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Allan Pericles

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Sobre Allan Pericles

  • Data de Nascimento 09-12-1989

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  1. BERLIM (27/06 a 01/07) Berlim, rapaaaz,... que cidade %$&@. Uma das mais legais que já conheci, sem sombra de dúvidas. Como fiz em escala em Roma com a Alitalia, cheguei pelo aeroporto Tegel (TXL), que fica a uns 25min de ônibus do centro da Cidade. Este foi o primeiro mochilão que fiz inteiramente “sozinho”. É bem engraçado o misto de sensações que se sente nos primeiros minutos quando você se dá conta de que está do outro lado do mundo por sua conta e risco. Logo ao desembarcar, demorei para me situar e fiquei simplesmente curtindo o êxtase de estar ali, com um sorrisão no rosto e uma cara de bobo. Alguns minutos depois começou a bater um gelo na espinha e uma sensação de “PQP! Tô longe de casa e sozinho”... comecei logo a pesquisar como sair dali e de cara já começaram as primeiras presepadas... Eu tinha que chegar na estação de metro Gorlitzer, a qual ficava em frente ao meu hostel, em Kreuzberg. Perguntei pra um punhado de gente no lado de fora do aeroporto e acabei encontrando um buzão que levava até uma estação de metrô próxima. Entendi de início que era possível comprar o passe do bus direto com o motorista, então nem me aventurei nas maquininhas que ficavam do lado de fora. Quando fui entrar no tal do bus, o motora fechou a porta da frente na minha cara e um casal que estava atrás me guiou até a porta de trás e acabei entrando sem pagar . Meio constrangido, até tentei perguntar como fazia pra comprar o passe, mas ficou por isso mesmo, fui induzido a erro hahahaha, morrendo de medo de que algum fiscal quisesse verificar o meu ticket... meia hora na gringa e eu já estava fazendo cagada!!. Sem saber direito as direções e por onde eu estava passando, dei sorte de ouvir uma molecada da República da Geórgia que estava atrás de mim falando o nome da estação Gorlitzer, onde eu deveria parar. Fui seguindo-os e, no fim das contas, cheguei na tal da estação, mas desta vez paguei direitinho o metrô kkkkkk. Nos outros dias eu comprei os passes diários de transporte público, que custam 7,00 euros e podem ser usados durante o dia inteiro e são válidos também para os ônibus urbanos. HOSTEL O hostel em que eu me hospedei foi o BaxPax Kreuzberg. Bem barato, limpo e staff muito prestativo. Havia inclusive uma garota brasileira trabalhando lá :]. Ponto negativo apenas para os chuveiros e para poucas tomadas nos quartos. Apesar de não ficar no centro, dou nota 10,0 para a localização do hostel. Primeiro porque é só atravessar a rua para pegar o metrô e chegar com muita facilidade em qualquer canto de Berlim, e segundo porque Kreuzberg é um bairro ANIMAL. O lugar é bem underground, provavelmente o ambiente mais cosmopolita que visitei nesse mochilão, muitos imigrantes (principalmente árabes e africanos) e estudantes de todas as partes do mundo vivem lá, e isso curiosamente refletia, ao que tudo indicava de forma premeditada, na composição dos hóspedes do hostel, pois havia muita gente [pirada] interessante e inteligente de todos os cantos do planeta. O distrito também conta com um sem fim de restaurantes, bares e baladas, com movimento constante nas ruas 24h por dia, mesmo durante dias de semana. Alguns dos clubes mais lendários de Berlim, como o “berghain”, situam-se nos arredores. O DIA-A-DIA E ATRAÇÕES TURÍSTICAS EM BERLIM Usei o que restava do primeiro dia para bater perna pelos arredores de Kreuzberg e resolvi visitar