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marinalyrio1

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  1. Olá, Mochileiros! Dessa vez, eu vou contar como foi a minha viagem para a Cracóvia. Tive uma semana de Spring Break na minha universidade (que na verdade, foi no inverno ), em Budapeste, e fiz uma viagem pra Eslovênia e pra Cracóvia. Achei melhor quebrar os relatos pq são dois lugares bem diferentes e um pouco distantes. Então, quanto a Cracóvia, eu saí de Budapeste no dia 17/03 às 15:00 mais ou menos, e cheguei lá à noite. Fui de ônibus pela Eurolines e paguei R$ 100,00 ida e volta mais ou menos (9.900 HUF). Cheguei na estação Glowny. Ela é bem central e bem perto do Old Town, onde ficava nosso hostel. Para chegarmos lá, passávamos por dentro de um shopping que fica do lado da estação. Nem vi o shopping direito, porque chegamos tarde. Mas o caminho é bem sinalizado. Ficamos no Greg&Tom Beer Hostel, que fica na Florianska Ulica, logo no começo da Old Town. Pagamos 27 euros por 3 dias (menos de 10 euros por dia! ) num quarto com 12. Demos sorte, o quarto tava quase vazio! Acho que o hostel tem quartos individuais também. De qualquer forma, recomendo! Os banheiros são limpos e tem um restaurante/bar bem legal no primeiro andar, animado e com música ao vivo. O único problema é que o meu quarto ficava bem em cima desse restaurante, um pouquinho barulhento! rs Dia 18/03 Nesse dia, fizemos o Free Walking Tour. Foi uma mão na roda, pq de uma vez só, vimos a praça do mercado, as igrejas, o Castelo de Wawel e a universidade. A Cracóvia era a antiga capital da Polônia; ou do que era a Polônia, pq a Polônia já foi váaaarios outros países. Já até deixou de existir como país! Por isso, ainda é a maior cidade da Polônia. Lá tá a Jagiellonian, que é uma importante universidade no país, e foi lá que surgiu o Solideriedade, movimento do Papa João Paulo II para combater o comunismo. Na Cracóvia também está o único quadro de Da Vinci na Polônia. Infelizmente, eu não tive tempo de visitar o museu, que fica no castelo de Wawel. Andamos pelo terreno e vimos o famoso dragão de Wawel. Enfim, isso tudo foi contado no Walking Tour. Nós fizemos em inglês, mas tem em espanhol também. Quando acabou o tour, fomos para a Fábrica do Oskar Schindler (do filme! rs). Poderíamos ter ido no museu, mas eu estava louca para conhecer a fábrica. Pegamos um tram na saída do castelo (onde acabou o tour) que nos deixou lá perto. Demos bobeira! A companhia que fez o Free Walking Tour levava, logo depois, até a Fábrica. Só descobrimos isso quando já estávamos lá! Comemos um salgado romeno (que era igual um pastel de forno! rs) em um trailer do lado da fábrica, pra aliviar a fome, e seguimos para a fábrica. Aconselho comprar o ticket antes! A fila estava imeeeensa, demoramos muito e acabamos atrasando o nosso tour. Bem, a respeito da fábrica, não foi bem o que eu esperava. Queria saber mais sobre o Schindler e as pessoas que ele salvou, a história dele, da fábrica, essas coisas. O museu da fábrica é muito mais sobre a história do nazismo e da 2a Guerra do que eu queria. É legal, principalmente porque fala bastante do papel da Polônia, mas não era o que eu esperava. Se eu soubesse que ia ser isso, como eu só tinha dois dias, teria feito outra coisa. Fábrica do Schindler (desculpa, só tinha foto que eu aparecia! rs) Placa de quando a Cracóvia esteve ocupada pelos nazistas À noite, reservamos para comprar coisas no mercado e tomar um café por lá mesmo. Normalmente, ferinhas vendem coisas mais baratas que em lojas, mas lá foi o contrário. Acho que o mercado deve ser um daqueles lugares "para turistas", porque estava mais caro que as lojas em volta da praça. E apesar de já ser quase fim de março, estava bem frio! Bem mais frio que Budapeste. Depois, fomos para o hostel, porque sairíamos para Auschwitz cedo no dia seguinte! Preços: Pizza + Coca Cola no hostel: 13 zlotys Café da manhã: 7,5 zlotys Tram: 3,80 zlotys Pastel romeno: 7 zlotys Entrada da Fábrica: 16 zlotys para estudante, 19 normal Guia: 30 zlotys Chocolate quente na praça: 8 zlotys Dia 19 Nesse dia, fomos para Auschwitz. Já tínhamos comprado um tour em Budapeste. A companhia nos pegou no hostel e nos levou de volta, no final. Mas demos outro mole. Quando chegamos no hostel, vimos que podíamos ter comprado lá. Nosso hostel tinha uma opção que era Auschwitz e Mina de Sal, no mesmo dia, e era só um pouco mais caro. Como não tinha tempo, não fomos na Mina de Sal. Fiquei arrependida, dizem que é lindíssima! Enfim, Auschwitz fica em outra cidade. Dá uma ou duas horas de van. É uma cidade bem pequena sem nada demais, não vale a pena fazer turismo lá. O Campo estava bem cheio, mas como estávamos com o tour, com hora reservada, não tivemos problema. Auschwitz, na