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FilipeMoratoGomes

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Sobre FilipeMoratoGomes

  • Data de Nascimento 25-02-1971

Bio

  • Ocupação
    Blogger de viagens

Outras informações

  1. Este é o resultado da minha viagem com 8 dias de duração. O roteiro inclui a "capital" Stone Town, a região de Jambiani e toda a costa leste, as famosas plantações de especiarias e ainda localidades como Nungwi e Kendwa, no extremo norte da ilha, e muita, muita praia gostosa. Retrata exatamente o que eu fiz na ilha, viajando de forma independente e usando transportes públicos, transfers organizados ou táxis. Pode ler todos os detalhes do meu roteiro em Zanzibar no blog Alma de Viajante. (na imagem, um momento divertido com um jovem maasai na praia de Nungwi)
  2. Não sei se já decidiu, mas entre essas duas recomendo sem dúvida Maiorca. Para saber o que o espera, veja estes textos sobre as melhores praias de Maiorca e o que fazer em Maiorca. A ilha combina cultura, praia e história. Qualquer coisa, disponha - conheço bem a ilha!
  3. Obrigado, Daniel. Tens razão, tenho andado meio afastado dos fóruns, mas vou tentar passar mais vezes aqui pelo mochileiros, que é um espaço privilegiado para falar em português com quem gosta de viajar. Quanto ao resto, lógico que estou ao dispor para, dentro dos meus conhecimentos, ajudar no planeamento da tua viagem. Abraço.
  4. É sim, mas oficialmente tens que marcar as datas de todos os segmentos da viagem com antecedência. Outra opção é comprar os bilhetes em cada cidade, embora em muitas regiões da Rússia a comunicação seja um problema (no interior pouca gente fala inglês, mesmo quem trabalha nas estações de comboio). Já fiz a viagem (na verdade fiz a linha transmogolian) e, do que eu conheço, há pelo menos um lugar que vale mesmo a pena parar na Rússia durante o transiberiano: Irkutsk, para visitar o lago Baikal, Património da Humanidade. Abraço e boas viagens!
  5. Fotos de pessoas - como evitar as poses É sabido que, em muitos locais, é aconselhável pedir permissão antes de fotografar pessoas. Em lugares muito turísticos, por esse mundo fora, é normal os habitantes locais estarem acostumados à presença de objectivas. Mas nem sempre é assim. E, mesmo nesses lugares, há pessoas que não querem ser fotografadas. Porque não gostam, porque acreditam que o seu espírito vai ser "roubado" pela máquina, ou por qualquer outro motivo. Seja qual for esse motivo, é bom respeitá-lo. Principalmente com tribos ou minorias étnicas, mas não só. Qualquer pessoa tem direito a não querer ser fotografada. O problema é que, uma vez pedida a tal permissão, as pessoas tendem a posar, imóveis como uma estátua, com um sorriso muitas vezes falso. E, como todos sabemos, o destino das fotos tiradas nessas condições quase sempre é o lixo. Aprendi pela experiência na estrada que, se tirasse duas ou três fotografias nessas condições - que à partida sabia serem inúteis (com uma máquina digital o custo era zero) - as pessoas começavam a relaxar. E se baixasse a máquina, como que a querer dizer "já está", as pessoas começavam a agir naturalmente, a descontrair. E agora sim, poderia tirar uma série rápida de fotografias sem as poses, antes que as pessoas se colocassem de novo em posição estátua... Uma nota adicional. Se nos pedirem para apagar as fotografias tiradas sem permissão, devemos fazê-lo. Custa, eu sei, mas o respeito pelas outras culturas é, na minha opinião, uma das mais importantes regras que um viajante deve respeitar. A propósito de boas práticas, um dos mais conceituados fotógrafos do século passado dizia que "se uma foto não está suficientemente boa, provavelmente o fotográfo não estava suficientemente perto". Mesmo não sendo verdade em todas as situações, dá que pensar... Grande abraço e boas viagens, Filipe
  6. Numa viagem recente que fiz, transportei um pac-safe durante 14 meses e usei-o apenas uma dúzia de vezes, prncipalmente em albergues com muita gente no mesmo quarto. O Pac-safe é seguro mas dá a impressão que temos algo super valioso a esconder e isso pode ser contraproducente, isto é, atrair atenções indesejadas. Na verdade, eu até tinha comigo equipamento fotográfico profissional e não o poderia "perder", mas sempre preferi usar uma daquelas capas de chuva com um aloquete, por ser muito mais discreto. Nalguns países vi mochileiros com soluções mais criativas, tipo colocar a mochila num saco de batatas para "disfarçar", em viagens de ônibus ou avião. Ou seja, na minha opinião o pac-safe é eficaz contra os roubos fortuitos mas eu, pessoalmente, prefiro outras possibilidades mais light. Grande abraço e boas viagens, Filipe
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