a East Side Gallery (20 min a pé do hostel pelo caminho normal) atravessando o Gorlitzer Park. Maluco... ao atravessar este parque, me senti como se estivesse em Amsterdã, sé é que vocês me entendem . A despeito disso (para o bem ou para o mal), a atmosfera do parque é simplesmente sensacional. Famílias inteiras passeando, pessoas de todas as idades aproveitando as tardes ensolaradas de verão, andando de bike, skate, batendo bola, tomando sol etc, muito dahora. A east side gallery é um lugarzinho bem maneiro, tem uns grafites bem legais e tal, dei uma googleada sobre a atração, stalkeei uns grupinhos de walking tour para ouvir alguma coisa, tirei algumas fotos e voltei quando achei que ia escurecer – o que de fato aconteceu, mas apenas às 22h30 hahahah -, parando em tudo quanto é padoca pra experimentar uns doces turcos e outras guloseimas (tudo muito bom, diga-se de passagem). Falando em comida, num geral a minha alimentação em Berlim foi meio zoada, basicamente composta de kebab e falafel, macarrão, hambúrgueres e curry worst (pratos de salsichas com fritas e uns molhos barbecue). O custo em geral variava de 3,00 a 7,00 euros. Costelinha de carneiro assada com alguns acompanhamentos como saladas, batatas e/ou arroz também é um prato bem comum e com preço razoável. Pratos mais elaborados tendem a ser bem caros, infelizmente . No início tive bastante dificuldade com o fuso horário. Não conseguia dormir antes das 5:00, o que dava a impressão de que eu estava “perdendo” as manhãs, mas como eu dispunha de quase 5 dias e escurecia bem tarde, isto acabou não sendo um problema. Não é novidade para quem já conhece os países da Europa Ocidental, mas eu fiquei muito impressionado com a enorme número de ciclistas nas ruas (e como aqueles doidos pedalam rápido no meio das pessoas ). À vezes os espaços das ciclovias não parecem ser muito bem delimitados e, até me acostumar, perdi a conta de quantas vezes fui xingado e quase atropelado . Lembro de uma garota ter me proferido uma palavra tão grande que me sinto até hoje meio ofendido . A propósito, acho que a palavra que a expressão mais usada nos 3 primeiros dias foi SORRY . No segundo dia acordei bem tarde e bati perna pela região da Alexander Platz, a praça mais famosa da capital alemã e parada obviamente obrigatória para quem a visita. Muito bonita, limpa, espaçosa, cheia de atividades artísticas, com barraquinhas e restaurantes para todos os [bolsos] gostos e cercada por prédios modernos e lojas de marcas famosas. Aproveitei pra ir num shopping ao lado para comprar um chip da Vodafone – 25,00 euros para 750mb de net bem rápida e a partir daí funcionou lentamente em roaming, mas passou de 2 GB de uso, até hoje não sei quanto de internet tinha naquele chip hahaha – que funcionou em todos os países da união europeia pelos quais passei. Saiu meio salgado, mas comprei apenas 1 sim card. Nos demais dias, visitei algumas das outras principais atrações de Berlim, como o Portão de Brandenburgo, o Reichstag/Bundestag (Parlamento Alemão) e a Potsdamer Platz (praça mais moderna de Berlim, vale muito a pena). Acho que não cabe muito aqui falar sobre cada atração, até porque todas são bem famosas e é meio que o básico de Berlim. O tour pelo Reichstag é muito legal (e de graça). Você sobe até o topo do prédio (na cúpula de vidro), com visão panorâmica de parte da cidade e eles disponibilizam um sistema de áudio individual – parecido com aqueles fornecidos por museus, porém muito mais “smart” . Acredito que o aparelho funcione com um GPS integrado porque, conforme você vai subindo, o negocinho vai explicando