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MARCELO.RV

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Tudo que MARCELO.RV postou

  1. Rapaz, o pior vc não sabe, sou extremamente enjoado, tenho mais produtos para o carro do que minha esposa produtos de beleza.😂 Lava jato nem pensar, só pra lavar a parte de baixo, o resto é comigo mesmo. Mas neste caso a vontade de conhecer falou mais alto aí não tem jeito, neste momento tem que desapegar.😭 Claro que todo cuidado e dor no coração. E alguns trechos é isto mesmo que vc citou, é bem fofo mesmo, carro baixo como o meu se parar dependendo do lugar pode atolar no cascalho. Exatamente, conforme comentei tivemos sorte de não quebrar a conexão toda, eu e minha esposa sempre comentávamos que tivemos foi muita sorte. Talvez um pequeno azar pelo perrengue.
  2. 18º dia 08/01 – Gob. Gregores X El Chaltén– 300km – Aqui começa o segundo trecho que mais me preocupava, pois depois de Gob. Gregores tem 72km de rípio que não sabia ao certo as condições, conversando com muitos viajantes todos me falaram que passa tranquilo deste que não esteja chovendo, como puderam ver meu carro é Cruze Hatch, bem baixo, daí minha preocupação, alguns chegaram a me falar, passa mas é bem ruim. Bom, não tínhamos opção a não ser encarar, saímos por volta das 8 da manhã, 60km depois aproximadamente começa o rípio. Minha preocupação era, rasgar um pneu, afetar alguma parte embaixo do carro, mangueira de freio, combustível, cabos elétricos, meu carro a bateria é no porta malas juntamente com toda central eletrônica, então existe cabo que passa por baixo do carro que vai até compartimento do motor, era para preocupar ou não??????? Pois bem, seguindo pelo rípio começamos a perceber o seguinte, alguns trechos bons, anda-se com segurança a 50/60km/h, outros muitos ruins que praticamente paramos, muitas pedras grandes e facões que dependendo de onde entrar esbarra o fundo do carro. Na maioria cascalho solto que bate o tempo todo no fundo do carro, coloquei o computador de bordo na pressão dos pneus que era minha maior preocupação, deixei de lado a quilometragem pra não ficar contando quantos kms ainda estavam faltando. Às vezes passavam algumas caminhonetes ou SUVs 4X4 em velocidades mais elevadas, neste caso tentei manter a maior distância possível para evitar alguma pedrada no para brisa ou qualquer outra parte do carro. Acompanhando os pneus, devagar e alguns trechos, quase parando em outros, um pouco mais rápido em outro, e finalmente fim do rípio, alegria total, passamos ilesos(#SQN). No final do trecho encontramos com 2 motociclistas brasileiros parados receosos em enfrentar o rípio, quando viram nossa placa nos pararam, estavam pensando em dar uma volta enorme só para evitarem o rípio, parece que planejaram pouco e não tinham a mínima ideia de quanto tempo gastariam e estavam com medo de atravessar, também tenho moto e falei pra eles, se estão com medo ótimo, vão com medo mesmo, assim você não ganha confiança, acelera demais e vai pro chão. Gastamos aproximadamente 1:40min, eles nos informaram que tiraram o dia para fazer a travessia, informei a eles para irem tranquilos, com medo e que dando tudo certo atravessariam com no máximo 2:30min, trocamos algumas informações, desejamos boa sorte e eles seguiram. Achamos um absurdo pois assim que sai do rípio pega-se uma pista extremamente lisa e top demais de asfalto, uma vergonha não terem continuado a obra, existem várias placas de obras mas parece que não trabalham lá a muito tempo, só tem as placas, nada de máquinas ou alguma coisa que indique algum trabalho. Bom, seguimos por mais 165km até El Chaltén, a cada km que passava o visual ficava cada vez mais bonito, foi aí que parei o carro para tirar algumas fotos, quando parei e abri os vidros veio um cheiro forte de gasolina, minha esposa e filha também comentaram mas não dei muita importância, o carro estava normal, então seguimos. Mais uma parada para fotos e novamente cheiro de gasolina, pensei, será que furou o tanque?????