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edustefanini

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  1. edustefanini

    Galápagos

    Galera, beleza? Mandei ver o relato da minha trip à Galápagos neste link aqui: reveillon-em-galapagos-nove-dias-em-santa-cruz-isabela-e-bate-e-volta-ate-floreana-atualizacao-4-0-t108098.html
  2. Aguarando a continuação, ansiosamente!!!! haha Vou pra lá em outubro! Poderia colocar os valores de acomodação, aproximadamente? Abraço, Priscila No meu post irei separar uma parte só para falar disso, mas já te adianto uma coisa, não precisa ficar pilhada em reservar antecipadamente pela internet, é sério. Descobrimos isso quando chegamos lá, só que nossa preocupação era por conta da época que fomos, última semana do ano e não queríamos correr o risco. Só para você ter ideia, nesta época que fomos, eles nem estavam com plena ocupação e havia uma oferta de hospedagem muito grande. É possível negociar bastante lá, pois reservamos a um preço de 60 USD por casal pelo booking.com, só que ao chegarmos lá tivemos condições de cancelar uma das reservas e pagarmos 30 USD para o casal num outro hotel.
  3. O trecho entre Cunha e Paraty conta com aproximadamente 50 km, no entanto, há uma parte desta estrada que não está pavimentada e garanto que é um perrengue danado passar por lá com carro de passeio. Link para mais infos: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/2014/07/1486707-pavimentacao-da-estrada-paraty-cunha-deve-facilitar-acesso-as-cidades.shtml Este tb: http://www.paraty.com.br/blog/estrada-paraty-cunha-situacao-em-24082014/
  4. Marquem este tópico aí, pois vou atualizá-los aos poucos! Estou redigindo-o durante o expediente hehehehehehe
  5. Senhores, bom dia! Dei uma enrolada, mas cá estou para compartilhar nossa experiência (minha e de amigos que me acompanharam) neste paraíso. Primeiramente, agradeço fortemente a página do Melhores Destinos por sempre proporcionar promoções incríveis como esta. O custo da passagem aérea foi de aproximadamente R$ 1.700,00, numa promoção que rolou no mês de Maio do ano passado, se não estiver enganado. Quando informei dois casais amigos sobre a promoção e a possibilidade de viajarmos na semana entre o Natal e o réveillon, ninguém titubeou e compramos na hora. Dispensarei uma redação sobre o quão belo e único é Galápagos, pois, acredito que todos que navegam neste fórum estão super calejados quanto ao tema, focarei nas impressões que tive e nos custos. ================================================================================================================================================== PARTE 1 - OS VÔOS DE IDA E VOLTA Embora o preço adquirido pela passagem tenha sido super atraente considerando o destino, ficamos um pouco insatisfeitos com o serviço de informações que a cia. aérea TAME prestou aos passageiros. O bilhete eletrônico informava o seguinte itinerário: Ida: São Paulo - Quito - Baltra Volta- Baltra - Guayaquil - Quito - São Paulo No entanto, o que aconteceu foi o seguinte: O trecho da ida contemplou uma parada no aeroporto de Lima antes de chegarmos na cidade de Quito, uma escala de aproximadamente uma hora para abastecimento da aeronave, assim como desembarque e embarque de novos passageiros. O mesmo ocorreu na volta à São Paulo! Registro este pequeno detalhe, caso comprem alguma passagem aérea com a cia. aérea TAME, para que não tenham nenhuma surpresa no dia do embarque. =================================================================================================================================================== PARTE 2 - ILHA SANTA CRUZ Entre os dias 27/12 - 30/12 e 02/01 e 04/01 ficamos hospedados na cidade de Puerto Ayora, na Ilha Santa Cruz, a principal do arquipélago no que diz respeito à população e infra-estrutura. É recomendado a hospedagem inicial neste local, pelo menos por uma noite assim que chegar em Galápagos. Afinal de contas, o trânsito entre ilhas ocorre somente em dois horários (7h e 15h), sem falar que você provavelmente estará cansado pra chuchu e penso que, tomar uma ducha, comer algo e caminhar um pouco, jamais será uma má ideia após mais de 10h de viagem. Alguns custos na chegada: Taxa no aeroporto de Quito (NÃO DESPACHEM SUAS MALAS ANTES DE PAGAREM ESTA TAXA!) = 10 USD Taxa de ingresso no parque nacional de Galápagos = 50 USD Barco para atravessar até a ilha Santa Cruz = 1 USD Transporte até Puerto Ayora (busão) = 2 USD Opção de transporte para a cidade são os táxis que cobram entre 18 USD ~ 20 USD Na ilha Santa Cruz desfrutamos das seguintes atividades: Centro de criação de tartarugas Charles Darwin, Tortuga Bay, Las Grietas (2x), Bay Tour e a gastronomia local que é muito boa. Aliás, em