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Clarissinha

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Tudo que Clarissinha postou

  1. @CeBoLaRk olá! Eu até respondi seu post sobre a dúvida de alugar carro. Então, acho q depende muito do que você quer fazer, como está seu roteiro. Eu gostei de ter "investido" um dia para ir até Key West, mas eu já tinha ido outras vezes para Orlando/Miami. Então eu não deixei de fazer nada do que eu queria para ir para Florida Keys, já estava na programação. Agora, se vc não for muito de praia, não sei se é tão interessante assim. Se vc tiver dias sobrando, pode ser uma boa para fazer algo diferente. O que eu quero dizer é que não posso falar para vc ir ou não. Por exemplo, eu queria algo a mais dos parques de Orlando e resolvi passear por Florida Keys (adoro praia), então foi ótimo. Agora, eu não recomendaria para o meu irmão, pois ele não gosta de praia e preferiria mil vezes ficar numa loja de eletrônicos ou ter um dia a mais de parque em Orlando. Outra coisa, tem que ver como vc iria: ônibus? carro alugado? Sinceramente, acho a estrada puxada para ir e voltar de Miami sozinho no mesmo dia. Eu acho que me cansaria mais do que curtiria... mas isso também vai de cada um, tem gente que ama uma estrada. Acho que não ajudei muito...
  2. Mais uma vez, depende muito da sua programação e localização. Indo sozinho, quem sabe taxi fique até mais barato que alugar carro, pois além do aluguel, tem os pedágios, estacionamentos e gasolina. Agora tem que considerar o deslocamento entre Miami e Orlando. Eu só fui de carro, então não posso opinar muito sobre isso.
  3. Minha experiência é que Orlando não tem outra forma de se locomover a não ser carro próprio. Dependendo do hotel no qual vc se hospedar, pode ser que consiga algo. O hotel que eu sempre fico (Rosen inn closest to universal) tem transporte gratuito para os parques da Universal (bem perto do hotel) e cobram $20 para Disney. Considerando os $25 de estacionamento nos parques, até vale a pena pra quem tá sozinho. O ruim seria ficar "preso" a horarios e a outras pessoas. A localização do hotel também é importante, pois dependendo de onde vc ficar vai ter que dirigir para jantar ou fazer compras. Se ficar na international drive e não for fazer compras em outlets/shoppings, dá para fazer bastante coisa a pé. Orlando é feita pra se andar de carro: tudo é longe, os estacionamentos são gigantes, as ruas são largas e bem sinalizadas. Miami é o oposto. Acho dirigir lá ruim. É muito engarrafamento, nunca tem vaga e quando tem é super caro. Lógico que depende de onde vc vai ficar e o que vc vai fazer... Eu já fiquei em um hotel ao lado do aeroporto e fui para Miami Beach no ônibus do aeroporto. Já fiquei tb em Miami downtown e andei por ali a pé e de metromover (trenzinho gratuito).
  4. Fiz uma viagem em abril de 2019 para a Flórida, mais precisamente: Miami, Flórida Keys e Orlando. Eu e meu namorado queríamos ir aos parques em Orlando e também fazer algo diferente que envolvesse pegar estrada. Vimos algumas fotos da estrada de Florida Keys e decidimos que era pra lá que a gente ia. Vou fazer um resumo da viagem aqui, mas quem quiser detalhes da parte das Keys pode entrar no meu blog: https://seachandonaviagem.blogspot.com/2019/04/florida-keys-de-carro.html 3/4 – Chegamos no aeroporto de Miami por volta das 5 da manhã. A imigração foi super tranquila, usamos aquelas “máquinas de auto atendimento” pela primeira vez. Pode parecer meio intimidador, mas tem como escolher português e o resto é bem auto explicativo. Você escaneia o visto, fala se vai a passeio/negócios/estudo, escaneia as digitais e tira uma foto. Depois é impresso um papel que entregamos ao agente de imigração mais a frente. Pegamos o carro no aeroporto (já havíamos reservado pelo site) e fomos para o hotel. Resolvemos deixar o carro no estacionamento e ir passear por Miami até a hora do check-in. Nosso hotel era em downtown, então andamos um pouco por ali mesmo: metromover (trenzinho gratuito que fica rodando por downtown), parques, bayside market. Conseguimos um check in mais cedo, descansamos um pouco e a noite fomos a pé para a American Airlines Arena ver um jogo de basquete da NBA: Miami Heat x Boston Celtics. Foi muito divertido! Eles fazem de uma partida esportiva um espetáculo. 4/4 – Saímos de Miami cedo (8h) debaixo de muita chuva. 😓 Depois de mais ou menos umas duas horas e meia de estrada, fizemos nossa primeira para em Little Duck Key. Tem um pequeno estacionamento logo após a ponte de 7 milhas onde dá para parar, andar numa ponte e tirar fotos. Mais uns 5 minutos de carro e chegamos ao Parque Estadual Bahia Honda (11h). Paga-se para entrar ($8 por carro com duas pessoas) e você tem acesso a uma praia, estacionamento, banheiro, lanchonete. Foi a melhor praia pública que achei por ali. Andamos um pouco pelo parque (é bem pequeno), entramos na água, fizemos um lanche, mas logo fomos embora. Acho que dá para ficar meio dia ali, o dia inteiro já acho muito. Continuamos na estrada até chegar em Key West (14h), a última ilha de Florida Keys. Deixamos o carro em um estacionamento e caminhamos a pé pelo centrinho turístico. Fomos no marco “mais ou sul dos Estados Unidos” e andamos pela Duval st. Infelizmente não deu para fazer nenhum passeio, pois não tivemos muito tempo. Almoçamos, comemos a famosa key lime pie e por volta das 17h pegamos a estrada de volta para Marathon Key, onde passamos a noite. Decidi por reservar um hotel em Marathon e não Key West porque uma diária na primeira estava metade do preço e, como iríamos para Orlando no outro dia, já economizava uma hora no dia com mais horas de estrada. Não sei se ficou claro, mas a ideia era pegar uma hora de estrada a mais hoje para pegar uma hora a menos amanhã e pagar bem menos na hospedagem. O que perdemos? Passar o fim da tarde e a noite em Key West, talvez fazer um passeio de barco para ver o pôr do sol, beber um drink em algum dos vários barzinhos. A cidade é pequena, mas bem turística com várias atrações legais. 