto para voltar para o Brasil. Antecipei minha ida para o aeroporto para rachar o taxi que custou AR80 (total). Embarquei com destino a Calafate. É um vôo muito rapido com duração de 50m. O aeroporto de Calafate esta distante da cidade e qualquer taxi sairia muito caro. Existem algumas empresas que fazem o transfer para os hoteis\hostels e Você já pode pagar a ida e agendar a volta. Efetuei o pagamento da ida e volta e saiu por AR170. Van lotada e seguimos para os hostels. Desembarque no Hostel Calafate, que esta muito bem localizado, apenas a 1 quadra da San Martin (sim, também chama San Martin a rua principal aqui rs). Dei uma caminhada rapida pelo centro da cidade e passeio no mercado para comprar algumas coisas para minha janta (foooome!). O Hostel estava vazio e o quarto que me colocaram estava com um cheiro de veneno absurdo. Pedi para me trocarem mas infelizmente também não tive sorte. As paredes são de DRYwall e se poder escutar tudo que se passava no quarto vizinho. O problema era que o quarto vizinho era uma espécia de livingroom para o pessoal que trabalha no hostel, eles gritavam a noite inteira conversando e tive uma péssima noite de sono. 29.08 - Calafate Após uma pessima noite de sono, levantei por volta das 7am e fui tomar café. Aproveitei o WIFI para buscar alguma outra opção de hostel e FELIZMENTE, a partir deste monte, tomei a melhor decisão da minha trip, porque tudo iria mudar daqui pra frente. Encontrei o hostel muito bem avaliado chamado I KEY KUN hostel, que embora a localização na fosse a melhor, foi o melhor hostel que já fiquei nesses 19 países visitados até o momento. Retornando ao post rs, arrumei minha mochila, fiz o check out, peguei minha grana de volta e fui caminhar até o hostel. Nunca encontrei explicação para algumas coisas, e nessa caminhada me aconteceu uma coisa muito curiosa. Tive que caminhar em torno de 2km e durante o caminho, um cachorro, bem vira-lata (meus preferidos!) me acompanhou tudo todo o caminho. Ele simplesmente parecia que sabia para onde estava caminhando, pois estava sempre na minha frente e virava as ruas de acordo com a localização do hostel. Como forma de agradecimento, abri meu mochilão e peguei uma lata de atum que tinha dentro e, penso eu, foi o melhor presente que aquele dog tinha recebido durante sua vida. Ele me acompanhou até a entrada do hostel. Neste momento fui recepcionado por outro cachorro, desta vez muito grande, acho que nunca vi um cachorro tão grande como esse, mais tarde descobriria que seu nome era Froyde, cachorro do Marcelo (outro grande amigo que fiz nessa viagem), mas por hora não vou me antecipar nos acontecimentos. Toquei a campainha e nada de ninguem atender, fiquei esperando por uns 10 minutos quando finalmente um rapaz, com seus 1.60m de altura, vem correndo do fundo da casa pedindo desculpas pela demora. Esse pequeno rapaz se chama Marcelo, dono do Hostel, possui uma estatura baixa mais um coração do tamanho do mundo. No pouco tempo que fiquei em seu hostel, aprendi muito, e sem dúvidas tive uma das minhas melhores estadias da minha vida. Marcelo me deu breve recomendações e dicas e depois me acompanhou até meu quarto. O Hostel, por ser fora de época, estava vazio. Fiquei em um quarto de 4 pesssoas mas sozinho. Quem for ficar em Calafate, super recomendo ficar no Hostel do Marcelo, ele é super gente boa, mega atencioso e uma pessoa maravilhosa de coração! O hostel possui uma excelente estrutura, limpo, organizado, tem uma visão para o lago que nenhum outro lugar tem! Deixei minhas coisas no hostel e fui caminhar pela cidade. Na rua principal existe vários resturantes, lojas de presentes, mercados, casinhas de turismo e etc. Também muito proximo tem a rodoviária central, que viria a ser de extrema utilidade para mim. Aproveitei a oportunidade para garimpar os preços do Glaciar Perito Moreno, e os preços são completamente tabelados, com uma variação de menos de AR100. Deixei para reservar com o Marcelo no hostel. No caminho de volta, encontrei um outro hospede descendo a rua que eu estava subindo (viria a ser um grande amigo), apenas acenei com a cabeça e retornei para preparar minha comida. Reservei o Perito Moreno para o dia seguinte por AR1500 (mini trecking) + AR200 de entrada do parque. Enquanto cozinhava, fui apresentado para um Australiano (Sas) e ele aproveitou para fazer o passeio comigo no dia seguinte. Também reservamos IDA para Chalten na segunda-feira. Durante a tarde fui caminhar em volta do lago (5km), e após esse mini tour voltei para descansar. Durante a noite chegou um novo hospede (Mike) dos Estados Unidos, e acabamos dividindo o quarto e nos tornamos também grande amigos. Viriamos a compartilhar excelentes momentos juntos. Um breve histórico: Ele é americano dos Texas. Tinha alugado uma sleepervan no Chile e estava viajando dormindo na van, porém como achou o hostel muito bom decidiu ter algumas boas noites de sono nele rs. 30.08 Acordei cedo para tomar café e esperar o onibus para o parque nacional do Perito Moreno. Havia reservado o passeio junto com o Sas. Chegou um novo onibus para somente havia o nome do Sas na lista, após alguns telefonemas e algumas discussões, fomos informados que chegaria um novo onibus em breve e que fariamos o tour juntos no parque. Acabei pegando o segundo onibus e o schedule funciona da seguinte forma: 1h e 2m até o Parque Nacional (deve-se levar AR200 para pagar entrada no parque). O onibus para nas escadarias para tirar fotos e caminhar por 1h. Depois deste periodo, volta para o onibus e depois mais 20m até o porto para tomar os barcos até a base do Perito Moreno (20m). Recebe breve instruções e inicia o trecking (em torno de 2h). Quando cheguei na escadaria procurei pelo Sas mas fui informado que ele já havia partido para os barcos pois estava em uma outra turma (diferente daquilo que foi dito), mas OK, sem problemas, go ahead rs! Aprovetei esse tempo para tirar fotos, fazer alguns videos e caminhar. Quando faltava em torno de 30m para o ponto de encontro, notei que estava sozinho e comecei a ficar preocupado de ter perdido a hora. Retornei até onde o onibus havia nos deixado para não encontrei ninguem, quando percebi que teria que