Puerto Ayora foi onde comemos melhor! Exceto o Bay Tour que teve um custo de 35 USD por pessoa, todas as outras atividades são gratuitas. Aliás, recomendo que o Bay Tour seja a primeira atividade que façam logo que chegar em Galápagos. Vamos dizer que é uma atividade básica de aproximadamente três horas de duração e que leva os turistas para conhecer os arredores da ilha por via marítima. Pontos de parada contemplam uma área para nadar com leões marinhos, uma visita rápida em Las Grietas e um local chamada de "Playa de los perros" que conta com muitas iguanas, leões marinhos, booby traps (aqueles pássaros com patas azuis) e até mesmo tubarões tintoneras podem ser avistados nesta parada. Informo que esta atividade deverá ser a primeira, pois terá um impacto muito maior que nós tivemos (foi a última coisa que fizemos antes de partirmos). Quando vimos uma iguana ao chegarmos, queríamos tirar fotos o tempo inteiro, fazer selfie, rolar no chão com elas... Depois de dias em Galápagos já tratávamos elas como se fossem pardais! POR ISSO, FAÇAM O BAY TOUR LOGO QUE CHEGARAM, COM CERTEZA FICARÃO MUITO MAIS ENCANTADOS!!!! LAS GRIETAS Este lugar é sensacional, uma fenda vulcânica com água cristalina lotada de peixes. Local perfeito para descansar e praticar snorkeling, a visibilidade é perfeita! No entanto, RECOMENDO ir ao local em dias de semana e/ou bem cedinho, pois há uma garantia maior de desfrutar este local com pouquíssimas pessoas. Aos finais de semana, os locais costumam ir lá, principalmente a criançada. NADA CONTRA, mas nossa estada é de curtíssimo prazo, logo, conseguir desfrutar deste incrível lugar sem muvuca é uma experiência muito agradável! TORTUGA BAY Para chegar a Tortuga Bay é necessário realizar uma caminhadinha de cerca de 30 minutos desde o centro de Puerto Ayora. Digamos que é o único local com cara aquela cara de praia que estamos acostumados em nosso litoral que é possível desfrutar na região. Minha afirmação se refere a um ambiente com uma boa faixa de areia, poucas rochas/pedras, com ondas, etc. Há dois ambientes nesta baía, o primeiro é uma praia brava, com uma faixa de areia branquinha enorme e muitas ondas. Dizem que não é recomendável nadar nela, e sinceramente, é um pouco de drama se você não tiver intenção de praticar snorkeling e quiser só tomar um sol, dar um mergulho e pegar uma onda de leve, algo que estamos acostumados nas praias daqui do Brasil. Caminhando até uma das extremidades, haverá uma praia com uma característica oposta, ou seja, mar parado, água com boa visibilidade para prática de snorkeling, contudo, bem mais povoada. Já afirmo de antemão que nossa experiência com snorkeling neste local não chegou perto da qual tivemos na ilha Isabela... CHARLES DARWIN RESEARCH STATION Info by Google: A Estação Científica Charles Darwin, situada em Puerto Ayora, na Ilha de Santa Cruz. Os cientistas utilizam a estação como base para a sua investigação dos ecossistemas terrestres e marinhos das Galápagos. Fundada em 1964, a Estação mantém um das mais completas coleções de História Natural de organismos das Galápagos em todo o mundo, incluindo coleções de vertebrados e invertebrados (insetos) e um herbário (plantas). Este local foi nossa primeira atividade em Puerto Ayora e posso afirmar que ver essas tartarugas gigantescas foi uma experiência e tanto! Ao fim do passeio fomos conhecer uma praia que fica próxima ao local, porém, não é das melhores para banho. MUITAS PEDRAS! GASTRONOMIA EM PUERTO AYORA O custo com alimentação não é elevado, definitivamente. Durante o dia sugiro optar pelo "almuerzo" servido nos restaurantes simples da cidade. Há uma rua com uma concentração destes locais que oferecem refeições por cerca de 4 USD, sendo que, são contemplados os seguintes itens: sopa de entrada, prato principal (geralmente peixe ou frango) e um "suco de balde", relaxa, que aparentemente é natural, contudo, foi engraçado quando me serviram o "jugo del día". Uma "chica" foi até o fundo do restaurante, pegou um copo colocou no balcão e com o auxílio de uma concha, mergulhou-a num baldão e trouxe a tona o sucão. Pode tomar sem medo, fiquei nove dias lá e não tive um piriri sequer! No horário noturno, estes mesmos locais atendem com pratos a la carte a preços convidativos. Cerca de 8 USD ~ 10 USD pratos "comuns" e de 15 USD-25 USD algo mais sofisticado como um peixe chamado BRUJO ou lagostas para uma (15 USD) ou duas pessoas (25 USD), ambos casos são servidos com acompanhamentos, geralmente arroz e patacones (uma massa frita feita com banana da terra). Minha sugestão: Comam os peixes encocados, são uma delícia! Na rua principal de Puerto Ayora há restaurantes mais "chiques" e com um cardápio mais variado com muitos