5/4 – Dia de estrada. Saímos às 9h de Marathon Key e chegamos em Orlando às 15h. Fizemos o check in e fomos no mercado comprar água e lanches. 6/4 – Dia de compras: Best Buy, Michael’s, Ross, Outlet... 7/4 – Fomos ao Kennedy Space Center. É um museu muito bacana com várias atrações de missões espaciais, não é um parque de diversões. Fica no centro de construção e lançamento de foguetes de Cabo Canaveral, distante mais ou menos 1h de Orlando. O foco são as missões da Nasa, principalmente a da space shuttle Atlantis e missões Apollo. Tem uma parte dedicada às missões a Marte. Pegando um ônibus (passeio incluso no ingresso básico) dá pra ver de longe o prédio da Space X e Blue Origin. Eu adorei ter ido lá, mesmo não sendo muito ligada nas missões mais antigas da Nasa, pois amo astronomia. Se você for um entusiasta do espaço, dá para passar um dia quase todo por lá. Dica: leve algum lanche porque o restaurante de lá é sofrível. Outra dica, dependendo da rodovia que você pegue pode ser que tenha pedágios e algumas exits só aceitam moedas contadas (nada de guichê para troco) e outras apenas Sunpass. Sempre tem placa avisando, mas é bom sempre andar com algumas moedas no carro. **Acho o assunto dos parques meio batido, então não vou falar muito... mas quem quiser perguntar, eu respondo na maior alegria (amo falar de viagens!)** 8/4 – Parques da Universal. Compramos o ingresso dos dois parques no mesmo dia para poder andar no trem do Harry Potter. 9/4 – Disney’s Hollywood Studios - Fique para o show da noite: Fantasmic! 10/4 – Disney’s Animal Kingdom - O brinquedo "novo" do avatar, Flight of Passage, é sensacional! Vale a fila! Dica: deixe para ir no meio da tarde. A gente chegou logo depois da abertura do parque e a fila estava do lado de fora!!! Tinha uma funcionária organizando a fila com uma placa de 3h! Perguntamos que hora ficava mais vazio e ela disse "no meio ou no final da tarde". Voltamos as 14h e pegamos 50 minutos de fila (a placa na entrada falava 80 minutos). 11/4 – Como o nosso vôo era às 23h em Miami, deu para fazer umas últimas compras em Orlando e almoçar em Disney Springs antes de pegar a estrada de volta.
  5. Gente, Vou postar aqui o meu roteiro e diário de viagem. Não é exatamente o que vocês querem fazer, mas vai que ajuda: https://seachandonaviagem.blogspot.com.br/2016/11/patagonia-argentina.html Parte 1: https://seachandonaviagem.blogspot.com.br/2016/11/patagonia-argentina-parte-1.html
  6. Sempre acho que meus relatos ficam confusos, então podem perguntar alguma coisa pq adoro falar sobre viagens
  7. Gente, fiz uma viagem com meus pais e meu irmão para NY e Orlando (rapidinho). Vou postar um resumo do que aconteceu. Quem quiser detalhes, pode perguntar aqui que eu respondo ou ir meu blog para ver o roteiro e como ir de EWR para Manhattan 21/8 Pegamos o voo da Copa saindo de Brasília às 2:00 da manhã em direção ao Panamá. O avião não tinha sistema de entretenimento individual, mas não senti muita falta porque queria dormir. Ofereceram uma refeição a noite e outra pela manhã. Chegamos às 6 e pouco da manhã na Cidade do Panamá. A conexão da Copa no Panamá é bem tranquila. Você sai em um portão e já vai para o portão do voo seguinte, sem ter que pegar mala ou passar em nenhum outro lugar. Há diversas lojas e restaurantes no terminal. Pegamos o segundo voo e chegamos em Orlando por volta de 14:30. As malas não apareceram e ninguém sabia informar o que tinha acontecido. Depois de muito esperar, habemus mala! Fui pegar o carro que havia reservado na Alamo. Peguei um Chevrolet cruze que coube as 4 malas no porta malas! Nesse meio tempo, perdi o eclipse solar Fizemos o check in no Rosen Inn at Point Orlando. Foi um hotel que me recomendaram, mas eu não gostei muito. O hotel é antigo, não tinha recepção no meu prédio e o corredor era do lado de fora do prédio. Como só íamos ficar duas noites, dava para aguentar. Fomos no walmart comprar água e comida, jantamos e descansamos da longa viagem. Jantamos no Oliver Garden da International Drive. 22/8 Fomos para o Disney’s Animal Kingdom. Chegamos logo quando o parque abriu e ficamos até às 17:00. Fomos em vários brinquedos, meus pais adoraram o Expedition Everest e o Safari. Eu gostei da parte nova Pandora do Avatar. Só consegui ir em uma das atrações, River Jouney. O Avatar Flight estava com uma fila de quase duas horas e com meu pai com dor nas costas não rolava esperar. Almoçamos no Rain Forest Café que fica na entrada do parque. Gosto da comida de lá e acho divertido o cenário e os bonecos. Andamos muito e estava fazendo bastante calor, o que nos levou a sair cedo do parque e não esperar pelo show da noite. Pegamos uma pizza na Dominos e levamos para comer no hotel. 23/8 Saímos do hotel de manhã cedo, devolvi o carro no aeroporto e fizemos o check in para o voo da United para NY. Não sei ao certo o porquê, mas nossos bilhetes da United estavam com o “TSA pre”, ou seja, não precisaríamos passar pela revista rigorosa na hora do embarque. Outra vantagem é que não tem fila e não precisa tirar os sapatos . Chegamos antes do previsto em Newark, aeroporto em New Jersey, próximo a NY. Pegamos o Air train e depois o NJtransit até a Penn Station em Manhattan. De lá, fomos a pé para o Hotel 32 32. O hotel é moderno, limpo e muito confortável. Depois de descansar um pouco, fomos passear a pé. Passamos pela Grand Central Terminal, ONU, Bryant Park e Biblioteca Pública. 