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Allan Pericles

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Posts postados por Allan Pericles

  1. BERLIM (27/06 a 01/07)

     

    Berlim, rapaaaz,... que cidade %$&@. Uma das mais legais que já conheci, sem sombra de dúvidas.

     

    Como fiz em escala em Roma com a Alitalia, cheguei pelo aeroporto Tegel (TXL), que fica a uns 25min de ônibus do centro da Cidade.

     

    Este foi o primeiro mochilão que fiz inteiramente “sozinho”. É bem engraçado o misto de sensações que se sente nos primeiros minutos quando você se dá conta de que está do outro lado do mundo por sua conta e risco.

     

    Logo ao desembarcar, demorei para me situar e fiquei simplesmente curtindo o êxtase de estar ali, com um sorrisão no rosto e uma cara de bobo. Alguns minutos depois começou a bater um gelo na espinha e uma sensação de “PQP! Tô longe de casa e sozinho”... comecei logo a pesquisar como sair dali e de cara já começaram as primeiras presepadas...

     

    Eu tinha que chegar na estação de metro Gorlitzer, a qual ficava em frente ao meu hostel, em Kreuzberg. Perguntei pra um punhado de gente no lado de fora do aeroporto e acabei encontrando um buzão que levava até uma estação de metrô próxima.

     

    Entendi de início que era possível comprar o passe do bus direto com o motorista, então nem me aventurei nas maquininhas que ficavam do lado de fora. Quando fui entrar no tal do bus, o motora fechou a porta da frente na minha cara e um casal que estava atrás me guiou até a porta de trás e acabei entrando sem pagar ::hein: . Meio constrangido, até tentei perguntar como fazia pra comprar o passe, mas ficou por isso mesmo, fui induzido a erro hahahaha, morrendo de medo de que algum fiscal quisesse verificar o meu ticket... meia hora na gringa e eu já estava fazendo cagada!!.

     

    Sem saber direito as direções e por onde eu estava passando, dei sorte de ouvir uma molecada da República da Geórgia que estava atrás de mim falando o nome da estação Gorlitzer, onde eu deveria parar. Fui seguindo-os e, no fim das contas, cheguei na tal da estação, mas desta vez paguei direitinho o metrô kkkkkk. Nos outros dias eu comprei os passes diários de transporte público, que custam 7,00 euros e podem ser usados durante o dia inteiro e são válidos também para os ônibus urbanos.

     

    HOSTEL

     

    O hostel em que eu me hospedei foi o BaxPax Kreuzberg. Bem barato, limpo e staff muito prestativo. Havia inclusive uma garota brasileira trabalhando lá :]. Ponto negativo apenas para os chuveiros e para poucas tomadas nos quartos.

     

    Apesar de não ficar no centro, dou nota 10,0 para a localização do hostel. Primeiro porque é só atravessar a rua para pegar o metrô e chegar com muita facilidade em qualquer canto de Berlim, e segundo porque Kreuzberg é um bairro ANIMAL.

     

    O lugar é bem underground, provavelmente o ambiente mais cosmopolita que visitei nesse mochilão, muitos imigrantes (principalmente árabes e africanos) e estudantes de todas as partes do mundo vivem lá, e isso curiosamente refletia, ao que tudo indicava de forma premeditada, na composição dos hóspedes do hostel, pois havia muita gente [pirada] interessante e inteligente de todos os cantos do planeta. O distrito também conta com um sem fim de restaurantes, bares e baladas, com movimento constante nas ruas 24h por dia, mesmo durante dias de semana. Alguns dos clubes mais lendários de Berlim, como o “berghain”, situam-se nos arredores.

     

    O DIA-A-DIA E ATRAÇÕES TURÍSTICAS EM BERLIM

     

    Usei o que restava do primeiro dia para bater perna pelos arredores de Kreuzberg e resolvi visitar a East Side Gallery (20 min a pé do hostel pelo caminho normal) atravessando o Gorlitzer Park.

     

    Maluco... ao atravessar este parque, me senti como se estivesse em Amsterdã, sé é que vocês me entendem :twisted::twisted::twisted: . A despeito disso (para o bem ou para o mal), a atmosfera do parque é simplesmente sensacional. Famílias inteiras passeando, pessoas de todas as idades aproveitando as tardes ensolaradas de verão, andando de bike, skate, batendo bola, tomando sol etc, muito dahora.

     

    A east side gallery é um lugarzinho bem maneiro, tem uns grafites bem legais e tal, dei uma googleada sobre a atração, stalkeei uns grupinhos de walking tour para ouvir alguma coisa, tirei algumas fotos e voltei quando achei que ia escurecer – o que de fato aconteceu, mas apenas às 22h30 hahahah -, parando em tudo quanto é padoca pra experimentar uns doces turcos e outras guloseimas (tudo muito bom, diga-se de passagem).

     

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    Falando em comida, num geral a minha alimentação em Berlim foi meio zoada, basicamente composta de kebab e falafel, macarrão, hambúrgueres e curry worst (pratos de salsichas com fritas e uns molhos barbecue). O custo em geral variava de 3,00 a 7,00 euros. Costelinha de carneiro assada com alguns acompanhamentos como saladas, batatas e/ou arroz também é um prato bem comum e com preço razoável. Pratos mais elaborados tendem a ser bem caros, infelizmente :/.

     

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    No início tive bastante dificuldade com o fuso horário. Não conseguia dormir antes das 5:00, o que dava a impressão de que eu estava “perdendo” as manhãs, mas como eu dispunha de quase 5 dias e escurecia bem tarde, isto acabou não sendo um problema.

