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Fernanda Marcelino

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  1. Feriado de Finados em Campos do Jordão – SP: ***Dia 1: Saímos de casa às 06:30h, do dia 02/11/2018 (Rio de Janeiro) e chegamos em Campos do Jordão às 11:30h. Neste trajeto, já saímos com o tanque do carro cheio, então só abastecemos no meio da estrada (88,00), e pagamos 3 pedágios de 15,20 cada (ida). Após parar por alguns minutos no portal da cidade, para tirar fotos (onde havia bastante gente fazendo o mesmo), fomos direto para a Pousada Marins (em Abernéssia). Nós já tínhamos feito nossas reservas por e-mail, ela fica bem no meio do caminho entre o portal de entrada da cidade e o Centro (Capivari). No bairro onde fica a pousada, tem um ótimo comércio (da pousada, da pra ir a pé para a farmácia, padaria, pizzaria, mercadinho...), é tudo perto. Depois de deixar as bagagens na pousada (onde fomos muito bem recepcionados), partimos para a praça em Capivari onde tem o teleférico. Ali perto da praça, em um lugar parecido com uma galeria, almoçamos (foi super baratinho e a comida era bem caseira, pagamos algo em torno de 36,00 por casal). Nesta mesma “galeria”, vendia uns chocolates deliciosos, acabei comprando uma barrinha após o almoço (5,00). Após, atravessamos a rua e subimos de teleférico até o Morro do Elefante (R$ 17,00 cada ingresso ida e volta). Lá tem uma paisagem belíssima e uns painéis ótimos para fotos criativas. Eu e meu marido já tínhamos feitos esta viagem, mas desta vez, voltamos na cidade com um casal de amigos, o que foi muito bom, pois tirávamos fotos deles e eles da gente. Depois disso, descemos e fomos até a Ducha de Prata, que também tem um visual maravilhoso, lá aproveitamos para brincar/jogar um pouquinho, nós 4 fechamos uma bateria de tiro ao alvo e arco e flecha (R$ 50,00 a bateria com 10 tiros de e 10 flechas). Antes de voltarmos para a pousada, ainda na Ducha de Prata, tomamos um café expresso, 4,00 cada e compramos alguns chaveiros da cidade, numa promoção de 3 por 12,00. Depois, nós voltamos para a pousada e descansamos até a hora de sairmos para jantar. Fomos no Muralha (restaurante de estilo medieval), comemos uma sequência de fondue (queijo, carne e chocolate) + vinho (para 3) + uma coca-cola para mim, gastamos R$ 146,00 por casal. ***Dia 2 (03/11): Logo pela manhã, após um delicioso café da manhã na pousada, partimos para o Bosque do Silêncio, que fica antes da Ducha de Prata, lá jogamos 2 partidas de Minigolf, cada casal alugou um taco (R$ 20,00 por taco), e podíamos ficar lá por quanto tempo quiséssemos, mas duas partidas foram o suficiente, pois queríamos aproveitar mais outras atividades pela cidade também, mas antes, caminhamos um pouco pela trilha do Bosque do Silêncio, que é lindíssima. Depois que saímos dali, fomos para o Pico do Itapeva, divida com Pindamonhangaba. Aproveitamos a paisagem, tiramos muitas fotos e depois voltamos para almoçar em Capivari, no mesmo lugar do dia anterior, porém comemos em outra pensão, mesmo estilo, ao lado da primeira pensão que comemos, e desta vez gastamos R$ 38,00 por casal. Após o almoço, fomos numa parte mais nobre, próximo a praça do teleférico, Vila Capivari, lá é lindo, tudo muito luxuoso, colonial e limpo. Havia muitas pessoas finas, passeando com os seus elegantes cachorros. Tomamos um café expresso em um “shoppinzinho”, por 10,50 cada, no quiosque 3 Corações, onde aproveitei para comprar uma caneca da cidade, de 100ml, por 10,00 (estava na promoção). Nesta vila também passamos pelo Ice Land e pela Cervejaria Baden Baden, mas não paramos. A cidade estava bem cheia e os lugares estavam bem lotados. Passamos também pela Feira do Artesanato, mas achamos os preços um pouco caros por lá. Após, no caminho de volta para a pousada, também passamos pela Fábrica de Chocolate Araucária, mas a fila para pagar estava muito grande, então não deu para comprar nada. Depois de descansar um pouco na pousada, choveu bastante, mas saímos assim mesmo, e ficamos ali próximo a pousada, numa pizzaria. Daria para ir a pé, mas como chovia muito, não foi possível esta caminhada, então fomos de carro mesmo. Paramos no Oliveira's