24/8 O hotel “terceiriza” o café da manhã na lanchonete que fica em frente. Você tem direito a escolher uma opção de prato e café ou chá. Depois do café da manhã, pegamos o metrô até o Museu de História Natural. Lá vimos vários animais, esqueletos de dinossauros, exposições sobre diversos povos. É muito interessante e educativo. O museu sugere $25.00 para entrar, mas você paga o quanto quiser, lembrando que algumas exposições e o planetário são exclusivos para quem pagar os $25.00. Almoçamos num restaurante mexicano que fica atrás do museu (Frida), gostei da comida. Voltamos para terminar de olhar algumas coisas no museu. Pegamos o metrô para voltar ao hotel, nos arrumamos e fomos a pé para a Broadway. Já tinha comprado o ingresso para o Fantasma da Ópera pelo site, então já levei o ingresso impresso. O musical é lindo, todo mundo gostou. Voltamos a pé e passamos pela Times Square. É obrigatório passar por ali a noite. 25/8 Eu comprei o passe C3 pela internet (é como se fosse o CityPass, mas em vez de 6 passeios, você só tem direito a 3) e escolhi fazer um passeio de barco, ir no Intrepid e no Top of the Rock. Pesquisei os tipos de cruzeiros turísticos que eles ofereciam e vi que o mais interessante para a gente era um que passava pela Estátua da Liberdade e pela ponte do Brooklyn, mas teria que pagar $5.00 a mais por pessoa. Assim, fomos até o Circle Line às 14:00, apresentamos o C3, pagamos a diferença e pegamos o ingresso para o barco que saía às 16:00. De lá, fomos visitar o Intrepid que fica ao lado. É um porta aviões desativado que virou museu. Tem diversos aviões, helicópteros, submarino e até nave espacial. É bem interessante para quem curte esse tipo de coisa. Meu pai e meu irmão adoraram. Saímos já na hora de pegar o barco. O passeio foi bem legal, dá para ver a Estátua da Liberdade de perto (eu só tinha visto de longe na balsa gratuita que vai para Staten island), o distrito financeiro, a ponte do Brooklyn. Eu gostei bastante. O passeio durou uma hora e meia. Ao sair de lá, pegamos o metrô para o MoMA, museu de arte moderna. Às sextas, depois das 16:30, ele fica gratuito, então esse era o dia reservado para irmos lá hahahahaha Vimos o quadro Noite Estrelada do Van Gogh, alguns Picassos, Monet. Passei no Rockfeller Center e peguei os ingressos para o Top of the Rock para o domingo. Voltamos andando para o hotel pela 5ª Avenida. 26/8 Após o café, passamos numa confeitaria e compramos croissants, folheados, muffins e suco. Pegamos o metro para o Central Park. Andamos um pouco e estendemos nossa toalha em um dos imensos gramados para montar nosso piquenique. Deitamos, comemos, descansamos. Depois seguimos para o Metropolitan Museum – MET. Aqui também tem um preço sugerido de uns vinte e poucos dólares, mas você paga o quanto quiser. O museu é imenso e tem de tudo: templo egípcio, múmias, esculturas gregas, arte medieval, armaduras, pinturas de todas as épocas. Pra voltar ao hotel, pegamos um táxi. 27/8 Pegamos um metrô até a Ponte do Brooklyn. Andamos na parte reservada para pedestres até o primeiro arco e voltamos. De lá, fomos a pé para o memorial do 9/11 e para o Touro de Wall Street. É ali perto que pega a balsa gratuita para a Staten Island, mas como já tínhamos feito o passeio de barco, pegamos o metrô até a Madisson Square. Vimos o Flatiron e almoçamos no Eataly. Depois fomos andando pela 5ª avenida até chegar ao hotel. Descansamos um pouco e por volta das 16:00, fomos para o Rockfeller Center. Tiramos algumas fotos, entramos nas lojas da Nintendo e do Lego e às 18:00 fomos para o Top of the Rock. Eu escolhi ir nesse e não no Empire State porque aqui você tem a vista para o Central Park e para o Empire. Vimos a vista de dia e esperamos anoitecer para ver a vista à noite que é bem mais bonita. Lá em cima não tem muito o que fazer, então você pode pagar um ingresso um pouco mais caro que dá direito a subir duas vezes no mesmo dia. Assim você não precisa ficar plantado lá esperando escurecer ou então só subir à noite. 28/8 Depois do café da manhã, pegamos as malas e fomos a pé para a Penn Station. Fizemos o mesmo caminho da chegada: NJtrasit e Air Train até o Newark. Achei tudo muito prático e bem sinalizado, todos os lugares com elevadores e escadas rolantes que davam para colocar a mala. Pegamos o voo de volta a Orlando, peguei o carro novamente na Alamo. O carro era a Gran Caravan da Dodge. Nunca tinha dirigido um carro tão grande, mas foi bem tranquilo. As ruas e estacionamentos em Orlando são largos e tudo é bem sinalizado, muito bom de dirigir. Depois do check in realizado, fomos na Ross, loja próxima ao hotel que tem diversas roupas a preços bem baratos. A loja não é muito organizada, mas com um pouco de paciência é possível achar um tesouro. Depois fomos ao walmart comprar comida para o café da manhã, cosméticos e doces! 29/8 Pela manhã, fui com minha mãe em uma loja de cosméticos e na Bad, Bath e Beyond. Compramos alguns cremes para o cabelo e poucas coisas para casa. Voltamos para o hotel para pegar meu irmão e meu pai e seguimos para o Outlet. Peguei um caderno de descontos no centro de atendimento e fomos às compras. Eu ficava mais ajudando meus pais (traduzia as coisas e tal) e não comprei muito, pois estou numa vibe mais minimalista e menos consumista e o dólar nas alturas não ajuda nas compras. 30/8 Pela manhã, fomos a algumas lojas específicas: Michaels (coisas para artesanato), Office Depot (material de escritório), Best Buy (eletrônicos), Barnes e Noble (livraria e jogos de tabuleiro). Na hora do almoço, fomos ao Florida Mall. Todas essas lojas e o shopping ficam próximos, na mesma avenida. Almoçamos na praça de alimentação e passeamos a tarde no shopping. Voltamos para o hotel e, à noite, saímos para jantar. Aproveitei para abastecer o carro. De volta ao hotel, arrumamos tudo nas malas e deixamos tudo pronto para a viagem no outro dia. 31/8 Acordamos cedo, colocamos as malas no carro e fiz o check out no hotel. Em uns 20 minutos chegamos ao aeroporto, entreguei o carro, fizemos o check in no balcão da Copa e pronto. Pegamos nosso voo lotado para o Panamá e depois um voo vazio para Brasília.
