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Vinícius Mzk

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1 Neutra
  1. Oi, Rubens! Primeiramente, recomendo que leia meu relato: travessia-do-vale-da-morte-t108366.html Segundo, pelas indagações que fizeste, recomendo que não vá. Se vc pretende enfrentar o vale, esse tipo de indagação não pode existir. Vc tem que estar muito preparado e acostumado a se deslocar em ambiente extremamente acidentado, com fortes correntezas e com alto risco de acidente envolvendo queda, deslizamento e animais peçonhentos. O que eu recomendo é começar pelo Rio Mogi ou a trilha da Ferradura. Essas possuem trilha demarcada e bastante fluxo de trilheiros, fazendo delas um
  2. Assistam ao registro em vídeo em: MIRANTE DA PEDRA DA MACELA E CONQUISTA DOS DOIS FRADES Era última semana do inverno de 2015, um calor absurdo, uma previsão de tempo perfeita e surge um convite de um amigo virtual, o Rodrigo, para uma exploração da Pedra da Macela e os Três Frades que se avistam a partir daquela. Estes picos - os Três frades - não possuem acesso por trilha, o que frustou muito o Rodrigo em sua visita ao local a 2 meses atrás, motivando essa nova investida para, de alguma forma, conquistarmos estes belos morros rochosos que se alinham em direção a Parati. S
  3. Cara, que bom que encontrei o seu relato! Já havia lido alguns, mas a dica das cachoeiras foi ótima. Se não fosse pelo seu relato eu não pensaria em incluí-las no roteiro. Também tive um problema parecido com os bovinos esses dias, mas no final da Serra Fina, depois do sítio do Pierre (que não é do Pierre mais). Estava atrasado pro resgate e tive que fazer uns desvios pelo mato por causa de dois bois chifrudos que me fitavam parados como se estivessem planejando o ataque haha. Depois até perguntei pro povo dali se boi atacava, mas me falaram que não, então da próxima vez só vou passar de m
  4. Fala, Marcus! Tudo bem? Já ouvi de pessoas que deixaram o carro na estrada de terra que tem próximo ao início da trilha e não tiveram problemas. Tentei achar o relato onde li isso, mas não encontrei. Se você consultar os moradores, pode ser que eles ajudem. Abraço!
  5. Respondendo à questão do Rodrigo, se conhecer bem a trilha, especialmente as ramificações de outras trilhas que existem no início do percurso de subida, perto da aldeia indígena, é perfeitamente possível fazer a subida sem usar GPS. Depois dos 250m de altitude a trilha principal fica bem definida e é fácil notar as saídas "erradas". Abraços! Oi, Getúlio! muito obrigado pela leitura. Realmente, a subida é puxada pra quem não tem muita experiência. Na caso, acabei levando a maioria das coisas e deixei com elas só as mais leves (sacos de dormir e as roupas dela). Os trilheiros que ge
  6. Oi, Rodrigo! Valeu pela leitura. É como nosso amigo GVogetta mencionou, não é necessário GPS se você se informar bem como é o início da trilha. Há diversas ramificações que podem confundir um pouco, mas depois dos 250m de altitude não há mais erro. Facilmente se nota os pontos de água e no final, já nas proximidade do Cume, pode-se confundir um pouco se a neblina estiver muito espessa, como foi no nosso caso. Abraço e obrigado pela leitura!
  7. Oi, Otávio! Não estava frio, não. Levamos esse casaco por ele ser leve e super compacto e só usamos de manhã quando acordamos. Recomendo muito ir, pois é belíssimo e o acesso muito fácil. Basta se informar qual coletivo leva até o início da trilha e na volta há um ponto de ônibus bem próximo ao final da trilha. Obrigado pela leitura e qualquer coisa é só dar um toque! Abraço!
  8. TRAVESSIA DO VALE DA MORTE JANEIRO DE 2015 Vídeo da travessia: Ao final, algumas dicas do que levar e comentários do que levei. A minha primeira visita ao Vale do Rio da Onça, popularmente conhecido como Vale da Morte, foi no final de outubro de 2014. Naquela época, por falta de companhia e excesso de ansiedade depois de ver o vale a partir do ponto de confluência dos rios Vermelho, Pedra e Solvay numa outra ocasião, acabei indo sozinho e a experiência foi, digamos, estranha. Sempre que voltava a pensar nos dias que passei sozinho naquele vale me vinha um misto de senti
  9. Valeu, Bruno! Agora que vi sua mensagem. Preciso me acostumar a entrar mais nesse site. Abraço!
  10. Vídeo: http://youtu.be/LLiFSM1lCwE O planejamento desta trip foi precário, além de que em todas as hipóteses que imaginávamos alguma coisa poderia dar errado. Minha intenção inicial era de ir ao Mirante de Paranapiacaba para ali acampar e conhecer esse ponto de fácil acesso e já muito conhecido pelos trilheiros da região para, no dia seguinte, retornar a Paranapiacaba e caminhar em direção a Quatinga. No meio da estrada em direção a este distrito, à sua direita, adentraríamos numa trilha conhecida como Trilha do Rio Anhangabaú ou Trilha dos Carvoeiros de forma que em algum lugar, de
  11. Valeu pelo relato, Antonio! Vou tentar essa travessia no final de julho de 2015 e queria uma informação sua: Vc precisou fazer a reserva para entrar no Parque mesmo iniciando a trilha depois de Ibatiba? Abraço!
  12. Muito legal. Vi o vídeo e achei sensacional o local. Uma pergunta: quantas horas vcs demoraram de BH até Morro do Pilar? Abraço!
  13. Vídeo da trilha: Minha mocinha e eu aproveitamos as férias de dezembro e a semana que passamos em Ubatuba para fazermos essa trilha clássica que é considerada uma das mais exigentes devido a sua inclinação rigorosa, porém localizada em uma região com natureza exuberante e convidativa, pois as trilhas são bem demarcadas e o terreno não impõe riscos à integridade física dos trilheiros (queda de penhasco, deslizamento, rios caudalosos com correntezas violentas ou plantas espinhosas furadoras de mãos). A trilha começa aos 15 metros de altitude no bairro Corcovado, próximo à uma aldeia i
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