😨 Olhei por trás debaixo do carro e nada de vazamento, bom menos mal, mas o carro estava desligado, então fui ligar pra ver, aí ferrou, tinha um vazamento na conexão da mangueira de combustível que passa embaixo do carro, só vi que estava vazando, neste momento faltava 20km para El Chaltén, então seguimos praticamente direto com mil coisas passando pela cabeça. Cheguei, parei o carro e olhei por debaixo, uma pedra quebrou a conexão do cabo de combustível, e para minha sorte foi que só quebrou a ponta da conexão e não ela toda, tanto é que rodamos pelo 165km deste jeito sem notar nenhuma diferença no carro. Bom, enfim, agora buscar uma solução, mas como???? Procurei saber com a dona do apart que alugamos e em El Chaltén só existe um borracheiro que também é mecânico, pensei, ferrou mais ainda,😩 entrei debaixo do carro e observando de perto o problema vi que o vazamento vinha de uma trinca que deu na conexão quando quebrou a trava, com isto o tubo de gasolina que encaixa estava frouxo, aí a mente começou a funcionar, talvez uma abraçadeira resolva levando em consideração que as peças não se separaram. Sai então em busca da abraçadeira, chegamos em El Chaltén por volta das 13:hs, então estava na bendita hora da sesta até as 16:hs, tudo fechado, tem uma ferreteria chamada El Volcan onde eu conseguiria a abraçadeira(ferramentas eu tinha), mas foi um suplício esperar até as 16 para comprar, tentar resolver e saber se realmente o que eu pensei em fazer iria dar certo, até que enfim deu as 16:hs, fui lá e comprei e eu mesmo fiz a solução caseira, entrei debaixo do carro meio sem posição mas consegui abrir e encaixar a abraçadeira do jeito que imaginei e fui apertando bem de leve até um determinado limite, não podia apertar demais pois poderia quebrar a conexão, aí sim iria ferrar de vez. Resultado da solução estilo Magyver, antes quando ligava o carro estava jogando gasolina a vontade para fora, depois da abraçadeira problema resolvido, mas a tensão foi grande, perdi a tarde nesta brincadeira. Detalhe, o vazamento era grande com o carro parado e o motor ligado, andando em rotação mais elevada acredito que não vazava tanto, tanto é que não percebi o marcador de combustível descer de forma considerável. Agora respondendo aqui algumas perguntas que fiz para vários viajantes e vivi a experiência por conta própria: Passa qualquer tipo de carro pelo rípio depois de Gob. Gregores? Passa, desde que não chova vai tranquilo, alguns trechos bem devagar outros andando um pouco mais. Se chover esquece, até 4X4 pode ter dificuldade. As condições são muito ruins? Alguns trechos são péssimos, com pedras grandes, e com outros cascalhos que formam um facão que esbarra no assoalho do carro, outros são melhores. Corro o risco de ter algum problema? Sempre vai correr, eu preocupei muito com um furo ou rasgo de pneu, mas também preocupei com as conexões que passam por debaixo do carro, e justamente ali foi meu problema, posso ter dado azar mas é fato que quanto mais baixo o carro ou pesado esteja, maior o risco principalmente quando se tem cabos/tubos vitais embaixo do carro. Em alguns momentos mesmo estando devagar o carro tem vontade própria, você não consegue fazer ele sair da direção que está, por isto a possibilidade de algum facão de cascalho com pedras maiores esbarrar no assoalho é grande. Faria novamente a travessia? Com certeza, até porque não tem outro caminho se for descer pela 40, e valeu a pena, El Chaltén é fantástico, minha situação pode ter sido isolada mas o risco sempre vai existir, então vai dica, ir sem pressa, com cuidado e se tiver algum problema lembre-se de manter a calma e tentar resolver com tranquilidade e paciência, o desespero não ajudar. Abaixo as fotos do problema e da solução e 2 vídeos curtos do trecho.
  3. Cara, muito bom mesmo, fora os trechos ruins o visual é fantástico. É mais ou menos isto mesmo. Cuidado com os guanacos. Percebi que são mais inteligentes que os nandús, quando nos veem tem tendência a correr para fora do asfalto, os nandús ficam no meio da estrada, bicho burro. rsrsrsrs rsrsrsrs Dei nada, a foto foi perfil então só pareceu mais limpo. rsrsrsrs Dei uma lavada em El Calafate pois já estava inabitável.rsrsrsrs Estratégia para enfrentar o rípio o mais cedo possível e chegar em El Chaltén o mais cedo possível também, um lugar razoável para dormir antes seria Perito Moreno, mas aí pegaria o rípio à tarde se resolvesse passar direto, e entre Perito Moreno e Gob. Gregores não tem muita coisa. Por sinal foi uma boa decisão.