caminhar até o porto do outro lado das escadas (20m descendo escadas sem parar), fui desperado correndo para não perder a turma e consequentemente o barco para o Perito Moreno. Quando cheguei onde os barcos estavam atracados, também não havia ninguem, nessa hora começou a bater um desespero! Questionei ao único homem que estava no local se ele havia visto alguma turma e a resposta foi "no". Não era possível que havia me perdido da turma e que iria perder o passeio que me motivou a visitar Calafate! Decidi retornar todo o caminho que havia feito, subindo escadas desesperadamente pois ja havia perdido a hora. Quando cheguei no local onde o onibus nos havia deixado, COMPLETAMENTE SUADO, encontrei toda a turma me esperando! Nossa que alivio que foi! hahahaha. Entrei no onibus e seguimos para o porto. Infelizmente começou a chover durante o caminho de barco até a base do Perito Moreno, mas mesmo assim não tem palavras para descrever a sensação de ve-lo tão de perto, maginifico, esplendido, gigante! Chegamos no pequeno refugio, recebemos algumas instruções dos monitores e guias e fomos caminhar até a base do Glaciar. Na Patagonia o clima é completamente instável, e durante essa caminhada começou a nevar. Sim senhores, NEVAR! Nunca vi nevar e foi tão fodástico isso! Até filmei, vou mostrar abaixo o video. Fizemos outra parada na base do Glaciar, desta vez para colocar os grampones. Iniciamos o trecking no majestoso Perito Moreno. A sensação de ver gretas, a cor do glaciar, as minis cachoeiras que se formam é UNICA! Realmente recomendo esto passeio para todos que forem visitar Calafate. Se houver uma proxima oportunidade, sem dúvidas farei o BIG ICE. Após o trecking retornamos para o refugio para aguardar o barco e depois retornarmos aos Hostels. Pedi ao motorista que me deixasse na calle principal pois precisava trocar dinheiro. Retornei ao hostel e encontrei Sas, passamos a noite bebendo vinho e comendo uma parilla argentina feita na lareira do hostel pelo Marcelo. 31.08 - Chalten Trilha: Laguna Capri (4km) \ Flitz Roy (4km) Acordamos cedo neste dia para tomar o onibus das 8am. El Chalten é um pequeno povoado localizado a exatamente 3 horas de Calafate. É um destino para amantes de caminhadas, trecking e hiking. Não existe absolutamente nada para fazer além de aproveitar as paisagens e caminhar, caminhar muito! Comprei a passagem no próprio hostel, os preços são tabelados em toda cidade de Calafate. Pagamos AR350\ida e durou 3 horas a viagem. Assim que chegamos na cidade, o ônibus para em um pequeno posto polical para receber as principais instruções do parque e receber o mapa de todas as trilhas. Ficamos em um hostel que não me recordo o nome na frente onde os ônibus ficam estacionados. Encontramos o MIke (Americano) que estava de vãn nos aguardando na rodoviária e seguimos de carro com ele até o hostel onde ele estava hospedado. Neste momento, lembrei que meu mochião estava a bordo do ônibus e tive que sair correndo para recolher na rodoviária. Que susto! Fomos direto para a primeira trilha, deixamos a vãn na rua e seguimos para a Laguna Capri e o mirador do Flit Roy. Como havia muito gelo na trilha, todos os campings como o Poincenot estavam fechados. Não era possível seguir além da Laguna Capri, infelizmente. Os primeiros 40 minutos de trilha é bem complicado pois é somente subida, mas a paisagem vale muito a pena (pensaria que era uma trilha muito fácil depois de fazer Torres del Paine kkk). Estava muito complicado caminhar devido a várias camidas de gelo, o australiano Sas caiu e fez um corte profundo no dedo mas conseguimos chegar no mirador do Flitz Roy e também na Laguna Capri (as imagens falam por sí mesmo). Fizemos o passeio durante a manhã inteira e retornamos por volta das 13h. Comemos no restaurante do El Rancho, de frente ao nosso hostel, e fomos descansar. Durante a noite fomos em uma Hamburgueria (também na rua do El Rancho) muito boa. Optamos por dormir cedo visto que retornariamos para Calafate no dia seguinte. 01.09 Dividi quarto com o Sean (australiano), enquanto o Mike ficou em um quarto sozinho. Acordamos por volta das 7:30, tomamos um rapido café da manhã, e fomos conhecer antes de ir embora a famosa cachoeira "chorrillo", en Chalten. É muito prático, facil e rapido chegar nesta cachoeira. Basta seguir a rua do hostel El Rancho até o final, por uma estrada de terra, acredito que deve ser em torno de 5km. Como estavamos de vãn, fizemos muito mais rápido a trilha até a entrada da cachoeira. Vale muito a pena conhecer, é um âmbiente muito tranquilo, super conservado e de paisagem maravihosa. Ficamos em torno de 2h tirando fotos, filmando e conversando até seguirmos de volta para vãn para partirmos para El Calafate. O Sean iria voar para Lima neste mesmo dia e o Mike partiria para Puerto Natales de carro, portanto era mandatório partir. Paramos no posto de combustivel na saida de El Chalten e seguimos de van para Calafate. A parte boa de ir com seu próprio carro é a liberdade de poderar parar para tirar fotos, curtir a paisagem e dar o luxo de deitar na pista por mais de 5m sem passar qualquer veiculo rsrsrs. Fizemos várias paradas e realmente é impressionante como as estradas Patagonicas não possuem movimento. Se encontramos mais de 5 carros durante todo o percurso de volta foi muito! Chegamos por volta do meio dia e paramos no centro da cidade para almoçar. O Sean e o Mike foram comer na cidade, enquanto eu que estava muito acima do budget estabelecido, fui no mercado comprar algumas coisas para fazer no hostel do Marcelo. Marcelo já estava nos aguardando, super contente com nosso retorno, assim como o Floyd seu cachorro. Preparei minha comida no hostel e quando estava terminando de almoçar o Sean e o Mike apareceram no Hostel para arrumar as coisas. Aqui aconteceria uma mudança drástica no meu schedule. O Mike me conveceu a ir com ele para o Chile para fazer um trecking nas Torres Del Paine. Sempre tive o sonho de conhecer o parque, mas meus planos era fazer uma trip para fazer o percurso W, e não 1 dia de hiking com o parque vazio, considerando que estavamos no final do inverno, e provavelmente muitos lugares estariam vazios. Porém, desconsiderando tudo que