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andreiac

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1 Neutra
  1. Muito obrigada, Gabriela! Na verdade estou colocando muito pouca fé de que consigo chegar em Parnaíba nesse mesmo dia.. Rola toda uma baldeação até lá, e to achando meio arriscado, então estou fazendo meu roteiro considerando que só consigo chegar lá no dia seguinte, que aí o que que conseguir além disso é lucro, rs
  2. Ótimo relato, to me baseando nele pra pegar várias dicas pra minha viagem! Me tira uma dúvida: quando vocês saíram de madrugada de Santo Amaro até Sangue, e depois Barreirinhas, lembram que horas chegaram em Barreirinhas? Eu vou fazer exatamente isso: a travessia de três dias, com chegada em Santo Amaro, pernoitar por lá, e no outro dia cedinho ir pra Barreirinhas, e de lá, quero tentar chegar a Parnaíba (vou fazer toda a Rota das Emoções). Só que segundo minhas pesquisas, não tenho certeza se consigo chegar a Parnaíba no mesmo dia da saída de Santo Amaro, porque é muito pinga-pinga de transporte
  3. Oi robram! Não fui ao jardim japonês por falta de tempo.. No cemitério da Recoleta eu fui, mas confesso que não curti muito, por isso nem citei. Nem sabia que tinha passeio guiado.. de repente se eu tivesse feito, teria aproveitado mais!
  4. Muda totalmente, vai por mim! Inclusive, os próprios moradores de Ilha Grande dizem pra gente ignorar as previsões do tempo, que a ilha é totalmente imprevisível nesse aspecto. Pra se ter ideia, fui no Carnaval, no sábado, e a previsão era de chuva e tempestades até o próximo sábado, quando eu ia embora. Contrariando tudo, o tempo ficou firme vários dias, sol pocando mesmo até na quarta-feira. Aí do nada, na madrugada de quarta pra quinta o céu desabou, e quinta amanheceu chovendo e o tempo ficou fechado o resto do dia, e novamente previsões de chuva e tempestade para os próximos dias. Mas eis que na sexta o dia amanheceu claro, com tempo limpo novamente! Ou seja, aparentemente Ilha Grande segue um ritmo meteorológico próprio, rs
  5. Mais um relato de viagem por aqui! Estava livre no mundo e queria algo jovem, agitado, moderno e alternativo. Mas e o que Buenos Aires tem a ver com isso? Na minha cabeça, nada! Eu que só conhecia a cidade através das propagandas fajutas de turismo ao "estilo CVC", só conseguia relacioná-la a casais em lua de mel, com suas noites de tango, vinho, carnes e restaurantes caros, o que me soava - e me desculpem os simpatizantes - um tanto quanto cafona Mas como disse, aí está esse mundão sempre a nos surpreender Viajei sozinha e passei duas incríveis semanas na cidade! Não vou fazer roteiro dia a dia, porque já existem milhares deles por aí. Minha proposta é dar algumas dicas de como se virar, ver, viver, sobreviver, e principalmente, se surpreender por BsAs! Transporte do Aeroparque: Pra quem não quer botar a mão no bolso e pagar táxi, há a opção do Arbus, que são ônibus executivos que saem de dentro do Aeroparque, e param apenas no ponto final. São cinco linhas, e cada uma pára em um ponto final diferente e no site deles dá pra ver cada uma delas e onde é o ponto final. Pra embarcar, tem que comprar o ticket antecipado, no guichê que tem no primeiro andar. Super vale a pena, ainda que ele não atenda totalmente, já que você pode saltar no ponto final e encurtar a distância de táxi ou caminhar o restante do caminho (as quadras são bem pequenas e a cidade é toda plana, então não se iluda pensando que 6 quadras é muita coisa!). Há também outros ônibus de linha comum que passam dentro do Aeroparque, PORÉM, eles só aceitam pagamento com cartão Sube ou moedas. Antigamente dizem que existia um guichê pra comprar o Sube dentro do Aeroparque, mas atualmente parece que só tem um pra fazer recarga, o que dificulta bastante usar os ônibus de linha. Transporte na cidade: O transporte público é barato, limpo, rápido e eficiente! Então a não ser que você faça questão do táxi, é possível fazer tudo com ônibus e metrô. Os ônibus só aceitam pagamento em moedas ou cartão Sube, que é um cartão que pode ser usado pra bus, metro e trem, e que pode ser usado quantas vezes você quiser. Custa 30 pesos pra fazer, mais a recarga que você quiser colocar, e tem vários kioskos que vendem o cartão ou fazem recarga, é só procurar pelo símbolo. Dica de sobrevivência: instale o aplicativo Cómo Llego BA e/ou compre o Guia T. O Guia T é um livrinho de bolso que tem um mapa detalhado de toda Buenos Aires, as linhas de ônibus que passam em cada rua/região, além de conter o itinerário das linhas e um mapa do metrô - super útil e custou apenas 30 pesos! Já com o aplicativo Cómo Llego, você insere o endereço onde está, o endereço para onde quer ir (sempre no formato "Rua X y Rua Y"), e ele te passa várias opções de transporte público possível (ônibus, metrô, ou ônibus+metrô), pra você escolher a