verdade, são dois campos: Auschwitz I e Auschwitz II - Birkenau. O I foi o primeiro e é bem menor. É um museu, onde dá para entrar nos prédios dos oficiais da SS, tem "exposição" dos pertences dos prisioneiros, quadros mostrando quem são, os fatos, quem morreu. É bem mais informativo. Foi no I que eu tive o maior baque da visita, quando mostram os cabelos dos prisioneiros. Ainda é uma imagem bem perturbadora. É lá também que nós entramos na câmara de gás. Não vou nem falar disso porque é bem ruim. Depois, fomos para Birkenau. Lá, estão os barracões, a estação de trem onde chegavam os prisioneiros, o que restou dos fornos crematórios. É lá que nós temos a sensação como era um campo de concentração. E é IMENSO! Parece que não tem fim. É uma visita bem incômoda, deixa uma sensação ruim quando vc vai embora, mas eu achei que era necessária. Eu já tinha ido em outro campo, de trabalho. Auschwitz era de extermínio. A pior coisa, quando eu saí dos dois, é pensar como uma sociedade, há menos de 100 atrás, aceitou e ajudou um plano desses, uma ideia tão idiota que uma "raça" pode ser superior e que outra não merece existir. E como o ser humano pode deixar de ser humano tão facilmente. Coisas ruins à parte, voltamos para Cracóvia e chegamos lá quando estava anoitecendo. Fomos para o hostel fazer uma hora e depois fomos em um restaurante de comida típica. Infelizmente, não lembro o nome do lugar, só que ele era perto da praça, numa ruazinha, e que era muuuuito bom! (e barato!) Comi um frango típico, sopa típica e salada típica. Tudo polonês! hehe E tudo muito bom! Depois, foi voltar pro hostel, arrumar as coisas e dormir. No dia seguinte, saímos da Cracóvia bem cedinho, rumo à Budapeste. Preços: Tour Auschwitz (guia + entrada + passagem + pick up): 100 zlotys Comida típica: 20 zlotys Resumo da ópera, a Cracóvia é outra cidade linda da Europa. Tem um gostinho diferente, mas ao mesmo tempo, é bem parecida com as outras. Não foi a mais bonita que eu visitei (acho que nada vai superar a Eslovênia! rs), mas gostei bastante. E uma obs: escolhi não visitar Varsóvia por dois motivos. Primeiro, era bem longe. Eu ia ter que dar uma volta grande pra chegar lá. Depois, não ouvi coisas boas de lá. Dizem que não é uma cidade tão interessante assim. Abraços!
  2. Olá, Claudio! Não sei se vc já fez a viagem. Mas, sinceramente, eu não aconselho. Viena e Budapeste são duas capitais lindíssimas (apesar de eu ter achado Viena mais bonita), portanto, vale a pena aproveitar ambas. Tirar um dia de Budapeste para "dar uma passada" em Viena vai fazer você perder um dia em Budapeste e não conseguir ver Viena direito. Eu fiquei três dias em Viena e não consegui ir em todos os lugares que eu queria. E em Budapeste tem bastante coisa também.
  3. Olá! Semana passada fiz uma viagem para a Eslovênia e depois para a Polônia. A logística não foi das melhores, pois são dois países bem distantes, então eu fiz assim: Budapeste - Eslovênia - Budapeste - Polônia - Budapeste. Ficou meio bagunçado, rs, mas foi bem barato. Todas as viagens internacionais foram feitas de ônibus, pela Eurolines (esse é o site da Eurolines Hungria, que foi onde eu comprei: http://webelin.volanbusz.hu/nemzetkozi/elovetel/xticmain?lang=en) O post da Polônia (Cracóvia) vou fazer depois. Aqui, coloquei o meu relato da Eslovênia: Dia 1 (12/03) Saí da estação de ônibus de Budapeste, Nepliget, às 6:00 da manhã, e cheguei em Ljubljana às 13:00. A estação de ônibus de Ljubljana, na verdade, é um monte de ponto de ônibus no meio da rua, basicamente. Mas o lado bom é que é bem perto do centro histórico. Não aconselho pegar táxi! Dá pra ir andando, demora uns 20 minutos, e no centro histórico não pode passar carro. A cidade é lindíssima, apesar de pequena. Fui direto pro hostel e não tive problema. Estava num quarto para 8, mas dormi sozinha nesse dia Depois, comi alguma coisinha e fui pro castelo. Peguei um hostel bem central, e por causa disso, era bem fácil ir para o castelo. Eu fui pela subida de carros, porque era mais perto do hostel que eu tava. Demorou uns 15 minutos, mas eu sou meio devagar. Depois, descobri que tem uma subida de pedestre e um funicular. A subida de pedestre é mais íngreme mas é mais rápida. Como não dá pra ver nada por nenhuma das duas, desci pela de pedestre. O castelo, na verdade, é uma fortaleza antiga.Então, não tem visita pelos aposentos, como a gente costuma ver nos outros castelos. A vista lá em cima é linda. Dá pra ver a cidade toda, e como estava um dia bonito, dava pra ver os Alpes no fundo, com neve no topo ainda. São as montanhas mais bonitas que eu já vi! Lá, vc tem a opção de ver do terraço ou subir a torre. Eu preferi subir a torre nesse dia. Não me arrependi! A vista é muito mais bonita! Depois, fui pro hostel e dormi até o dia