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camilarso

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  1. 8º dia: 17/08 (domingo) - Saída de Curitiba e volta a São Paulo Enfim o dia mais triste chegou, o dia de voltar para casa! Tomamos café no hotel, arrumamos as malas e pegamos a estrada mais uma vez, mas desta vez com um tristeza maior. Neste dia o hotel ficou sem luz logo de manhã (já havíamos sido avisados pela recepção) para obras da companhia de energia. Aos domingos, perto do hotel, no centro histórico, tem uma feirinha com diversos itens, infelizmente não conseguimos ir, fica para a próxima ida a Curitiba. Saímos de lá com uma boa impressão da cidade e com vontade de voltar novamente, é um lugar que tem muitas coisas interessantes para se fazer. A rodovia que volta para SP é muito melhor e com pedágios bem mais baratos, mas no meio do caminho tinha um caminhão tombado na pista e ficamos mais de 2 horas parados no mesmo lugar, ninguém conseguia mesmo sequer sair do lugar, então todo mundo começou a descer dos carros e andar a pé pela pista para descobrir o que estava acontecendo (único momento de trânsito na estrada que pegamos durante toda a viagem), e por esse motivo demoramos 8 horas para chegarmos a SP. Chegamos em São Paulo e fomos jantar a comida que o paulista faz muito bem: pizza! Gastos totais com transporte: Pedágio = R$265 (de SP até Foz: R$150/de Foz até Curitiba: R$100/de Curitiba até SP: R$15) Gasolina =~ R$500
  2. 7º dia: 16/08 (sábado) - Explorando Curitiba Eu tinha visto sobre aqueles ônibus turisticos que percorrem os principais pontos da cidade, mas pelo preço (R$30 p/ pessoa) achamos que para nós que estávamos de carro não iria compensar, afinal com R$60,00 daria para colocar bastante gasolina! Então acordamos cedo e resolvemos passar pelos pontos turísticos que nos interessaram e que o ônibus passaria, só que de carro. GPS, mapa, roteiro em mãos e lá fomos nós. Primeiros passamos no mais famoso: o Jardim Botânico. Tem um estacionamento grátis lá dentro e apesar de ser sábado conseguimos uma vaga com facilidade. Paramos o carro, percorremos todo o jardim, entramos dentro da estufa, tiramos várias fotos. Achei o local legal e vazio (como quase tudo na cidade), destaco ainda a educação dos curitibanos que me surpreendeu! Depois fomos a Ópera de Arame, que fica bem mais afastada do centro, e tivemos certa dificuldade em pararmos o carro porque no dia estava tendo um festival sertanejo bem ao lado da Ópera e várias ruas estavam interditadas. Pedi informação para um policial que disse que era melhor corrermos, porque assim que o show começasse a Ópera seria fechada. Chegamos lá a tempo e a achei bonita, diferente, mas nada demais... tem um jardim legal na frente e não pudemos entrar lá dentro porque tinham alguns homens fazendo uma reforma. De lá seguimos para o centro, passeamos na Rua das Flores, olhamos vitrines e paramos em uma padaria/lanchonete para almoçar que tinha comida gostosa e barata. Neste dia estava um friozinho bem agradável, mas nessa hora começou uma chuva meio forte e achamos melhor voltarmos para o hotel, mas antes passamos na frente da Arena da Baixada para conhecermos o lado de fora do estádio. Com a chuva caindo do lado de fora fomos tirar um cochilo e acabamos dormindo mais do que o esperado, mas depois que ela parou levantamos fomos conhecer o que faltava, a Rua 24 horas... Chegamos lá ainda era relativamente cedo (um pouco antes das 22h) e para a minha surpresa todas as lojas estavam fechadas (exceto o Subway), fiquei bem decepcionada, principalmente pelo nome da rua (que na verdade é uma galeria pequenininha). Mas sem problemas, voltamos ao Centro Histórico que tínhamos adorado no dia anterior e procuramos um bar agradável, achamos um chamado Quintal do Monge que nos surpreendeu, pedimos uma porção de batata frita e algumas cervejas diferentes do cardápio (todas muito boas), eles ainda traziam um copinho para você degustar a cerveja antes de pedi-la. E assim terminou nossa última noite em Curitiba Gastos do dia: Diária estacionamento = R$15 Almoço =~ R$35,00 Barzinho =~ R$50,00