Restaurante Grill e gastamos R$ 36,50 por casal. Obs: lá tinha pizza e também rodízio de caldos (4 sabores), escolhemos a pizza (3 pessoas) e uma pessoa ficou no caldo porém não ficamos muito satisfeitos, pois teve um problema no forno e a pizza demorou 50 minutos, além disso, os rapazes ficaram insatisfeitos com couvert artistico (acho que devido a demora da pizza e a fome que aumentou), eu achei a pizza de quatro queijos um pouco salgada, enfim, pagamos este valor pois devido a algumas reclamações, não nos cobraram nem o couvert artistico e nem os 10% do serviço; ***Dia 3 - 04/11: Último dia de passeio, e mais uma vez após um delicioso café da manhã, saímos da pousada, e fizemos as últimas paradas antes de pegar estrada. Fomos no Alto do Capivari, conhecer um pouco do bairro, onde tem lindos hotéis, casarões luxuosos e mansões maravilhosas. Depois abastecemos novamente, completamos o tanque dentro da cidade mesmo (R$ 70,19) e fomos até o Alto da Boa vista – visitamos o Palácio do Alto, apenas do lado de fora, e na descida passamos pela Fábrica Baden Baden. Para fechar, começamos a pegar a estrada, mas antes paramos na Vista Chinesa, após o portal da cidade, estava bem nublado, com muita neblina no caminho também. Tiramos algumas poucas fotos por ali e aproveitamos para comprar alguns chocolates e doce de leite que vendiam ali mesmo e gastamos mais uns 32,00. Para almoçar, como estávamos na estrada, paramos em algum lugar que não sei o nome, ainda em SP, no restaurante Frango Assado, e comemos uma porção de 400g de frango frito (delicioso), eu e meu marido gastamos apenas 31,00. Depois disso, só paramos novamente, quando chegamos no Rio de Janeiro, para abastecer e repor no tanque o que gastamos para ir, mais 108,00. No total, a viagem toda, incluindo a pousada (400,00 pois é a segunda vez que ficamos lá), e dividindo os custos do combustível + o pedágio (ida e volta), o com nosso casal de amigos (-178,85), gastamos R$ 1.003,70 (3 dias e 2 noites).
  2. Parabéns pelo relato, viajar é maravilhoso e vicia... rs. Que seja a primeira de muitas que vc vai fazer ao longo de sua vida...
  3. Na verdade, o nosso destino era Cantagalo/RJ, mas como passaríamos perto de Nova Friburgo e estávamos de carro, decidimos entrar na cidade e fazer um passeio, e valeu super a pena, pois o lugar é muito gostoso, e despertou a vontade de voltar e ficar um fim de semana inteiro lá. Bem, saímos de casa 7hs (era uma 6ªf) e às 9h, já estávamos passando por Teresópolis e tirando a famosa foto onde aparece o Dedo de Deus (quase todo mundo para neste ponto, mesmo que não seja a primeira vez rs). Por volta das 10:30h, estávamos na Casa Suiça, fomos no Museu da Colonização Suiça, muito legal (R$ 1,00 a entrada), lá conta a história da participação Suiça na cidade de Nova Friburgo; e também aproveitamos para comprar uns doces e chocolates maravilhosos, que são vendidos lá. Depois disso, fomos para a Praça do Suspiro,, tiramos algumas fotos ali, e subimos de teleférico para um ponto mais alto da cidade (lá em cima tem um espaço infantil, com boliche - pago a parte - e também tem um hotel). Como fomos eu e o meu marido, aproveitamos bastante a paisagem lá de cima. Pagamos R$ 20,00 por pessoa (apenas um eixo, caso quiséssemos os dois, sairia por R$ 35,00 cada). Após o teleférico, fomos para Lumiar almoçar. Lá tem um praça bem bonitinha e aconchegante, além de muitos restaurantes no entorno dela. Paramos na Oficina da Gastronomia para almoçar (de 0 à 5, minha nota é 3). Gastamos R$ 60,00 neste local e saímos de lá 15hs. Dali, subimos mais um pouco e fomos para São Pedro da Serra, também com uma pracinha super aconchegante. Ficamos algum tempinho ali, onde tinham algumas pousadas, restaurantes e lanchonetes. Bem, como tínhamos hora para chegar em Cantagalo, não ficamos por muito tempo ali, mas pareceu ser um ótimo lugar para almoçar ou lanchar. Não gastamos muito neste passeio, já que estávamos apenas de passagem. Não compramos lembrança e nem passamos pelo comércio de onde vende as famosas lingeries de Nova Friburgo. Mas foi um dia bem agradável. E quando foi 17:30h, chegamos em nosso destino (Cantagalo). Obs: pedágio na CRT R$ 18,10.
