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Jonatas Elias

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Tudo que Jonatas Elias postou

  1. DIA 20 – ROMA/AMSTERDAM DIA 21 – AMSTERDAM DIA 22 – AMSTERDAM DIA 23 – AMSTERDAM DIA 24 – AMSTERDAM DIA 25 – AMSTERDAM DIA 26 – AMSTERDAM/SÃO PAULO
  2. Como eu demorei muito tempo para escrever o relato pela França, a partir de agora vou fazer um relato mais resumido e direto. Desculpe se sair muito superficial, mas vou detalhar mais as partes que não conseguimos encontar na internet, dicas e roteiros pesquisados. Informações fáceis ou que varia muito, como linhas de metrô, preços de ingressos e atrações, horários etc. não vou entrar em detalhes. DIA 9 – ROMA Chegamos no Aeroporto Fiumicino pouco depois do meio-dia. Achei bem simples o aeroporto, principalmente por ser o principal da Itália, mas o terminal até que é grandinho. Apesar de ser um voo internacional, por conta do Espaço Schengen não passamos nem pela imigração nem pela alfândega. Comemos alguma coisa em uma lanchonete e fomos procurar a estação para pegar o trem. A ideia era ir com o trem regionali para Tiburtina, pois o Leonardo Express era mais caro, apesar de ser mais rápido. Entretanto, andando pelo terminal vimos o lugar onde os ônibus param, então decidimos ir de ônibus mesmo, o preço era bem mais barato, e comprando ida e volta ainda tinha um desconto (saiu 9 euros por pessoa), e o tempo de viagem até Termini é praticamento o mesmo do trem regionali. Tem várias empresas, fomos de TAM por que era o primeiro que saía quando a gente chegou. A viagem demora cerca de uma hora, depende muito do trânsito, horário de pico etc., o ônibus até que é confortável para a duração da viagem, mas comparando com o padrão brasileiro as poltronas são bem mais apertadas. Ao chegar em Roma o ônibus passou em frente ao Coliseu, que emoção, fiquei de boca aberta com a imponência da estrutura. Chegando em Termini pegamos um tram até o hotel. Para a nossa situação, foi mais vantajoso pagar os bilhetes avulsos do que comprar o Roma Pass ou o Passe de Transporte, pois nosso roteiro estava estruturado para conhecer as atrações a pé, usando o transporte só para ir e voltar ao hotel. Ficamos hospedados no SHG Hotel Portamaggiore (R$ 825,09 por 3 diárias, mais 24 euros de taxa de hospedagem). Neste dia estava previsto dar uma caminhada para conhecer um pouco a cidade, mas chegamos cansados e fomos para o quarto descansar e dormir. A noite jantamos no restaurante do hotel mesmo (comemos pizza hahaha). DIA 10 – VATICANO e ROMA Chegamos no Aeroporto Fiumicino pouco depois do meio-dia. Achei bem simples o aeroporto, principalmente por ser o principal da Itália, mas o terminal até que é grandinho. Apesar d Descansamos um pouco no quarto e saimos para ter o primeiro contato com Roma. Flanamos a esmo pelo centro histórico. A primeira impressão que tive da cidade (ainda dentro do ônibus) foi de uma cidade muito linda, arborizada, com grandes monumentos e a primeira vista do Coliseu. Ao chegar na Estação Termini, vi uma cidade muito suja, com lixo nas ruas e calçadas, muitos moradores de ruas, pessoas mal encaradas, não senti nenhuma sensação de segurança. Até o hotel pegamos um tram bem velho, lotado de pessoas e mal conservado. Ao andar por Roma uma coisa que me irritou muito foi a diferença de precisão entre os mapas do Google Maps (que tinha baixado para funcionar offline) e as ruas reais. Lembro que procurando a entrada do Foro Romano para achar a bilheteria o Google Maps mandou para a saída, que é beeeemmm longe da entrada, e nisso foi mais de meia hora de caminhada para dar a volta e chegar na entrada, que era do Coliseu. Por outro lado, Roma é um museu a céu aberto, a cada esquina eu ficava impressionado com algum monumento ou alguma praça, até as árvores da cidade são imponentes. As estátuas são imensas e muito altas, incrível. Outra problema que tive com Roma foi para achar um banheiro público. Certa hora mamis precisava ir ao banheiro e procurei no Maps (dessa vez online) e simplesmente não achei um banheiro. Tive que chamar um Uber para nos levar de volta ao hotel. domingo, 10 de fevereiro de 2019 e segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019 DOMINGO - Praca San Pedro - 12h ver o Papa (chegar com bastante antecedência) Basílica de São Pedro – gratuita Coliseu, Forum Romano e Palatino (12 euros avulso, comprar antecipado; de graça com Roma Pass): para pegar menos fila, evite usar a entrada que fica perto do Coliseu, que estará apinhada. Caminhe por 5 minutos na direção do centro pela Via dei Fori Imperiali e use a entrada que fica ali. Ou, melhor ainda, inicie sua visita pelo Fórum, usando a entrada do Monte Palatino -- neste caso, reserve sua entrada para o Coliseu entre duas e três horas depois do horário programado para entrar o Fórum. Coliseu a noite é fechado em fevereiro. O ingresso vale por 2 dias (Coliseu num dia e Forum Romano e Palatino no outro). Procurar a fila 'Prenotazioni con orario' e se apresentar cinco minutos antes. Cupula Galeria Borghese (18 eur) Castelo de Santo Ângelo (15.50 eur) Piazza della Repubblica Santa Maria degli Angeli Quattro Fontane Quirinal Hill Fontana di Trevi Piazza Venezia Monumento a Vittorio Emanuele II Piazza della Rotonda Piazza Navona Piazza Campo de' Fiori terça-feira, 12 de fevereiro de 2019 11h – Check-out no SHG Hotel Portamaggiore 14h15, trem para Veneza DIA 10 – ROMA DIA 11 – ROMA DIA 12 – ROMA/VENEZA DIA 13 – VENEZA DIA 14 – VENEZA DIA 15 – VENEZA/MILÃO DIA 16 – VENEZA/FLORENÇA DIA 17 – FLORENÇA/PISA/LUCCA DIA 18 – FLORENÇA/ROMA DIA 19 – ROMA DIA 20 – ROMA/AMSTERDAM
