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  1. Flávio, nem todo percurso tem restaurante.. Mas sempre tem um posto..aí tem lanches, as vezes sandubão, salgadinho.. mas é diferente do Brasil, onde sempre se vê um restaurante ou churrascaria em beira de estrada. Nesse trajeto que fiz nem sempre tem, sempre tínhamos opções de lanche no carro. Alguns percursos tem aqueles restaurantes bem chulés.. que tu ficas em dúvida se é borracharia ou restaurante.. mas geralmente esses tem as melhores chuletas Pode perguntar à vontade!
  2. Flávio, nem todo percurso tem restaurante.. Mas sempre tem um posto..aí tem lanches, as vezes sandubão, salgadinho.. mas é diferente do Brasil, onde sempre se vê um restaurante ou churrascaria em beira de estrada. Nesse trajeto que fiz nem sempre tem, sempre tínhamos opções de lanche no carro. Alguns percursos tem aqueles restaurantes bem chulés.. que tu ficas em dúvida se é borracharia ou restaurante.. mas geralmente esses tem as melhores chuletas 😅 Pode perguntar à vontade!
  3. Sem mais muita coisa nova, apenas estrada! Dia 28- Puerto Madryn --> Santa Rosa (775km) Dia 29- Santa Rosa --> Uruguaiana (1200km) Entrar no Brasil tem que tomar guaraná: Dia 30- Uruguaiana --> Floripa (1083km) E assim finalizamos 30 dias de viagem ~Demos sorte de ser antes dos bloqueios causados pelo Corona Vírus~ Bastante cansaço, paisagens maravilhosas e lembranças que serão eternas! VOTAÇÕES DO GRUPO: Melhor cidade: El chalten (3 votos) , San Martin (1) Trilha mais cansativa: Fitz Roy Trilha com vista mais bonita: Fitz Roy Passeio frustrante: parque nacional fim do mundo (tb fizemos sem vontade) Cidade decepção: Bariloche Surpresa da viagem: El Bolson Melhor comida: carne Argentina Passeio q faria novamente: Se tivesse que escolher só 1: trilha Fitz Roy Melhor hospedagem: Ushuaia (apto gigante! 6 pessoas) Hostel com melhor localização: San Martin Se quiserem alguma indicação específica, só chamar! 😘
  4. Dia 27- Puerto Madryn -Punta Tombo (370km ~3 hs só de ida). Hoje era dia de ir pra Punta Tombo ver a pinguinera. Poderíamos ter ido no dia anterior e economizado hs de viagem, pois fazia parte do trajeto. Mas seriam muitas horas na estrada.. Preferimos dividir este dia em 2, assim também permitindo conhecer um pouco mais de Puerto MAdryn. Saímos cedo e fomos para a Reserva Provincial de Punta Tombo, que abriga a maior colônia de reprodução de pingüins de Magalhães (Spheniscus Magellanicus) do mundo. Punta Tombo fica a 370km de Puerto MAdryn, demorando 3 hs para chegar lá. Em algum ponto da estrada tem essa estátua gigante.. não demos muita bola.. mas se vc gosta ou tem criança que goste, fica a dica: No início da reserva há um Centro de Interpretação/Museu com a história do local, informações dos pinguins, explicações sobre a fauan local.. etc.. Eu acho muito interessante esta parte também! O Centro é dividido em 2 partes visitáveis: Estacionamento + Entrada (O ingresso estava custando AR$550 por pessoa) Uma área central onde fica a confeitaria, com grandes janelas que permite uma vista panorâmica da Baía Janssen, onde Punta Tombo está localizada. Aqui também estão os banheiros, o salão de pingüins de Magalhães, a galeria terrestre e marítima, a galeria de conservação e a administração. Há também o imponente terraço de observação, o pátio da cisterna da Patagônia e o Alto Domo de los Vientos. No ponto mais alto de Punta Tombo, uma colina localizada a 51 metros acima do nível do mar, foi construído o Domo de los vientos, um lugar que presta homenagem ao vento da Patagônia. Foi construído neste local porque é onde a rajada mais forte de vento da Patagônia foi registrada em Punta Tombo: 180km/h. Sua forma se assemelha à de um salão gigantesco, com assentos de concreto e, no final, uma rosa dos ventos. Deste setor, você pode ver a paisagem em 360º. Mas por que se homenagear o vento?? O museu traz a explicação - e, desta forma, até o perrengue na travessia do Estreito de Magalhães ficou mais reconfortante: Depois é possível seguir em trilhas bem sinalizadas por quase 3 quilômetros de passarelas. É pedido que se mantenha distância de 1,5m, no mínimo, dos pinguins, se eles quiserem atravessar a passarela não interferir, bla bla bla, coisa que acho óbvia e que todo mundo deve respeitar. Deve?? NÃAAAOOO.. Eu quis socar uns vários lá, tinha gente fazendo carinho no pinguim (o pinguim tentou até bicar como resposta), gente com o celular a poucos centímetros da cara dos pinguins.. ai gente, sério.. NÃO SEJAM ESSE TIPO DE TURISTA! Tem alguns guardas fiscalizando.. mas nem sempre dão conta. Sobre as trilhas, tem pinguins em praticamente todo o trajeto: Ficamos lá cerca de 3 hs.. e depois jantar no melhor restaurante: Chonas! OBS: Em Puerto MAdryn fizemos câmbio numa imobiliária (Urtasun solucções imobiliárias, o cãmbio estava muito melhor que no cassino).
