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JonnyPabloJacominiBezBatti

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  1. Começo o meu relato falando de uma coisa muito importante para um mochilão: Quando viajar com parceiros, escolham pessoas que não reclamam, que tiram sarro de tudo, e que mesmo diante de um momento de apreensão, alguém vira e faz aquela pérola piadista que vira o lema da viajem... e, por isso, quero deixar meus agradecimentos e valorização ao casal parceiro e divertido que conheço: Rodolfo e Franciele. Posso dizer, que a viajem foi massa, e que boa parcela disso é por que vocês são muito massa... casal exemplar EM brincadeiras e levar tudo na esportiva... Planejamento inicial: Recebi um convite com uns 3 meses antes, ajustei minhas férias no trabalho e confirmei minha presença. Nos dias próximos à viajem, tive muitos afazeres no trabalho, e realmente eu precisava de umas férias em um estilo diferente. O período da minha viajem foi do dia 16/12/2014 até o dia 27/12/2014. Acabei não sendo muito atento, mas anotei abaixo algumas empresas, valores e horários para os interessados em fazer o percurso. Vamos lá: O casal acima, saiu uns 5 dias antes. Só pude ir depois, pois tinha uma prova de concurso e projeto do trabalho pra entregar. • Cuiabá (1º dia) o Empresa Meira Tur = Avenida Beira Rio = 3631-4300 = 7:00 - 13:00 - 20:00 = R$ 55,00 o Centro Oeste = 65-3223-4691 o Pedir pra deixar na PF o Embarque: 7:00 o Viajem tranquila. • Cáceres (1º dia) o Chegada: 10:00 horas o Na PF = pegar o Permission o Moto taxi = 5,00 reais o Rodoviária = Transbolivia (ligar antes pra reservar a passagem) = 9605-2732 = 4:30 - 5:30 - 10:00 - 12:00 = R$ 21,75 o Transjaó - 3223-4636 /3223-0197 = 14:00 - 17:00 = R$ 21,75 o Júlio Taxi = 9672-5401 (Brasil) / 7463-0961 (Bolívia) = 40,00 reais saí de Cáceres ou busca na Bolívia a qualquer hora. o Embarque: 14:30 horas o Viajem tranquila • Sam Matias (1º dia) o Atenção ao fuso horário de uma hora a menos o Chegada: 14:30 o Pegar um taxi: Imigration (Pedir pro taxi esperar) o Na Imigration Boliviana = dar entrada na papelada para entrar na Bolívia o Pegar um taxi pra = Rodoviária o Rodoviária = Cambiar 200,00 reais para pesos bolivianos o Rodoviária = Transbioceanico = 08:30 09:30 10:00 13:30 14:30 = R$ 55,00 o Embarque: 15:30 o Viajem ruim, o ônibus péssimo, muito calor, conheci brasileiros na espera pro ônibus que foi divertido a conversa. Aprendi que não devo nunca falar "opa" pois pra eles é chamar de tonto. Outra dica, é: se não souber do que se trata, sempre ficar sério, por que eles se ofendem muito fácil com o que ouvem. • Santa Cruz de la Cierra (2º dia) o Chegada: 7:00 horas o Pegar um taxi para = Rodoviária BIMODAL o Rodoviária = TransCopacabana para La Paz = valor 220,00 pesos bolivianos = BUSCAMA é o completo para viajem o Embarque: 17:30 horas o Viajem em um ônibus confortável, muita chuva e diferença térmica de 35 graus de santa cruz para uns 10 graus de La paz de madrugada. • La Paz (3º dia) o Chegada: 7:00 horas o Hostel Muzungu: 45,00 pesos bolivianos diária do quarto compartilhado e banheiro compartilhado • La Paz (4º dia) o Death Road, donwhill: 305,00 pesos bolivianos = Empresa Free Bike: Calle (rua) Ilhampu: Saímos por volta das 7 horas da manhã e subimos de Van por 1 hora até o alto da montanha de mais de 4.500 metros, onde começamos a sentir a altitude, afinal, Cuiabá está a menos de 200 metros do nível do mar. Para descer de bike o percurso, eles fornecem uma roupa para esportes, e como estava muito alto, só de colocar esta roupa já