que te atender melhor. Hospedagem: Sei que a maioria prefere ficar no Centro ou na Recoleta, mas como eu tinha a intenção de sair à noite, preferi ficar em Palermo pra facilitar meu deslocamento. Não fiquei tão perto assim dos pontos turísticos tradicionais, mas nada que um metrô ou ônibus não resolvam. Por outro lado, foi muito mais cômodo poder circular tranquilamente de um barzinho pro outro e, inclusive, voltar a pé pro hostel por várias vezes de madrugada. Considerem então o tempo e o objetivo de sua cidade: até 4 dias pra conhecer todos os pontos turísticos, fique no Centro; até 7 dias pra conhecer os pontos turísticos e alguma coisinha mais, acho que eu iria pra Recoleta; agora se vai ficar mais de 7 dias e/ou quer explorar o máximo da vida noturna, não tenha dúvidas, vá para Palermo, o bairro mais lindo e puro amor de Bue! Recomendação: Art Factory Palermo. Hostel com boa estrutura, camas com lâmpada e tomada individual, lockers nos quartos, café da manhã bom, área comum bacana, com sala de jogos e tv e staff atencioso. Eu certamente voltaria pra lá. Passeios: Não fiz o passeio ao longo do rio Tigre e nem fui ao Luján porque definitivamente são programas que não me atraem. Não vou entrar no mérito de programas-padrão, vou deixar algumas dicas além do roteirão de praxe Casa Rosada/Puerto Madero/Caminito/Bombonera/Rosedal: - Parque de la Memoria: É um parque sensacional, localizado dentro da cidade universitária, com diversas obras permanentes e exposições transitórias, em homenagem às vítimas da ditadura argentina. Pra quem se interessa por história, é um passeio imperdível, porque tudo lá tem um significado. O parque funciona às margens do rio de la Plata, por exemplo, porque ali nas águas do rio foram jogadas muitas vítimas. E é muito interessante de se ver, porque até hoje eles mantém muito viva a história da ditadura, tanto que até hoje existe o Abuelas de la Plaza de Mayo, que é uma associação com o objetivo de encontrar crianças (hoje adultos) que foram retiradas de suas famílias, porque na época da ditadura suas mães, grávidas, foram presas, tiveram os filhos na prisão e nunca mais os viram. É gratuito e abre todos os dias. Não precisa pegar táxi, dá pra ir tranquilo de ônibus (use o Cómo Llego pra saber qual linha pegar!). - Barrio Chino: aproveitei a saída do Parque de la Memoria para conhecer o Barrio Chino, já que é próximo dali. Apesar de ser chamado de "bairro", é um conjunto de quadras localizado dentro do bairro Belgrano, onde vive a comunidade oriental. Não tem nada de excepcional do tipo "uau", mas tem várias lojinhas estilo aliexpress a céu aberto, além de mercadinhos e restaurantes típicos, onde você pode encontrar temperos especiais e comidas exóticas. Eu curti! - Espetáculo Fuerza Bruta: é um espetáculo que mescla teatro, música, dança, acrobacias e números circenses. Eles já se apresentaram no mundo todo e inclusive fizeram uma turnê em São Paulo, no início do ano, então se você não teve oportunidade de ver aqui, veja lá, diretamente na casa do show, até porque o ingresso é muito mais barato! Não vou contar detalhes e sugiro que não procurem spoilers na internet.. a graça está em ser surpreendido! Acontece de quarta a domingo no Centro Cultural Recoleta (aproveite pra conhecer o Hard Rock!), e o valor do ingresso depende do dia da semana e do horário. Fui numa sexta e paguei 220 pesos. - Bond Street: É a galeria do rock argentina, com estúdios de tatuagem, lojas de skate, quadrinhos, roupas e decoração rocker. Vale a passagem, se você curte essas coisas. - Galeria Patio del Liceo: espaço de arte alternativo, com design, moda, bandas, apresentações diversas. Achei legal porque tinha muitas lojinhas originais e diferentes. - Feirinha da Plaza Serrano: apenas a melhor feirinha de todas (quédizê, só não é melhor que a de San Telmo porque essa é bem pequenininha)! Tem vários artistas independentes exposto suas obras, tem bijus, roupas, decor.. Comprei vários posteres, pena que só descobri essa feirinha quando já estava falida! - A Casa Rosada tem visita guiada aos finais de semana! Provavelmente é o único lugar do mundo onde você tem a possibilidade de entrar em uma sala presidencial, então acho que vale muito a pena. - Quarta-feira no Malba a entrada sai pela metade do preço, mas por outro lado fica lotada de gente. - Boa dica é combinar Caminito e Feira de San Telmo no mesmo dia, já que ficam próximos e, ao mesmo tempo, longe das demais atrações. Dá pra ir no Caminito cedinho e pegar um ônibus até o início da Feira e seguir caminhando. O Caminito é caro! Não vale a pena comprar nada por lá, nem souvenirs. Na Feira de San Telmo tem coisas mais legais e por um preço mais atrativo. - Próximo ao Caminito há a Fundación Proa, um centro de arte contemporânea. No terraço da Fundación há um restaurante bem gostosinho com uma vista legal da