pratos da culinária internacional. Não fomos em muitos, pois optávamos sempre em desfrutar da culinária local, porém, há um que gostaria que registrassem aí, se chama Il Gilardino, senão me engano ele está em primeiro no TripAdvisor. Os pratos são um pouquinho mais caros que os servidos pelos restaurantes da rua citada, mas há coisas bem saborosas, minha recomendação é: crepe de frutos do mar (8 USD) e cheesecake de banana (3 USD). Sério, esse crepe é estupidamente gostoso!!!! Vale a pena!!! Tomem o sorvete da marca LOS COQUEROS, são muito saborosos. Meus favoritos eram: Manga, Coco e Naranjilla (uma frutinha típica do Equador/Colômbia/Panamá etc). ==================================================================================================================================================== PARTE 3 - TRÂNSITO ENTRE ILHAS E PASSEIOS AVULSOS - DAYTRIP ATÉ FLOREANA De Puerto Ayora é possível ir as seguintes cidades por conta própria: a. Puerto Villamil (Ilha Isabella) b. Puerto Baquerizo (Ilha San Cristobal) c. Puerto Velasco Ibarra (Ilha Floreana) Há duas saídas diárias, uma pela manhã e outra a tarde. Os horários podem variar um pouco de ilha para ilha, mas no geral são: manhã (7h) e tarde (15h). O custo pode variar um pouco, o padrão é 30 USD o trecho (são duas horas em uma lancha que salta mais que touro mecânico em festa junina) e em alguns casos é possível negociar daytrips para estes lugares em agências ou até mesmo hotéis. Conhecemos um jovem chamado Jhonny Paredes, ele trabalha no Hotel Gardner (nos hospedamos nele quando retornamos a Puerto Ayora) e fechamos ida e volta para Puerto Villamil por 50 USD e um daytrip para Floreana por 65 USD. Este daytrip contemplava o deslocamento na lancha (ida e volta), almoço e passeio com um guia pelo local. No final das contas, valeu o rolê para dizemos que conhemos mais uma ilha, contudo, é muito desgastante e corrido. Imagina o seguinte, você sai de Puerto Ayora por volta das 8h da manhã, com aquele atrasinho típico, saímos às 8h30, beleza. Chegamos em Puerto Velasco Ibarra às 10h30 e até todos estarem prontos para o passeio, ou seja, saírem do barco, irem ao banheiro, tirarem fotos com os leões marinhos que ficam próximos do pier, posso afirmar que começamos a atividade às 11h ou mais. Fomos ilha adentro para conhecermos um pouco da história de povoamento local que envolveu invasões piratas e alemães que fincaram suas raízes naquele local. Depois desse passeio com viés educativo - foi muito bacana! - retornamos para a região próximo do pier e almoçamos por ali. Depois disso, nos levaram para conhecer a praia com areia negra para fazermos um pouco de snorkeling e próximo das 15h tínhamos que retornar para a embarcação. Minha conclusão é a seguinte: Se você está na correria, com poucos dias disponíveis para investir em estadia em outras ilhas, faça os daytrips para ter a experiência de conhecer outros cenários de Galápagos, caso contrário, vá com a lancha em um dia (manhã) e retorne no dia seguinte (tarde). Acaba sendo mais compensador pela taxa de aproveitamento que terá do local, e seu organismo/corpo agradecerá de não ter que encarar 4h num mesmo dia chacoalhando numa lancha em alto mar. ==================================================================================================================================================== PARTE 4 - ILHA ISABELLA Depois de três dias em Puerto Ayora partimos para a cidade de Puerto Villamil, localizada na Ilha Isabella, a terceira maior cidade do arquipélago. Ao chegar no local já sentimos a ambientação totalmente diferente do local anterior, uma cidade menos desenvolvida e populosa, contudo, nossa preocupação era o desfrute das belezas naturais, logo, isso era irrelevante. Passamos o réveillon lá e foi uma experiência bem diferenciada, primeiro por estarmos longe da muvuca - algo que odeio, exceto em shows que adoro ir e olhe lá - e segundo pelo caráter rústico da celebração do povo de Puerto Villamil, aliás, há uma tradição bem interessante deles (equatorianos em geral) para a data, eles promovem uma queima de bonecos em tamanho real que representam figuras públicas e o ano que passou, perguntamos para algumas pessoas, que nos disseram que fazia parte da tradição de final de ano para mandar espíritos ruins embora. Simbolizam a purificação e o afastamento da má sorte e das energias negativas do ano que terminou, pois no geral, eles representam eventos marcantes do ano ou personagens importantes, especialmente os relacionados à política e ao entretenimento. Quase não ceiamos, por conta de um contratempo que tivemos com o restaurante El Velero, aliás, NÃO RECOMENDAMOS ESTE RESTAURANTE. Se por acaso passarem por ele, informem que seis