sobre a história da cidade, do próprio edifício e dos prédios para os quais você está olhando no caminho etc, informações muito interessantes e sem firula :'> :'> :'> . Há diferentes “tours” disponíveis, inclusive um no qual é possível assistir a uma espécie de “sessão ordinária” do Parlamento. Eu optei por um das mais simples. Você só precisa se cadastrar no site http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/kuppel Na alta temporada é imprescindível agendar com uma antecedência de pelo menos duas ou três semanas e há algumas regrinhas e um cadastrinho para preencher, todavia bem fáceis de entender. Pode parecer um sacrilégio, mas eu não quis entrar no museu do holocausto. Até fui ao local, bem pertinho do Portão de Brandenburgo. Não sou fã de museus e a fila para entrar estava enorme Num geral, passei mais tempo batendo perna e me “perdendo à toa” em Berlim do que propriamente conhecendo pontos turísticos. Eu queria muito ter ido a uma feira de produtores locais chamada “winterfeldt markt”, mas infelizmente ela só funciona em dois dias da semana e, no dia no qual eu pude visitar, quando cheguei já estava fechada =( e não era nem 16h. Deve começar bem cedo. BARES E COUCHSURFING Esta viagem também foi a primeira em que usei o couchsurfing, e posso dizer que a experiência foi excepcional. No começo pensei em usar de fato para me hospedar, mas depois resolvi usá-lo apenas para conhecer pessoas locais e experimentar um role diferente. Logo em Berlim tive muita sorte no CS, pois dos quatro dias em que estive na cidade, em três eu saí com uma russa gente buoníssima que mora na capital alemã há cerca de 7 anos. Por meio dela acabei conhecendo ainda mais pessoas legais, que renderam noites divertidas, regadas a muita cerveja boa, com direito a pequenos fiascos ) . Dentre os vários pubs e bares que [fechamos] visitamos – cujos nomes infelizmente não me recordo de todos –, um dos que eu mais gostei e mais me chamou a atenção foi um chamado “Klunkerkranich” (sabe-se lá como pronuncia isto), que fica no bairro de Neukolln (próximo e bem semelhante a Kreuzberg). Este estabelecimento fica no terraço de um shopping chamado “Neukolln Arcaden” e consiste num misto de pub e balada, com música eletrônica mais low, tipo deep house, e outros gêneros musicais variados. Lugar animado, decoração sensacional, vista bonita, galera descolada e uma grande variedade de cervejas muito boas e com preços acessíveis. O pint de 500ml de cerveja BOA variava de 2,00 a 5,00 euros. Definitivamente recomendo!! Fica bem próximo à estação de metrô “U Boddinstrasse”. Outro pub que gostei bastante foi o “Prater” (ou “Pratergarten”), com preços semelhantes, localizado próximo à estação “U eberswalder str”, mais no centro, acerca da Rosa Luxemburb Platz. Também vale a pena conferir a área ao redor da estação “Warschauer Str”, em Kreuzberg, com vários bares, barraquinhas de comida, rampas de skate e uma atmosfera ainda mais underground do que o normal de Kreuzberg hahahaha, cheio de artistas e músicas de rua etc. Berlim também é conhecida por muitos como a meca da música eletrônica, principalmente das mais variadas vertentes do techno. Na noite em que não saí com o pessoal do CS, resolvi conferir com uma galera muito louca do hostel uma balada bem famosa, daquelas que tem face control e blablabla, chamada “Tresor” (também no fucking amazing bairro de Kreuzberg ). O lugar é diferente, tem uma espécie de túnel, vários ambientes, lotada em plena quarta-feira etc, mas eu não gostei. Sabe a tal da festa estranha com gente esquisita? Não o tipo da festa estranha massa, mas a realmente