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rodrigovix

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    Publicitário e fotógrafo nas horas vagas.

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  1. Mas que grande honra, @LuquinhasDeMochila. Muito feliz em ver que pude te ajudar ou inspirar de alguma forma, porém mais ainda por ler esse relato bacana que está se iniciando aqui. Essa roda de ajuda entre mochileiros não pode parar!!! Capricha na continuação aí! Estamos acompanhando. Abraços!!!
  2. Fala, @victorh! Blz?! Rapaz, quanto tempo eu não venho aqui nesse fórum da América do Sul. Deu até saudade dessa viagem. Seu roteiro está muito bom, e o @_Umpdy já respondeu suas dúvidas perfeitamente. Aqui vão os meus complementos: - O passeio no último dia de Salar termina na parte da manhã, mesmo. E lá, nesse lugar chamado Tríplice Fronteira, você fica esperando o seu transfer para SPA. A agência deve falar que termina às 17h porque é o horário de chegada à Uyuni para aqueles que fazem o passeio e retornam para lá. Não será o seu caso. - O passeio das Piedras Rojas dura o dia todo (termina entre 18h e 19h, geralmente), porém nada que te impeça fazer o Tour Astronômico no mesmo dia, já que ele começa mais tarde. Porém, deixe tudo já fechado com antecedência, assim que você chegar em SPA. Fechar tudo numa agência só pode te garantir mais desconto. - Sim, os transportes funcionam normalmente no domingo por conta da constante demanda turística. - Arequipa é uma cidade bem legal (eu achei). Gostei de ficar andando por lá, conhecer o Mercado Central, a praça principal, etc. Seu "day trip" será bem gasto. Apenas curta a cidade sem compromisso com algum passeio específico (minha sugestão). - Você saindo de Arequipa x Ica no dia 09 à noite, chegará em Huacachina no dia 10, e poderá fechar o passeio pelas dunas + sandboard + por do sol para tarde. No dia 11 você irá conhecer as Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas, voltando a tempo de pegar o ônibus noturno em Ica para Cusco. Assim você chega lá pelo fim da tarde no dia 12, mesmo. - Lembrando que o "City Tour" em Cusco é na verdade uma visita às ruínas mais próximas da cidade. Caso seu interesse seja conhecer a cidade Cusco em si, faça por conta própria, ou então seja específico na agência caso vá fechar um daqueles ônibus panorâmicos por lá. - Eu achei bacana fazer o Chacaltaya, é uma oportunidade mais fácil de ter contato com a neve e se desafiar numa altitude tão elevada. O Valle de la Luna não tem muita graça, mas costumam incluir no pacote do passeio. Só deixaria pra fazer primeiro o Chacaltaya e por fim o Downhill, porque é um dos melhores (se não o melhor) passeio da viagem no sentido de diversão. - Sim, fechei todos os passeios lá na hora, não é necessário fechar antes. Porém, é preciso que você tenha ao menos um dia antes nas cidades em que irá fechar os passeios para pegar as agências abertas e poder negociar normalmente. A única coisa que eu diria pra você fechar com antecedência, além de MP, é o ônibus noturno de Sucre para Uyuni, senão bagunça o seu roteiro. - Eu levei maior parte em dólar. Real usei apenas quando achei que a cotação valia mais trocar em real. E creio que só em Arequipa que senti essa necessidade, de resto o dólar era mais vantajoso. Eles aceitam tanto dólar quanto real normalmente, só que na maioria das vezes a cotação do real será menos vantajosa. Obs.: todas essas informações são baseadas na minha experiência em 2015. Pode ser que algumas coisas tenham mudado de lá pra cá. Abraços! E boa trip!!!
  3. Que bacana ler isso, @RamonRego2. Muito obrigado! Também fui muito inspirado pelos relatos do @Tanaguchi. Manda bem demais! Logo mais dou sequência ao relato aqui. Abraços!