brasileiros que tentaram ceiar no último réveillon mandou beijinhos no ombro, beleza? Aconteceu o seguinte: Procurávamos um local para ceiar na noite do dia 31/12, e um tiozinho nos indicou o restaurante citado. Fomos ao local pela tarde a fim de certificarmos que havia disponibilidade, POIS BEM, foi garantido que poderíamos chegar ao local às 20h30, até aí tudo lindo. Chegamos no horário combinado, sentamos em nossa mesa e ali aguardamos por um tempo. Quinze minutos se passaram, vinte, trinta, até que a paciência do nosso grupo começou a chegar no limite, principalmente das meninas. Fizemos nosso primeiro reclame, questionando o motivo pelo qual não nos haviam servido nem um tira gosto ou bebida e replicaram com a informação de que haviam poucas pessoas na cozinha, contudo, seríamos servidos em breve. Aceitamos tal posicionamento e voltamos ao level de paciência controlado, porém, a bomba explodiu quando mesas frequentadas por nativos da ilha e que chegaram após nosso grupo foram servidos prontamente. Rapaz, não preciso dizer que a mulherada rodou a baiana até que a situação se tornou insustentável e pegamos nosso dinheiro de volta. Próximos das 22h, só com um milagre para conseguirmos outro restaurante disponível para ceiarmos, por fim, depois de perambularmos pela rua principal contando nossa experiência fracassada no restaurante El Velero, conseguimos uma ceia nos 48 minutos do segundo tempo no restaurante El Faro. Longe de ser barato, mas era aquilo ou tentar achar algum espetinho de leão marinho em alguma barraquinha! Por fim, ceiamos uma entrada de polvo grelhado no chimichurri, um prato de lagosta no molho de maracujá, um sorvete de chocolate quase derretido e suco de mamão por 35 USD por pessoa. Para uma ceia de ano novo e pelos itens oferecidos, até que não foi de todo mal. CONCHA Y PERLA Este local foi o responsável por ter provocado a troca da pele de minhas costas inteira, principalmente na incursão que realizamos no dia 31/12, aliás, por este motivo não tive forças o suficiente para aguentar o tranco de ficar altas horas nas ruas de Puerto Villamil. Estupidamente lindo, um dos melhores snorkelings que já realizei na vida, vai, diria que empata tecnicamente com a atividade que realizamos nos Tuneles de Lava, local que detalharei mais adiante. É uma pequena baía perto do pier de Puerto Villamil, é bem fácil chegar lá, porém, o acesso direto está bloqueado por conta de manutenção na trilha. No entanto, dá para chegar a nado, todavia, todo cuidado é pouco pois há muitas pedras e a corrente é forte em alguns pontos. Recomendamos fortemente que comprem sapatilhas de trilha/nado, um dos casais levou e fez a diferença para eles, enquanto eu me ralei todo. Sugiro adicionar uma camiseta leve para nadar, aqueles de corrida são perfeitas para completar o "kit frescura". O kit frescura é de suma importância para minimizar que suas costas adquiram uma tonalidade rosa e você saia d'água no melhor estilo sorvete napolitano, sem falar que salvará sua pele literalmente com relação a cortes bobos. Claro, não deixem de levar um bom snorkel, de preferência de vidro, pois os de acrílico embaçam muito. Dica para snorkels de vidro novos não embaçarem: a. Passem pasta de dente por dentro e fora e deixe-a de 8-10 dias descansando. Depois limpa e já era! b. Pegue um isqueiro e acenda próximo da lente por dentro e por fora. O objetivo é queimar a película de cera que vem de fábrica nos equipamentos novos. Anotaram aí? Beleza! Agora, sabe porque queimei minhas costas desse jeito, sem falar na quantidade de rasgos que trouxe para casa? Não fiz a lição de casa e deixei de utilizar os itens do kit frescura. Mesmo tendo passado protetor solar nas costas inteiras, o bonitão aqui perdeu a noção do tempo e ficou fazendo snorkeling por mais de TRÊS HORAS!!! E NÃO ME ARREPENDO NENHUM POUCO, POIS FOI ANIMAL, LITERALMENTE! Tivemos a oportunidade de nadarmos com uma família de tartarugas gigantes, raias de variadas espécies, sobretudo a manta, uma raia preta gigantesca. Sem falar na quantidade e variedade de peixes que passavam por nós, um pinguim maroto, enfim, até escorreu uma lágrima aqui pois quero voltar para lá AGORA! O local também serve de abrigo para lobos marinhos, aves e muitos crustáceos. TUNELES DE LAVA Este foi o passeio mais caro da viagem, nos custou 75 USD, e tem uma duração aproximada de 4h, além de um lanchinho incluso. Primeiramente, gostaria de afirmar que este passeio é imperdível, desculpem a redundância em informar que tudo foi muito legal e incrível, exceto a ceia do restaurante EL VELERO, guardem bem este nome! Vocês podem fechar o passeio com uma das agências que há no centro da cidade ou diretamente no hotel, como fizemos. Fomos com