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Eriendson

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Eriendson venceu a última vez em Abril 17

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Reputação

2 Neutra

Sobre Eriendson

  • Data de Nascimento 07-02-1983

Outras informações

  1. O início da minha viagem se inicia na cidade de Paragominas (interior do Pará) de onde na data de 14/04/2019 eu parti de ônibus rumo a capital do estado - Belém, onde tomaria meu voo no dia seguinte. Sai de Paragominas as 17h e as 23h já estava no hotel em Belém. Hora de descansar pois vamos ter muito chão!
  2. Oi, meus confrades Mochileiros de todo o Brasil. Pra mim é uma felicidade, uma enorme satisfação tá tendo a vontade de vir aqui novamente fazendo um post de uma aventura. A última vez que fiz isso foi em 2015, quando percorri a Bolívia de norte a sul. Hoje começo mais uma loucura de ir até Portugal e fazer o caminho de Santiago de Compostela...
  3. A Bolívia é realmente Incrível. Em breve vou viajar à Bolívia! Farei o relato todo aqui!!
  4. Irmão, tentei te add mas sem sucesso. Mandei até uma mensagem no seu mensager...me add lá (JUNINHO BLAZE) Add, meu amigo!!!
  5. Valeu, meu amigo. Sucesso na aventura!! Me add no facebook, que te envio o livrinho que usei na viagem. Eriendson Viana
  6. Pois é!!! Coisas que acontecem em viagens!!! Daqui a pouco fará 2 anos!!!
  7. Sucesso aí...E se surpreendam, pois a Bolívia foi a maior aventura que já vivi.
  8. Leia sim, Amigo!! Um livro que abre mentes e faz você pensar muito a respeito do porquê do hoje!! Eduardo Galeano é um gênio!
  9. Dia 19 de Fevereiro – Quinta-feira – Adeus, Bolívia e obrigado por tudo!!! #PartiuRecife #DiaTodoEmAeroporto Último detalhe histórico Sobre a Bolívia: Contam que, há um século, o ditador Mariano Melgarejo (presidente boliviano entre 1864 e 1871) obrigou o embaixador da Inglaterra a beber um barril inteiro de chocolate, como castigo por ter recusado um copo de chicha. Depois o embaixador teve de desfilar pela rua principal de La Paz, montado ao contrário num burro. E foi devolvido para Londres. Dizem que então a rainha Vitória, enfurecida, mandou trazer o mapa da América do Sul, desenhou com giz uma cruz sobre a Bolívia e decretou: “A Bolívia não existe”. Para o mundo, de fato, a Bolívia não existia e nem existiu depois: o saque da prata e, posteriormente, do estanho, não passaram de um exercício do direito natural dos países ricos. Afinal, as embalagens de lata identificaram os EUA tanto quanto o emblema da águia e a torta de maça. Mas tal embalagem não é só um símbolo pop dos EUA; embora não se saiba, é também um símbolo da silicose nas minas de Huanuni e Século XX: a lata contém estanho, e os mineiros bolivianos morrem com os pulmões apodrecidos para que o mundo possa consumir estanho barato E Meia dúzia de homens fixa seu preço mundial... Eduardo Galeano Hoje é o último dia! Foi muito bom tudo que aconteceu, de verdade! Os momentos, as pessoas, os lugares. Foram 13 dias tão bem vividos que ficarão “inesquecidos” da minha vida. E também gostei bastante da experiência de escrever com minúcias aqui todos os trechos dessa aventura, com pitadas de história. A revolução, conforme cita o título de meu relato não tive a oportunidade, pois seria em Cochabamba – local onde houve a primeira privatização da água da história humana moderna. E o povo conseguiu derrubar isso de forma ferrenha e com união. Acordei às 8h. Depois de um banho e comer um sanduíche num restaurante ao lado, fui caminhar pelas ruas de Santa Cruz. As ruas são bonitas, e bastante comerciais. Fui na praça principal, olhei os artesanatos, e pouco depois resolvi ir pra casa. Chega de praça! Chega de pombo! Tenho que partir. Táxi- Aeroporto de Viru Viru – Checkin. (Resumo logo tudo numa frase!) Importante: Se fala bastante de uma taxa de 25 dólares para sair da Bolívia. Isso realmente havia, porém para as passagens compradas até 2013. NÃO SE PAGA MAIS ISSO. Já está incluso nas passagens atualmente!!!! Infelizmente o precursor das coisas tem que quebrar a cabeça, quebrei eu. Tinha que gastar 120 bols dentro do aeroporto. Comprei uns 6 lanches para comer durante o dia. Um artesanato para simbolizar a viagem e rumei para SP. Em Guarulhos passei boa parte fazendo esses relatos para matar o tempo. Nesse instante que você lê esse relato, já estou em Recife – A capital do calor!! E aqui encerro meu relato sobre a Bolívia! “Provêcho a todos!”
