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beatrizz

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Tudo que beatrizz postou

  1. @schitini no dia posterior ao que que eu passei por lá, realmente teve algo assim. Porém como é algo inesperado, acredito que você poderia continuar o caminho. Eu sugiro você entrar em contato com o pessoal das duas empresas que fazem a gestão dos refúgios e questionar. Acho que pode ficar mais tranquilo 😊
  2. @schitini bom dia!! Com certeza irá gostar muito do O. Pois a parte mais nativa e conservada do parque é la. Foi a parte que mais gostei, sem sombra de dúvida!!! Água, sempre tem, pois há corregos e riachos durante todo o caminho. 1. Tem locais sim, até onde me lembro, mas sugiro sempre levar power banks carregados. 2. É muito bem sinalizado! Não vejo necessidade de baixar a trilha, a cada pouco tem uma placa com a quilometragem e os locais. Caso precise de mais informações, pode me chamar.
  3. @Rafaelramoss então, se não m engano o último ônibus que sai do parque é entre 19 e 20, então pode sim voltar no mesmo dia pra Puerto Natales, sobre o ônibus para El Calafate pelo que lembro tinha cedinho perto das 07:00. Então teria que dormir em Puerto Natales e ir no outro dia cedo para El Calafate.
  4. @Juliane ferreira2 olá! Santa Catarina tem praias lindas, no geral Março ainda é tranquilo em relação a chuvas. Praia do Rosa e Guarda do Embau recomendo
  5. @Pedrinho582002 eu já fiz isso e estava de bus por lá, na verdade os canyons ficam bem longe da cidade, o que você pode fazer é pedir carona até o início das trilhas, se dispor a fazer um bom trekking até lá. Ou ainda tentar conseguir um desconto com o pessoal de lá, tem muuuita galera que faz esse transfer.
  6. @Rafaelramoss acredito que pode ser feito sim. Mesmo porque a ida do Gray a Paine grande são apenas 3.5 horas, nesse dia tive muito tempo free hehe, tem um lago lindo no Grande e uma trilha pro mirante que vale a pena fazer. Pensando em ir ao Italiano também acho legal, ele fica ao lado do rio e deve ser uma delícia acampar lá. Subir o mirante e descer é um pouco cansativo, então sugiro você sair bem cedinho do Gray. A ida do Italiano ao Francês é bem tranquila, é um terreno bem bom pra um fim de tarde hehe. Boa sorte e boa trip! Se eu puder te ajudar em algo a mais, pode me chamar.
  7. @caroljp olá não tenho certeza, mas deve ser em torno de 10, pq é super pertinho, é mais no sentido de vc ter muita coisa que não pode molhar. Mas a galera coloca em cima da cabeça hehe e passa se molhando.
  8. @Fabio Pra olá Fábio! Obrigada! Legal, com um dia a mais vai ser o ideal. Assim você vai conseguir contemplar melhor o caminho! Boa aventura! Abraço
  9. @Luka Izzo concordo! As montanhas tem muito a nos ensinar!
  10. @gesiel nunes machado obrigada!!! Um pouco do que sinto. Acho justo compartilhar hehe.
  11. @Rogerio K C olá!! Então, minhas preferidas são o Pico Paraná e o Caratuva na serra do Ibitiraquire. Também o monte Crista e Araçatuba perto de Garuva. Se puder te ajudar em algo mais direcionado, é só me chamar. Abraço
  12. @Maurício Sousa Jr é fantástico! Uma experiência que é indispensável pra galera da montanha 🗻!
  13. http://naturehikebrasil.com.br/produto/barraca-cloud-up-1p-ultralight/ Olá! Comprei uma cloud up 2 lugares, deu conta sim. Principalmente pelos ventos, ela ficou intacta. Pra chuva também, só precisa ajustar certinho a base adicional que vem junto. Mas é top!