região. Alimentação: Não me empanturrei de carne e nem comi bife de chorizo, então definitivamente não vou saber dar dicas sobre isso. Aliás, acho que em nenhum dia comi um prato de carne propriamente dita. Mas só queria esclarecer alguns pontos, que às vezes as pessoas têm a idéia de que na Argentina só se come carne, e aí quem é vegetariano ou não curte tanto assim o prato vai ficar sem opção. Gente, esqueçam isso! Bue é uma cidade grande e cosmopolita, então lá tem comida pra todos os gostos, culturas e bolsos! Sobre alimentação, queria deixar aqui algumas pequenas e boas dicas aleatórias: - Salgado Alimentos, Villa Crespo: restaurante com fachada super simples, com massas caseiras a um preço maravilhoso. Não espere luxos ou pompas, mas lá você certamente comerá uma das melhores massas da viagem. Aparentemente, ainda não foi descoberto por turistas. Gastei cerca de 180 pesos pra almoçar um super prato de sorrentinos negros de salmão (incluído o cubierto, bebida e gorjeta). - Barrio Chino: festa estranha com gente esquisita.. brincadeiras à parte, uma ótima oportunidade pra provar um pouco da comida asiática em geral. Se não quiser comer em um restaurante específico, várias lanchonetes oferecem espetinhos e outros lanches. - Burger Joint, Palermo: não se assuste com a fila e o ambiente meio podrinho, pois o hamburguer (e o ambiente também, vai..) valem a pena. Não tem serviço de mesa: você mesmo vai pra fila, faz seu pedido, paga e fica aguardando chamarem seu nome num megafone (!!!) pra retirar seu pedido no balcão.Se não tiver mesa, a proposta é sentar lá fora e comer na rua mesmo. 100 pesos por um super hamburguer com fritas e cerveja! - Hard Rock Cafe, Recoleta: Pode ser meio batido, mas vale super, especialmente porque fica dentro do Centro Cultural da Recoleta, que por si só já é um programa. - Café da Livraria Ateneo: não bastasse o fato de o café estar localizado no palco da Ateneo, lá comi o melhor brownie da viagem. Não achei barato, mas o ambiente por si já vale a visita. - Mostaza: rede de fast food argentina baratinha, boa pra quebrar um galho quando a gente já gastou todo o dinheiro em fernet ou nas feirinhas da cidade. O combo mais barato custava 59 pesos. - Feira de San Telmo: se for na feira de San Telmo (e tem que ir!), particularmente eu acho que nem vale almoçar em restaurante. Ao longo da feira tem TANTA comida de rua boa, que você vai se arrepender se já tiver almoçado. - Os kioskos quebram um super galho e são uma oportunidade pra provar todo tipo de tranqueirinhas, mas são bem caros comparados aos mercados de verdade. Cubierto e propina (gorjeta): Pra nós que não temos esse hábito, sei que é chato pagar pelo simples fato de usar a mesa e os talheres, mas é cultural, não seja pedante nem perca seu tempo discutindo. O mesmo acontece com a propina/gorjeta. Lá a gorjeta é SIM parte do salário dos caras, por isso eles ficam tão putos quando alguém não deixa (inclusive, em um dos restaurantes, depois de pagar a conta e deixar a gorjeta, eu ouvi do garçom que "de tão educada, eu nem parecia brasileira ", e acreditem, não me senti nada lisonjeada por isso e por pensar como é nossa imagem lá fora). Não acho legal viajar pra outro país e ficar questionando os hábitos diferentes, ainda que para nós eles pareçam absurdos. Então, se não concorda e não quer pagar cubierto e gorjeta, ao invés de criar caso e se aborrecer com o garçom, você pode optar por pedir comida pra levar, comer em self services ou restaurantes em que não há o serviço de mesa, como o Burger Joint, que citei acima, ou então os fast foods em geral. La Noche: Esqueçam NY.. se tem uma cidade que realmente não dorme nunca, essa é Buenos Aires! Não importa se é segunda, terça ou domingo, sempre haverá algo bombando. Não lembro do nome de todos os lugares que fui, mas vai aqui umas dicas gerais: - Terça-feira é dia de festa Hype na Kika Club! É a festa da cidade nesse dia, nem precisa procurar outro lugar. - El Álamo: um bar/pub muito bacana, cheio de gringo, e que dizem ter cerveja batizada - The Buenos Aires Pub Crawl: é a edição porteña do tradicional recorrido de bares: de 22h às 23h rola cerveja, vinho e pizza livres no primeiro bar, depois passam por mais dois bares, onde a galera ganha um shot, e termina a noite numa balada, sem fila e sem ter que pagar ingresso. Fui só um dia e achei que valeu muito a pena, queria ter ido outros dias, mas sempre rolava outra coisa. Recomendo muito, especialmente pra quem ta lá sozinho porque dá pra conhecer uma galera! - A maioria das baladas tem esquema de colocar nome na lista pra entrar de graça, vale procurar saber sobre isso! - Pra ver tango e fugir dos espetáculos circences superfaturados como o Señor Tango, procure as milongas, que são casas de dança locais. Fui na Milonga da Catedral e curti! Lá todo mundo dança, e teve até banda com violino.