sentimos dificuldade para respirar devido a altitude, mas como 99 % do percurso é feito em descida, não nos preocupamos com isso. O percurso total é uma descida de 64 Km que começa num percurso de asfalto dividindo o espaço com carros, que respeitam os ciclistas, uma vez que já é cultural esta descida de bike, e em todo o momento temos as vans atrás de nós para dar suporte caso necessário. Começamos a descer e de cara, percebemos a beleza das montanhas. O percurso é feito todo em curvas bem acentuadas que devem ter atenção de distância entre os ciclistas. Fazemos paradas para tirar fotos e esperar os atrasados, que neste caso, éramos nós (kkk), e também eram feitos vídeos e fotos pelos guias, assim pudemos curtir mais a descida. Em determinado momento, embarcamos na van e chegamos ao início do percurso que é feito nas curvas sem asfalto, com pedras e curvas mais acentuadas ainda, e... é claro, os precipícios sensacionais ao nosso lado. Depois de muito descer, paramos para alimentação (fornecida pela própria agência de viagens) e admirar um paredão com cachoeiras. Após alguns minutos continuamos a descer e passamos por umas três pequenas cachoeiras em que pudemos nos molhar um pouco. O percurso encerrou-se em pousada simples pelas 15 horas da tarde, em que podemos almoçar, tomar um banho de piscina e banho quente para voltar a cidade. No percurso de volta com a van, percebemos que o percurso que descemos era enorme, e não tínhamos a noção do quanto era alto. Chegamos por volta das 18 horas da tarde de volta a Agencia de Turismo. Neste percurso, conhecemos o Kpa e a Poliana, ambos de Minas Gerais. Em todo o percurso eu capotei 2 vezes (kkk), se o percurso é 99% radical como diz a camiseta que ganhamos ao final e eu tenho somente 7% (13 vezes menos que o normal) então pra mim foi mais 1300% radical (kkkkkkkkk) o A Noite fomos ao bar do Hostel Muzungu que como todas as vezes, foi muito divertido, pois puxávamos assunto com todos, mesmo não entendo muito bem o espanhol, inglês, alemão e outras línguas mais... ainda bem que o Rodolfo fala muito bem o inglês e mandou muito bem no “portunhol”. Nesta noite conheci Israelenses, o Juan Chileno, o Juan Húngaro, o Cesar Boliviano e o Damian Argentino. A piada da noite foi contribuição do Rodolfo: “cara, aqueles ali são israelenses... estou com medo pergunta pra eles o que eles estão aqui e eles responderem que estão por motivos de trabalho kkkkk” e eu complementei: “cara, pior se eles falaram que estão aqui por Causas Religiosas kkkkkkkk” ##continuação • La Paz (5º dia) o Acordamos cansados, mas não quebrados, e levamos o tênis pra lavar (afinal de contas molhamos o calçado no downhill e só tínhamos um tênis kk) o Decidimos ir ao Zoológico da cidade para ver Lhamas, e na saída encontramos o parceiro Juan (Hungaru) que disse que iria nos acompanhar. Pegamos van e taxi, que por sinal foram muito baratos, nem comparando com o valor no Brasil. o No Zoológico pagamos 5,00 bolivianos e começamos a andar, vimos patos, ursos, araras, cabras, cobras, tartarugas e tudo mais. E o tão sonhado encontro do Rodolfo com a Lhama... foi lindo... selfies, fotos, sorrisos e o momento de dividir uma folha de eucalipto que quase verteu lágrimas nos olhos do nosso amigo kkkkk... o Já no Muzungu, tivemos um jogo de Sinuca bem diversificado pelas nacionalidades. Eu (brasileiro) e Daniela (Alemã), contra Juan Andress (Chileno) e Juan (Hungaru). A partida foi divertida e as tentativas de comunicação, não foram muito satisfatórias mas muito engraçadas. E percebi algo bem legal, quando se trata de