  4. Capítulo 12: O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! 12º dia (22 de outubro) Pouco depois das 5h da manhã já estávamos de pé. Afinal, o tão aguardado momento havia chegado. Estávamos na expectativa de um belo esfregão da natureza na nossa cara, daqueles que dizem "olha como eu sou linda pra caralho, humanos" rs. E não nos desapontamos. Fomos os primeiros a botar a cara pra fora na (ainda) resistente escuridão. Mas não os únicos. Poucos minutos depois, um outro casal nos seguiu subindo para o alto de uma pequena colina de onde observaríamos melhor o espetáculo. O sol começou a romper a madrugada, e o céu foi se pintando de um azulado. Algum tempo depois, um guia e mais três turistas surgiram - ao que tudo indica, não é incomum que as pessoas acordem de madrugada e venham até essa parte da ilha presenciar o nascer do sol. Eis que ele surge. No seu tempo, imponente. Cada vez mais belo. Eu havia planejado tantas fotos, mas não fiz nem a metade. É que às vezes me pegava parado admirando aquela beleza toda, quase sem reação. E não me arrependo nem um pouco disso. Preciso falar alguma coisa? Não, né? Ainda sonho com esse momento. Aproveitamos pra fazer algumas fotos nas casas das árvores (uma delas ilustra a capa de abertura desse relato). Esse local, de 2017 pra cá, inevitavelmente se tornou um dos principais motivos pelos quais muitos turistas vêm até essa parte da ilha. A maioria sequer dorme aqui ou presencia o nascer do sol. Só vem, faz umas fotos, e vai embora. Eu nunca vou me esquecer desse lugar. Lembro que acordei à noite na casa da árvore e fiquei olhando um tempo pro teto de palha, ouvindo o barulho das ondas batendo nos paredões e ecoando longe. Lembrei na hora da sensação de quando estava numa viagem pelo Peru e passei uma noite numa cabana dentro do Canyon del Colca. "Meu Deus, olha onde eu tô!". Sem palavras. Eu agradeço demais nessas horas. Pegamos nossas coisas, subimos nas motos e seguimos viagem de volta ao centrinho de Nusa Penida, do outro lado da ilha. Havíamos combinado de devolvê-las às 8h e não queríamos atrasar. Compramos outro protetor solar no mesmo local da vinda, porque estava bem barato (Rp. 55.000) e a gente tava usando bastante. Ainda paramos pra fotografar umas paisagens das plantações de alga, uma das principais fontes econômicas em Nusa Penida. Eles exportam bastante para o Japão. Devolvemos as motos e fomos tomar café no lugar de sempre. Isso porque decidimos manter essa diária no bangalô que estávamos, pois deixamos todos os nossos pertences e mochilões lá, levamos apenas as mochilas de ataque pra noite na casa da árvore. Foi uma decisão bem prática. Voltamos ao bangalô, tomamos um banho gelado e arrumamos os mochilões. Fizemos o check-out com aperto no peito. Recomendo muito o Jati Bungalows para quem for se hospedar em Nusa Penida. A Jati é muito atenciosa, prestativa e o lugar é incrível e com um preço justo. Fomos almoçar e gastar um pouco do tempo, pois nosso barco só sairia às 16h. Almoço: 2 noodles, 2 cocas, 2 panquecas de batata, 3 tipos de doce e uma garrafa de água (total Rp. 115.000). Trocamos 50 dólares (não trocamos muito porque a cotação em Bali seria melhor), pegamos nossos mochilões e fomos para o barco. Lá no local de onde nosso barco saia, não estavam localizando nossos nomes. Liguei para o Roby pelo whatsapp (com quem eu havia combinado as passagens) e ele resolveu com o atendente. Pagamos Rp. 250.000 cada no barco de retorno de Nusa Penida para o porto de Sanur, em Bali, mais o transfer de Sanur para o nosso hotel em Kuta, região do aeroporto onde passaríamos uma noite para então pegar o nosso voo cedo no dia seguinte. Chegando em Kuta, fizemos check-in no nosso hotel (Rp. 218.050) e saímos para conhecer a região. Honestamente, achei uma