  14. Olá! Eu tenho uma cloud up 2 lugares. Ela foi super boa pro vento, e pra chuva também. A única coisa é que ela é bem fina embaixo. Tem uma base adicional que protege da chuva. Mas tem que colocar bem ajustadinho. Mas deu conta do recado. O saco de dormir também foi bem bom, apesar do frio eu consegui sobreviver haha. http://naturehikebrasil.com.br/produto/barraca-cloud-up-1p-ultralight/
  15. Buenas! O relato na nossa viagem começa no estacionamento do Monte Crista, na sexta-feira da Páscoa, deixamos nosso carro às 06:00 da manhã, e pegamos um transfer (no caso um taxi da cidade) até a base do Araçatuba. Esse deslocamento vai em torno de 1 hora, e pagamos 200 reais no total. Chegando a base do Araçatuba, onde há o sítio da família proprietária das terras, conversamos um pouco com a senhora, que nos contou dos tempos que era jovem e subia a montanha em busca da criação (bois rs). Eles não pedem valor para subir, apenas se for usar o estacionamento, mas é legal deixar uma contribuição, pois aqui você pode usar o banheiro e também pegar uma água fresca. Então depois de um café reforçado, começamos nossa subida... A montanha não é de dificuldade técnica, porém ganhamos bastante elevação em pouco tempo e isso cansa um pouco. A subida tem algumas partes que você passa por lajes enormes, pedrões no meio da montanha. Depois chegamos no cume do Araçatuba, onde o vento é super forte. A vista aqui já é fantástica e já vemos a vegetação que iria nos acompanhar por um bom tempo. Demoramos cerca de 03:30 para atingir o cume, e depois de almoçar e descansar, seguimos nosso caminho. Depois do Araçatuba, o terreno muda, encontramos alguns charcos com lama e buracos. Descemos um bom tempo. Depois do Araçatuba é impossível seguir sem o GPS, pois tem inúmeros caminhos, e é inevitável de perder ... Caminhamos bastante esse dia, estava bem quente, subimos, descemos, lama, algumas árvores pequenas de montanha ... Seguimos mais e mais, depois de algumas horas, chegamos em uma estrada de interior. Essa tarde foi de muita caminhada em estrada mesmo. Nisso já eram quase 17:30 da tarde, e ainda não sabíamos onde passar a noite. Chegamos no final da estrada, e dali em diante, só caminhando mais umas 02 horas para achar um bom lugar pra passar a noite. Muitas pessoas acampam nessa parte da estrada, tem bons lugares pra parar, e tem água bem perto. Arrumamos acampamento e já era quase noite. Bateu um desespero, pois a gente tinha andado só 13 kms nesse dia, tínhamos quase 80 % do caminho ainda, cerca de 50 kms. Combinamos de acordar as 03:00 no dia seguinte, para estar caminhando as 05:00, e assim foi. Logo depois da estrada, subimos bastante ganhando altitude. Estava escuro, e a trilha era super estreita. Um resvalo e sei onde iríamos parar haha. Depois de subir, andamos mais um pouco na mata, e chegamos em estrada novamente. Nesta parte o GPS nos mandou passar no meio de uma floresta de pinus, bem fechada. Faltou o facão haha. Saímos então em uma estrada grande, onde encontramos algumas pessoas acampadas, trocamos uma ideia com o pessoal que já havia feito o percurso algumas vezes. Depois, mais estrada ... uns 6 kms. Nisso o sol estava rachando já, e subir aquelas estradinhas, foi tenso. Paramos para almoçar quando acabou a estrada, e percebemos que finalmente iríamos entrar nos Campos do Quiriri !!!!! Depois daquele almoço, e de deixar as barracas secando no sol, nos encaminhamos por uma trilha bem discreta, adentrando aos Campos. A paisagem mudou totalmente, como numa mudança de cena de filme. O terrenos ficou muito mais reto, e a vegetação rasteira. Praticamente nas nuvens, comparado com o que já tínhamos passado. Tem muita água nessa parte do caminho, correm muitos rios. Mas o uso do clorin é indispensável, pois tem muito gado por aqui. Em alguns momentos, andando pelos campos, conseguimos avistar ao longe alguns coloridos no meio do verde, cargeiras sendo levadas pra cá e pra lá. Como disse, tem diversos caminhos. Optamos por fazer o percurso completo, passando primeiro pelo marco da divisa (SC; PR). Seguimos então para a nosso segundo destino, o Morro da Antena. Nesse momento, nossos pés já estavam doendo assim como os joelhos, pernas, e ombros.. (mais fácil dizer o que não estava doendo). A subida ao Morro da Antena é bem judiada, o sol estava forte, e eu quase chorei de exaustão. Mas seguimos..... Começamos a descida, e nosso ainda longo caminho. Nosso objetivo nesse dia era acampar na pedra do lagarto, porém já eram quase 17:00 e estávamos a quase 2 horas de lá. Subimos então uma montanha e achamos um lugar que