  6. Ei Matheus, Cogitei acampar, mas seria minha primeira vez, e confesso que bateu um medinho, rs. Da próxima vez devo fazer isso. Valeu pelas suas dicas
  7. DIA 08 - 13/02 - Ilha Grande x Rio de Janeiro x Vitória Dia de voltar pra casa! Como disse anteriormente, contratei o transfer até o Rio de Janeiro com a Avanti, na hora de fechar todos os passeios. O transfer funciona assim: custa R$110,00 e tem a travessia de fast boat até Conceição de Jacareí, e depois o restante do trajeto é feito em vans, que vão até o Galeão, o Santos Dumont e a rodoviária do Rio. No meu caso, considerando que eu teria que contratar o fast boat até o continente, mais ônibus até a rodoviária do Rio, mais táxi até o aeroporto, vi que não daria muita diferença, então achei que compensava contratar. A saída é às 9h da manhã, direto no cais de Abraão, e chegando em Conceição de Jacareí as vans já estavam nos esperando. Foi super rápido, antes de 13h eu já estava no aeroporto. Achei que valeu a pena especialmente porque nesse dia, como era sábado pós-carnaval, iria acontecer o desfile das campeãs, e muitas ruas de acesso novamente estavam fechadas, então foi ótimo não ter que se preocupar com isso, então vale a pena cada um calcular pra ver o que sai mais vantajoso. Gastos do dia 110,00 - Transfer Rio de Janeiro 26,00 - Almoço Subway Dicas gerais: - Paraty é puro amor, mas as ruas em pedras pé-de-moleque vão torturar seus pés, então seja legal com eles e esqueça qualquer salto alto. - Não vale a pena pegar táxi em Paraty. - Trindade merece sua visita! E óbvio que não precisa contratar o passeio de van que vi muitas agências oferecendo por R$70,00. É super simples e baratinho de ir! - Leve repelente! Tanto em Paraty quanto Ilha Grande, havia muitos mosquitos. - Apesar de não ter caixa eletrônico em Ilha Grande, não vi necessidade de levar muito dinheiro em espécie, pois a maioria dos lugares aceita cartão. Normalmente só não se aceita em alguns restaurantes e nos barcos, caso precise voltar de alguma praia. - Aliás, em muitas praias que paramos vi os "barco-táxi", então rola tranquilamente ir por trilha e voltar de barco, por exemplo. É isso, espero que seja útil aos viajantes! Boas viagens a todos!
  8. DIA 07 - 12/02 - Ilha Grande Dia de passeio de Meia Volta à Ilha, e contrariando todas as previsões do tempo, amanheceu ensolarado! O Meia Volta sai mais tarde, e passa pela Lagoa Verde, Lagoa Azul, Praia do Amor/Saco do Céu (onde é o almoço) e Praia da Feiticeira. Normalmente começa às 10h30 e termina 16h. Nesse dia eu não curti tanto, mas não pela qualidade do passeio em si. Eu já estava meio saturada de fazer passeios de barco, ter hora pra tudo e não poder fazer as coisas no meu tempo. É uma desvantagem desse tipo de passeio.. hoje talvez eu não teria feito esse, teria feito alguma trilha, mas como disse, minha visão pessoal, não é por ter tido algum problema no passeio em si. A parada pro almoço, assim como no passeio de Volta à Ilha, o piloto da lancha passa o cardápio antes pra galera escolher e faz o pedido por telefone pra agilizar, pra quando chegar na parada pro almoço não ter que esperar tanto. Os pratos são um pouco caros, então novamente uma porção de batata serviu bem duas pessoas e quebrou bem o galho, ainda mais com as cervejas que comprei no outro dia, que terminei de levar nesse dia. Chegamos em Abraão por volta de 16:30, passei na Lounier pra pegar a cargueira (ah, além de tudo têm sala de bagagens, pode deixar tranquilo), e fui pra outra pousada, a Canto Verde, que tinha reservado no dia interior. Também R$200,00, quarto privado com ar (que gela mesmo!), e muito aconchegante, recomendo. Definitivamente valeu muito a pena ter trocado de hostel pra pousada, e olha que eu tinha a falsa impressão de que a pousada sairia muito mais caro. Bom, é preciso pesquisar. À noite, a última volta pela vila, jantar e ver o movimento. Tinha uma musiquinha ao vivo gostosa próximo à igreja, que clima gostoso! Infelizmente, já era a despedida.. Gastos do dia: 110,00 - Meia Volta à Ilha 23,00 - Batata frita na parada pro almoço 200,00 - Pousada Canto Verde 17,00 - Hamburguer 7,00 - Doce na barraquinha