  3. 6º dia: 15/08 (sexta) - Ida de Foz do Iguaçu à Curitiba Desta vez, diferentemente de Maringá, decidimos passar um final de semana em Curitiba para conhecermos a cidade, e não para fazermos apenas uma parada dormitório. Acordei mais uma vez com o tornozelo bem inchado (não esqueçam nunca do repelente em Foz, especialmente nos Parques) e sem conseguir andar direito, ainda bem eu ia passar o dia inteiro sentada no carro mesmo. Arrumamos nossas coisas e saímos de lá não tão cedo quanto gostaríamos, em torno das 11h. Apesar de ser outra rodovia, as condições não melhoraram muito, muitos caminhões e muitas ultrapassagens. Nós, que não temos o costumo de pararmos muitas vezes na estrada, paramos em torno de umas 5 vezes pelo caminho. Até que após 10 horas de viagem chegamos a Curitiba as 21h! Eu havia reservado pelo booking o Hotel Blumenau, que fica muito bem localizado (no centro, bem em frente ao Shopping Mueller) e pagamos na diária R$120, infelizmente o hotel não tem estacionamento, mas eles tem convênio com um estacionamento próximo que fez a diária por R$15. O quarto é pequeno, mas a cama é excelente (a melhor de todos os hotéis que passamos nessa viagem), estava ótimo para apenas um final de semana. Neste dia chegamos e logo saímos para jantar, fomos ao centro histórico, escolhemos um restaurante que não lembro o nome, mas comemos apenas um sanduíche cada um e voltamos para o hotel para dormir, estávamos exaustos da viagem! Gastos do dia: Hotel Blumenal = R$240 Diária estacionamento = R$15 Jantar =~ R$40
  4. Obrigada! Uma pena mesmo, mas mesmo assim ainda vale a visita. Nossa, bom saber que eu não sou a única, achei que só eu tinha levado essas picadas! Kkkk
  5. 5º dia: 14/08 (quinta) - Cataratas do Iguazu lado argentino + Puerto Iguazu + Duty Free Neste dia meu braço já estava bem melhor e era o último dia que teríamos para aproveitar a região, já que no dia seguinte pegaríamos a estrada rumo a Curitiba! Pegamos o carro e fomos novamente para a Argentina, mas antes passamos no Shopping das Cataratas de novo para trocarmos mais reais por pesos (não aceitam real para o pagamento das entradas e do estacionamento do Parque), aproveitamos que estava de dia para tirarmos fotos na Ponta da Fraternidade, que tem as cores do Brasil e da Argentina. Dessa vez eles estavam mais "chatos" na fronteira, além de conferir nosso RG também perguntaram para onde estávamos indo, estavam parando para revistar dentro de vários carros, mas o nosso passou direito! Seguimos rumo as cataratas que são um pouco mais afastadas da cidade, deixamos o carro no estacionamento, compramos nossos ingressos (sem filas) e entramos, achamos o local para comprar a Aventura Náutica que decidimos fazer do lado Argentino por ser BEM mais barato (que saiu por R$50/pessoa, enquanto do lado brasileiro sai mais de R$100/pessoa) e porque vi relatos falando que é mais emocionante. Pagamos metade do passeio em pesos e metade em reais (porque os pesos acabaram rs). Infelizmente a a Garganta do Diabo estava fechada, porque devido a forte chuva que teve na região meses antes a passarela foi destruída, então o trem nem seguia para lá, só ia até a primeira estação mesmo. Apesar do mapa ficamos um pouco perdidos na entrada, fomos para onde passa o trem que demorou e decidimos fazer a trilha a pé mesmo, nessa hora percebi que havia sido picada por outro inseto no tornozelo, ah não, de novo não! Fizemos os dois circuitos (inferior e superior) e realmente o parque brasileiro é muito mais estruturado, mas o argentino na minha opinião é mais bonito. Paramos para comer o que levamos (comprados no dia anterior no Muffato) e já estava em cima hora da Aventura Náutica, quase perdemos o barco, mas deu tudo certo. A hora que entramos eu estava morrendo de medo, mas aos poucos fiquei tão encantada com a vista que valeu a pena. Foi uma experiência incrível, que nunca mais na vida vou esquecer!! Um arco íris bem do nosso lado, na mesma altura que o barco, aquelas quedas imensas bem pertinho de você.... Inexplicável! Depois ele passa