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Nei Lima

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  1. A empresa já envia um roteiro prévio que não é alterado. Você também pode entrar em contato com o guia Heber Herrera Arismendi, ele foi nosso guia e também tem a empresa dele. Aí rola maior maleabilidade na programação. Eu recomendo um passeio de 10 dias!!! São 30Km² lá em cima. Vale a pena!!!
  2. Cara rola de contratar lá na hora. Tem um pessoal que vai assim, mas aí é bom ter um tempo disponível, porque talvez você pode não conseguir arrumar mais gente no primeiro dia. Paguei tudo em Real, sendo que realizei um depósito de 50% do valor no Banco de Brasil e o restante paguei lá na hora.
  3. Depois de um longo e tenebroso inverso volto a escrever. Um amigo iria fazer um concurso em Boa Vista/RR, sendo assim ele me convidou para subir o Monte Roraima com ele. Dei uma olhada na data, e descobri que o mês de março seria um bom período para ir até lá, pois seria uma época de pouca e chuva e baixa temporada para turistas, ao contrário de datas como o carnaval e férias escolares. Desde então comecei minha pesquisa. Entre várias indicações de empresas venezuelanas, brasileiras e guias que realizam o passeio, achei a Nativa Tour (http://www.nativatourskhasen.com/). Para um grupo de 4 pessoas o passeio sairia por mil reais por pessoas. Éramos um grupo composto justamente por esse número, entretanto, um dos colegas não puderam ir, por isso o tour ficou no valor de R$ 1300,00 por pessoa. O lado positivo da Nativa Tour: nosso grupo foi apenas os três integrantes, ao contrário de outras empresas que montam grupos de quinze pessoas. A diferença financeira não é tão significativa, pois o valor gira em torno de R$ 750,00. Mas o ganho do turismo em relação ao tempo e conforto é significativo em um grupo menor. Tendo em vista nosso escasso tempo, decidimos reservar um taxi para ir de Boa Vista até Santa Elena de Uiarén, na Venezuela. Distância de 230 Km. Entrei em contato a Dona Sônia (95 91280819 – 99123-2522), que fui atenciosa e garantiu que disponibilizaria um taxi para nos buscar em Boa Vista. No horário marcado lá estava o táxi como combinado. Entretanto, quando chegamos em Pacaraima, a Polícia Federal não estava mais atendendo, nem a Migraciones do lado venezuelano, portanto ficamos uma noite na cidade. Valor pago pelo taxi R$ 200,00. Ainda em Boa Vista, em uma “Feira de Importados” comprei um carregado portátil de 23 mil amperes no valor de R$ 100,00. Uma dica para economizar bateria é deixar o celular em “Modo Avião” e apenas um do grupo fica com o despertador ligado e é responsável em acordar o resto da galera. Em Pacaraima, ficamos no Hotel Roraima, que cobrou R$ 210,00 pelo quarto triplo. No dia seguinte, as oito horas da manhã, a Polícia Federal já estava funcionando. Fomos a pé até lá, carimbamos nossa saída, de lá caminhamos até “la migra” na Venezuela, onde carimbamos nossa entrada. De lá mesmo, pegamos um táxi brasileiro, que cobrou cinco reais, e nos deixou na Nativa, já em Santa Elena. Nosso primeiro câmbio foi na cota de um real por 66 bolívares, que realizei ainda na fronteira, próximo ao posto de gasolina da Venezuela que é apenas para carros brasileiros. Posteriormente, lá nas ruas de Santa Elena meus colegas fizeram o câmbio na proporção de um para 62 bolívares. Ao contrário do que alguns dizer, não há vantagens exorbitantes na troca do dólar por bolívares, a moeda norte americana estava na proporção de um para 200 bolívares. Para levar os três intrépidos aventureiros ao topo do Monte Roraima, a Nativa escalou como guia Heber Herreira, José Silva como auxiliar imediato, Andy, um guianense responsável pelo transporte da comida e Mauro, um índio fã da seleção brasileira e que mora no Parque Nacional Canaima na comunidade Paraitepuy, onde está o monte. Saímos da entrada do Parque Canaima, onde pagamos uma taxa simbólica de 100 bolívares, por volta de 11h30 e caminhamos até às 15:40 até o acampamento rio Tek, onde fizemos nossa primeira parada. Segundo dia, acordamos e tomamos um reforçado café da manhã, saímos por volta de 07h15 e caminhamos até o “Campamento Base”, que está a 1900m de altitudes, onde chegamos por volta de meio dia. Pelo grupo ser pequeno e de pessoas com boas condições de saúde, acho que deveríamos ter tocado direto e subido o Monte Roraima no segundo dia. Então aqui fica a dica, para grupo pequenos e de pessoas com boas condições de saúde física, vale a pena fazer o percurso em um dia e meio, saindo da base do Parque Canaima, o mais cedo possível e caminhar até o “Campamento Base”, e daqui partir cedo para o topo do Monte Roraima. Foi é “refém do tempo” no Monte, então quanto mais tempo o aventureiro puder passar lá em cima melhor. O passeio de seis dias eu não recomento, achei pouco tempo, por isso acho que no mínimo tem que ser oito dias. Saímos por volta de 07h30 e às 10h30 já estávamos em cima do Monte Roraima. Sugestão de material para levar: • Bananas passa (1kg); • BCAA; • Barra de Proteína; • Sabão neutro; • Bateria portátil para o celular (caso as fotos forem tirada do aparelho); • Binóculos; • Gelol e/ou emplastos (salonpas); • 01 calça impermeável; • 01 blusa impermeável; • 01 Blusa Thermo Skin; • 02 segunda pele; • 01 calça segunda pele; • 01 bota; • Lanternas; • Uma corda para varal e 05 prendedores; • 03 camisetas dry fit; • Protetor solar; • Chapéu ou boné; • Óculos escuros; • Toalha de banho Intagram: @neilimafotografia Facebook: Nei Lima Blog: http://imagemreflexao.blogspot.com.br/
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