parecia adequado para passar a noite. Nessa hora fizemos as contas ... andamos 28 kms nesse segundo dia. Somando: 41 kms!! Acordamos novamente às 03:00, e as 05:00 estávamos caminhando já. Chegamos na pedra do Lagarto o dia estava começando a aparecer. Andamos, andamos ... Mais um tempo de campos e montanhas. O cenário é deslumbrante, parecendo um tapete verde estendido. Nessa travessia, chegamos bem pertinho do cume do Crista, mas não chegamos a subir; passamos pela bifurcação seguindo nosso GPS, e começamos da descida do Crista. Havia chovido um pouco nos dias anteriores, e a descida estava bem escorregadia, mas divertida. Nossos pés estavam cheios de bolhas, o joelho inchado ... A descida do crista é repleta de rios, então paramos para colocar os pés na água, e isso nos deu mais um gás para concluir nossa trajetória.... Há um rio a cerca de 30 minutos do estacionamento do Crista. Quando vimos o rio, a reação geral foi jogar a mochila no chão, e soltar o corpo na água, largando todo o cansaço. Aquela sensação eu nunca vou esquecer !!!!! Perto das 13:00 chegamos no nosso ponto final, o estacionamento do Crista. Nem acreditamos ao chegar!!!! A gente não tinha muita força pra comemorar, mas foi emocionante demais !!! Nossas fichas estavam marcadas com um asterisco pelo pessoal do resgate, pois não conhecíamos a região e fomos classificados como um grupo que tinha risco de se perder. Mas tudo deu mais que certo !!!!! Relato, que essa foi a travessia mais desafiante que já fiz, principalmente pelo pouco tempo que a gente tinha para concluir os 64km, 2 dias e meio !!!! Mas como qualquer aventura/montanha/trekking, não é pra ser relaxante, não é pra ser confortável. É pra nos desafiar, chegar nos limites de nossa força, do nosso esforço físico e psicológico. É pra gente ter experiências que nos ensinem algo. Que desenvolva nossa coragem. Acreditar em si mesmo, e terminar a aventura, um pouco melhor do que quando começou. É uma forma de se fortalecer também.. O contato que temos com a natureza numa travessia como essa é algo fantástico, a mudança das vegetações, dos terrenos... é tudo muito dinâmico. É um rolê que eu recomendo, reserve de 03 a 04 dias se quiser ficar mais tranquilo e use sempre o GPS. E aí é só ir !!!! @darlyn @Dionathan Biazus * Um agradecimento especial ao @gvogetta que nos deu ricas dicas sobre esse rolê.
  16. Há aqueles que ainda não tiveram a oportunidade divisora de águas que é subir uma montanha. Para esses eu digo: vá! Para aqueles que já experimentaram compartilho alguns sentimentos, ao ler, lembre da sua última ida a montanha e reviva as memórias.. Quando me perguntam o porque de viajar horas pra depois caminhar horas, levando mais de 10 kg nas costas, em terrenos desafiadores, só pra chegar no topo do morro.. Fico sem ter uma resposta prática e auto explicativa. Pois eu mesma estou no processo de compreender as dimensões do meu ser que são "movimentadas" com tudo que acontece durante uma missão de montanhismo ou trekking. Só tenho certeza do valor que isso tem. Subir uma montanha não é uma atividade de descanso, não é um passeio. Exige esforço, muito esforço, determinação, coragem. Cada etapa de um processo desses é especial, desde as noites anteriores de planejamento, estudando o destino, se preparando. E quando chega perto do tão esperado feriado.. O coração já começa a se inquietar, como que já entrando na vibe. Depois a organização dos equipamentos, do cardápio, a divisão dos itens compartilhados, a previsão do tempo, a preparação da cargueira. Chega aquele dia! Celulares com dados móveis desativados, estamos indo... Chegamos na base, pegamos nossas mochilas, fizemos aquele café, colocamos nossas botas e começam os trabalhos! É sempre um rito, as ações em si são sempre parecidas, mas cada vez é especial, é como uma preparação pra uma cerimônia, cada experiência com sua essência a ser absorvida. Nos primeiros 500 metros de subida o corpo reclama, demora pra acordar, pra entrar no ritmo. Respiração pesada, corpo formigando pelo esforço, tira casaco. Logo começamos a ganhar altitude, a primeira vista aparece, seguida de um 'uaau, nossaaa'. Já estamos energizados, envolvidos no sacrifício (sacro ofício = ofício sagrado). Mente concentrada, não chegam pensamentos sobre boletos a pagar, nem como está o seu cabelo. A mente encontra-se conectada com a energia da montanha. Seu corpo responde com força e determinação, como um bom e sábio servo. Não é uma coisa pensada (com o kama manas, que é nossa mente concreta, analítica, crítica), é algo que vem de dentro, que flui. Vem as