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Felipe Marques Santana

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Sobre Felipe Marques Santana

  • Data de Nascimento 04-12-1986

Informações de Viajante

  • Próximo Destino
    Irlanda e Europa central (quando o corona deixar)

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  1. Nunca fui tão rápido para escrever um novo post, apenas 2 dias depois do outro! Hahaha É uma questão de honra encerrar esse relato! Vamos lá! Dia 23 O dia começou com sol! Ótimo convite para um passeio ao Hyde Park, o parque mais famoso de Londres! Como era sábado, muitos londrinos estavam lá se exercitando e também caminhando com seus cachorros! Eram muitos e de raças que eu até então não conhecia! (A grama do vizinho é sempre mais verde, né? Hyde Park em uma manhã de sol) Há vários pontos de interesse, como o Abert Memorial e o Royal Albert Hall (casa de shows famosíssima), várias estátuas, fontes... Enfim, ande e se perca! É o melhor que se tem a fazer por lá! Uma das cenas mais incríveis foi ter esquilos escando as minhas calças atrás de comida! Hahaha Eles são bem “dados”, gostam de ficar próximos aos humanos! Melhor não pensar que eles agem como o "primo feio" também roedor! Hahaha (Royal Albert Hall - grandes artistas já gravaram dvds aqui!) (Enganei o esquilo, não tinha comida nenhuma pra oferecer! hahaha) Chega um momento que se cruza uma rua e você acaba entrando em outro parque: o Kensington Gardens! É como se fosse uma continuação do Hyde Park, só que aqui temos um diferencial, ele abriga o Palácio de Kensignton, uma residência da família real que atualmente é moradia, de nada mais nada menos, do futuro rei britânico o Príncipe William, sua esposa a Duquesa de Cambridge e as crianças! Em 2016, ele ainda não era ocupado por estes membros tão nobres, então estava aberto para visitação. Em 2018, passei por lá novamente e só podíamos andar pelos jardins em volta! (Kensington Palace, riqueza até no portão!) Enfim, depois de sentir um súdito, não muito longe dali localiza-se o bairro de Notting Hill, famoso por conta do filme, mas também por causa de uma feira incrível que acontece todos os sábados na Portobello Road! Lá é possível encontrar antiguidades, suvenires, maravilhosos artistas de rua, comida (oba!) e também uma grande concentração de pessoas! Hahaha Sem dúvidas é algo que tem que se fazer quando for a Londres! 😃 (Características da Portobello Road em um dia de sábado: muita gente, muita comida e muitos artistas!) Depois de lá, fomos a outro local bem turístico na cidade: Camden Town! O nome do bairro vem à cabeça de muitos, pois Amy Winehouse morava lá! O bairro também é conhecido por ter sido reduto do movimento Punk nos anos 1970. Hoje temos alguns caras posando de punks pra ganhar dinheiro com fotos! Hahahaha Dica de ouro: quer comprar suvenires em Londres, vá para Camden Town! Lá tem os melhores preços! 😃 (Camden Lock em Camdem Town, mais um lugar abarrotado de gente) Por lá também é possível visitar o Camden Lock, um mercado com roupas, artesanatos locais e também comida! Hahahaha Ao lado do mercado encontra-se a Little Venice, que nada mais é que um rio navegável e uns barcos passam! Existem passeios neste rio, caso seja de interesse! O dia foi bem cheio e proveitoso, e decidimos voltar para o hostel. Planejamos ir ao Hard Rock Café (o de Londres foi o primeiro). O local é bem legal, mas não consegui tirar fotos e nem apreciar o ambiente, voltei a me sentir mal! Hahaha No caminho de volta para o hostel eu melhorei! Vai entender! Dia 24 Esse dia é outro que guardo no ❤️! Principalmente, por ter a oportunidade de conhecer a faixa de pedestre mais famosa do mundo do rock! Sim, estávamos em Abbey Road! O álbum de mesmo nome é uma das obras-primas e o último a ser gravado pelos Beatles! Há várias teorias que dizem que eles, por meio da capa do disco, disseram que não iriam se reunir mais, infelizmente! Só que tirar a foto na faixa de pedestre não é fácil! Todo mundo quer tirar a sua e os carros ainda passam na rua! Hahahaha Como suvenir eu comprei o cd Abbey Road no próprio estúdio e também assinei o muro, algo que todo mundo faz! Hehehe (Só assim para eu me sentir um Beatle!) Neste dia, eu já estava bem melhor da sinusite, porém foi a vez da minha amiga ficar doente. Logo após Abbey Road, ela voltou para o hostel e eu fui ao museu mais importante da cidade: o British Museum (Museu Britânico)! A entrada é grátis, mas se precisar usar a chapelaria, é necessário pagar 2 libras! (Fachada do Museu Britânico!) Por que o museu é tão legal? Porque grande parte do seu acervo foi, digamos, confiscada durante o período em que o sol não se punha em terras do Império Britânico. Lá se encontram muitas múmias do Egito Antigo e a famosa Pedra de Roseta, essencial para a compreensão dos Hieróglifos Egípcios. Também lá se encontra uma grande coleção de artefatos da Grécia Antiga, como frisos do Partenon de Atenas, fora outras coleções! Vale a pena passar algumas horas dentro do museu! 😃 (Pedra de Roseta, relíquia egípcia!) (Frisos do Partenon de Atenas!) Agora falta bem pouco para eu concluir o relato! Pretendo terminá-lo em breve! Até a próxima! 😃
  2. Depois de mais de 3 anos sem concluir o relato, decidi voltar e terminá-lo! A pandemia me deixou bem saudoso do momento que podíamos sair desbravando o mundo. Agora é hora de fazer uma viagem ao passado! hehehe A minha memória vai falhar bastante, mas acredito que conseguirei recuperar com ajuda das minhas fotos! 😃 Continuarei falando de Londres! Dia 22 Para este dia, tinha comprado passagens de trem para Cambridge (lembro que foi bem em conta, por volta de 12 libras ida e volta). Eu e minha amiga nos dirigimos até a estação de trem da Liverpool Street. Os serviços oferecidos pela empresa National Rail partem de várias estações de Londres, fique atento de qual estação partirá o seu trem! (Foto da estação Liverpool Street) Foi uma viagem curta, em 50 minutos chegamos em Cambridge, uma das cidades universitárias mais importantes da Inglaterra. Só para citar alguns cientistas que estudaram lá: Isaac Newton, Charles Darwin e Stephen Hawking! Não é qualquer dia que se visita um local desses! Bom, ao descer da estação ferroviária, constatamos que estava chovendo muito, mas muito mesmo! E eu não estava muito bem, não sabia, mas a minha sinusite estava atacada e sentia calafrios! Acho que esse foi um dos meus maiores perrengues chiques! Hahahaha Decidimos comprar o bilhete do ônibus CitySightseeing, famoso hop-on, hop-off, pelo menos assim estaríamos protegidos do frio. Outro problema que constatei ao chegar na cidade foi que não havia planejado nada! Nem ao menos ter salvo alguns lugares no Google Maps fizemos! Por ser um passeio bate-volta, é interessante fazer isso, para otimizar o seu tempo e não perder lugares importantes a serem visitados. (Cara de morto ao lado do rio Cam) Descemos próximo dos primeiros “Colleges”, que são as diferentes faculdades. Infelizmente, turistas não podem entrar na maioria dos prédios durante o ano letivo, apenas em períodos de férias, ou seja, julho e agosto. Outra coisa legal de se fazer que não foi possível é o punting, que é remar os barcos típicos da cidade pelo rio Cam, com o frio e a chuva, não deu! =( Passamos pelo Saint