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beatrizz

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  1. Saudações! Esse pequeno relato é pra contar e sugerir que conheçam um lugar fantástico! Fica em Palhoça /SC, cidade próxima a Florianópolis... Sabe que falar em praia pra montanhista as vezes é estranho, porque é outra vibe. E esse negócio de um monte de gente sentada da areia o dia todo bebendo cerveja não é bem o que podemos considerar aventura... Mas enfim, isso é de cada pessoa. O fato é que eu gosto do mar, e depois que conheci a Praia do Rosa (já fiz um relato aqui), descobri o que é um bom lugar pra aproveitar o mar e suas maravilhas. Então nesse final de ano fui com meu irmão, mais o @darlyn E @Dionathan Biazus para Palhoça, em um lugar chamado Guarda do Embau. É uma vilazinha muito charmosa, tem um centrinho onde pode comer algo bom e comprar algumas coisas. Na Guarda, ficamos em um camping suuper recomendado, Beira Rio, muito bem estruturado, com chuveiros a gás, vom espaço e tem até um barzinho que comidas bem gostosas. Tem umas duchas no meia dos bambus também, água gelada pra refrescar. Da pra ir a pé do camping para a cidade e praias. No final do ano pagamos 45 pilas por cabeça. Pra chegar no mar, você precisa atravessar um lago enorme, mas bate no máximo no pescoço é uma delícia, dá pra atravessar de barco também. Chegando do outro lado tem o mar, água bem transparente, lindo. Dali, você pode seguir uma trilha de uns 40 minutos e chegar na prainha. Lá tem menos pessoas, e da pra aproveitar muito bem o visu do verde ao redor. Depois dali se você seguir mais uns 30 minutos você entra em alguns vales. Chamam de Vale da Utopia, e tem vários caminhos pra fazer as trilhas e pode-se chegar a outra Praia também. Nesses lugares tem muito verde com montanhas e o mar ao fundo. É lindo. Tem pessoas que acampam por aqui também.. E o outro lugar que vale a pena conhecer é a Pedra do Urubu. Num ritmo normal, 30 minutos de trilha. Mas dá pra fazer em 10 haha ( experiencia própria). Porque fomos ver o nascer no sol lá no dia 01 de janeiro, valeu o esforço de fazer a trilha correndo pra conseguir pegar o sol chegando rsrs. Enfim, com certeza é um lugar que quero voltar!! Se vc ficar uns 4 dias, consegue coisas pra preencher, da pra conhecer toda a região. Ah, nessa cidade também tem a montanha Cambirela, é a maior de SC, mas essa fica pro próximo relato hehe. Abraços, e bons ventos e aventuras!
  2. @Waldir Sant'Anna olá. As trilhas não precisam de guia. Porque são muito tranquilas e bem demarcadas. Apenas você teria que descolar um transporte até a entrada, e estiver a pé. Mas isso qualquer empresa de lá faz, por um preço bem camarada.
  3. Estou indo dia 06 de fevereiro para torres del paine, fazer o circuito O, na volta passar em Pucon e se o corpo aguentar subir um vulcão . Pretendo ficar em refúgio e tbm acampar.
  4. @Sabrina M. Olaaa. Vou fazer o circuito O. Em torno de 8 dias.... Me chama inbox caso tenha interesse
  5. Olá. Estarei indo em Fevereiro. Fazer o circuito O.
  6. @Rodolfosouza88 olá. Também estou pensando em fazer algo nesse sentido. Porém meu roteiro é no Chile Pucon e seguir para torres del pine. O valor é alto, porque no parque se for fazer uma trilha mais longa como o circuito W, precisa de uns bons pilas pro guia. Se tiver interesse me manda msg inbox, vou sozinha pra lá em Fevereiro de 2019.
  7. beatrizz

    Campo dos Padres - SC

    Olá. Eu já fiz uma travessia entre o Canyon do Laranjeiras e Funil, em contato com o Sr. Miguel você pode acertar tudo com ele, e na primeira fazenda. A travessia dura cerca de 3 dias e vale a pena.
  8. beatrizz

    Férias Chile 2019 - data a definir

    @Marttins olá! Vou pra Torres del Pine em Fevereiro de 2019
  9. Olá! Vou fazer mas em Fevereiro de 2019 hehehe. Se estiver afim de mudar datas...
  10. beatrizz