  5. Dia 26: Puerto San Julian à Puerto Madryn = 866 km Dormimos umas 4hs.. mas foi ótimo pro descanso que estávamos precisando. Seguimos estrada pois teria mais 12hs de estrada. Paisagens bonitas no percurso (Santa Cruz, Comodoro Rivadavia, Trelew), mas não nos enrolamos muito em nenhuma delas.. para descansar mais tempo hoje. Chegamos em Puerto Madryn a noite e saimos pra jantar.. indo no restaurante com melhor custo benefício de lá: Chona (no dia seguinte nem quisemos conhecer outro.. só deu Chooona!)
  6. Dia 25: Ushuaia à Puerto San Julian = 1 dia (933km) Dia de iniciarmos nossa volta (18/02). É bom viajar.. mas também é bom voltar pra casa! 🤩 Saímos cedão de Ushuaia, teríamos 12:30h de estrada se tudo desse certo. Passamos a 1ª fronteira (Argentina pro Chile) e tinha tanto vento que tínhamos que andar arcados pra frente (Segure bem seus documentos!) Da fronteira até o Estreito de Magalhães foram mais 2hs..Chegamos lá pelas 11:30h e qué qué qué.. travessia fechada por causa dos ventos. As rajadas chegaram a 114km/h e, para fazer a travessia, tem que estar no máximo a 80km/h, pois pode ser perigoso. 🥵 Das 4 travessias que fiz no Estreito até hoje, essa foi a primeira vez que peguei fechada... não dá pra reclamar ¯\_(ツ)_/¯ Tem-se 2 opções: Ir para Porvenir (132km ~2hs) e fazer a travessia para Punta Arenas, seguindo viagem por lá. Só tem 2 horários, valor mais caro e pode não ser seguro. Esperar - e foi o que fizemos. Neste caso esperamos por 8 horas. 😴 Antes da rampa da balsa tem um restaurante (o único) que prepara lanches.. só tem 2 atendentes.. Portanto boa sorte! This is Spaaaarta! Na dúvida leve bastante lanche antes da travessia (ainda mais se você tiver restrições alimentares- como eu). Tem também uma rádio local que passa as informações atualizadas o tempo todo.. então você fica dentro do carro acompanhando. Também dá pra ir lá no Estreito fazer umas fotinhos pra passar o tempo 😅 Tem uma espécie de prefeitura da região de Bahia Azul, onde o turista pode usar o banheiro, carregar o celular, ver TV, usar a wi-fi - embora eu não tenha consegudi conectar nenhuma vez. Segue a senha, caso não troquem, para quem ficar preso por lá tb: E lá pelas 20:30 conseguimos atravessar em uma balsa bem maior que a da ida: Nós de saco cheio, pero aliviados: Agora tínhamos outra dúvida.. pois teríamos mais uma fronteira para passar (Chile para Argentina) a 50km. Para nuestra suerte nos informaram que era aberta 24h. Dúvida 2: Manter o roteiro? Mantivemos e fomos até Puerto San Julian (chegamos as 5hs da manhã). Mandamos mensagem para a proprietária do hostel explicando e ela deixou a porta aberta para quando chegássemos.