  10. Dia 18 de Fevereiro – Quarta-feira – Indo para Santa Cruz: Aeroporto e Badalação Acordamos cedo. Lucas ia partir com os outros dois brasileiros para Potosí, e eu havia comprado uma passagem aérea no dia anterior pela companhia Amaszonas com destino a Santa Cruz de La Sierra no valor de 49 dólares. Muito melhor que ficar 14 horas de estrada. Lucas partiu, eu arrumei as malas e segui por volta de 10h30 para o aeroporto de Sucre. Ao chegar lá tive algumas surpresas. A primeira é que se paga 11 bols de taxa para viajar. A segunda é que os vôos estavam muito atrasados. Encontrei Malu lá também tentando ir pra casa. E a surpresa boa é que a wi-fi do aeroporto prestava. Meu voo que sairia as 12h55 saiu 16h40 (acreditem!!). Ainda nos enrolaram dando uma coca 600 ml quente e um pão com algum creme dentro. O voo foi rápido e tranqüilo, coisa de 45 minutos. Não sei se serviram algo, pois eu dormi o vuelo todo. Chegando em Santa Cruz, por onde havia adentrado no país, tomei um táxi (60 bols – meio que tabelado esse valor) e fui observando como Sta Cruz era diferente de tudo que havia visto na Bolívia. Santa Cruz era muito moderna, parecida com as melhores cidades brasileiras. Importante: No dia que cheguei em STA CRUZ (7 fevereiro) conheci um brother que fazia medicina na cidade, e peguei logo o contato dele para caso precisasse de umas dicas contaria com ele. Cheguei no Hotel 26 de Enero que fica bem no centro. O hotel parecia uma mistura de cemitério, com um retiro espiritual “raceado” com um asilo. Uma calmaria tomou conta de toda a minha hospedagem. Quase pensei em chamar o senhorezinhos que ali estavam para jogar um dominó ou um baralho. Tinha combinado com o brother brasileiro que mora em Sta Cruz (Igor) que à noite a gente ia dar um rolé e ele ia me apresentar a cidade. Mais tarde ele chega, fomos na parte central. Ele se encontrou com outro pessoal que também faz medicina por lá: Brasileiros, paraguaios e duas chilenas. Ficamos um tempo batendo papo, e depois encerramos a noite. Estava chegando a hora de fechar a mala pela última vez. E meu gás também não era mais o mesmo. A próxima hospedagem que eu queria era o da minha casa.
  11. Dia 17 de Fevereiro – Terça-feira – Sucre: Carnaval e Diversão “Junto com Potosí, decaiu Sucre. Essa cidade do vale, de clima agradável, que antes, e sucessivamente chamou-se Charcas, La Plata e Chuquisaca, desfrutou boa parte da riqueza que manava das veias da montanha rica de Potosí.” Eduardo Galeano. O dia foi mais de fotos e diversões do que as palavras podem descrever. Acordei, e resolvi, a pedido de minha vó, fazer a barba. Quando sai e já ia fazer meu check out e procurar um ônibus para Cochabamba, conheci no hotel Takubamba um cruzeirense roxo de BH - Lucas. Desci a mala pra guardar pois iria conhecer a cidade. Lucas me disse que iria também dar uma volta na cidade e que conhecera dois brasileiros e iria encontrá-los na praça central. Percorremos a praça e minutos depois apareceu os dois mineirinhos (Lúcio e Júnior), acompanhados com uma paulista (Malú). Após as apresentações fomos conhecer a cidade, e eles atrás de câmbio em plena terça-feira de carnaval, e por sorte ainda conseguiram trocam a R$ 2,10. Começamos a conhecer a pé a cidade, tiramos fotos muito legais e compramos cervejas no caminho, e brindamos muito, às vezes faltavam motivos para o brinde, mas mesmo assim brindamos. Aos poucos fomos percebendo que a cidade em pleno carnaval virava uma praça de guerra. Bexigas são atiradas de todos os lados, camionetas passavam e os moradores jogam baldes d’água em quem passava na rua e os turistas (nós) na maioria das vezes se tornava a melhor vítima. Entramos seriamente na brincadeira e começamos a comprar sacolas com bexigas d’água a 1 peso. Compramos umas 30 no total do dia (hahahaha). Foi muita guerra nossa com os nativos, turistas de outros países, e gostávamos de acertar na cara das pessoas (maldade pura), mas foi um dia sensacional. Após toda uma tarde de brincadeiras e eu ter descoberto que estava preso em Sucre, pois a rodoviária estava fechada pois todos os motoristas estavam cheios da cachaça (borrachos), e fiquei mais 24h em Sucre. No final da tarde fomos pra Hostal Internacional (onde a maioria dos amigos novos estavam) e ficamos lá umas 2 horas trocando ideias de tudo. Após esse tempo, compramos umas cervejas para a noite e eu e Lucas seguimos para nosso Hotel (essa é parte mais “adrenalínica” do dia) fomos destroçados com uma multidão jogando bexigas de todas as direções, e uma dessas veio tão violentamente na minha cara que arrancou meus óculos, depois voltei pra procurar os óculos na rua. Ao chegar ao hotel, conhecemos duas brasileiras que se juntaram ao grupo, e à noite fomos ao hotel em que a maioria dos amigos estava, e lá fizemos um macarrão bem boliviano e grudento e tivemos um ambiente brasileiro bem agradável.
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