  3. Dia 7: Museus, Arco do Triunfo, e Jardins Na quinta-feira foi o cansaço do dia anterior bateu e eu também comecei a sentir um mal estar de gripe. A noite tive que ir na farmácia comprar um remédio. Coloquei no Google Tradutor os sintomas que estava sentido e mostrei para a farmacêutica, que prontamente me indicou a prateleira dos remédios que precisava. Como só nos restava mais dois dias em Paris, percebi que não daria para ver tudo que estava no roteiro, então começamos a priorizar o que iríamos ver. Após o café da manhã, fomos para o Museu do Louvre. Naturalmente não tinha o tempo necessário para ver o mínimo aceitável, então demos prioridade à Mona Lisa. Andamos pelo Museu passando o olhar pelo acervo. Confesso que não sou grande fã das artes, e não entendo muita coisa, mas gostaria de poder aproveitar melhor o que o Museu oferece. Ao chegar na Mona Lisa, a multidão de chineses foi bem complicada. Não respeitavam a ordem de chegada na "fila" e muitos passavam minutos tirando fotos sem dar espaço para as outras pressoas. Eu tive que entrar na frente de uma chinesa, que não saiu após vários pedidos de licença. Tiradas as fotos, fomos embora. Usamos o Paris Museum Pass para entrar. Repito aqui o conselho que me deram enquanto eu planejava a viagem (e que eu mesmo não segui rs): antes de visitar, entre no site e faça o tour virtual para ver as obras do seu interesse e o pavilhão onde estão localizadas, assim você vai direto a elas sem perder tempo procurando (o museu é enorme, se não tiver foco vai ficar lá o dia inteiro). Outra dica (essa eu segui hahaha), é entrar no Museu via Carrousel du Louvre, evitando a fila da pirâmide; também dá para acessar pelo metrô (entrada do metrô ao lado do Arc de Triomphe du Carrousel, um arco parecido com o arco do Triunfo). Saindo do Museu, caminhamos pelo Jardin des Tuileries... até a Place de la Concorde... depois até a Pont Alexander III. Pegamos o metrô e fomos até o Moulin Rouge para vê-lo por fora. Andamos pela redondeza à procura de algum lugar para comer. Acabamos comprando comida e mais algumas coisinhas em um monoprix e sentamos na praça para comer. Depois pegamos o metrô até o Arco do Triunfo. Fiquei impressionado com o tamanho do arco, de boca aberta mesmo. A gente até gostaria de ter subido, mas juntando a saúde de mamis, o cansaço, a mochila com coisas compradas no mercado que não passava pela segurança e os 284 degraus, a ideia foi embora rapidinho. Não bateu arrependimento, pois ainda veria Paris de cima a partir da Torre de Notre Dame. O Arco é tão grande que para tirar foto dele inteiro tem que ser de longe. Aí fomos para o Jardins du Trocadéro admirar mais um pouco a Tour Eiffel. Seguimos andando até a Pont de Bir-Hakeim, sempre admirando a torre. Da Pont de Bir-Hakeim, acessamos a Allée des Cygnes, uma ilha no meio do Sena onde fica a "verdadeira" estátua da liberdade, a Statue de la Liberté Paris. É uma caminhada grande, mais de 800 metros até a estátua. Depois de andar tudo de novo para voltar para a Pont de Bir-Hakeim, pegamos o metrô e fomos para a Pont des Arts (a famosa ponte dos cadeados). Nessa hora percebi uma falha no planejamento do trajeto, pois a ponte fica praticamente do lado do Louvre e poderíamos tê-la visitado pela manhã quando fomos ao Museu. Então fica a dica de aproveitar a visita ao Museu para visitar a ponte. Ou então, se quiser andar mais um pouco, dá para conhecer saindo da Catedral de Notre Dame ou do Hôtel de Ville, em direção ao Louvre, é a próxima ponte depois da Pont Neuf. Mesmo com a determinação da prefeitura de retirada dos cadeados, dá para ver que tem gente que ainda continua colocando. De lá fomos ver a Galeries Lafayette por fora, já que não daria tempo (nem estava com tanta vontade assim) de entrar. Para fechar o dia, seguimos para o Museu Quai d'Orsay, que achei bem interessante (confesso que gostei mais dele do que do Louvre), porém ficamos bem pouco porque já estava fechando. Dia 8: Último dia - Cortes no Roteiro Nosso último dia em Paris, tivemos que cortar várias coisas do roteiro porque não daria tempo. Desistimos de ir na Citypharma, ao Pantheon, ao Palácio e Jardins de Luxemburgo, Saint-German-des-Prés, Quartier Latin, Saint Chapelle e Montmartre. Também não entramos no Centre Georges Pompidou (tive que me contentar e apenas vê-lo por fora no primeiro dia). Também estava previsto ir no Castelo de Vincennes, mas sem condições. Isso sem contar que muitas coisas que fizemos no dia anterior, como a Pont des Arts, Allée des Cygnes e Moulin Rouge estavam originalmente escaladas para a sexta-feira. Acho que eu superestimei a nossa disposição em andar pela cidade, não considerei que uma hora bate o cansaço e um dia ou outro a gente acaba ficando até mais tarde na cama, ou cansa de andar e acaba desistindo de uma atração para ir para o hotel mais cedo, achando que vai dar para fazer outro dia. O Palácio de Versalhes por exemplo eu nem coloquei no roteiro, pois não achei válido gastar quase um dia de passeio só para ele. Outro lugar que eu queria ter ido era as Catacumbas, mas foi retirado durante o planejamento ainda, em acordo com mamis. Outra coisa que contribui também foi o fato de que não estava previsto a gente ir para a Disney, então quando comprei os ingressos na promoção tive que redistribuir as atividades.Também a ida ao Mont Saint Michel ocupou dois dias do roteiro. Na prática, tivemos que fazer em quatro dias o que estava previsto fazer em sete, assim foi inevitável ter que fazer os cortes. Mas de forma alguma me arrependo rs, afinal o Mont Saint Michel é um local mágico e vale muito a pena ir, mesmo com os custos e logística envolvidos, e a Disney é realmente um lugar de magia. Também, o gostinho de quero mais de Paris ajuda a manter a vontade de voltar né. Por fim, percebi que Paris tem muito mais coisas para ver e descobrir do que o que a gente imagina. Acho que isso vale para qualquer destino. Permitir-se