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zecarlos.teixeira

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  1. Obrigado pelo elogio, Tiago! Então, tem sim um mínimo de infraestrutura. Banheiro com certeza tem. Porém, água doce para tomar banho, pelo o que me lembro, não tem... Mas acredito que, apesar de algum perrengue, vale muito a pena! Eu nem me senti incomodado com nada, por ser o passeio tão fantástico!
  2. É perfeitamente possível, e foi exatamente o que fiz - fui para Phi Phi apenas pro passeio (o horário das ferry boats funciona perfeitamente para isso - vc vai no dia do passeio no primeiro horário, e volta no dia seguinte no último). Porém, pelo o pouco que vi, eu gostei muito de Phi Phi. A vida noturna (se vc estiver afim disto) parece ser excelente (muito superior à Railay - que praticamente nem tem). Então, se vc estiver afim de curtir night, eu ficaria alguns dias em Phi Phi. Se não, fique apenas em Railay, e faça o Maya Bay Sleepaboard, que vc não vai se arrepender. Railay é lindo demais também!
  3. 30 dias é pouco mesmo - melhor manter tudo aéreo! Quanto à AirAsia, ela tem sim voos entre a Austrália e a Tailândia e o Vietnam! De uma outra olhada no site deles. Lembro que quando fui, também cogitei ir à Austrália, e chequei passagens pela AirAsia. Mas lembro que o preço já era mais salgado - o que faz sentido, já que a Austrália é bem mais longe dos demais países do Sudeste Asiático.
  4. Olá Thati! Perdão, tive um problema com o arquivo em que tinha digitado, e acabei perdendo tudo. Estou rescrevendo as dicas, mas como estou um pouco enrolado no momento, pode demorar um pouco rs. Quanto às passagens internas, a dica é fácil: AirAsia! E não se preocupe com o avião deles que caiu. A companhia é ótima e oferece preços imbatíveis. Todos os meus voos internos foram com eles, e fiquei satisfeitíssimo. Conheço pessoas que usaram outras companhias como o Lao Airlines, Vietnam Airlines..., que são bem mais caras, e que me falaram que preferiram a AirAsia. Além disso, se você estiver com muito tempo lá, talvez valha a pena fazer alguns percursos por via terrestre (onibus). É ridiculamente barato. Não usei, porque não tinha tanto tempo assim, e porque geralmente prefiro viajar de avião mesmo. Mas conheci pessoas que viajaram por quase todo o Sudeste Asiático apenas de ônibus, e não reclamavam (óbvio que a chance de ter perrengue é maior - conheci uma pessoa que teve o ônibus enguiçado no Camboja -- mas foi resolvido sem muitos transtornos, além do atraso). Bom, quanto ao voo de ida e volta, procure um único voo para os dois trechos. Comprar trecho de ida separado do de volta, em regra, significa pagar bem mais caro. No momento de dólar algo, pode ser difícil achar passagem muito barata. Mas cheguei a ver uns excelentes promoções nos últimos meses (vi passagem para Bangkok por 2.5 mil, por exemplo). Verifique também passagens passando por SP - como há mais voos por lá, há mais chance de ter promoção. Uma companhia que vi que faz muitas promoções para lá é a Ethiopian (parte de SP, e faz escala na África). Nunca viajei nela, mas dizem que não é ruim (apesar de não ser excelente)- vale a pena quando tem promoções. Qualquer outra dúvida, me avise!! Assim que eu tiver um tempinho, termino de reescrever as demais dicas do post original,e posto aqui também. PS: não deixe de ir ao Camboja! É imperdível! Se tiver que escolher, deixe a Indonésia de lado.