  7. Dia 24: Ushuaia (Passeio ao Canal do Beagle + Parque Nacional Terra do Fogo) Hoje fizemos o passeio ao canal do Beagle, que é estreito na fronteira entre Argentina e Chile, que une o extremo sul dos oceanos Pacífico e Atlântico. Há várias empresas oferecendo o passeio no porto, os preços são semelhantes entre todas. Contratamos com a empresa Chê ($190 dólares por casal + ARS10 de taxa de embarque) - e foi uma grata surpresa. Embarcação para poucas pessoas, passeio super estilizado, guia super atencioso. O passeio é praticamente o mesmo que todas as empresas oferecem: ilha dos lobos, farol les eclaireurs (tb chamado de farol de fim do mundo, apesar de não sê-lo), ilha dos pássaros, trekking em uma ilha (cada empresa tem direito a explorar uma parte da ilha). obs: Durante todo passeio tem cerveja livre na lancha, além de chá, água e chocolate quente. A surpresa do passeio foi a companhia de uma baleia. O guia foi super paciente e ficou esperando a baleia voltar dos mergulhos para que pudéssemos gravar e bater fotos. Na volta, lanchinho dentro da embarcação: O passeio começou as 10h e terminou perto das 14h. Continuamos para o Parque Nacional Terra do Fogo (AR$6080 por casal). Como estávamos cansados, foi só uma passada mesmo para fazer o check list de principais pontos: Correio do fim do mundo e o Fim da ruta 3: Opções sem glúten em Ushuaia (Argentina) Placeres Sin Tacc: Muiiiitas opções!! https://www.facebook.com/placeres.sintacc Il Punto pizza (opções sem glúten, esquentando dentro da embalagem). Fica dentro do Mercado del Jardin Pepo´s burguer Beer (opções sem glúten, esquentando dentro da embalagem). Fica dentro do Mercado del Jardin Sorveteria Freddo: opções sem glúten (embalagens fechadas) Marco polo Freelife (Ushuaia)
  8. Dia 23: Ushuaia - Laguna Esmeralda O início da trilha da Laguna Esmeralda fica a uns 12km saindo da cidade.. está indicado no arquivo do primeiro post. Fizemos esta trilha em 2015.. e lembro que foi super tranquilo se localizar no caminho. Mas nesta vez nos perdemos logo no início da trilha, aí ouvimos vozes de outros turistas e voltamos para a trilha. A trilha está demarcada com sinais nas árvores.. e eu tinha a trilha demarcada em kmz no celular também.. Mas ainda sim, estava difícil fazer a trilha. Havia chovido no dia anterior e em campos abertas não sabíamos onde passar, estava muito encharcado. Quando passava algum guia com grupo íamos seguindo, mas quando nos afastávamos tínhamos que ir descobrindo. Indicação da trilha com madeira amarela no chão: Na trilha é possível observar o impacto causados pelos castores na floresta. "Em 1946, foram importados 25 casais de castores para serem criados no sul da Patagônia. Os castores, além de se adaptarem muito bem ao seu novo habitat, puderam reinar em absoluto, pois não há predadores (ursos) que possam manter o equilíbrio de forças. Estes roedores estão devastando as florestas nativas da região patagônica argentina e chilena. Eles roem os troncos das árvores até caírem. Com as toras e os galhos levados até os rios, misturam terra formando represas, impedido o fluxo das águas. O que está no caminho abaixo desses diques sofrem com a seca. Ou seja, modificam a paisagem natural, destroem florestas inteiras e espantam os animais nativos de seus habitats! A força de suas presas é tão grande, que são capazes de roer um tronco de árvore em apenas uma hora! E vão prosseguindo em um ritmo frenético criando clareiras de até 50 metros de diâmetro." Depois de 2hs de caminhada, chega-se à maravilhosa Laguna Esmeralda. Dêem uma olhada na sujeirada do tênis.. Por isso recomendo uma bota impermeável: Resumo da trilha: trilha laguna esmeralda.mp4 Como é uma trilha curta, comparada às das outras cidades, deu tempo para voltar pro Centro para continuar passeando e jantar um king crab:
  9. Dia 21: Puerto Natales à Ushuaia (769km) Dia de viagem.. aproximadamente 10h na estrada. Irrá partiu Tierra del Fuego! E já sentindo o vento do fim do mundo.. Íamos passar pelo Estreito de Magalhães, que neste ano completa 500 anos de descoberta da travessia (da qual só 18 dos 250 tripulantes sobreviveram!): " Magalhães estava convencido de que existia um canal que conectava o mar do Norte (Atlântico) com o mar do Sul (o Pacífico). Assim, ao chegar à costa americana, começou a descer e descer em busca dessa conexão. Não foi fácil, e antes de conseguir eles entraram em dezenas de lugares errados, como o rio da Prata. Por fim, em 21 de outubro de 1520 avistaram um novo canal e começaram a navegar suas profundas águas entre tormentas glaciais e fiordes. Era o estreito de Magalhães. Também se atribui a ele haver posto o nome que levaria a "Terra do Fogo", que estava ao sul do estreito, pelos numerosas fogueiras que os indígenas acendiam." Se tem vento forte, o Estreito pode ser fechado.. e não passa de jeito nenhum. Em 2015, quando fomos a primeira vez, passamos tranquilo. Nesta vez passamos tranquilo também (spoiler: Na volta esperamos 8hs dentro para passar). A passagem da balsa pode ser paga em pesos argentinos ou chilenos (CLP 16.400). Depois de 155km (quase 2 hs) chegamos na fronteira San Sebastian: Compramos um íma comemorativo numa loja turística logo após passar a fronteira (o marido geógrafo pira!). E tem mais 298 km (quase 4hs) até Ushuaia. O caminho é bonito e , de carro, já é possível visitar alguns pontos turísticos (Lago Escondido, Paso Garibaldi) Chegamos em Ushuaia às 19hs, nublado, e ainda claro: Dia 22: Ushuaia Apenas conhecendo o Centro, passando nas lojas.. sem mtas ftos. Grafite em alusão ao presídio do fim do mundo: Decoração das portas do banheiro do Mercado Del Jardin:
  10. Dia 18: El Calafate à Puerto Natales (272km) Viagem tranquila até Puerto Natales. Aproveitamos o trajeto e paramos na Cueva del Milodon. O milodon (milodonte) era uma preguiça gigante que viveu ali até cerca de 10 mil anos. Tem um Centro de Visitantes com vários vídeos explicativos.. e opção de visitar a caverna ao valor de AR$8000 por pessoa. O guia lá nos confirmou o que estávamos suspeitando.. o valor não compensa o passeio (respeito quem ache que sim). Visitamos só a parte gratuita da caverna e seguimos para Puerto Natales. Estava uma chuvinha chata.. então andamos um pouco no Centro e ficamos em casa. Info sobre a caverna em: cuevadelmilodon.cl Dia 19: Puerto Natales - Trekking Base Torres (22km (total) ~ 8hs). De Puerto Natales até o parque dá 1:30h.. E saímos lá pelas 07hs da cidade. Tem algumas entradas para o Parque Nacional Torres del Paine. Escolhemos a entrada que dá acesso à trilha até da base das Torres (Y-156 (Portaria Laguna Amarga, tem no kmz que postei no início do relato). Tivemos que assistir um vídeo de segurança em uma sala junto com os outros turistas, depois se entra em uma fila onde se faz o registro para entrar no parque e, na sequência, se faz o pagamento do ingresso (AR$25.000 por pessoa). Saindo desta portaria tem mais uma pernada de caminho até o início da trilha (6,4km). Tem gente que já vai fazendo a pé (respect!): Deixamos o carro num estacionamento (bem marcado), onde tem a Centro Bienvinda - um espaço de recepção aos turistas, onde tem autos banheiro, restaurante, lembranças.. E iniciamos a trilha (kmz postando no início). A trilha em si não é complexa.. ela só é bem cansativa pela extensão 11km pra ida e + 11 para a volta, totalizando 8h só de caminhada, mais o tempo de parada. A trilha alterna entre subidas e descidas. Início da trilha, a parte plana: O início da trilha tem uma subida longa.. não é tão íngreme.. só é uma subida que não acaba nunca. Por vezes achei a trilha pequena (no sentido de espaço), as vezes tínhamos que ceder espaço para os