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eberman

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  1. Olá, postei esse texto em outro tópico, mas acho que será útil aqui tb. É sobre cozinhar em locais com energia elétrica disponível. Espero que seja útil. Em viagens longas é possível ter maior independência nos lanches e pequenas refeições no início do dia ou antes de dormir. Uso um item que aprendi vendo outros mochileiros usando (argentinos e uruguaios): o mergulhão, também chamado de "rabo quente" em algumas regiões. Pra quem não conhece é uma resistência elétrica em forma de haste com um pequeno cabo de panela na ponta com um fio e um plug de tomada. É vendido em lojas de material de cozinha, equipamentos elétricos e em casas de material de construção (não sei porque, mas já comprei um numa dessas lojas). Nossos hermanos usam pra preparar o chimarrão. Com ele dá pra esquentar água pra um chá, café ou preparar um leite quente. Pra isso é necessário carregar na mochila o mergulhão, uma caneca de material inquebrável (ou pequena leiteira de alumínio de 1 litro que já é suficiente) e os itens de sua preferência que podem ser comprados no local que você estiver (sachês de chá, café solúvel, leite em pó, achocolatados, capuccino em pó, erva mate, etc). Os nossos amigos do Sul devem conhecer bem esse equipamento pra preparar o chimarrão, mas acredito que pro resto do país seja pouco conhecido. Segue a lista de vantagens: - sempre compro os chás nativos e preparados em pó industrializados (mocca, capuccino) nos locais que visito pra experimentar no final do dia no hotel (muitas vezes são sabores que não existem aqui); - dá pra preparar em qualquer lugar que tiver uma tomada disponível, mesmo se seu hotel ou hostel não tiver cozinha; - em lugares frios você terá sempre a possibilidade de se aquecer antes de dormir preparando um chá ou leite na cabeceira da sua cama, usando aquela tomada onde geralmente ligam o abajour (sem precisar ir lá na cozinha, isso quando houver cozinha); - dá pra ferver água com uma rapidez impressionante naquilo, e isso pode ser uma vantagem pra se obter água limpa boa pra beber em qualquer lugar sem ter que depender de uma garrafa de água mineral (em algumas situações indisponível, podendo custar os olhos da cara ou te obrigando a sair na rua atrás de um comércio aberto pra comprá-la); - em situações de economia extrema ou impossibilidade de obter alimentação razoavelmente saudável ou limpa, é possível obter no local e cozinhar: ovos, pequenas quantidades de legumes, proteína de soja, arroz, miojo, enfim...Funciona como um pequeno fogareiro sem fogo. Pode quebrar um galho e tanto em diversas situações. - São equipamentos permitidos para transporte aéreo. Ao contrário do refil de gás de fogareiros de camping, que serão confiscados pelos agentes no ato do embarque do seu voo por medida de segurança. Ou seja, se você quiser levar seu fogareiro pra sua viagem, terá q comprar um refil no local de destino. Isso pode ser trabalhoso dependendo do lugar que você for. E convenhamos, não é muito seguro nem prático fazer fogo dentro de um quarto de hotel. - Não precisa de fósforo ou isqueiro. Agora seguem as desvantagens na minha experiência: - o espaço ocupado: no meu caso a caneca (ou panelinha), somados ao mergulhão e aos itens de consumo (chás, café solúvel, leite em pó) ocupam um espaço equivalente ao volume aproximado de uma embalagem de batata "pringles". Geralmente deixo um bolso lateral do mochilão para esses itens, que chamo de "minha cozinha". Que tb inclui um canivete com colher, abridor de lata e faca. Costumo levar alguns sachês de sal e açúcar (espaço e peso despresível) que podem ser repostos pelo caminho (na hora das refeições em restaurantes, cafés e lanchonetes). O peso do conjunto nao chega a 500g já considerando as porções de leite, café, chá. etc. É só procurar pelas embalagens refil de plástico metalizado. Não va carregar latas de leite em pó e embalagens de vidro de café soluvel, por favor...kkk - A dificuldade pra comprar. Aqui no Rio de Janeiro penei pra achar um que fosse pequeno (tem de vários tamanhos) e com voltagem 220 V. O que eu comprei mede uns 20 cm de altura e 5 cm na base (que é a parte mais larga). Não é vantagem comprar um de 110 V porque o equipamento