     

    Não é novidade para quem já conhece os países da Europa Ocidental, mas eu fiquei muito impressionado com a enorme número de ciclistas nas ruas (e como aqueles doidos pedalam rápido no meio das pessoas ::hein: ). À vezes os espaços das ciclovias não parecem ser muito bem delimitados e, até me acostumar, perdi a conta de quantas vezes fui xingado e quase atropelado ::tchann:: . Lembro de uma garota ter me proferido uma palavra tão grande que me sinto até hoje meio ofendido ::hahaha:: . A propósito, acho que a palavra que a expressão mais usada nos 3 primeiros dias foi SORRY ::lol4:: .

     

    No segundo dia acordei bem tarde e bati perna pela região da Alexander Platz, a praça mais famosa da capital alemã e parada obviamente obrigatória para quem a visita. Muito bonita, limpa, espaçosa, cheia de atividades artísticas, com barraquinhas e restaurantes para todos os [bolsos] gostos e cercada por prédios modernos e lojas de marcas famosas.

     

    Aproveitei pra ir num shopping ao lado para comprar um chip da Vodafone – 25,00 euros para 750mb de net bem rápida e a partir daí funcionou lentamente em roaming, mas passou de 2 GB de uso, até hoje não sei quanto de internet tinha naquele chip hahaha – que funcionou em todos os países da união europeia pelos quais passei. Saiu meio salgado, mas comprei apenas 1 sim card.

     

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    Nos demais dias, visitei algumas das outras principais atrações de Berlim, como o Portão de Brandenburgo, o Reichstag/Bundestag (Parlamento Alemão) e a Potsdamer Platz (praça mais moderna de Berlim, vale muito a pena). Acho que não cabe muito aqui falar sobre cada atração, até porque todas são bem famosas e é meio que o básico de Berlim.

     

    O tour pelo Reichstag é muito legal (e de graça). Você sobe até o topo do prédio (na cúpula de vidro), com visão panorâmica de parte da cidade e eles disponibilizam um sistema de áudio individual – parecido com aqueles fornecidos por museus, porém muito mais “smart” ::hãã2:: . Acredito que o aparelho funcione com um GPS integrado porque, conforme você vai subindo, o negocinho vai explicando sobre a história da cidade, do próprio edifício e dos prédios para os quais você está olhando no caminho etc, informações muito interessantes e sem firula ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'> .

     

    Há diferentes “tours” disponíveis, inclusive um no qual é possível assistir a uma espécie de “sessão ordinária” do Parlamento. Eu optei por um das mais simples. Você só precisa se cadastrar no site http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/kuppel

     

    Na alta temporada é imprescindível agendar com uma antecedência de pelo menos duas ou três semanas e há algumas regrinhas e um cadastrinho para preencher, todavia bem fáceis de entender.

     

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    Pode parecer um sacrilégio, mas eu não quis entrar no museu do holocausto. Até fui ao local, bem pertinho do Portão de Brandenburgo. Não sou fã de museus e a fila para entrar estava enorme ::putz::

     

    Num geral, passei mais tempo batendo perna e me “perdendo à toa” em Berlim do que propriamente conhecendo pontos turísticos.

     

    Eu queria muito ter ido a uma feira de produtores locais chamada “winterfeldt markt”, mas infelizmente ela só funciona em dois dias da semana e, no dia no qual eu pude visitar, quando cheguei já estava fechada =( e não era nem 16h. Deve começar bem cedo.

     

    BARES E COUCHSURFING

     

    Esta viagem também foi a primeira em que usei o couchsurfing, e posso dizer que a experiência foi excepcional. No começo pensei em usar de fato para me hospedar, mas depois resolvi usá-lo apenas para conhecer pessoas locais e experimentar um role diferente.

     

    Logo em Berlim tive muita sorte no CS, pois dos quatro dias em que estive na cidade, em três eu saí com uma russa gente buoníssima que mora na capital alemã há cerca de 7 anos. Por meio dela acabei conhecendo ainda mais pessoas legais, que renderam noites divertidas, regadas a muita cerveja boa, com direito a pequenos fiascos :D ) .

     

    Dentre os vários pubs e bares que [fechamos] visitamos – cujos nomes infelizmente não me recordo de todos –, um dos que eu mais gostei e mais me chamou a atenção foi um chamado “Klunkerkranich” (sabe-se lá como pronuncia isto), que fica no bairro de Neukolln (próximo e bem semelhante a Kreuzberg). Este estabelecimento fica no terraço de um shopping chamado “Neukolln Arcaden” e consiste num misto de pub e balada, com música eletrônica mais low, tipo deep house, e outros gêneros musicais variados. Lugar animado, decoração sensacional, vista bonita, galera descolada e uma grande variedade de cervejas muito boas e com preços acessíveis. O pint de 500ml de cerveja BOA variava de 2,00 a 5,00 euros. Definitivamente recomendo!! ::otemo::::otemo:: Fica bem próximo à estação de metrô “U Boddinstrasse”.

     

    Outro pub que gostei bastante foi o “Prater” (ou “Pratergarten”), com preços semelhantes, localizado próximo à estação “U eberswalder str”, mais no centro, acerca da Rosa Luxemburb Platz.

     

    Também vale a pena conferir a área ao redor da estação “Warschauer Str”, em Kreuzberg, com vários bares, barraquinhas de comida, rampas de skate e uma atmosfera ainda mais underground do que o normal de Kreuzberg hahahaha, cheio de artistas e músicas de rua etc.

     

    Berlim também é conhecida por muitos como a meca da música eletrônica, principalmente das mais variadas vertentes do techno. Na noite em que não saí com o pessoal do CS, resolvi conferir com uma galera muito louca do hostel uma balada bem famosa, daquelas que tem face control e blablabla, chamada “Tresor” (também no fucking amazing bairro de Kreuzberg ::hãã2:: ). O lugar é diferente, tem uma espécie de túnel, vários ambientes, lotada em plena quarta-feira etc, mas eu não gostei. Sabe a tal da festa estranha com gente esquisita? Não o tipo da festa estranha massa, mas a realmente estranha. O calor estava insuportável, parecia que a bebida tinha saído do fogo do inferno e tava rolando um hard techno muito pra frente (e nada a ver com trance), cabuloso, difícil de entender. Curioso o fato de que todas as pessoas que ouviam sobre eu não ter gostado do Tresor faziam uma cara de espanto. Vai ver eu não dei sorte :/. Só que como tudo vale a pena se a alma não é pequena, a noite também acabou rendendo boas risadas.