região bem feia. Não sei se era porque eu tinha vivenciado lugares paradisíacos e mágicos até então, mas achei a região de Kuta muito muvucada, a praia feia, suja, e o local com a sensação de ser muito perigoso, com vendedores te abordando na rua o tempo todo. Enfim, não demoramos nem 20 minutos na rua e já quisemos voltar para o hotel. Quando foi de noite, pegamos um táxi até a região de Seminyak (Rp. 75.000), conhecido por ser um bairro mais "nobre". Queríamos conhecer o Motel Mexicola, um restaurante super descolado e com uma decoração mexicana SENSACIONAL. Tava lotado de gringos, tinham vários ambientes, e vez ou outra eles pegavam alguns clientes e levavam pra cima de uma espécie de ringue que tem no meio do restaurante e lá rolava altas brincadeiras. Galera bem animada. Realmente, o lugar era incrível, porém com preços muito acima dos nossos padrões mochileiros mão-de-vaca naquele momento hehehe. Fizemos umas fotos e logo fomos embora. Eu fiz no celular mas acho que perdi as fotos, então vou deixar algumas imagens da internet aqui: Na saída, compramos um milho doce (Rp. 15.000) e depois enchemos a pança numa promoção de um Burger King pelo qual passamos (Rp. 100.000). Pegamos o táxi de volta para o hotel (Rp. 70.000). Foi nossa última noite em Bali. Mas nem deu pra ficar muito triste, porque já estávamos na expectativa do dia seguinte. Pegaríamos um voo para Singapura, onde encontraríamos um casal de amigos e com eles passaríamos a semana lá. E um detalhe: já chegaríamos direto para uma inesquecível (e nada econômica) diária no lendário Marina Bay Sands. SALDO DO DIA (por pessoa): Rp. 27.500 - protetor solar Rp. 10.000 - coca-cola Rp. 57.500 - almoço Rp. 250.000 - barco + transfer hotel Rp. 218.050 - diária hotel Kuta Rp. 72.500 - táxi ida e volta Rp. 7.500 - milho doce na brasa Rp. 50.000 - burger king TOTAL: Rp. 693.050 (USD 51) PRÓXIMO CAPÍTULO: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands.
  5. @h.flavioborges Boa, Flávio! A Indonésia é espetacular e eu certamente voltarei lá um dia. Muita coisa pra conhecer, ainda. Se tiver um calendário mais flexível, sugiro que vá em outubro, pois novembro em Bali já é o início da estação molhada, e as chances de pegar dias com chuva aumentam. Depois dá uma ollhadinha da tabela climática que eu montei, lá na primeira página. Abraços!
  6. Capítulo 11: Goa Giri Putri, Atuh Beach e uma casa na árvore. 11º dia (21 de outubro) Após acordar e tomar nosso café da manhã, fomos direto atrás de alugar duas scooters, essas motos automáticas típicas da região e, arrisco dizer, o principal veículo de locomoção do sudeste asiático. Fomos perguntando pela rua e logo nos deparamos com dois moradores dispostos a alugar as próprias motos. Pagamos Rp. 80.000 pela diária em cada uma delas. Abastecemos com 2 litros de gasolina em cada uma (Rp. 16.000 o litro), ali mesmo, no meio da rua, com garrafa pet, funil e peneira (hahaha segurança mil). Paramos numa farmácia para comprar protetor solar (Rp. 55.000) e hidratante (Rp. 28.000) e seguimos rumo a nossa primeira parada: Goa Guri Putri (ou o Templo da Caverna). Estacionamos as motos próximo à escadaria que da acesso ao templo e ali mesmo alugamos as sarongs (Rp. 5.000 cada), de uso obrigatório. Chegando lá em cima, estava acontecendo uma cerimônia. Aguardamos o fim da cerimônia e deixamos nossa doação de Rp. 20.000 cada. Entramos na fila e descemos por um pequeno buraco, que só cabe uma pessoa por vez. Depois de passar por debaixo de uma fresta na pedra, nos deparamos com uma caverna imensa. Muito grande mesmo. Lá também estavam acontecendo outras cerimônias. Percorremos em silêncio por todo o local e depois fomos embora. Continuamos viagem pela encosta. Nosso destino era a praia de Atuh Beach, no extremo oposto da