o guia Richard, inteligentíssimo e muito gente boa. O passeio consiste na visita a um acidente vulcânico em alto mar e snorkeling em dois pontos. Toda a lava que ali enrijideceu sem uniformidade nenhuma - óbvio - acabaram formando esta paisagem cheia de tuneis e caminhos, lar de muitos animais endêmicos do arquipélago, sobretudo do tubarão tintonera (tintureira) que procura estas regiões com túneis para descansar quando as águas estão mais frias. Posso afirmar que este passeio foi memorável pelo simples fato de que um leão marinho veio em direção ao nosso grupo e sua decisão foi de interagir e ficar brincando conosco. Foi demais, deem uma olhada nas fotos abaixo: VULCÃO SIERRA NEGRA Um dos dias optamos por uma atividade terrestre, estávamos cansados de brincar de peixinho. Fechamos diretamente no hotel o trekking no Vulcão Sierra Negra, o mais antigo da ilha e considerada a segunda maior abertura do mundo com 10 km de raio. O passeio é extremamente recomendado para quem está em dia com o condicionamento físico, afinal de contas, é uma jornada que totaliza 16 km ida e volta, portanto, #ficaadica. O custo do passeio é de 35 USD e há um lanchinho incluso quando atingirem o ponto final da trilha na ida. Ele é um dos vulcões mais ativos de Galápagos, tendo a mais recente erupção histórica em outubro de 2005. O mais interessante do passeio nem é avistar a cratera e sim o ecossistema num todo, por exemplo, neste trekking caminhamos na lateral da cratera e podemos visualizar pequenas fendas geradas por conta da atividade vulcânica que liberam enxofre na atmosfera. O cheiro não é dos mais agradáveis, mas é bem quentinho próximo destas cavidades! Outro lance muito bacana é ver a transição do ambiente com terreno de lava seca de milhares de anos atrás passando por áreas mais escuras que estão ali por conta de atividades mais recentes. =========================================================================================================================================== PARTE 5 - HOSPEDAGEM E DINHEIRO Consideramos realizar as reservas de hotel com antecipação, afinal de contas, era semana de festas de final de ano e ficar à deriva não era uma opção. Fizemos todas as reservas através do Booking.com, porém, nos surpreendemos ao chegar e vermos um local que havia muita oferta hoteleira em relação a demanda. Era muito comum no pier de Puerto Ayora encontrarmos representantes de hotéis abordando as pessoas sobre hospedagem. Nosso custo foi o seguinte: Hotel España (Puerto Ayora) - 50 USD + taxas , totalizando 60 USD por casal Hostal Sula Sula (Puerto Villamil) - 50 USD + taxas, totalizando aproximadamente 60 USD por casal Hotel Gardner (Puerto Ayora) - 30 USD por casal O hotel mais baratinho aí conseguimos negociando localmente com o dono, por conseguinte, cancelamos a reserva que havíamos feito e assim conseguimos economizar um pouquinho. Embora eu já tivesse lido em outros relatos que o custo médio de hospedagem por casal era algo próximo a 30 USD, aceitamos o fato de pagar mais caro por ser final de ano e achávamos que tudo estaria inflacionado por conta disso, ledo engano. Outra coisa que quero informá-los é sobre dinhero. Tentem levar em espécie já que poucos locais aceitam cartão, exceto restaurantes e lojas da avenida principal de Puerto Ayora e geralmente cobram uma taxa para este tipo de pagamento, além disso, evitem notas de 100 dólares, digo isso por conta da dificuldade em conseguir troco. Caso consigam, levem bastante trocado, notas de 5, 10 e 50 dólares! Acho que é basicamente isso, manterei o tópico atualizado conforme for lembrando de algum detalhe que tenha deixado escapar! E não hesitem em contatar, beleza pura? [attachment=0]20150101_215359_1.jpg[/attachment]
  6. Liga lá no Ozair, quem sabe o chalé dele esteja disponível! (12) 3111-1578
  7. Ahhh pode deixar, assim que retornar da minha viagem farei o relato com fotos e dicas!
  8. Animal!!! Bom, como irei no réveillon, creio que seja prudente tentar reservar antecipadamente com o dono do hotel. Ele me passou os seguintes valores: Organizamos tours en grupo compartido al: Volcán: 35 usd por persona. Túneles; 75 usd por persona. Tintoreras:45 usd por persona. Debido a que esos días es de alta afluencia turística es necesario reservar el tour con anticipación. Pelo visto, tirando os passeios, as outras coisas tem um custo bem acessível!
  9. edustefanini

    Galápagos

    Estou trocando ideia com o dono do hotel que ficarei em Isabella, ele disse que cobra os seguintes valores para os respectivos passeios: Tours; Organizamos tours en grupo compartido al: Volcán: 35 usd por persona. Túneles; 75 usd por persona. Tintoreras:45 usd por persona. O que acham? Todos imperdíveis?