  4. 17º dia 07/01 – Esquel X Gob. Gregores – 890km – Este era um dos 2 trechos que mais me preocupava, pois era longo, teoricamente mais sem recursos, e consegui poucas informações atualizadas sobre ele, basicamente imagens do Google Maps que eram antigas e perguntas a vários outros viajantes pelo YouTube, Facebook e até algumas informações aqui no mochileiros mesmo, todos dizendo que a 40 estava boa, o outro trecho que também me preocupava conto abaixo. Na verdade tentei mapear pelo Google Maps os trechos de rípio existentes na Ruta 40 entre Bariloche e Três Lagos, depois de Três Lagos já tinha boas informações de que as condições da 40 estavam excelentes, e o Google me mostrava o rípio 22km antes de Los Tamariscos, 5km antes de Rio Mayo, e os tensos 72km depois de Gob. Gregores até Tres Lagos, então seguimos para os 890km que nos esperava. Saímos por volta de 07:30 de Esquel, primeira parada no YPF em Gob. Costa 180km para abastecer e pipi, até aqui pista top. Depois seguimos para Perito Moreno 360km mais abaixo, aí duas surpresas boas, os trechos de rípio que havia mapeado não existem mais, em Los Tamariscos nem percebi passar, e em Rio Mayo tem uma base do exército Argentino que acho que é nova, então tem muito asfalto novo antes e depois da cidade, parece que deram geral na região em relação a estrada. As imagens do Google são mais antigas então pra mim foi realmente uma boa surpresa pois até Perito Moreno fomos direto sem parar desde Gob. Costa, em Perito Moreno paramos num posto na entrada da cidade, um Axion(acho), entrando na cidade tem um YPF mas sem estrutura nenhuma, e queríamos comer alguma coisa melhor e lá não tinha, então voltamos para o Axion, tinha de tudo inclusive internet livre. Depois de Perito Moreno a 40 continua boa, mas com alguns trechos com buracos e asfalto irregular, inclusive peguei alguns buracos que pensei ter perdido pneu e roda, mas nada aconteceu, então no trecho de Perito Moreno até Gob. Gregores é bom ir devagar e com atenção, num determinado trecho vi 2 motociclistas vindo em direção contrária, eles estavam com a visão melhor que a minha então um deles passou pela ponte que íamos passar e apontou para baixo, neste momento reduzi a velocidade e dei de cara com a ponte bem esburacada, ele foi super gente boa. Além de alguns buracos e trechos com asfalto irregular, tem também os guanacos e nandús(uma ave da região que parece uma ema e andam em bandos) que atravessam a pista sem avisar, demos de cara com um monte. O problema do Guanaco é que a cor dele confunde com a vegetação, então muitas vezes quando se enxerga ele já está em cima, vimos vários atropelados pela estrada e digo que se atropelar um deles o estrago via ser grande, provavelmente a viagem acaba, andam também em bandos, então quando se avistar um fique atento que tem mais. Então vai a dica de novo, de Perito Moreno até Gob. Gregores, pista boa mas com ressalvas, atenção redobrada. Notei que neste trecho mais especificamente, nas partes ruins não há nenhum sinal de trabalho para arrumar, então imagino que se tivesse um trânsito mais intenso estaria muito pior, por outro lado os trechos bons são relativamente novos, espero que estejam aos poucos arrumando. O visual da estrada nesta parte da Patagônia é incrível, temos uma visão tão ampla e distante do horizonte que vimos o horizonte em um tom azulado incrível, em alguns momentos vimos formar uma tempestade a direita e à esquerdo um céu azul, só estando lá mesmo para se ter uma noção da beleza. Em Gob. Gregores ficamos no hotel Canadon Leon, hotel e restaurante, o mesmo preço de Esquel 255,00, como tinha restaurante nem saímos de lá, comemos por ali mesmo, preço mais salgado que o anterior mas não tinha muita opção, pagamos 117,00 o jantar. Vista do nosso quarto em Esquel ao amanhecer.