estranha. O calor estava insuportável, parecia que a bebida tinha saído do fogo do inferno e tava rolando um hard techno muito pra frente (e nada a ver com trance), cabuloso, difícil de entender. Curioso o fato de que todas as pessoas que ouviam sobre eu não ter gostado do Tresor faziam uma cara de espanto. Vai ver eu não dei sorte . Só que como tudo vale a pena se a alma não é pequena, a noite também acabou rendendo boas risadas. SAÍDA DE BERLIM Esqueça guichê de empresas e estações rodoviárias tradicionais nestas bandas, isto simplesmente não existe, mas transporte de Berlim a Praga é muito fácil, há várias empresas de ônibus que fazem o trajeto, com saídas praticamente de meia em meia hora para a capital da República Tcheca, de muitos lugares diferentes. As principais saídas de Bus de Berlim são o zoológico (?), a alexanderplatz e suedkreuz (estação bimodal bem grande, ônibus e trem). Comprei pelo celular uma passagem com a empresa FlixBus (a melhor que eu usei) por 23,00 euros para uma viagem de quase 05h de duração, bem fácil pelo aplicativo. O trem custava o dobro. O problema é que eu deixei para sair do hostel meio em cima da hora, peguei uma linha de metrô errada e perdi o primeiro bonde da trip . Mesmo chegando na estação ainda foi meio difícil me localizar e entender de onde o ônibus da empresa sairia. É tudo meio sem sinalização. O ponto da minha empresa, por exemplo, era do lado dos táxis . Lá não existe plataforma certinha como nas rodoviárias daqui, parece tudo meio improvisado, ou pelo menos é estranho pra nós, por isso é bom reservar um tempo legal de antecedência pra isso :'> . Quando eu tive certeza de ter achado o ponto certo de onde sairia o buzão, tentei comprar pelo celular e não dava mais por causa do horário. Acabou que uma conveniência/lanchonete (wtf?) sem nenhuma placa da empresa vendia passagens. Já quase no desespero perguntei pro senhorzinho se ele sabia onde eu poderia conseguir passagens, no que ele me respondeu: “eu vendo” . Acabei saindo de Berlim 14h (meu plano inicial era sair às 11h) e chegando em Praga no final da tarde. GASTOS Alimentação: 82,70 Transporte Urbano: 36,40 Hospedagem: 65,00 Balada/bar/festa: 105,00 Transporte interurbano: 23,00 Gastos aleatórios ou imprevistos: 27,50 Eu queria colocar mais lugares de uma vez pra não ficar o tempo todo postando, mas escrever este relato está sendo MUITO mais difícil do que eu imaginei. Na próxima tentarei colocar pelo menos mais uns 10 dias. Continua...
  2. Fala galera, Apesar de ser meu 5º mochilão pra fora do País (2x Am. Do Sul, América Central e Sudeste Asiático) e de dar pitacos e ajudar em alguns tópicos - além de usufruir bastante das informações -, este é o primeiro relato que posto aqui no fórum. Além disso, foi a minha primeira vez na Europa. Espero que curtam. Qualquer dúvida estou à disposição para ajudar. Ao longo da trip, como vocês vão perceber no relato, não fiz questão de conhecer todos os “must see” dos lugares visitados, todo santo palácio, estátua e museu. Acho este tipo de rolê muito xarope. Prefiro focar na aventura, em me sentir bem, em conhecer pessoas etc, ou seja, viver a viagem mesmo, o que não significa, é lógico, que não visitei basicamente todos os lugares famosos que realmente tive vontade. Devido a alguns probleminhas pessoais, até poucas semanas antes de partir eu não sabia se a trip ia mesmo rolar e estava me sentindo meio desmotivado e preguiçoso, então esta foi de looonge a viagem que eu menos me preparei com informações prévias em relação a atrações turísticas, transporte terrestre e principalmente transportes