Catharine’s College, Queen’s College, andamos ao lado do rio Cam. (Saint Catharine's College) A fome bateu e eu estava cada vez pior! Então fomos em direção ao shopping que existe lá perto, porém não havia uma praça de alimentação! Acabamos achando um restaurante italiano, mas não lembro o que eu comi! Hahaha É possível apenas entrar em alguns lugares, e somente na região dos gramados, dentro dos prédios não! Com isso na cabeça, passamos em frente ao King’s College, o mais importante deles. (King's College) Um rapaz se dizendo aluno de História e Arquitetura da universidade nos abordou oferecendo um passeio guiado por dentro dos Colleges! Uau! Acho que ele cobrava 20 libras de cada um. Falamos que estávamos com o tempo curto, pois tínhamos que pegar o trem de volta a Londres, acabou nos oferecendo um passeio mais curto... Entretanto, tendo em conta que sabia das restrições para visitantes, o questionei sobre o que estava escrito na placa a 10 metros de distância. Começou a gaguejar e disse a ele essas palavras “quem sabe na próxima!” hahahaha Depois disso voltamos para o ônibus, e o tempo decidiu melhorar! Há muitos lugares legais para se conhecer em Cambridge, mas estar doente e também não se planejar da melhor maneira pode atrapalhar e muito qualquer passeio. Ao retornar a Londres, chegamos já era noite! Estava me sentindo mais disposto e fomos caminhar pela Oxford Street, a rua de compras londrina! Por lá também vimos a Chinatown. (Oxford Street) Uma dica preciosa para a Inglaterra, especialmente é fazer uma das suas refeições com coisas compradas no supermercado! Restaurantes são bem caros, então aproveite para se esbaldar no mundo Tesco! Tem tanta coisa legal nas geladeiras: sanduíches, saladas, pratos prontos para serem aquecidos em micro-ondas! Com a libra é uma moeda muito valorizada, não custa nada economizar um pouco! (Na Piccadilly Circus e com a sacola do Tesco na mão hahaha) Ainda faltam alguns dias da viagem para eu terminar o relato! Espero que vocês tenham gostado e me desculpem se a minha memória falhou depois de mais de 4 anos! Hahahaha Até a próxima! Prometo não demorar 3 anos para continuar! hahahaha
  3. Excelente relato! Dos lugares que passou, eu conheço Roma, Pisa e Veneza! Ir para Veneza sozinho pode ser meio deprê mesmo! Visitei a cidade em família e gostei demais! Agora aguardo o restante do relato pela Croácia e Grécia (está na minha lista para uma viagem pós-corona)! 😃
  4. Dia 20 Um dia bem longo por sinal, consegui conhecer vários lugares da cidade. Comecei indo até Wembley, conhecendo por fora, o mítico estádio. O valor da visita era um tanto alto, portando me satisfiz com a vista externa. Depois, atravessei a cidade de oeste para leste: rumo ao Greenwich Park. Lá que que passa o famoso Meridiano de Greenwich. Achando que estava próximo do parque, desci em uma estação de metrô chamada North Greenwich. Não, você está superlonge do parque! hahaha Na realidade, serviu para conhecer por fora a O2 Arena, local de famosos shows na cidade. Peguei uma ferry até Greenwich, acho que foi 4 libras e cheguei num antigo cais, que na realidade era o Museu Marítimo. Ao cruzá-lo, cheguei ao famoso parque. O que mais me espantou, a princípio, foi quão verde são as gramas na Inglaterra. Qual seria o segredo para mantê-las assim até no inverno? Bom, depois fui até o Royal Observatory, local que apresenta alguns avanços tecnológicos, com relação à navegação e orientação astronômica. Por ter esse conhecimento, mais a sede de poder, o Império Britânico foi tão poderoso no século XIX. Lá é possível tirar a famosa foto entre os dois hemisférios. Bem legal por sinal! 😃 Ao sair do parque fui até a estação de trem de Greenwich rumo ao Shakespeare Globe Theater, em que o famoso dramaturgo fazia as suas apresentações teatrais. Não entrei, a entrada custava 13,50 libras. Bem em frente temos a Millenium Bridge que foi construída para a virada do milênio (ano 2000). De lá era possível ver a Tower Bridge e a Saint Paul’s Cathedral, dois dos símbolos mais imponentes da cidade. A igreja tem visita paga, mas se for ver a missa não se paga para conhecer. Não tive tempo para explorá-la. A fome apertou e decidi comer um lanche no Pret a manger, uma rede de cafeterias e lanches bem popular em Londres. Seus pratos são geralmente mais saudáveis e todos os alimentos não vendidos são doados para os mais necessitados (achei uma ação bacana da empresa). Depois retornei ao Hostel para tomar uma ducha e esperar uma amiga minha que vinha de SP e ajudá-la com as malas. Assim que ela chegou, decidimos ir até Westminter novamente. Lá próximo jantamos o famoso fish’n’chips, que nada mais é do que bacalhau fresco frito com batatas fritas. A culinária britânica é famosa por sem bem pobre em ingredientes. De fato é, mas Londres, por ser uma cidade multicultural, é possível encontrar restaurantes fabulosos com culinárias de várias partes do globo. Depois do jantar, andamos pela região, fomos até a London Eye, que estava sem funcionar para manutenção. Voltamos ao hostel para descansar, pois dia de viajante é sempre longo e cansativo. Hehehehe Dia 21 O dia começou no Picadilly Circus, uma praça que lembra a Times Square de NY. Há alguns letreiros, mas não é a mesma coisa! Hehehe De lá fomo em direção ao Covent Garden, pois partia o Walking Tour gratuito da Sandmans. O primeiro lugar que passamos foi a Trafalgar Square. Lá em frente fica a National Gallery, um dos museus mais importantes da cidade. Lembrete: os museus londrinos são grátis! Mas há muitas atrações pagas pela cidade, então é bom escolher onde quer entrar, caso contrário vocês entrarão em falência! Hehehe Depois, passamos pelo Admiralty Arch, e entramos na The Mall, que é uma avenida que termina no Palácio de Buckingham, onde a nossa amiga Elizabeth II reside. Porém ela não se encontrada, pois a bandeira estava a meio mastro. Não havia troca da guarda naquele dia, no inverno acontece em dias alternados e os guardas não vestem as famosas vestes vermelhas em sim cinza. No verão, as coisas são mais animadas! 😃 Em frente fica o St James Park, que era o local restrito para caçadas da família real antigamente. Hoje, os plebeus podem circular normalmente. Mais um dos belos parques londrinos, até flores havia, mesmo no inverno! 😃 Passamos perto da Downing Street, onde moram os primeiros-ministros britânicos. Àquela época David Cameron, hoje Theresa May. O passeio desembocou próximo ao Big Ben. Foi possível tirar aquela foto famosa das cabines de telefone vermelhas com o Big Ben ao fundo. Brega, mas necessário! Hehehe Passamos pela Westminster Abbey, bem bonita por sinal. O walking tour terminou e fomos até a Tower of London, onde ficam as joias da coroa! Visita imperdível. Ingresso um pouco salgado: 20 libras, mas vale a pena. Lá no século XVI era um forte que protegia a cidade de invasores. Fica bem ao lado da Tower Bridge. O dia ainda não terminou: fomos até o Monument, que foi construído em homenagem a um grande incêndio que consumiu a cidade em 1666. Foi concluído cem anos depois. Lá temos uma boa vista da cidade, e por um preço simbólico, 3 libras. Hora de retornar ao hostel e recarregar as energias para uma ida a um pub. É um a cada esquina, praticamente. Bom, a continuação do relato continua, dessa vez sem demorar! Até mais!