sair andando pela cidade sem destino, descobre-se coisas que não achamos na internet nem nas histórias de quem já foi, e acho que é isso que torna cada viagem única para cada pessoa. Assim, fica a dica de você deixar um espaço em aberto no seu roteiro, sem compromissos, para poder descobrir detalhes que tornam a viagem única. Dia 8 - Notre Dame, Passeio de Barco e Museu do Ar e do Espaço Apesar dos cortes, conseguimos aproveitar bem o dia, de forma um pouco mais calma ainda, já que o roteiro foi enxugado. Pela manhã fomos à Catedral de Notre-Dame, onde entramos (gratuito) e subimos a Torre (Paris Museum Pass). Existe uma fila virtual para subir, tem um aplicativo chamado JeFile onde no dia que você quer subir você entra no App e "reserva" um horário. É importante entrar logo pela manhã (umas 6h ou 7h) porque esgota rápido. Assim, com a hora marcada entra direto sem pegar fila nem esperar ter "vaga" para subir. Obs.: tudo isso foi em fevereiro de 2019, depois do incêndio e da pandemia podem ser que tenham alterado o esquema de acesso à Torre. Era um imperativo para mim subir a torre, pois a visão de Paris dela com as gárgulas é uma das imagens mais lindas que eu já vi da cidade e precisava ver isso pessoalmente. É uma escadaria bem pesada para subir. Eu perguntei se mamis queria ficar no térreo esperando enquanto eu subia mas ela quis subir também. Ela teve bastante dificuldade por causa da condição dela, mas subimos devagar sempre parando quando ela cansava demais. Ao chegar lá em cima tem um banquinho para as pessoas sentarem e ela ficou descansando alguns minutos. Saindo da Catedral, fomos para o Rio Sena fazer um passeio de Batobus. A minha intenção era fazer o passeio completo, mas mamis não gostou muito e descemos dois pontos depois de onde embarcamos. Paramos um tempinho para decidir os cortes do roteiro e então seguimos para nossa última atração na cidade, o Musée de l'Air et de l'Espace, em Le Bourget. A intenção era ir de transporte público, pegamos o metrô até a estação La Courneuve e descemos para pegar o ônibus 152. Essa região nem parece Paris, há muitas barracas de venda no estilo feira livre, com muita sujeira no local e pessoas mal encaradas, passando uma sensação de insegurança. Como eu não conseguia achar o ponto de ônibus e não me senti seguro na região, decidi chamar um Uber para nos levar até o Museu. Eu e mamis gostamos muito de avião, então era imprescindível visitar o Museu, afinal lá tem a "Rainha dos Céus" (o Boeing 747) e dois Concordes. Já que não temos oportunidade de voar neles, pelo menos tivemos o gosto de conhecê-los no Museu. Entramos com o Paris Museum Pass. Para voltar para Paris, pegamos o ônibus num ponto em frente ao Museu. Passamos em frente ao Stade de France mas nem deu para tirar foto. Dia 9: ida para Roma Fizemos check-out no hotel e fomos para o aeroporto. Para fechar a viagem, comprei o famoso macaron na Ladurée para experimentar e nem mamis nem eu gostamos (parece um suspiro recheado rs). Nos despedimos da França e seguimos viagem para Roma. Continuação do relato pela Itália: Continuação do relato pela Holanda:
  4. Gostei do relato, bem diferente da viagem que fiz à França em fev/2019. Achei bem corrido o roteiro, vocês conseguiram aproveitar bem?
  5. A viagem demorou uns 50 minutos de Paris até lá. A vantagem é que a estação é em frente a entrada da Disney e aceita o Navigo, então é a forma mais barata de ir. Outra forma de ir é de táxi/uber ou motorista particular, mas acho que não vale a pena pelo custo e pelo trânsito.
  6. Dia 6: Disney Paris Tiramos esse dia para ir à Disney. A ideia inicial era não irmos, porém um belo dia estava navegando na internet e decidi entrar no site da Disneyland Paris e me deparei com uma promoção de 50% de desconto no preço do ingresso 01 dia/02 parques (de 99 por 49 euros), aí aproveitei e comprei na hora, totalizando duas pessoas pelo preço de uma. Foi uma surpresa para mamis e ela amou. Saímos do hotel e fomos de metrô e RER até a Disney usando o Navigo. No início, o Navigo de mamis não tinha validado a catraca e uma nativa muito gente boa deixou que mamis passasse com ela na catraca. Apesar da gentileza, passei o trajeto inteiro com medo da fiscalização e da multa. Na hora de sair da estação o Navigo validou normalmente, não sei o que pode ter acontecido. Apesar de muita gente dizer que não vale a pequena, que é pequena, que a Disney de Orlando é melhor etc., sinceramente eu amei e recomendo muito ir para quem tiver interesse, principalmente para quem não pode/não quer ir para Orlando. Eu mesmo me dei muito satisfeito com a Disney de Paris e não tenho vontade nenhuma de ir na de Orlando. Primeiro fomos no Walt Disney Studio que é menor e mais "fraquinho", fomos em alguns brinquedos e depois fomos para o Disneyland Paris. Aqui vai uma dica que usamos muito: baixei o app da Disney de Paris, que informa o tamanho da fila de cada atração. Desistimos de ir em todos os brinquedos com fila maior que 15 minutos. Para tirar foto com o Mickey, por exemplo, a fila era de duas horas, sem condições. É impossível ver tudo, então tem que escolher bem onde ir e infelizmente algum brinquedo interessante vai acabar ficando para trás. Mas mesmo assim conseguimos aproveitar bastante, fomos principalmente em montanhas russas e brinquedos mais radicais. O único infantil que fomos foi um trenzinho pela história do Pinóquio. Também acontece vários mini shows ao longo do dia, na entrada a gente recebe um panfleto com a programação aí é só escolher. Lembre-se, não dá para ver tudo, e muitos shows acontece no mesmo horário. Passamos o dia inteiro e para comer levamos sanduíche porque os preços lá são bem caros. No encerramento tem um show de luzes perfeito, não vou postar aqui porque acha fácil no YouTube.