  5. 16º dia 06/01 – Puerto Varas – Esquel – 590km – Saímos de Puerto Varas em direção a Esquel, passamos novamente por Villa La Angustura só que desta vez sem chuva, a cidadezinha é um show, queríamos ter passeado mais por lá, mas quando fomos antes choveu muito, e desta vez estávamos de passagem, a estrada até lá top, sobe-se a Ruta 5 Panamericana até Osorno depois pega-se a 215, daí segue direto até a fronteira no paso Cardenal Samoré. As aduanas não são integradas, primeiro faz a saída do Chile e 40km mais adiante a entrada na Argentina, todas duas muito tranquilas, mas para entrar no Chile tinha uma fila enorme que parecia que ia demorar horas, tinham alguns ônibus de estudantes e estava feia a coisa. A partir dali paramos em Villa La Angustura como disse e seguimos, todo o caminho é muito bonito, bom ir com tempo para parar e tirar fotos, em alguns trechos da estrada passa-se por tuneis formados pelas arvores, o visual é lindo. Conhecendo bem o carro tinha abastecido basicamente para chegar até Villa, a gasolina no Chile a 5,00 e Argentina na região da Patagônia a 3,35 não iria encher o tanque no Chile, pegamos o posto com uma bela fila, mas fizemos também uma boa economia. Depois pegamos a Ruta 40 rumo a Esquel, já havíamos definido de ficar lá pois era a única opção de cidade com certa estrutura de hotéis dentro da quilometragem que definimos que iríamos rodar, antes tem El Bolson e Epuyen, mas queríamos descer um pouco mais. Depois de Esquel seria Perito Moreno, mas aí teríamos que rodar muito e não estávamos dispostos. Entre Esquel e Perito Moreno apenas povoados sem muita estrutura. Tinha dúvidas sobre as condições da Ruta 40 neste trecho, mas para minha surpresa de Bariloche até Esquel a pista está muito boa, apenas antes de Esquel é que tem um trecho que estão arrumando, mas coisa de 2km no máximo, o resto está top. Passamos por vários lagos e percebemos que os argentinos tem o hábito de acampar e fazer churrasco na beira destes lagos, muito bacana. Em Esquel tínhamos pesquisado antes no Booking e ficamos no hotel Rayentray Tehuelche, não reservamos pelo site, somente anotamos o endereço e fomos direto lá, antes paramos em outros 2 que não lembro o nome, como já estavam no caminho não custava perguntar, mas acabamos ficando nele mesmo, pagamos 255,00 a diária com café da manhã, garagem, internet, quarto bom e com frigobar. Esquel fica a 11km da Ruta 40, então tem que sair da rota para entrar na cidade, mas valeu a pena. Esquel fica encravada num vale e vive do turismo no Parque Nacional Los Alerces e a estação de esqui La Hoya, para quem tiver tempo acho que vale a pena visitar o parque. Comemos num restaurante chamado Casa de Maria(acho), recomendo, porção generosa de polo com papas e ovo, 2 porções comemos eu, minha esposa e filha, e comemos muito mesmo. Pagamos tudo 91,00. Inclui algumas fotos de Villa La Angustura sem chuva.
  6. 15º dia 05/01 – Puerto Varas : Fomos aos Saltos de Petrehue, um rio com cachoeira de água também verde esmeralda que desce do lago de mesmo nome. Basta pegar a ruta 225 à partir do centro de Puerto Varas e seguir, são aproximadamente 70km bem sinalizados. Pagamos 6,00 de estacionamento mais 24,00 por pessoa para entrar no parque. De lá seguimos para o Osorno, como é na mesma região não precisa retornar a Puerto Varas, basta começar o retorno que já tem placas indicando a subida do vulcão, dá pra chegar até a base de carro pois é só asfalto. Detalhe, muito devagar pois são curvas tipo cotovelo e carros descendo e subindo o tempo todo, são aproximadamente 10km de subida mais 10 de descida. A descida também com o mesmo cuidado ou até mais. Chegando lá a visão é fantástica, avista-se o lago e toda a região, além de uma visão de perto do pico nevado, valeu a pena, ainda mais que foi de graça. Se quiser subir até uma segunda base tem que pagar o teleférico, deve estar uns 80,00 por pessoa, não subimos pois pelo que vimos não tinha neve nesta segunda base, então pra ficar só na terra mesmo ficamos embaixo. Mas como disse valeu. Não fomos em Puerto Montt, vi alguns relatos de que é uma cidade basicamente comercial e sem muitos atrativos, então optamos por não ir até lá. Apart em Puerto Varas : https://bit.ly/2RrEaUE
  7. 14º dia 04/01 – Pucón X Puerto Varas – 320km : Saindo de Pucón segue-se em direção a Ruta 5, pista top mas com pedágio, em 3 pedágios pagamos aproximadamente 50,00. Chegamos em Puerto Varas por volta do 13:30 pois antes paramos em Fritullar, cidade pequena, a parte bonita está em Frutillar Bajo, que fica em frente ao lago e tem o famoso teatro, ali paramos para tirar algumas fotos, tinha uma livraria itinerante montada em ônibus parada em frente ao lago, muito legal. Depois partimos para Puerto Varas, cidade show, em frente ao belo Osorno, tivemos sorte de o tempo estar aberto então conseguimos ter uma visão espetacular do vulcão na praça em frente ao lago. Alugamos pelo AirBnB um apartamento montado num prédio novo no centro, o melhor de toda a viagem, pagamos 290,00 por dia.