  5. Depois de muito tempo (e bota tempo nisso) resolvi retomar o meu relato. Estava relembrando a viagem esses dias e lembrei que não tinha terminado, estava inconcluso. Dia 17 Domingão, pós-balada, frio. O que as pessoas comuns fazem? Dormem, o que eu fiz? Saí sozinho para desbravar Berlim debaixo de neve. Me senti em um cenário de Frozen, só faltou a princesa cantando “Let it go”! hahaha Primeiro, fui conhecer a Potsdamerplatz, que é um marco do futurismo dos arquitetos alemães. Prédios modernos e um monte de neve ao redor. Logo a seguir me perdi um pouco, mas achei o Checkpoint Charlie, local que, antes do muro, servia para as pessoas irem e virem entre as Berlins Oriental e Ocidental. Assim fui caminhando na direção da Alexanderplatz, pois tinha escolhido subir até a Torre de TV (Fernsehturm), construída na Berlim Oriental. Era uma forma do governo comunista mostrar poder para o lado Ocidental. São 312 metros de altura, uma das torres mais altas do mundo até hoje. O dia não era dos melhores, mas dava para ver bastante coisa de lá. Fiquei lá até perto do anoitecer. Retornei ao hostel e passei meu tempo no bar, trocando ideia com quem aparecia. Dia 18 Dia de conhecer uma Berlim meio lado B, turistas não iam até esses lugares, o que é sempre interessante. Primeiro visitei o Templehof, um aeroporto desativado em Berlim Ocidental. Esse aeroporto foi muito importante, pois servia para mandar suprimentos e transporte para as pessoas do lado oeste da cidade. Foi totalmente desativado em 2008 e hoje é um grande parque, onde as pessoas vão fazer as suas atividades físicas. O antigo saguão do aeroporto, ao que me parece, estava servindo de abrigo a refugiados sírios. A seguir, visitei o Jardim Botânico, que conta com uma grande e bela área aberta (coberta pela neve) e uma estufa, na qual havia ambientes imitando várias florestas tropicais no mundo, nem parecia que lá fora estava tudo nevado. À noite, pensei que iria ficar tranquilo no hostel, pois faria check-out no dia seguinte. Ledo engano, conheci uma galera e acabamos indo a um lugar chamado Tresor, uma balada techno em um dos muitos galpões abandonados na cidade. Música eletrônica não é muito a minha, mas foi bem legal conhecer esse local. Tinha gente de todo jeito, inclusive pessoas vestidas com aquela roupa típica alemã (oi?). Retornando ao hostel, tinha apenas algumas horas de sono. Dia 19 Fiz o check-out por volta das 10h e fui tomar café, lá encontrei alguns dos amigos do dia anterior, mas não os que foram à balada. Conversamos um pouco e parti com 3 mexicanos para um rolê na Unten den Liden, a avenida que liga a Alexanderplatz ao Portão de Brandemburgo. Acho que passei por lá umas 5 vezes, não me cansava de admirar a beleza do local. Fiz um almoço em um restaurante turco maravilhoso e barato e parti para o aeroporto Schönenfeld. De lá partem os voos low-cost da Easyjet. 1h30 de voo e voilà, estava em Londres! Desde criança tinha vontade de conhecer essa cidade, e ver esse momento se realizar é incrível. Desci em um aeroporto que se chama Luton, acho que é o mais distante rs, mas foi fácil chegar na cidade. De lá parte um trem em alta velocidade para a estação St Pancras, a principal de trens da cidade. Acho que custou 16 libras. O hostel ficava bem perto da estação, uns 10 minutos. Foi bem rápido chegar. Fiquei hospedado no Generator Hostel. Não gostei muito, achei o mais fraco da viagem, mas o banheiro e a cama eram bons. Cheguei no hostel por volta das 19h30. Tomei um banho rápido e pedi para a recepcionista informação para ir até Westminster, a região do Big Ben e da London Eye. Na estação Kings Cross, ao lado da St Pancras aprendi como funciona o Oyster com uma funcionária superfofa. Sabendo como funciona peguei o metrô (tube para os londrinos) da circle line (a amarela) e desci na estação Westminster. Logo de cara vi o Big Ben na minha frente. Na realidade o Big Ben é o nome do sino, que são parte do Palácio de Westminster, a sede do parlamento britânico. Andei um pouco pela área, fui até metade da ponte de Westminster, e depois passei em frente a Abadia de Westminster (onde o Príncipe William casou-se com Kate Middleton). Como estava muito cansando decidi retornar para o hostel para descansar.