  7. Dias 4 e 5: Mont Saint-Michel Na segunda-feira, fizemos check-out no hotel e fomos para a Gare Montparnasse. Lá deixamos as mochilas grandes no guarda-volumes e viajamos apenas com as pequenas, já que voltaríamos no dia seguinte. Não lembro o preço que paguei, mas apenas um guarda-volume foi necessários para as duas mochilas grandes (uma Quechua Forclaz de 70 L e a outra de 50 L). Às 08h11 pegamos o TGV ("trem bala" francês) rumo à Rennes. Chegando, fomos comer e esperar pelo ônibus que nos levaria ao Mont. Comprei as passagens pelo site da SNCF tanto para o trem quanto para o ônibus, foram 35 euros por pessoa por trecho (20 do trem + 15 do ônibus). Bem caro, mas não consegui comprar o trem low cost (OuiGo) e não achei outra forma mais econômica para ir de Rennes até o Mont. O ônibus para o Mont saiu às 11h45 e a viajem durou 01h10. Detalhe que o ônibus não deixa direto no Mont, mas numa estaçãozinha onde fica o Centro de Informações Turística. Aí pega outro ônibus, o "Passeur", que deixa na entrada do Mont, aonde acaba de chegar a pé. Esse "Passeur" é de graça e tem várias vezes ao dia. É um ônibus bem interessante, ele não tem frente nem trás, o motorista que troca de lado dependendo a direção. Demora coisa de 15 minutos até o Mont. Para quem quiser encarar a caminhada, dá uns 45 minutos, é gostoso ir andando também, vai do seu nível de empolgação/cansaço/tempo. No dia que fomos estava nublado, de longe não dava para ver o Mont direito, mas à medida que íamos chegamos perto ele ia se revelando, é lindo gente, vale muito a pena ir. Fomos direto para o hotel fazer o check-in. Ainda não estava no horário mas ganhamos early check-in Tinha feito reserva no Hotel le Mouton Blanc e fomos direcionados para o Hotel Ermitage. A atendente do check-in me disse que foi um upgrade, apesar de ambos serem 3 estrelas. O le Mouton fica na rua principal, na "base" do Mont, e o Ermitage fica num nível acima, tendo uma vista mais ampla da costa da Normandia. Deixamos as coisas no quartos e saímos para passear pelo Mont e visitar a abadia. A entrada custa 10 euros. Aluguei aqueles fone de ouvido com gravação para servir de guia, não lembro o preço mas deve ter sido uns 5 ou 10 euros também, aluguei um só para nós dois mas não recomendo; além de ser chato de usar não tem informações assim tão relevantes para quem tá só passeando mesmo. O passeio é bem completo e cansativo, a abadia é enorme e tem muitas salas para visitar, com muitas escadas, mas cada lugar tem uma visão diferente e vale muito a pena a visita. Depois da visita e de andar pelo Mont, fomos para o quarto descansar um pouco e tirar um cochilo. A noite saímos para ver o Mont e jantar. A vista é de tirar o fôlego. Na terça-feira, acordamos e fomos tomar café da manhã, que estava incluso na diária do quarto. Foi o disparado o melhor café da manhã de hotel que já tomei na vida. Depois fomos para o quarto arrumar as coisas e preparar para voltar para Paris. Fizemos o check-out e fomos para a estaçãozinha pegar o ônibus para Rennes. Como não estava ventando e tínhamos tempo, optamos por ir caminhando até a estação. Às 14h05 pegamos o ônibus e chamos em Rennes às 15h15. Nosso trem para Paris era apenas às 17h52, então decidimos conhecer um pouco de Rennes. Confesso que achei a cidade bem gostosinha, o charme de interior da França me agradou mais que o charme da capital. Depois pegamos o TGV de volta a Paris, pegamos as mochilas na Gare Montparnasse, pegamos o Navigo e fomos para o mesmo hotel que ficamos. Observações: 1. Muita gente costuma fazer bate-volta a partir de Paris até o Mont Saint-Michel, eu pessoalmente não acho uma boa opção, pois é bem longe, chega cansaço e ainda tem muitos degraus para subir e descer (muitos mesmo); sem contar que não dá para ver o Mont a noite nem o fenômeno das marés; 2. No dia que fomos estava previsto a maré alta (ficaríamos ilhados), mas não vi nada, não sei se aconteceu de madrugada enquanto estava dormindo, mas só vimos mesmo a maré subindo normal, sem fechar a passagem; 3. Os hotéis que ficam no Mont são bem caros a diária, paguei 840 reais, porém acho que é um gasto que vale a pena considerar, afinal é uma experiência única de dormir numa fortaleza com quase 800 anos (mais velha que a descoberta do Brasil), que resistiu à guerras e à força da natureza; 4. Se realmente não couber no seu orçamento a hospedagem no Mont, tem vários hotéis na cidadezinha próxima com diárias bem mais em conta, e o "Passeur" é de graça e tem várias vezes ao dia; 5. Decidimos jantar num dos restaurantes do Mont, pois estávamos cansados demais para sair do Mont e ir até a cidadezinha e depois voltar. Não recomendo, é tudo muito caro e a porção é pequena; 6. Apesar de todo o trabalho logístico e o custo dessa aventura, super recomendo visitar o Mont e dormir por lá, acho que vale cada centavo e faria tudo de novo;
  8. Será que não é a taxa de embarque, taxa de inspeçaõ de bagagem etc, semelhante às taxas aeroportuárias? Dei um google nesse deviation insurance e parece que é um "seguro contra mudança de rota", não entendi nada. Ademais, que roteiro você está pesquisando? Essa voyages en cargo é confiável? Qual o tipo de viagem?