  5. Pessoal, Antes da minha viagem para o Sudeste Asiático, pesquisei MUITO. Faço isso para todas as viagens, mas entendi por bem pesquisar ainda mais nessa específica, por ser mais exótica. Ao voltar, pensei em fazer um relato completo para retribuir, mas me dei conta de que já existem muitos nesse estilo. Resolvi, então, compilar todas as informações que só fui aprender (ou comprovar) lá, e que (eu pelo menos) não tinha lido em nenhum outro lugar. Dividirei as dicas em gerais (que valem para todos os países do Sudeste Asiático que visitei) e dicas específicas (Tailandia; Camboja; Cingapura; Hong Long; e Macau). Quem quiser ver fotos da viagem, tenho postado no Instagram (zecarlosaltomari). DICAS GERAIS - CANETA : A primeira dica parece boba, mas poupará muito tempo e dor de cabeça durante a viagem: leve uma CANETA. Nas imigrações de todos os países do Sudeste Asiático, você sempre terá que preencher pelo menos um formulário. E, na maioria das vezes, não há canetas disponíveis para isso. Eu passei sufoco tendo que ficar sempre pedindo caneta emprestada de outras pessoas, o que certamente me custou um tempo extra desnecessário no aeroporto (e quanto antes sair da imigração, mais tempo para aproveitar a viagem...). - DINHEIRO : parte muito importante -- depende muito das preferências pessoais levar dinheiro, cartão de crédito, de débito, ... O que posso dizer é: salvo no Camboja, em que tudo é dólar mesmo (salvo o que for abaixo de 1 dólar, que, por alguma razão, passa a ser cotado na moeda local -- não estranhe se receber troco em dólar E em moeda local cambojana), você precisará pagar tudo na moeda local. Na minha opinião, a melhor coisa é habilitar o seu cartão de débito do seu banco brasileiro para saques internacionais (a maioria permite). Desse jeito, você pode sacar diretamente na moeda local, com o câmbio daquele dia, e mesmo tenha que pagar o IOF de 6,38 % (combine com o seu banco para saber se ele cobra alguma taxa extra!!), sai mais barato do que levar em dinheiro -- isso porque levar em dinheiro significa que você levará em dólar (nenhuma casa de câmbio do Brasil terá as moedas de lá), e lá terá que trocar novamente para a moeda local. Ora, quando você compra o dólar, você paga a taxa mais alta, e quando você vende, para comprar a moeda local, você vende o dólar por uma taxa baixa, e compra a moeda por uma taxa alta!! Perde-se dinheiro nessa brincadeira, além de se correr os riscos óbvios de furto, roubo... O que eu fazia era: sacava em um dia tudo o que planejava gastar naquele dia e no seguinte (incluindo alimentação, passeios..), e assim sucessivamente. Também acho o cartão de crédito uma boa, mas de forma apenas complementar ao saque (para aquelas compras que você não programou ao sacar o dinheiro). Salvo nos ambulantes, a maioria dos estabelecimentos aceitam cartão. Tem a vantagem de você também estar acumulando milhas. Problema: ele tem um risco em épocas de crise econômica, como a atual, pois usa a cotação do dólar do fechamento e do pagamento (caso haja variação). Eu dei muito cartão de crédito, e acabei pagando por esse erro, mas o que só ocorreu por causa da crise atual do Brasil (há anos que isso não ocorria). Cheguei no Brasil com o dólar cotado a 2,86, e minha fatura fechou a 3,41... Logo, por agora, NÃO recomendo o cartão de crédito. - LÍNGUAS: muito embora os locais do Sudeste Asiático não falem muito inglês (no mais das vezes apenas o basicão mesmo), a língua não chega a ser uma barreira para a viagem. Mas, sim, pode dificultar muito (então prepare-se para ter muito jogo de cintura). Eu queria muito ir, por exemplo, a um templo menos conhecido em Bangkok, que ficava longe de qualquer estação de metrô, e não consegui de jeito nenhum explicar onde queria ir pro taxista. Nesse caso específico de locomoção, uma dica é pedir ao porteiro de seu hotel (ou de qualquer hotel que estiver no seu caminho), que chame um táxi, e explique para o taxista onde você quer ir. Por conta disso, não recomendaria ninguém ir ao Sudeste Asiático, por conta própria, sem