  6. Dia 14 Dia de fortes emoções, pois pude ver com os próprios olhos um pouco da triste lógica nazista. A ida ao campo de concentração de Saschenhausen é bem fácil, pega-se a linha de trem S1 e desembarca-se na estação Oranienburg. De lá há um ônibus, mas ele passa de 40 em 40 minutos, recomendo pegar um táxi. Procure por pessoas interessadas a irem lá, pois poderá economizar bons euros. O dia estava ensolarado e bem bonito, em nada combinava com aquele local triste, onde pessoas foram torturadas e mortas. Bom, a entrada é gratuita, caso queira fazer a visita com um audioguia paga-se 3 euros. Compensa para ouvir as histórias do local. Pelo audioguia deu para se guiar entre os diferentes locais do campo de concentração. Lembrando, este não é o campo mais importante, mas foi o primeiro. Os mais importantes são de Dachau (próximo a Munique) e de Auschwitz (na Polônia). Em Saschenhausen não há câmara de gás. Lá podemos ver, locais de trabalhos forçados e os alojamentos. No caso, dos alojamentos não havia aquecedores, portanto os presos de lá sofriam muito durante o inverno. =( Foram algumas horas um tanto tensas, mas depois foi o momento de deixar um pouco mais animado... rsrs Eu e a minha amiga do dia anterior retornamos à Berlim e após almoçar, fomos até a East Side Galery, que nada mais é do que o muro de Berlim cheio de pinturas. Com certeza, esse é um dos pontos altos quando se visita a cidade. A caminhada é um tanto longa, mas proveitosa. Uma pintura mais interessante que a outra. Após a caminhada começou a busca por uma estação de trem ou metrô, depois de muito rodar achamos uma, porém não conseguimos identificar para onde os trens de lá iam, já que a tal estação não estava no mapa. Depois de 10 minutos olhando, acabamos nos encontrando (sem ajuda dos locais) e voltamos até a Alexanderplatz. Retornamos ao hostel e combinamos de ir até o bar HB de Berlim (HB é a cervejaria mais tradicional de Munique). O local é um tanto turístico e bem clichezão de Munique, mas não deixou de ser divertido. O preço das comidas era um tanto alto, mas a cervejas custavam cerca de 4 euros o pint. Dia 15 Esse dia começou com uma ótima visita ao Museu de História Alemã! Lá podemos ver a evolução do país (dos bárbaros da época do Império Romano) até a queda do Muro. Eram vestimentas, materiais, fotos, pinturas, relatos. É nesse tipo de local que aprendemos muito. Depois, me despedi da amiga, que ia visitar o Reichstag e andei pelo Tiergarten até chegar à Coluna da Vitória. Honestamente, fiquei com um pouco de medo até chegar lá, pois eram pouquíssimas pessoas passando pelas avenidas até chegar lá. O local é um tanto isolado. Mas a visita valeu a pena, custou apenas 3 euros subir a coluna. De lá dava para ter uma boa visão do Tiergarten, que é enorme e da parte ocidental da cidade. Depois, o desafio foi achar uma estação para retornar ao hostel, consegui a muito custo! =) Uma vez no hostel, aproveitei para lavar as minhas roupas e aproveitar um pouco o bar do hostel, que fica no topo do prédio, com uma vista incrível da Alexanderplatz! =) Dia 16 Dia para entrar no Reichstag. A visita guiada é agendada com antecedência e gratuita. Lá é possível ouvir as histórias do local, como quando foi praticamente destruído durante a 2ª Guerra Mundial, e que finalmente se tornou o parlamento alemão no final dos anos 1990, após a reunificação. Ah, e o prédio é junção do antigo e do moderno, realmente impressionante! =) Após a visita, decidi fazer um caminho diferente, pela margem do rio Spree até a Ilha dos Museus, mais especificamente até o Altes Museum. Lá está uma das relíquias mais valiosas do Egito Antigo, o busto de Nefertiti. Só a visita ao busto, já vale a pena, mas o museu possui muitas outras relíquias como essa! =) Depois do museu, fiquei meio sem saber o que fazer. Fui caçar algum lugar para almoçar e acabei em uma pequenina cafeteria próxima a Alexanderplatz que servia uns lanches maravilhosos, comi um vegetariano muito bom! =) Após o almoço fui até o Estádio Olímpico de Berlim, lá que Hiter sofreu a sua 1ª grande derrota, quando o atleta negro Jesse Owens ganhou 4 medalhas de ouro e também sede da final da Copa de 2006, quando a Itália foi campeã. Optei por não entrar no estádio para voltar ao hostel e descansar um pouco, pois aquele dia ia a um pub crawl. Por sinal o pub crawl foi bem bacana, andamos por 3 bares até chegar a balada Matrix, que fica embaixo de uma estação de trem. O local é bem interessante, são 3 ambientes e eles tocam eletrônico ou pop, portanto é só escolher aquele que te satisfaz! =) Voltei ao hostel para dormir um bocado! =) Continuo o relato no próximo post, espero que em breve! =)
  7. Dia 12 O dia começou com uma novidade nos Países Baixos: chuva! Mas não conseguiu estragar a minha visita ao Vodelpark. Estava hospedado em frente. Mesmo com a chuva, o céu estava com cores que oscilavam entre vermelho, laranja e azul. Um espetáculo sem igual! Depois de dar um rolê no parque fui a pé até a Museumsplein para tirar uma foto com o letreiro I Am Amsterdam e entrar no Rijksmuseum (pronuncia-se “raiksmuseum”). O local é enorme e possui várias obras importantes da história holandesa, inclusive a “Vigia Noturna” Rembrandt. A entrada custou 13 euros, mais um museu memorável! Depois da visita fui de tram até a Leidsplein atrás de um restaurante. Acabei almoçando salada e pasta por 10 euros. Achei em conta. A ideia para depois do almoço era ir até a Heineken Experience, o museu da cerveja de mesmo nome. Mas não foi fácil achar, acabei me perdendo, entrei no canal errado e dei uma volta homérica, inclusive passei por um local com meninas na vitrine. Além disso vi dois arco-íris de uma vez, porém não deu tempo para registrar raro momento. Uma hora e meia depois cheguei na Heineken Experience, que ainda é local de fabricação da cerveja. A entrada foi 18 euros, com direito a tomar 3 copos de uma das cervejas mais famosas do mundo na fábrica. Só para constar: é bem melhor que as vendidas no Brasil. A visita é bem legal e interativa, também aprendemos passos sobre a fabricação de cervejas e da história da fábrica. Ao final, há jogos e brincadeiras! Depois de lá, decidi fazer algo não muito turístico: assistir ao filme “Os 8 odiados” do Tarantino no cinema! O ingresso foi 12 euros! Comprei antecipadamente, passei no hostel para tomar banho e assisti ao filme! Como de costume, tudo muito louco e muito sangue... hahaha Depois, passei na Leidsplein, que estava ao lado e jantei uma pizza de azeitonas com uma taça de vinho. A conta foi 9 euros! Última noite em Amsterdã e não fiz nenhuma loucura. Organizei as minhas coisas, pois no outro dia tinha que acordar bem cedo para ir ao meu próximo destino: Berlim! =) Dia 13 Seis da manhã estava de pé para partir para Berlim. O voo era apenas