por mais um queda para molhar todo mundo, quando todos já estavam encharcados voltamos. O único problema desse passeio é que não tem um vestiário/banheiro por perto para trocarmos de roupa, os homens se trocaram ali mesmo, na saída do barco, mas as mulheres precisam andar até um banheiro (que fica bem longe) molhadas e com frio. Saí correndo para procurar um banheiro para trocar de roupa, nessa hora meu tornozelo já estava começando a inchar e a doer um pouco devido a picada de algum inseto. Depois, voltamos para tirarmos as fotos que ficaram faltando e resolvemos voltar a entrada do parque com o trenzinho ao invés de fazermos a trilha, no fim foi divertido, porque éramos os únicos brasileiros e os argentinos queriam conversar com a gente, saber mais sobre o Brasil (nos perguntaram sobre a novela Av. Brasil, se fazia calor no Brasil, esse tipo de coisa) Fomos a Puerto Iguazu jantar, desta vez escolhemos o restaurante La Vaca Enamorada que estava vazio, o couvert tinha uma vinagrete que estava muito boa, de entrada pedimos papas fritas, eu pedi uma massa (uma espécie de nhoque recheado) que estava ótima e mais uma vez meu namorado escolheu bife de chorizo com arroz e mais dois refris, a conta saiu um pouco mais cara, em torno dos R$80 mas também valeu a pena! Foi o único lugar que nos cobrou taxa de serviço, mas fomos bem atendidos. Saindo de lá passamos em um mercado argentino que aceitava real e estava fazendo um boa conversão (1 real = 5 pesos), compramos cerveja Quilmes (muito barata! o litrão custava R$5 e se devolvesse a garrafa saia por R$3), pagamos os R$5 mesmo porque queríamos trazer para SP, mais longnecks e latas de Quilmes, mais alfajores, bolacha Oreo etc. Passamos também em uma loja Milka e comprei alguns chocolates. Na volta, ainda passamos no Duty Free para conhecer, lá também tem um estacionamento grátis, é bem grande e legal, mas os preços não são tão atrativos se comparados com o Paraguai, então demos uma volta mas não compramos nada e voltamos para o hotel. Gastos do dia: Entrada Cataratas Argentina = R$40 p/ pessoa Estacionamento = R$11 Aventura Náutica= R$50 p/pessoa Jantar =~ R$80 Compras mercado argentino =~ 50
  6. 4º dia: 13/08 (quarta) - Compras Paraguai + Cassino na Argentina Nesse dia acordei com o braço bem vermelho e inchado devido a picada que levei de um inseto no dia anterior no Parque das Aves, não dormi direito essa noite por causa da dor no braço que estava incomodando bastante, mas decidi que isso não atrapalharia nossa viagem e fomos ao Paraguai fazer compras! Não quisemos ir ao Paraguai de carro, ficamos com medo de assalto, trânsito, estacionamento e achamos que a melhor opção era irmos de ônibus mesmo. Pegamos o ônibus (que passou bem rápido) na mesma calçada do hotel por R$4,50, fomos sentados e quando chegou na Ponte da Amizade ficamos felizes por não estarmos de carro, o trânsito é realmente caótico!! Não nos pediram nenhum documento na fronteira, o ônibus sequer foi parado e descemos bem em frente ao Shopping Ciudad del Este, nessa hora percebi que havia esquecido o mapa que eu tinha impresso com as lojas que eu queria ir E por isso não conseguimos explorar o Paraguai muito bem, mas de qualquer maneira conseguimos comprar tudo o que queríamos! Andamos bastante pelas lojas, eu comprei maquiagem e cremes para cabelo e também o Babyliss Miracurl (que eu estava doida atrás), já meu namorado comprou uma relógio da Náutica. Também compramos algumas caixas de alfajor Milka e uma Coca Coca Vanilla para experimentar. A impressão que eu tive é de que o Paraguai é sujo e bagunçado, não tem faixa de pedestre, para atravessar a rua é preciso "se jogar" na frente dos carros. Como meu braço estava incomodando bastante e já havíamos comprado tudo o que tínhamos a intenção, resolvemos voltar para Foz. Não sabíamos onde pegar o ônibus, porque aparentemente lá também não tem ponto de ônibus. Mas vimos um ônibus indo para Foz com a porta aberta, demos sinal e ele parou, não tivemos que esperar nem 1 min, ótimo!! Mas desta vez tivemos que ir de pé. Na alfandega entrou um fiscal, olhou