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miguel.sulis

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Tudo que miguel.sulis postou

  1. há quase 10 anos que só viajo (geralmente por 30 dias) com minha mochila de 30L... 😅
  2. por ter minhas férias nessa época fui no final de maio e fiquei até início de julho esperando um dilúvio. nada disso ocorreu. achei inclusive as chuvas de verão em florianópolis muito mais intensas e demoradas. enfim. começamos por bangkok e subimos lentamente de trem e ônibus, passando por ayutthaya, lop buri, sukhothai, kamphaeng phet, si satchanalai, chiang mai até chegar em chiang rai. de lá fomos para o laos, passando por luang namtha e luang prabang, em seguida uma parada de alguns dias em siem reap no cambodia e então myanmar. começamos por yangon, passando por bago, bagan, e terminando em mandalay. choveu 2 vezes, uma manhã em chiang mai, das 9 até o meio dia, e uma tarde em yangon, dás 14 até as 17. o resto dos dias foi de sol e calor.
  3. sem 00 e sem +, só codigo do país e número. veio em seguida, questão de segundos, meu amigo teve que apertar reenviar algumas vezes.
  4. que eu saiba não é possível e o conflito continua. visitas somente no lado sul e isla de la luna, às vezes também essas podem ser fechadas para visitação.
  5. estava quase optando comprar passagens com 3os, mas resolvi tentar o cadastro na indian rail. fiz agora em fevereiro e deu tudo certo. veio uma otp por email, e outra no meu celular do brasil. com as duas otps ativei a conta e posso reservar até 6 trechos por mês (independente do nr de passageiros). achei todo o processo bem eficiente e indolor. usei sites como trainman e indiarailinfo para me familiarizar com os trechos, estações e escolher os trens mais rápidos e com menos atrasos para depois comprar no site oficial. tem ainda um serviço de comidas, dependendo de cada trecho vc escolhe a estação onde quer comer (baseado na hora de chegada do trem na estação) o que vai pedir dentre os menus e empresas disponíveis, e eles entregam no seu assento. resumindo então, não tive nenhum problema com o cadastro e ativação da conta na indian rail.
  6. @Paula Zurita não saberia te dizer pq não usei agências e fiz todos os passeios por conta, usando transportes locais. chinchero e moray foram os únicos sítios do boleto turístico que não fomos. mas se é o dia anterior a MP e vc quer sair de trem de ollantaytambo, não seria melhor terminar o dia lá?
  7. em teoria pode ser possível, na prática eu não faria. a trilha pra descer de machu picchu dá de 40 minutos a 1 hora (degraus) e a trilha até a hidro 2 a 2 horas e meia. se houver neblina de manhã imagino que vc vai querer esperar até o tempo abrir, senão não iria ver nada. pensávamos em subir bem cedo, mas como havia neblina muito forte, fomos depois das 9. dava uma pena de ver o pessoal que madrugou e subiu cedinho pq tinha horário a cumprir, descendo na hora em que chegamos, não dava de ver nada ainda, o tempo só começou a abrir mesmo por volta do meio dia, ficamos até às 16 noras e somente em machu picchu, sem wayna ou montanha...
  8. gostei muito de tiwanaku, copacabana e puno. boa viagem
  9. quando estive em junho passado era mais barato voltar a uyuni do que seguir a san pedro.
  10. tens 2 opções, seguir para são pedro de atacama -> calama -> iquique -> arica e Tacna no litoral sul do Peru. de tacna podes seguir a arequipa ou puno e daí a cusco. ou retornar a uyuni e seguir a la paz e puno ou cusco no peru. essa opção acho que é mais rápida e barata.
  11. fomos por conta própria ha alguns anos e foi bem tranquilo de se movimentar e decidir e fazer os passeios na hora. em manaus, além da cidade, mercado, museus e teatro, o passeio longo no rio achei que valeu muito a pena. ônibus de linha para presidente figueiredo são constantes, pegamos um cedinho de manhã, chegando procuramos uma pousada e ficamos alguns dias por lá. em presidente figueiredo o centro de atenção ao turista te põe em contato com guias da região para as trilhas de cachoeiras e cavernas, que são um pouco mais distantes da cidade. se estiver sem carro (como era nosso caso) te chamam um guia com carro, sem problemas. bem perto da cidade tem as corredeiras que dá de visitar a pé. para voltar também foi tranquilo, pegamos um ônibus no fim da tarde. novo airão tem menos horários de ônibus, pegamos um bem cedinho em manaus e antes do meio dia já estávamos em novo airão. procuramos uma pousada, e fomos ver os botos. ali mesmo no flutuante dos botos um barqueiro nos ofereceu um passeio pelas anavilhanas por um preço bem razoável. e marcamos para o dia seguinte. foi o ponto alto da viagem, com direito a uma trilha em uma das ilhas. a volta também são poucos horários, é bom ver a tabela na rodoviária de manaus. pois em novo airão não tem rodoviária, só uma parada de ônibus. sabendo os horários é tranquilo. os taxistas do ponto ao lado vão fazer de tudo pra tentar te convencer que é melhor ir com eles, mas é só ser firme e esperar o ônibus. fim de tarde já estávamos de volta em manaus.