saber se virar em inglês, já que eu, mesmo falando inglês, muitas vezes passava perrengues. Mesmo que os locais não falem inglês, você consegue se virar, nem que seja perguntando para outros turistas. - REMÉDIOS: recomendo MUITO levar remédios para, pelo menos, enjoo e intoxicação alimentar (conforme indicados por seu médico). Nunca tinha feito isso em viagem nenhuma, mas previ que precisaria, tendo em vista a grande diferença na culinária. E não deu outra. No final da viagem, quando acabava de chegar em Hong Kong, vindo do Camboja, senti-me extremamente enjoado, passando incrivelmente mal. Na hora, tomei os remédios que levei, e repousei. Uma hora depois, já estava melhor, e já parti para explorar Hong Kong! Se não fossem os remédios, com certeza eu perderia muito mais tempo (além de poder ter complicações de saúde mais graves - vá saber). --- CONTINUA ---
  6. Suminski, Que bom que gostou do relato! Sim, foi por isso mesmo - precisei tanto de ajuda na preparação, que quis retribuir agora, ao menos um pouco. A Tailândia é um lugar fascinante, mas de que ainda não temos tanta informação como temos de outros lugares, como na Europa. Mas isso está mudando... Com certeza! Você tem que fazer esse passeio, que é de fato inesquecível! Sim, apenas um barco faz o passeio de dormir em Maya Bay. Há inúmeros barcos que fazem day trips para lá, e alguns que até programam passeios noturnos (apesar de não ter visto pessoalmente no dia que estive lá, ouvi dizer - principalmente no estilo festa open bar - acho que o nome era Booze Cruise - mas não sei de ninguém que tenha feito). Inclusive, o mesmo barco que faz o Maya Bay Sleepaboard, faz apenas o passeio de nadar com os plâncton, retornando para Phi Phi no início do noite. Em todo caso, recomendo enfaticamente dormir em Maya Bay. A experiência é praticamente mágica. As 25 pessoas que fizeram o passeio comigo saíram de lá maravilhadas, e TODAS, sem exceção, disseram que isso tinha sido o ápice da viagem delas... Quanto à reserva, sim, recomenda-se que seja feita com antecedência, sobretudo na alta temporada (como em janeiro, como você vai, e em fevereiro, quando fui). Eu fechei o passeio 2 meses (e alguns dias) antes da da data específica que eu queria. E ainda estava tranquilo de vagas (no site deles, você pode ir acompanhando quais dias estão disponíveis, e quais já estão esgotados). Por óbvio, quanto antes você puder fechar, melhor - eles garantem, inclusive, reembolso de 100% em casos de cancelamento, menos as taxas do PayPal (não sei quanto são), caso cancele 1 mês antes. Se eu puder dar mais uma dica, como você vai à Tailândia, não deixe de ir ao Camboja! Fiquei fascinado lá! E ouvi falar maravilhas do Laos, apesar de infelizmente não ter podido ir também... Qualquer dúvida, por favor pergunte. Abs!
  7. Nati, Quase fizemos juntos. Fiz no dia 12 de fevereiro!! Como eu queria ter dormido na praia hahah Insisti muito com o pessoal do barco. Inclusive, brinquei com o staff que se só eu e minha amiga dormíssemos lá, não ia ter problema, e ninguém ia descobrir hahha Mas não rolou. Aparentemente, a autorização deles só permite dormir na praia quando o passeio envolver uma quantidade pequena de pessoas. Bom, mas, de fato, mergulhando do barco, você vê MIL VEZES MAIS plâncton. Então isso compensou dormir no barco. O ideal seria poder ir ao barco de noite, nadar com os plâncton, e depois voltar pra dormir na praia. Seria perfeito.
  8. Felipe, Muito obrigado pela leitura! Vou postar mais fotos sim! Fiquei tão maravilhado com o passeio, que queria compartilhar o que vivenciei o mais rápido possivel (foi até por isso que vim aqui no seu post recomenda-lo enquanto ainda estava na Tailândia hahah). Serio, estou recomendando pra todo mundo, e não paro de falar nisso hahah Ai como cheguei meio enrolado, não postei muito, mas vou postar mais!! Quanto aos planctôn, cara, é mágico. Literalmente. Da até um pouco de vontade de chorar de felicidade. São MILHARES de planctôn ao seu redor, enquanto você nada com o snorkel. Fantástico. Abraço