  4. Olá, faz tempo que não passo por aqui para relatar as minhas viagens feitas com o meu marido. Bem, aqui estou eu... Desta vez, o ponto de parada foi dentro do Rio de Janeiro mesmo, nossa cidade natal. Tenho 30 anos, e nunca tinha visitado uma das ilhas mais belas do estado - Ilha Grande, portanto, segue o relato: 27/12/2017: Saída de casa 07:30h e chegada em Conceição de Jacareí 09:20h. Em Ilha Grande, carro não entra, então optamos por deixar o carro em um estacionamento de Conceição de Jacareí e fazer o translado para a ilha. No próprio estacionamento, compramos o ticket de ida e volta. Valores: Estacionamento Vista Mar R$ 90,00 para os 3 dias e Ticket R$ 80,00 por pessoa ida e volta da ilha; Saímos do cais às 10:30h, para a vila de Abraão e chegamos na Pousada Flor de Lis às 11h (Esta pousada fica muito próxima do cais em Abraão, super bem localizada, perto de todo o comércio da vila, pagamos o valor R$ 315,00 antecipado e + R$ 315,00 no cartão quando chegamos lá na pousada. Super recomendo esta pousada, fomos bem recepcionados, todos muito simpáticos, a reserva foi feita um dia antes e mesmo em alta temporada, havia um quarto que era para ser nosso e ainda chegamos antes do horário do check-in, e mesmo assim foi possível deixar as bagagens e se aventurar pela ilha); Em frente a pousada tem uma padaria e uma agência de turismo, então passamos na agência, para comprar o primeiro passeio do dia e depois fomos na padaria lanchar (os salgados são ótimos); O primeiro passeio foi para Lopes Mendes, saímos 12:40h, paramos em Pouso às 13:30h, almoçamos (R$ 25,00 cada prato, pagamento somente em dinheiro), e após o almoço, fizemos a trilha para Lopes Mendes, +ou- 25 min., super tranquila (eu estava de havaianas e meu marido foi descalço mesmo). Quando chegamos em L.M. havia uma praia que de tanta tranquilidade e clima tão agradável, acabamos cochilando por uns 30 minutos. Quando foi 16:30h saímos de Pouso para retornar a ilha. Voltamos para a pousada, tomamos banho, fomos no mercado para comprar água (R$ 10,00, 3lts) e fomos no hortifrut comprar algumas frutas, tudo isso bem pertinho da pousada. Depois, fechamos o passeio do dia seguinte na Agência Mariana's Tour (Ilhas paradisíacas R$ 170,00 por pessoa), esta é a agência que fica em frente a pousada (pessoal muito simpático também); após, saímos para jantar em frente a praia (prato de R$ 56,00 p/2 pessoas). 28/12/2017: Levantamos ás 8h, tomamos um café bem servido na pousada e partimos para o passeio com destino as Ilhas Paradisíacas - 10:30h. este passeio nos levou para: a Praia do Dentista; Ilha da Piedade; Ilha de Botinas; Ilha de Cataguases; Lagoa Azul; e por último, a Praia Saco do Céu, onde almoçamos (prato de R$ 58,50, para uma pessoa, mas serve duas tranquilamente, para quem não come muito). Às 17:30h chegamos em Abraão. Voltamos para a pousada, descansamos um pouco e depois fomos lanchar em um lugar super legal. Restaurante Sara Sabores, tinha música ao vivo e um delicioso pastel. 29/12/2017: Levantamos ás 8h, tomamos café e seguimos para uma caminhadinha de leve na praia de Abraão. Fizemos uma "mini trilha" super simples, bem rápida, descalços mesmos e chegamos a Praia da Bica. Íamos seguir, mas não estávamos devidamente preparados para "a" trilha que poderia surgir, (estávamos sem havainas ou tênnis, e sem roupa de banho e nenhuma bolsa equipada para trilhar), então achamos melhor voltar. Caminhamos por uma hora mais ou menos, ida e volta, tiramos algumas fotos e voltamos para a pousada. Nos arrumamos e saímos para pegar o translado de 12h, para Conceição. Às 15h já estávamos em casa. A viagem completa (exceto combustível), saiu por menos de R$ 1.500,00.
  5. - 1º dia: Cheguei no aeroporto de Curitiba numa 3ªf, por volta das 9:30h. De lá, eu e meu marido pegamos um ônibus próprio do aeroporto, para seguir até o Centro Cívico de Curitiba, a passagem foi 3,80 por pessoa. Levamos em torno de 50 min para chegar até lá; Ao chegar no Centro, paramos para tomar um café e logo seguimos para o hotel Rochelle. Fizemos o check-in, deixamos as malas lá e partimos para os passeios do dia. De primeira, fomos ao Jardim Botânico, pensamos que ele fosse perto e por isso fomos a pé, levamos quase 1 hora para chegar até lá, mas até que valeu, pois conhecemos os bairros e percebemos o quando a cidade é bem cuidada, limpa, com belíssimas residências e muitas lindas flores por todos os lados. Bem, após o passeio no jardim, fomos almoçar ali por perto mesmo, no restaurante Mãos Mineira, com comida caseira e preço acessível. Depois do almoço, solicitamos