seguinte. :\ Preços: Hostel: AdHoc Hostel - 45 euros (3 diárias) Comida: Large burrito e Coca Cola na beira do rio - 10,60 euros Ímã + postal + camisa no castelo - 14 euros Torre do Castelo - 6 euros (estudante paga meia com a carteirinha da ISIC) Dia 2 (13/03) Fiz o Walking Tour, que sai às 10 ou 11 da manhã (não lembro) da igreja rosa, em frente à ponte tripla. Eu gosto de fazer Walking Tour nas cidades pq acho que é uma ótima maneira da gente conhecer elas. Muitas vezes, passamos por lugares históricos sem nem saber. Esse foi bem rapidinho. A história da Eslovênia é interessante, mas nem se compara com a dos outros países europeus. Principalmente porque, por muito tempo, eles nem existiam como país. Contudo, eles têm uma história comunista diferente do resto. Acho que foi a parte mais legal do Tour. Ljubljana é uma cidade de 200 mil habitantes que cresceu em volta do castelo. Eles têm uma arquitetura muito bonita, com traços italianos e traços germânicos. O Walking Tour passa pelo mercado, por algumas igrejas, pela universidade (que fica na mesma praça que o Consulado Brasileiro) e por algumas pontes. As pontes lá são uma beleza à parte. Parece que cada uma tem uma história diferente. Nesse dia, voltei no castelo pois queria ver à noite. Não me arrependo. Também é muito bonito, apesar de não dar pra ver os Alpes. Como estava escuro, preferi subir de Funicular, mas tive que descer a pé pq já tinha fechado. Preços: Café da manhã: Suco + sanduíche perto do rio - 6 euros Funicular: 1,50 euros para subir Walking Tour: Free (vc dá quanto vc acha que vale, como contribuição no final) Dia 3 (14/03) Nesse dia, fui pra Bled, de ônibus (comprei a passagem na "estação de ônibus" que cheguei). Lá tem um lago e não tem palavras pra descrever o que é aquilo. É o lugar mais bonito que eu já vi. É um lago ~perfeito~, com uma ilha no meio com uma igreja, um castelo numa colina e uma outra igreja perto do castelo. Dá pra pegar o barco para ir até essa ilha e dá para entrar no castelo. Não fiz nenhum dos dois (e me arrependo dos dois). Mas ainda assim, é lindíssimo. Mesmo não entrando no castelo, dá pra subir a colina. Lá em cima, a vista não é tão bonita por causa das árvores. Mas ouvi falar que no castelo é sensacional. Foto gentilmente cedida pelo Google pq nenhuma das minhas conseguiu capturar a beleza do lago decentemente Acabei voltando para Ljubljana às 14:30, pq o outro lugar que eu queria ir estava fechado (só vai abrir 1º de maio). É um cânion chamado Vintgar Gorge. À noite, só fiquei dando volta pelo centro da cidade e tomei um café no rio. Preços: Não lembro de nada, e esqueci de anotar O ônibus para Bled foi por volta de 15 euros. Dia 4 (15/03) Esse dia foi meu último. Aproveitei para ir no castelo (de novo!), mas dessa vez ir no museu que eu não tinha ido. Foi então que eu descobri que tem um ingresso que permite vc subir e descer com o funicular, entrar na torre e no museu. Maravilhoso descobrir essas coisas no último dia! rs Com esse ingresso, vc tem direito a duas atrações do castelo. Enfim, lá tem um museu sobre a história da Eslovênia e do povoamento da cidade. Como eu gosto de museu e gosto de história, adorei. Apesar de ser bem pequeno e com bastante textos, fala desde a ocupação pré-histórica da colina do castelo, dos tempo romanos, dos tempos de império austríaco, do nazismo e da era comunista, até o fim da Iugoslávia e a entrada para a União Européia. Achei melhor do que o Walking Tour para contar a história do país. Com o outro ingresso eu queria ver uma exposição que tinha, mas estava fechada. Acabei usando na torre de novo. Esse dia estava nublado e não deu para ver os Alpes, mas foi lindo também. No castelo, tem ainda uma capela e as celas da prisão para visitação (ele já serviu de prisão). A capela é simplesmente bancos e uma cruz. Literalmente, sem nenhum adorno ou diferencial. A prisão são umas quatro ou cinco celas explicando a história. Ambas são gratuitas para entrar, sem precisar de ticket. Lá em cima também tem um restaurante e um café. O restaurante também fica aberto à noite. Tem cara de ser caríssimo, mas para uma viagem em casal, deve ser super romântico. Às 15:30 eu peguei o ônibus para Budapeste, chegando às 22:00 (ainda deu tempo de voltar de metrô!) Preços: Ticket do castelo - 5 euros (não sei se era meia entrada para estudante, imagino que sim) Ônibus para Budapeste ida e volta - 10.000 HUF (algo em torno de 100 reais, ou 32 euros) Conclusã: Ljubljana é linda, Bled é linda, e acho que outras cidades da Eslovênia são tão bonitas quanto. Com certeza, vale cada centavo, até pq é bem mais barata que outras capitais do Euro, como Roma ou Berlim (notem que nem estou comparando com Paris!). Além disso, Ljubljana é uma cidade bem romântica e fofinha. Recomendo!! Um abraço!