  8. Resuminho de uma viagem rápida a Fortaleza, Barreirinhas e São Luís. Fiz um post com mais detalhes no meu blog: http://seachandonaviagem.blogspot.com.br/2017/06/lencois-maranhenses-rapidinho.html Em relação a Fortaleza, só tenho algumas dicas, pois fui só para visitar a família. Uber funciona na cidade, mas não é regularizado. Os motoristas estão tendo problemas com os taxistas e alguns não ao aeroporto. Se for pegar um taxi, é bom simular a rota no gps ou falar o caminho que quer ir. Peguei um taxi que queria dar uma volta e, depois que falei por onde eu queria ir, perguntou se eu era de lá. Orbita Blue: barraca de praia na Praia do Futuro super cool, com DJ, drinks, gente bonita. Boa opção para o fim de tarde. Aproveitei a viagem a Fortaleza para fazer um stop over em São Luís na volta para Brasília. Meu voo saiu por volta das 10 da manhã de Fortaleza e chegou ao meio dia em São Luís. Almocei no aeroporto e peguei o carro que havia reservado na Hertz. Ao sair de SLZ em direção a Barreirinhas (cidade de onde saem os passeios para os Lencóis), você pega a BR 135. A primeira parte é duplicada, portanto é tranquila. Depois vem uma parte que ainda não está duplicada (há obras sendo feitas) e o trafego de caminhões e carros é muito intenso. Depois de uns 50km do aeroporto, tem a entrada para a BR 402. É só prestar atenção nas placas para Morros ou Barreirinhas. A 402 é bem mais tranquila que a 135, apesar de não ser duplicada. Quase não peguei caminhão. Tem que ter cuidado com os animais na pista, havia muitos jumentos, cachorros, bois e até galinhas atravessando. Cheguei a tardinha em Barreirinhas, fiz check in na Pousada Toca dos Aventureiros e reservei um passeio para o outro dia na recepção mesmo.Fiquei sabendo que havia diferentes passeios nos Lençóis Maranhenses e mais alguns nos rios da região. Infelizmente só teria o dia seguinte, então reservamos apenas o passeio da Lagoa Bonita nos Lençóis. À noitinha, fomos até a Av. Beira Rio. É uma rua turística e charmosinha no centro de Barreirinhas que fica na beira do Rio Preguiças e que possui alguns restaurantes e lojinhas de artesanato. No outro dia, tomamos café na pousada. Às 10h fomos ao centro, demos uma volta no comércio da cidade, feirinha, mercado, nada de muito interessante. Compramos água e lanches para o passeio da tarde. Voltamos para a pousada e esperamos o carro da excursão que iria nos pegar às 14h. Decidi fazer o passeio pela tarde poque dizem que é bem melhor, o sol não está tão forte e você vê o pôr-do-sol. A caminhonete chegou no horário, passamos em outras pousadas para pegar mais pessoas e seguimos viagem. Foram uns 40 minutos de estrada de terra, com direito a travessia de balsa pelo rio. O trajeto não é longo, mas balança muito. Eu achei divertido. Quando o carro parou, subimos uma duna enorme e lá em cima, a vista dos Lençóis Maranhenses. É muito lindo. É incrível! Andamos pela areia fria (deixamos os chinelos no carro) e seguimos até a primeira lagoa. A água estava quente, cristalina. Queria ter ficado o dia inteiro ali. Continuamos por outras dunas e lagoas até a hora do pôr-do-sol. Fez muito frio na volta, pois estávamos de roupa molhada e o ventava muito em cima. No outro dia, pegamos a estrada cedo e chegamos às 11:40 em São Luís. Como nosso voo era às 15:45, pegamos um táxi até o centro histórico. Passeamos pelas ruas, Palácio dos Leões, Mercado. O táxi de ida, foi tabelado R$ 53,00. A volta deu R$40,00. Foi isso, uma viagem rapidinha só para conhecer os Lençóis. Se você não gosta de estrada, dá para ir de São Luís para Barreirinhas de transfer, van, ônibus. Nesses casos, aconselho ficar num hotel no "centro" de barreirinhas, assim você pode fazer tudo a pé.
  9. Thiago, Acho que minha resposta não vai te ajudar, já que pelo visto você já viajou. hehehehe Mas vou responder assim mesmo para, quem sabe, ajudar outra pessoa. 1) O ônibus que eu peguei é de uma empresa que faz transfer e aluga carros, Tienda Leon. Não são ônibus urbanos. São ônibus de viagem, cadeira marcada, poltrona reclinável. Eu também cheguei em BsAs por volta da meia noite e foi tudo bem tranquilo. 2) Os cafés e lojas não trocam dinheiro. Alguns apresentam uma tabela de cotação caso você queira comprar com dinheiro sem ser o peso argentino e o troco será em peso. Às vezes a cotação de determinada loja/café é muito boa, mas os preços são caros. Para trocar dinheiro mesmo, só casa de câmbio, bancos e alguns hotéis. A melhor cotação que achei foi no hotel Antertica em Ushuaia 4,20. Eu levei um pouco daqui (já tinha alguns pesos e iria para El Calafate primeiro), mas se o seu destino for primeiro em Ushuaia, recomendo trocar lá. 3) Tem duas lojas físicas dos Brasileiros em Ushuaia em Ushuaia. Acho que eles mudaram o nome para Brasileiros no fim do mundo ou algo assim. Você consegue comprar lá sem problemas. Indo na loja física, você tem a opção de comprar pelo site, pagando no cartão de crédito em reais sem iof. 4) Eu não fui muito com o intuito de economizar, mas digo logo que os gastos são passeios e alimentação. Achei a comida muito cara por lá, isso pq Brasília não tem nada barato. o que fiz foi levar alguns lanches aqui do Brasil (biscoitos, chocolates) para comer nas trilhas. Eu como pouco, e os pratos lá são bem servidos, então eu acaba levando o que sobrava para o hostel para comer no outro dia. Muita gente comprava comida nos mercados e cozinhava no hostel. Eu não fiz isso pq não sou muito de cozinhar, mas garanto que ficaria mais em conta. Dica: se você achar um preço de uma massa suspeitamente barato em algum restaurante, fique ligado pq eles podem cobrar o molho separado.
  10. Que bom! Se você tiver alguma dúvida, pode perguntar! Não estou acostumada em fazer relatos, fico com a impressão que está sempre faltando alguma coisa ou que ficou confuso
  11. Olá, Você fez muito bem indo primeiro para Ushuaia, muito melhor assim. O melhor câmbio para trocar que eu vi foi no Hotel Antartida em Ushuaia. O real estava 4,15 pesos. Não lembro ao certo quanto estava o dólar https://www.google.com.br/maps/place/Hotel+Antartida+Argentina/@-54.8055464,-68.3054102,16z/data=!4m5!3m4!1s0x0:0x9cb6a2489a59b550!8m2!3d-54.805163!4d-68.3015907 Se você já tem dólar, com certeza ganhará mais, por outro lado, não sei se valeria a pena comprar dolar para depois comprar peso. Quando eu fui, o dólar estava mais de 4 reais para comprar aqui. Se fosse trocar por peso lá, não estava mais de 16 pesos por dólar. Esta foto é de um café com o melhor câmbio que eu vi para compras. Dá para perceber q, se vc comprar o dólar a 4 reais, não compensa.