um transporte do uber e voltamos para o hotel. Como a caminhada até o jardim foi um pouco cansativa, ficamos bem exaustos na parte da tarde, e acabamos dormindo à tarde para recarregar as energias. Para aproveitar a noite, fomos até o Shopping Estação, onde tem o Museu Ferroviário, porém estava fechado. Vimos somente algumas coisas pelo lado de fora e paramos para jantar no “Das Arábias”, super recomendo as esfirras e o Beirute. Para fechar a noite, passamos na Lojas Americanas, dentro do shopping mesmo, para comprar algumas garrafas de água e deixar no frigobar do quarto, no hotel. Voltamos mais uma vez de uber, pois apesar do shopping estar próximo do hotel, estava um pouco tarde para andar a noite em uma cidade desconhecida. - 2º dia: Seguimos para a Praça Tiradentes e de lá fechamos o passeio do dia seguinte para Morretes, com um guia de uma agência que estava na praça, e compramos no transporte de turismo da cidade, uma passagem de ônibus que passa por 25 pontos turísticos, o valor foi de 40,00 por pessoa, e dava direito a um embarque e mais 4 reembarques. Olhamos o roteiro e escolhemos as descidas que faríamos neste passeio. Subimos no primeiro ponto, Pça Tiradentes e as descidas foram as seguintes: Museu Oscar Niemeyer (não sabíamos, mas neste dia da semana a entrada é gratuita – toda 4ªf); Bosque do Alemão (onde tem a trilha do conto de João e Maria); Parque Tanguá (sendo que antes de entrar, paramos para almoçar no bar Viva Curitiba, em frente ao parque, (comida caseira e preço acessível); depois do parque voltamos o caminho a pé até a Ópera do Arame (fizemos o caminho inverso, porque da ópera até o parque é uma subida, fazendo desta forma, apenas descemos invés de subir); e por último, Santa Felicidade, lá tomamos um sorvete, passamos numa loja para comprar lembrancinhas e fomos na vinícola Vinhos Durigan (lá, experimentamos vinhos, queijos, suco de uva e salames). Após o último reembarque, descemos na Pça Tiradentes e voltamos para o hotel. Por volta das 19hs fomos até Shopping Itália, próximo ao hotel, parece uma galeria, e neste horário muitas das lojas estavam fechadas já. Compramos um lanche e voltamos para o hotel para se preparar para o próximo dia. - 3º dia: No dia anterior, tínhamos fechado com o Henrique da Gálatas Tour (que estava na Pça Tiradentes), o passeio para a cidade de Morretes, ida e volta + translado 160,00 por pessoa (ida de trem e volta de van). A ida dura 4hs, a partir da saída da ferrovia (30km/h). Neste valor, já estão inclusos: a passagem do trem, a busca e o retorno do hotel, o lanche dentro do trem e o guia com ótimas histórias ao longo do roteiro feito pelo trem. Este passeio é incrível, e com o tempo bom, é possível admirar toda a paisagem, não da para perceber a hora passando. Morretes é uma cidade pequena e bonita, lá vende lembrancinhas da cidade, tem feira e muitos restaurantes que oferecem o prato típico da região para o almoço, o famoso Barreado (carne picada feita na panela de barro, com pirão de farinha e banana flamada). Nós escolhemos almoçar no Estação Barreado (em frente a estação ferroviária de Morretes), mesmo conceito de todos os dias, comida caseira e preço acessível. Experimentamos o barreado e também tinha a opção de peixe. Após, fomos na sorveteria Bola de Neve, compramos umas lembrancinhas, andamos um pouco pela cidade e fizemos o regresso de van. Ao longo do caminho de volta, o motorista passa em mais alguns pontos turísticos e por isso o retorno pode levar de duas à três horas. Como eu gostei muito do Jardim Botânico, aproveitamos a volta de van, e pedimos ao motorista para nos deixar lá, já que passaríamos ali por perto, invés de ir para o hotel. Assim, mais uma vez passeamos no jardim, aquele lugar é belíssimo. E depois de aproveitar mais um pouquinho, voltamos de uber para o hotel. A noite, solicitamos um serviço turístico e gratuito da cidade de Curitiba, que busca a pessoa no hotel, leva para jantar e regressa com a pessoa (descobrimos isso no último dia). Site http://www.levaetrazgratis.com.br/, basta verificar os restaurantes e hotéis conveniados para este serviço. Fomos para o restaurante Madalosso, em Santa Felicidade, lá você entra e come a vontade, em torno de 50,00 por pessoa. - 4º dia: Saímos bem cedo do hotel, pois o vôo era logo pela manhã. Combinamos com o rapaz do uber que conhecemos no primeiro dia, e ele nos buscou no hotel e levou para o aeroporto, cobrou apenas 30,00 pelo serviço e favor, já que ele morava próximo ao hotel. O custo total desta viagem foi em torno de R$ 2.100,00, incluindo passagem e hotel.