  9. DIA 06 - 11/02 - Ilha Grande Esse dia estava marcado para ser feito o passeio de Meia Volta à Ilha. Mas deu um super temporal de madrugada, e amanheceu ainda com muita chuva e o tempo fechado, ou seja, nada atrativo pra um passeio de barco. Além disso, nesse dia quando eu acordei não tinha café da manhã pronto no hostel (lembram que eu falei que os pratos já ficam prontos? então, aparentemente tinha acabado e ninguém tinha reposto), e eu tinha passado uma noite tão ruim e com tanto calor, que decidi sair pra decidir duas coisas: arranjar outro lugar pra ficar e tentar resolver alguma coisa sobre o passeio do dia. Sobre o passeio, achei que eu ia encontrar alguma resistência (afinal, apesar da chuva os barcos estavam saindo normalmente), mas foi super tranquilo: troquei o passeio do Meia Volta pro dia seguinte e nesse dia fiquei de fazer Lopes Mendes. O passeio de Lopes Mendes é o seguinte: o que se contrata é um barco de ida e volta até Pouso, que é uma praia próxima de Lopes, e de lá dá se pega uma trilha rápida (20/30 minutos) até Lopes. Você pode escolher entre três horários pra ir (9:30/10:30/11:30 - excepcionalmente pode ter 12:30 também) e três horários pra voltar (não lembro bem os horários, mas acho que eram 15:30/16:30/17:30). Sobre hospedagem, segundo o Booking, estava quase tudo lotado, e as poucas vagas que apareciam tinham preços surreais, mais de 500 reais por noite. Mesmo assim, fui batendo de porta em porta nas pousadas, e pra minha surpresa, encontrei até muitas opções! Então fica a dica pra vida: não se restrinjam ao Booking! Muitas (muitas!) pousadas não estavam lá, ou constavam lá como esgotadas, mas tinham vaga. Liguem para as pousadas e reservem diretamente, até porque o preço pode ser mais vantajoso diretamente. Tanto foi assim que encontrei uma super barbada: uma vaga numa pousada de frente pra praia, quarto privado com ar condicionado, por apenas R$200! O único problema que poderia acontecer é que, como disse, havia reservado o hostel pelo Booking, e a reserva não podia ser cancelada (caso fosse, seria sobrada 50% de toda a reserva). Mesmo assim resolvi arriscar, confiando na desorganização deles, e fui tentar fazer o checkout, que consegui sem nenhum problema. Ninguém questionou a quantidade de diárias que eu tinha reservado (acho que nem têm controle sobre quem vem pelo Booking ou não) e sequer sabiam quanto deveriam me cobrar pela diária! Fui honesta e falei o preço proporcional por noite da reserva que tinha feito, mas como disse, são tão desorganizados que eu poderia até ter agido de má fé. Depois acabei descobrindo que estava pagando um pouco mais caro que a maioria dos outros hóspedes.. mas o importante é que eu estava me livrando daquele encosto, então corri pegar minha mochila e me mandar de lá! Chegando na nova pousada, a Lounier, uma grande surpresa: quartos maravilhosos, cama delícia, ar condicionado que funciona, chuveiro bom e como eu descobriria no dia seguinte, um café da manhã espetacular. Recomendo muito! Como não parava de chover, como a pousada estava tão gostosa, como eu estava bastante cansada, e como o passeio de Lopes Mendes do dia era relativamente barato, acabei optando por passar a tarde inteira descansado e nem fiquei com peso na consciência de perder o passeio do dia. Uma pena, mas nem todas as condições das viagens estão sempre sob nosso controle. Mesmo assim não me arrependo. Com chuva, a trilha estaria escorregadia e possivelmente eu não teria aproveitado bem a praia, então achei que fiz um bom negócio. Como eu havia conseguido vaga na Lounier por um cancelamento de última hora, só havia vaga aquela noite, então durante a tarde aproveitei pra procurar vaga e deixar reserva pro dia seguinte. Novamente, não se restrinjam ao Booking, encontrei muitas opções dos mais diversos preços. Nesse dia almocei num restaurante pé na areia na beira da praia, foi o mais caro da viagem e me arrependo um pouco, pois foi uma picanha na pedra que não valeu o preço e não estava bem servida. Nesse dia só enrolei, bati perna na vila e descansei, nada de mais. Gastos do dia: 200,00 - Pousada Lounier 15,00 - Passeio Lopes Mendes 60,00 - Almoço 4,00 - Água