se torna inútil em regiões com voltagem 220V. O contrário não ocorre. Se usar o mergulhão 220 V em tomadas de 110 V ele apenas demora um pouquinho mais pra fazer o trabalho, mas funciona muito bem. Agora, ligar um 110 V numa tomada com voltagem maior pode fritar seu aparelho em segundos... - É necessário ter um adaptador de tomadas em muitos países, mas o uso de outros eletrônicos (carregado de celular, de baterias, carregador de pilhas) acaba te obrigando a adquirir um adaptador de qualquer forma. Problema que julgo menor nesse caso. - Preparar bebidas (ou pequenas refeições) no quarto do hotel geram louça pra lavar. Mesmo sendo uma quantidade mínima, é um trabalhinho a mais na manhã do dia seguinte ou até mesmo antes de dormir. Não deixar nada sujo de comida no quarto é importante pra evitar vetores (formigas e baratas podem querer dividir o lanche com você, portanto seja limpinho). - Não acho vantajoso em viagens curtas, porém me foi muito útil em experiencias de viagens mais longas e com necessidades de economizar ao extremo $$$ (os lanches da noite e a água potável do inicio do dia sempre eram preparadas no quarto). Vai das possibilidades $$$ de cada um. Me garantiu algumas boas refeições rápidas com uma passadinha no mercado (ovos com pão e café com leite quente podem salvar a falta de um jantar ou café da manhã). É essa minha colaboração. A ideia não se resume a viagens de mochilão. É uma forma de se conseguir com poucos recursos uma certa autonomia para lanches e bebidas quentes em várias situações (hoteis sem cozinha, camping em locais com luz elétrica disponivel, viagens de busão, paradas de estrada em longas viagens , rodoviárias, etc). Sua bebida quente só depende de uma tomada, igual ao seu celular... Se tiver disposição e espaço na mochila, é possível carregar também uma garrafa térmica de meio-litro e garantir bebida quente por mais tempo ao longo do dia. Só quem já passou por apertos de frio sabe a diferença que faz ao beber um chá quente num trekking no alto de uma montanha, durante uma travessia de bike ou no frio negativo num passeio pelos Andes. Desculpem pelo texto longo e espero que sejá útil.
  2. Minha dica é uma ajuda pra quem tá com orçamento reduzido. Como não vi nenhuma informação a respeito da alimentação, vai aqui uma colaboração. Pode servir também pro mochileiro que tá fazendo a primeira viagem, desde que não se incomode com improvisos. Em viagens longas é possível ter maior independência nos lanches e pequenas refeições no início do dia ou antes de dormir. Uso um item que aprendi vendo outros mochileiros usando (argentinos e uruguaios): o mergulhão, também chamado de "rabo quente" em algumas regiões. Pra quem não conhece é uma resistência elétrica em forma de haste com um pequeno cabo de panela na ponta com um fio e um plug de tomada. É vendido em lojas de material de cozinha, equipamentos elétricos e em casas de material de construção (não sei porque, mas já comprei um numa dessas lojas). Nossos hermanos usam pra preparar o chimarrão. Com ele dá pra esquentar água pra um chá, café ou preparar um leite quente. Pra isso é necessário carregar na mochila o mergulhão, uma caneca de material inquebrável (ou pequena leiteira de alumínio de 1 litro que já é suficiente) e os itens de sua preferência que podem ser comprados no local que você estiver (sachês de chá, café solúvel, leite em pó, achocolatados, capuccino em pó, erva mate, etc). Os nossos amigos do Sul devem conhecer bem esse equipamento pra preparar o chimarrão, mas acredito que pro resto do país seja pouco conhecido. Segue a lista de vantagens: - sempre compro os chás nativos e preparados em pó industrializados (mocca, capuccino) nos locais que visito pra experimentar no final do dia no hotel (muitas vezes são sabores que não existem aqui); - dá pra preparar em qualquer lugar que tiver uma tomada disponível, mesmo se seu hotel ou hostel não tiver cozinha; - em lugares frios você terá sempre a possibilidade de se aquecer antes de dormir preparando um chá ou leite na cabeceira da sua cama, usando aquela tomada onde geralmente ligam o abajour (sem precisar ir lá na cozinha, isso quando houver cozinha); - dá pra ferver água com uma rapidez impressionante naquilo, e isso pode ser uma vantagem pra se obter água limpa boa pra beber