acabei de dizer, concordei com o MIke e iriamos partir dentro dos proximos 30 minutos sentido a Puerto Natalles! Corri no centro da cidade e fui até a rodoviária comprar a passagem de retorno para Calafate, pois o MIke não retornaria mais para o lado Argentino. Comprei com uma companhia e paguei AR450 pelo trecho Puerto Natales -> Calafate. Meu vôo estava programado para Sabado, e portanto tinha que retornar na sexta-feira. O Mike passou na rodoviária de vân e me buscou junto com o Sean. Demos uma carona para o australiano até o aeroporto, e depois seguimos para Puerto Natales (6 horas de viagem). Tivemos alguns problemas na imigração argentina porque o oficial estava duvidando da veracidade do passaporte do MIke. Após muitas conversas conseguimos seguir até imigração Chilena, que passamos rapidamente. Puerto Natales é uma cidade muito pequena, é o ponto base para conhecer o parque Torres del Paine. Estavamos foram de temporada e por este motivo parecia uma cidade fantasma, muito vento e muito frio. Fomos diretamente ao hostel que localizei na internet quando estava em Chalten ainda. Estava completamente vazio, acredito que eu e o MIke eramos os únicos hóspedes do local. O dono estava nos aguardando e foi muito gente em nos auxiliar com todas as informações que precisavamos sobre Torres Del Paine. Reservamos o motorista para o dia seguinte, e alugamos o "hiking sticker" e os "grampones". De acordo com o dono do hostel, 90% das trilhas do parque estariam fechadas, inclusive provavelmente teríamos dificuldade em adentrar visto os guardas que se encontravam nos "check points". Entre mortos e feridos, tudo estava pronto para o dia seguinte. O motorista agendado para 7horas da manhã e todo o material alugado. Somente para fins de valores, pagamos o valor de 10.000,00 pesos chilenos pelo transporte. 02.09 Acordamos conforme haviamos combinado. O motorista atrasou alguns minutos mas logo já estaríamos na estrada a caminho do tão esperado Torres del Paine. Rodamos por volta de 2 horas quando paramos em uma guarita. Entramos, conversamos com os guardas e falamos conforme sugerido durante o caminho: "estamos indo somente para conhecer as torres de longe". Neste ponto, é necessário pagar uma entrada no valor de 30.000,00 pesos chilenos. Mais alguns minutos e chegamos na base, onde os carros ficam estacionados e onde se dá o ínicio do trecking. Felizmente para nossa sorte, em poucos minutos após nossa chegada, encontramos a americana que haviamos conhecido em El Chalten, e ela estava acompanhada de um guia VIP até o mirador das torres. Gostaria de abrir aspas nesta narração. Preciso confessar que estre trecking foi uma das atividades mais difíceis que já fiz em toda minha vida. Se soubesse o que estava nos aguardando, provavelmente teria declínado o convite hahahaha. Enfim, partimos eu, meu parceiro Mike, a americana e seu guia. Apenas 14 kilometros nos aguardavam até o ponto do mirador. Não vou narrar todo o caminho, pois quero mante-los acordados durante a leitura deste relato, mas foi realmente muito dificil (repare nas filmagens como estou cansado!). Nem preciso dizer que no final das contas, acabei fazendo todo o trecking apenas com o Mike, dois mortos a caminho do mirador. Após longas horas, chegamos enfim na GRANDE recompensa que nos aguardavam. Fomos ainda abençoados pelo ser maior ao olhar as torres. Estavam elas alí, completamente visíveis e sem qualquer nuvem. Como se estivessem nos aguardando para nos recompensar depois de tanto trabalho. Sabendo que aquelas trilhas são praticamente inacessíveis durante durante o inverno. Esplendido, fantástico! Passamos longos minutos admirando. São momentos como este, como os que eu tive também na America Central (San Blas, Semuc Champey, Roatam Island e etc), ou America do Sul (salar, macchu picchu, chacaltaya e etc) ou em qualquer outra parte do mundo que fizesse refletir a existência da vida, como cada pedacinho foi esculpido a mão... Fizemos todo o caminho de volta, e após mais de 10 horas de caminhada, ao lado do meu parceiro Mike, concluímos o mirador. Que sensação plazerosa! Aproveitei o caminho de volta pra ir na caçamba da 4x4, sozinho, olhando as torres e agradecendo pela bela vivência que presenciei. Retornamos ao Hostel, esse era meu último dia ao lado do grande companheiro que conheci nesta viagem. Nos despedimos e fui dormir, sabendo que no dia seguinte tomaria o ônibus com destino a Chalten, para encontrar outro grande amigo Marcello. 03.09 Acordei cedo, meu ônibus tinha saída previsa para as 8 horas em ponto. Passei pela recepção e me dei conta que não hava ninguem. TInha apenas uma impressão que o ônibus saíria do terminal central da cidade. Caminhei pela rua tentando encontrar um ser vivo, questionei onde era o terminal principal e fui informado que teria em torno de 20 minutos de caminhada. Boa noticia! Chegaria com 20 minutos de antecedência no terminal. Ao chegar no terminal rodoviário, fui ao balcão de informações e pela minha surpresa (e bota surpresa nisso), a senhora que me atendeu disse que desconhecia qualquer ônibus com saída daquele terminal com destino a Chalten, e em contra partida, me informou o nome da rua de sua possível saida. Pedi para ela me chamar um taxi para não perder o ônibus. Entrei no taxi e numa correria só cheguei até a rua da "suposta saída". Caramba! Me dei conta que não tinha pesos chilenos para pagar o taxi, somente 2 notas de U$100 que foi prontamente recusado pelo motorista. Não havia troco! Pedi que me levasse até algum ATM para sacar o dinheiro da corrida, me faltava 10 minutos para a chegada no ônibus, e ao chegar no ATM não conheci sacar qualquer centavo com meu cartão do santander. O desespero tomou conta de mim. Se eu perdesse esse ônibus, não conseguiria tomar o vôo no dia seguinte. Não havia mais opções de ônibus com destino a Chalten até o ínicio da proxima semana. Devo realmente ser uma pessoa abençoada. O motorista notando minha preocupação e minha sinceridade com a situação, me deixou na rua onde o ônibus passaria e não me cobrou um centavo. Que Deus o abençoe! 