  6. O que fazer em Juiz de Fora-MG? Na dúvida, decidi ir conhecer melhor os pontos turísticos da cidade. Poderia ter feito um roteiro bem legal, em 24 horas, porém por falta de informações, fiz somente o que foi possível, de acordo com os horários... Por isso, vou disponibilizar aqui informações que ajudem a quem quiser passar pelo menos um dia e uma noite por lá, vale muito a pena, pois a cidade é bem interessante historicamente, ótima para um descanso e bem legal de se conhecer. - Hospedagem: César Palace Hotel – Av Getúlio Vargas, 335, Centro, a maioria dos funcionários são bem profissionais, não são muito simpáticos (sérios demais para nós cariocas), mas tratam os clientes com bastante respeito. Excelente café da manhã e estadia, até manobrista tem, uma vez que o hotel, apesar de muito bom, fica em uma das ruas principais do Centro, e com muitos pontos de ônibus nesta localidade; 1º dia – 6ª feira: - Museu Ferroviário - Av. Brasil, 2001 - de 9h às 17h – 2ªf à 6ªf, não consegui ir por conta do horário, assim que eu e meu marido chegamos na cidade, fomos almoçar, passeamos pelo Calçadão da Rua Halfed, para conhecer o entorno do bairro, e após, voltamos para descansar um pouco no hotel, e quando olhamos para a hora, não dava mais tempo; - Museu Mapro (Mariano Procópio) - Rua Dom Pedro II, 350 – de 8h ás 18h - 2ªf à 6ªf, infelizmente, por falta informações, quando chegamos lá, descobrimos que o museu está fechado para visitação, tem 8 anos já, o que está aberto, é o parque, porém na hora que fomos, já estava anoitecendo, então nem entramos no parque, mas dizem que lá é belíssimo, muito bom principalmente para crianças, ou seja, o ideal é ir enquanto ainda está claro, logo cedo deve ser melhor ainda para aproveitar o local; - Barzinho Bigode e Cia – R. Chanceler Oswaldo Aranha, 43 – não somos muito de curtir a noite em boates, porém passamos por este bar, onde o atendimento é excelente, local bem social e limpo, e com um preço bem bacana. Comemos uma porção super econômica de pastéis com sabores variados e bastante deliciosos; 2º dia - sábado: - Morro do Cristo ou do Imperador – Alameda Engenheiro Gentil Forn - São Pedro - é o ponto mais alto da cidade, com uma visão lindíssima. É possível subir tranquilamente de carro. O lugar pode ser visitado de dia ou de noite, porém não há muitos seguranças por lá. Fomos por volta de 8h / 9h, e havia apenas um segurança, que estava no meio do caminho, chegando no alto, não havia ninguém nem na igreja, nem nos quiosques de venda, e pelo horário, ainda não haviam visitantes no local; - UFJF - Rua José Lourenço Kelmer, s/nº - Martelos – saímos do Morro do Cristo e fomos direto conhecer a universidade. Lá é bem grande, com um espaço excelente para uma caminhada, um passeio de bicicleta e prática de esportes ao ar livre; - CCBM Espaço Mascarenhas – em frente ao hotel em que estávamos hospedados. No sábado, funcionou de 10h às 18h, aí aproveitamos para ir lá e pegar um documento para entregar na faculdade do meu marido (referente a horas extracurriculares), porém ao chegar lá, descobrimos que este documento só é liberado de 2ªf a 6ªf. Bem, de qualquer forma vimos lá dentro algumas maquetes da cidade (feitas de forma perfeita), e a exposição linda de quadros "Amigos para Sempre", de Marli Cândido; - Ao longo dos passeios, passamos por 3 praças interessantes, boas para uma parada depois de uma caminhada: Praça Antônio Carlos, Parque Halfed e Praça do Riachuelo, todas próximas do hotel; *** Já aproveitando o caminho da hora de voltarmos para o RJ, passamos por mais 3 lugares: - Em busca de lembrancinhas para trazer, passamos pela: Associação dos Artesãos de São Mateus, na Rua Bernardino,119 (2ªf à 6ªf de 9h às 18h e sáb. de 9h às 13h); e também na feirinha que fica próximo da associação, na Praça Jarbas de Lery Santos, de 9h às 14h (lá tem +ou- 15 barracas com os mesmos produtos que na associação, porém a feirinha só acontece aos sábados); - Família Mineira – Av dos Andradas, 103 – Centro – Largo do Riachuelo, (32-3215-7450) – 2ªf à sábado, de 8h às 20h e dom e feriados de 8h às 13h. Lá tem uma diversidade de comidinhas mineiras (biscoitos, queijos, balas, doces...); - Parque Lajinhas – Av Paulo Japiassú Coelho – Teixeiras, na entrada e na saída da cidade, se passa em frente, para quem vem do RJ. Espaço excelente para um piquenique, para as crianças de soltarem, com parquinhos e seguranças no local. Bem, espero ter ajudado alguém com essas informações, gostaria muito de ter visto algo parecido com isto, para aproveitar mais e melhor o meu passeio. De qualquer forma, valeu muito a pena a viagem. Obs: na volta ainda passamos na Feirinha de Itaipava e pela Bowernfest, em Petrópolis.