às 9h, mas não sabia quanto tempo demorava para chegar no aeroporto e se o ônibus demorava muito. O ônibus em direção ao aeroporto Schiphol passa em frente ao Rijksmuseum, portanto perto do hostel. Logo passou, a passagem custou 3 euros e em 40 minutos estava no aeroporto. Schiphol é imenso, mas bem sinalizado. Logo achei a área de embarque da Easyjet e realizei o check-in. Como saí rápido do hostel, optei por tomar meu café da manhã no aeroporto. Logo embarquei, o voo é relativamente curto, apenas 1 hora separam as 2 cidades. Chegando no aeroporto Schönefeld, fui até o balcão de informações turísticas e comprei o passe de 7 dias para as zonas ABC por 37 euros. Com esse passe já podia sair do aeroporto e chegar no Wombats City Hostel, localizado perto da Alexanderplatz. Peguei o trem mais um metrô e cheguei no hostel. Ainda não podia fazer o check-in, então deixei a minha mala no locker e decidi ir a pé até o portão de Brandemburgo. Foi uma caminhada longa, porém foi interessante fazê-la, já que se passa por vários pontos de interesse da cidade, além de ter feito esse trajeto várias vezes, é bem legal! =) Tinha um walking tour da Sandeman’s às 14h, cheguei com 20 minutos de antecedência e fui procurar algo para comer, optei por um croissant. Logo iniciamos o walking tour, como já estamos em frente ao portão a guia nos contou algumas curiosidades da região, inclusive de que um hotel bem perto de lá foi palco de uma situação um tanto bizarra do rei do pop Michael Jackson, ele balançou seu filho mais jovem e chocou o mundo... hehehe depois das curiosidades fomos em direção ao Memorial do Holocausto, que são aqueles gigantes blocos de cimento que representam os 6 milhões de mortos pelo nazismo nos campos de concentração. O espaço abriga também uma espécie de museu (gratuito) que homenageia os mortos. Logo após passamos pela região em que estava o bunker de Hitler, onde ele e sua espora Eva Brown se mataram logo após a chegada do exército soviético à cidade. Logo a seguir chegamos a Berlim Ocidental! Ou seja, passamos por uma seção do murou de Berlim. Essa seção foi preservada com era na época, inclusive ela está envolta em cercas para que não se possa realizar qualquer intervenção artística. Logo a seguir, chegamos até o Checkpoint Charlie, que nada mais é o local (mais ou menos) se verificavam os documentos para se cruzar o muro. Só lembrando que poucas pessoas tinham autorização para realizar tal travessia. Continuamos andando e chegamos até a praça onde se localizam as catedrais alemã e francesa. Uma é imitação da outra... hehehe Ao final chegamos a um dos prédios da Universidade Humbolt, onde ocorreram vários fatos históricos: lá que Hitler mandou queimar todos os livros de humanidades e foi lá que o primeiro-ministro da Alemanha Oriental fez um discurso equivocado no qual disse que não havia mais restrições para cruzar para o lado ocidental. Ou seja, foi declara ali, praticamente o fim da Alemanha dividida. Depois deste incrível banho de história, eu e mais uma brasileira (aliás a única do Walking Tour) decidimos passar o museu DDR (que é um retrato fiel de como era a vida na Alemanha Oriental). Chega até a ser bizarra algumas coisas, como as músicas que cantavam e o tipo de informação que o governo socialista veiculava. A entrada foi 7 euros. E o local é interativo. Altamente recomendo! Depois, seguimos até a Alexanderplatz, onde achamos um shopping e jantamos uma comida oriental, nem sei informar da onde é... hehehe Custou 7 euros, mais a coca. Era frango com um ensopado de curry. Muito bom! O dia se encerrou me despedindo da nova amiga. Combinamos de no dia seguinte irmos ao Campo de Concentração de Sachenhausen juntos. O dia seguinte fica para um próximo relato! Espero atualizar o relato mais rapidamente! Até mais !
  8. Obrigado La Orana e LoRodrigues! Vocês me recomendariam outro bate-volta mais próximo de Roma, sem ser Florença?
  9. dia 9 Último dia completo na França e acabei fazendo uma opção de última hora: ir a Versalhes. Uma colega de quarto de Hong Kong também queria ir e decidimos ir juntos. Não é difícil chegar lá. Compra-se os tíquetes em qualquer estação, por 7,10 Euros ida e volta! Para chegar lá, basta chegar a RER C sentido Versailles Chantier e descer em Versailles Château – Rive-Gauche. Acredito que a viagem durou 1 hora. Chegando na estação de Versailles, basta seguir as placas que chegará facilmente ao Palácio. A entrada básica, sem áudio e sem a entrada nos outros palácios menores do complexo custou 16 euros. Ao entrar no palácio, pode-se observar a sua grandiosidade e luxo. Praticamente tudo é adornado com ouro, e os detalhes são minuciosos. São muitos os quartos, salas e salões. É muito fácil se perder lá! Depois de andar bastante pelo palácio, chegou talvez a melhor hora: conhecer os jardins. Realmente são fantásticos! Além de se ver a beleza da arquitetura do palácio, os jardins imensos te fazem pensar o quanto foi gasto para se construir e também para manter todo aquele local de forma impecável. Fizemos uma boa caminhada pelos jardins e pelo lago, boa mesmo, de aproximadamente por 2 horas! E não deu pra ver tudo! Depois fomos em direção ao centro da pequena cidade e comemos um doce! Hehehehe Ao retornar para Paris, fizemos roteiros diferentes: ela foi em direção à torre e eu fui em direção à Notre-Damme, para finalmente entrar nela. Realmente, sem palavras para descrever a beleza da igreja também! Depois andei um pouco lado a lado ao Rio Sena e acabei em frente ao Centre Pompidou, mas não entrei... =( Voltei ao hostel um tanto triste, pois aquele seria o meu último dia na cidade. Mas à noite tinha festa! A minha amiga me chamou para um show em um pequeno bar perto do Père Lachaise e foi muito legal! Ela estava com uma amiga, e acabamos conhecendo um brasileiro lá também! Realmente o mundo é bem pequeno. Depois paramos para jantar num restaurante vegetariano turco, bem próximo de lá! O dono era uma simpatia e a comida fantástica! Com ótimas lembranças me despedi de umas das minhas cidades favoritas! =) Dia 10 Era dia de conhecer algo novo! Amsterdã =) Acordei cedo, pois meu trem partia às 8h25. Para ganhar tempo tomei café em um Starbucks na Gare du Nord. O trem não partiu no horário exato. Uma explicação: todas pessoas passaram pelo raio-X, como em aeroportos. Ok, concordo que isso deve ser feito, mas não apenas em Paris. Em Bruxelas, não houve checagem alguma, e olha que de lá que os extremistas do Estado Islâmico vêm. Embarque realizado, a viagem demorou cerca de 3 horas. O Thalys desembarca na Amsterdam Centraal, de lá é possível pegar trams para qualquer região da cidade. Como me senti um pouco perdido, fui até o serviço de atendimento ao turista e adquiri o passe para 3 dias. Podia usar trams e ônibus à vontade. Paguei 17 