  8. 13º dia 03/01 – Pucón – Sem novidades, apenas tiramos o dia para conhecermos melhor o centro que é bem bacana e descansar, pois no dia seguinte seguiríamos para Puerto Varas. O centro é repleto de bares, cafés e restaurantes, mas como disse todos com preços bem salgados, dá até fazer um almoço ou outro, mas para quem vai ficar muitos dias e resolver almoçar e jantar todos os dias realmente fica caro, mas cabe lembrar que cada com seu planejamento e orçamento, se planejou para gastar vida que segue, agora se não, é só buscar as alternativas para economizar que tem várias. Importante, enquanto o semáforo de alerta vulcânico estiver verde então tudo tranquilo, só não pode ficar vermelho.😨 Apart em Pucón : https://booki.ng/2RoVvOk
  9. 12º dia 02/01 – Pucón – Tiramos este dia para passeios por nossa própria conta, fomos até Caburgua onde tem o lago de mesmo nome, fica a aproximadamente 24km de Pucón e só asfalto, pega-se a Ruta 199 e depois a 905, muito fácil de chegar, ficamos na Playa Negra e andamos de pedalinho, 24,00 por 45min. Na volta paramos nos Ojos Del Caburgua, basicamente são cachoeiras e lagos de cor verde esmeralda que se formam com as águas que descem do lago, a cor da água impressiona, tem uma taxa de entrada que foi aproximadamente 10,00 por pessoa. Antes de irmos fomos no Eltit e montamos nossos martmitex, sai bem em conta. Se for sair pra ficar o dia inteiro é uma boa opção, só observar para não comprar algo que possa estragar. Compramos batatas e mais algumas coisas para levar para o lago, e para nossa janta sempre comprávamos arroz e salada pois a carne que compramos para fazer churrasco deu para 2 dias. Neste mesmo dia tentamos chegar na base do Villa Rica com o nosso carro mas não deu, a estrada é muito ruim, chegamos na metade do caminho e ali tinha uma vala grande demais que o carro não passava, apenas caminhonetes e carros mais altos, mesmo assim com alguma dificuldade, então voltamos, assim como outros carros também voltaram, de qualquer forma valeu umas boas fotos mais próximos do vulcão.
  10. 11º dia 01/01 – Bariloche X Púcon – 355km – Saímos de Bariloche por volta das 7 da manhã, até a aduana chilena acredito que não passaram por nós nem 5 carros, importante, ao longo deste trajeto só vimos posto de gasolina praticamente em Pucón, então, dependendo de onde sair não saia de tanque vazio, estava na expectativa de abastecer ainda antes de cruzar a fronteira pois a gasolina na argentina estava mais barata, mas não deu. Antes de chegar na aduana Argentina tem um trecho de 11km de rípio, depois mais 1km para chegar na chilena, as aduanas não são integradas. Este caminho é muito bonito, por um longo trecho o vulcão Lanín foi nos acompanhando dando uma visão fantástica ao longo da estrada. Ficamos hospedados em um apartamento montado num condomínio fechado na estrada que sobe para o Villa Rica, tudo muito novo e limpo, ficamos muito satisfeitos com hospedagem e achamos o preço ótimo, pagamos aproximadamente 272,00 a diária. Pucón é uma cidade cara, nosso almoço ficou em aproximadamente 130,00, sanduiches em média 40,00, refrigerante garrafa pequena 8,00, cerveja de 330ml 18,00, particularmente achei tudo muito caro, mas já sabia disto então não tinha como correr. Mas tem várias opções para quem quer economizar como nós, como estávamos em um apto montado (inclusive com churrasqueira), compramos algumas coisas e comemos no apto mesmo. Teve dias que almoçamos ou lanchamos pois estávamos passeando, o supermercado Eltit(é uma rede pois vi vários inclusive em Puerto Varas) tem comidas prontas e frescas que você pode comprar no quilo, você escolhe o que quiser e monta a vasilha(ou marmitex como queira), tem salada, arroz, carnes variadas e mais algumas opções, então compramos e comemos no apto, como lá tinha uma churrasqueira a gás comprei até uma carne pra assar, ficou show e gastamos pouco. Então vale a dica. Abaixo um pequeno vídeo do Lanín nos acompanhando.