  12. Olá, João. Meus gastos ficaram assim: PATAGÔNIA - 8 dias - R$ Passagens - 1.875,00 Hospedagem 8 noites - 900,00 Transfer entre aeroportos BsAs - 100,00 Transfer aeroporto El Calafate (ida e volta) - 65,00 Taxi Perito Moreno (ida e volta) - 150,00 Entrada Parque Nacional El Calafate - 62,50 ônibus para El Chalten (ida e volta) - 270,00 Pinguinera (Brasileiros em Ushuaia) - 500,00 Canal Beagle (Brasileiros em Ushuaia) - 300,00 Excursão Parque Nacional Ushuaia (Brasileiros em Ush) - 254,00 Entrada Parque Nacional Ushuaia - 32,50 Taxi Cerro Martial (ida e volta) - 49,00 Alimentação (+ ou -) - 600,00 TOTAL - 5.158,00 Só lembrando que eu fiquei um dia em hotel e dividi uma corrida de taxi voltando do Cerro Martial Detalhe da alimentação: eu não cozinhava nos hostels, comia em lanchonetes, restaurantes e comprava coisas nos mercados. Também levei alguns lanches aqui do Brasil (chocolates, biscoitos, cereais) para comer nas trilhas, já que lá é muito caro.
  13. Voltei para falar dos hostels que fiquei na Patagônia. Antes, tenho que mencionar que foi a primeira vez que fiquei em quarto compartilhado, portanto não tenho muita experiência, mas vou repassar minhas impressões desses 6 dias. El Chalten – Lo de Trivi (2 noites) O primeiro hostel que fiquei foi o Lo de Trivi em El Chalten. O hostel era simples, parecia uma casa com vários quartos. Logo na entrada era a sala de estar / sala de refeições / recepção. A esquerda desse espaço, tinha dois quartos e um banheiro e, a direita, um corredor com uma cozinha, vários quartos e um banheiro feminino e masculino. A porta ao final do corredor dá acesso ao quintal e nos fundos ainda tinha um espaço grande de refeições/atividades e uma cozinha enorme. O hostel não oferecia café da manhã, apenas café e chá. Eles vendiam empanadas a um preço razoável. A internet não era lá essas coisas, mas dizem que é assim em toda a cidade. Fiquei em um quarto com duas beliches, um pequeno armário para coisas de valor (não caberia nem um laptop) e apenas uma tomada. Não ficou muito apertado porque só estava eu e uma canadense. Cada uma ficou na cama de baixo de um beliche e usou o espaço em volta, sem estresse. Como falei, os banheiros eram do lado de fora do quarto, no estilo vestiário. Como o hostel é muito pequeno, sempre peguei o banheiro vazio. Não cheguei a cozinhar, então não posso falar muito sobre a cozinha. Não tem muito o que dizer sobre localização em El Chalten, tudo é muito perto e só se anda a pé. Ainda assim, o hostel fica no final da rua principal, mais distante do “centro” e do terminal de ônibus. Dependendo do preço, eu voltaria a este hostel, mas há outros mais moderninhos na cidade. El Calafate – America del Sur (1 noite) Depois de uma experiência agradável, fui cheia de expectativas para o badalado America del Sur. Só tinha visto depoimentos bons, fotos lindas. Saí do terminal de ônibus e andei um bocado até chegar lá (carregando mochila). Ele fica um pouco fora do centro (mas ainda é perto) e tem uma ladeira para chegar até lá. A moça da recepção demorou muito para terminar meu check in, parecia até que queria que eu dormisse no sofá. Ela parava a todo momento para conversar com outras pessoas, fazer outras coisas. Em determinado momento, por estar cansada da caminhada e da atitude da moça, fui sentar num sofá. Só depois disso é que veio um homem para me atender. Explicou que cada quarto tem uma única chave e que, ao sair do quarto, você deixa a chave com a outra pessoa ou, se não tiver ninguém, deixa na recepção. Como a chave do meu quarto não estava na recepção, ele assumiu que tinha alguém no quarto, mas não. O meu companheiro de quarto estava indo em um passeio com a chave no bolso. O cara da recepção correu na van (sorte que ainda estava lá) e pegou a chave. Eu já estava pra lá de cansada com essa confusão e falta de organização toda, e para completar, o cara ainda me solta uma piada meio que reclamando de brasileiros. Finalmente cheguei no quarto e logo em seguida chegou um casal de Londres. O banheiro fica dentro do quarto. Quando eu reservei, por nunca ter ficado em hostel, não sabia se isso era uma vantagem ou não. Agora eu digo, é uma enorme desvantagem! Principalmente se você está dividindo o quarto com pessoas que você não conhece. Eu estava doida para tomar meu banho, mas o casal foi mais rápido. Aproveitei para ir ao mercado, mas tudo o que eu queria era um banho. Enfim, com quatro pessoas e mais um banheiro, o quarto ficou bastante apertado. Tinha um armário grande para as mochilas, mas como ninguém usou e eu iria embora no outro dia pela manhã, também não quis ter o trabalho de guardar tudo lá. O hostel oferece um churrasco argentino a $300 pesos por pessoa, com direito a comer a vontade e uma bebida. Dizem que é muito bom, mas não experimentei. Usei a cozinha do hostel que é muito boa e limpa. As áreas comuns são muito bonitas e a vista da área de refeição é linda! O café da manhã é muito bom: pães, torradas, geleias, cerais, café, leite, suco. É um hostel boutique. Lindo, grande, cool, descolado, mas não me senti a vontade e nem fui bem atendida. Ele tem cara de hotel. Talvez o fato de ter o banheiro dentro do quarto me deixou desconfortável e não o hostel em si. De qualquer forma, pela localização, não voltaria. Ushuaia – Cruz del Sur (3 noites) Nem comecei a falar do Cruz del Sur e já bateu a saudade. Já deu para saber o tanto que gostei, né? O hostel é muito bem localizado: rua Gdor. Deloqui, atrás da principal (San Martin). Tem um mercado na rua de cima e uma lanchonete quebra galho em frente ao mercado, o hotel Antartida (onde trocam dinheiro com um câmbio muito bom) fica no mesmo quarteirão. Se você marcar os pontos de interesse em Ushuaia, vai ver que o hostel está bem no meio, sem estar na muvuca da rua principal. O hostel é super charmoso, assim que você entra, tem a recepção e uma estante para deixar os calçados. Não pode andar no hostel com sapato, todo mundo usa meia, chinelo, anda descalço. No começo eu estranhei isso, mas depois acostumei e achei ótimo. Dá um clima aconchegante e despojado. Logo depois tem a área das refeições, onde é servido um café da manhã bem simples (pão, geleia, suco e café) e a cozinha. Um corredor com computadores leva para a área dos quartos e banheiro masculino. Descendo meio lance de escada, tem a porta para a área externa onde tem o living (tomadas, internet, tv, almofadas). Descendo mais meio lance de escada, tem outros quartos e o banheiro feminino. A cozinha é bem equipada e limpa. Os banheiros são estilo vestiário, o que eu gosto. A Anna, que toma conta de tudo, é maravilhosa! Muito atenciosa, sempre pronta para ajudar. Ela fala espanhol, inglês, alemão... O cachorro que eles têm lá é fofo demais, um husky branco super dócil. Mais uma vez fiquei em um quarto com dois beliches e para a minha sorte, só mais uma pessoa: um suíço super gente boa. Havia um armário médio para cada pessoa, talvez coubesse a mochila cargueira, mas nem usei. São várias coisinhas que me marcaram neste hostel. Como o dia em que cheguei tarde e já estava tudo apagado, tirei os sapatos (como se estivesse chegando escondida em casa) e fui devagarzinho até o quarto. Ou quando eu estava esperando sozinha o carro para me levar ao aeroporto e a Anna ficou me fazendo companhia. Eu recomendo e voltaria sempre para este hostel!