7:55, 7:59, 8:05 e nada do ônibus! Perguntei a um gari se ele sabia de algum onibus que pudesse passar naquela rua, e ele desconhecia qualquer! Novamente o desespero começou a tomar conta de mim. Simplesmente do NADA, uma caminhote para na calçada e um homem de média idade sai do carro praticamente gritando questionando o que eu estava fazendo lá! Praticamente me agarra com mochila e tudo, pede pra eu entrar no carro e sai no transito de Puerto Natales como um piloto de fuga. Eu não estava entendendo praticamente nada, mas naquelas circustâncias, não me restava muitas opções. Sua filha estava no banco do passageiro, e ele não parava de argumentar em um espanhol muito rústico e rápido, como eu poderia estar aguardando o ônibus alí. Como eu era estupido! Ele me leva até o terminal de ônibus, aquele que havia chegado, onde a mulher me deu uma informação equivocada, e o ônibus estava alí, apenas me aguardando. Mal pude entender a situação ou até mesmo agradecer aquele anjo, pulei para dentro do ônibus, suando frio, e o veículo partiu a Chalten. 04.09 -> 05.09 Passei os últimos dias no Hostel de meu amigo Marcello, aproveitando a sua hospidalidade e gentiliza. Fizemos "assado", tomamos vinho e conversamos muito. Sempre com a presença da lagoa de Calafate no horizonte. O Shuttle passou para me buscar no Hostel. Embarque para Buenos Aires onde tomei a conexão de volta a São Paulo. Esta foi mais uma aventura! Agradeço a todos pela paciência dos que chegaram até aqui. Será um prazer responder qualquer pergunta que houver. Peço desculpas por qualquer informação equivocada, por qualquer erro de português (não revisei o texto rsrs)... Avante amigos! Segue os videos da Go Pro Brincando de Snowboarding Perito Moreno Estrada Chalten para Calafate Torres Del Paine (trilhas e mirador) E BACKPACKER NA PELE Forte Abraço Gabriel Turano
  2. Fala Pessoal Lamento pela demora. Aos que precisam da planilha, peço por favor me encaminhar email no endereço abaixo: [email protected] Estou terminando meu relato da Patagonia e em breve compartilho com vocês. Abraços Gabriel
  3. Oi Gente Enviei a planilha por email para todos que me pediram! Qualquer dúvida ou problema pra visualizar me avisem. Abs
  4. Mochileiros Boa noite! Peço desculpas pela demora em responder os pedidos quanto ao envio da planilha, estive completamente fora do "ar" durante este tempo. Amanhã no primeiro horário vou reverter com todos Vocês. Aproveito também para agradecer pelas visualizações e pelos comentários. Abraços Gabriel Turano
  5. Oi Pessoal Obrigado pelo feedback de vocês \o/ Gabi: claro, amanhã no primeiro horário te mando! Nando: enviei os detalhes em mensagem privada. Abs Gabriel
  6. Olá Igor Obrigado amigo! Enviei no seu email. Qualquer dúvida me avise. Abs Gabriel Turano
  7. Victor / Marin Enviei a planilha por email. Qualquer dúvida pode me questionar. Abraços e espero que seja de utilidade. Gabriel
  8. Pessoal Agradeço pelos comentários. Super bacana dividir isso e o mais importante, ser útil para consultas. Realmente não consegui anexar a planilha de custos, mas me passe o email que mando com o maior prazer . Abs Gabriel
  9. Valeu Raffael Caso precise de alguma informação adicional será um prazer em te ajudar. Forte abraço Gabriel
  10. Caros Mochileiros Enfim estou tomando coragem para compartilhar todas as informações a respeito do meu mochilão para a America Central. Confesso que muito dos detalhes consegui através deste site, portanto não poderia deixar de retribuir este imenso favor que o mochileiro me fez. Em 2012, fiz um mochição a lá “solo trip” para America do Sul. Outro mochilão do qual praticamente todas as informações foram retiradas também deste site e espero me redimir com este relato da viagem. INFORMAÇÕES GERAIS (AMERICA CENTRAL) A viagem foi feita junto com um grande amigo meu, diria que um irmão que não é de sangue, porém que sempre esteve presente em minha vida. Me chamo Gabriel, e este meu amigo Gustavo, ambos possuem 25 anos e optamos pela América Central pois anos antes havia feito um curso de espanhol na Costa Rica e havia gostado muito da região. No nosso entedimento esta é uma viagem de dificuldade média. Nos locomovemos basicamente pelo transporte rodoviário, que em determinados países ainda é muito precário. É possível viajar com pouco dinheiro, tudo é muito barato e negociável. As pessoas, em geral, são simpaticas e sempre dispostas a ajudar. Nos programamos para a viagem coletando todas as informações como horários, custos, o que fazer, e blah blah blah, 6 meses antes de iniciar a nossa trip, que durou 24 dias em sua totalidade. Em geral a viagem foi íncrivel, conhecemos figuras muito interessantes rs, paísagens que nos fazem acreditar que deve exister algo além da vida. INFORMAÇÕES (países) Panama: País me surprendeu muito. Muito desenvolvido e com uma boa estrutura para os mochileiros. Também muito acessivel quando falamos em relação aos preços. Sua moeda local se chama Balboa, no entanto não existem notas de “papel”, o balboa possui o mesmo valor que dolar americano (1balboa = 1 dolar) e só existem moedas, as notas utilizadas é o dolar. Nicaragua: Infelizmente é o país mais pobre da América Central. As pessoas vivem praticamente na miséria e tivemos alguns problemas no qual serão relatados em seu devido momento. Porém existem lugares maravilhosos que, na nossa humilde opinião, vale muito a pena conhecer. Tudo é extremamente barato, é possível comer bem com U$2. Segue uma referência: U$1 = C$ (Cordoba) 25 Honduras: Apesar do alto índice de criminalidade, não tivemos qualquer problema e a parte turistica possui uma boa estrutura para os viajantes. Também muito barato. U$1 = L(lempira) 20 Guatemala: Fomos positivamente bem surpreendidos. Excelente infraestrutura e população muito simpática e amorosa. Paisagens sensacionais e momoráveis. U$1 = Q (Quetzal) 7 Belize: Ponto alto da viagem. Pouquissimas pessoas, fora os mochileiros rs, ouviram falar deste destino e frequentemente me pego lembrando dos momentos maravilhosos deste país encantador e pouquissimo (ainda bem) conhecido por turistas. Único páis da america Central que utiliza o inglês como lingua nativa e sua moeda o belize dollar: U$1 = BZ2 Schedule Excel anexo. Panama: 4 dias Nicaragua: 3 dias Honduras: 5 dias Guatemala: 4 dias Belize: 5 dias Panama (retorno): 3 dias Total: 24 dias TRANSPORTES Guarulhos -> Panama City (copa airlines R$2100) Panama City -> Guarulhos Belize City-> Panama City (R$1000) Todos os trechos internos foram feitos através das seguintes empresas: Panama City -> Nicaragua -> Honduras (Tica Bus – http://www.ticabus.com) Honduras -> Guatemala (Hedmanals - http://www.hedmanalas.com/tarifashedman.html) RELATO 01.03.2013 (Sext-feira) O que conhecemos? Canal do Panama , Casco Viejo, All Brook e San Blas. Saimos do aeroporto de Guarulhos com destino a Panama City pela companhia Copa Airlines. Tivemos um vôo tranquilo, apesar da minha poltrona não estar inclinando . O vôo estava relativamente vazio, o que me (graças a deus) permitiu trocar de poltrona após a decolagem. O vôo em média dura em torno de 6h:30m, e fomos capotados durante toda a viagem. O Gustavo somente acordava para comer, beber e ir ao banheiro (as vezes!!!). 