  9. @renatasoares fiquei impressionado em como foi tranquilo viajar com mamis. Ela tem alguns problemas de saúde e eu fiquei preocupado em ela ter uma crise durante a viagem, mas graças a Deus foi tudo bem (na verdade quem acabou doente fui eu kkkkkk, mas nada sério). Meu inglês é intermediário, mas nos hotéis, restaurantes e áreas turísticas é tranquilo. Apenas um único francês foi rude comigo (não sei se por falar em inglês ou por ele ser rude mesmo). Aprendemos o bonjour, bonsoir e merci, além do je ne parle le français né. Sempre chegávamos com um sorriso no rosto comprimentando em francês e dizendo que não falava francês, aí partia pro inglês. Teve um episódio que eu tive que usar o tradutor do celular, escrevi em português e mostrei o escrito em francê na tela pra pessoa e ela foi bem receptiva. Eu tenho facilidade com localização, mapas, linhas de metrô e ônibus, então não tive dificuldades em me localizar por lá. Pra quem mora em SP, Rio etc e tem costume de usar transporte público não tem tanta diferença não, mas é sempre bom dar uma estudada nos mapas antes pra não ficar perdida.
  10. Legal, anotei algumas dicas aqui. Esse TiketLoko é mesmo confiável? Eu sou estudante e vi que algumas atrações tem meia entrada. Outra dúvida, como estava o clima/temperatura? Vou em julho e estou com medo de pegar muito frio hehehehe
  11. Dia 3: Paris - Tour Eiffel Descemos na estação Champ de Mars - Tour Eiffel do RER C e caminhamos até a Torre Eiffel. Aqui vai uma confissão: no primeiro dia em Paris eu vi ela de longe, achei bonita mas nada demais, porém agora era a primeira vez que me aproximava dela e simplesmente fiquei estarrecido, e posso dizer que até hoje é mais bela torre que já vi, uma mistura de arte e magia sem igual, que mesmo não sendo um das mais altas do mundo, impressiona pelo seu tamanho. Ficamos até anoitecer, depois fomos ver ela piscando. Os ingressos foram comprados até o topo, demos sorte que o dia estava limpo. Uma dica que dou é comprar até o segundo andar, se o dia estiver bonito, compra lá na hora a subida até o topo. Tentem marcar um horário que subam no fim do dia, mas ainda claro, e fiquem até anoitecer, pois assim você vê Paris em três condições (dia, pôr do sol, noite) com um único ingresso.
  12. Dia 3: Paris - Sacre-Coeur Saímos do hotel e antes de pegar o metrô procuramos uma "padaria" para o petit dejeneur. Encontramos uma bem próximo do hotel mesmo, a poucas quadras de caminhada. Tomamos um suco de laranja natural, café expresso e comemos um croissant. Não lembro o preço, mas achei caro pelo tamanho das porções. Para mim estava uma delícia, mas mamis não gostou do café. Arredores do hotel e da "padaria". Mamis plena no metrô de Paris. Pegamos o metrô e fo mos em direção à Sacré-Coeur. Não tenho certeza, mas olhando no mapa acho que descemos na estação Barbès - Rochechouart, meio que sem querer, porque fiquei meio perdido em saber qual era a estação mais próxima. Pelo menos aproveitamos para dar uma caminhada de leve pelo bairro. Não tem nada de mais, mas por ser o segundo dia em Paris cada esquina era um encanto, com as construções, os letreiros e vitrines de lojas etc., todos esses encantos quando estamos em um país pela primeira vez... Caminhamos e chegamos na Sacré-Coeur por uma rua cheia de lojinhas, estilo feirinha. Acho que esse momento dispensa apresentação rs. Olha essa foto: É possível subir andando, vai muito da sua disposição. Para evitar a fadiga subimos com o funicular, ao preço de um ticket t+. Achei caro, mas mamis não podia andar muito para não cansar, então valeu a pena. A subida é bem rápida, nem deu para curtir direito o meio de transporte e já estavámos chegando rs. A Basílica é imponente, surpreende tanto pelo tamanho quanto pela beleza - aliás, eu fiquei impressionado a viagem inteira com o tamanho das estruturas e monumentos - e a vista de Paris ao fundo não tem palavras. Detalhe que Paris é sempre cheia de turista, mesmo na baixa temporada. Imagino em julho como deve ser lotado. Visitamos a Basílica por dentro. Depois, seguimos até a Place du Tertre (Praça dos Artistas), andamos até o Le Mur des Je t'aime (é um muro onde tem escrito "eu te amo" em várias línguas), claro que não deixamos de procurar aonde estava escrito em português né. Depois, andamos um pouco e entramos numa loja para comprar perfume, passamos um bom tempo naquela maravilha de cheiros. Compras feitas, fomos atrás de um lugar para almoçar antes de voltar para o centro. No roteiro estava previsto visitar ainda a Igreja da Madeleine, Palais Royal e Opera Garnier, tudo só por fora, e passear pelo Champs de Mars e Jardins du Trocadéro antes de seguir para a Torre Eiffel, porém, nosso ingresso tinha hora marcada e o relógio foi contra nós (ou nós que ficamos admirados e acabamos esquecendo as horas kkkkk) e infelizmente tivemos que abandonar essa parte.