  4. Oi! Bem, como falaram, vc vai acabar perdendo bastante tempo de viagem mesmo. De Praga pra Budapeste são 6 horas mais ou menos de ônibus. Não sei de trem. De Budapeste pra Romênia varia, pq depende da cidade que vc vai. Pra Cluj, são umas seis horas (não lembro direito), mas pra Brasov são doze, de trem. Bucareste fica do outro lado do país, então vc vai ter que atravessar ele todo. O trem mais rápido que eu vi pra lá fazia em umas 15 horas. Saía de Budapeste à noite e chegava em Bucareste no fim da tarde.
  5. Oi, Leandro Pelo que eu lembro, o trem sai de Brasov, passa por Sibiu e depois vai pra Buda.
  6. Oii! Então, o Rio é lindo! rs O Cristo fica um pouco longe do Pão de Açúcar, sim, mas dá pra fazer os dois no mesmo dia perfeitamente. Pra ir pro Cristo, vc vai ter que pegar uma van no Largo do Machado (que fica no Flamengo). As vans são oficiais da companhia que faz a subida, não são vans de transporte alternativo. Eu acho que vc pode comprar o ingresso na hora, mas não tenho certeza. É melhor dar uma olhada no site. Se elas te deixarem ali na volta (o que eu acho que acontece), vc pode pegar um ônibus pra Urca, que é onde fica o Pão de Açúcar. O ônibus que vai pra lá é o 107, Central - Urca. Ele passa na Praia do Flamengo. Quando vc descer no Largo do Machado, pergunta pra qualquer pessoa como chega na Praia. Em menos de cinco minutos vc chega lá. Você também pode ir de metrô. Tem uma estação no Largo do Machado. Vc vai descer na estação Botafogo e lá, vai pegar o ônibus do metrô pra Urca (linha 513). Ambos os ônibus vão até o final da Urca, mas os cobradores costumam avisar quando é o ponto do Pão de Açúcar. Se vc tiver dúvida, pergunta pra eles onde descer. Eles já estão acostumados com turistas. Existe uma trilha pro Morro da Urca, se vc gostar dessas coisas. Ela é bem rapidinha e o lado bom é que não paga o preço exorbitante do bondinho. O lado ruim é que o Morro da Urca é só o primeiro, e pra ir pro segundo, que é o Pão de Açúcar de fato, vc tem que pagar o bondinho ou fazer uma trilha que é mais difícil e tem uma parte de escalada, pelo que eu ouvi falar. Um lugar que vc tem que visitar com certeza é a Lapa. Tem várias casas de samba e barzinhos legais lá. Eu recomendo a Chopperia Brazooka, que fica bem pertinho dos arcos. Eles costumam tocar samba e misturam bar com lugar pra dançar. Outro mais gafieira é o Clube Democráticos, que fica umas duas quadras depois dos arcos. É bem pra dançar mesmo, mas eu acho bem legal. Um que sempre falam é o Lapa 40, que é do Carlinhos de Jesus, mas eu não sei como é pq nunca fui. Quanto à hospedagem, não fiquei na Lapa! Ela é perigosa. Aliás, tome bastante cuidado quando andar por ali e pelo centro. A zona sul é um bom lugar para ficar. Copacabana tem vários hotéis, hostels, albergues e afins. Na verdade, acho que é o bairro mais turístico do Rio, talvez até mais do que a Lapa. Outros bairros da zona sul também podem ser interessantes: Ipanema e Leblon são bonitos, mas se vc quiser algo mais barato, acho que acha em Botafogo, Flamengo, Laranjeiras. A Urca também é um bairro bom (e lindo!), mas acho que lá deve ser mais caro. É um dos bairros mais caros do Rio. Enfim, espero ter ajudado e espero que vc goste de lá!