Mochileiro, não existe nacionalidade. • La Paz (6º dia) o Montanhismo no Chacaltaia e Vale de La Luna: 70,00 pesos bolivianos = Empresa Free Bike: Calle (rua) Ilhampu: Pegaram-nos no e hostel e começou a diversão. Fomos os primeiros a entrar no micro-ônibus e cada vez que entrava alguém, na maioria das vezes já percebíamos que eram brasileiros. No geral foram Eu, Rodolgo e Franciele (Cuiabá), Poliana e Kpa (Minas Gerais), Rafaela e uma amiga (Portuguesas), Uillian e Leonardo (Santa Catarina), Francis e Daniel (Curitiba), Fernanda (Carioca) e namorado (Santa Catarina), e Cleso (Jaú-São Paulo). Mais quatro coreanos, duas bolivianas e um canadense, que não enturmaram... por que será??? Kkkk Bom... onde se encontram brasileiros tem bagunça, riamos até e tirávamos sarro dos estados e de todo mundo... muito divertido. Durante o percurso, tudo muito bonito e diferente do que vemos pela região do Mato Grosso. Uma coisa curiosa: no meio do nada aparecia uma Chola... e ficamos tirando sarro... afinal... como diria no globo repórter... de onde elas são? De onde vem? Pra onde vão? Será que são espantalhos no meio da região deserta pra enganar turistas? Kkkk Chegamos até próximo a montanha, com a estrada sem asfalto com espaço que passava somente um carro por vez e ao lado um precipício que dava medo algumas horas... mas o motorista era mui esperto (como disse nossa guia, kkkk) ficamos mais tranquilos. Finalmente chegamos e meu primeiro contato com a neve, foi eu saindo do micro-ônibus e recebendo uma bola de neve no peito, atirada pelo Rodolfo, que é claro, logo culminou uma troca de bolas de neves. Depois de descansar um pouco, e apreciar a primeira vista da montanha, começamos a subida que demorou aproximadamente uma hora com muitas paradas, pois a altitude nos deixou muito cansados. Ao chegar lá em cima, os brasileiros tiraram muitas fotos. Como éramos muito brasileiros, combinamos de fazer uma guerra de bola de neve que foi muito divertida e cansativa. E também fizemos anjos de neve... momento este que entrou neve na minha jaqueta que foi tenso kkkkk... muito gelaaaado... prometi que deveria escrever sobre o Daniel neste post... um Curitibano que estragou nossas fotos... kkkk todos de roupa de frio até dentro do nariz e ele lá... de boa... só de shorts e camiseta, como se tivesse uns 25 graus ao invés dos aproximadamente 10 graus que de fato estava... kkkk Mas, descemos e novamente admiramos toda aquele beleza de altitude e neve... muito bonito mesmo. Voltamos ao micro-ônibus e pegamos o percurso de retorno. Na vinda, as curvas não eram tão medonhas por que elas eram feitas e ficadas pra trás, agora... na descida... affff kkkkk foi divertido os comentários dos brasileiros.... kkkkkkk o Já a tarde fomos até Vale de la Luna (Vale da Lua) que recebe este nome, por justamente parecer as rochas da lua. Bonito, mas nada comparado com a Montanha Chacaltaia, mas a caminhada de aproximadamente uma hora foi divertida... O Cleso, foi nosso parceiro de caminhada, definitivamente um “gente boa”. o Voltamos e combinamos de nos encontrar mais tarde no bar do Muzungu e depois no Hard Rock Café. Jogamos sinuca: Cleso, Juan Andress, Rodolfo e mais algumas pessoas. E depois fomos ao Hard Rock Café que estavam alguns dos brasileiros da caminhada ao Chacaltaia e Vale de la Luna. Foi uma noite divertida em que o Damian (um argentino, parceiro nosso que trabalhava no Muzungu, mas estava de folga) deu show nas cantadas nas bolivianas kkkkk foi muito engraçado. Riamos até da desenvoltura dele. Teve cabelada de boliviana em mim, no Kpa, no