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Renaldo Souza

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  1. É a minha barraca, que uso para todas as minhas expedições. Para transporte, ela é um pouquinho mais pesada do que as tops do mercado. E, até você pegar o jeito, é um pouco chatinha pra dobrar também. Mas os negativos se encerram aí. O espaço dentro dá para duas pessoas dormirem em um conforto razoável sim, ainda sobrando lugar para guardar as mochilas. Ela tem um ganchinho no teto que eu uso para deixar a lanterna pendurada. Isso facilita bastante! Além do mais, já peguei tempestade com vento forte, e só tenho elogios a fazer à lona. Não apenas não entra água, como a barraca fica bem fix
  2. Além de diversas opções ecológicas, Curitiba tem muitos bons bares. Famosa por concentrar diversas cervejarias, com destaque para a Bodebrown, o que não falta na capital paranaense é lugar para tomar uma gelada e saborear um bom petisco. Um dos mais conhecidos da cidade, talvez o mais famoso entre turistas, é o Schwarzwald Bar do Alemão, no Largo da Ordem. Os destaques da casa são a carne de onça e o chope submarino, uma caneca que, em seu interior, vem com uma bebida destilada dentro de um copinho menor, se misturando ao sabor do chope. Em São Francisco, você encont
  3. --- Estava na hora de falar dessa cidade mágica, que me encantou ao ponto de me fazer voltar por quase todo mês. Tudo bem que é onde a Dezinha mora. Mas Curitiba tem muito mais encanto. Tanto de natureza como de bar, não há do que se reclamar. Vamos, aqui, tratar de alguns dos maravilhosos parques e áreas de lazer que essa capital estadual oferece a seus cidadãos, visitantes e a mim, que virei um meio termo entre os dois primeiros. O parque mais famoso da cidade, e também o maior, é o Barigui. Lotado em finais de semana, mas tranquilíssimo em dias úteis. O local é o bastante e
  4. Relato do blog barcadaideia.com . Post original em: http://barcadaideia.com/paratyrj-trindade/ Em plena noite de sexta-feira 13, saí de Itaboraí para encontrar o guia Laésio e seu grupo da Adrenalina. Nosso destino? A paradisíaca Trindade, uma de tantas áreas maravilhosas desse município encantador chamado Paraty. Chegamos ainda de madrugada, abandonando os carros e indo direto para o Hostel Che Lagarto, que iria nos abrigar no fim de semana. Nos arrumamos, fizemos a tradicional higiene de chegada de viagem e preparamos as mochilas de ataque para as explorações do dia. Co
  5. Post original no blog barcadaideia.com , no link: http://barcadaideia.com/rio-de-janeirorj-praias-selvagens/ Ainda na madrugada, saí de Itaboraí para encontrar o grupo da Adrenalina, liderado pelo guia Laésio, no Centro do Rio de Janeiro, de onde partiríamos em uma van para Guaratiba, na Zona Oeste da cidade. No caminho, recebemos umas “mijadas de São Pedro”. Mas quando chegamos, a chuva já tinha ficado no passado… Em uma linda manhã cinzenta, chegamos à Praia da Barra de Guaratiba. Tempo para cafezinho, preparação e falação de bobeiras. Até que começamos o percurso, subindo uma longa
  6. 5 dias é um período muito curto para você explorar várias cidades. Sugiro, primeiro, decidir se vai ficar na capital ou preferir ir para a Região dos Lagos, que é onde ficam Arraial do Cabo e Búzios.
  7. Do Centro de Paraty tem ônibus pra Paraty Mirim. De lá, você tem que pegar um barco. Mas as saídas não são regulares. Tem que ver lá quando tem..., tentar contato com algum nativo que faça o transporte.