     

    SAÍDA DE BERLIM

     

    Esqueça guichê de empresas e estações rodoviárias tradicionais nestas bandas, isto simplesmente não existe, mas transporte de Berlim a Praga é muito fácil, há várias empresas de ônibus que fazem o trajeto, com saídas praticamente de meia em meia hora para a capital da República Tcheca, de muitos lugares diferentes. As principais saídas de Bus de Berlim são o zoológico (?), a alexanderplatz e suedkreuz (estação bimodal bem grande, ônibus e trem).

     

    Comprei pelo celular uma passagem com a empresa FlixBus (a melhor que eu usei) por 23,00 euros para uma viagem de quase 05h de duração, bem fácil pelo aplicativo. O trem custava o dobro.

     

    O problema é que eu deixei para sair do hostel meio em cima da hora, peguei uma linha de metrô errada e perdi o primeiro bonde da trip ::mmm: .

     

    Mesmo chegando na estação ainda foi meio difícil me localizar e entender de onde o ônibus da empresa sairia. É tudo meio sem sinalização. O ponto da minha empresa, por exemplo, era do lado dos táxis ::bad:: . Lá não existe plataforma certinha como nas rodoviárias daqui, parece tudo meio improvisado, ou pelo menos é estranho pra nós, por isso é bom reservar um tempo legal de antecedência pra isso ::cool:::'> .

     

    Quando eu tive certeza de ter achado o ponto certo de onde sairia o buzão, tentei comprar pelo celular e não dava mais por causa do horário. Acabou que uma conveniência/lanchonete (wtf?) sem nenhuma placa da empresa vendia passagens. Já quase no desespero perguntei pro senhorzinho se ele sabia onde eu poderia conseguir passagens, no que ele me respondeu: “eu vendo” ::tchann:: . Acabei saindo de Berlim 14h (meu plano inicial era sair às 11h) e chegando em Praga no final da tarde.

     

    GASTOS

     

    Alimentação: 82,70

    Transporte Urbano: 36,40

    Hospedagem: 65,00

    Balada/bar/festa: 105,00 ::ahhhh::

    Transporte interurbano: 23,00

    Gastos aleatórios ou imprevistos: 27,50

     

    Eu queria colocar mais lugares de uma vez pra não ficar o tempo todo postando, mas escrever este relato está sendo MUITO mais difícil do que eu imaginei. Na próxima tentarei colocar pelo menos mais uns 10 dias.

     

    Continua...

  2. Fala galera,

     

    Apesar de ser meu 5º mochilão pra fora do País (2x Am. Do Sul, América Central e Sudeste Asiático) e de dar pitacos e ajudar em alguns tópicos - além de usufruir bastante das informações -, este é o primeiro relato que posto aqui no fórum. Além disso, foi a minha primeira vez na Europa. Espero que curtam. Qualquer dúvida estou à disposição para ajudar.

     

    Ao longo da trip, como vocês vão perceber no relato, não fiz questão de conhecer todos os “must see” dos lugares visitados, todo santo palácio, estátua e museu. Acho este tipo de rolê muito xarope. Prefiro focar na aventura, em me sentir bem, em conhecer pessoas etc, ou seja, viver a viagem mesmo, o que não significa, é lógico, que não visitei basicamente todos os lugares famosos que realmente tive vontade.

     

    Devido a alguns probleminhas pessoais, até poucas semanas antes de partir eu não sabia se a trip ia mesmo rolar e estava me sentindo meio desmotivado e preguiçoso, então esta foi de looonge a viagem que eu menos me preparei com informações prévias em relação a atrações turísticas, transporte terrestre e principalmente transportes urbanos, fato que acabou me causando alguns pequenos transtornos e contratempos, alguns engraçados, outros nem tanto, mas sem grandes problemas. Também fui com a ideia de que eu não queria deixar a trip muito engessada, podendo mudar de planos quando quisesse e, por se tratar de Europa, a questão dos transportes seria bem fácil... só que não... ::toma::

     

    LOGÍSTICA e PLANEJAMENTO:

     

    A ideia inicial da trip era iniciar em Berlim e voltar por Atenas, descendo os Balcãs, atravessando a Albânia etc. O voo para Berlim eu consegui comprar por uma tarifa muito boa de 35.000 milhas, com a Smiles. O preço da volta pela Grécia era o mesmo.

     

    Entretanto, contudo, porém... quem usa a smiles sabe que (pelo menos naquela época era) a disponibilidade de destinos e preços é uma zona, principalmente em voos com parceiras aéreas, o que me fez logo comprar a ida para Berlim para garantir o preço, afinal, poucos dias depois eu teria as milhas suficientes para voltar, mas, quando acumulei as 35k de milhas, não havia mais volta pela Grécia ::tchann:: . Depois de muita pesquisa, acabei pegando a volta por São Petersburgo, por 50k.

     

    Como eu queria muito conhecer a Croácia e a Bósnia, seria completamente inviável chegar a St. Pet pelo norte da Europa, cruzando os países bálticos, e foi aí que a Sérvia entrou de gaiata nos meus planos. Resgatei mais uma passagem, novamente pela smiles, por 12.500 milhas, com a Alitalia, de Belgrado a St. Pet., com um dia de conexão em Roma :D.