Rodolfo (que quase resultou en porrada da esposa Franciele kkkk, ta bom exagerei kkk). • La Paz (7º dia) o Acordamos e fomos as compras. o Nos arrumamos e embarcar para Ilha do Sol. Pegamos as mochilas, pegamos o Teleférico Vermelho (deu medinho kkkk) descemos no segundo ponto, atravessamos pelo meio do cemitério (que parece ser um lugar bem visitado pelo bolivianos... kkkk) e embarcamos no ônibus para Copacabana... na metade do percurso, pegamos um barco para travessia até a ilha e achamos que já estávamos em Copacabana.... e lá andando, procurando um hostel.... começamos a criticar, achando que o lugar era feito... e rodamos... rodamos... mas nada... de repente aparece uma mulher falando que tínhamos que correr, se não iriamos perder o ônibus... não sabíamos que o ônibus também pegou uma balsa e que ainda tínhamos mais de uma hora de viajem kkkkkkk foi só pra rir... • Copacabana (7º dia) o Chegada por volta das 18 horas e já começamos a procurar um hostel, fechamos a travessia pra Ilha do Sol com uma empresa, e foi difícil de encontrar um hostel interessante. Fomos chamados indiretamente de burros pelo proprietário de uma lanchonete por que achamos a comida muito cara... ta certo que o lugar era muito bonito... ao encontrar um hostel, o que estava difícil, eu não gostei do lugar.... era muito bonito, mas a proprietária do lugar era antipática e muito desrespeitosa... o nome do hostel era Sofia... simplesmente o meu quarto estava com o ralo do banheiro entupido e o quarto do Rodolfo e da Franciele o chuveiro não estava funcionando... mas as camas eram muito boas e tinha televisão nos quartos, apesar de não usarmos. • Copacabana (8º dia) o Acordamos cedo, estava chovendo pra caramba e pegamos o barco pra atravessar pra Ilha do Sol. Já dentro do Barco, conhecemos o Tulho de corumbá... Gente boa, que explicou mochileiro de verdade é chamado de Roots... • Ilha do Sol (8º dia) o Fizemos uma parada no lado Norte, e seguimos para o lado sul da ilha, atravessando o Lago Titicaca chegamos por volta das 9:30 da manhã e fomos recebidos pelo Guia. O percurso ao todo, foi aproximadamente 60 pesos bolivianos. Acompanhamos o guia, que nos explicou sobre a cultura do Incas, Titicacas, sobre o ciclo de plantio de quatro anos que era plantado em cada pedaço de terra um determinado tipo de alimento e depois ficavam três anos em pausa para recuperação do solo, completando 7 anos. Visitamos o altar em que contou a história das crianças que eram escolhidas aos 3 anos de idade, ficavam 4 anos numa espécie de internato, completando também o ciclo de 7 anos e aos 8 anos de idade eram sacrificadas em adoração e agradecimento ao Deus Sol pela colheita. Também contou a história da Atlântida, que estava em baixo do lago Titicaca, e que também o disco de ouro estava naquele local. Visitamos ruinas, “a fonte da saúde e da juventude” e outras. Em todo o percurso, era possível admirar belas paisagens e muita história sobre o povo pré-inca. Nos despedimos do Guia por volta das 13:00 horas e seguimos a caminhada pela ilha, no trajeto de 8 Km. E novamente, tudo muito bonito. Neste ponto, eu decidi ir a frente do casal Rodolfo e Franciele, para eles poderem curtir a viagem como casal também. E caminhei, caminhei, caminhei, caminhei, caminhei... pelo amor de Deus... como eu caminhei kkkkk apesar de muito bonito, este percurso, foi sem dúvida o mais longo... ainda mais que estávamos com as mochilas que acho que pesavam por volta dos 15 Kg... mas foi legal... a frente, encontrei novamente o Tulho e fomos conversando os dois.... ao final do percurso, o