  8. Paraty é um dos municípios mais belos do Brasil. Além dos já citados Centro Histórico e Trindade, os quais eu reforço qualquer elogio, há, também, lugares como o Saco do Mamanguá, o único fiorde do nosso país. Para chegar lá, você precisa deixar o carro em Paraty Mirim e seguir de barco. O local é bem selvagem: sem sinal de telefone ou mesmo energia elétrica. Eu fiquei no Camping do Seu Orlando, um lugar que, de tão isolado, o cara botou o nome da praia de Praia do Seu Orlando e assim ficou hahah Se interessar, tem um relato no meu blog sobre essa viagem: http://barcadaideia.com/parat
  9. Confira o relato abaixo também em nosso site: http://barcadaideia.com/arraial-do-caborj/ ----- Já fazia cerca de 10 anos sem eu ir na cidade onde fui criado. Meu padrinho tem um apartamento na Prainha e, sempre que possível, papai me levava para lá a fim de passar férias e fins de semana. Foi nessa praia, inclusive, que eu aprendi a nadar. Logo, nada mais natural do que retornar a ela para apresentar esse município paradisíaco à Dezinha. De Itaboraí, contando com uma breve parada no Graal de Rio Bonito, estimamos umas duas horas e meia de ônibus até nosso destino final. Confesso qu
  10. http://www.barcadaideia.com Aqui, a ideia principal não é fazer manuais de como você chega a tal lugar ou indicar o que de óbvio se deve explorar em algum destino. A Barca simplesmente se lança ao mar (ou ao bar) e descreve a rota de maneira bem descontraída. Bem-vindo a bordo! http://www.barcadaideia.com
  11. 23/12/2014. Em meio a um dia nublado, saímos eu e meu nobre amigo Gomes de Itaboraí para pegar um ônibus com destino a Cachoeiras de Macacu. Chegando lá, uma forte chuva tentou nos intimidar. Mas decidimos fazer um lanche, esperar a água baixar e seguir a aventura, em direção aos poços do Valério e outros sem nome (ao menos conhecidos por nós e pelos nativos que perguntávamos pelo caminho). O Poço do Valério é acessível por qualquer cidadão que ande, fale e respire. Tem bares ao lado e fica a menos de 200m de um ponto de ônibus. Tudo o que você tem que fazer é andar em uma rua de paralelep
  12. 06/12/2014. Saindo de casa bem cedo em pleno sábado pra encontrar com Laésio e a galera do Adrenalina em Manilha. O destino: Armação dos Búzios, onde passaríamos o fim de semana em meio a locais e pessoas maravilhosos. A primeira parada foi na Praia de João Fernandinho, essa coisa linda abaixo: Andando pelas pedras laterais da direita, outra bela vista: Depois uma manhã de mergulhos, papos e, claro, hidratação cervejal, hora do almoço no Pinguim. Tenho que dizer que a comida demorou bastante, mas estava tão perfeitamente gostosa que até hoje sonho com esse salmão com alcaparra
  13. Opa! O trecho de Caxadaço pra Santo Antônio tem uns 8km (de caminhada, não em linha reta). Em um ritmo legal, você faz em pouco mais de duas horas. O início tem uma área de mata bem fechada. Na sequência, você pega uma subida bem desgraçada. Depois, são oscilações com algumas descidas bem inclinadas. Vale a pena dobrar a atenção, mas não é nada de outro mundo não. O trecho de Dois Rios pra Caxadaço já é bem mais tranquilo. Uns 7km que você faz em aproximadamente 1h30min. Talvez a única dificuldade seja já na chegada, quando você tem que abraçar e rodar um tronco lá e tem uns espinhos chato
  14. O trecho Caxadaço x Santo Antônio tem em torno de 7km. É de difícil orientação, tanto que não consta nem no mapa de trilhas da ilha. Há partes em que a mata fecha e tampa a visibilidade. As sugestões são: contratar um guia ou, em caso de experiência, dobrar a atenção e seguir umas fitas pretas espalhadas pelos troncos de árvores no caminho. Quanto ao esforço físico, também é pesado. Apesar de que eu fiz o trecho pernoitado e já estava com cansaço acumulado desde Abraão, onde iniciei o dia passando ainda por Dois Rios. Mas você vai encontrar uma subida bem desgastante no início e umas ladei
  15. Cara, bacana a ideia. Foge totalmente dos meios convencionais. Mas é aquele esquema: a gente se vira, mas e o cavalo? Vai deixá-lo descansando à noite onde? Alimentação dele, cuidados para o animal não ficar exausto, etc. Já planejou tudo? Deixo só minha preocupação, até por ser algo fora do comum. No mais, boa viagem! Tenho certeza de que será inesquecível.
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