  10. DIA 05 - 10/02 - Ilha Grande Dia de passeio de Volta à Ilha! Esse é o passeio mais demorado, e é um passeio de mar aberto, então disseram que não dá pra contratar com muita antecedência, pois eles dependem da estabilidade da maré, por isso recomendaram ser o primeiro passeio a ser feito, já que tinham ele confirmado já pra esse dia. Saímos às 9:30h do cais, um grupo bem animado e foi um passeio bem legal. Como disse anteriormente, na lancha tem água mineral de cortesia, e gelo pra você levar suas próprias bebidas. Uma das paradas do passeio é para almoço, mas eu levei umas cervejas e um lanchinho e me virei bem. As paradas são em Cachadaço, vista panorâmica na praia de Dois Rios, Parnaióca, Aventureiro, Praia dos Meros, e almoço em Maguariquessaba. Curti muito esse passeio, recomendo muito! O passeio dura um dia inteiro, chegamos em Abraão cerca de 18h. Novamente, banho no hostel (recepção vazia, como sempre) e bater perna na vila. Nesse dia jantei uma pizza num restaurante ao lado da igreja, muito boa e preço honesto. E em Vila do Abraão também tem vários carrinhos de doces espalhados pelas ruas, uma tentação. Gastos do dia: 170,00 - Ilha Completa 32,00 - Supermercado 90,00 - Nativo Hostel Ilha Grande 30,00 - Pizza 7,00 - Doce no carrinho
  11. DIA 04 - 09/02 - Ilha Grande Os meus planos eram partir pra Angra bem cedinho, pra de lá pegar a barca pra Ilha Grande (não compensa ir pra Ilha Grande direto de Paraty. Há apenas uma empresa que faz essa trajeto, por um preço surreal (R$195,00), então vale muito mais a pena se deslocar até Angra, onde o preço é muito mais convidativo e tem mais variedade de horários), mas eu gostei tanto de Paraty, que tinha decidido passar a manhã batendo perna na cidade e pegar ônibus pra Angra só por volta do meio-dia. Mas como viagem sempre tem um dia "super furada" no meio (pelo menos as minhas sempre têm!), esse foi o dessa viagem. Pra começar, perdi a hora e acordei tarde. Com isso, já não dava mais pra sair cedo sem a mochila cargueira e voltar no final da manhã pra buscar ela na pousada. Se fosse pra sair, já teria que ser com ela (lembram da ladeira, né? Não rolava ir e voltar com o tempo apertado). E também não daria pra bater perna pelo centro histórico com a cargueira. A solução teria sido deixar a mochila no guarda-volumes da rodoviária, que liguei pra lá e me informaram que tinha sim! Só que chegando na rodoviária (lotaaaaada, todo mundo partindo de Paraty) o tal guarda-volumes estava fechado, e ninguém sabia informar pra onde o rapaz que trabalha nela tinha ido. Esperei um tempo, dei umas voltas, mas nada de ele aparecer, até que decidi esperar o que vinha primeiro: o tal do rapaz ou um ônibus pra Angra. Bem, o ônibus pra Angra chegou primeiro, e olha que estava atrasado! Como já estava com pouca sorte, decidi não arriscar e embarquei! Tem ônibus pra Angra quase de meia em meia hora, só que apesar de ser uma viagem intermunicipal (2 horas e 15 minutos), é ônibus de catraca, com cobrador, sem ar condicionado e sem conforto nenhum. Como sofrimento pouco é bobagem, não bastasse tudo isso e a sensação térmica de estarmos beirando a fronteira do inferno, o ônibus de repente pára no meio do nada: quebrou! Bora descer todo mundo pra rodovia e esperar o próximo passar. Uma meia hora depois aparece o próximo ônibus, lotado, e o resto da viagem até Angra foi realmente desanimador. Mas não era o fim do dia.. Chegando em Angra (há um posto de informação turística no cais, aproveite pra se informar por lá), descobri que por ser feriado, a barca da CCR não saía 15:30 como estava no site, mas sim 13:30h. Isso porque existem dois tipos de embarcação que levam à Ilha Grande: a barca da CCR, que é uma espécie de transporte público pra ilha (R$14,00), funciona apenas uma vez ao dia, e demora cerca de uma hora de viagem; e as barcas particulares, chamadas fast boats (R$40,00), que saem em vários horários por dia. Como a CCR daquele dia já tinha saído, o jeito foi desembolsar mais e ir na barca particular. Tem várias agências em frente ao cais, mas o preço, pelo que vi, é o mesmo, então a escolha acaba sendo pelo horário que melhor te atenda mesmo. Quase uma hora depois (isso que era barca rápida!), chegamos em Ilha Grande. Ilha Grande, especificamente Vila do Abraão, onde fiquei, é uma vilazinha puro charme. Ruazinhas de terra batida e te paralelepípedos. É pequenininho, mas tem de tudo, então não acho que tem necessidade de fazer compras no continente pra levar pra lá, pois lá tem mercados, farmácias e muitos restaurantes. Inclusive, uma coisa que me surpreendeu muito positivamente, é que depois de ler alguns