  13. Info: viajamos em fevereiro de 2019, em pleno inverno, mas nos acostumamos fácil ao frio. Mais ou menos no sexto dia da viagem eu começer a ficar resfriado, com falta de ar e tosse. No dia seguinte não tinha melhorado e fui na farmácia comprar um remédio. Coloquei as palavras no Google Tradutor do celular e mostrei para a farmacêutica, que prontamente me indicou a prateleira onde pude escolher os medicamentos. Segurança: Durante toda a viagem não tivemos nenhum contratempo com relação à segurança. Seguimos as dicas e mantivemos vigilância total, confesso que até fiquei um pouco paranoico hehehe, toda hora conferia os bolsos e tal. Na mochila não carregava nada de valor, apenas uma garrafa d'água, luva, guarda-chuva, essas coisinhas, então usei ela nas costas sem neura. Dia 2: Paris Tinha nevado na madrugada antes da chegada; ao pousarmos no CDG, de dentro do avião dava para ver os resquícios de gelo/neve. Infelizmente durante toda a viagem não pegamos neve. Após passar pela imigração e alfândega, fomos na Loja Relay comprar o chip de internet da Orange (40 EUR, 20 GB, 30 dias, válido por toda a União Europeia); passamos no Posto de Informações Turística para comprar o Paris Museum Pass (2 dias, 48 EUR), e ali mesmo no aeroporto, na loja Marks & Spencer, tomamos café da manhã, um menu de sanduíche, suco de laranga e um yaourt maravilhoso (divino mesmo, infinitamente melhor que os iogurtes gregos), por 7 EUR (na verdade foi seis e alguma coisa). Depois seguimos para a estação do RER. Infelizmente não achei o guichê para comprar o Navigo, mas como só usaríamos na terça-feira isso não chegou a ser um problema. Além dos tickets do RER até Paris (10,30 EUR), comprei um carnet com 10 tickets t+ para andar nesse final de semana, saiu por 14,90 EUR. Comprei nas máquinas de atendimento automático, que não estava aceitando dinheiro. Pegamos o trem até a estação Gare du Nord (aproximadamente 30 minutos), onde pegamos o metrô até a estação próxima do hotel (mais uns 15 minutos). Ficamos hospedados no 10.º arrondissement, no Hotel Aida Marais Printania (a um quarteirão da estação Jaques Bonsergent, linha 5 do metrô). Paguei R$ 662,56 por duas diárias. Não sei qual seria o valor em euros porque reservei no hotels.com, pagando em reais e parcelando em 12x. Chegamos no Hotel por volta de 12h30, onde o recepcionista (um peruano muito simpático) nos presenteou com uma sacola de papel do hotel com duas caixinhas de suco. No balcão estava disponível um biscoitinho também. Fizemos o check-in, pagamos a imposto municipal e aguardamos uns trinta minutos até a liberação do quarto. Visão da janela do hotel e mamis maravilhosa! Fomos para o quarto descansar e dormir um pouco. Não programei nada para esse primeiro dia de chegada, pois o interesse era justamente descansar e se acostumar com o frio e a diferença de fuso horário. Mais tarde saímos para um passeio descompromissado, mais para se ambientar e ter um primeiro contato com a cidade, e mamis também queria visitar os brechós, que seria melhor encaixado nesse primeiro dia para não comprometer o cronograma. Depois da soneca saímos para passear em direção ao brechó. Como era sábado e estavam tendo protestos dos coletes amarelos, a Place de la République estava fechada. Voltamos pela avenida e pegamos o metrô na estação Jacques Bonsergent mesmo. Descendo na estação Hôtel de Ville, ficamos maravilhados com a imponente construção. Atravessamos uma ponte (pelo mapa acredito que seja a Pont D'Arcole), e andando mais um pouco chegamos à Notre Dame, que só apreciamos por fora, já que a visita estava programada para outro dia. Continuando a andança, atravessamos mais uma ponte, voltamos e chegamos ao Palais de Justice e a Saint Chapelle. Não entramos. Mamis em frente ao Palais de Justice. Mamis e eu em alguma ponte de Paris. No momento que eu escrevo este relato eu olho no Google Maps e tento lembrar o trajeto que fizemos e vou pegando os nomes, mas enquanto flanávamos em Paris estávamos tão maravilhados que não me preocupei em saber o nome das atrações nem os endereço, apenas andamos descompromissadamente. Primeiro contato com a Tour Eiffel. Confesso que de longe assim eu não fiquei muito surpreso com a torre, parecia distante e sem graça demais rs. Mal sabia eu que no dia seguinte mudaria completamente de pensamento rs. Seguimos andando e passamos por uma praça com uma torre (Square de la tour Saint-Jacques), pelo Centre Georges Pompidou e finalmente chegamos aos brechós. Nisso devia ser umas 18h. Comemos em alguma barraca de rua nesse trajeto, eu peguei o crepe de Nutella e mamis o de fromage (queijo). Square de la tour Saint-Jacques e nós em frente ao Le Centre Pompidou. No brechó, enquanto mamis olhava as peças de roupas, eu fiquei mexendo no celular. Mamis não quis comprar nada, disse que não viu nada interessante, mas disse que os preços e a qualidade das roupas eram boas. Pra quem tiver interesse deixo aqui o endereço dos brechós que fomos: Kilo Shop: 79 Rue de la Verrerie; Kilo Shop Kawaii: 65 Rue de la Verrerie; Free'P'Star: 61 Rue de la Verrerie; Emmaüs Boutique: 35 rue Quincampoix; Depois saímos caminhando em direção à Place des Vogues Passamos num mercado para comprar comida e pegamos um metrô para voltar para o hotel. Apesar de não ter nada programado nesse primeiro dia, foi bem proveitoso essa caminhada, pois já me familiarizei um pouco com a cidade e o metrô.