  7. Dia 6: Sibiu No sexto dia, eu peguei o trem em Brasov às seis da manhã pra Sibiu (não sei qual é essa coisa deles com trem às seis da manhã...). Custou 41,80 LEI e a viagem durou 2 horas e meia. Comprei o bilhete no meu primeiro dia em Brasov. Lá, eu fiquei no Old Town Hostel, que eu não sei se recomendo. Ainda não me decidi! O hostel é bem diferente dos outros dois. É menor e não é muito no estilo dos outros. Ele fica localizado na Piata Mica, que é a Praça Menor, que curiosamente fica do lado da Praça Maior. Ali é o coração da cidade, então a localização dele não podia ser melhor. E dá pra ir andando da estação de trem. Eu paguei 45 LEI na diária pelo quarto para 10 pessoas, mas só tinha mais uma pessoa. Ele não tem café da manhã, mas vc pode comprar um "vale" por 5 LEI que te dá direito a tomar café da manhã num restaurante que fica na frente. A comida é omelete, torrada (sem nada) e café/suco/chá. Isso tudo parece muito bom, mas quando eu cheguei, eu avisei que eu sairia muito cedo no dia seguinte e perguntei se a recepção estaria aberta, pra poder chamar o táxi. Eles me garantiram que estaria pq era 24 horas e no dia seguinte, a surpresa é bem óbvia: claro que não estava. Não tinha ninguém. Eu tive que me virar. Não é nada demais, mas eu fiquei irritada com isso. Eu podia estar chegando, e imagina a sua surpresa em chegar tarde/cedo em uma cidade e não ter ninguém na recepção "24 horas" do hostel! Contratempos à parte, a cidade não tem Walking Tour (ou foi o que me falaram no hostel e no centro de informações). Isso me deixou um pouco triste. É a parte que eu mais gosto. Mas a vida continua, e eu fui conhecer a cidade. Lá, eu fui na Igreja Católica, que fica entre as duas praças, na Luterana, que é bem grande e muito bonita (e vc ganha cartão postal quando entra!) e na ortodoxa. Igreja Luterana de Sibiu - vale a pena visitar! Bem, um destaque aqui: a ortodoxa. Foi a mais bonita que eu fui. É imensa, e lindíssima. Assisti um pedaço da missa deles nesse dia, e achei bem interessante. Os costumes são bem diferentes da católica e da protestante. Por exemplo, eles têm várias pinturas pela igreja, e parece que as pessoas veneram essas imagens tanto quanto os católicos veneram as estátuas dos santos. E a igreja não tem bancos! Quer dizer, tem, mas são poucos e ficam dispostos nas paredes. Não ficam no meio da igreja, e a maioria assiste a missa em pé. Eu só assisti o finalzinho, mas achei que assistir a missa inteira em pé deve ser cansativo. Ela é tão grande que mal cabe na foto. Depois, fui no museu luterano que fica perto da ortodoxa. Lá eles contam a história do luteranismo na Romênia. Achei ótimo! E tem esse quadro: que mostra as fortalezas e igrejas fortificadas pela Romênia. De lá, fui na Council Tower. Vc paga 2 LEI para subir e de lá de cima tem a vista da cidade. A Torre fica entre as praças também. A vista é ótima, mas seria melhor se lá em cima fosse aberto. Por fim, eu fui no Pharmacy Museum, que é um museu sobre os objetos antigos usados na medicina e na farmácia. Tem um desse em Cluj, mas eu não consegui ir por causa do horário. Apesar de pequeno, achei ótimo. Tem vários objetos antigos, tipo um serrote (!) usado pra cirurgia e essas coisas. O museu fica na Praça Menor, bem embaixo do hostel. Preços: Standard 10 LEI Student 2,5 LEI Day 45 LEI (esse é um ticket que vc pode usar para vários outros museus) À noite, saí para dar uma volta pelo centro. Fica muito bonito! A cidade - ou pelo menos, o centro - é bem charmosinha. Acabei tomando um café ali na praça mesmo e comprei uma espécie de pão doce ótimo! Todos foram muito simpáticos comigo por lá. Apesar de me avisarem sempre que eu devia tomar cuidado (e de vez em quando fazerem cara de surpresa quando eu falava que tava sozinha), achei os romenos muito simpáticos e gentis. Me ajudavam sempre que eu pedia informação e, quando não falavam inglês, tentavam me ajudar em romeno mesmo. Como também é uma língua latina, da pra se comunicar. Nesse dia, eu perguntei pro guarda da praça onde ficava o centro de informação turística. Além de conversar comigo sobre a Romênia e sobre a Transilvânia, ele me levou até o centro e depois que eu saí, veio perguntar se eu tinha resolvido o que eu queria. Dia 7: Sibiu - Brasov No dia sete, eu voltei pra Brasov (num trem que saiu às seis da manhã). Eu podia/deveria ter parado em Fagaras, mas dormi e passei do ponto. Bem, a minha passagem era pra Brasov, mas depois eu descobri que um dos lugares que eu queria ir - Fagaras - ficava no caminho. Então, me disseram que eu poderia descer em Fagaras e pedir para carimbarem meu bilhete. Assim, eu poderia ficar algumas horas na cidade e depois