cavalos passarem.. e tudo ao lado de 'penhascos'. Após 2 hs de caminhada chegamos ao acampamento (Refúgio Chileno), que existe no meio do caminho até à base das Torres. Tem algumas mesas para descanso e lanche, tem produtos para vender lá ($$$$) e também dá pra encher a garrafinha com água potável. Informação importante para o planejamento: A partir das 15h não se pode continuar a trilha a partir do acampamento. E seguimos o trajeto para mais 2 hs de caminhada.. Esse segundo trecho é mais chatinho.. O caminho é cheio de pedregulho (base da Morena - um amontoado de rochas remanescentes de um antigo glaciar), os metros finais se alongam.. Quando você acha que tá quase chegando, vem mais uma subidinha, e mais uma.. e mais umazinha. Mas eis que chegamos à base das Torres del Paine (Paine quer dizer azul claro) e o pico tava craudiado: Tinha MUITO vento, mas MUITO vento. Li um aviso no grupo dos mochileiros no facebook de uma menina que foi derrubada pelo vento nesse local e fraturou o cóccix. De fato tem umas rajadas muito fortes por aqui. Tentamos nos proteger do vento encostados nas pedras maiores.. e depois brigar por um lugar ao sol pra tirar foto sem ninguém ao fundo (foi difícil). Pensem num lugar lindo.. me senti em plena revista da National Geographic. O mirante tem vista para a Torre Sur (2.850m), Torre Central (2.800m), Torre Norte (2.600m), o Cerro Nido de Condor e o Glaciar Torres. E essa não podia faltar: Resumo da trilha: trekking.mp4 Na volta paramos no Centro de turistas ali antes do estacionamento e tomei a melhor e mais cara coca cola da vida (CLP 2500). Dia 20: Puerto Natales O planejamento inicial era voltar pro parque, para ver o resto das belezas. Havíamos ido em 2015 e temos quadro na sala de casa com as fotos azul-turquesa dos lagos com as montanhas... mas o pessoal não ficou a fim de ir por causa da distância.. e acabamos aproveitando para conhecer o Centro da cidade (o que foi legal tb!). Fomos no PUEBLO ARTESANAL ETHER AIKE, uma feirinha de artesanatos,no monumento ao milodon e no monumento la mano (ambos na Av. Costanera). E também reparando nos demais detalhes da cidade:
  11. Dia 17- El Calafate - Geleiras Perito Moreno Fomos até o Parque Nacional Los Glaciares. O pessoal optou por não fazer o trekking na geleira (AR$ 800 por pessoa) e ficar só nas passarelas. Eu já havia feito em 2015, então por mim não teve problema. Para quem não conhece e nunca fez.. eu recomento (muito!) que faça! A vista ali das passarelas é bonita.. mas eu recomendo muito a trekking no gelo. Existem 2 tipos de passeio: o mini trekking e o big ice. Pesquisando tem muitas informações. Chegamos no parque e deixamos o carro no estacionamento. Tem a opção de ir de ônibus (gratuitamente) até as passarelas ou ir a pé já pelas passarelas, fazendo um percurso maior. Como não íamos fazer trekking na geleira, fomos caminhando mesmo. O glaciar Perito Moreno é considerado uma das reservas de água doce mais importantes do mundo.. é considerado estável, ou seja, repõe o gelo na mesma medida que perde. Já foi considerado a 8ª maravilha do mundo! E ainda dei a sorte de - sem querer, obviamente- um gavião se meter na frente da minha foto: Tem várias quedas de blocos de gelo.. o barulho é muito alto e todo mundo fica admirado. Não conseguimos gravar nenhuma. Acabamos passando metade do dia ali.. e para minha surpresa opções sem glúten no restaurante do parque. Como não fizemos trekking, sobrou tempo para conhecer o Centro da cidade: Opções sem glúten em El Calafate: Sorveteria Helados Artesanales - na praça principal da cidade; Isabel "Cocina al Disco": https://www.facebook.com/isabelaldiscocalafate/ Restaurante no parque nacional los glaciares (só tem um!); Celicatessen: https://www.facebook.com/Celicatessen-Calafate-999950233356024/ Comprei muita coisa no supermercado La anônima!