nossas coisas bem por cima e não mandou ninguém descer do ônibus para declarar, seguimos viagem. Quando chegou na Av. do hotel o motorista (que era brasileiro) me avisou e descemos em um ponto bem em frente, foi só atravessar a rua e chegamos! Essa tarde decidi descansar e a noite fomos novamente a Argentina, mas desta vez para irmos ao cassino. Meu namorado comentou com o recepcionista do hotel que iriamos lá e ele nos deu duas entradas com $5 dólares para gastarmos lá e um drink grátis, eba! Antes passamos no Mercado Super Muffato para comer, queríamos gastar pouco com alimentação para compensar as compras do dia. Comemos a comida por kg que estava boa/razoável e pedimos um refrigerante grande de máquina que deu tranquilamente para nós dois. Aproveitamos que estávamos no mercado e compramos algumas besteiras para levarmos ao Parque das Cataratas do lado argentino no dia seguinte. O Cassino fica assim que passa a fronteira, que mais uma vez foi só apresentar o RG. Paramos o carro no estacionamento que tem lá (grátis), entramos e fomos nas máquinas, dá para fazer apostas a partir de 1 centavo, ou seja, com 5 dólares cada um que ganhamos do hotel dava para brincar bastante! E as máquinas ainda dão mais dinheiro conforme você vai ganhando (centavos, é claro, mas no fim ganhamos mais uns 5 dólares que usamos nas máquinas mesmo), tomamos nosso drink grátis (uma Pepsi para cada), demos uma volta na outra parte que tem as mesas de aposta (mas desse lado resolvemos não arriscar jogar rs) e voltamos para o hotel sem gastar nada. Gastos do dia: Ônibus Paraguai = R$18 Almoço Muffato = R$25 Compras mercado = R$15 (esse dia não tivemos muitos gastos com passeios, porque não pagamos para jogar no cassino e o resto gastamos com as nossas compras mesmo)
  7. 3º dia: 12/08 (terça) - Cataratas do Iguaçu lado brasileiro + Parque das Aves Acordamos, tomamos café no hotel mesmo e fomos as cataratas brasileiras! Levamos uma mochila com uma blusa extra para cada um (pois sabíamos que iriamos nos molhar nas quedas maiores, como a garganta do diabo, e não pretendíamos comprar capa de chuva) e mais um salgadinho para nos alimentarmos enquanto estivéssemos lá porque sabíamos que comida lá dentro era cara, mas chegando lá resolvemos deixar a mochila no carro para ficarmos mais livres. O acesso as cataratas é fácil e bem sinalizado, chegamos lá, paramos o carro e entramos. Eu havia comprado os ingressos pela internet, mas ao menos nesse dia a fila estava pequena e também daria para comprar lá na hora tranquilamente, em menos de 5 min trocamos nossos ingressos e ainda ganhamos cupom de 10% de desconto na lojinha e no restaurante (que não usamos) porque compramos as entradas pela internet. Entramos no ônibus, fomos na parte de cima e ventava muito, passei muito frio nesta hora e tinha deixado o casaco no carro Na época em que fomos, as cataratas estavam com a vazão abaixo do normal, ou seja, tinha menos água, mas ao menos para mim isso não influenciou em nada na beleza do local! Descemos do ônibus em frente ao Hotel das Cataratas, onde tem a trilha e começamos a percorre-la. Logo no primeiro mirante fui parada pela reportagem do SBT e dei uma entrevista falando sobre as cataratas, fui informada que a reportagem iria ao ar na noite daquele mesmo dia Seguimos a trilha, passamos por diversos mirantes, encontramos os famosos quatis até que finalmente chegamos a maravilhosa Garganta do Diabo! O caminho inteiro é incrível, indescritível, desde o primeiro mirante em que dá para se ter noção da imensidão das quedas até a garganta do diabo em que tomamos um banho lá embaixo. De lá pegamos o elevador panorâmico, chegando lá em cima começou a chover, aproveitamos para sentarmos em um banco para vermos as fotos do dia, não durou nem 5 minutos para a chuva passar e saímos do parque. Fomos ao carro para comer o salgadinho que deixamos lá, depois fomos ao Parque das Aves a pé mesmo, é bem em frente ao Parque das Cataratas e não queríamos gastar com mais um estacionamento. Entramos, passamos pelas gaiolas com os pássaros, liamos as curiosidades sobre