em qualquer lugar sem ter que depender de uma garrafa de água mineral (em algumas situações indisponível, podendo custar os olhos da cara ou te obrigando a sair na rua atrás de um comércio aberto pra comprá-la); - em situações de economia extrema ou impossibilidade de obter alimentação razoavelmente saudável ou limpa, é possível obter no local e cozinhar: ovos, pequenas quantidades de legumes, proteína de soja, arroz, miojo, enfim...Funciona como um pequeno fogareiro sem fogo. Pode quebrar um galho e tanto em diversas situações. - São equipamentos permitidos para transporte aéreo. Ao contrário do refil de gás de fogareiros de camping, que serão confiscados pelos agentes no ato do embarque do seu voo por medida de segurança. Ou seja, se você quiser levar seu fogareiro pra sua viagem, terá q comprar um refil no local de destino. Isso pode ser trabalhoso dependendo do lugar que você for. E convenhamos, não é muito seguro nem prático fazer fogo dentro de um quarto de hotel. - Não precisa de fósforo ou isqueiro. Agora seguem as desvantagens na minha experiência: - o espaço ocupado: no meu caso a caneca (ou panelinha), somados ao mergulhão e aos itens de consumo (chás, café solúvel, leite em pó) ocupam um espaço equivalente ao volume aproximado de uma embalagem de batata "pringles". Geralmente deixo um bolso lateral do mochilão para esses itens, que chamo de "minha cozinha". Que tb inclui um canivete com colher, abridor de lata e faca. Costumo levar alguns sachês de sal e açúcar (espaço e peso despresível) que podem ser repostos pelo caminho (na hora das refeições em restaurantes, cafés e lanchonetes). O peso do conjunto nao chega a 500g já considerando as porções de leite, café, chá. etc. É só procurar pelas embalagens refil de plástico metalizado. Não va carregar latas de leite em pó e embalagens de vidro de café soluvel, por favor...kkk - A dificuldade pra comprar. Aqui no Rio de Janeiro penei pra achar um que fosse pequeno (tem de vários tamanhos) e com voltagem 220 V. O que eu comprei mede uns 20 cm de altura e 5 cm na base (que é a parte mais larga). Não é vantagem comprar um de 110 V porque o equipamento se torna inútil em regiões com voltagem 220V. O contrário não ocorre. Se usar o mergulhão 220 V em tomadas de 110 V ele apenas demora um pouquinho mais pra fazer o trabalho, mas funciona muito bem. Agora, ligar um 110 V numa tomada com voltagem maior pode fritar seu aparelho em segundos... - É necessário ter um adaptador de tomadas em muitos países, mas o uso de outros eletrônicos (carregado de celular, de baterias, carregador de pilhas) acaba te obrigando a adquirir um adaptador de qualquer forma. Problema que julgo menor nesse caso. - Preparar bebidas (ou pequenas refeições) no quarto do hotel geram louça pra lavar. Mesmo sendo uma quantidade mínima, é um trabalhinho a mais na manhã do dia seguinte ou até mesmo antes de dormir. Não deixar nada sujo de comida no quarto é importante pra evitar vetores (formigas e baratas podem querer dividir o lanche com você, portanto seja limpinho). - Não acho vantajoso em viagens curtas, porém me foi muito útil em experiencias de viagens mais longas e com necessidades de economizar ao extremo $$$ (os lanches da noite e a água potável do inicio do dia sempre eram preparadas no quarto). Vai das possibilidades $$$ de cada um. Me garantiu algumas boas refeições rápidas com uma passadinha no mercado (ovos com pão e café com leite quente podem salvar a falta de um jantar ou café da manhã). É essa minha colaboração. A ideia não se resume a viagens de mochilão. É uma forma de se conseguir com poucos recursos uma certa autonomia para lanches e bebidas quentes em várias situações (hoteis sem cozinha, camping em locais com luz elétrica disponivel, viagens de busão, paradas de estrada em longas viagens , rodoviárias, etc). Sua bebida quente só depende de uma tomada, igual ao seu celular... Se tiver disposição e espaço na mochila, é possível carregar também uma garrafa térmica de meio-litro e garantir bebida quente por mais tempo ao longo do dia. Só quem já passou por apertos de frio sabe a diferença que faz ao beber um chá quente num trekking no alto de uma montanha, durante uma travessia de bike ou no frio negativo num passeio pelos Andes. Desculpem pelo texto longo e espero que sejá útil.