     

    Quanto à época escolhida para viajar, foi legal o forte do verão (mês de julho inteiro) por causa das praias, baladas e da animação em geral, mas hoje não sei se voltaria neste mês para alguns países. Além de tudo ser MUITO mais caro e extremamente lotado (crowd zero só no canal OFF 8) ), peguei um calor terrível em alguns pontos (temperaturas de 39ª na Croácia, na Hungria e na Sérvia). Numa eventual próxima vez, se não focar em praias e/ou festivais de verão em geral, creio que voltarei na metade do outono ou da primavera.

     

    GASTOS

     

    Em relação aos gastos, posso dizer que num geral fui bem econômico, exceto com a alimentação. Eu definitivamente não tenho paciência pra cozinhar quando viajo e me irrito se ficar comendo mal, muita coisa natureba, comida de rua e fast food ::xiu:: , então algumas vezes me dei ao luxo de comer legal em restaurantes, pratos típicos etc... mas também comi muita porcaria barata, principalmente nas cidades mais caras (vou ficar um bom tempo sem comer kebab e falafel depois de Berlim ::essa:: . Levei 1.000,00 euros em espécie e de resto fui sacando e usando cartão de crédito, sempre retirando o máximo de grana possível pra não levar tanto prejuízo com a taxa do banco (20 reais no BB) e com as taxas dos próprios ATM’s.

     

    No que diz respeito à hospedagem, fiquei sempre nos hosteis mais baratos (e nem por isso necessariamente ruins) e em quartos coletivos, com uma boa localização e uma nota média geralmente acima de 8,0 no booking. Transporte mesma coisa, praticamente só no bom e velho latão, andei apenas duas vezes de trem (no mínimo o dobro mais caro do busu). Aliás, às vezes não é muito fácil andar de bus na Europa, principalmente no Leste. Balada, álcool e festas em geral abocanharam boa parte do meu orçamento :x, but... no regrets :twisted:

     

    Ao final de cada país eu colocarei individualizado e por “natureza”, sempre em euros, mas no total ficou assim:

     

    AÉREO: 97.500 milhas smiles, + cerca de 175,00 euros em taxas.

     

    HOSPEDAGEM: 513,50

    ALIMENTAÇÃO: 566,70

    TRANSPORTE INTERURB: 253,50

    ATRAÇÕES E PASSEIOS: 167,90

    TRANSPORTE URBANO: 214,84

    BALADA/FESTA/CERVEJA: 477,00 ::dãã2::ãã2::'>

    ALEATÓRIOS: 94,10

    COMPRAS: 178,47

    BURRADAS: 46,00

     

    Continua em breve, com Berlim, Praga, Cesky Krumlov, Viena e Budapeste :}

  3. Assino embaixo o que o pessoal já falou: corra longe de agências, independentemente de quanto tempo você vai ficar, se seis dias ou seis meses.

     

    Nesse tipo de situação eu costumo usar como analogia uma viagem pelo Brasil. Você não precisa de agência pra se deslocar de cidade em cidade por aqui. Uma viagem internacional é a mesma coisa, mas com o diferencial da língua e da necessidade um pouco maior de pesquisa sobre trâmites legais.

     

    Além disso, tá muito corrido (diria quase absurdo) e caro o roteiro da agência que você consultou, não vale a pena sob nenhum aspecto.

     

    Espero que faça uma boa viagem :}

  4. Depois de pensar muito e com a ajuda da galera aqui, cheguei ao seguinte roteiro:

     

    27 a 01 - Berlim

    01 a 05 - Praga (Krumlov no último dia)

    05 a 08 - Viena

    08 a 11 - Budapeste

    11 e 12 - Plitvice

    12 a 15 - Zadar

    15 e 16 - Split

    16 a 18 - Hvar

    18 a 20 - Dubrovnik

    20 a 21 - Kotor (não me aguentei e coloquei Montenegro ::hãã2:: )

    21 a 23 (ou 24) - Mostar e Sarajevo (aqui ainda não tenho certeza, mas talvez eu saua cedo de Kotor, chegue ainda de manhã em Mostar e pegue o trem do final do dia pra Sarajevo, ou seja, não durma em Mostar). Ou pra não ficar dois dias em sarajevo, talvez eu faça um tour em Kravice Waterfalls, que fica próximo a Mostar, dormindo um dia aqui e indo pra Sarajevo no dia 22. O importante é estar em belgrado pelo menos no final do dia 24 pra pegar o vôo pra Moscou, rs.

    23 (ou 24) a 25 - Belgrado

    25 e 26 - Roma

    26 a 28 - Moscou (trem noturno pra St. Pet.)

    29 a 01 - St. Petersburg

    02 - volta ::putz::

     

    Adriano, se você tiver alguma sugestão, por favor, manda bala. ::otemo::

     

    Abraços!

  5. Estou com um roteiro semelhante, porém vou passar mais dias em cada cidade, uma vez que tenho 30 dias por lá.

    O que está me deixando confusa são os translados.

    Como ir de Chiang Mai para Camboja? Ou volto até BKK e sigo pro Camboja?

    Me parece que terei de voltar pra capital todo tempo...

    Bom, eu estou lendo o forum, mas se alguem puder ajudar, será ótimo!

     

    Tufatah,

     

    Infelizmente tudo meio que começa, termina e passa por Bangkok.

     

    Se você não pegar um aéreo de Chiang Mai ao Camboja, vai ter que voltar pra BKK.

  6. Muito obrigado pelas dicas, Adriano,

     

    Depois de muito pensar, decidi cortar a Romênia pra gastar mais tempo na Croácia e quem sabe dar um pulo na Eslovênia. Cortei um dia de Belgrado e vou pegar o trecho Belgrado-Moscou, que vai sair metade do valor que eu gastaria se fosse pra Bucareste. Já em Sarajevo, Belgrado e Moscou eu tenho interesses culturais que demandam um pouco mais de tempo, então acho que tá meio adequado.