  12. Dia 16: El Chalten à El Calafate (213km) Dia de mudar de cidade.. e aproveitar para bater mais fotos -em locais que todo mundo bate- em locais que não havíamos parado. Também íamos fazer uns vídeos aqui com drone.. mas a polícia chegou bem rapidinho (sei la daonde veio) e disse que era proibido pois aqui também era Parque Nacional. Tão tá.. partiu El Calafate! OBS: Pra mim e pro marido a viagem terminaria aqui.. pois já visitamos o restante do roteiro em 2015. Mas resolvemos prolongar pros nossos amigos conhecerem as demais cidades (El Calafate, Puerto Natales, Ushuaia + o litoral). Acabou sendo legal, pois quando fomos em fev/2015 estava quente.. e indo agora estava frio! Então acabamos conhecendo essa região patagônica de jeitos diferentes.. para a mesma época do ano. De El Chalten até El Calafate é relativamente tranquilo.. pega parte da estrada em rípio (igual na ida), mas sem muitas emoções na estrada. Como paisagem bonita nos acompanha o lago Viedma: Chegada em El Calafate: Demos um rolezinho na praça central e aproveitamos pra descansar no resto do dia.
  13. Dia 14- El Chalten - Sendero ao Cerro Torre A trilha se inicia em El Chalten, ao final da Av. Las Loicas.. após subir essas escadinhas e já fazer o aquecimento inicial: No início da trilha tem-se vista para toda a cidade de El Chalten: Vamos à trilha.. tem 9km até a Laguna Torre e ok, é de dificuldade média. não tem inclinações fortes como a trilha ao Fitz Roy. Na trilha do Fitz Roy é possível ver as montanhas em boa parte do percurso. Nessa trilha da laguna Torre só é possível ver a torre em alguns momentos, a vista não acompanha o percurso. Após 2,5km chega-se ao Mirante das Torres: Essa trilha a gente fez beeeem tranquilinho.. a trilha só é extensa. E após 9km de trilha chega-se à Laguna Torre. A cor da água é escura, diferente da laguna de los três, mas o cenário é lindo também: Como estávamos inteirões ainda, decidimos ir até o Mirador Maestri, que dá mais 2km de caminhada (1hora) e tem-se uma vista mais bonita do Cerro Torre: Resumo da trilha (23,4km - 8:41h): trilha cerro torre.mp4 O dono da pousada nos disse que as vezes acabava a gasolina e que era comum ter filas.. então resolvemos abastecer. Ó o tamanho do posto de El Chalten: E assim.. acabou o dia.. com mais uma trilha sensacional. Opções sem glúten encontradas em El Chaltén: Ahonikenk – opções sem glúten. Tem cuidados no manuseio. Fuegia Bistro – https://www.facebook.com/Fuegia-Bistró-320938344709353/ Curcuma @curcumachalten La Cervecería Chaltén: https://www.facebook.com/lacerveceriachalten / https://www.instagram.com/lacerveceriachalten/
  14. Dia 14- El Chalten - Dia de descanso! Inicialmente o roteiro previa todos os dias com trilhas.. mas como não somos robôs, tiramos o dia para descanso. Botei adesivo de salompras até atrás do joelho pra dormir..e acordei sem dores. Excluímos do roteiro o passeio e trilha ao Glaciar Huemul, Lago del Disierto e Lago O´higgins e deixamos para fazer amanhã a trilha ao Cerro Torre. Portanto hoje foi dia de curtir El Chalten. Demos uma passada pela Capela dos Escaladores, que era quase ao lado da nossa pousada. A capela foi doada por um grupo de alpinistas da Aústria em honra de Tonni Egger, que morreu em 1959 ao ser atingido por uma avalanche enquanto subia o Cerro Torre. Tem design austríaco e é uma réplica da capela italiana de Sain Michael, construída com materiais trazidos da Europa. Esta capela homenageia muitos alpinistas que perderam a vida desde 1953. Tem fotos dos alpinistas falecidos, suas nacionalidades, etc. Demos um pulo na cascata Chorrillo del Salto. Pra nós não deu nem de considerar trilha.. pois a caminhada desde o estacionamento até a cachoeira dá 5min e olhe lá. Depois passamos o dia curtindo a cidade.. praonde se olha tem montanhas: Tem um esquema de happy hour entre 18h- 20h, com cerveja dupla.. Então nesse dia o pessoal saiu conhecendo vários bares, tomavam cerveja em um e iam pro próximo.. sempre com a paisagem good vibe do entorno:
  15. Dia 13- El Chalten -Sendero Al Fitz Roy - ~20km (8hs só de caminhada). O início da trilha começa no final da Avenida San Martín, após uma área para estacionar veículos. Começamos a trilha meio tarde (9hs), acabamos saindo um pouco tarde e também nos perdendo um pouco da entrada porque ninguém olhou no mapa. O percurso tem 20km e demora cerca de 8hs (hahahahaha rindo de nervoso) e, para mim, teve dificuldade alta (por causa da parte final). O trajeto pode ser divido em 3 etapas: a primeira, mais curta, porém com uma certa elevação; a segunda, bem mais extensa, porém mais plana; e a etapa final, com cerca de 1 km e uma elevação mais intensa. Início: A vista é bonita, vê-se o vale do rio De las Vueltas. Quando chegamos no ponto de encontro, tivemos que optar por prosseguir pela Laguna Capri ou pela trilha que tem um mirante BAITA para o Fitz Roy. A distância entre as 2 trilhas é a mesma. Optamos pra ir pela trilha da direita, deixando a Laguna Capri para a volta (spoiler: na volta estava tarde e as fotos da laguna ficaram mais escuras. Do mesmo modo, pegamos fotos mais claras com o Fitz Roy de fundo indo pela trilha da direita. Lembrando que começamos a trilha depois das 9hs, se você sair cedo pode ser que isso não interfira). Indo pela trilha da direita, chega-se a um mirante panorâmico das montanhas. o vidão! Para quem não aguenta a caminhada até a Laguna de los três, aqui é um bom ponto final.. tem uma vista linda.. e dá pra voltar pela Laguna Capri. E cá entre nós.. até aqui é uma caminhada de respeito também (sem dificuldade, apenas extensa). O caminho continua subindo o riacho Del Salto, durante o percurso tem locais com indicação de água potável.. Enchemos a garrafinha umas 3x durante o percurso. Cerca de 4 horas de trilha (8km), chegamos ao acampamento base Poincenot (um dos locais de acampamento mais populares do Parque Nacional). A partir daí se atravessa o rio Blanco e se chega numa subida íngreme bagarai (1km+-). Tem aproximadamente 400 metros de altitude até a laguna De los Tres, exigindo mais 1 hora.. 1:30h de subida. Nesse percurso aí de subida, muita gente desistindo.. Por outro lado, há muito incentivo de quem tá voltando.. falando que tá quase chegando (ahamm.. me enganaram.. mas ajudou a prosseguir). Tinha muita gente de idade (até uns japas de mais de 60) e alguns gordinhos.. Aí pensei que se esse povo conseguia, eu também conseguia.. E subi - na força da persistência (força do ódio). Parte final da subida: A laguna de los Três fica na base do Fitz Roy, que acabamos pegando encoberto pelas nuvens. Visual de tirar o fôlego (ha há)! Para mim foi a pior trilha em termos de cansaço.. Foi f**** bagaraio! Eu disse que foi só f**? Foi muiiiito f***! haha Estou acima do peso.. e meu preparo para esta viagem foi academia alguns meses, mas sem frequência rotineira. Tenho joelho operado, então cansou demais, exigiu demais.. principalmente a subida (e descida!) até a laguna de los 3. Cansamos tanto.. que nem quisemos ir até a laguna Sucia. O outro casal que estava conosco não sabia que tinha a laguna Sucia ao lado, se não teriam ido.. Eu confesso que não quis mesmo.. eu estava muito cansada. Não quis nem descer até a beira da laguna de los Tres, pq teria que subir de novo. Me contive na vista ali de cima: Difícil de descrever o quão lindo é este lugar! 😍 Na descida foi a minha vez de dizer pros outros que tava quase chegando. A descida judia bastante dos joelhos e também é pesada. Antes da laguna Capri avistamos um huemul, um cervo andino em extinção. Como eu já disse, estava mais escuro quando chegamos à laguna Capri.. Ficamos bem pouco tempo, pois tinha muita trilha pela frente ainda: Fizemos quase 25km, com quase 10 horas de percurso total. Resumo da trilha: trilha fitz roy.mp4 Saindo da trilha tinha mais uns 2km até a pousada.. doía tudo, sola dos pés, joelhos, lombar.. esta trilha foi um desafio!
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