relatos, fui pra Ilha preparada pra deixar os rins e as córneas pra pagar minhas contas.. mas não! Especialmente se tratando de uma ilha, em que tudo vêm do continente, achei os preços bem honestos! Alimentação em geral bem mais barato que em Paraty, mercado e farmácia também. O único detalhe é que na ilha não tem banco (na verdade, até vi que tem um caixa eletrônico da Caixa, mas os moradores disseram que não dá pra confiar, pois muitas vezes falta dinheiro nele, especialmente em grandes feriados), mas a grande maioria dos lugares aceita cartão, restaurantes, pousadas e agências de passeio (até as barraquinhas de artesanato!), são pouquíssimos lugares que não aceitam. Na Vila do Abraão eu já havia feito uma reserva pelo Booking, para quatro diárias no Nativo Hostel Ilha Grande, em quarto compartilhado, sem opção de cancelamento, o que mais tarde se tornou uma pedra no sapato (que felizmente acabou se resolvendo). Já adianto que não recomendo esse lugar! Não é que a estrutura do local seja ruim; cada quarto tem seu banheiro privado e o wifi funciona bem. O grande problema é que o local é totalmente abandonado. Quando cheguei, nesse dia, dei a sorte de encontrar uma moça na recepção, e já comecei a estranhar quando ninguém me fez a cobrança no checkin e nem pegou meus documentos. Essa foi a única vez que a vi: mais tarde, quando saí e cheguei da rua, depois do noite seguinte, durante todo o dia, não havia absolutamente ninguém na recepção. A impressão que eu tinha é que, além de quem quisesse poderia entrar nos quartos (as chaves ficam na recepção) e levar o que quisesse, se eu de repente quisesse juntar minhas coisas e ir embora, inclusive sem pagar, ninguém ia sequer se lembrar de mim. Além disso, o café da manhã foi o pior de toda a viagem , muito fraco, e não funciona pra você mesmo se servir: quando você chega, já tem os pratos com pão, presunto e queijo montados pra você - sou fresca e achei meio porquinho. Outra coisa que pesou super, é que não tem ar condicionado, só ventilador. Achei que daria pra relevar, mas fez muito calor na ilha, e isso foi um ponto decisivo pra procurar outro lugar pra ficar. Além de tudo, meus colegas de quarto (uma família) eram bastante sem noção: deixavam roupas penduradas no banheiro, inclusive na pia, dormiam de cueca no quarto, e até mesmo me deixaram trancada do lado de fora do quarto um dia (trancaram e levaram a chave). Depois de fazer checkin no hostel, fui bater perna pela ilha. Como disse, achei alimentação relativamente barato: jantei um combo de hamburguer, batata frita e refri por R$17,00. Não me recordo o nome do lugar, mas tem várias lanchonetes com essa promoção. Depois fui procurar agências pra fechar os passeios que queria fazer; tem várias pela rua da orla. Sobre agências e passeios: Ilha Grande é realmente uma ilha grande! Tem coisa pra fazer por mais de uma semana inteira sem repetir nenhum passeio, então opções não vão faltar. Tem trilha, praia, cachoeira e passeios de barco, então dá pra escolher o que mais tem a ver com seu estilo. De toda forma, recomendo fazer pelo menos um passeio de barco, pra ter uma visão geral da ilha, de preferência o Volta à Ilha ou o Meia Volta à Ilha. Apesar do nome, o Volta à Ilha não repete nenhum ponto do passeio do Meia Volta. São passeios diferentes e com focos diferentes: o Volta tem foco mais em praias, uma mais linda que a hora; o Meia Volta tem foco em pontos de mergulho (pode ter faixa de areia ou não, portanto). Particularmente, eu gostei muito mais do Volta à Ilha, mas vai de cada um. Agora sobre o preço em si: a maioria das agências cobra o mesmo preço, com poucas variações, não mais que dez reais, e normalmente oferecem roteiros muito semelhantes e com comodidades semelhantes (passeio de lancha, com água de cortesia, caixa de gelo pra cada um levar suas bebidas, etc). Então acaba que a escolha fica entre a agência que te atende melhor ou te oferece algum benefício (fechando muitos passeios de uma vez, por exemplo, podem te dar algum desconto ou cortesia). Só que mesmo assim, você não tem a certeza de que vai fazer o passeio com a agência que contratou, pois eles trabalham com parceria, e vão se ajudando pra fechar os passeios uns dos outros (mesma coisa pra quem já fez o passeio do Salar de Uyuni: você contrata com uma agência mas pode