  9. Pauline, acabo de voltar da Tailândia, e suas dicas foram ótimas!! MUITO OBRIGADO, mesmo!!
  10. Felipe e demais - fiz um pequeno relato, descrevendo apenas o Maya Bay Sleepaboard, que foi o ponto mais alto da minha viagem, e ainda é pouco conhecido. Se quiserem dar uma olhada, será um prazer: maya-bay-sleepaboard-dormindo-na-praia-t110012.html Abraços
  11. Após o pôr-do-sol, foi servido o jantar (incluído no preço). Foi uma comida típica tailandesa (curry e outro prato que não lembro), que estava muito boa, e apimentada na medida certa (o que é importantíssimo na Tailândia hahha). A água é liberada, e eles dão um bucket, que é uma bebida bem típica de lá. É um baldinho, em que despejam algum tipo de bebida alcóolica. No meu caso, foi rum com coca-cola e red bull. Buckets adicionais, assim como cerveja e outros drinks, podem ser comprados no local. Um pouco mais tarde, eles ainda servem um churrasco. Depois do jantar, eu e minha amiga inglesa fomos com o incrível casal neozelandês para a beira da praia, onde eles ficaram tocando violão. Foi MÁGICO! Imagine a cena: a praia mais bonita do mundo (mesmo) deserta, um céu totalmente estrelado, e você tocando/ouvindo violão? Foi SURREAL!! Após certo tempo, mergulhamos no mar, onde podemos ver alguns poucos plâncton bioluminescentes (luzinhas que brilham no mar quando você se mexe). Já foi bem impressionante, mas o melhor dos plâncton veio depois. Ao retornar para o barco, em torno de 23h, colocamos snorkel (e colete salva-vida, por causa da hora), e mergulhamos no mar. INACREDITÁVEL. Você nadava com MILHARES de plâncton, ou seja, com milhares de luzinhas em volta de você. Não tem outra palavra, foi mágico. Infelizmente, nenhuma máquina consegue capturar esse momento. Para dormir, eles colocam colchonetes no chão do barco, e te dão um saco de dormir. Na verdade, eu preferia ter dormido acampado na praia, o que teria sido lindo demais (inclusive, no passado, o passeio era de acampamento mesmo). Porém, eles me explicaram que só é possível dormir na praia quando o passeio envolve uma quantidade menor de pessoas (não lembro o número exato). De novo, dormir num colchonete no barco pode não ser super confortável, mas no final do dia que considero um dos melhores da minha vida, isso com certeza não foi uma preocupação que passou pela minha cabeça. No dia seguinte, enquanto os outros ainda dormiam, eu assisti o nascer do sol de dentro do barco, o que foi muito maneiro. E em torno de 7:00, retornamos à Maya Bay, quando ela ainda está deserta. Linda demais. Tiramos muitas fotos, e mergulhamos. Às 8h, retornamos ao barco, onde é servido um café da manhã razoável (frutas, ovos, torradas, café…). Nesse momento, podemos mergulhar e fazer caiaque de novo. Depois, retornamos à Phi Phi, em torno das 10h, com um sorriso que não se desfazia, e uma felicidade interior gigantesca. Eu realmente recomendo esse passeio À TODAS AS PESSOAS. Pelo menos uma vez na vida, você tem que fazer! Eu tenho 21 anos e fiz o passeio sozinho, mas recomendei até aos meus pais, que são de meia idade! E, inclusive, não vejo a hora de voltar. Bom, é isso. Espero de verdade ter ajudado, e quaisquer dúvidas, podem perguntar! Se quiserem ver mais fotos, estou postando no meu instagram também: zecarlosaltomari. Abraços!!
  12. Depois, e em torno de 16:30, chegamos finalmente em Maya Bay. Nesse momento, ela ainda estará cheia de turistas day-trippers, mas que felizmente vão aos poucos embora. Quando Maya Bay fica deserta é que de fato o sentimento de A PRAIA é dominante. É realmente a praia mais bonita do mundo! Maya Bay é relativamente pequena, então pudemos explorá-la toda bem rapidamente. Ao concluir, fiquei com a inglesa admirando a beleza da praia deserta, e aguardando ansiosamente o pôr-do-sol, que foi maravilhoso!