  14. Perito Moreno - El Chalten Laguna Torre - El Calafate Trilha - El Chalten Pinguin! Cordilheira dos Andes Lobos marinhos Cerro Martial
  15. Vou tentar detalhar as partes que quase não achei informação por aí e ser breve nas outras coisas. Todos preços são em peso argentino ($) ou real (R$). Se alguém quiser saber tudo sobre a viagem, pode ir no meu blog: http://seachandonaviagem.blogspot.com.br/search/label/Argentina Qualquer dúvida, pode perguntar aqui que eu respondo A primeira coisa que fiz foi achar a passagem Brasilia – Ushuaia com conexão em El Calafate no site da LATAM. Comprei com um stopover de 4 dias em El Calafate. Com os dias em cada cidade fechados, pesquisei o que fazer em cada lugar. O cronograma ficou mais ou menos assim: 8/11 voo saindo de Brasília 9/11 chegada em Buenos Aires (aeroporto Ezeiza) voo saindo de Buenos Aires (aeroporto aeroparque) Chegada em El Calafate Passeio 10/11 ônibus para El Chalten Trilha 11/11 Trilha 12/11 Trilha ônibus para El Calafate 13/11 voo saindo de El Calafate chegada em Ushuaia 14/11 Passeio 15/11 Passeio 16/11 Passeio voo saindo de Ushuaia Chegada em Buenos Aires (aeroporto aeroparque) 17/11 voo saindo de Buenos Aires (aeroporto Ezeiza) chegada em Brasília Para ir de um aeroporto a outro em Buenos Aires, reservei um transfer de ônibus no site Tienda Leon e paguei em dinheiro na hora ($200). Eles têm ônibus saindo a cada meia hora, durante o dia, e a cada hora durante à noite. O ônibus leva cerca de 1:20 (sem trânsito) entre um aeroporto e outro, fazendo uma parada em porto madero. Eu reservei pelo site para não correr o risco de ficar sem lugar, mas não precisava, já que o ônibus foi quase vazio (peguei de madrugada). 9/11 No aeroporto de El Calafate, que fica distante da cidade, os preços são tabelados. Taxi $480, ônibus $160. Acabei dividindo um taxi com uma americana e um alemão que também estavam viajando sozinhos. No meio do caminho, fechamos com o taxista para nos levar ao parque nacional Los Glaciares por mais $1800 ($600 para cada). A entrada do parque foi $250 (residente do Mercosul). O Parque Nacional Los Glaciares em El Calafate possui 4 passarelas de metal. As que possuem as melhores vistas do Glaciar Perito Moreno são as vermelha e amarela. A verde passa por um bosque e a azul passa pelo lago e vai até o restaurante e estacionamento. Depois de fazer o check in no hotel, fui à rodoviária para pesquisar ônibus até El Calafate. Uma empresa fazia ida e volta por $1200, com horários livres para pegar o ônibus, mas acabei fechando com a TAQSA, que fazia ida e volta por $1000, mas com horários fixos. 10/11 Saí no outro dia às 7:30 da manhã de El Calafate. Cheguei em El Chaltén por volta de 11:00. Logo antes de chegar ao terminal de El Chalten, o ônibus para no centro de visitantes do Parque Nacional (EL Chalten fica dentro do parque) e todos são obrigados a descer e escutar uma pequena palestra (inglês e espanhol) sobre o parque, as trilhas, os animais e o que pode ou não fazer. Deixei minhas coisas no hostel e fui fazer a trilha Laguna Torre. Comecei a trilha por volta do meio dia, cheguei na Laguna às 15:00, retornei às 15:30 e cheguei no hostel por volta de 18:00. Então foram praticamente 6 horas de trilha, com paradas para almoçar no mirador Torre e para apreciar as paisagens. O único tipo de infraestrutura que tem nas trilhas é uma espécie de banheiro. Na trilha da Laguna Torre há um a cada mais ou menos 3km. Para as caminhadas, aconselho a levar uma garrafa de água (não precisa mais do que isso, pois é possível enchê-la com a água dos rios e lagos do parque), lanches e um casaco para o vento. Não senti frio durante a trilha, mas ao chegar na Laguna, os ventos estavam muito fortes e só possível ficar lá porque levei um casacão. 11/11 No outro dia, estava com as pernas doendo e não tive coragem de fazer a trilha do Fitz Roy. Resolvi fazer as trilhas menores: Mirador de los condores e Salto del Chorillo. São trilhas fáceis e curtas. A primeira é excelente para se ter uma vista da cidade. De lá, pode-se ir ao mirados de las aguilas e ter uma vista do lago. A trilha para o Salto del Chorillo é a mais fácil de todas, mas a cachoeira não é lá grandes coisas (talvez por eu estar acostumada com as lindas cachoeiras aqui perto de Brasília). Só indico se você estiver com tempo sobrando ou quiser descansar das trilhas puxadas. 12/11 No dia seguinte, peguei o ônibus às 11:00 da manhã de volta para El Calafate. Simplesmente descansei. Deveria ter pego o ônibus que saía mais tarde de El Chalten, mas como já tinha comprado com horário fixo... Há muito mais o que fazer em El Chalten do que em El Calafate. 13/11 No outro dia, peguei um transfer do hostel ao aeroporto $100 e depois voei para Ushuaia. Como fechei 3 passeios com os Brasileiros em Ushuaia, eles foram me buscar no aeroporto (teve o transfer de volta também). Fiz check in no hostel e fui passear um pouco na rua principal (San Martin) e no porto. Comprei um pouco de pesos no Hotel Antartida (melhor cotação). 14/11 Fui ao porto pegar o ônibus para o passeio dos Pinguins. O ônibus leva 1:40 para chegar a estância. Lá há uma parada para ver umas árvores contorcidas pelo vento, depois o grupo é dividido em dois: um vai ao museu e depois aos pinguins e o outro faz as visitas na ordem contrária. Meu grupo foi primeiro ao museu. É um museu pequeno, basicamente com esqueletos de aves e mamíferos marinhos. Depois esperamos um pouco em uma cafeteria e pegamos um barco até a Isla Martillo. Lá caminhamos cerca de 40 minutos entre pinguins e outras aves. Chegamos em Ushuaia por volta das 15:00. Fui para o hostel descansar. À noite, saí para jantar. 