casal não chegava, começou a ficar escuto e fiquei preocupado com os dois... fiquei tão preocupado que enchi a paciência do tulho, e ele decidiu me ajudar e começamos a caminhar no meio da noite, no sentido contrário, com absolutamente zero de luz, sendo ele o guia no meio da escuridão (afinal, tenho cegueira noturna e não via absolutamente nada)... deixo registrado aqui... a parceria e também meus agradecimento ao Tulho... E é engraçado como conhecemos pessoas diferentes e “gente boa” pra caramba... No fim, ele me convenceu a ficar de boa e comemos uma truta sensacional e voltamos pro hostel... inclusive, este foi o dia mais frio que encarei na viajem... durante a noite... uma tempestade enorme que me acordava a cada trovão... mas nem me mexia em baixo dos cobertores de tanto frio... • Ilha do Sol (9º dia) o Acordei preocupado as 7 horas da manhã, pois ainda não havia encontrado o Rodolfo e a Fran, fui tomar o café da manhã e esperar no porto, voltei ao hostel arrumei as coisas, e novamente voltei ao porto, que tinha uma vista perfeita do lago Titicaca. Por volta das 10 horas da manhã, eles apareceram... explicaram que permaneceram e dormiram mais no alto da Ilha, mas tudo blz... Tinha um barco que saia às 10:30 horas, corremos pra ver se conseguíamos buscar as coisas deles pra embarcar neste horário, mas como era muito alto, casávamos muito fácil e não deu tempo.... por fim, chegamos ao porto por volta das 11:30 horas e fomos almoçar e esperar o barco das 15:30 horas... enquanto almoçávamos, conhecemos a Sarah (Alemã) que convidou pra fazermos um tour juntos, dividindo nós quatro em barco particular entre outros pontos turísticos que não tínhamos visto. Como iria ficar caro pra todos nós, não aceitamos e ela decidiu voltar com a gente pra copacabana. Antes de encontrar a Sarah o Rodolfo tinha encontrado um barco mais cedo pra podermos voltar que cobrou pouco mais que o valor normal pela travessia, saindo contudo às 13:00 horas. Então decidimos ir neste e a Sarah nos acompanhou. Mal sabíamos que o valor cobrado (40 pesos bolivianos) passaríamos pelas ruinas e pelas ilhas flutuantes... e que pensávamos não ser possível visitar justamente por que ficaria muito caro... no trajeto que Sarah nos apresentou inclusive, custaria 110 pesos bolivianos para ver este dois pontos turísticos e mais uma outra ilha... no final, saímos ganhando... fomos na parte superior do barco, pois estava ensolarado e não era necessário viajar dentro do mesmo... em todo o percurso, fiquei a observar as montanhas, o lago, as rochas, as ruinas e chegamos as ilhas flutuantes... em Copacabana, pegamos o Ônibus às 18 horas para La Paz, passar o Natal... • La paz (9º dia) o Chegamos em La Paz, no cemitério por volta das 22 horas... aquele tumulto na rua, muitas vendas e carros pra todos os lugares.... pegamos o teleférico novamente e fomos ao Muzungu. Chegando lá, descobrimos que a família da Franciele tinha feito uma algazarra aqui no Brasil. Pois, como ficamos 2 dias sem internet e sem dar noticias, e invadiram o facebook da Franciele e mexeram em um monte de coisas, acharam que tínhamos morrido. Foram no consulado, registraram B.O., entraram em contato com as pessoas que o Rodolfo e a Fran tinha adicionados no facebook, fizeram um movimento no facebook... quando chegamos o Damian já foi puxando pelo braço o Rodolfo pra ir ao facebook dele, onde tinha quatro janelas de pessoas aqui do Brasil conversando com ele... kkkkkk tiramos o maior sarro e achamos tudo muito engraçado... a noite, fomos pro bar comemorar o Natal com outros mochileiros... e