partes de desafio, mata fechada, horas indo, pedras, raízes, grampos e cordas compõem o caminho. Seus pés parecem alados, recebem uma agilidade extra, sabem exatamente onde se colocar, com milésimos de segundo entre os dois. Eles sabem bem... A cargueira parece que já faz parte de você, bem ajustada, quase nos acostumamos com o peso. E quando vamos repondo as energias com água, eletrolitos, açúcar e carboidratos, o corpo vai respondendo. Falamos muito pouco nessas horas, deixando para os 5 min de pausa qndo largamos a mochila. E depois aquela força necessária pra colocá-la de volta nas costas.. Merece respeito. Quando começamos a ter a visão do cume, surge um plus de energia (quase lá!). E chegamos!!! Mochila jogada no chão, alonga o corpo, olha em volta, sorri e sente : que fantaaaastico. Depois as funções de montar a barraca, arrumar a 'casa', fazer aquele rango. Chega o por do sol, pra fechar o dia com chave de ouro, você senta em uma pedra bem pertinho da borda, medita e agradece. A noite o céu está um espetáculo a parte, estrelas sem fim, a via láctea, meteoros, quem sabe a lua, o vento soprando intenso. A noite vem o frio, o vento balança a barraca, mas os specs fazem seu papel e fica tudo bem. Dormimos cedo pra cerimônia da manhã : assistir o nascer do sol... Acordamos e preparamos aquele cafezinho com apreço, e sentamos pra contemplar. Ficamos lá, ipnotizados, esperando o astro rei chegar. É quando começa a avermelhar o horizonte, ele da os primeiros sinais, pintando tudo de dourado, logo abaixo a neblina cobre tudo, parece que estamos acima das nuvens, mais pertinho do Sol. O frio e vento não dão desconto, mas não sentimos, olhos brilhando. Meditamos nesse momento, como um presente por todo o esforço do dia anterior. Sentimos pequenos em relação a natureza e Deus, grandes em relação a nós mesmos, e igual aos nossos companheiros. Aqui bebemos um néctar invisível de força e coragem, pra enfrentar a vida " la fora". Com respeito e cautela, veneração e devoção, reconhecemos esse mundo que somos parte integrante, tentando entender um pouco mais sobre nossa própria natureza. Com o coração leve, mente limpa, e corpo descansado, respiramos fundo, olhamos uns pros outros, não é necessário dizer nada, um abraço compartilhado mostra as sentimentos que são comuns. Iniciamos o processo de desmontar o acampamento, e descida. E depois de várias horas chegamos na base. Agradecemos a presença, a parceria e amizade, laços criados e fortalecidos. Gratidão ao nosso corpo, nosso bom amigo, nosso veículo, companheiro da mente, via de manifestação da alma. Todos os componentes do seu Ser então em harmonia. Nos sentimos vivos! Missão cumprida! Uhuuull. É mais ou menos assim. É diferente pra cada um, mas com uma essência em comum. Então... Vai pra montanha meu amigo!!! 🌸🌄⛰️
  17. Olá. @alinemafra minha mochila é relativamente pequena, tem 50 litros. Foi bem desafiante colocar tudo, e sou bem econômica, principalmente com roupas. Porém se levar comida também pra vários dias, deve ficar bem mais difícil. No geral já comprei ela pequena, pra me forçar a levar a menor quantidade de coisas possíveis. No meu caso ela conseguiu atender a expectativa e coube tudo que era realmente necessário. Abraço.
  18. Quem estiver interessado em realizar a travessia Petrópolis x Teresópolis no feriado de Corpus Christi neste ano.... Estou organizando Pode chamar inbox ou responder aqui..
  19. @FlavioToc hehehe sim. Suficiente pra sobreviver, eu tinha um legg, fino mas bom, da Solo (linha x-thermo).
  20. @FlavioToc eu tenho uma Quechua, ela é bem simples mas da conta do recado. Comprei no site da Decathlon.
  21. @casLu olá! Então, ficou 14 kg: 1 fleece (usei todos dos dias kkk). Um corta vento impermeável, 1 calça impermeável, mais 2 calças pra trilha, 1 segunda pele, 2 camisetas. Mais uma jaqueta com fleece pra frio. Com essas roupas sobrevivi a 2 graus. O saco de dormir o meu é o Zaion da Aztek, muito bom. A barraca (naturehike), isolante térmico (sea to submit). Fogareiro e gás, comidas liofilizadas, barras de cereal, touca, e os amáveis bastões de trekking. Chinelo e minha bota (Columbia, impermeável que foi uma salvação para quando choveu). Além de coisas pessoais, canivete, heard lamp. Basicamente essa foi a bagagem. Muito importante estar preparado pro vento e chuva. Lá o tempo muda muito rápido, um dia você pode pegar todas as estações hehe. Mas é maravilhoso. O W é lindo, mas se dispõe de mais alguns dias, vale a pena fazer o O. Se puder ajudar em mais alguma coisa.....
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