  11. 10º dia 31/12 – Villa La Angustura – Cidade top e fica a aproximadamente 83km de Bariloche, subimos o Cerro Bayo onde tinha nevado na noite anterior mesmo em pleno dezembro, então vimos a neve pena primeira vez em alguns pontos do topo, não ficamos lá mais do que 30min pois estava um frio de doer e pagamos 70,00 por pessoa pela subida, mas valeu a experiência. Uma pena que de repente o tempo fechou e caiu um temporal, ainda bem que já tínhamos descido pois estávamos na gondola aberta, não deu pra tirar muitas fotos pois o tempo fechou de vez. Voltamos para Bariloche pois no dia seguinte tínhamos que seguir viagem para Pucón, vale lembrar que em Bariloche na passagem de ano não tem nada, a cidade morre literalmente, apenas alguns bares abrem para a passagem de ano a preços bem salgados, o preço segundo alguns comentaram com nós girava em torno de 250,00 a 400,00 por pessoa, então passamos a virada no apto mesmo. Perguntei a mulher dona do São Bernardo se podia tirar uma foto com ele e ela prontamente, sim, 200 pesos, aí falei obrigado.😂 Apart em Bariloche : https://booki.ng/2SeVBMF
  12. 9º dia 30/12 – Bariloche – Tiramos o dia para passear pela cidade a fazer o Circuito Chico, em toda sua extensão tem vários pontos de parada com diversos mirantes e visuais fantásticos, não cheguei a marcar mas o circuito todo deve dar uns 50km. Depois subimos também o Cerro Otto só que de carro, na verdade não observamos que domingo estava fechado, não sei se é por ser baixa temporada, não chegamos a ir nem no teleférico, já pegamos o caminho de terra que sobe para o cerro e fomos, chegando na base onde tem um funicular e estava tudo fechado, atravessamos a cancela e subimos até próximo a confeitaria mas não tinha ninguém e resolvemos descer. De qualquer forma valeu pelo visual lá de cima, tem-se uma visão linda do lago Nahuel Huapi e de toda cidade, e vale a dica, se quiser economizar alguns reais e estiver de carro, vale a pena subir pela estrada de rípio, dá pra ir tranquilo com qualquer carro.
  13. 8º dia 29/12 – El Chocón X Bariloche – 350km – Depois de comermos as deliciosas medialunas com café com leite pegamos a Ruta 237 em direção a Bariloche, estrada boa mas movimentada, importante estar bem abastecido com gasolina, eu tinha pra chegar em Bariloche, e explico porque, vimos basicamente 3 postos se não me falha a memória, todos com filas quilométricas, como tínhamos abastecido na 151 em Neuquém tinha autonomia para seguir viagem. Aqui cabe um relato de uma situação muito chata, minha esposa estava apertada ir ao banheiro, apenas xixi mesmo pois estávamos rodando a um bom tempo sem parar, então vimos a entrada para hosteria e restaurante Virgen de Las Nieves na ruta 237 e resolvemos entrar para ver se ela conseguia se aliviar. Estava fechado mas tinha uma senhora lá dentro que veio nos atender, pedimos para minha esposa(eu não ia usar) usar o banheiro e ela simplesmente bateu a porta em nossa cara, sinceramente poucas vezes vi uma falta de educação tal grande, que cobrasse para usar ou fosse mais educada, mas simplesmente bateu a porta. Por sorte logo abaixo tem posto da ACA que vimos assim pegamos a 237 novamente, sorte dela senão teria que ir no mato mesmo. Chegamos em Bariloche com chuva e temperatura de 6 graus com sensação 0(zero) por causa do vento. Tínhamos feito uma reserva pelo booking em um apartamento montado próximo ao centro cívico, bom mas esperávamos mais, pelas fotos aparentava ser maior mas é bem apertado, de qualquer forma nos atendeu, a internet tem destas coisa, por mais que vemos as avaliações e fotos, só chegando mesmo para comprovar, como já havia dado o sinal e tudo ficamos. Acredito que para 2 ou 3 pessoas com menos bagagem atenda perfeitamente bem, mas estávamos em 3 e muita bagagem, então faltou espaço. A localização é excelente realmente e a vista fantástica. Vista do apto.