euros. Bom, embarquei no tram que passava mais próximo ao Vodelpark, pois o Flying Pig Uptown localizava-se bem em frente. Uma vez no hostel deixei a minha mala, e parti para a Dam Square, já que tinha marcado um Walking Tour da Sandman’s que iniciava às 13h30. Esse foi o Walking Tour mais fraco dos que fiz. O guia dava as informações sobre os locais de forma superficial e atropelada e sequer dava tempo de tirar fotos. Mas de qualquer maneira foi uma interessante conhecer alguns pontos de interesse da cidade: Dam Square, Red Light District (sim, elas ficam de topless nas vitrines! Hahaha), vários canais, e vimos bem de longe a Casa da Anne Frank. Depois do Walking Tour, retornei ao hostel. Para ser sincero não gostei 100% do local. É bem limpo, tem bar, área para fumantes (sim, pode-se fumar até a maconha lá!), mas os banheiros são minúsculos! Tanto o toalete, quanto a área de banho. Não sei se outros lugares são assim ou não, mas... Como todos sabem é permitida a compra de maconha e outras drogas (haxixe, cogumelos alucinógenos) em toda Holanda nos chamados coffee shops. Talvez esse seja um problema para trocar ideia com outros mochileiros. A galera vai pra lá apenas para fumar todas e se esquece que a cidade vai muito além disso! Então recomendação: quem for pra lá aproveite também os museus e também os belos locais! Dia 11 Acordei bem cedo para poder fazer uma coisa que a maioria dos visitantes de Amsterdã fazem: não era ir ao coffee shop, mas sim visitar a casa da Anne Frank! Comprei o ingresso pela internet e paguei cerca 10 euros. Aliás, compre pela internet! Você entra na frente de todo mundo da fila e manda um “beijinho no ombro pros recalcados” hahahhaha... Brincadeiras à parte, a casa traduz toda aquela visão que você tem do anexo secreto ao ler o diário. Muito emocionante. Não é permitido tirar fotos no local, talvez para as pessoas se concentrarem mais nas histórias e nos sofrimentos das famílias Frank e Van Pels. Um local triste, mas necessário. Depois de realizar a visita, que durou cerca de 1h20 minutos, decidi andar a esmo pela cidade. Seria muito bom se não estivesse chovendo! Rsrs Em vários momentos não sabia onde estava. A ideia era, depois da andança ir até a Leidsplein para almoçar, pois lá que se localizavam vários restaurantes. Depois que me achei, fui até lá e assim que desci do tram achei um restaurante japonês que servia rodízio a 19 euros! Era um pouco caro, mas como estava com vontade topei a aventura. Era um pouco diferente dos rodízios daqui do Brasil, mas a comida era muito boa! Saí rolando de lá até o Museu Van Gogh. A Museumsplein não ficava muito longe, uns 15 minutos a pé. Outro local emocionante! Tá certo que Van Gogh é um dos meus pintores favoritos, mas não tem como ficar inerte a tantas obras fantásticas. O ingresso foi 15 euros. Não lembro se eram permitidas fotos ou não, só sei que nem peguei na câmera para poder entrar de corpo e alma na exposição. A melhor das opções! Depois voltei para o hostel muito mais feliz, pois fui a locais únicos! =) Aproveite para descansar bastante, já que são raros os momentos de descanso em viagens como essa!
  10. Continuando o relato! =) dia 7 O dia iniciou com a visita a outro importantíssimo museu da capital francesa o D'Orsay. Cabe ressaltar que o D'Orsay é uma antiga estação de trem e foi inaugurado como museu em 1986. Lá encontramos obras de artes que são dos períodos impressionistas e expressionistas (1848 a 1915). A maioria dos artistas são franceses: Cézanne, Monet, Renoir, Degas, Gauguin, além do grande mestre holandês Van Gogh. A entrada foi 12 euros, e também dava direito a entrar nas exposições das mulheres fotógrafas e também sobre prostituição e pornografia. Só de entrar pelo salão principal é possível ver quão belo é o local. Não há palavras para descrever. =) Fui passando pelas principais obras, e posso dizer que sou sortudo, pois algumas eu vi por duas vezes! Sim, alguns anos atrás veio a SP uma exposição de impressionista e expressionistas do CCBB, exposição a qual foi realizada com o Museé D'Orsay. O elemento que mostra que o local foi a Gare D'Orsay é o relógio, que fica localizado nos andares mais altos de lá. Depois dessa visita de tirar o fôlego, decidi ir ao Qartier Latin a pé. Não era muito longe e aproveitei para andar lado a lado ao Sena! Um passeio, inesquecível, na certa! =) Chegando na Place Saint Michel, fui adentrando o bairro em busca de quatro lugares: a Sorbonne, o Pantheon, uma creperia chamada Petit Grèc e também o Jardim e Palácio de Luxemburgo. A Sorbonne foi o primeiro lugar a ser visto. Ela fica espalhada por Paris, mas os principais prédios se concentram na região. O Pantheon é um monumento do final do século XVIII, e abriga os restos mortais e grandes personalidades francesas. Não entrei, mas por fora dá pra perceber a grandiosidade do local. Mais adiante, e com muita dificuldade encontrei a creperia Petit Grèc, que é bem tradicional na cidade (inclusive o poeta Ernest Hemmingway frequentava o local). Optei por um crèpe com chèvre (queijo de cabra) e salada. Acho que com o refri ficou 7 euros. Muito bom! Depois, foi hora de ser perder pelas ruas do Qartier Latin para achar o Jardim de Luxemburgo. Deu trabalho achar, quase fui parar em Montparnasse, mas me achei! hahaha O lugar é incrivel, acredito que na primavera seja ainda mais belo! O palácio também é fantástico! O dia ainda não acabou! Fui até o cemitério Père Lachaise, onde estão enterradas grandes personalidades, como: Oscar Wilde, Edith Piaf e Jim Morisson! O local é imenso! E não havia mapa impresso! -=( tirei foto do mapa com os túmulos dos famosos e parti! O local é lindo! Mas me senti muito mal em ficar tirando fotos, como sepultamentos ocorrendo... rsrs Me perdi de novo! hahahaha Mas aos poucos fui entendendo o mapa e achei as lápides das 3 personalidades que citei acima! Bom, estava escurecendo e os corvos estavam com aquele canto assustador... decidi ir embora antes de anoitecer! hahahaha Mais tarde aquele dia, saí com a minha amiga e fomos ao Marais, procurar algum lugar para tomar umas brejas por preços mais em conta. Achamos um bar gay (muito engraçado por sinal... hahahaha) e tomamos pints na happy hour por 4 Euros! Para Paris é muito barato! rsrs... Depois andamos um pouco pelo bairro até nos depararmos com o Centre Pompidou, com a sua estrutura ultramoderna. Paramos em uma braserie para tomar uma taça de vinho. No dia seguinte combinamos de acompanhar o sol nascer do Trocadero, o melhor lugar pra se ver a Torre Eiffel! <3 dia 8 Acordamos bem cedo e partimos para o Trocadero. Realmente a vista é incrível, ainda mais com o sol se misturando com as nuvens e a torre. Sem palavras! =) Fomos andando e se aproximando da torre! Foi muito legal! Ao chegar no Champs de Mars, achamos que