urbanos, fato que acabou me causando alguns pequenos transtornos e contratempos, alguns engraçados, outros nem tanto, mas sem grandes problemas. Também fui com a ideia de que eu não queria deixar a trip muito engessada, podendo mudar de planos quando quisesse e, por se tratar de Europa, a questão dos transportes seria bem fácil... só que não... LOGÍSTICA e PLANEJAMENTO: A ideia inicial da trip era iniciar em Berlim e voltar por Atenas, descendo os Balcãs, atravessando a Albânia etc. O voo para Berlim eu consegui comprar por uma tarifa muito boa de 35.000 milhas, com a Smiles. O preço da volta pela Grécia era o mesmo. Entretanto, contudo, porém... quem usa a smiles sabe que (pelo menos naquela época era) a disponibilidade de destinos e preços é uma zona, principalmente em voos com parceiras aéreas, o que me fez logo comprar a ida para Berlim para garantir o preço, afinal, poucos dias depois eu teria as milhas suficientes para voltar, mas, quando acumulei as 35k de milhas, não havia mais volta pela Grécia . Depois de muita pesquisa, acabei pegando a volta por São Petersburgo, por 50k. Como eu queria muito conhecer a Croácia e a Bósnia, seria completamente inviável chegar a St. Pet pelo norte da Europa, cruzando os países bálticos, e foi aí que a Sérvia entrou de gaiata nos meus planos. Resgatei mais uma passagem, novamente pela smiles, por 12.500 milhas, com a Alitalia, de Belgrado a St. Pet., com um dia de conexão em Roma . Quanto à época escolhida para viajar, foi legal o forte do verão (mês de julho inteiro) por causa das praias, baladas e da animação em geral, mas hoje não sei se voltaria neste mês para alguns países. Além de tudo ser MUITO mais caro e extremamente lotado (crowd zero só no canal OFF ), peguei um calor terrível em alguns pontos (temperaturas de 39ª na Croácia, na Hungria e na Sérvia). Numa eventual próxima vez, se não focar em praias e/ou festivais de verão em geral, creio que voltarei na metade do outono ou da primavera. GASTOS Em relação aos gastos, posso dizer que num geral fui bem econômico, exceto com a alimentação. Eu definitivamente não tenho paciência pra cozinhar quando viajo e me irrito se ficar comendo mal, muita coisa natureba, comida de rua e fast food , então algumas vezes me dei ao luxo de comer legal em restaurantes, pratos típicos etc... mas também comi muita porcaria barata, principalmente nas cidades mais caras (vou ficar um bom tempo sem comer kebab e falafel depois de Berlim . Levei 1.000,00 euros em espécie e de resto fui sacando e usando cartão de crédito, sempre retirando o máximo de grana possível pra não levar tanto prejuízo com a taxa do banco (20 reais no BB) e com as taxas dos próprios ATM’s. No que diz respeito à hospedagem, fiquei sempre nos hosteis mais baratos (e nem por isso necessariamente ruins) e em quartos coletivos, com uma boa localização e uma nota média geralmente acima de 8,0 no booking. Transporte mesma coisa, praticamente só no bom e velho latão, andei apenas duas vezes de trem (no mínimo o dobro mais caro do busu). Aliás, às vezes não é muito fácil andar de bus na Europa, principalmente no Leste. Balada, álcool e festas em geral abocanharam boa parte do meu orçamento , but... no regrets Ao final de cada país eu colocarei individualizado e por “natureza”, sempre em euros, mas no total ficou assim: AÉREO: 97.500 milhas smiles, + cerca de 175,00 euros em taxas. HOSPEDAGEM: 513,50 ALIMENTAÇÃO: 566,70 TRANSPORTE INTERURB: 253,50 ATRAÇÕES E PASSEIOS: 167,90 TRANSPORTE URBANO: 214,84 BALADA/FESTA/CERVEJA: 477,00 ãã2::'> ALEATÓRIOS: 94,10 COMPRAS: 178,47 BURRADAS: 46,00 Continua em breve, com Berlim, Praga, Cesky Krumlov, Viena e Budapeste :}