  7. Dias perfeitos e com pedido de bis (Feriado de São Sebastião RJ x SP). Primeiro dia: Eu e meu marido saímos do Rio de Janeiro (Zona Norte), por volta das 8h. Paramos bastante para abastecer o gás, ir aos banheiros dos postos e lanchar, por isso demoramos e acabamos levando 8h de viagem. Chegamos na cidade de São Sebastião e sem erro, seguimos até o ponto das balsas, e em poucos minutos, chegamos ao hotel de Ilhabela, às 16h. Ficamos no Hotel da Ilha (diária em torno de R$ 300,00), ele é um pouco distante do Centro da cidade, mas é ótimo, café perfeito, com preço acessível para a região e com piscinas maravilhosas. Então, como chegamos tarde na cidade, aproveitamos para curtir a piscina do hotel. A noite, fomos jantar no espaço Ardenthia, no restaurante Kalango. Segundo dia: Acordamos cedo e fomos até a agência Ilhabela Jeep Tour (12-97402-2040), para fazer o passeio de 4x4 para o Parque Nacional de Ilhabela, que leva até a praia de Castelhanos e a trilha da cachoeira do Gato. O passeio foi legal, durou o dia inteiro, (R$ 80,00 por pessoa). Subimos a trilha, que apesar de tranquila, não é recomendada para crianças. Ao chegar na cachoeira, infelizmente começou a chuviscar. Deu para aproveitar a cachoeira assim mesmo, mas na descida, por conta da trilha que ficou muito molhada, a lama começou a ficar escorregadia, o que ficou perigoso até mesmo para adultos. Obs: o ideal é fazer esta trilha de tênis ou descalço, de chinelo não é seguro. Ao voltarmos da trilha, paramos na praia de Castelhanos, que infelizmente não deu para aproveitar, por conta da chuva, mas lá tinha alguns restaurantes para almoçar e trocar de roupa, até dá a hora do jeep retornar para a cidade. A noite, fomos comer uma pizza no restaurante Copacabana, que fica na Vila, um centro histórico muito bonito de Ilhabela. Depois comemos o famoso prensado e um delicioso churros, típicos de São Paulo. Terceiro dia: Fomos para a Praia Grande, quase em frente ao hotel em que estávamos hospedados. Lá fizemos um sensacional passeio de lancha (R$ 35,00 por pessoa). E depois optamos pelo passeio de caiaque (R$ 10,00 por pessoa). Para fechar, almoçamos num restaurante que tinha em frente, o Dona Malagueta. Na parte da tarde, estávamos bem cansados, e por isso ficamos apenas passeando para conhecer algumas praias como por exemplo a Feiticeira, pois como tem diversas praias e cachoeiras em Ilhabela, não deu para conhecer tudo por completo. A noite, compramos algumas bobagens para comer, num mercado próximo ao hotel e não saímos mais, ficamos por lá mesmo comendo. Quarto dia: Saímos cedo do hotel, e fomos para a cidade de São Sebastião encontrar alguns amigos que moram por lá. Passamos o dia com eles, e saímos de SP às 16h mais ou menos, e mesmo com chuva pela estrada, a descida da serra foi mais rápida, e chegamos por volta das 22h em casa. Foram dias maravilhosos neste lugar, recomendo tudo e faria tudo novamente.
  8. Ao longo dos dias de feriado do natal/2015, eu, meu marido e mais um casal de primos, resolvemos tirar um dia, de tremendo calor na cidade carioca, para conhecer as belíssimas cachoeiras do Parque Nacional de Itatiaia. Como o passeio não foi programado, saímos do Rio por volta das 8h, e ainda paramos para abastecer, tomar o café e comprar alguns lanches para levar, ou seja, chegamos no parque em torno de 11h +ou-. Foi R$ 15,00 por pessoa, para entrar no parque com o carro (não precisa pagar estacionamento). Como chegamos teoricamente tarde (pois o parque abre às 8h e fecha 17h), deu tempo de conhecer e aproveitar apenas 4 cachoeiras que existem na parte na parte baixa do parque: Maromba, Véu da Noiva e Itaporani (que fazem parte do Complexo do Maromba) e Lagoa Azul. Foi pouco, porém o suficiente e extremamente maravilhoso. A ideia era tomar um banho, se arrumar por lá mesmo (pois há banheiro disponível para isso), trocar de roupa e partir para a noite em Penedo, mas por conta de uma chuva repentina que caiu na parte mais alta em que estávamos, optamos por descer logo e sair assim mesmo, do jeito que estávamos, pois ainda não havíamos nem almoçado (as lanchonetes que tem lá, não funcionam, por conta disso, não há nada para comprar e lanchar, mas como já sabíamos, tínhamos levado suco e biscoitos). Chegando próximo a saída do parque, não havia chuva por ali, nenhuma gota havia caído. Bem, saímos do parque e fomos para Penedo, mas no meio do caminho (na estrada), paramos pela Fábrica de Chocolate, ali eu aproveitei para pelo menos trocar de roupa e melhorar a aparência rs. Chegamos em Penedo 18hs, a cidade estava linda, toda enfeitada por conta do Natal. A comida, para duas pessoas, custa em média R$ 80,00, pesquisamos e o preço era bem padronizado, então escolhemos algum lugar pela Pequena Finlândia e sentamos para comer. Depois de dar uma volta por este espaço, para fechar o passeio, paramos para tomar um delicioso sorvete finlandês (R$8,50 para cada 100g), um pouco caro, por isso colocamos apenas uma bola de sorvete (uma para mim e uma para o meu marido), somente para não deixar de experimentar esta preciosidade, e garanto que mesmo pagando mais de R$ 25,00 (total, eu e meu marido nestas duas bolas), valeu muito a pena. Após, foi hora de voltar para casa, chegamos no Rio umas 23hs. Obs: Dia maravilhoso, com companhia maravilhosa e aproveitando as belezas sensacionais que Deus nos proporcionou nesta terra.