iríamos curtir bem a torre, mas... mas... um monte de meninas nos abordavam com a seguinte pergunta: "Speak English?". Na primeira, dissemos que sim, mas as meninas queriam que assinássemos uma espécie de abaixo-assinado e pediam uma colaboração. Como dar dinheiro em euro não dá dissemos não na primeira vez. Bom, muitas outras meninas nos paravam, mas começamos a responder que não falávamos inglês... aí apelavam para o espanhol, também falávamos no... hahahaha Mas na real, fiquem espertos com essas pessoas por toda Europa. Dizem que ao tirar o dinheiro para a doação, alguém passa e bate a sua carteira, ou o dinheiro não vai pra doação coisa nenhuma! rs Depois desse pequeno estresse fomos até o Museu d'Orangerie. A entrada custou 12 euros e é possível ver as ninfas de Monet, grandes painéis do pintor. São lindos! =) Despedi-me de minha amiga e parti para outra aventura: conhecer um dos bairros mais legais de Paris: Montmartre! É lá que mora a personagem Amélie do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, um dos clássicos recentes do cinema francês. Lá ficam localizados a Igreja Sacre-Couer e o Moulin Rouge! Como era hora de almoço parei em um pequeno bistrô e recarreguei as energias para andar pelo bairro. A subida até a Sacre-Couer é longa e chata! Por que chata? Muitos homens origem africana ficam insistindo para que você coloque fitinhas no seu braço. Eles falam que é presente! Mas quem é que vai te dar presente? rsrsrs andei desviando deles, pois não podia gastar nenhum tostão com o valor do euro, né? Chegando ao topo das escadarias podemos ver a bela Paris do alto! =) E olhando para o outro lado, a igreja! =) A visita a torre estava interditada! Só de lá é possível ver a Torre! =( A igreja é maravilhosa por dentro! Ao sair da igreja comecei a minha caminhada em direção ao Deux Moulin (café em que a Amélie trabalha) e o Moulin Rouge para aquela foto básica! hehehe Mas descobri muito mais! Um bairro cheio de ladeiras e muitas surpresas! A cada esquina era possível ver pequenas casas lindas! Além do charme das ruas de paralelepípedos! Descendo o morro encontrei os meus objetivos e fui para o hostel muito feliz! =)
  11. dia 5 Comecei o dia mudando de país! Com o Thalys, em 1h20 estava em Paris! =) A cidade luz estava a minha espera. Uma dica: não chegue com muita antecedência para pegar os trens europeus, pois eles só informam a plataforma com 20 minutos de antecedência e você precisa achar um lugar seguro para ficar. Em Bruxelas, fiquei em um café por um longo tempo, até se aproximar a hora de finalmente embarcar! Uma vez em Paris, utilizei a máquina de bilhetes para comprar 10, acho que custaram 14 Euros, se você compra o unitário paga 1,70. Portanto 3 Euros de economia. Peguei 2 metrôs e levei 15 minutos para chegar no Generator Hostel, que não é muito longe da Gare du Nord. Cheguei por volta das 12h no hostel, então não era hora de check in. Utilizei o locker (pago) para deixar as minhas coisas e fazer o walking tour da Sandman's que partia da Place Saint Michel às 13h. Ao descer na estação Saint Michel, já foi possível sentir como é Paris, muita beleza para todos os lados e nos menores detalhes. Já na Place Saint Michel é possível observar a Fontaine que leva o mesmo nome da praça. Muito bela! Como cheguei com certa antecedência, dei uma volta a pé na região para explorar e também almoçar. Saí da praça em direção ao Sena e o que vejo? A igreja Notre-Damme não muito distante! É uma daquelas sensações de deslumbramento que não acontecem sempre. Ver um monumento famoso mundialmente bem diante dos seus olhos! =) Depois destes pequenos momentos fui atrás de almoço e optei pelo Subway, pelo preço estar bom e também por não ter tanto tempo para almoçar, pois daqui a pouco começava o walking tour. Uma vez o grupo reunido, partimos em direção à pequenas ruas do Qartier Latin, um dos bairros mais bacanas de Paris, lá ficam o Pantheon e também boa parte da prestigiada Université Sorbonne. Também é possível comprar livros nos milhares de sebos do bairro e também os souvenirs, que lá são encontrados por bons preços. Na realidade, as compras e uma visita mais detalhada ao bairro eu fiz em outro momento. Outro lugar imperdível do bairro foi entrar na Shakespeare & Co, uma das mais prestigiadas livrarias especializadas no dramaturgo inglês. Mas não é só Shakespeare que se encontra lá. Mesmo que não compre nada (meu caso) entre para conhecer! Dali da frente da livraria é possível ver a Notre-Damme bem de perto. Atravessamos a rua e estávamos em frente à uma das igrejas mais famosas do mundo! A praça em frente é bem movimentada, com muitos turistas e moradores passando em frente. Não entramos, pois o walking tour tinha que cobrir uns 4 km da cidade. Depois de lá, andamos um pouco pela Île de la Cité, que além da igreja abriga o Palácio da Justiça e o Concierge, prédio que foi residência real francesa até o século XIV. Ao sair da Île, bordeamos o Sena até entrar próximo à entrada principal do Louvre. Quando se fala da entrada principal, fala-se da Pirâmide, que lá está desde 1989. Foi controversa no início, mas hoje todo mundo gosta dela. Ela representa a mistura do clássico (museu e suas obras) e modernidade. Lá dá pra brincar bastante com a pirâmide, com segurá-la com a ponta das mãos, saltar e tirar fotos. Foi bem divertido! =) Ali da pirâmide, também podemos perceber que o Louvre é montruoso! Qual o diferencial dele? É claro, a Monalisa está lá, mas antes de ser museu era um Palácio, que a primeira construção data de 1190! E ele foi ganhando puxadinhos até a pirâmide em 1989. Depois atravessamos a Place du Carroussel e entramos no Jardim das Tulleries, um dos parques mais importantes de Paris. Aliás lá nos despedimos da nossa guia, que foi uma fofa e fomos ao Starbucks usar a internet para decidir o que fazer. Conversando com uma americana, descobri que ela queria fazer a mesma coisa que eu: ir até a torre Eiffel. A princípio pensamos em ir de metrô, mas nos perdemos em um momento e fomos a pé! Passamos pela Place de la Concorde e entramos na Champs-Élyseés. As barracas da feira de Natal ainda estavam lá! Foi legal ver como funcionavam. A caminhada foi muito longa, depois meio que voltamos para o caminho do Sena, e fomos vendo que a Torre ia se aproximando... muito emocionante! Quando finalmente chegamos à base da Torre a vimos iluminada, pois já era noite! Ficamos por lá um pouco para conhecermos os detalhes da estrutura e tomamos direção do metrô. Já perto da estação, de repente, a torre começa o seu show de luzes piscantes! Lindo demais! Nos despedimos e voltei ao hostel. Cabe informar que ao passar muitos dos pontos turísticos, pode ser observado que os policiais estavam armados até os dentes, assim como soldados do exército francês. Parece que estavam