eles e sobre as espécies. Depois vem a parte mais emocionante, entrar nos viveiros!! Tem o viveiro das araras, dos animais silvestres etc. Em um dos viveiros tinha um funcionário do parque com um tucano de bico verde super dócil, que me deixou fazer carinho nele, foi muito legal. No fim do passeio ainda podemos pegar no braço um arara para tirar foto. Esse passeio me surpreendeu, foi muito bom, melhor do que o esperado! Só saímos do parque depois que ele já havia fechado. Entretanto, no Parque das Aves levei uma picada de algum inseto que eu não sei qual é no braço e tive uma reação alérgica bem forte. Voltamos ao Parque das Cataratas para pegarmos o carro, nessa hora já estávamos com fome novamente e voltando para o hotel achamos uma churrascaria que não lembro o nome (acho que era Churrascaria do Gaúcho), fomos nela porque o preço estava bom (R$25 por pessoa) e por causa do horário (umas 18h30) o local estava vazio, nós eramos a única mesa mas apesar disso não pararam de nos servir carne por nenhum momento, tivemos um rodízio exclusivo No buffet, além dos salgados também havia a parte dos doces e mais uma geladeira com sorvete de massa para você se servir, tudo incluso nos R$25, nunca que eu acho um lugar assim por esse preço em SP! Kkkk. Nos acabamos de comer e pedimos a conta, os dois rodízios com mais 1 refrigerante e 1 água não deu nem R$60, pq além de tudo eles não cobraram a taxa de serviço de 10%, mas como o atendimento foi excelente e a comida estava boa, deixamos lá R$60 mesmo! Depois voltamos ao hotel para assistirmos a minha entrevista para o SBT que já ia começar, no fim, me cortaram da reportagem, KKKKKKK Como estávamos cansados, não saímos mais esse dia, só tomamos banho e fomos dormir. Gastos do dia: Parque das Cataratas = R$30 p/ pessoa Estacionamento = R$17 Parque das Aves = R$20 p/ pessoa Jantar Churrascaria = R$60
  8. 2º dia: 11/08 (segunda) - saída de Maringá e ida a Foz + conhecer Puerto Iguazu Novamente acordamos cedo, e tínhamos reservado o café no hotel por R$12 por pessoa (e descobrimos que não vale a pena, o café é fraco e no restaurante que almoçamos no dia anterior, na esquina do hotel, o preço era melhor. ex: torta com suco por R$6). Saímos em direção a Foz, abastecemos o carro na saída da cidade pq eu tinha visto que na estrada tinham poucos postos de gasolina (e isso realmente é verdade) e logo após tivemos uma surpresa desagradável, a estrada dali em diante era bem ruim (exceto o asfalto, que estava bem cuidado), mas tinham muuuitos caminhões na pista e a rodovia é daquelas que uma mão vai e a outra volta, ou seja, tivemos que fazer muitas ultrapassagens pelo caminho. Nessa hora agradecemos muito a parada em Maringá!! Desta vez, devido a baixa velocidade dos caminhões, as ultrapassagens e o cansaço da viagem do dia anterior a impaciência tomou conta e parecia que nunca chegaríamos ao nosso destino. A paisagem na estrada é a mesma durante todo o caminho, muitas plantações em terrenos bem retos, que passam a sensação de ligar o nada a lugar nenhum, kkkk. Depois de cansativas 6 horas de viagem chegamos a Foz, que felicidade!!! Eu havia reservado pelo Booking a Pousada do Oliveira e já estava ciente que a pousada era simples, chegando lá vimos que ela era realmente muito simples! A filha do dono veio nos atender e o portão que dá acesso ao estacionamento não queria funcionar, depois entramos no quarto e apesar de estar tudo bem limpo, os móveis eram muito antigos e a TV era bem pequena e nenhum canal pegava direito (todos ficavam com aquele "chuvisco" na tela) mas até então, pelo preço que estávamos pagando na diária (R$70) estava tudo bem, eu fui tomar banho e enquanto isso meu namorado achou uma aranha enorme no quarto, que saiu debaixo da cama, de alguma "espécie" que nunca vimos em SP!! Aquilo foi o fim e resolvemos trocar de hotel, eu não teria paz lá porque morro de medo de insetos e embaixo da porta tinha um vão grande e a divisória dos quartos estava levantada, qualquer bicho passava facilmente por ali. Chamamos o Seu Oliveira e ele queria cobrar 50% do valor da reserva, achamos