  12. a última vez que fui, em junho do ano passado, saímos às 6 da manhã de águas calientes, e pelas 8:30 estávamos na hidrelétrica. a trilha de volta é bem mais tranquila que na ida. todo mundo comenta que o percurso é plano, mas não, é uma suave subida desde a hidrelétrica até águas calientes pelo vale do rio urubamba, vc não nota muito no começo, mas pesa. a volta, pelo contrário, é descendo, então pelo menos para nós, não foi nada cansativa. enfim, chegando na hidrelétrica, só havia uma van que estava vazia esperando passageiros, mas em pouco tempo chegou mais um taxi, e logo em seguida outro, coisa de 15 minutos, e deu de negociar um preço bom até santa teresa. dá uns 40 minutos de caminhada do mercado (de onde saem os coletivos e vans em santa teresa) até as termas.
  13. a primeira vez que fui a Uyuni, fiz o tour de 1 dia e achei que valeu muito a pena. estávamos com uma criança de 6 anos e o tour de 3 dias me pareceu demasiado. como já comentaram nesse dia vc conhece basicamente o salar, o que para mim não foi pouca coisa. alguns anos depois voltei e fiz o tour de 3 dias, o primeiro dia é praticamente igual, nos outros 2 dias vc sai do salar e vai às lagunas altiplânicas, até a fronteira com o chile e uma longa volta à uyuni no 3o dia...
  14. desculpe insistir, há um alerta laranja da defesa civil para estar atento a risco de alagamentos/inundações, deslizamentos de terra e mar agitado, recomendo seguir os boletins da defesa civil de santa catarina para acessar os riscos...
  15. a cidade está em alerta laranja por acumulado de chuva, há previsão de sol só dia 18, mas acho que as condições da trilha devem estar péssimas...
  16. o câmbio no aeroporto de santa cruz é péssimo. saque o suficiente pra pegar um táxi em sucre no caixa eletrônico em santa cruz e faça o câmbio em sucre. ao redor do mercado tem muitos locais de câmbio e se consegue uma boa cotação.
  17. estive lá dia 9 de junho e estava normal a parte sul e ilha da lua. se realmente fechou dia 6 nem fiquei sabendo, mas dia 9 tava como antes
  18. 19/11 no teu dia livre vc pode pensar em ir pro vale sagrado sul, que também pouca gente vai e tem poucos tours. quando nós fomos, estávamos praticamente sozinhos nas ruínas. a duas ruas da estação pra pisac, na rua wayna capac, entre gacillaso e manco capac, no lado direito tem a estação pra san salvador. vc pega o ônibus pra são salvador e pede pra descer em Tipón. em Tipón pagamos 10 soles por um táxi até as ruínas, visitamos completamente sozinhos e é um local belíssimo, para descer vc vai pela trilha ou caminho inca até a cidade. (as trilhas também estão marcadas no Maps.me) da pracinha da cidade vc caminha até a autoestrada onde desceu e pode almoçar. Tipón é a capital nacional do cuy assado, então é o lugar para experimentar, se quiser. Enfim, na mesma parada onde desceu você vai pegar um ônibus com direção a Urcos, e vai pedir pra descer em Piquillaqta. a parada é na beira da estrada, e vc sobe por uma trilhazinha até a entrada do sítio pra não precisar andar até a entrada dos carros. visita piquillaqta com calma, e se quando acabar estiver cedo, pode sair pelo acesso de carros que vai dar nas ruínas de Rumicolca, depois volta até a parada onde desceu e espera um ônibus pra voltar para cusco, olhando a laguna huacarpay.