  10. Relato genial, viajei contigo nele!!!!! E me deixou mais empolgado para a viagem que farei logo mais para lá. Me diz uma coisa, você acredita que seja possível visitar as tintoneras pela manhã e tuneles na parte da tarde??? abssss
  11. edustefanini

    Galápagos

    MAkira, Muito obrigado pela excelente resposta!!!! Estou indo com minha namorada e mais dois casais e passaremos a virada lá em Isabella. E porra, com certeza vou experimentar esses rangos aí, ir à Galápagos para comer pizza é o fim mesmo hahahaha Quero é me entupir de peixes e frutos do mar mesmo
  12. edustefanini

    Galápagos

    Pergunta meio estranha, mas, alguém pode recomendar alguns restaurantes por lá? Fico pensando se conseguirei encontrar algum lugar legal lá para uma ceia básica de réveillon! Aliás, é muito caro comer por lá? A comida é boa?
  13. edustefanini

    Galápagos

    Eaí, galera!!! Seguinte, passarei o réveillon deste ano nas ilhas Galápagos e não farei nenhum cruzeiro. Chegarei no dia 27/12 por volta das 10h da manhã em Baltra e ficarei hospedado em Puerto Ayora até o dia 30/12, depois irei para a Ilha Isabella e ficarei até o dia 02/01 e retorno para Ayora para ficar até o dia 04/01 e retornar ao Brasil. Pretendo aproveitar o que há de melhor em cada um destes locais intercalando com algumas daytrips, algo como Isla San Cristobal e Bartolomé. Pelos relatos, a melhor praia para banho é a Tortuga, procede a info, produção? Pretendo fazer o trekking no Sierra Negra, Las Grietas, ir no centro de pesquisas do Darwin, fazer snorkell, ir nas loberia, etc. Se alguém tiver algum conselho supimpa para somar nessa minha ideia, não hesitem. Quando fizer a viagem, volto aqui com o relato e fotos!!
  14. Com certeza, cada visita tem sua história! Uma coisa que nos anima bastante em nossas escapadas de finais de semana é que o clássico "boca a boca" ainda prevalece nas cidades de interior, ou seja, vale a pena se aventurar sem planos de hospedagem via internet (Booking.com / Hoteis.com) onde encontramos diárias que custam no mínimo R$ 250,00 e ainda ficam te olhando feio para você dar check-out logo e restaurantes que oferecem uma comida xexelenta e você deixa as calças. A internet facilita demais nossas vidas, mas, o pulo do gato é só quando nos aventuramos mesmo ou quando temos algo mastigadinho de alguém com perfil similar ao nosso. No mais, aceito todas as sugestões dos arredores, afinal de contas, como você mesmo disse, ficou aquele "gostinho de quero mais"!
  15. Olá amigos, Acompanho o fórum há anos e finalmente resolvi me cadastrar aqui e compartilhar uma experiência muito bacana que minha namorada e eu tivemos no último final de semana (02/08-03/08) na cidade de Cunha/SP. Prometi ao sr. Ozair que faria uma bela divulgação de seu trabalho-hobbie em fóruns especializados e redes sociais visto que seu conhecimento com estas ferramentas são bem limitados. Bom, o texto é longo, informativo e espero que vocês gostem da leitura! Minha namorada e eu saímos de São Paulo/SP no sábado pela manhã com a intenção de conhecer uma área do vale do Paraíba que nunca tínhamos cruzado, o trecho Guaratinguetá-Cunha-Paraty, sendo que o objetivo era passar o dia na cidade de Cunha e subir a pedra da Macela, o ponto mais alto da região, onde é possível ter uma vista panorâmica do litoral, sendo que, em dias bem claros e sem nuvens é possível avistar a cidade de Paraty, Angra dos Reis e a Ilha Grande lá de cima. Nossa ideia era basicamente um bate e volta onde pudéssemos almoçar em algum lugar gostosinho, aliás, um lugar que oferecesse uma boa comida de interior, sem grife e sem firulas gourmet, ou seja, MUITA FARTURA e preços honestos. Depois para compensar, faríamos a subida de um pouco mais de 2km até o topo da Macela para curtir o pôr do sol. Pesquisei um pouco em fóruns especializados e encontrei uma referência do restaurante Delícias da Roça, o nome parecia promissor, com poucos reviews, sem site, sem página em Facebook e a única informação relevante que encontrei foi apenas um endereço que apontava para uma estrada de terra e comentários dizendo que o espaço era tocado por dois velhinhos e ofereciam comida genuína de fazenda. Por alguma razão, tive um excelente feeling nisso, talvez pelo fato de lembrar da minha infância quando saia com meus pais com referências bem limitadas e criava um pouco aquele clima de aventura, potencial de dar errado, sei lá, eu me divirto com isso! De São Paulo até Cunha são 180 km, mas, há um trecho razoável de estrada vicinal,cerca de 50km, sendo que a velocidade máxima deste trecho é de 60 km/h e na boa, embora o pavimento estivesse