    Monte Crista / Garuva-SC

    Saudações! Esse relato é sobre a subida ao Monte Crista em Garuva, que fica perto de Joinville. A chegada em Garuva foi na sexta dia 07 de Setembro, no fim da tarde. Optamos por passar a noite no Espaço de Vivência Monte Crista. Que não faz parte da trilha oficial pra montanha, mas fica a 2 km da recepção. Sobre esse espaço tem muito a compartilhar, é um lugar místico, onde acontecem diversas vivências, como meditação, temascal, e outros. Há chalés do ladinho do Rio que você pode passar a noite ouvindo o barulho da água. A comida (3 refeições) está inclusa na diária e é vegetariana, deliciosa. Fica em torno de R$ 350 pra 2 pessoas. O espaço compartilhado tem muitos pássaros comuns da região e um local de oração e Cerimônia construído por índios nativos, ali há uma energia muito clara. No sábado acordamos cedinho e tomamos um café reforçado, depois partimos até a recepção do Monte Crista. A entrada sem estacionamento é de 4 pilas. Logo no início você passa por uma ponte pênsil legal. A subida é pesada, porque o terreno é muito parecido em todo o percurso, subida íngreme e ganho de elevação rápido. Vários pontos com escadas de pedras construídas pelos jesuítas. É muito bonito. Diferente do Pico Paraná por exemplo, não há um grau de dificuldade tão grande com raízes e pedras, mas prepara o corpo pra resistência. Enfim chegamos ao cume após 4:30, é importante seguir a trilha principal porque não há placas, e é fácil se perder. No cume do monte encontramos vestígios de acampamento, porém não havia ninguém lá. Achamos estranho porque na recepção nos falaram que muitas pessoas haviam subido... Arrumamos nosso acampamento e o tempo estava fechado, não dava pra ver um palmo na frente, isso também dificultou pra tentar ver onde as outras pessoas estavam. Em função do horário decidimos ficar por ali mesmo. Não estava frio, nem tinha vento. Mais a noite o céu abriu e ficou maravilhoso, aí conseguimos ver as lanternas em um ponto um pouco abaixo de onde estávamos, depois descubrimos que lá encontra-se um marco do Monte Crista, que é onde deve acampar kkkk. Também é um lugar mais protegido do vento. Por sorte o tempo nos ajudou e não fomos lançados montanha a baixo. A noite o bixo pegou, a temperatura caiu muuuito de uns 15 graus para cerca de 4. E não estávamos preparados, ou seja, a noite foi tensa quase não dormimos de frio..... De manhã estava nublado, o sol não mostrou as caras, mas mais tarde alguns raios nos presentearam e deu pra fazer algumas pics. Arrumamos as coisas e descemos a montanha, com quase metade do tempo, em menos de 3 horas chegamos a base. Ps. Esqueci de levar panela, a caneca de metal de café, virou panela e chaleira, improvisos hehehe. Enfim, voltamos ao Espaço de Vivência e conseguimos ainda descolar um almoço antes de pegar a estrada. Ps2. Não é legal subir a montanha pelo espaço de vivência, primeiro pq há uma trilha por ali, mas pouco demarcada, a probabilidade de se perder é bem maior, segundo porque o espaço não tem controle e formulário de subida, e se algo acontecer será um transtorno para eles e para quem está na trilha. O objetivo do espaço é relaxar mesmo. Por isso sempre comece a trilha pela base. No final da experiência há sempre saldo positivo, qualquer montanha tem algo a ensinar, cada uma é diferente, especial, única. Aprendemos o que fazer e o que não fazer. Vamos captando os sinais do universo, sobre nossa missão. Aprendemos a ouvir o coração, e não a personalidade. Quero voltar ao Monte Crista com objetivo de fazer a travessia do Quiriri. Mas esse é outro relato. Avante, viver o que precisa ser vivido.
  11. Continuando os relatos do Oeste de SC... Essa é a trilha mais bem estruturada de Chapecó. O acesso é fácil pela SC que liga Santa Catarina ao Rio Grande do Sul. Cerca de 5 km de estrada de chão vc chega a propriedade onde o Pitoco (cachorro da família) morava. Foi ele que desbravou o local, e seu neto ainda acompanha os trilheiros no caminho todo. Mostrando por onde vai, é uma coisa doida, ele vai na frente e fica de esperando em algum ponto.. A taxa é de 10 pila. No início da trilha tem o memorial do avô Pitoco haha. A trilha é simples, tem apenas alguns pontos onde a gente atravessa o rio, e quase toda a extensão é na encosta desse riozinho, cheio de belezas. Ao todo são 5 cachoeiras que você passa. Cada uma tem seus encantos, hoje a trilha tava seca, quando chove fica um pouco escorregadio. Também tem lugar pra passar o dia. Vale a pena conhecer!
  12. beatrizz