  3. Assino embaixo o que o pessoal já falou: corra longe de agências, independentemente de quanto tempo você vai ficar, se seis dias ou seis meses. Nesse tipo de situação eu costumo usar como analogia uma viagem pelo Brasil. Você não precisa de agência pra se deslocar de cidade em cidade por aqui. Uma viagem internacional é a mesma coisa, mas com o diferencial da língua e da necessidade um pouco maior de pesquisa sobre trâmites legais. Além disso, tá muito corrido (diria quase absurdo) e caro o roteiro da agência que você consultou, não vale a pena sob nenhum aspecto. Espero que faça uma boa viagem :}
  4. Depois de pensar muito e com a ajuda da galera aqui, cheguei ao seguinte roteiro: 27 a 01 - Berlim 01 a 05 - Praga (Krumlov no último dia) 05 a 08 - Viena 08 a 11 - Budapeste 11 e 12 - Plitvice 12 a 15 - Zadar 15 e 16 - Split 16 a 18 - Hvar 18 a 20 - Dubrovnik 20 a 21 - Kotor (não me aguentei e coloquei Montenegro ) 21 a 23 (ou 24) - Mostar e Sarajevo (aqui ainda não tenho certeza, mas talvez eu saua cedo de Kotor, chegue ainda de manhã em Mostar e pegue o trem do final do dia pra Sarajevo, ou seja, não durma em Mostar). Ou pra não ficar dois dias em sarajevo, talvez eu faça um tour em Kravice Waterfalls, que fica próximo a Mostar, dormindo um dia aqui e indo pra Sarajevo no dia 22. O importante é estar em belgrado pelo menos no final do dia 24 pra pegar o vôo pra Moscou, rs. 23 (ou 24) a 25 - Belgrado 25 e 26 - Roma 26 a 28 - Moscou (trem noturno pra St. Pet.) 29 a 01 - St. Petersburg 02 - volta Adriano, se você tiver alguma sugestão, por favor, manda bala. Abraços!
  5. Opa, mandei o número em mensagem pvt. Valeu!
  6. Tufatah, Infelizmente tudo meio que começa, termina e passa por Bangkok. Se você não pegar um aéreo de Chiang Mai ao Camboja, vai ter que voltar pra BKK.
  7. Muito obrigado pelas dicas, Adriano, Depois de muito pensar, decidi cortar a Romênia pra gastar mais tempo na Croácia e quem sabe dar um pulo na Eslovênia. Cortei um dia de Belgrado e vou pegar o trecho Belgrado-Moscou, que vai sair metade do valor que eu gastaria se fosse pra Bucareste. Já em Sarajevo, Belgrado e Moscou eu tenho interesses culturais que demandam um pouco mais de tempo, então acho que tá meio adequado. Mais uma dúvida, se não for abusar da sua paciência, cara: Com os dias cortados da Romênia você acha que valeria a pena visitar Cracóvia e a Eslovênia ou seria mais jogo aproveitá-los na Croácia? Abraços
  8. Quanto ao seu itinerário... você tinha colocado La Paz e Huaraz, por exemplo, mas você vai passar um tempo em Cusco, certo? O post original foi meio pontual com alguns lugares e cidades, então, sem muito rodeio, já adianto que eu não faria um mochilão de um ano apenas pela América Central. Mas vamos lá, vou passar as minhas impressões bem pessoais. Como você mesma já tinha falado, Panamá e Costa rica são países caros. A Costa Rica especialmente é assustadora, rs. Mesmo a Nicarágua não é lá aquelas coisas que outrora já foi de econômica. San Juan del Sur, por exemplo, é bem carinha. Falando de San Juan, a propósito, trata-se de uma cidade bem bacana, mas bem pequena, sendo que, fora da temporada, não tem muito movimento. Ela está para os Nicaraguenses como Balneário Camboriú está para a galera do Sul do Brasil (por isso também é meio salgada) kkkkk. Corn Islands, apesar de eu não ter ido, dizem que também é caro. León, fora o Vulcano Boarding, praticamente não há o que fazer. A cidade é feia, suja e perigosa. Manágua então nem se fala. Obs: Só frisei León e San Juan del Sur porque você especificou