o Damian trouxe vinho, panetone, doces e fizemos um brinde internacional pelo “Feliz Navidad” (Feliz Natal)... na roda estavam: Brasileiros, Argentinos, Franceses, Chilenos, Hungarus, Bolivianos, Alemães... até o Cezar (senhor que cuidava do bar) participou do momento conosco. Foi muito divertido. • La paz (10º dia) o Acordamos, fizemos as malas, fizemos compras e fomos para a Rodoviária embarcar para Santa Cruz às 17:30 horas, e a Viajem foi tranquila, nestes Ônibus Bus Cama são muito confortáveis, tivemos uma cena muito bonita do por do sol e mais a noite com raios que cortavam os céus... O percurso foi feito com muito frio e com muitas curvas pela noite. • Santa Cruz (11º dia) o Chegamos por volta das 11 horas e já compramos a passagem até Sam Matias. Depois fomos fazer compras de roupas e alimentos para o caminho, afinal tinhamos que gastar o restante dos nossos pesos bolivianos. Voltamos a Rodoviária por volta das 15 horas e ficamos escrevendo os acontecimentos da viajem no caderno do Rodolfo, e lá conhecemos uma Alemã que participa de uma ONG que trabalha com pessoas carentes. No mais, embarcamos às 18:30 rumo a Sam Matias, e no percurso que boa parte foi feito em estrada de chão, tivemos uma peça do ônibus quebrada, que foi trocada pelo próprio motorista, aumentando nossa viajem em mais uma hora. Outra coisa que tenho que ressaltar, foi que tinham crianças irritantes que não paravam de chorar bem do nosso lado kkkkkk cada vez que passava por um rio, brincávamos que iriamos afoga-las kkkkkk mas nada sério, no fim, entrou para nosso relato de viajem como mais uma história kkk • Sam Matias (12º dia) o Chegamos por volta do meio dia, pegamos um taxi fomos a imigration boliviana, pedimos ao taxi para esperar (muito importante isso) e seguimos a fronteira... no caminho entrou o taxista parou e entrou um cara, no maior silêncio... e só olhamos um para o outro e pensamos “i.. ferrou” kkkk achamos que no final da viajem, uns metros antes iriamos ser assaltados kkk mas não, o taxi só deu uma carona para o cara que desceu no exercito boliviano.... mas eu confesso... deu medinho kkkkkkkkkkkkk depois fomos a POLICIA FEDERAL BRASILEIRA na fronteira... procedimento padrão, olharam nossas mochilas para ver se estávamos entrando com drogas. Enquanto isso chegou um taxi de Caceres, o senhor Julio, que cobra 40,00 reais por pessoa para levar até Caceres. No nosso caso foi vantagem, por que poderíamos pagar a Van por 22,00 reais, mas teríamos que esperar até as 18 horas e iriamos perder o ônibus que sai justamente as 18 horas com destino a Cuiabá. o Bom, chegamos em Caceres, fomos a imigration brasileira dar a entrada no Brasil e depois fomos até a Meira Tur e embarcarmos para Cuiabá às 18 horas. • Cuiabá (12º dia) o Chegamos em Cuiabá por volta das 22 horas, e a Van nos deixou em casa e este foi o fim de nossa trajetória. Comentários a parte, gostei muito de fazer esta viajem para Bolívia, tirei certos preconceitos sobre o país e me animou muito em fazer novos mochilões. Para o ano de 2016, estou planejando ir para Peru e Venezuela, e com certeza vamos ter boas histórias e um momentos muito legais. Um abraço a vocês que conseguiu ler o relato até aqui, e qualquer coisa... só entrar em contato... quem sabe não nos encontramos em algum lugar por aí? =D Ps: Assim que fizer um video das fotos da viajem eu posto o link do youtube aqui... Finalmente consegue terminar o Video. Ele tem 30 minutos de duração, mas me falaram que não está cansativo de ver. =D Abraço a todos.
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