  19. dá de fazer tudo isso sozinho e vendo muito mais coisas... você pode baixar o Maps.Me no celular e baixar os mapas do peru que ele funciona sem internet e vai ajudar você a andar por tudo sozinho, qualquer dúvida na agência da iPeru na plaza de armas eles são bem prestativos e explicam direitinho como você faz pra chegar por conta aonde quiser e te dão os mapas e as indicações que você precisar. 15/11 você entre 10 e meio dia pode pegar o ônibus na estação pra pisac na avenida tullumayo, entre garcillaso e pachacutec, lado esquerdo, 2 soles, pede pro motorista pra descer em Tambomachay, ou vai acompanhando pelo gps do Maps.me e chegando perto vc vai pra frente que eles já vão entender que vc vai pra lá. vc visita tambomachay no seu tempo, e logo em frente visita puka pukara, desde aí, vc pode pegar um ônibus voltando até qenqo, ou ir caminhando pela trilha ou caminho inca, que vai passar pelas ruínas de Chuspiyok, Salapunco e por um templo da lua, que são lugares que o city tour não vai. depois da visita a qenqo, você segue caminhando (pela estrada agora, e é tudo descida desde tambomachay) até saqsayhuaman. na entrada tem lugares para fazer um lanche caso não tenha levado. dependendo do teu ritmo de caminhada, vc vai chegar entre meia-tarde e fim de tarde, que tá uma luz super bonita nas ruínas, pode visitar tudo com calma e sem pressa, ver o sol baixando sobre cusco dos mirantes e descer para a cidade pelo caminho e escadas da parte de trás. 16/11 vc vai um pouquinho mais cedo para a mesma estação que pegou o ônibus dia 15 e vai dessa vez até pisac. quanto mais cedo você for, menos muvuca dos milhares de tours você vai ver. em pisac a oficina de informações turísticas fica na praça central que é fácil de achar se você precisar. de lá vc pega um táxi até as ruínas que vai te sair por 30 soles, nós dividimos com outros 2 turistas que iam junto no ônibus e pagamos 7,50 cada um. táxi só para subir. lá em cima vc passeia à vontade pelas ruínas, e a parte legal, você desce pela trilha inca até pisac, passando por ruínas e templos no caminho que o pessoal dos tours não vê. chegando em pisac vc pode dar uma olhada na feirinha e almoçar ou comer um lanche, eu sugiro não deixar de provar as empanadas que são as melhores que já provei. bom, de pisac vc vai pegar um minbus pra urubamba, o ponto fica na rua amazonas, a beira rio, logo depois do pequeno hospital da vila, na informação turísticas eles explicam direitinho e te dão um mapa. vc vai descer no terminal terrestre de urubamba, e bem onde descer é de onde saem as vans para ollantaytambo, não precisa nem entrar no terminal, sobe direto na van e vai embora. a vila de ollantaytambo é pequeníssima e fácil de achar tudo. da pracinha vc vai andando até as ruínas principais, visita tudo no teu ritmo, e depois pode ir nas ruínas que estão na outra montanha que fica em frente, de pinkuylluna e punku punku, onde também ninguém dos tours vão. uma coisa que eu gostei, foi de ter decidido dormir uma noite em ollantaytambo (que é uma vila inca belíssima), e ir pra águas calientes (que é uma armadilha pra turistas horrível) só no outro dia. tudo, em termos de hospedagem, tranquilidade, comida, visual, e preços foi melhor em ollantaytambo. mas se vc faz questão de pegar os turnos da manhã, como quer ir ao huayna picchu, eu pegaria o último trem possível, pra ir direto pra hospedagem e tentar dormir.
  20. não é seguro nem tranquilo, a disputa é entre as comunidades de challa e challapampa, pela construção de umas cabanas para abrigar turistas perto das ruínas, é o que nos explicaram os guardas que estão na saída da comunidade de yumani e não deixam ninguém passar, e eles estão lá de guarda porque em janeiro uma turista coreana sem saber do bloqueio foi pela trilha e acabou morta... Policía investiga asesinato de ciudadana coreana en la Isla del Sol
  21. para a chegada o câmbio no aeroporto de sta cruz é horrível, vale muito mais sacar dinheiro no caixa automático, tem wifi grátis ilimitado em todos os aeroportos da bolivia, rede SABSA, e funciona muito bem. o novo aeroporto de sucre, alcantari fica longe pra dedéu, um táxi para 1 pessoa é de 50 a 55 bolivianos, para duas pessoas de 60 a 65, então só 25 não te ajuda muito se for sozinha e não encontrar alguém pra dividir, demora de 45 min. a uma hora até a cidade. boa viagem e jallalla 😊
  22. ainda está sinalizado circuito 1 e 2, não façam o 2 primeiro pois não vão conseguir entrar de novo pra fazer o 1... só passa por dentro ao final do circuito 2 quem tem ingresso para montanha ou huayna picchu...
  23. se vc pensa em se aclimatar o caminho contrário me parece melhor, pois é gradual, vc chega em sta. cruz (400m) e vai pra sucre (2800m), segue para potosi (4000m) e desce para uyuni (3600m), na volta poderia passar por la paz (3600m). acho viável se vc pensar em 1 semana. no site tickets bolivia vc pode pesquisar as rotas pra ter uma ideia de preços de ônibus e de quanto demora (com um grão de sal). se teu tempo de alimatação é curto, recomendo vc começar a tomar diamox 1 dia antes de viajar até e tomar até a 3a ou 4a noite se subir gradualmente, o que vai acelerar o processo natural de aclimatação...
  24. aeroportos e estradas estão de momento liberados e tudo flui com normalidade
  25. como já falaram depende de cada pessoa e vai depender da tua genética, pode ser bem tranquilo, ou bem ruim. todas as vezes que eu ia tinha sintomas, e a única coisa que me aliviou foi quando descobri diamox, agora começo a tomar 2 dias antes de ir e a situação geral é bem boa. imprima ou salve um teste para mal de altitude e faça de manhã e à noite, se tirar até 3 estás bem, mas siga testando, se tirar até 6 é melhor descer 700 metros e esperar 24 horas, sempre testando, se tirar até 9 desça 1500 metros e fique nessa altitude 48 horas, se tirar mais de 9 desça urgentemente até santa cruz e busque atenção médica, não voltando a subir até os sintomas passarem.
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