02.03.2013 (Sábado) Chegamos por volta das 6h:30 da manhã. Passamos tranquilamente pela imigração, com direto as hábituais perguntas dos oficias: e o carnaval? Futebol? Samba? Eles possuem uma certa simpatia pelos brasileiros!! Hahahhaal. Após sair do aeroporto, pegamos um taxi com destino a Casco Viejo, é a parte velha da cidade do panama, a grande maioria dos mochileiros seguem para este local. Tinhamos a intenção de nos hospedar no famoso e badalado Luna’s Castle, porém estava completamente cheio e não tivemos outra opção a não ser procurar outro hostel. Descendo a rua deste hostel, existe uma outra opção chamada White Lion, é bem simples e possui quartos individuais. Ficamos no quarto com outras 6 pessoas e pagamos algo por volta de U$15/dia. Assim que chegamos no Hostel, já tratamos de reservar o passeio para o arquipélogo de San Blas. Fechamos diretamente pelo hostel que possuem acordo com á unica empresa autorizada para os passeios (LAM TOUR) no mesmo dia que chegamos, pois estavamos com o schedule corrido. Neste dia fomos conhecer o canal do panama. É muito facil chegar até lá, somente precisa pegar um onibus até a estação Allbrook (basta subir a rua do hostel até um calçadão cheio de lojas e caminhar até uma grande avenida onde passam os onibus) e de lá pegamos o diablo rojo (onibus escolar americano cheio de enfeitas, imperdivel!!) que passa em frente ao canal do Panama. Descemos do diablo rojo e caminhamos sentido ao canal e sua estrutura. Infelizmente não tivemos tempo de esperar o navio que estava programado a passar pelo canal (2:30pm), mas conhecemos o museu e uma espécie de simulador de um navio passando pelo canal. Ficamos em torno de 2h voltamos. Para retornar todos os onibus que passavam estavam cheios e ficamos sem carona!!! do nada passa uma van businando oferecendo carona até a estação allbrooks e nos cobrou apenas U$2 pela viagem!!!!! Entretanto ele parava a cada 100m para recolher mais e mais e mais passageiros, no final contabilizamos pelo menos U$30 dolares pela viagem rsrs. A noite fomos comer em uma pizzaria em Casco Viejo e fomos dormir pois estavamos muito cansados e partiriamos cedo no outro dia sentido a San Blas. 03.03.2013 – 05.03.2013 (San Blas) Valores: U$60 (transporte) Impostos (ilha) U$12 barco ida e volta (U$30) diária na ilha (U$25) San Blas é um arquipelogo de mais de 100 ilhas dominadas pelos indios Kuna Yala. É um dos lugares mais belos que estive, a agua é de um tom azul turqueza e quando reflete com o ceu se torna em algo unico! As 5am o motorista da Lam Tour passou no hostel para nos recolher em uma 4x4 (que se tornaria eternamente necessária!!). Ele passou em outros hostel e seguimos para o “escritório da Lam Tour). Neste momento cada um escolheu a ilha que ficaria, nós optamos pela Chichime Island que é a mais distante e uma das que possuem menor espaço porém uma das mais bonitas. Após as breves intruções seguimos para o mercado, que fica exatamente no mesmo local do escritório. Pessoal aqui vai uma dica, levam snacks e muita agua, pois os suplementos na ilha são escassos e a comida pra quem “bate forte” não alimenta nem um pardal hahaha. DICA: não é possivel levar o mochilão, portando tenham em mente em levar uma segunda mala de mão para colocar apenas o necessário. O mochilão deixamos no hostel porém é possivel deixa-los no escritório da Lam Tour. Em torno das 11am seguimos para San Blas. São 2 horas de 4x4 em uma estrada que parece uma cobra enrolada e mais 1h em um barco de papel (considerando Chichime island). Gente, aqui vai outra dica, pra quem tem estomago fraco que nem eu, trate de levar pelo menos 10 cartelas de dramin. Fui no banco da frente e na metade da viagem comecei a passar mal, sério, é horrivel a estrada. Junto da gente tinha mais 2 casais chilenos, e ambos aos descer no “pequeno porto” tiveram que ser socorridos pois mal se aguentavam em pé. Só uma ressalva, não esqueçam o passaporte pois durante a viagem de carro é necessário passar pela imigração dos indios. Após a viagem do carro, você desce em um pequeno porto e cada turma segue em uma canoa com motor para determinadas ilhas. Aqui vai outra dica, procure sentar nos primeiros assentos – essa vale ouro-. Sentamos nos ultimos assentos e confesso que não consegui abrir o olho durante 1h pois era tanto agua batendo no rosto que parecia que estava debaixo de uma cachoeira. Quando chegamos na ilha ficamos pasmos com o que estavamos vendo. Não era possível que algo tão lindo assim era tão desconhecido da população, talvez por isso que seja tão lindo! Dormimos em redes dentro de cabanas com o chão de areia. Passamos os 2 dias curtindo o visual e desfrutando a ilha. Conhecemos uma grande figura na viagem aqui, um austriaco chamado Simon, ele estava curtindo sua vibe a alguns meses revezando entre ilhas. Na primeira noite ficamos acordados conversando, com o som do mar ao fundo e acima de nós o céu completamente estrelado. Esse cara foi uma grande figura e muito engraçado, tinha teorias sobre vida muito interessante e somente em viagens assim podemos conhecer pessoas como ele. Também conhemos a Franchescas, outra figura que buscava paz interior na nas ilhas de San Blas. Descobrimos que estavamos no mesmo hostel em Casco Viejo e durante o dia que se seguiu