     

    Mais uma dúvida, se não for abusar da sua paciência, cara:

     

    Com os dias cortados da Romênia você acha que valeria a pena visitar Cracóvia e a Eslovênia ou seria mais jogo aproveitá-los na Croácia?

     

    Abraços

  7. Quanto ao seu itinerário... você tinha colocado La Paz e Huaraz, por exemplo, mas você vai passar um tempo em Cusco, certo?

    O post original foi meio pontual com alguns lugares e cidades, então, sem muito rodeio, já adianto que eu não faria um mochilão de um ano apenas pela América Central. Mas vamos lá, vou passar as minhas impressões bem pessoais.

     

    Como você mesma já tinha falado, Panamá e Costa rica são países caros. A Costa Rica especialmente é assustadora, rs. Mesmo a Nicarágua não é lá aquelas coisas que outrora já foi de econômica. San Juan del Sur, por exemplo, é bem carinha. Falando de San Juan, a propósito, trata-se de uma cidade bem bacana, mas bem pequena, sendo que, fora da temporada, não tem muito movimento. Ela está para os Nicaraguenses como Balneário Camboriú está para a galera do Sul do Brasil (por isso também é meio salgada) kkkkk. Corn Islands, apesar de eu não ter ido, dizem que também é caro. León, fora o Vulcano Boarding, praticamente não há o que fazer. A cidade é feia, suja e perigosa. Manágua então nem se fala. Obs: Só frisei León e San Juan del Sur porque você especificou elas, rs. Daí “pra cima” não posso opinar porque não conheço.

     

    Eu digo tudo isso porque, a não ser que você tenha um plano muito específico na Nicarágua, e levando em consideração que Panamá e Costa Rica são países caros, acho difícil adaptar a logística pra passar tanto tempo nestes países.

     

    Outra impressão que tive é que nestes países da América Central o “turismo mochileiro” é muito incipiente se comparado ao que se vê na América Andina. Na Costa Rica principalmente. Ela respira turismo, há muitos hotéis de luxo, o turismo é profissionalíssimo, tudo lindo, mas pouco backpacker (infelizmente não tive tempo pra conhecer a costa do Pacífico costariquenho, passei por ela meio no tirão :/, mas um dia eu volto). O povo de lá também reclama muito que o custo de vida é bem alto.

     

    Mesmo no Panamá são poucos os hostels em que se vê gringo trabalhando em troca de pouso e rango, a maioria dos funcionários é um local contratado, uniformizado etc, rs. Se você quiser trampar pra sustentar a sua viagem, creio que vai ser mais difícil na Am. Central. Cancun então nem se fala. Na Nicarágua talvez seja mais fácil arrumar o trampo, mas o país é muito pobre, o que dificulta muito. Pode ser que eu esteja bem enganado, até porque eu fiz um mochilão meio rápido e nem cogitei a hipótese de trabalhar e tal. Não significa que seja muito fácil trampar na América do Sul, mas esta é mais barata em praticamente todos os aspectos.

     

    Quanto à imersão na cultura de cada lugar, nestes três países iniciais da Am. Central eu me decepcionei um pouco com a americanização dos costumes, músicas etc. Na CR eles até misturam inglês no meio das palavras e falam “Costa RHRHRIca” com o érre capira/tio sam ::lol4:: . É lógico que esse tipo de coisa não diminui a riqueza cultural de qualquer país, mas eu os achei muito parecidos com o próprio Brasil. Não tenho dúvidas que o choque cultural que a América Andina proporciona é exponencialmente maior, principalmente na Bolívia.

     

    Fica até parecendo que detestei a Am. Central. Não se trata disso, muito pelo contrário, cada lugar lá é fantástico, mas não vislumbro como passar um ano rodando praquelas bandas, ainda mais com orçamento apertado.

    Como eu alertei no início, são impressões bem pessoais hahaahha. Creio que se você não pretende se estabelecer muito tempo em alguns lugares específicos, vai ter muito mais coisa pra ver e andar na América do Sul, com mais grana a sobrar ::hãã2::

    .

    De toda forma, um ano é tempo pra caramba. Acho que dá pra rodar legal pela América do Sul e reservar um tempinho pra Central também, sem que isso implique em um aumento muito grande de gastos e mudança no estilo da viagem. Você poderia deixar uma janela sem comprometer o seu segundo semestre e, conforme o caminhar da trip, analisar se vale a pena ou não.

     

    Uma opção para não encarecer os seus planos, caso eles mudem muito no meio do caminho, seria investir pesado em um programa de milhagem pra mais ou menos poder voltar de onde e quando quiser sem ter surpresas desagradáveis com mudanças de tarifas e com passagens compradas sem a antecedência adequada. Inclusive tem muita gente que usa isso nas RTW. Não tenho certeza se está valendo a pena hoje em dia fazer isso, mas vale a pena pesquisar.

     

    Seria mais ou menos isso... pode ir falando aí se tiver alguma dúvida. Isso se não ficou ainda mais confusa ::putz::::lol4::

  8. Tem um milhão de roteiros e informações sobre o Peru aqui no Fórum. Você tem que pesquisar e ter pelo menos um esboço dos lugares que pretende visitar.

     

    Não tem como o pessoal ajudar sem saber o que você quer ver, de quanto tempo dispõe, qual é o seu orçamento, tipo de viagem etc etc.

  9. Olá, Ruti,

     

    Eu tinha visto o seu post original, mas não tive tempo de comentar. Aí ontem à noite eu até escrevi um texto imenso, mas fiquei sem net e depois acabei pensando melhor e deixando ele de molho.

     

    Acredito que, de um modo geral, um mochilão pela América do Sul seja mais barato.

     

    É meio difícil opinar em um roteiro deste tamanho e duração, sobre qual lugar é melhor ou pior, barato ou caro etc, porque são quase incontáveis os fatores a serem relevados e geralmente é muito subjetiva a escolha.