  13. Pessoal, Quando estava planejando a minha viagem para o Sudeste Asiático, o mochileiros.com me ajudou MUITO. Por isso, agora que já retornei, queria retribuir, ao menos um pouco. O meu desejo é fazer um relato da viagem inteira, até porque esta incluiu lugares que ainda não vi muito explorados por aqui (como Cingapura e Hong Kong/Macau). Porém, como cheguei com um turbilhão de coisas para fazer, resolvi fazer, primeiro, o relato sobre o ÁPICE da minha viagem (quiçá da minha vida), que foi o Maya Bay Sleepaboard, que é um passeio relativamente novo, de que muita gente tem ainda muitas dúvidas (como eu tinha antes haha), e que é FANTÁSTICO. Espero ajudar! Vamos lá. Primeiro, caso você tenha interesse em fazer esse passeio, é imprescindível reservar com antecedência, porque lota mesmo! Recomendo reservar com 2 meses de antecedência. Fiquei tão feliz com o passeio que o recomendava para todo mundo que conhecia na Tailândia, mas, infelizmente, a maioria não conseguia vaga (só soube de uma pessoa que conseguiu um “encaixe”). A reserva é feita pelo site deles (http://www.mayabaytours.com/), por intermédio do PayPal, e custa 3.000 baths (mais ou menos 100 dólares). No dia do passeio, como eu estava hospedado em Ao Nang (praia perto de Krabi Town), peguei a primeira ferry para Koh Phi Phi (9:30; 450 bahts). O esquema lá é bem interessante - todos os hotéis/hostels reservam a ferry, e você é buscado na porta do hotel/hostel por um ônibus que te levará ao píer (tudo incluído no preço) - muito prático! O trajeto até Phi Phi dura 2h, mas é muito bonito de se observar. Ao chegar em Phi Phi, que por sinal é uma ilha que me fascinou, e onde eu gostaria de ter ficado mais tempo, é necessário pagar 20 baths, a título de taxa de conservação. Como cheguei às 11:30, e o passeio só saía às 14:45, fiquei passeando pela ilha, andando pelo comércio, e fui até o Viewpoint (lindo!). Mas isso é assunto para o outro relato maior. O legal do passeio é que eles oferecem um armazenamento gratuito de suas malas no escritório deles! Logo, é um dia que você pode economizar hotel/hostel. Quando estava chegando perto da hora do passeio, me dirigi ao píer, onde fui conhecendo as demais 20 pessoas que fizeram o passeio comigo, que foram todas ótimas. Fiz ótimas amizades, sobretudo com uma inglesa, um casal de neozelandeses e uma família de 3 brasileiros. O passeio foi bem pontual, então é melhor não se atrasar. Bom, é bom avisar que trata-se de um barco mesmo, e não de uma iate/cruzeiro, ou algo do tipo. Logo, o nível de conforto é reduzido ao mínimo, mas você com certeza não reclamará! O passeio é tão maravilhoso, que compensa todo o desconforto (você nem pensa nisso). No caminho para Maya Bay, o barco faz algumas paradas. A primeira é na Viking Cave, onde ninguém sai do barco. Lá é onde se extrai uma espécie de ninho de pássaro que é super valorizada na China, razão pela qual a sua extração naquela região é meio que controlada por uma espécie de milícia. Não é, então, um lugar seguro para se mergulhar hahah. Em seguida, temos a segunda parada na baía de Phi Phi Ley, onde finalmente é possível mergulhar. Inclusive, o barco oferece gratuitamente snorkels e caiaques! MUITO BOM! Fuide caiaque com a inglesa até uma “caverna" nas redondezas, o que foi irado! Ficamos em torno de 30 min lá.
  14. Felipe e demais, Estou na Tailândia agora, e queria muito, desde logo, recomendar o Maya Bay Sleepaboard para todo mundo. Se você só puder fazer um passeio na Tailândia, que seja esse - é indescritível de tão fantastico. Quando eu voltar, devo fazer um relato para tentar ajudar um pouco como o relato de vocês me ajudou. Abraços
  15. Valeu!! Também cheguei a cogitar bastante o Myanmar, mas fiquei com medo de não dar tempo o visto... Estava querendo antecipar em 1 semana minha viagem pro Sudeste Asiático (para incluir India ou Myanmar - cogitei até Japão rs), mas acho que não vai rolar - o ideal seria um lugar sem visto algum (mas aí ainda tem o problema da antecipação do vôo, e suas taxas -- n tive nem coragem ainda de perguntar se além de taxa ia ter diferença tarifária -- ai ia ficar inviável). Acho que vou manter como está tudo mesmo - mais tranquilo, já que o roteiro original já está todo estudado e fechado. Valeu!!
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