elas, rs. Daí “pra cima” não posso opinar porque não conheço. Eu digo tudo isso porque, a não ser que você tenha um plano muito específico na Nicarágua, e levando em consideração que Panamá e Costa Rica são países caros, acho difícil adaptar a logística pra passar tanto tempo nestes países. Outra impressão que tive é que nestes países da América Central o “turismo mochileiro” é muito incipiente se comparado ao que se vê na América Andina. Na Costa Rica principalmente. Ela respira turismo, há muitos hotéis de luxo, o turismo é profissionalíssimo, tudo lindo, mas pouco backpacker (infelizmente não tive tempo pra conhecer a costa do Pacífico costariquenho, passei por ela meio no tirão , mas um dia eu volto). O povo de lá também reclama muito que o custo de vida é bem alto. Mesmo no Panamá são poucos os hostels em que se vê gringo trabalhando em troca de pouso e rango, a maioria dos funcionários é um local contratado, uniformizado etc, rs. Se você quiser trampar pra sustentar a sua viagem, creio que vai ser mais difícil na Am. Central. Cancun então nem se fala. Na Nicarágua talvez seja mais fácil arrumar o trampo, mas o país é muito pobre, o que dificulta muito. Pode ser que eu esteja bem enganado, até porque eu fiz um mochilão meio rápido e nem cogitei a hipótese de trabalhar e tal. Não significa que seja muito fácil trampar na América do Sul, mas esta é mais barata em praticamente todos os aspectos. Quanto à imersão na cultura de cada lugar, nestes três países iniciais da Am. Central eu me decepcionei um pouco com a americanização dos costumes, músicas etc. Na CR eles até misturam inglês no meio das palavras e falam “Costa RHRHRIca” com o érre capira/tio sam . É lógico que esse tipo de coisa não diminui a riqueza cultural de qualquer país, mas eu os achei muito parecidos com o próprio Brasil. Não tenho dúvidas que o choque cultural que a América Andina proporciona é exponencialmente maior, principalmente na Bolívia. Fica até parecendo que detestei a Am. Central. Não se trata disso, muito pelo contrário, cada lugar lá é fantástico, mas não vislumbro como passar um ano rodando praquelas bandas, ainda mais com orçamento apertado. Como eu alertei no início, são impressões bem pessoais hahaahha. Creio que se você não pretende se estabelecer muito tempo em alguns lugares específicos, vai ter muito mais coisa pra ver e andar na América do Sul, com mais grana a sobrar . De toda forma, um ano é tempo pra caramba. Acho que dá pra rodar legal pela América do Sul e reservar um tempinho pra Central também, sem que isso implique em um aumento muito grande de gastos e mudança no estilo da viagem. Você poderia deixar uma janela sem comprometer o seu segundo semestre e, conforme o caminhar da trip, analisar se vale a pena ou não. Uma opção para não encarecer os seus planos, caso eles mudem muito no meio do caminho, seria investir pesado em um programa de milhagem pra mais ou menos poder voltar de onde e quando quiser sem ter surpresas desagradáveis com mudanças de tarifas e com passagens compradas sem a antecedência adequada. Inclusive tem muita gente que usa isso nas RTW. Não tenho certeza se está valendo a pena hoje em dia fazer isso, mas vale a pena pesquisar. Seria mais ou menos isso... pode ir falando aí se tiver alguma dúvida. Isso se não ficou ainda mais confusa
  9. Tem um milhão de roteiros e informações sobre o Peru aqui no Fórum. Você tem que pesquisar e ter pelo menos um esboço dos lugares que pretende visitar. Não tem como o pessoal ajudar sem saber o que você quer ver, de quanto tempo dispõe, qual é o seu orçamento, tipo de viagem etc etc.