injusto porque achamos uma aranha no quarto e apenas tomamos banho na pousada, não ficamos lá por nem 1h. Depois de uma conversa ele concordou em cobrar apenas uma diária (apesar de eu achar que justo mesmo seria a cobrança de apenas meia diária, mas ok), ele nos ofereceu a mudança de quarto para outro no andar de cima e não no térreo porque lá podia ter menos bicho, mas nós não queríamos mais ficar lá e não aceitamos. O Seu Oliveira nos disse que o cunhado dele tinha um hotel 3 estrelas e faria desconto para nós (mas ainda assim o valor ficava caro), que poderíamos passar a noite na pousada já que pagaríamos a diária e de manhã iriamos pro hotel e já poderíamos tomar café lá, mas como eu queria resolver tudo naquele dia e não deixar nada para o dia seguinte, achamos que a melhor opção era mesmo colocar as malas no carro e sair em busca de um hotel com bom preço. Lembrei que li aqui no Fórum muitas vezes sobre o Hotel Rouver, fomos para lá e adoramos o quarto que vimos (reformado), bem grande e bonito mas a atendente não sabia se tinha disponibilidade até sexta feira e não conseguia falar com o dono, até aguardamos um pouco na recepção pq realmente adoramos o hotel, mas como não tivemos uma resposta concreta (ela dizia que só garantia a reserva até quarta feira) resolvemos procurar outro hotel. Havíamos decidido que iriamos ficar na mesma Avenida que o Hotel Rouver, fomos em outro hotel que não lembro o nome, mas era caro e não fornecia nem Wifi, até que enfim achamos o Hotel Flor, bem em frente ao Mc Donalds. Entramos lá e a diária era R$130, o quarto era imenso (uma cama de casal e duas de solteiro), bem limpo, com estacionamento, café da manhã, wifi, geladeira e resolvemos ficar lá mesmo, estávamos muito cansados para continuar procurando hotel. Descansamos um pouco e fomos seguir nosso roteiro do dia: ir para a Argentina!! Nos arrumamos e lá fomos nós, passamos primeiro no Shopping das Cataras para trocarmos pesos (é mais vantajoso em quase todos os lugares), nos fizeram a cotação de 1 real = 4,50 pesos. Por ser segunda feira a fronteira estava vazia, acho que demoramos só 10 minutos para atravessa-la. Só pediram nosso RG, nenhum documento do carro, muito menos a tal da carta verde. Uma das nossas maiores preocupações era estacionamento para o carro, mas foi muito tranquilo, conseguimos vagas na frente do restaurante, o La Dama Juana, que eu já tinha visto recomendações no Tripadvisor. Pedimos um bife de chorizo grande (que dava para duas pessoas), com papas fritas e arroz cremoso (tipo um risoto), mais um garrafa de Quilmes, um refrigerante 7 Up e mais uma Quilmes longneck, estava tudo excelente e o preço era ótimo, a conta deu em torno de R$65! O garçom também era muito simpático e ficou bastante tempo conversando com o meu namorado sobre futebol. De lá resolvi que queria uma sobremesa e lembrei da sorveteria Freddo, fomos até ela e mais uma vez tinha vaga na porta! O preço lá era meio caro (o mesmo praticado pela marca aqui no Brasil), mas mesmo assim vale a pena experimentar, peguei o menor copo, que cabe dois sabores (escolhi chocolate e doce de leite), estava excelente! Como ainda estávamos empolgados, decidimos ir ao bar de gelo naquele dia mesmo! Foi bem fácil chegar ao Icebar, que fica na mesma rodovia que leva as cataratas, deixamos o carro no estacionamento grátis do local e fomos comprar nossos ingressos, demos sorte pois faltava só 5 minutos para a entrada Entramos em uma sala, nos deram casacos e luvas, depois entramos numa câmara de adaptação cheia de ar condicionado para enfim entrarmos no bar. Parece que você está entrando no frigorifico, lá é realmente muuito frio!! Fui de calça e bota e foi ótimo, havia um outro casal lá dentro de bermuda e eles não aguentaram ficar até o fim. Como era segunda feira, estava vazio, bem tranquilo para tirarmos fotos, eu pedi uma bebida com licor de chocolate que estava ruim e meu namorado também pediu outro drink que estava péssimo, ou seja, se você for apenas para beber não vale a pena, mas pela experiência vale muito a pena, é bem legal. O ambiente é tipo balada, com várias luzes e músicas (a maioria músicas brasileiras) e pode ficar lá dentro 30 min. Aproveitamos, tiramos fotos e depois dos 30 min saímos e voltamos para o hotel, estávamos bem casados e queríamos dormir, tínhamos feito muita coisa neste dia. Gastos do dia: Pousada Oliveira = R$70 Hotel Flor = R$520 Restaurante La Dama Juana =~ R$65 Freddo =~ R$15 Bar de gelo =~ R$40 p/ pessoa