  9. Eu e meu marido queríamos fazer uma viagem pela América do Sul, e optamos por Bariloche, mas ao perceber que haveria uma parada no aeroporto de Buenos Aires e que teríamos que ir por conta própria do aeroporto de EZE para o AEP, decidimos aproveitar a oportunidade e esticar mais alguns dias da viagem passando também por Buenos Aires, já que nunca havíamos viajado para lá. ***BUENOS AIRES 22/08 – Desembarcamos no aeroporto de EZE, em Buenos Aires. Pegamos um táxi, com o valor fechado em 330 pesos, até o Centro - Hotel IBIS (Av. Hipólito Yrigoyen). Deixamos as malas no hotel e partimos para conhecer a cidade de Buenos Aires. Como já eram umas 16h, ficamos pelo Centro mesmo e adquirimos o cartão SUBE para os demais passeios. Fomos a Plaza de Mayo e ao Puerto Madero. 23/08 - Pegamos um ônibus e fomos ao bairro Recoleta, iniciando o passeio pelo Cemitério (o mais famoso da América Latina). Dali, fizemos um lanche no bar/café La Biela. Após, seguimos a pé até o bairro do Palermo, parando pelos principais pontos turísticos da cidade, como a Floralis Genéricas e o Jardim Japonês. Terminamos o passeio próximo a Plaza Itália, onde pegamos um ônibus e voltamos para o hotel. Chegamos no hotel por volta das 15h. Descansamos alguns minutos e saímos de novo. Ficamos pelo Centro novamente. Caminhamos do hotel até Obelisco e a Plaza San Martin, de lá, já caímos direto na Rua Flórida (só comércio). 24/08 - No terceiro dia, domingo, pegamos um ônibus e fomos até Feria San Telmo. Depois pegamos outro ônibus e seguimos até o Caminito / La Boca (como havia jogo no dia, não havia visitação no estádio). Almoçamos por ali mesmo. Na volta, passeamos pelo Centro de novo, e paramos no Shopping Abasto. 25/08 - Na 2af, negociamos com um taxista paraguaio, que mora há mais de 20 anos em Buenos Aires, super gente boa, um valor para nos levar em Lujan, fomos no Zoo e também na igreja onde o papa Francisco ministrava, antes de ser papa. Além disso, ele nos levou também à província de Tigres (é bem distante, como eu disse o taxista é bem gente boa). Em Tigres, conhecemos o local com um ônibus de circuito, da própria estação de trem da cidade, ele foi parando nos principais pontos turísticos da cidade. E após, no mesmo local, fechamos um passeio de lancha. 26/08 - O último dia de passeio, foi reservado para compras na Rua Córdoba com Corrientes. Mas antes de chegar até lá, tomamos um desayuno no Café Tortoni e depois fomos de metrô, procurar pelo outro lado da cidade, lojas onde as pessoas costumam comprar coisas sem marca para revender. Depois disso, partimos para a Rua Córdoba, pegando um ônibus na Corrientes, depois de descer do metrô. Na Córdoba, passamos por diversas Outlets, inclusive da Lacoste, com preços em torno de 50% a 60% mais barato que no Brasil. De noite, para finalizar, fomos ao Sabor a Tango assistir ao show. 27/08 - No dia seguinte, partimos para o aeroporto de AEP, com destino a Bariloche. ***Algumas dicas muito importantes: na Argentina, esqueça o arroz e o feijão. O arroz é horrível, somente água e sal (sem tempero), e o feijão é bem difícil de achar e se achar, ele não é bom; O hotel IBIS é bom, porém não há qualquer flexibilidade, é muito formal, levei feijão congelado, mas lá disseram que não poderíamos usar a geladeira, devido as normas do hotel (não havia frigobar no quarto); Tomada no quarto também é um problema, havia apenas uma tomada de modelo brasileiro; Se for comer pelo Puerto Madero, recomendo comer em um lugar fechado, pois é comum ter pombos pelos restaurantes em que não há cobertura ou paredes onde ficam as mesas; No Caminito, cuidado com o pessoal que dança tango pelas ruas, eles praticamente te obrigam a tirar foto, colocando o chapéu na sua cabeça, sem que você solicite, e depois cobram um valor absurdo por isso - negociem antes o valor; a Feira de San Telmo, só acontece nos dias de domingo; na Argentina, é muito comum bife de chorizo, com guarnição (normalmente batatas); Também é comum a cobrança de "cobiertos" por pessoa, é parecido com a taxa de serviços no Brasil; Tenham atenção ao pedir informação ao motorista de ônibus, normalmente eles esquecem de avisar na hora de descer; O telefone do taxista, que recomendo, pois é de total confiança, é: 46389439 ou 1154287487 (inclusive a esposa dele é brasileira). ***BARILOCHE 27/08: Assim que chegamos ao aeroporto BRC, pegamos um táxi até o Centro, para o Hostel Patanuk. Deixamos as malas, agendamos o passeio do dia seguinte (no próprio hostel – eles entraram em contato e fecharam com uma agência), e seguimos a pé para o Centro Cívico, para conhecer a cidade, ir ao mercado, e comprar o cartão de passagem do Autobus; 28/08: Como havia previsão de chuva, antes de fazer o Circuito Chico, fizemos logo o passeio de barco para a Isla Victoria e o Bosque do Bambi (agendado no dia em que chegamos), um passeio lindo, que dura o dia inteiro. Fomos de ônibus para o porto. No fim do passeio, fizemos amizade com alguns paulistas que estavam por lá, o hostel deles ficava bem próximo do nosso, por conta disso, marcamos a noite uma pizza na Av. San Martin, a rua do hostel deles. 