acabar indo em outra). Se for pagar no dinheiro, normalmente tem um descontinho pequeno (de $120,00 para R$110,00 o Meia Volta, por exemplo). Se já souber todos os passeios que quer fazer, vale negociar pra conseguir um preço melhor, e foi o que eu fiz. Fechei o Volta à Ilha (R$ 170,00), Meia Volta (R$ 110,00), Lopes Mendes (R$ 15,00) e transfer para o Rio (R$110,00 - falo disso detalhadamente mais à frente) com a Avanti. Esses já são valores com desconto, por ter fechado tudo junto. O preço normal pra Volta é R$180,00, Meia Volta R$120,00 e Lopes Mendes R$30,00. Passeios fechados, de volta ao hostel para dormir (foi nesse dia que fiquei trancada fora do quarto!). Gastos do dia: 12,50 - ônibus Paraty x Angra dos Reis 40,00 - Fast boat Ilha Grande 90,00 - Nativo Hostel Ilha Grande 17,00 - Hambúrguer 5,00 - Imãs Ilha Grande 15,00 - Crepe
  12. DIA 03 - 08/02 - Trindade Esse foi o dia que mais curti na viagem inteira! Fui pra Trindade, que é uma pequena vilazinha, a 45 minutos de Paraty. Vila com chão de terra batida, praias lindas e trilhas: todo o amor que houver nessa vida tá lá! Saí cedinho e fui pra rodoviária pegar um ônibus pra lá. Tem horários de hora em hora, e é ônibus circular, de catraca mesmo e com cobrador, sem frescura, só esperar, embarcar e pagar sua passagem (R$3,50). Recomendo ir bem cedo (eu peguei o de 8h), porque depois de um tempo, os principais atrativos de Trindade lotam (falo disso mais à frente). Quarenta e cinco minutos de estrada, parte dela numa estradinha estreita e cheias de curvas que você acha que o ônibus não vai conseguir fazer, descida abaixo o marzão vai surgindo e formando uma paisagem que não te deixa ter dúvidas: o verdadeira paraíso é ali! Saltando no ponto final, dali se pega uma "viela" até a Praia do Meio (3 minutos). Dali começa a trilha para a praia do Caxadaço (10 minutos). Caxadaço, praia linda, mas tome fôlego que o melhor está à frente! Andando até o final da praia, tem uma trilha (20/30 minutos) até a Piscina Natural do Caxadaço, que é uma piscina que se formou porque lá é cercado de pedras que bloqueiam as ondas, fazendo com que as águas sejam calminhas. Lá tem partes rasinhas e outras mais fundas. Não tenho uma foto panorâmica, pesquisa no google e comprove ou então acredite em mim: o lugar é maravilhoso, dá pra passar um dia inteiro ali! O problema, como todo lugar maravilhoso em alta temporada é que lota. Fiquei ali um tempo relaxando (em termos, porque com a quantidade de gente, ficava sempre de olho na mochila que deixei em cima da pedra), até que a quantidade de gente começou a realmente incomodar, e resolvi procurar um lugar mais calmo, e fiz a trilha de volta pra Praia do Caxadaço. Lá arrumei uma sombrinha, joguei minha canga, almocei os sanduíches que tinha levado, depois passei a tarde só lagarteando na minha sombra, jogada na minha canga. Que tarde delícia! Quando foi chegando o fim do dia, desmontei o "acampamento" e fiz a trilha de volta pra Praia do Meio. De lá, se tiver disposição, dá pra pegar a trilha pra Pedra que Engole (dizem que cerca de 30 minutos). Eu queria muito ir, mas acabei gastando meu tempo na Praia do Caxadaço e não me arrependo. Ali na Praia do Meio tem toda uma estrutura de barraquinhas, comidas e bebidas, coisa que no Caxadaço não tem, então vá preparado se for pegar as trilhas. Fiquei um tempo na Praia do Meio (super gostosa também!) e lá pro fim da tarde decidi ir embora e voltei pro ponto final. Lá já estava uma fila gigantesca pro ônibus, e só consegui embarcar de volta no terceiro ônibus que apareceu (tem de meia em meia hora). Lembrando que não vai nenhum passageiro de pé: deu a lotação, encerra o embarque e parte, então se não tiver lugar pra você nesse, só no próximo. De volta pra Paraty, última noite na cidade, claro, saí pra aproveitar. Nesse dia jantei um hambúrguer num lugar muito gostoso: Dona Maricota, bem no coração do Centro Histórico. Hambúrguer gourmet, portanto, um pouco mais caro, mas achei que super valeu. E depois ainda aproveitei uma das muitas barraquinhas de doces pela cidade. Ou seja, eu bem alimentada = noite feliz! Gastos do dia: 7,00 - ida e volta para Trindade 5,00 - sorvete Trindade 10,00 - imãs Paraty 40,00 - jantar Dona Maricota 10,00 - cervejas e doces na barraquinha
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