15/11 Me buscaram cedo no hostel para ir ao Parque Nacional Tierra del Fuego ($130). Estava chovendo e muito frio. Não foi muito agradável ficar andando no parque. O bom é que estava em um grupo de excursão, então não precisei fazer as trilhas, a van deixava a gente já nos pontos de interesse. Falaram muito aqui no fórum e eu concordo, depois de ver as paisagens de El Chalten, as paisagens de Ushuaia não são tão impressionantes, ainda mais na chuva. Voltei para o hostel perto de 13:00. Passei numa lanchonete e comprei umas empanadas e uma cerveja e fui comer no hostel. Fiquei a tarde lá de bobeira porque estava chovendo. No final da tarde, começou a nevar! Foi lindo. À noite saí para um bar com um suíço que conheci no hostel. Dublin pub é praticamente na San Martin e foi o único bar bar que encontrei. Os preços das comidas e cervejas estavam no preço de outros lugares em ushuaia. Pedi um drink ($80) e batata frita ($100), estavam bons. O bar enche muito, então, se quiser sentar, chegue cedo. 16/11 Meu último dia de viagem. Acordei cedo, arrumei tudo e fui para o porto pegar o barco para fazer o passeio do Canal Beagle (taxa do porto $20). O passeio é muito bonito e interessante. O dia estava bonito, com sol. Vimos diversas aves, lobos marinho, o famoso farol. A tarde, peguei um taxi ($150) para o Cerro Martial que me deixou no final da pista, junto a uma casa de chá. Dá para ir a pé da cidade, mas não aconselharia (talvez a volta). Dali você tem que ir subindo a pé. O Cerro estava lindo, todo branquinho com neve. Depois de um tempo começou a nevar. Foi ótimo! Voltei para a casa de chá e tinha um casal esperando um taxi. Pedi para dividir com eles ($45). Enrolei um pouco mais na rua. Gastei meus últimos pesos no mercado (alfajors!!!) e fui para o hostel esperar meu transfer dos brasileiros em ushuaia. Peguei meu voo para Buenos Aires. Fiz o mesmo percurso de ônibus entre os aeroportos (Aeroparque – Ezeiza) ($200). E assim foi!
  16. Oi! Adorei seu post! Estou querendo ir para os mesmos lugares sozinha! Vc precisou levar algo específico? Tipo uma bota ou casaco especial?
  17. 07/10: Acordamos super cedo, fizemos o check out e seguimos para a Penn Station. Pegamos o LIRR até a Jamaica Station e de lá o Air train para o JFK. Paramos no terminal da JetBlue, fizemos o chek in, despachamos a mala e esperamos um pouco pelo voo. Chegamos em Tampa às 13:00, pegamos o carro que tinha reservado e fomos para Orlando. Chegamos no hotel por volta das 15:00. Deixamos as malas e fomos para o Walmart comprar água, coisas para o café da manhã e besteiras. 08/10: Fomos cedo para a Ross, passamos na TJMaxx e depois fomos para o outlet. Compramos algumas roupas. À noite fomos para o Florida Mall e depois passamos no Target. 09/10: Dia de parque. Fomos para o Universal Studios. Fomos em vários brinquedos: Mummy, Simpsons, Harry Potter, MIB. O Beco Diagonal, parte nova do Harry Potter, está demais!! As lojas, as vitrines, a parte sinistra do beco, o dragão que cospe fogo!!! Amei! Almoçamos no Moe’s (Simpsons), dentro do bar do Moe tem uma ‘praça de alimentação’. Tem pizza, hambúrguer, bar e outras coisas a preços justos. Pegamos o trem do Harry Potter para o outro parque, Island of Adventure. Achei super legal o trem que liga os parques, super recomendo para quem é fã de HP. Detalhe: tem que ter o ingresso dos dois parques no mesmo dia para pegar o trem. No Island fomos no Harry Potter, Jurassic Park, Spider Man e outros. Jantamos no City Walk mesmo, num restaurante irlandês: Pat O’Briens. Gostei da comida e do fato de você levar o copo dos drinks que você pedir. Ficamos para a festa de halloween da Universal. Estava muito cheio, apesar de ser quinta-feira, as filas para as casas estavam gigantescas. Só fomos em duas, só gostei de uma. Os dois shows foram legais, uma era bem voltado para o público adolescente. O que mais gostei foram das cenas nas ruas do parque. As fantasias, os cenários, a ambientação e os atores estavam ótimos! Chegamos no hotel por volta de 1 da manhã. Estava morta. 10/10: Super cansados, chegamos um pouco depois das 10:00 no Hollywood Studios da Disney. Fomos em vários brinquedos e shows: Tower, Star Wars, indiana Jones, Little Mermaid, Beaty and the Beast, Toy Story. Estávamos muito cansados e meu irmão não quis ficar para o show a noite. Eu já tinha visto, então fomos embora por volta das 17:00. Super recomendo o show Fantasmic! Na minha opinião é o melhor show da Disney. 11/10: Dia de compras. Meu irmão acordou tarde, então fui sozinha na Ross, Bed Bath & Beyond e outras lojinhas por perto. Depois fomos a algumas lojas de artes e Best Buy. Depois fomos para a Downtown Disney. Estão reformando o local, então não estava muito bonito. Almoçamos no Rain Forest. Voltamos a tardinha. 12/10: Último dia. Saímos do hotel, passamos na Ross para o meu irmão comprar uma mala. Passamos na Best Buy para comprar umas últimas coisas. Almoçamos no Hooters e pegamos a estrada para Tampa. Fomos cedo, mas não tinha muito mais o que fazer em Orlando com o carro cheio de bagagem e o calor insuportável. A estrada foi tranquila, paramos para abastecer perto de Tampa. Entregamos o carro no aeroporto, esperamos muito até o horário do voo para Miami e depois o voo para Brasília. Foi isso.