29/08: No dia seguinte, pela manhã, deixamos agendado, novamente com o hostel, um passeio para conhecer melhor a cidade, o Circuito Chico (para a parte da tarde, pois já haviamos perdido o horário da manhã para este passeio). Depois do agendamento, fomos ao Cerro Otto, de ônibus também. Lá, subimos de teleférico. Chegando no alto, havia um cachorro São Bernardo – lindo, para tirar fotos 100 pesos cada uma. Havia também uma exposição de réplicas da obra de Michelangelo e uma linda Confeitaria Giratória. Depois de almoçar na confeitaria, voltamos para o hostel e aguardamos o transfer para o Circuito Chico. O ideal é fazer este passeio assim que se chega na cidade, pois ele se torna mais interessante, mas mesmo assim valeu a pena. Ele passou pelo Cerro Campanário, onde se sobe numa cadeirinha bem legal, lá de cima a vista é linda. Esta subida não está inclusa, tem que comprar o ingresso na hora, ou seja, este passeio também pode ser feito por conta própria, indo até lá de ônibus mesmo. Depois paramos na loja Rosa Mosqueta, onde são vendidos os produtos feitos através desta flor. E logo em frente, tinha a vista para o Hotel Llao Llao, o melhor e provavelmente o mais caro da região, bem famoso também. Por último, seguimos mais um pouquinho, com o próprio carro do transfer, para um Ponto Panorâmico. O circuito é bem legal. Na volta do passeio, pedimos para ficar em frente ao Museu do Chocolate Havana (Av Bustillo, 1200), visitamos o museu e compramos algumas unidades de alfajour, com o desconto que ganhamos para a entrada no museu. Ao voltar para o hostel, combinamos com os paulistas, de irmos conhecer o Bar de Gelo, a noite. 30/08: O passeio do sábado, foi um pouco diferente. Junto com os paulistas, alugamos um carro, e fomos até o Cerro Tronador, isso foi uma de nossas melhores economias (éramos 5 pessoas). São 50 km até o local e mais 50 km para subir tal montanha, onde há um vulcão desativado e caminhando por mais 01 km, uma linda estrada de neve. 31/08: Para o último dia, ficou o mais esperado, Cerro Catedral. Antes de ir para lá, alugamos roupa própria para contato com a neve, na Av San Martin e depois pegamos um ônibus para o cerro. Chegando lá, queriamos praticar Snowboard, então contratamos aula particular, dividida para dois alunos e alugamos o equipamento para tal esporte (no mesmo lugar - Posadas Aurélio). Para chegar até a pista no alto da montanha, compramos a entrada e subimos com o professor, de teleférico e depois de cadeirinha, pois é bem alto. Lá em cima, para quem não vai praticar snowboard e nem esquiar, pode se divertir com umas bicicletas próprias para o gelo, ou com uma bóia que desce uma pequena rampa de gelo, basta pagar a parte lá em cima. Caso contrário, há diversão garantida com a própria neve. Na volta, devolvemos o equipamento e "sem querer", conseguimos uma carona para o Centro, com o dono do estabelecimento onde alugamos o equipamento, pois a volta é um pouco complicada, o ônibus demora de 40 a 60 minutos, e sai super lotado. 01/09: No dia seguinte, foi a hora de voltar para casa. Contratamos um transfer, que pegou também outras pessoas, em outros locais, com destino ao aeroporto, também agendado pelo hotel, foi mais barato que o táxi, saiu por 65 pesos por pessoa. Bem, a viagem toda foi maravilhosa, a Argentina é um país muito bonito, barato e de gente hospitaleira. Calculamos os gastos em torno de 1500 pesos por dia, para pagar os passeios, comer e ainda trazer algumas lembrancinhas, alguns dias gastamos menos e em outros mais, mas esta foi uma boa média, até porque o que economizamos em Buenos Aires, gastamos em Bariloche, em que todos os passeios são pagos. Levamos o cartão de crédito, para o caso de alguma emergência, mas não o usamos em nenhum momento. Não sei dizer se gostei mais de Buenos Aires ou Bariloche, na verdade eu amei as duas cidades, ambas são fascinantes.
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