pegar outro trem com o mesmo bilhete pra Brasov. Em Fagaras tem uma fortaleza, que por causa desse meu deslize, eu não fui. Enfim, resolvi ver em Brasov o que eu não tinha conseguido ver no dia do Walking Tour pq tava fechado: a igreja ortodoxa e a Black Church. A ortodoxa tem um museu do lado, que tava fechado na segunda. No sétimo dia também tava, acho que eu fui muito tarde ou algo assim. Tinha cara de ser pequeno, mas legal: tinha sido a primeira escola da comunidade romena na cidade. A igreja é bem simples, pequena, mas bonita. Depois da igreja de Sibiu, não é grande coisa. A Black Church é imensa e cheia de história. Não lembro quanto, mas lembro que tem que pagar pra entrar. Ela tem várias plaquinhas pela igreja, contando a história do lugar. Imagino que a visita com guia deva ser ótima, mas não sei se o Walking Tour chega a entrar na igreja (o de Cluj entrava). A igreja recebeu esse nome depois de um incêndio que deixou as paredes pretas. Esse dia, eu fiquei no Boemia hostel, que fica perto da Black Church. Paguei 40 LEI no quarto para seis e mais 8 LEI pelo café da manhã. Esse sim era um café da manhã de verdade! A recepção não funciona 24 horas (mas dessa vez, eles me avisaram pelo menos!). O hostel é bem arrumado e limpo, a roupa de cama e os banheiros eram limpos, e o clima é bem aconchegante. Não era muito do tipo "galera aventureira" que nem os primeiros, mas era legal. Nesse dia, o orçamento já tava apertado, então eu fui procurar um lugar barato para comer e achei o Ando's. É um fast food que tem pratos também. Eu comi um hambúrguer que vinha com um prato de batata frita que deu incríveis 5 LEI. Eu achei nesse site aqui: https://www.likealocalguide.com/brasov/andos/ Não achei sujo como ela fala, não. É bem parecido com o McDonald's, na verdade. E não fui no segundo andar, então não sei como é lá. Dia 8: Brasov - Buda O oitavo dia foi o de voltar pra casa! A internet do hostel tava meio ruim, então eu não tive como procurar um telefone de táxi. A solução foi sair e ir até o ponto que tinha me falado na véspera. Esse dia tava muito frio. O termômetro tava marcando 0ºC. Peguei um táxi na rua, um pouco antes de chegar no ponto, e depois de uns 2 ou 3 minutos, me dei conta que o taxímetro tava desligado. Perguntei pra ela quanto dava e ela disse que era 15 LEI (sim, depois que eu tinha entrado que ela me falou o preço). Eu conversei e saiu por 10, mas ainda acho que se eu tivesse pagado o preço do taxímetro, teria saído mais barato. O meu trem saía (óbvio) às seis da manhã, e a viagem foi bem tranquila, apesar de longa. Recomendo levar bastante comida, carregador pra celular na bolsa, livro e o que mais puder. Demorou 12 horas! Bem, o saldo foi super positivo. Amei a Transilvânia, amei os lugares que eu fui. Só fiquei um pouco triste de não ter ido em Fagaras, mas todo o resto foi ótimo. Os romenos foram super simpáticos e solícitos, e a história deles é muito interessante. Recomendo a todos!
  8. Olá! Mês passado eu tive uma semana de férias e, como estou morando em Budapeste, tirei pra conhecer a Transilvânia, que é aqui pertinho. Sempre quis conhecer os castelos e as cidades medievais da Europa, então achei que era minha chance. Fiz a viagem sozinha, porque meus amigos estavam indo para outros lugares ou não queriam ir. Foi minha primeira viagem sozinha, e eu adorei. Agora, eu acho que poderia ter procurado por companhia na internet (aqui, no facebook, no CouchSurfing, essas coisas), mas também não me arrependo. Achei bem legal esse tipo de viagem, te dá uma liberdade muito maior. Apesar de eu ter ido com roteiro, pude mudar ele conforme eu queria. Bem, a Transilvânia é bem interessante, e muito bonita. E barata! Eu gastei entre 150 e 200 euros (não lembro exatamente), contando com os quartos nos hostels e o transporte entre as cidades. A única coisa que não entrou nessa conta foi a passagem Budapeste - Transilvânia, que saiu por R$ 100,00 (ida e volta). Dia 1: Buda - Cluj-Napoca Eu saí de Budapeste de manhãzinha, às seis da manhã. O trem chegou lá por volta de uma da tarde. Foi bem pontual, chegou no horário certinho que tava na passagem, mas o húngaro que tava no trem me falou que isso é bem incomum. A primeira imagem de Cluj é bem feia. Parece uma cidade suja e largada, mas isso é a estação de trem, pelo que eu notei. Infelizmente, cheguei lá e tava chovendo. Então não deu pra aproveitar muito. Fiquei em um hostel perto das praças centrais da cidade, chamado Transylvania Hostel. Fui andando da estação até o hostel. Pausa para a propaganda: melhor hostel que eu já fiquei na minha vida! Bem receptivo, com um clima de família. Eles levam os hóspedes pra jantar fora