prontos para atirar. dia 6 O dia começou chuvoso, mas tinha um local perfeito para ir com essas condições climáticas: o magnífico Museu do Louvre! Descobri que uma amiga estava na cidade e fomos juntos. A entrada custou 15 euros e pegamos guias em francês (na tentativa de praticar um pouquinho) e português. Não havia muita fila! Cuidado se você for ao museu com mala grande, não consegue entrar! Se estiver apenas de passagem pela cidade procure deixar a sua mala em um locker de qualquer estação de trem! Decidimos ir primeiro em direção à obra mais famosa do mundo, a Mona (hahahaha já ficou até íntima). É claro que pelo caminho também fomos observando a grandeza e beleza do museu e suas obras. Só para constar é muito fácil se perder pelos corredores, pois o museu é gigante! =) Bom, logo chegamos na sala da nossa amiga! hahaha Ela nos encarava sempre, pois isso que há tanta euforia. Justificável! Não havia muitas pessoas por perto, então a famosa selfie foi feita sem intrusos por perto! rá! Depois de andar mais um pouquinho achamos um dos quadros mais famosos do museu "A liberdade guiando o povo", de Eugine Delacroix, aquele quadro símbolo da revolução francesa. Dentro do museu, lembrando que era um palácio, também há vários comôdos montados com a mais fina e requintada mobília dos reis que por lá viveram, algo parecido com Versalhes. Outra estrela do Louvre é a Vênus de Milo que é uma relíquia grega e data de II a.c.! Incrível! São muitas obras para dar detalhes, sei que ficamos por volta de 3 horas dentro do museu e não foi suficiente! Acredito que é um lugar, assim como no Metropolitan (Nova York) e no British (Londres) para fazer várias pequenas visitas para aproveitar tudo que estes museus magníficos têm. Ao sair do museu procuramos algum restaurante para almoçar. Não foi achar um local bom e com preço razoável, se não me engano ficava próximo a rua Rivoli, mas em uma travessa. Depois de alimentados caminhamos em direção ao Arco do Triunfo, portanto passamos pelo Jardim da Tulleries e paramos na roda gigante (La roue de Paris). Foi uma ótima opção pois de lá pudemos ver todos os pontos de interesse da cidade: Notre-Damme, Sacre-Couer, Louvre, Arco do Triunfo e Torre Eiffel. A entrada custou 12 euros e demos 2 voltas! Depois de lá começamos a caminhada pela Champs-Élysées e a feirinha de Natal. Lá provamos um Gaufre de Bruxelas, que é um waffle! Maravilhoso! Aliás tudo que era comida boa era vendido naquela feira. Passamos rápido, pois iríamos comer de tudo! hahahaha Logo entramos na rua comércio mais chique da cidade! O ponto negativo cabe a vista que não tivemos do Arco ao caminhar, privilégio dos carros! =( Chegando próximos vimos que o monumento é maior do que se pensa! Há visitas para subir no topo do Arco, acredito que por 15 euros. Optamos por não subir pois já estava ficando tarde! A continuação do relato fica para um próximo post! Até lá!
  12. Continuando o relato... dia 2 No meu segundo dia na Bélgica, eu, minha amiga e seu noivo fomos a Gante, uma grata surpresa. A cidade é razoavelmente grande e estava bem agitada, pois moradores de toda a Bélgica aproveitaram o dia (2 de Janeiro) para visitar as atrações turísticas da cidade e fazer compras, já que lá estão grandes lojas de departamento europeias (H&M, Primark, C&A, entre outras). Fomos de trem, foram 2 de Boortmeerbeek até lá. Pegamos um até Leuven, e de lá fomos até a estação Sint-Pieters, que é a mais central da cidade. A estação fica um pouco distante do centro, portanto compramos um passe de ida e volta e fomos de tram até o centro da cidade, acredito que pagamos 5 euros. Uma vez no centro é possível circular pelas ruas e as principais atrações da cidade, como o Castelo de Gravensteen. Vale bastante a visita. A entrada custa 10 euros, e de lá se tem uma bela vista da cidade, além de haver alguns artefatos da Idade Média. Há também canais, mas os barcos não estavam funcionando por causa do inverno. Entramos em duas belas igrejas, a Saint Nicholas e a Sint-Michielskerk. Também aproveitamos para fazer algumas compras na Primark, que possui ótimos preços. Também passamos pela rua do Grafitti. Tinha até coisa em português brasileiro! =) Retornamos à Leuven por volta das 19h. Lá jantamos em um restaurante típico belga e provei umas das cervejas mais famosas de lá: Duvel, muito boa por sinal! dia 3 Como quem viaja não descansa, domingo de manhã acordei supercedo e fui só até Brugges, outro daqueles lugares especiais. Foram 2 trens até lá, com uma parada na estação de Mechelen. Em Brugges, é possível andar por toda a cidade sem utilizar transporte público, acho que foram uns 20 minutos até aparecerem os primeiros canais. Lá não entrei em igrejas, preferi andar pela cidade e fazer um dos passeios mais interessantes: subir as escadas da Belfry de Brugges! Foram muitos degraus e uma espera grande na fila, mas todo sacrifício foi recompensado pela linda vista da cidade (particularmente sempre procuro lugares altos para ver as cidades que visito!), depois andei pela Grote Markt de lá e por pequenas ruas e seus segredos. Pensei que os passeios de barco de lá também não funcionassem no inverno, eis que vejo um barco pelos canais. E estava bem perto da empresa que vendia os tíquetes! Muita sorte! O azar foi começar a chover bem na hora... tudo bem, só chove na Bélgica mesmo! Acho que choveu todos os dias que estava por lá! rsrs Bom, depois do passeio de barco, voltei para Leuven onde jantei com meus amigos. dia 4 Dia de voltar para Bruxelas, agora para fazer o walking tour da Sandman's que sai às 11h da Grand Place de lá, bem em frente à prefeitura, o prédio mais bonito de todos! =) passamos por alguns lugares como murais do Tin Tin, o Maneken Pis, um menininho urinando o tempo todo hahaha e também pelo Palácio e Parque Reais e outros prédios administrativos do País. Particularmente, preferi mais Gante e Brugges, mas a Grand Place é um local de tirar o fôlego. Depois do walking tour fui de metrô até a região do Atomium, que foi construído para a Expo de 1958, assim se tornando a Torre Eiffel de Bruxelas... rsrs É uma obra interessante, mas não tem o glamour da sua irmã parisiense. Ao lado fica a Mini Europa, mas não me interessei em entrar. Bom, logo mais continuo o relato, ainda há muitos dias e locais a serem contados e descobertos! =)
  13. O fator chuva é um complicador, aconteceu em Cambridge. Choveu a manhã toda, mas pelo menos, à tarde o tempo melhorou. Vou dar uma sondada com relação às condições atmosféricas na época, mas está certo o que o clima é imprevisível... Valeu mesmo pelas dicas! =)
  14. Obrigado pelas respostas! A ideia é comprar os bilhetes para os bate-voltas com antecedência, já fiz isso para outros lugares e os descontos foram bons! =)
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