  14. Dá uma checada nesse prazo do stopover, porque eu fui pela AirFrance e fiquei uma semana em Paris na ida e uma semana em Amsterdam na volta. Com outras cias não sei qual o prazo. Recomendo pesquisar todas essas possibilidades (ida SP-Paris volta Londres-SP, etc, etc) e verificar a que melhor te atende, tanto quanto a horários quanto preço.
  15. Olá pessoal! Deixo aqui o relato da viagem que fiz com minha mãe em fevereiro de 2019. É o primeiro relato de viagem que escrevo, então já peço desculpas se algo ficar repetivivo ou não tiver detalhes. Vou escrever por partes, conforme a sequência da viagem. Let's go. Dia 1: apresentação e embarque Certo dia minha mãe (mamis) me revelou que tinha vontade de conhecer Paris e Roma. Ela não sabia explicar o porquê dessas duas cidades e não outras. Com bom viajante, compreendo perfeitamente essa vontade, imagino que vocês tb já quiseram visitar um lugar sem saber por que, apenas ir e pronto! Como ela não tem condições físicas nem financeiras de ir sozinha, decidi que a levaria para sua primeira viagem internacional e longa. Com essas duas cidades em mente, a primeira coisa que eu fiz foi comprar a passagem aérea (não recomendo fazer isso rsrs, mas eu tenho uma enorme dificuldade em planejar uma viagem, se não tiver as passagens compradas era como se não tivesse certeza de que ia viajar, aí imagino que estaria planejando a toa, aí não planejaria nada e acabaria não viajando). Com várias dúvidas ainda, recorri ao mochileiros, blogs de viagens, youtube etc. Coisas como onde se hospedar, o que ver e fazer, como se locomover, quanto tempo ficar etc. Como eu queria que mamis tivesse uma boa experiência ainda no voo de ida, optei pelas cias mais tradicionais, com boa avaliação dos usuários e que não tivessem históricos de transtornos, como perda de bagagens, atrasos etc. Nesse sentido, a melhor opção seria voar AirFrance, com a vantagem do voo direto até Paris. Comprei a passagem de SP até Roma com stopover de uma semana em Paris. Pra felicidade geral da nação, a KLM faz parte do mesmo grupo da AirFrance, então na volta podemos aproveitar outro stopover, desta vez em Amsterdam. Financeiramente a passagem saiu mais cara do que se fossêmos por outra cia, mas nessa hora o emocional ganhou do racional e comprei mesmo assim. A vantagem foi que os voos internos (de Paris a Roma e de Roma a Amsterdam) estavam inclusos e com bagagem, assim não precisei me preocupar em pesquisar voos com as low cost e gastar ainda mais pra incluir bagagem (uso isso como conforto mental pra justificar pagar a mais rs). Se eu fosse sozinho provavelmente não faria isso, mas como queria que mamis tivesse uma boa experiência valeu a pena. Outra coisa que pesou na escolha da cia foi o fato de ser a primeira viagem internacional de mamis, e também a primeira viagem longa de avião. Confesso que fiquei preocupado quanto a isso, pois o máximo que ela tinha voado antes eram 3h, e pegar um voo de quase 11h assim pode assustar um pouco. Graças a Deus ela não teve nenhum medo nem receio. Dona Sonia (mamis) no Aeroporto de Guarulhos, momentos antes de embarcar no Boeing 777-200 da AirFrance (ao fundo), rumo a Paris. Também foi a primeira vez dela em um avião grande, e a primeira palavra dela ao entrar no avião: "- Que lindo!". Imaginem a minha emoção rs! O voo trancorreu sem problemas. Pegamos turbulência na travessia do Atlântico, mas nada que assustasse. Mamis conseguiu dormir bem. A AirFrance não foge do padrão da econômica (serviço de bordo, sistema de entretenimento, espaço para as pernas e reclinação das poltronas, além dos clássicos travesseiros, cobertores e fone de ouvido), mas tem alguns "mimos" que poucas cias oferecem, como máscara de dormir e lenço umedecido para higienizar a mão antes da refeição. O grande destaque fica para a cordialidade das comissárias e, claro, o champagne que é servido como welcome drink, mesmo na econômica. Champagne servido no voo da AirFrance. Pelas passagens, paguei R$ 3.189,58 por pessoa, comprada em junho/2018 para embarque no dia 01/fevereiro/2019. Em dólares, saiu por U$ 717,00. Em julho fechei o seguro viagem com a Mondial/Allianz, que custou R$ 302,24 por pessoa (era mais caro, lembro que usei um cupon de desconto). Graças a Deus não precisamos de atendimento na Europa, então não tem como avaliar o seguro.
  16. Então você pode tanto comprar uma passagem para Lisboa pela Air France, com stopover em Paris, ou comprar uma passagem para Paris pela TAP, com stopover em Lisboa. Particularmente recomendo pegar a AirFrance, que já tem bagagem inclusa e oferece um serviço melhor que a TAP, além da possibilidade de ir ou voltar com a KLM e aproveitar mais um stopover em Amsterdam, caso tenha interesse. De qualquer forma acho que o preço é mais importante, então se surgir alguma promo pela TAP, incluindo a bagagem se compensar compra. De Paris a Londres você iria e voltaria de trem. As vendas devem começar com 90 ou 120 dias de antecedência, compre assim que liberar para pagar o menor preço. Quanto à hospedagem, quanto mais cedo reservar melhor. Recomendo que assim que comprar as passagens aéreas já pode pesquisar e reservar hospedagem. Setembro já tá aí praticamente, seis meses passam voando kkk. Quanto aos trens, recomendo comprar um horário durante o dia para poder ver a paisagem, de noite não vê nada.