perfeito, a paisagem era linda e valia a pena dirigir sem pressa curtindo o visual, logo, levei quase 3h para chegar em Cunha/SP. Cunha é uma cidade bem simples, pequena e sem grandes atrações no miolo urbano, em contrapartida, o ecoturismo é bem explorado na região e conta com diversas atividades, tais quais: parque estadual da serra do mar, subida a pedra da Macela, lavandário (bem nhé nesta época do ano, na primavera deve ser lindo), uma cervejaria artesanal chamada Wolkenburg, cachoeiras, muitos restaurantes, trilhas, muitas pousadinhas para curtir o clima de montanha, aliás, destaco o local como uma alternativa para quem gosta de passear pelos arredores de Campos do Jorão, Sto. Antônio do Pinhal, Monte Verde e aprecia este tipo de clima, visto que, a cidade de Cunha fica localizada no alto da serra no caminho para Paraty, porém, só invistam na ida se preferirem as belezas naturais ante ao glamour da região de Campos. Sem falar que a cidade tem um destaque enorme no artesanato, sobretudo a cerâmica, logo, se vocês gostam disso, lá é um prato cheio! Fizemos o reconhecimento na área urbana, passando pelo centrinho, mercado central, caminhada por algumas ruelas e na sequência partimos para o lavandário, um local de cultivo de lavandas que conta com uma pequena lojinha que vende artigos produzidos com a flor. Infelizmente, a época do ano era pouco favorável para a apreciação deste local, como disse anteriormente, acredito que tenhamos uma experiência mais agradável daqui poucos meses durante a primavera, contudo, valeu o pouco aprendizado que tivemos sobre a planta e suas propriedades. Na sequência fomos encarar nossa aventura gastronômica. Leiam esta parte com bastante atenção! Na estrada Cunha-Paraty é necessário ficar atento na entrada para o parque estadual da serra do mar que fica no km 56,5 - é bem sinalizado, mas é bom ter atenção por estar localizado numa curva - ao entrar nesta estrada o pavimento mudará para terra batida e será necessário dirigir certa de 10km até o local. É bem tranquilo o trajeto, há poucos buracos e declives, portanto, qualquer carro de passeio encara, apenas não recomendo querer se enfiar no meio do mato com um Ford KA 1.0 lotado de tranqueiras e quatro pessoas a bordo! A entrada para o restaurante ficará do lado direito do motorista e haverá uma plaquinha discreta e uma subidinha rumo à chácara do sr. Ozair e família, aliás, a chegada no local é bem interessante, é como se estivéssemos indo à casa de um familiar dada a discrição e pouca cara de restaurante, era uma casinha com cachorros nos recepcionando e nenhuma aparência de estabelecimento comercial. Estacionamos o carro e ao descer sentimos aquele cheiro contagiante de lenha queimando e feijão no fogo, sabíamos que estávamos no local certo! Um senhor de avental "buona gente" estilo vovozão italiano nos recepcionou com muita hospitalidade junto de sua esposa e filha, os proprietários do restaurante, e de fato, o local era bem simples, basicamente uma grande cozinha com fogão a lenha e algumas mesas que foram transformadas neste local para pecarmos por gula. Ele não conta com cardápio impresso e nenhuma formalidade, a simplicidade está em dizer ao cliente o que conta de melhor no dia, apesar de que, há os itens favoritos de sua fiel clientela que nunca podem faltar no seu estoque como costelinha de porco, carne seca com abóbora, entre outras delícias. Como era nossa primeira vez no local, queríamos algo bem tradicional, portanto, aceitamos o combinado trivial que era composto por costelinha de porco - deliciosa, levíssima e aromatizada - arroz, tutu de feijão, couve com bacon, farofa e ovo frito. Estávamos decididos em enfiar o pé na jaca, portanto, aceitamos uma porção extra de mandioca e de torresmo!!! A família preza em cozinhar na hora, portanto, quem um dia decidir encarar esta aventura, pense em ficar no restaurante mais de 2h tranquilamente, ou seja, vá para uma boa prosa, degustar uma cachaça artesanal e ouvir as histórias de vida destas pessoas super bacanas. Vá para o quintal brincar com os cachorros, deitar na grama, que quando seu almoço estiver pronto, eles te chamarão. Além disso, é possível repetir a dose, se quiser mais arroz eles fazem, se quiser mais tutu, eles fazem, ou seja, SEM MISÉRIA MESMO! O combinado de costelinha de porco, arroz, tutu, couve, farofa, bolinho de arroz, ovo custou 25 reais por pessoa, preço honestíssimo pela qualidade da comida e a hospitalidade oferecida. Todo o resto é cobrado a parte, mas são preços super modestos que vale a pena contar com estes aditivos, principalmente se quiser comer igual ao um ogro