  3. Em Santiago consegui hospedagem por R$ 90,00 por dia por casal em apart hotel na Huerfanos del Sol (via Booking.com). Em Pucon, La Serena e San Pedro de Atacama consegui preços de estadia um pouco mais baratos em hostels. Refeições na rua custavam CH$ 4.500, por pessoa em média. Como me hospedei em apart, fiz compras no mercado pra lanchar a noite e pro café da manhã. Os valores do mercado são similares aos nossos (na conversão das moedas). Dados de maio de 2014. CH$ 250, = R$ 1,00
  4. Bariloche pode não ser a melhor época. Não é temporada de turismo forte por lá. Mendoza não necessita mais que 5 dias pra conhecer bem, porém é uma cidade agradável e menos agitada. Vc tb pode seguir pra Salta e rodar por Jujuy, Tilcara, Humahuaca, Cachi, Cafayate. Seu tempo de viagem se encaixa nesse roteiro. Que é muito bom tb.
  5. Nesse espaço de tempo não dá pra circular muito. Sugiro permanecer numa cidade grande e aproveitar bem. Buenos Aires vai te oferecer opções pra todos os seus dias de viagem.
  6. Uma dica que não impede sua programaçao mas pode ser útil: conhecer primeiro Cusco (se possível o vale sagrado tb, que é imperdivel) e depois ir pra Machu Picchu. Começar por Machu Picchu seria como comer a cereja antes do bolo. Programe-se pra comprar esses tickets com antecedencia, como Ikaro falou. O trem da morte (que de morte não tem nada) não oferece paisagens imperdíveis. A região é plana, com alguns povoados simples e áreas naturais de alagadiços. Não se preocupe com a paisagem nesse trecho da viagem. Mas não esqueça repelente para a viagem de trem. Wilianks está certo: de Uyuni deve seguir pra Sucre e depois Santa Cruz. SAnta Cruz não tem muito o que conhecer. Equipetrol pra sair a noite e a praça da catedral pra caminhar durante o dia. Se não for até Samaipata, não invista tempo nessa cidade. É chegar e partir.
  7. O ideal é planejar roteiros que as travessias rodoviarias sejam noturnas (menos de 12h de viagem). Assim se economiza tempo e dá pra aproveitar um dia de passeio, fechando com partida pra outra cidade. O ponto negativo é perder a paisagem, que em alguns (muitos) trechos vale tanto quanto os atrativos a serem visitados.
  8. Mendoza pra Santiago tb acaba tomando um dia inteiro de viagem. são 7 horas, contando q a aduana será breve. Isso tb joga sua programação um dia pra frente. E por aí vai.
  9. Se é pra ser econômico e melhor aproveitado, sugiro excluir o Chile (que é o mais caro de todos) e focar na Argentina, Bolívia e Peru. Assim será mais fácil aproveitar os lugares, aumentar o tempo de permanência em cidades que merecem e ainda assim fazer uma viagem bem intensa. Travessias de fronteira por terra podem te custar um dia de viagem. A aduana tem horário de funcionamento. Eu já perdi tempo precioso em travessias por causa disso. Outro ponto que vcs devem revisar é o deslocamento x tempo. Em viagens muito longas, o horário de chegada pode custar a programação do dia, considerando que terão que arrumar local pra se hospedar e agencias pra fechar os passeios. Por exemplo: saindo de santiago dia 7, vcs chegarão no meio do dia 8 em San Pedro. Portanto, no dia 8 não farão nenhum passeio. Somente irão arrumar estadia e contratar os passeios do dia seguinte. Isso empurra sua programação um dia pra frente. Se somar tudo, verá que ficará apertado. Pense melhor nesse roteiro e considere os imprevistos que tomam tempo.
  10. Uyuni possui escritórios de empresas de onibus que funcionam como uma rodoviária. É só procurar o local de onde partem onibus para Oruro ou La Paz, que é o caminho a ser seguido até Copacabana. Uyuni é um ovo de cidade. Não tem erro.
  11. Dependendo de quanto o dolar poderá subir, vc acabará perdendo na hora do cambio. De maneira geral, na Argentina não fará muita diferença. O peso arg tá desvalorizado e ainda é vantajoso, mesmo com o dolar custando mais caro aqui n o Brasil. Recomendo levar dolares em espécie pra Argentina e fazer cambio na rua. Eu consegui 1 U$ = 11 pesos em maio/2014 (viagem por SAntiago, San Pedro Atacama, Jujuy e Salta). No Chile, essa operação não vale a pena. Acho melhor levar cartão e sacar nos caixas ATM. Se tivesse levado dolares em espécie para o Chile, teria saido no prejuizo.
  12. Já fiquei no Suites Florida e achei muito bom. Recomendo.
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