     

    Faltou um pouco você dar mais detalhes sobre a sua trip. Objetivos, preferências, se você pretende trabalhar e, se sim, com o quê, quais são as suas prioridades, etc. Se você detalhar um pouco mais os seus planos, será mais fácil pra galera opinar ;].

  10. Vale mais a pena você tirar 3 dias de Bangkok pra conhecer Siem Reap.

     

    Chiang Mai eu recomendo o "BB House Budget & Boutique" (11/5 moonmuang rd,soi6, 50200 Chiang Mai, Tailândia). Só jogar no booking que vai aparecer.

     

    É um hostel mais puxado pra guest house. É muito bem localizado, ridiculamente barato, tem um café da manhã bonzinho e o ambiente é muito agradável. O staff é sensacional, nota 1000.

     

    Quase em frente há uma agência cujo o nome eu não lembro na qual você pode contratar todos os passeios em Chiang Mai, bem como o transfer pra Chiang Rai. O dono chama-se "Jack". Figurão, muito ponta firme.

     

    Abraços.

  11. Há outro problema, rs.

     

    Contratar o Salar diretamente em Uyuni via de regra é mais barato, mas se você sair de La Paz a Uyuni, sem nada reservado, corre o risco de perder o primeiro dia à toa em Uyuni, porque as agências dependem de horário, lotação mínima e máxima dos carros, motorista etc.

     

    Pra garantir, o mais prudente seria contratar o passeio já em La Paz, de preferência com alguma agência que tenha filial/sede em Uyuni (há várias, a exemplo da colque tours e salvo engano a cordillera).

     

    Contratar diretamente do Brasil pode sair ainda mais caro, além de trabalhoso, e você fica exposto a toda sorte de intempéries que podem atrasar sua data de chegada.

  12. Ausangate complicou um pouco o seu roteiro pelo tempo.

     

    Eu colocaria La Paz no meio, mas 20 dias é meio apertado pra fazer tudo isso.

     

    Lima-Cusco tem que ser de avião. Buzão demora umas 18h e a estrada é lazarenta, além do fato que você disporá de pouco tempo.

     

    O acesso aéreo a Uyuni é horrível. Desorganização e vôos irregulares e caros, independentemente de onde você parta.

     

    Não tem muita escapatória: para ir de Cusco a Uyuni, creio que você terá que passar por La Paz. Avião Cusco/La Paz vai gastar pelo menos (e aqui varia muito conforme a data) R$ 400,00 + buzão norturno pra Uyuni.

     

    Se resolver fazer o trajeto por terra, são +- 10h Cusco-Puno, mais 4h Puno-Copacabana, mais 4h Copa-La Paz. Duro é que, passando ao lado do titicaca, é um pecado não perder 1 dia em copacabana. Vai ser bem difícil combinar os horários pra viajar sem parar, ainda mais tendo que cruzar a fronteira, que, salvo engano, só opera durante o dia.

     

    Há uma opção de ônibus direto de Cusco-La Paz, mas é mais cara e mesmo assim dura quase 20h.

     

    Pra você encaixar tudo o que você quer, sugiro fazer via aérea os trechos Lima-Cusco e Cusco-La Paz. Mesmo assim você vai perder o Titicaca e vai ter que quebrar a cabeça pra aproveitar La Paz e o Atacama.

     

    Abraços

  13. Cara, acho que a distribuição de dias nos lugares está de acordo.

     

    Se vc vai visitar somente Phi Phi, 2 dias sao suficientes sim (na verdade ha até mesmo excur'soes/passeios de apenas um dia para PhiPhi)

    Vc vai encontrar esse tipo de passeio em todo lugar por lá

    Como vc vai ficar apenas uma noite (sao 2 dias, certo?) acho que vc deve escolher o hotel de acordo com o orçamento (mas nao acredito q vc encontre hostels em PhiPhi - pra isso, vc teria de se hospedar em Phuket e fazer a travessia com essas excursoes de 1 dia)

     

    Há muitos hostels baratos em Phi Phi :}

     

    Inclusive tem hostel um no final de Loh Dalam Bay (lado oposto das baladas), a 15 min de caminhada dos principais bares de Phi Phi e a 10min de caminhada do centro da ilha, beira-mar, por cerca de 30 reais a diária.

  14. Johnny,

     

    Seguindo a linha do que escrevi antes, acho que é melhor fazer o downhill antes do chacaltaya.

     

    A parte de Uyuni é que complicou no seu roteiro. De La Paz tem buzão noturno direto pra Uyuni, mas a viagem demora de 10 a 12h. Você dificilmente vai chegar a tempo de fazer o passeio completo pelo salar (o de 1 dia mesmo), pegando o nascer do sol. Mesmo que faça um "meio" passeio, vai ficar à mercê de vagas disponíveis e tal.

    Pegar o trem em Oruro também dependeria de uma sorte e conexão de horários enorme.

    Quando você fala em dormir em algum lugar no salar, vc diz dormir em algum hotel de sal e tal? Vai ser difícil conseguir um transfer que te leve cedo embora pra uyuni a tempo de pegar o buzão pra santa cruz Esse tipo de passeio costuma sair cedo e voltar à noite. Depois ainda tem as 16 a 20h de volta pra La Paz.

  15. Galera vamos lá mais uma vez

     

    Como o Salar ficou de fora e vou ter que aproveitar bastante la Paz ahahaha, pensando nisso e verificando as opções pensei no seguinte roteiro. Por favor me ajudem e com a experiência de vocês me digam se existe possibilidade.

     

    Data da Viagem de 15/03 a 22/03

     

    1° Dia 15/03 Domingo

    Embarque em SP as 11:05 chego em Sta Cruz por volta das 13:30

    Em Sta Cruz já pego um Bus para La Paz que deve demorar em torno de 14 a 16 hrs de viagem, chegando então na Segunda de manhã em La Paz.