  18. 04/10: O dia começou com chuva! Meu roteiro falava que de manhã seria o High Line e a tarde o MET, por causa da chuva, resolvemos inverter. Pegamos o metrô até o MET, cheguei encharcada lá. Eles “vendem” o ingresso a $25,00, mas você paga quanto quiser. Eu paguei $2,00. O museu é incrível! Ele é enorme e tem de tudo! Sarcófagos, armaduras medievais, pinturas europeias, vários Van Gogh, Degas e tantos outros! Eu ficaria o dia inteiro lá, mas estava com muito frio e precisava sair da roupa molhada. Almoçamos no refeitório do museu (caro e sem graça). Saímos de lá por volta das 15:00, pegamos o metrô de volta ao hotel, troquei de roupa e seguimos a pé para o High Line. É legal, mas não entendi toda a hype. Saímos do High Line e fomos andando até a Madisson Square,tiramos foto do Flat Iron e seguimos a pé até o hotel. 05/10: Pegamos o metrô até o Central Park. Domingo + sol = parque cheio. Estava bem legal, um pouco frio, mas com sol. Passei pelo strawberry fields (mosaico “Imagine” – homenagem ao John Lennon), Bethesda Fountain. O parque é muito lindo. Almoçamos num lugar super recomendado para comer: Burguer Joint (fica escondido dentro de um hotel, próximo ao parque), valeu a pena sair do parque, o hambúrguer é uma delícia! Voltamos ao parque para entrar no Central Park Zoo. No começo achei sem graça por ser muito pequeno, mas tem vários animais diferentes, inclusive pinguins!!! Assistimos à alimentação das focas, é muito legal, elas fazem alguns truques. Voltamos a pé, descendo a 5ª Avenida. 06/10: Pegamos o metrô para o museu de história natural. Lá também é indicado o valor de $27,00, mas você paga quanto quer (algumas exposições só pagando os $27,00). O museu é interessante, vários animais empalhados e exposições sobre a formação dos planetas, sobre os povos e tal. O mais legal são os esqueletos de dinossauros, tem alguns fósseis que podem ser tocados. Almoçamos no shake shack que fica atrás do museu e à tarde voltamos para continuar a parte dos dinossauros. Voltamos para o hotel de metrô, passei em algumas lojas e jantamos num pub irlandês perto do hotel.
  19. Meu primeiro relato aqui. Viajei para NYC e Orlando com meu irmão. 30/09 e 01/10: Chegamos ao aeroporto de Brasília às 20:00 (duas horas antes do voo). Fizemos o check in na American Airlines, despachamos uma mala cada um. Chegamos às 5:00 da manhã em Miami, passamos pela imigração tranquilamente. Ficamos 3 horas no aeroporto em Miami e às 9:50 embarcamos para Tampa. Às 14:00 pegamos o voo para NY, chegamos por volta das 17:00. Esse último voo foi pela Jet Blue (empresa americana), gostei muito: o espaço entre as cadeiras era enorme, o lanche era bem variado e tinha sistema de entretenimento. Chegamos no JFK, pegamos o air train e depois o trem LIRR até a Penn Station, que fica perto do hotel que reservei (32st). Chegamos no hotel por volta das 18:00. Fomos andar um pouco na rua, comprar água e outras coisinhas, jantamos num restaurante de comida coreana. 02/10: Tomamos café da manhã no hotel (sim, o hotel tinha um café da manhã até bom) e fomos andando do hotel até a Grand Central, passamos pela bilbioteca pública, Bryant Park e fomos para a Times Square. Tiramos mil fotos: cuidado com as pessoas fantasiadas querendo tirar foto com vc em troca de dinheiro. Fomos em várias lojas: Toys R us (adorei!), M&M’s, Hersheys. Resolvemos comer no Oliver Garden, não achei nada demais. Às 13:30 fomos para o Majestic Theater ver o Fantasma da Ópera. Eu comprei o ingresso para esse espetáculo pela internet, com muita antecedência e paguei $31,00 em cada um. Foi lindo!!! Depois fomos até a Rockefeller Plaza, além de ser um ponto turístico em si, tem a Nintendo World e a loja de Lego. Depois voltamos para o hotel e capotei. 03/10: Acordamos cedo,pegamos o metrô até a entrada da ponte do Brooklyn. Andamos pela ponte até a metade, o suficiente para ver a vista e tirar algumas fotos, é muito lindo. Voltamos para o City Hall e descemos a Broadway (rua) até o Charging Bull (touro da Wall Street). Andamos mais um pouco até a doca do barco (grátis) para a Staten Island. Ao pegar o barco, fomos logo para o lado em que a Estátua da Liberdade iria aparecer (não passa perto, tem que tirar foto com zoom). Por ser de graça é bem cheio, mas acho que compensa para quem não quer chegar perto. Assim que chegamos em Staten Island, demos a volta para pegar o barco que estava saindo para NYC. Ida e volta foi em torno de 50 minutos. Almoçamos num pub irlandês perto da wall street. Pegamos o metrô de volta para o hotel e descansar um pouco. A tarde, fomos andando até o Museu de Arte Moderna – MoMa. Foi uma caminhada boa, então chegamos depois do horário que a entrada fica de graça (sexta 16:30), já não tinha mais fila. Consegui ver um dos meus quadros favoritos: Starring Night de Van Gogh. Não demoramos muito no Moma, então aproveitamos para ver a Times Squares a noite. É mais legal do que de dia! Voltamos a pé para o hotel.
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