  9. Oi pessoal, vim compartilhar com vocês meu primeiro relato de viagem! Eu e meu namorado amamos (e sempre viajamos) para destinos de praia, mas como desta vez tivemos férias em Agosto e tempo não estava de muito sol, escolhemos este roteiro para o Paraná e para a Tríplice Fronteira e nos surpreendemos muito de uma maneira positiva, foi incrível! Então, vamos lá: 1º dia: 10/08 (domingo) - saída de São Paulo e ida a Maringá No dia anterior já tínhamos feito compras no mercado com o que faltava, então saímos bem cedo, e como em todas as viagens eu estava ansiosa! A rodovia enquanto estamos São Paulo é muito boa, mas no meio da caminho, ao invés de seguirmos as placas, seguimos o GPS e caímos em outra rodovia (que deve ser algum tipo de "rota alternativa"), como nunca tínhamos ido antes pelo caminho que as placas indicavam, não tenho um parâmetro para poder comparar, mas essa outra rodovia que pegamos também era boa (apesar de pior que a anterior), a única coisa que me chateou é que por esse caminho não havia nenhuma placa de limite de estados (que eu adoro tirar foto para guardar esse tipo de recordação), não demoramos muito para passarmos por Londrina e depois chegarmos a Maringá. Escolhemos fazer essa parada em Maringá porque sabíamos que a viagem até Foz era longa e cansativa, então antes de irmos reservei pela internet o Hotel Ibis Budget Maringá, que estava com diária a R$94,00. Chegamos lá depois de aproximadamente umas 8h30 de viagem, já estávamos cansados mas apesar disso não estávamos no nosso limite, até pensamos que se não tivéssemos feito a reserva continuaríamos viagem. O hotel era excelente, super novo (aberto em Junho de 2014), chuveiro ótimo, cama boa, vários canais de TV a cabo e do lado de um Shopping! Do lado mesmo, tanto que a garagem do hotel é dentro do shopping, antes de sair é só validar o ticket na recepção (diária do estacionamento por R$10). Deixamos as malas no quarto e fomos direto comer (estávamos com muita fome, já era fim de tarde e não tínhamos almoçado), não fomos no Shopping porque não queríamos lanche e na esquina tínhamos visto um restaurante que parecia bom e tinha bom preço, chamado "Pamonhas do Cezar", eu pedi um prato de bife a parmegiana e meu namorado um prato de picanha, não lembro exatamente o preço, mas nenhum dele chegou a R$20 e todos os pratos acompanham refrigerante. Os dois estavam bons, mas o meu estava melhor rs. Depois de alimentados, voltamos para o hotel, tomamos banho e resolvemos "explorar" a cidade, vimos que a Catedral estava a 5 minutos de carro do hotel e resolvemos conhece-lá. Na volta, paramos o carro no estacionamento e demos uma volta no Shopping, que já estava fechando. Voltamos ao hotel e fomos dormir, porque no outro dia cedo iriamos seguir viagem! Nesse dia não jantamos, pois como almoçamos bem tarde não tivemos muita fome e como sempre levamos muita coisa no carro para comermos no caminho (como salgadinho, bolacha etc), comemos algumas dessas besteirinhas no hotel mesmo. Maringá era um cidade que não esperávamos muita coisa, era para ser apenas uma parada dormitório, mas nos surpreendeu muito, é um lugar bem desenvolvido e organizado. Gastos do dia: Hotel Ibis = R$94 Estacionamento = R$10 Café da manhã no hotel = R$24 (12 p/ pessoa) Almoço =~ R$35
  10. Oi Pessoal, Vejo muitas pessoas falando sobre ir a Puerto Iguazú de ônibus ou taxi, mas e pra quem está de carro, como funciona? Vale a pena? Para estacionar o carro na cidade durante a noite, para ir nos restaurantes do centro, é tranquilo? Tem estacionamento ou como parar o carro na rua com uma certa facilidade? Agradeço muito desde já!
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