fizemos várias atividades juntos. Dormir com o barulho do mar praticamente batendo na cabana foi uma esperiência única, e aprendemos a valorizar como coisas simples podem nos tocar. No outro dia, acordamos com uma surpresa. O prefeito de Panama City havia solicitado que todas as ilhas fossem evacuadas, pois o tempo estava muito instavel e havia grande perigo para as embarcações. Conversando com os índios, eles disseram que isso era algo muito raro. Ficamos triste por partir tão cedo, mas por se tratar de uma questão de segurança achamos melhor pegar a primeira carona para o porto. Gente, essa viagem até o porto foi sinistra! O mar estava muito agitado, e a canoa parecia um papel andando pra lá e pra cá e o “capitão”, indio de sunga , estava com uma cara de preocupado. Enfim, chegamos ao porto sã e salvos portanto aqui se seguiu outra grande aventura, que somente mochileiros experimentam. Havia 1 jipe apenas nos aguardando e estavamos em 8 pessoas (2 casais chilenos, 1 holandes e eu e o Gustavo). Demos prioridades ao casal, confesso que foi uma das piores decisões de nossas vidas, e eles seguiram para a cidade do Panama e nos ficamos aguardando pelo segundo jipe. O jipe deles sairam por volta das 3pm, e ficamos sentado juntamente com os mosquitos esperando o proximo jipe. 4m, 4h30m, 5h, 5:30 e um dos indios que estava no porto nos informou que o 2 jipe não chegaria, e recomendou que fossemos dormir em algum ilha por questão de segurança. Não pidemos aceitar pois haviamos comprado a passagem na TicaBus para o dia seguinte rumo a Nicaragua, ficamos preocupados pois não havia sinal de celular e nenhuma informação quanto ao jipe. Optamos por aguardar, e ficamos sozinhos ao escurecer, sem nenhuma iluminação e sendo comido vivos pelos borrachudos. As 9pm, com uma luz que vinha de um breu gigante, apareceu um jipe com um motorista muito gente boa e que dizia que ele não sabia que havia mais pessoas agurdando. Dormimos durante a viagem toda, pois estavamos exaustos! Havia sido um dia de muita aventura hahahaha. Chegamos no hostel, arrrumos o mochilão e fomos dormir para no outro dia levantar e ir até a estação all brooks tomar o onibus para a Nicaragua. 05.03.2013 O que conhecemos? Rivas, Isla Ometepe e Managua Panama City -> San Jose -> Rivas Uma das viagens mais cansativas durante toda trip. Foram quase 30h de viagem entre Panama City e Rivas. Saimos em torno das 11am de Panama, passagamos pela imigração durante a madrugada e chegamos em San Jose (Costa Rica) as 3am. Tivemos que descer e dormimos algumas horinhas dentro do terminal da TicaBus (seguro e confortavel). Tomamos a conexão para Nicaragua e seguimos com destino a Rivas. Durante o caminho ocorreu uma fato muito engraçado, o onibus parou na estrada e uma atendente do MC entrou distribuindo big mac para o “almoço”. Devo comentar durante todo o tempo meu amigo Gustavo dormiu! Dormiu! E dormiu! Resumindo, chegamos dia 06 em Rivas. Descemos na estrada e pegamos um tuk-tuk. Acordamos o preço de U$10 para nos levar para almoçar e depois até o porto de San Jorge, que está localizado a 10 minutos da cidade de Rivas. Não recomendo taxi, pois é só descida e os tuk-tuk são bem baratos. Aqui vão alguns preços: Tuk-tuk: U$10 Ferry: U$20 (ida e volta) Bem, vamos lá! A isla Ometepe é divida em 2 partes. Existem 2 vulcões ativos na ilha, o volcano Madeiras e o Concepción. Ficamos em Moyogalpa, que fica extremamente perto dos princípais pontos turiscos, são eles: Chaco verde e Ojo d’agua. Como chegamos tarde em Isla Ometepe, optamos por dar uma volta pelas ruas proximas e aproveitar para comer, pois havia dias que não tinhamos uma refeição. Conhecemos o dono de um restaurante chamado Jorge (fica localizado na rua principal de esquina), muito simpático e atencioso. Impressionante como a moeda (cordoba) local é extremamente desvalorizada perante ao dolar. Com apenas U$3 é possivel ter uma refeição completa com bebida. Digo ainda que foi uma das melhores refeições que tivemos durante a viagem. Ao chegarmos na ilha, fomos abordados por uma idiota que alegou ter as melhores motos com os melhores preços e com o melhor hostel da ilha. Gostaria de mencionar o nome, porem infelizmente esqueci. Vou tentar descrever ao maximo para que Vocês não tenham o mesmo problema que nós tivemos. Quando descerem na ilha haverá varios locais aguardando o barco atracar para abordar os turistas e oferecem hóteis, hostel, passeios, motos e etc. No nosso caso, havia uma mulher (irmã desse ladrão!) com uma scooter com uma placa escrita “se anquilla” (aluga) e prometeu os melhores valores da ilha. Ficamos interessados pois além da moto, ela disse que também tinham um hostel com ótimos preços. Como não tinhamos reserva seguimos ela até o tal prometido hostel com a promessa de alugar a scooter/moto no proximo dia com desconto. O hostel em si possuia boas condições: banho quente, quarto privativo, área de lazer, wi fi e etc. Este dia ficamos descansando para conhecer os lugares que tinhamos em mente no proximo dia bem cedo, com a ajuda da moto. 07.03.2013 Neste dia acordamos bem cedo, fomos até o bar do seu José para tomar um café e logo em seguida partimos a loja das motos, que ficara apenas 1 quadra do hostel. Ao alugarmos, deixamos um “bound” de U$100 para garantir qualquer problema que tivessemos com a moto. Eu aluguei uma cross (125cv) e meu amigo alugou uma scooter (50cv) e tiramos várias fotos para evitarmos problemas. Saimos em direção ao Chaco Verde e Ojo d’agua. Rodamos menos de 5km e já fomos parados por uma “blitz” que tentou cobrar proprina ao dizer que o documento não estava em dia. Não caimos na conversa e voltamos para a loja uma vez que os policiais não nos deixaram passar. Ao chegar na loja trocamos apenas o documento mantendo as mesmas motos e ao passar na blitz não tivemos qualquer problema!!! No caminho paramos para tirar foto com o volcano concéption ao fundo que tras uma bela vista e novamente fomos parados por outra “blitz” e dessa vez tivemos que pagar C$50 com a desculpa que esse dinheiro era revertido para as crianças que viviam na ilha (absurdo!!!!). Chegamos em Chaco Verde e não achamos nada demais, o mirador até que é legal pois você tem