    Pico Paraná

    @Gustavo Back de Souza muitas pessoas sobem e descem o PP no mesmo dia. Mas minha sugestão pra aproveitar o lugar é com certeza acampar. Visto que uma das coisas mais legais é ver o nascer do sol do cume, e ver o nascer da lua e por do sol. Ir ao PP e não contemplar isso, vai faltar alguma coisa aí. Fora que o PP é uma trilha bem puxada e o cansaço vai bater demais. Da pra subir de boa em 6 horas parando e indo tranquilo. Não sei qual seu ritmo, sei que tem gente que faz em bem menos. A trilha é bem demarcada, só bem no início logo que sai da fazenda e depois na primeira subidinha tem uma placa ' fazenda pico parana' vai a direita subindo, não segue pelo caminho reto que da numa outra trilha, mas é bem tranquilo só teria que voltar um pouco. No resto, bem demarcado. Pontos de água, vai bem equipado com água, tem uma bica com água e uma pedra ao redor, melhor ponto pra água, no meio da trilha, mais a frente tem um corrego, mas se não chover, tem pouca água lá. Depois pra cima não tem mais nada, no A2 não está tendo água. Fui com uma mochila de 1.5 litros e mais uns 2 litros. E abasteci no caminho. Boa sorte, vale a pena.
  13. @Rogerio K C com certeza existe muuitos lugares. Eu encontrei pelo site da prefeitura mesmo.
  14. Saudações mochileiros! Temos um mundo de possibilidades, há milhões de lugares pra conhecer. O mundo a desbravar. Mas a proposta é conhecer primeiro a sua região. E o conhecer não se resume a saber os pontos turísticos de cada cidade, porque isso qualquer pesquisa no Google vai te informar. Eu acredito que o Espírito aventureiro é o Desbravar, procurar experimentar. Todas as cidades, sem exceção, tem alguma coisa pra ser desbravada. Porém, muitas vezes as próprias autoridades e secretarias dos municípios não investem em mostrar suas próprias riquezas, os valores do seu povo, as belezas naturais, e as vezes esses lugares ficam escondidos em propriedades particulares e poucas pessoas tem acesso.. Ta aí uma dica, pra quem dá valor a isso, incentivar seus municípios a mostrar às pessoas o que tem de melhor. Esse relato é pra mostrar um pouquinho sobre a cidade de Passos Maia. Fica cerca de 1:30 de Chapeco. Fui pra lá no fim de semana, e em um dia e meio consegui aproveitar muito e ver lugares maravilhosos. Fiquei hospedada na casa da Dona Cleusa e seu Mario, que são um casal fantástico, que trazem muito a ideia que expus no início desse texto. A casa é no interior do município e tem um ar bem rústico, com muita natureza, criação de animais, na beira do Rio do Mato. Na propriedade você pode fazer uma caminhada que já é muito legal. Ali na cidade tem o Parque das Araucárias, com 2 trilhas que levam pra Cachoeira dos Xaxins, que tem plantas centenárias, e o Poço da Espuma, um lugar onde o rio é bem forte, e cria um poço bem profundo. Todo o caminho é repleto de árvores nativas.. Dá pra ficar umas 3 horas caminhando. Também há uma trilha noturna, que o pessoal costuma fazer em noite de lua cheia. Na cidade você também pode passar pelo clube de Caça. Onde a entrada não é permitida para turismo, mas a estrada pra lá é linda também e dá pra ver o cervos. Também se der sorte pode ser javalis pelos lugares. Além disso tem cafés coloniais, e várias pessoas fazem doces caseiros e vinhos pra venda. Enfim, é uma cidade aconchegante que vale a pena conhecer. Muitas pessoas fazem observações de pássaros, o papagaio de peito roxo mora por lá. As fotos mostram um pouco do sentimento. E você, conhece seu chão, sua região, já desbravou o interior da sua cidade? Ou prefere ir pro outro lado do mundo pra ver coisas belas sem notar a beleza ao seu redor? @simplicidades_velho_oeste
  15. beatrizz

    Pico Paraná (PP) parte 2

    É com imensa satisfação que escrevo esse relato sobre a segunda e sucedida tentativa de subida ao Pico Paraná. Fiz um relato aqui no mês passado pra contar uma trip maravilhosa de ida ao PP. Porém naquela ocasião o clima não foi tão amigo assim. E o destino foi o A2, o segundo acampamento do Pico Paraná. Dessa vez pegamos um fim de semana com previsão de sol, o que se cumpriu. Tempo ótimo, não muito frio e com um sol sensacional. A trilha de subida ao PP é bem desafiante, mas é daquelas coisas que te fazem crescer, é como começar tomar café sem açúcar. Depois do PP você fica exigente pra trilha, e qualquer coisa não te satisfaz, precisa ser desse nível e além. Uma dica pra quem teve medo dos grampos a primeira vez é que na segunda fica bem mais fácil hehe. Relato aqui então a parte do A2 até o cume! O acampamento foi no A2, e o por do sol é lindo, uns 20 minutos de subida do A2 já da pra ter uma vista maravilhosa. A noite deu pra ver a Via Láctea! A subida ao cume começou as 05:30 da manhã com lanternas, e em torno de 1 hora chega-se ao Cume. Comparado com o restante da trilha essa última etapa é bastante íngreme, então tome um bom café antes de começar. E o espetáculo do nascer do sol é uma coisa de outro mundo. Então, eu só tenho cada vez mais admiração e carinho pelo Pico Paraná, sou fã, meio suspeita a falar, porque nesse ano já é a terceira vez que fui pra fazenda. E ta a uns 600 km de distância de casa, e todo esforço vale a pena pra quem já foi picado pelo bicho da montanha. Obs. No A2 não está tendo água nesses tempos, se abastece nos pontos de subida! VID-20180717-WA0009.mp4
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