  10. Olá, Ruti, Eu tinha visto o seu post original, mas não tive tempo de comentar. Aí ontem à noite eu até escrevi um texto imenso, mas fiquei sem net e depois acabei pensando melhor e deixando ele de molho. Acredito que, de um modo geral, um mochilão pela América do Sul seja mais barato. É meio difícil opinar em um roteiro deste tamanho e duração, sobre qual lugar é melhor ou pior, barato ou caro etc, porque são quase incontáveis os fatores a serem relevados e geralmente é muito subjetiva a escolha. Faltou um pouco você dar mais detalhes sobre a sua trip. Objetivos, preferências, se você pretende trabalhar e, se sim, com o quê, quais são as suas prioridades, etc. Se você detalhar um pouco mais os seus planos, será mais fácil pra galera opinar ;].
  11. Vale mais a pena você tirar 3 dias de Bangkok pra conhecer Siem Reap. Chiang Mai eu recomendo o "BB House Budget & Boutique" (11/5 moonmuang rd,soi6, 50200 Chiang Mai, Tailândia). Só jogar no booking que vai aparecer. É um hostel mais puxado pra guest house. É muito bem localizado, ridiculamente barato, tem um café da manhã bonzinho e o ambiente é muito agradável. O staff é sensacional, nota 1000. Quase em frente há uma agência cujo o nome eu não lembro na qual você pode contratar todos os passeios em Chiang Mai, bem como o transfer pra Chiang Rai. O dono chama-se "Jack". Figurão, muito ponta firme. Abraços.
  12. Há outro problema, rs. Contratar o Salar diretamente em Uyuni via de regra é mais barato, mas se você sair de La Paz a Uyuni, sem nada reservado, corre o risco de perder o primeiro dia à toa em Uyuni, porque as agências dependem de horário, lotação mínima e máxima dos carros, motorista etc. Pra garantir, o mais prudente seria contratar o passeio já em La Paz, de preferência com alguma agência que tenha filial/sede em Uyuni (há várias, a exemplo da colque tours e salvo engano a cordillera). Contratar diretamente do Brasil pode sair ainda mais caro, além de trabalhoso, e você fica exposto a toda sorte de intempéries que podem atrasar sua data de chegada.
  13. Ausangate complicou um pouco o seu roteiro pelo tempo. Eu colocaria La Paz no meio, mas 20 dias é meio apertado pra fazer tudo isso. Lima-Cusco tem que ser de avião. Buzão demora umas 18h e a estrada é lazarenta, além do fato que você disporá de pouco tempo. O acesso aéreo a Uyuni é horrível. Desorganização e vôos irregulares e caros, independentemente de onde você parta. Não tem muita escapatória: para ir de Cusco a Uyuni, creio que você terá que passar por La Paz. Avião Cusco/La Paz vai gastar pelo menos (e aqui varia muito conforme a data) R$ 400,00 + buzão norturno pra Uyuni. Se resolver fazer o trajeto por terra, são +- 10h Cusco-Puno, mais 4h Puno-Copacabana, mais 4h Copa-La Paz. Duro é que, passando ao lado do titicaca, é um pecado não perder 1 dia em copacabana. Vai ser bem difícil combinar os horários pra viajar sem parar, ainda mais tendo que cruzar a fronteira, que, salvo engano, só opera durante o dia. Há uma opção de ônibus direto de Cusco-La Paz, mas é mais cara e mesmo assim dura quase 20h. Pra você encaixar tudo o que você quer, sugiro fazer via aérea os trechos Lima-Cusco e Cusco-La Paz. Mesmo assim você vai perder o Titicaca e vai ter que quebrar a cabeça pra aproveitar La Paz e o Atacama. Abraços
  14. Cara, acho que a distribuição de dias nos lugares está de acordo. Há muitos hostels baratos em Phi Phi :} Inclusive tem hostel um no final de Loh Dalam Bay (lado oposto das baladas), a 15 min de caminhada dos principais bares de Phi Phi e a 10min de caminhada do centro da ilha, beira-mar, por cerca de 30 reais a diária.
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