  17. Primeiramente você precisa decidir duas coisas: (1) Lisboa é realmente um destino de viagem, você quer mesmo conhecer ou apenas aproveitar a possibilidade de stopover da TAP. Digo isso pq você pode acabar encontrando passagens mais barata com cias melhores (lembre-se que a TAP não oferece despacho de bagagem nas tarifas mais baratas, enquanto a AirFrance por exemplo oferece, e isso é um ponto a ser considerado). A própria AirFrance tb oferece stopover, então você pode comprar uma passagem SP-Londres ou SP-Lisboa com stopover em Paris. (2) a ordem das cidades importa para você, ou seja, você quer mesmo fazer Lisboa-Paris-Londres ou pode fazer Londre-Paris-Lisboa? Isso pq quando for pesquisar as passagens vai ver que o preço muda muito. Feito isso, comece a pesquisar as possibilidade de passagens, que são imensas, mas recomendo múltiplos destinos, por exemplo ida SP-Primeira Cidade e volta Última Cidade-SP, com o trecho interno operado pela mesma Cia: Exemplo: TAP SP-Lisboa-Paris ou Londres-SP, AirFrance SP-Paris-Lisboa ou Londres-SP, British SP-Londres-Paris ou Lisbo-SP, enfim, são várias possibilidades. Se não for possível, você pode comprar uma passagem BR-Europa-BR para quaisquer dessas cidades, e os trechos internos fazer de avião low cost (Lisboa-Paris ou Lisboa-Londres) ou trem (Paris-Londres). Tem que ver o mais vantajoso para você. Quanto ao horário de voos realmente é complicado para quem mora no interior, mas lembre-se que independentemente do horário que você comprar podem acontecer atrasos e cancelamento ou você ser transportado por outra cia diferente da que comprou, então não algo que temos muito controle sobre isso, por isso a recomendação de não programar nada nos dias de chegada e volta.
  18. Pessoal, passagens compradas e hotéis reservados. Meu roteiro tá assim: ROTEIRO PRELIMINAR – EUROTRIP FEVEREIRO 2019 sexta dia 1 - voo SP -> Paris sabado dia 2 - Chegada, descanso, aclimatação, comprar chip e roupas de frio domingo dia 3 - Louvre segunda dia 4 - ida Mt. St. Michel terça dia 5 - volta Mt. St. Michel quarta dia 6 - Disney quinta dia 7 - Versalhes, Tour Eiffel sexta dia 8 - Jardim de Luxemburgo, Catacumbas, Citypharma sábado dia 9 - voo Paris -> Roma, caminhada por Roma, ver passes domingo dia 10 de - Coliseu, Forum Romano, Fontana di Trevi segunda dia 11 - Vaticano, Necrópole e Galeria Borghese terça dia 12 - trem Roma->Veneza (14h15-18h) quarta dia 13 - em aberto quinta dia 14 - talvez ida a Murano sexta dia 15 - em aberto sábado dia 16 - trem Veneza->Florença (14h-16h05) domingo dia 17 - Pisa e talvez Lucca segunda dia 18 - Ufizi e Academia, trem Florença->Roma (19h52-21h25) terça dia 19 - em aberto quarta dia 20 - voo Roma -> Amsterdam quinta dia 21 - bate-volta Rotterdam sexta dia 22 - Antuérpia, se viável, senão, ficar por Amsterdam mesmo sábado dia 23 e domingo dia 24 - Casa de Anne Frank, canais, As 9 Straatjies, O Museu da Casa-Barco, O Begijnhof, O Mercado de Flores, A Rembrandtplein, O cinema Tuschinski, A Sinagoga Portuguesa, A Casa de Rembrandt, O Nieuwmarkt, I Amsterdam sign, Museumplein, Voldenpark, Museu Van Gogh, mercado Albert Cuypmarkt segunda dia 25 -talvez Zaanse e/ou Volendam, barco e pub holandês, talvez cruzeiro noturno, bairro da luz vermelha terça dia 26 - voo Amsterdam -> SP O que acham? Alguma dica?
  19. Pessoal, passagens compradas e hotéis reservados. Meu roteiro tá assim: ROTEIRO PRELIMINAR – EUROTRIP FEVEREIRO 2019 sexta dia 1 - voo SP -> Paris sabado dia 2 - Chegada, descanso, aclimatação, comprar chip e roupas de frio domingo dia 3 - Louvre segunda dia 4 - ida Mt. St. Michel terça dia 5 - volta Mt. St. Michel quarta dia 6 - Disney quinta dia 7 - Versalhes, Tour Eiffel sexta dia 8 - Jardim de Luxemburgo, Catacumbas, Citypharma sábado dia 9 - voo Paris -> Roma, caminhada por Roma, ver passes domingo dia 10 de - Coliseu, Forum Romano, Fontana di Trevi segunda dia 11 - Vaticano, Necrópole e Galeria Borghese terça dia 12 - trem Roma->Veneza (14h15-18h) quarta dia 13 - em aberto quinta dia 14 - talvez ida a Murano sexta dia 15 - em aberto sábado dia 16 - trem Veneza->Florença (14h-16h05) domingo dia 17 - Pisa e talvez Lucca segunda dia 18 - Ufizi e Academia, trem Florença->Roma (19h52-21h25) terça dia 19 - em aberto quarta dia 20 - voo Roma -> Amsterdam quinta dia 21 - bate-volta Rotterdam sexta dia 22 - Antuérpia, se viável, senão, ficar por Amsterdam mesmo sábado dia 23 e domingo dia 24 - Casa de Anne Frank, canais, As 9 Straatjies, O Museu da Casa-Barco, O Begijnhof, O Mercado de Flores, A Rembrandtplein, O cinema Tuschinski, A Sinagoga Portuguesa, A Casa de Rembrandt, O Nieuwmarkt, I Amsterdam sign, Museumplein, Voldenpark, Museu Van Gogh, mercado Albert Cuypmarkt segunda dia 25 -talvez Zaanse e/ou Volendam, barco e pub holandês, talvez cruzeiro noturno, bairro da luz vermelha terça dia 26 - voo Amsterdam -> SP O que acham? Alguma dica?
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