ilha. Esse trajeto é um dos momentos que guardo com carinho na memória. Os locais acenando com alegria para nós enquanto passávamos em frente suas casas. A cada curva, uma paisagem deslumbrante. Aquele sol e vento no rosto, num lugar autêntico e acolhedor. Sensações que marcam a gente vale a pena cada esforço pra estar ali. A estrada até Atuh Beach não era muito pavimentada, o trecho final meio "off-road". Pode ser que hoje já tenham pavimentado, do jeito que a ilha tá ganhando cada vez mais fama. A praia é linda, o acesso é por escadas. O mar tem bastante pedra, não é fácil se banhar. Mas a areia é branquinha e há algumas barracas e quiosques servindo bebida e comida. Pedimos 2 fried rice, 1 coco e 3 coca-colas, totalizando Rp. 75.000. Ficamos lá por volta de 3 horas, aproveitando cada segundo daquele paraíso. Abastecemos as motos (Rp. 20.000) e seguimos viagem até o nosso destino final, a Rumah Pohon "Treehouse". São 3 incríveis casas na árvore localizadas próximas a penhascos numa das paisagens mais deslumbrantes da ilha. Desde o primeiro instante que li sobre esse lugar, quis passar uma noite lá. E que decisão maravilhosa. Experiência única, bem rústica, e num lugar que prometia o nascer do sol mais lindo de todos. Chegamos ao local, onde nos receberam numa espécie de "restaurante". Estacionamos nossas motos e descemos por umas escadas feitas na encosta até as casas na árvore. O banheiro é externo. O quarto tinha uma cama e um ventilador. Quando entramos, fomos recebidos por um lagarto enorme na parede do nosso quarto, que logo se assustou e fugiu haha. Guardamos nossas coisas, carregamos nossos equipamentos e subimos pra jantar. Compramos 2 cervejas, 2 coca-colas, 3 pacotes de salgadinhos e 1 sabonete, e depois fomos jantar 2 fried rice. Tudo isso ficou por Rp. 117.000. Tomar cerveja comendo uns petiscos ouvindo uma musiquinha ambiente que vinha do restaurante, numa mesinha de madeira e cobertura de palha com a vista do mar aberto em pleno crepúsculo. Conseguiu visualizar a cena? Incrível demais. Fomos dormir, porque no outro dia acordaríamos cedo para o espetáculo tão aguardado. Foi uma noite incrível, e a trilha sonora ficou por conta das trovoadas que as ondas provocavam ao se chocarem nos paredões do penhasco a poucos metros de nós. Eu não tenho palavras pra descrever o quanto eu amei Nusa Penida. SALDO DO DIA (por pessoa): Rp. 40.000 - diária scooter Rp. 32.000 - 2 litros de gasolina Rp. 41.500 - protetor solar + hidratante Rp. 5.000 - aluguel sarong Rp. 20.000 - doação Templo da Caverna Rp. 37.500 - almoço + bebidas em Atuh Beach Rp. 58.500 - bebidas + sabonete + jantar TOTAL: Rp. 234.500 (USD 17) PRÓXIMO CAPÍTULO: O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida!
  7. Coisa boa de ler, Iago! Obrigado mesmo. Vou tentar retomar esse relato aqui o quanto antes. A correria do dia a dia atrapalha nessas horas rs.
  8. Gostei de ver, @Rezzende. Muito boa menção ao @Sorrent. Relato foda! Foi um dos pioneiros no relato desse roteiro e de fundamental contribuição quando eu estava planejando minha viagem. Valeu mesmo! É natural que a gente vá procurando sempre os relatos mais recentes e atualizados, mas importante lembrar da galera lá de trás que foi dando condições pros que vieram em seguida.
  9. Fala, @Rezzende. Que beleza de relato, cara. Parabéns!!! Muito feliz por sua trip. Era essa aí mesmo haha. Lembrei bem dela. Me salvou. Muito engraçado como ela se tornou famosa aqui no mochileiros. Foi realmente uma salvadora da pátria naquele momento de frio congelante em que eu não tinha ideia de pra onde ir. Pode ser também que várias senhorinhas façam esse trabalho e a da Mary tenha sido uma outra. O importante é tirar a gente do frio haha. Abraços!
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