uma visão ampla da ilha, mas não perdemos mais do que 30minutos lá e seguimos para Ojo’dagua. No caminho a scooter do Gustavo começou a dar problema, morria toda hora e não havia bateria para liga-lá. Ficamos um bom tempo parado na estrada tentando ligar mas não adiantou! Peguei minha foto e fui até os policias pedir ajuda e eles ligaram para o Ladrão que avisou que estaria a caminho, quando retornei ao Gustavo a moto havia ligado e ligamos novamente ao dono da loja avisando que a moto funcionou e não precisaria vir até o local. Quando chegarmos na reservca Ojo D’agua tivemos que pagar uma taxa para poder acessar. Esse lugar sim vale muito a pena conhecer, a gua possui um tom verde esmeralda e é ótimo para nadar e relaxar. Havia muitos gringos deitado lendo, outros nadando e etc. Curtimos a tarde lá e fomos pegar as motos para retornar. De novo a moto do Gustavo não ligava e fomos avisados pelo homem que estava no estacionamento que este cara sempre fazia isso com os clientes, assim não tendo que devolver o “bound” pago como garantia. Desta vez a moto realmente não ligou e tivemos que chamar ajuda. Ele chegou com uma nova bateria e então pudemos retornar. Assim começou a confusão, ele não quis devolver os U$100 dizendo que a bateria foi entregue em perfeitas condições. Ficamos indignados e fomos até a delegacia de policia que ficava na rua debaixo e tentei dialogar com o policial que informou que nada poderia ser feito, pois eles não tinham prova de que a bateria estava ok!!! Passamos muito raiva e o José (do restaurante) tentou nos ajudar, dizendo que este cara era um ladrão e sempre fazia isso com as pessoas. Enfim, não tivemos o que fazer e tomamos o prejuizo de U$100 que daria pra passar pratcaimente 1 mês na Nicaragua. Retornarmos ao Hostel que era do dono da Loja e ele não quis que nós ficassemos lá e nos devolveu o dinheiro da diária. Pegamos nossas coisas e fomos para um hotel muito legal que fica localizado na rua principal. Passamos o resto da tarde descansando e tomando umas biritas para acalmar os animos rs. 08.03.2013 Pegamos o ferry por volta do meio dia para retornar a Rivas. Ao desembarcar pegamos um taxi até a loja da Ticabus para comprarmos bilhete de Managua para San Pedro Sula. Ao comprar o bilhete estava passando o onibus público para Managua, corremos e pegamos ele! Onibus estava totalmente lotado e com um som ambiente muito alto hahaha. Fomos durante 2h 30m em pé dando muita risada até a capital da Nicaragua. O motorista nos deixou em um posto de gasolina que era menos perigoso. Ao descer não tinhamos direção e vimos um hotel do outro lado da avenida. Chegamos no hotel e o dono muito simpático nos ofereceu carona até o terminal da TicaBus que ficava do outro lado da cidade. Demos U$10 pela carona e descemos no terminal onde nos hospedamos em um pequeno hostel na frente da Ticabus, pois o ônibus sairia as 4:30 com destino a San Pedro Sula. O video abaixo mostra uma pequena brincadeira de meu amigo Gustavo no onibus de Rivas para Managua. 09.03.2013 Passamos esse dia na estrada fazendo a seguinte rota: Managua -> Coban -> San Pedro Sula > LA Ceiba. Desembarcamos em San Pedro Sula no final da tarde no terminal da cidade. Corremos no terminal inteiro para pegar o onibus da Handmanalas que estava saindo com destino a La Ceiba. Ficamos mais 3h dentro do ôonibus totalizando quase 20h de viagem. Chegamos em La Ceiba perto das 10pm e pegamos um taxi até um hotel na cidade para dormimos em razão de pegar o ferry no outro dia cedo. 10.03.2013 -> 13.03.2013 Acordamos cedo e pegamos uma carona com o irmão do dono no hostel que nos deixou na empresa Galaxy Wave (ferry – roatanferry.com)). Compramos nosso boleto com partida as 9:30am com destino a Rotan (ilha mais barata das 3 e onde os mochileiros costumam ir). Pessoal aqui vai uma grande dica. Pra quem tem estomago fraco, que é meu caso, sugiro tomar dramin pois a viagem é extremamente pesada. O barco apesar de ser grande ele mexe muito e muita gente passa mal, ou seja, as vezes você acaba vomitando por osmose hahahha. Aqui vai uma dica, sugiro ficar em pé na escada onde tem bastante vento e de maneira alguma ficar dentro do espaço reservado. A viagem dura em torno de 1h e cheguei com o estomago no cerebro. O Gustavo até que se saiu bem na IDA! Ao chegarmos pegamos um taxi para o lado oeste da ilha (West End) onde os preços são mais acessiveis e há boas acomodações. Conseguimos uma pousada de frente ao mar, só para ter idéia o wi fi funcionava na areia. Passamos os outros 3 dias na ilha curtinido as praias, fizemos mergulho com uma das centenas de empresas que possuem nesta parte da ilha, caiaque, snorkeling e etc. As 14.30 do dia 13.03 pegamos o ferry com destino a La Ceiba. Ficamos em um hotel proximo do terminal onde os onibus da Hendmanalas iria nos pegar no dia 14.03 as 5:30 com destino a Antigua, Guatemala. 14.03.2013 Passamos o dia dentro do onibus com destino a Antiga via Cidade da Guatemala. Chegamos por volta das 8pm na cidade de Guatemala para pegarmos uma Van com Destino a Antigua que está apenas a 50minutos. Antigua é antiga capital da Guatemala que foi destruido por um terremoto. A cidade possui uma arquitetura conteporanea e é muito gostosa. Existem varios restaurantes, lojas, escolas de espanhol e etc. Ao chegar no hostel já reservamos o passeio para conhecer o Vulcão Pacaya. 15.03.2013 Acordamos cedo e fomos até o banco trocar dinheiro e depois comprar algumas lembranças. No inicio da tarde a van passou para nos buscar no hostel. Seguimos ao vulcão Pacaya que foi uma experiência excelente! O nivel de dificuldade é alto pois varias pessoas do grupo tiveram que voltar de ambulância (cavalo hahaha). Ao chegar na reserva o guia nos recepcionou e passou as primeiras instruções. Seguimos na trilha ingrime em torno de 1h 30m com algumas paradas para descansar. Uma boa bota aqui é imprescindivel devido as pedras e ao terreno. Chegamos no mirador e tiramos ótimas fotos com o lindo vulcão Pacaya no fundo (foi este vulcão que detonou com Antigua). Depois de tira as fotos seguimos ao pé do vulcão para assar mashmellow no vapor das pedras vulcanicas. Muito legal esse passeio apesar de ser cansativo. Retornamos ao hostel e já compramos nosso transporte até Lanquin (12h de viagem). Dormimos cedo pois levantariamos muito cedo no outro dia. 16.03.2013 Day OFF. A Van nos buscou logo cedo no hostel e fomos para Lanquin. Viagem muito cansativa devido a estrada, ao pouco espaço dentro da van para alocar as pernas e pelo tempo de viagem. Chegamos no final no dia em Lanquin e ficamos no Hostel El Retiro pois havia lido bons relatos a respeito. Existem um rio que passa pelo hostel e Você dorme em Bangalo. Na parte de cima do bangalo havia 2 camas apenas e portanto ficamos com o espaço todo. Já reservamos o passeio para Semuc Champey e ficamos descansando no hostel neste dia, tomando cerveja e comendo. 