     

    2° Dia 16/03 segunda-feira

    Chegar em La paz e já procurar o Tour para Chacaltaya e Vale de La Luna - http://www.hikingbolivia.com/producto/87/ ( Achei esse site como referencia quem puder me passar mais agradeço de coração)

    Voltar e fazer algumas compras em La Paz.

     

    3° Dia 17/03 terça-feira

    Acordar em la Paz e fazer o Downhill em Coroico http://www.hikingbolivia.com/producto/81/

     

    4° Dia 18/03 quarta-feira

    Acordar em La Paz e pegar o primeiro Onibus para Copacabana

    Copacabana > Isla del Sol

     

    5° Dia 19/03 quinta-feira

    Acorda em Isla del Sol pega o ultimo barco para Copacabana

    Copacabana pega o ultimo bus pra la Paz.

     

    Lucas,

     

    Sem querer ser chato, mas já sendo... ::lol4::

    O seu roteiro continua bastante inviável. Menos que antes, mas ainda tá difícil.

    O passeio pro Chacaltaya e Vale de La Luna sai cedo da manhã. Se você der sorte de chegar bem cedo em La Paz, vai querer ir pro hostel, tomar banho, tomar café-da-manhã etc e vai estar bastante cansado. Aí surgem vários problemas:

     

    1 - Os tours em países como a Bolívia costumam ser agendados sempre um dia antes. Não é como um ponto de táxi onde você acha uma van que te leva pra qualquer lugar. Depende de uma lotação mínima, motoristas disponíveis etc. O cara da agência liga e deixa tudo acertado pro outro dia.

    Isso porque o Chacaltaya não é exatamente pertinho de La Paz. Demora um tempinho até chegar, voltar, etc.

    Acredite: ainda que você consiga fazer tudo neste primeiro dia, a última coisa que vc vai ter é pique pra rodar pela cidade e fazer compras, até pq o passeio volta na metade pro final da tarde.

     

    2 - Dependendo da condição do tempo (se estiver nevando muito), as vans nem sobem até a estação base pra fazer os cumes, ou sobem só até um pedaço e você tem que caminhar o triplo pra fazer o cume.

     

    3 - Não subestime a altitude. A maioria das pessoas sente os efeitos e passa mal só de chegar aos 3600m da parte baixa de La Paz. Imagine agora subir no mesmo dia até os 5500m, com mais de 1 hora de caminhada forte, pois as subidas são bem íngremes. É bem complicado. A chance de um de vocês passarem mal é praticamente 100%. Vi gente com preparo físico excelente passar bem mal em altitudes mais baixas que isso e sem fazer muito esforço.

    E depois de toda a odisséia do Chacaltaya ainda tem mais um tempão de caminhada e rolê de van pra lá e pra cá pelo vale.

     

    4 - O esquema de agendar o downhill funciona do mesmo jeito. Este é 100% impossível contratar em cima da hora. Você precisa ir um dia antes na empresa para contratar, pagar, testar os equipamentos de segurança que sirvam em você, assinar o livro negro de isenção de responsabilidade ( ::hãã2:: ) etc etc.

     

    Eu sugiro que você aproveite o primeiro dia em La Paz (2º dia da trip) pra se aclimatar, passear pelo centro, pelas feiras etc e aproveitar pra comprar os dois passeios para os dias seguintes e ficar tranquilo pros próximos dias.

     

    Cara... o downhill é fantástico. Arrisco dizer que foi um dos rolês mais dahora que já fiz na vida, mas também não subestime o desgaste físico nele, porque é bem punk. É mais mais difícil que o Chacaltaya, só que a altitude não é tanta (salvo engano vai até os 4600m no máximo) e você só desce :D.

     

    Tem uma infinidade de agências que fazem o passeio. Eu fui pela Xtreme (jaquetas laranja-preto) e recomendo, fica perto da praça principal, numa rua subindo em direção ao mercado de las brujas.

     

    Independentemente da empresa, recomendo que você pegue bike com amortecedor no banco, afinal, são 3h de trepidação em estrada de chão. Vale a pena não ficar 3 dias com dor na bunda por 10 dólares a mais kkkkk. Eu não peguei e me arrependi. Tome cuidado que os preços do downhill variam muito de empresa pra empresa. Lembro que contratar o mesmo serviço na agência anexa ao hostel em que eu estava ficava quase o dobro do preço. Acredito que hoje um preço justo seja em torno de no máximo 70/80 dólares com bikes de primeira linha. IMPORTANTE: A bike tem que ter freio hidráulico. Corra longe se ela tiver apenas freio a disco, embora acho que quase todas lá tenham o primeiro sistema.

     

    No 5º dia vá para Copacabana, sem stress, deixando um dia para margem. Garanto que vocês vão aproveitar bem mais a viagem se forem com calma.

     

    Abraços

  16. Paulinha... Esse do gabriel já é um bok começo, rs.

     

    20 dias é um tempo legal. Pra aproveitar bem, o melhor é pegar vôos de ida e volta de cidades diferentes :}.

     

    Dá uma boa pesquisada e posta aqui no fórum um esboço do seu roteiro. Com ele vao surgindo dúvidas e vai ficando mais fácil pro pessoal ajudar com coisas mais pontuais e específicas, assim como foi feito com esse post.

  17. Boa noite

    Tenho 3 dias para ver Chiang Mai e CHiang Ray, devo ir na noite de dia 6 para dia 7 de comboio de bangkok para Chiang

    Chegada dia 7 de manhae dormida de dia 7 para dia 8

    Dia 8 de Manha ir para Chiang Rai e saida no aviao de dia 9 às 16:00 Para Yangun.