selvagem que está há mais de uma semana sem se alimentar! Passava das 15h quando finalizamos nosso almoço e estávamos prontos para iniciarmos nossa jornada à pedra da Macela, porém, algumas nuvens começaram a surgir o que nos preocupou um pouquinho pois algumas pessoas nos disseram que a subida na parte da tarde contaria com este risco de formação de nuvens e a vista do topo poderia ficar bem prejudicada. Na verdade, veríamos um mar de nuvens e não a panorâmica do oceano e das cidades costeiras. Antes de nosso almoço ficar pronto o sr. Ozair comentou que tinha um chalé no fundo da chácara que alugava de vez em quando e tendo isso em mente, Cinthia e eu pedimos para dar uma olhadinha apenas por curiosidade. Um espaço muito bacana, aconchegante para até quatro pessoas, com geladeira... Olhamos um para a cara do outro e concordamos em arriscar a subida para ver o amanhecer, embora estivéssemos sem nenhuma troca de roupa, foi o famoso [email protected]&! Com o restante da tarde livre, fomos conhecer o parque estadual da serra do mar núcleo Cunha, para quem não conhece, este parque é gigantesco e o objetivo é preservar o pouco de Mata Atlântica que resta nas redondezas do litoral paulistano, logo, é possível acessá-lo em diversas regiões do estado de São Paulo. Cunha, Miracatu, São Sebastião, Juréia são algumas cidades possíveis para acessá-lo! Chegamos no final da tarde e pouco tempo restava até seu fechamento, por esta razão decidimos fazer uma trilha curtinha de 2km para conhecer um pouquinho das belezas do local. A Cinthia ficou com um pouquinho de medo da trilha por conta da caída da tarde e no potencial surgimento de um Saci-Pererê ou boi da cara preta. Ao retornar ao chalé provido pelo sr. Ozair, decidimos ficar lá de bobeira descansando, tomando vinho, comendo chocolate e observando as estrelas, algo impossível na cidade de São Paulo/SP. Rolou até estrela cadente, DILMAIS! Dormimos cedo com o objetivo de acordarmos por volta das 3h30 para conseguirmos chegar ao topo da pedra antes do sol nascer, contando com alguma margem de erro (atraso durante o percurso). Até nos arrumarmos e chegar ao local, km 66 da estrada Cunha-Paraty e mais 5km de estrada de terra já se aproximava das 5h. Levamos uma lanterna improvisada no celular e partimos numa caminhada forte para completarmos a jornada em poucos minutos. Um céu mais lindo do que havíamos visto antes de dormir, e por mais bobo que seja, ficamos maravilhados com o cenário. Passadas fortes, temperatura por volta dos 5°, mas, 40 minutos foi nosso tempo de deslocamento, e acreditem, chegamos lá no topo sem blusa nenhuma de tanto calor que sentimos durante a caminhada hahahahaha. Para quem for muito sedentário e quiser fazer o mesmo, recomendo começar o trajeto por volta das 4h00~4h20 para chegar ao topo bem tranquilo. Tudo nosso, era certo que algumas pessoas haviam acampado na área por conta dos carros que vimos na porteira antes da trilha começar, mas não localizamos ninguém ao nosso redor no ponto que decidimos ficar enquanto aguardávamos o nascer do sol. Vibe incrível, única, uma experiência sensorial significante e acho que cada nascer do sol/pôr do sol que assistimos em locais diferentes expressam um sentimento diferente, e isso é muito difícil de explicar com palavras. Passada a fase fotógrafa para registrar o momento, ficamos em pé, olhando para o horizonte estáticos e em silêncio, escutando o vento, as folhas que eram levadas por ele e o cantar dos pássaros. Deixamos o local às 8h com uma sensação de satisfação imensa, eu diria que é anestesiante! Voltamos ao chalé e de quebra fomos agraciados com um baita café da manhã feito pela família do sr. Ozair, com direito a bolinho de limão feito na hora para nós. Afinal, éramos seus únicos e possíveis hóspedes! Muita prosa e comilança, nem almoçamos depois para vocês terem ideia, mas, era hora de partir, infelizmente. Nos despedimos deles e dos bichinhos e voltamos para São Paulo/SP em passinho de tartaruga, fazendo o trajeto mais demorado possível e na velocidade mais baixa, passando por São Luis do Paraitinga que estava bem agitada por conta de uma festival de comida caipira no mercado central da cidade. Vou deixar aqui o contato do restaurante Delícias da Roça e o telefone do sr. Ozair caso queiram arriscar seguir o passo a passo descrito acima. (12) 3111-1578 Diga que foi recomendação do Edu e da Cinthia, só falar que é um cara barbudo feioso e uma japonesa linda que ficaram hospedados em seu chalé que com certeza ele lembrará de nós. Anexei poucas fotos para ilustrar tudo que escrevi.
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