17.03.2013 Logo cedo seguimos para Semuc Champey. O guia nos buscou no com uma pickup bem velha (pau de arara) e colocou todo mundo na caçamba. Engraçado que durante o caminho toda hora subia crianças, adultos e velhos para pegar carona. O passeio é maravilhoso e indico para todos. O passeio acontece da seguinte forma: 1) O guia entrega velas e seguimos caverna a dentro com a agua no pescoço e muitas vezes não dava pé. A caverna é muito escura e sem a iluminação da vela não é possível ver nada. O grande problema é as pedras que ficam no fundo pois ao mexer o pé Você acaba batendo e cortando. Dificuldade média/alta. 2) Após retornar da caverna existe um balanço com caida para o rio. A parada é muito rápida e tem que pular no momento certo. Teve um brasileiro que caiu de barriga e quase morreu hahahahha. 3) Após todos pularem o guia entrega boias e você desce corretenza a baixo relaxando apenas. 4) Pausamos para almoço e depois seguimos para o mirador de Semuc Champey. 5) A subida até o mirante é muitoooo cansativa. Dá 40 a 1h de súbida no entanto é muitoo ingreme! Tem gente que sobe em 2h. Subimos revezando a mochila porque é pesado a subida. 6) O mirador é maravilhoso, é possivel ver as piscinas naturais fechada pela floresta. Realmente vale muito a pena subir!! 7) Descemos até as piscinas e ficamos em torno de 2h relaxando e curtindo. O passeio dura o dia todo e voltamos para o hostel no final do dia. Ficamos anoite bebendo, comendo com um casal de brasileiros que conhecemos. Também reservamos nosso transporte para Flores, divisa com Belize. Somente para ter uma idéia da altura que devemos pular no rio . Confesso que dá muito medo, principalmente em saber que após a partida não é possivel retornar, caso contrário Você dá de costas nas pedras Quase quebrei meu braço pois ficou preso na corda haha 18.03.2013 Saimos de manhã e a viagem durou em torno de 8h até Flores (Hostel: Los Amigos). Chegamos no hostel e ficamos descansando pois no outro dia cedo viajariamos até Belize City (4h de viagem). 19.03.2013 Acordamos cedo e descemos até a rua debaixo para pegar o bus até Belize City. A viagem foi bem tranquila e é necessário pagar U$50 na fronteira. O bus para exatamente onde saem as lanchas para as ilhas (Cayer Caulker, Merida e etc). Descemos e já compramos o boleto de ida e volta para Cayer Caulker. A viagem gira em torno de 40 minutos e se Você der sorte de pegar a lancha com a parte do fundo aberta vale muito a pena ficar olhando a paisagem lá de fora. A cor da agua é azul turquesa e reflete a cor do céu, lindo mesmo! Cayer Cauker é uma ilha que não possui nem carro, só transita carrinhos de golf devido ao seu tamanho. È muito turistico e só há gringos nela. A Ilha deve ter uns 4km de comprimento por 1km de largura. O lugar é maravilhoso onde o reggae impera! Praias maravilhosas e varios lugares para fazer snorkeling. Ao desembarcar não tinhamos hostel reservado e conhecemos um local muito simpático chamado James. Ele nos levou em vários hostel/hotel para conhecer e decidimos ficar no hostel ChineTown (recomendo!!!). O James não cobra nada, os hóteis pagam uma comissão diretamente a ele. Aproveitamos o James e reservamos o passeio de snorkel e mergulho com os tubarões para o dia seguinte. Aproveitamos a tarde para conhecer a praia e aproveitamos para nadar. Também tomamos cervejas e curtimos o por do sol da ilha. 20.03.2013 Também levantamos cedo e pegamos o barco para o passeio (full day). Realmente vale MUITO A PENA. Está tudo incluso (cerveja quente, refrigerante e comida). O veleiro seguiu para mar adentro e fizemos 3 mergulhos, sendo 1 deles com tubarão. É impressionante a quantidade de peixes coloridos, ráias e a vida marinha em si. As raias e tubarões passam do seu lado como se você não estivesse ali. Após os 3 mergulhos voltamos com o veleiro apenas sendo conduzido pelo vento e vimos o por do sol de dentro do mar. O passeio foi muito gostoso e proveitoso. Na janta compramos macarrão e fizemos na cozinha coletiva do hotel. Eu fui dormir enquanto o Gustavo saiu com uns brasileiros que ele havia conhecido.(gustavo escrevendo) Fomos para um “bar balada” na rua de tras fazer um “esquenta” e depois fomos para uma outra balada chamada Ocean Dive, aonde curtimos bastante. Depois de uma noite bastante badalada fui para o Hostel dormir, aonde o Sr. Gabriel já estava dormindo feito uma criança. 21.03.2013 Passamos o dia curtindo praia e sol. Anoite fizemos novamente a macarronada e compramos cervejas no mercado para tomar no hotel. Ficamos até tarde bebendo e confesso que ficamos malucos esse dia. Saimos em busca de algum agito porém estava tudo fechado. Voltamos e dormimos (bebados). 22.03.2013 Combinamos com o James que um colega dele iria nos buscar no terminal em Belize City para nos levar até o aeroporto. Pegamos a lancha no inicio da tarde e o amigo do James já estava nos esperando. Seguimos para o aeroporto e embarcamos para Panama City via El Salvador. Chegamos anoite no aeroporto interncional e pegamos uma van para para o Mammallena. Abaixo segue o video do retorno de Cayer Caulker para Belize City. Fiquei o tempo todo na parte de fora do barco admirando a agua turquesa durante o retorno. Realmente são lugares assim que nos fazem pensar em como somos previlegiados em viver. 23.03.2013 -> 25.03.2013 Ficamos esses dias fazendo compras no All Brook e curtindo o hostel até voltar para o Brasil. FIM Valeu pessoal. Abs! Gabriel Turano
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