  14. 7º dia 28/12 – Santa Rosa X El Chocón – 625km – Saímos de Santa Rosa por volta das 8 da manhã, estrada boa até o cruzamento da Ruta 143 com a 152, o GPS me mandou para a 152 em direção a Casa de Piedra, mas assim que entrei vi a placa buracos pelos próximos 50km, dei a volta na hora e continuei na 143 até 25 de Mayo, são 230 de km de muitas retas sem nada, em 25 de Mayo quando se pega a 151 tem um posto Petrobrás com boa estrutura, esta opção acho que aumenta em 20km a distância, mas evitamos os buracos pois a pista é top. A partir dali seguimos para Neuquém pela 151, ao chegar na cidade tem que ter paciência, aproximadamente 45min para atravessar a cidade e começar a desenvolver, muitos sinais e pelo que vi não tem como passar por fora da cidade, segui o GPS e me levou corretamente para a Ruta 22 em direção a El Chocón. Chegamos em El Chocón e fomos direto para a vila, não tínhamos reservado nada lá, então fomos procurar, na vila os hotéis/cabanas são top, para quem está disposto a gastar acho até que vale a pena pois a vista para o lago é show. Como não era o nosso caso, saímos da vila fomos para El Chocón, basicamente um vilarejo 3km abaixo com estrutura simples de casas e hotéis(sem muitas opções), acabamos ficando no Hotel Del Chocón, muito simples mas nos atendeu bem, pagamos 198,00 para 3 pessoas, o café da manhã foi basicamente café com leite e medialunas feitas na hora e nos serviram quentinhas, simplesmente deliciosas, às vezes não precisamos de luxo, o simples bem feito é o suficiente. Lá serve refeição, basicamente 3 opções, espaguete, chuleta ou bisteca e bife empanado, muito bom também, preço até razoável, pagamos 90,00 para nós 3 2 porções com refri e uma cerveja. Visitamos o museu paleontológico, barato e vale a pena 3,30 por pessoa. Centro de Neuquém
  15. 6º dia 27/12 – Federación X Santa Rosa – 1000km – Mais um dia e deslocamento preocupados com a polícia ao longo da Ruta 14, vimos muitos postos policiais mas tivemos sorte e não nos pararam, a 14 até Zarate é toda duplicada, muito boa mesmo. Na região de Lujan um bom mapa de GPS ajuda bastante pois é bem confuso. Ficamos em um hotel na Ruta 5, estratégico pra quem não quer entrar na cidade de Santa Rosa, pagamos para 3 pessoas 202,00 no cartão, em dinheiro estava 250,00 por causa do IVA, então foi no cartão mesmo, normalmente eu evitaria o cartão mas diferença estava grande. Café da manhã, quarto grande e confortável, jantamos no restaurante ao lado, muito bom, depois de 1000km tudo que queremos é andar o mínimo possível de carro, então estava tudo do lado, posto e restaurante. Após Lujan pega-se a Ruta 5, no começo duplicada e com velocidade máxima de 130km/h, neste trecho dá pra render bem a viagem, tem um YPF Full que não lembro em que ponto da 5, mas quem estiver rodando por lá irá vê-lo com certeza e vale a pena parar, tem internet e tudo mais. Fotos de alguns trechos da estrada até lá. Hotel em Santa Rosa : https://booki.ng/2HDScDh
  16. 5º dia 26/12 – Federación – Mais um dia de descanso, tiramos este dia para aproveitarmos o Termas da cidade, um parque aquático muito legal, pagamos aproximadamente R$30,00 por pessoa, pode entrar com bebidas e lanches, então basicamente não gastamos nada lá dentro, apenas uma cadeira que alugamos por R$5,00. A cidade é bem agradável e tem um final de tarde bonito, o hotel disponibilizava bicicletas para andar, então é bem legal. Agora, pensa num lugar quente, acredito pegamos uns 40 graus por lá. Hotel em Federación : https://booki.ng/2G8IAxW
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