e depois pra balada todo dia. Achei isso bem legal, principalmente pra quem tá viajando sozinho (tipo eu). Assim que eu cheguei, os outros hóspedes me avisaram disso e me chamaram pra sair. A recepção é 24 horas e os banheiros e a cozinha são bem limpinhos. O único contra foi que, dos 3 chuveiros (que ficam em salinhas separadas, e não são um banheirão com um monte de chuveiro, como é comum em hostel), dois estavam sem água quente nesse dia. Não tive problemas pq o hostel não tava tão cheio, mas acho que em outra ocasião, teria. Paguei 50 LEI a diária no quarto para 8. Esse é o quarto. Nesse primeiro dia, eu só caminhei pelas praças e pelas igrejas. Nada demais. À noite, comi em um restaurante mexicano pertinho do hostel. Era uma porta com uma vitrine, super discreto, mas que tem um taco delicioso. O prato + a coca deu 20 LEI. Dia 2: Cluj - Brasov De manhã, eu fiz o Free Walking Tour de Cluj, que o pessoal do hostel me indicou. Ele saiu de trás da igreja se St. Matias, na Union Square. Curiosidade: todas as cidades da Romênia têm uma Union Square. Recomendo muito o Walking Tour. Eu amo! Acho que é uma ótima forma de conhecer a cidade e a história, que foi o principal motivo da minha viagem. Igreja Ortodoxa de Cluj Pintura medieval na St. Mathews Church St. Mathews Church Eu sei que Cluj tem muito mais coisa, mas eu só reservei um dia pra lá. À tarde, peguei o trem pra Brasov (eu comprei o bilhete assim que cheguei no dia anterior). Paguei 82,50 LEI. Pela internet é mais barato, mas eu não consegui. Cheguei em Brasov à noite e peguei um táxi pro hostel. O taxista cobrou 15 LEI, e tava caro, mas como tava tarde e eu tava com um pouco de medo, paguei. Os outros taxistas ofereceram por 40 LEI antes, então é algo pra se tomar cuidado. O hostel dessa vez se chamava Kismet Dao. Fiquei num quarto pra 12 (!!). Fiz isso pq sabem como é estudante, né? Sempre sem dinheiro! Mas não recomendo. Toda noite tinha alguém roncando. O clima do hostel também é bem legal. Bastante mochileiro. Lá, vc ganha uma bebida de graça por dia (refrigerante, suco, cerveja) e tem "café da manhã", que é cereal, café e leite. A diária também custava 50 LEI, mas os 4 dias que eu fiquei saíram por 152 LEI, mais 10 LEI para a chave do armário, que eles devolvem depois. Não gostei muito da localização, que achei um pouco longe (tem que andar um pouco antes de chegar na Republic Street, que é onde a cidade acontece) e não achei os banheiros tão limpos assim (o que eu usava, que era um banheiro com chuveiro, por exemplo, tava sempre com o chão molhado). Mas o pessoal do hostel é bem legal. Me explicaram como chegar na maioria dos lugares que eu queria. Dia 3: Sinaia e o Castelo de Peles Peguei um ônibus de manhã para Sinaia. Ele saía do parking lot ao lado da estação de trem (peguei um ônibus até lá, bem tranquilo. a bilheteria pra comprar o ticket tava fechada e o motorista deixou eu ir de graça). O ônibus que vai pra lá é o que vai pra Bucareste, então eu tive que pedir pro motorista me avisar quando chegasse, senão ia parar lá do outro lado do país. A viagem demora uma hora mais ou menos (eu acho, não lembro direito), e custou 11 LEI. Eu fui no outono, então o visual das montanhas pelo caminho tava lindo. Lá, fui no castelo de Peles. Fui andando, do ponto de ônibus até o castelo. É uma subida de uns 20 a 30 minutos. Pra quem não tem condição física nenhuma tipo eu, demora uns 40. Mas dá pra pegar o táxi pra levar até lá em cima. Mas como eu disse, estudante né.. Apesar de não ser exatamente o que eu tava procurando, pq é um castelo bem mais recente, vale MUITO a pena. Não subestimem! Hahaha O castelo por dentro é de tirar o fôlego. Pena que eu não podia tirar foto, pq tinha que comprar um ticket a mais. O castelo foi construído no século XVIII, quando já tinha energia elétrica, por isso ele é bem diferente dos outros castelo. Por exemplo, ele tem sala de cinema! As suas salas são todas ricamente decoradas, cheias de pinturas, afrescos, e os móveis lindíssimos. Na sala de concertos acontecem algumas apresentações. Para assistir, tem que fazer a reserva antes pelo site. Eu imagino que deva valer muito a pena, pq a sala é lindíssima - assim como todo o resto. Ele também é muito grande. Tem sala de música, de concerto, de audição, sala de estudos do rei, da rainha, quarto de hóspedes, quarto real, quarto do primeiro-ministro, cinema, e por aí vai... Preços: Entrada: 50 LEI (12,50 para estudante) Foto: 32 LEI Atrás, tem o castelo de Pelisor. Estava fechado quando eu fui, mas dizem que também é muito bonito, apesar de menor. A visita durou uma manhã. Depois, almocei no Irish Pub, que fica no fim da decida do castelo. Adorei! 