    Acham possivel? ou é muito pouco tempo? Depois vou estar 10 dias na Birmânia...

    Ou devo ir só à Birmania?

     

    Chiang Mai é muito legal, merece pelo menos uns 3 dias completos :/.

     

    Se você chegar de manhã em Chiang Mai, vai ter MUITA sorte se conseguir reservar algum passeio com elefantes ou alguma outra trip pro mesmo dia, à tarde... praticamente impossível. Vai te restar apenas caminhar pela cidade e conhecer alguns templos.

     

    O seu objetivo em Chiang Rai é conhecer o templo branco e pegar o vôo para Myanmarz apenas?

  18. Fala Gabriel,

     

    Tá massa o seu roteiro. Fui em 2008 e em 2013/14 mais ou menos pra esses lugares.

     

    Se eu fosse você, mudaria apenas algumas coisas:

     

    1 - Em Arequipa não vejo necessidade de dormir uma noite. Em vez disso, faça o tour de 2 dias pelo Canyon del Colca (dormindo em Chivay);

    2 - Não vale a pena dormir em Arica. Chegando cedo e saindo à noite, você consegue conhecer tudo no mesmo dia;

    3 - Não vejo vantagem em dormir em Puno. A única coisa que presta lá é o passeio nas Islas de Los Uros (não sei quanto a Taquiles, pois não visitei, mas acredito que não seja melhor do que a Isla del Sol), trip que pode ser feita num intervalo curto de tempo antes de pegar o transfer pra Copacabana ou Cusco, dependendo do sentido da viagem;

    4 - Particularmente, eu cortaria um dia em SPA;

    5 - Cortaria a noite em Santa Cruz também.

     

    Desses 5 dias cortados, eu adicionaria 1 em La Paz (tem muita coisa lá... Downhill, Chacaltaya e Vale de La Luna, e a cidade em si - só nisso já toma 3 dias).

    Com os outros 4 você pode esticar pra Huaraz (fica meio corrido) ou conhecer Ica/Nazca (tranquilo).

     

    Veja... hoje eu não sou mais adepto de viagens muito atropeladas, principalmente sozinho, mas eu acho que vale uma exceção nessa parte da Am. do Sul. É tudo muito intenso e há muita coisa pra conhecer kkkkkk.

     

    Seria mais ou menos isso. Abraços.

  19. Tenho uma vontade enorme de fazer uma RTW de 1 a 2 anos a partir do final de 2017 ou do começo de 2018, mas eu não consigo sair sem o pé no chão, (i)nfelizmente. Ainda não consegui tamanho desprendimento. Bom... se você está planejando uma RTW, você sabe quantos empecilhos financeiros, morais e emocionais existem.

     

    Dependo de alguns fatores "simples", como ter um chão quando voltar. Quanto a isso talvez não seja TÃO difícil pra mim, porque, dependendo de algumas coisas num futuro próximo, terei uma licença especial no trampo. Há fatores um pouco mais complexos também, mas com jeito tudo pode ser contornado pra se atingir o objetivo.

    Quanto a um empréstimo, pra mim não tem como, não aguento ficar com a corda no pescoço ::hahaha:: . A questão do dólar também é bem séria. Não tem como prever isso, é loteria. Mas acho que se continuar na faixa dos R$ 4,00 ou mais, mesmo no final de 2017, acho que eu teria que adiar.

     

    Admiro (e invejo um pouco) quem consegue viver no conceito de "nômade digital", mas, de novo, pra mim não dá certo, pois não sei mexer com web, programação, fotografia etc, ou seja, considero-me inútil fora da minha área :lol: e não vislumbro uma mudança nisso, pelo menos no curto prazo.

     

    Quanto a trabalhos "normais" durante a viagem, conheci muita gente que faz isso, mas tenho lá minhas dúvidas se é possível se manter viajando completamente só com isso. Já pensei em viajar assim, mas hoje acho que prefiro um pouco mais de segurança financeira.

     

    Já fiz alguns mochilões curtos e, em junho, vou passar uns 40 dias no Leste Europeu. Vou tentar fazer essa viagem mais "roots" do que as outras e procurar enxergar com outros olhos, aprender coisas novas etc. Sei que não se compara a uma RTW, mas acho que dá pra servir como um termômetro pra ver se aguento uma trip tão grande (também tem a questão de que na última viagem já não tive tanto pique - talvez seja a idade pegando ::lol4:: ).

     

    Enfim... vamos mantendo isso atualizado. Você já tem algum esboço de itinerário ou algo assim. Se quiser, me add no face pra gente trocar uma ideia.

     

    Abraços!

  20. Acho que seria mais ou menos isso mesmo (daqui a pouco o Adriano vem e dá uma radicalizada, no bom sentido ahahaha).

     

    De quantos dias vocês dispõem e qual é o programa de milhagem a ser usado?

     

    Acredito que você pode pensar em duas rotas diferentes:

     

    1 - As passagens aéreas de Frankfurt a Praga não são das mais baratas (tá na faixa de R$ 430,00). Já tentou dar uma olhada se consegue chegar em Berlim, em vez de Frankfurt? Acho que Berlim é mais interessante e fica 150km mais perto de Praga, o que pode viabilizar a ida de buzão e, ainda, se você usar Smiles, ÀS VEZES pode conseguir algo voltando ao Brasil a partir de Budapeste ou de Viena, ou;

     

    2 - Em vez de ir de Frankfurt/Berlim para Praga, vá direto para Budapeste (metade do preço as passagens, na faixa de R$ 200,00) e faça o caminho inverso, tendo Praga como destino final. Aí você pode aproveitar a sugestão anterior, de ir pra Berlim a partir de Praga (apenas 350km), ou ir para Frankfurt mesmo.

     

    Acho que seria mais ou menos isso... se ficou meio confuso, pode falar, rs.

     

    Abraços.

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