20 LEI por uma pizza e vc ainda ganha um copo de cerveja. A volta que foi mais chatinha, pq o ônibus demorou a beça pra passar. À noite, eu fui em pub chamado For Sale e num pub de Reggae perto da Republic Street. Os dois eram bons. O primeiro era bem interessante, pq vc podia comer o amendoim que tava em tigelas nas mesas e jogar as cascas no chão. Dava um efeito bem legal, e era bom pisar nas cascas depois. Dia 4 - Free Walking Tour Como o meu quarto dia caiu numa segunda, quando a maioria dos castelos e museus não abre, tirei pra fazer o Walking Tour. Mais uma vez, interessantíssimo. Pena que muitas coisas estavam fechadas, como a Black Church e alguns museus. Ele sai da Republic Street, e passa na Black Church, Caterina's gate, Igreja ortodoxa, uma das torres de segurança antiga e mostra a divisão da cidade, que quando foi fundada, era dividida entre romenos e - pasmem - alemães! Vista da White Tower. As igrejas são a luterana - Black Church - que é imensa e linda por dentro, e a ortodoxa. Essa é bem pequena, e comparada com a de Cluj e a de Sibiu, nada demais. A Black Church vale a pena. É muito bonita e cheia de história. Depois, eu almocei em um restaurante romeno que é uma delícia! Ele fica perto da Black Church, e é bem baratinho. Não lembro o endereço dele, mas eu tirei fotos do caminho Ali no final, fica a praça com o sino da cidade e um museu. à minha direita, fica a rua do restaurante. Esse é o restaurante. Ele é especializado em comida romena. Minha comida romena e deliciosa. Com a sobremesa (um cheesecake que eu não recomendo), deu 32 LEI. Dia 5: Bran e Rasnov No quinto dia, fui ao famoso Castelo do Drácula, que por lá é conhecido simplesmente como Castelo de Bran (que é o nome da cidade) e à fortaleza de Rasnov. O caminho para Bran foi bem simples. Peguei o ônibus municipal até o terminal do ônibus (que é um outro terminal, diferente do que sai o ônibus pra Sinaia) que custou 2 LEI e de lá, peguei um ônibus pra Bran, que custou 7 LEI. O ônibus te deixa na frente do castelo, o que é ótimo. O castelo é bem, BEM simples. Vale mais pelo castelo em si do que pelo interior. Parece que eles pensaram assim: "esse castelo é conhecido como castelo do Drácula. Abrir para visitação vai ser lucrativo. O que vamos expor? Ah, pega um monte de móvel qualquer aí e coloca lá". Ainda mais depois de vir de Peles, que é sensacional, o castelo deixa a desejar. O que eu achei mais legal foi a vista, linda como sempre, e a estrutura de castelo medieval, mesmo. Ah, e não tem visita guiada. Interior do castelo Preços: 10 LEI pra estudante (não vi quanto era sem ser estudante) + 6 LEI pra entrar na sala onde ficam expostos os instrumentos de tortura medieval. Saí de Brasov às 8:30, cheguei lá 9:13 e às 10:50 já tinha visto o castelo. Embaixo do castelo tem um feirinha de lembrancinhas. Eu consegui pechinchar uma caneca com a cara do Drácula por 10 LEI. Depois, logo peguei o ônibus pra Rasnov. Peguei no mesmo ponto de ônibus que eu desci, só que na direção contrária. Levou mais ou menos 30 minutos e custou uns 5 LEI (não lembro exatamente). Em Rasnov, vc pode pegar um táxi por 10 LEI pra fortaleza ou ir andando. Eu, óbvio, fui andando. O caminho no começo me assustou um pouco. Era uma estrada sem nada. Achei até que tava no caminho errado. Mas uns 10 minutos depois cheguei num hotel, com um comércio do lado e de onde sai o ônibus que leva até a fortaleza. Ele custa 4 LEI ida e volta. Bem, a fortaleza foi o que eu mais gostei na viagem. Ela é simplesmente fantástica! E ninguém dá nada por ela. Na entrada, tinha uma guia oferecendo visita guiada. Como sempre, vale a pena. Se não, parece só um monte de ruína. A guia era muito simpática. Além da história do lugar, ela conversou bastante comigo. Me disse que muitas pessoas ficam decepcionada pq vão pra lá pensando em ver coisas de vampiro ou sobre o Vlad Dracula, que na verdade viveu na Valáquia. Como eu não fui lá por causa dos vampiros, não fiquei decepcionada. Ela também se ofereceu pra tirar várias fotos, o que eu adorei, já que esse é um problema de se viajar sozinho. A fortaleza serviu de proteção durante as invasões bárbaras e foi construída durante uma expedição das Cruzadas. Eu acho que só isso já vale a visita, mas além disso, ela nunca foi de fato tomada. A única vez que ela caiu foi quando um rei húngaro descobriu que a população ali não tinha acesso a água, e que eles saíam pra buscar. Então, ele colocou os guerreiros dele em volta da fortaleza e esperou as pessoas se renderem. Dentro da fortaleza Preços: 4 LEI pra subir Entrada: 10 LEI (5 pra estudante) 5 LEI pra voltar pra Brasov
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