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rodrigovix

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  1. De vez em quando me mandam mensagem porque não estão conseguindo baixar o pdf do relato na primeira página. Subi o arquivo novamente, depois vejam se deu certo. Quem fizer o teste e puder avisar aqui, agradeço. Valeu! 🙂
  2. Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e a Singapore Flyer. 14º dia (24 de outubro) Acordamos e fomos aproveitar o café da manhã. Dessa vez, chegamos logo que abriu e, obviamente, comemos e repetimos até não aguentar mais. Aproveitamos os últimos instantes da diária na piscina, e fomos fazer o check-out (pegamos os S$ 200 de volta). Pegamos um Uber até o Hotel 81 Gold (S$ 5,40), que seria o nosso hotel "de verdade" em Singapura. Fizemos check-in para 3 diárias (S$ 190) e deixamos nossas malas nos quartos. Pegamos outro Uber em direção ao bairro de Chinatown, pois eu havia lido que a cotação era boa por lá, e também porque queríamos conhecer o local. Acabou que a cotação da rua não estava muito diferente daquela que conseguimos no aeroporto, o que é bem incomum. Obs.: como estávamos em 4 pessoas, o Uber ficava bem barato nos deslocamentos. Às vezes os meninos que pagavam, outras a gente, e assim foi. Trocamos uns dólares, e em seguida fomos almoçar. O nosso destino seria o Hawker Chan, que foi considerado o restaurante mais barato do mundo a receber uma estrela do guia Michelan. Honestamente, não sei se a expectativa estava alta demais, ou se comemos o prato errado, ou se o restaurante mudou muito após a fama da estrela Michelin (quando ganhou a estrela, era apenas uma barraca de rua), mas achamos a comida péssima. Antenor sequer aguentou comer o dele. Uma carne de porco quase crua e com cheiro forte. Felizmente hoje em dia já me livrei do mal da carne. Gastamos S$ 13,80 o casal. Depois do almoço, retornamos de metrô à estação do Marina Bay Sands (S$ 2,40 cada), pois nosso objetivo era visitar o Gardens by the Bay, o emblemático parque de Singapura. Passamos pelo shopping que fica dentro do hotel, pensando como deve ser bom ter dinheiro e poder comprar o que quiser nessas lojinhas humildes rs. O complexo Gardens by the Bay foi parte de uma estratégia do governo singapurano para aumentar a qualidade de vida com a introdução de mais espaços verdes na cidade. Segundo eles, trata-se de "uma peça de horticultura e jardinagem artística que apresenta o reino vegetal de uma forma totalmente nova, entretendo e educando os visitantes com plantas raramente vistas nesta parte do mundo, variando de espécies em climas frios e temperados a florestas tropicais e habitats". O complexo é dividido em 3 partes: a Bay South Garden, que é a parte principal, onde ficam localizadas as Supertrees, as estufas e são realizados diversos eventos; a Bay East Garden, que fica do outro lado da baía, e proporciona uma vista de cartão-postal da cidade (fomos lá no outro dia só pra eu poder fazer a foto, obviamente); e a Bay Central Garden, todos devidamente contornando a baía, como o próprio nome já sugere. Nosso foco hoje era a parte da Bay South Garden. Lá ficam duas estufas gigantescas, a Flower Dome e a Cloud Forest. A ideia é que as estufas usem energia de forma eficiente como exibição do potencial de arquitetura e construção sustentáveis, disponibilizando um local permanente para entretenimento educativo. Tecnologia, aliás, é a palavra ordem em Singapura. Tudo é eficiente e moderno. O ingresso foi S$ 28 por pessoa (dá direito a visitar as duas estufas). Fomos primeiro à Cloud Forest. De cara já sentimos o impacto: o clima. Saímos do calor de Singapura e entramos no clima fresco-quase-frio da estufa. Lá dentro, uma montanha de 35 metros com queda d'água. Inúmeras espécies de plantas tropicais que rende lindas fotos. Em seguida, fomos à Flower Dome. Nessa estufa encontramos milhares de espécies de plantas, flores, árvores (algumas extremamente antigas), abóboras gigantes e etc. Um jardim gigante. Quando compramos os ingressos para as estufas, aproveitamos para comprar também o ingresso do OCBC SKYWAY (S$ 8 por pessoa), pois pretendíamos usá-lo no dia seguinte. Esse ingresso te permite caminhar pelas passarelas suspensas que interligam as Supertrees, sobre as quais falaremos agora. Supertree Groove é o conjunto das árvores gigantes artificiais e tecnológicas que marcam esse parque. É quase um símbolo de Singapura. Elas são, literalmente, um espetáculo à parte. Mais precisamente, todos os dias, às 19h45 e às 20h45, um show de luzes e música que você não irá esquecer. Tudo isso, é claro, utilizando energia da própria captação solar das árvores. Estavamos famintos, então fomos lanchar num McDonalds lotado ali dentro do parque (S$ 24.85 o casal). Em seguida, nos posicionamos para o show das Supertrees. As fotos falam por si. Seguimos para a última atração do nosso dia, na região da Bay Central. Fomos dar uma volta na Singapore Flyer, uma roda-gigante de 165 metros de altura (equivalente a um prédio de 42 andares). Para se ter uma ideia, a volta completa demora 30 minutos, e vale muito a pena. Um visual lindo lá de cima, e as cabines são bem grandes. Pagamos S$ 33 por pessoa no ingresso. Pegamos um uber de volta para o nosso hotel (S$ 3,40 por pessoa), e passamos numa 7Eleven (ô lojinha abençoada), onde compramos uns cup noodles e umas bebidas para jantar (S$ 9,95 total). Voltamos bem cansados para o quarto, mas aquele cansaço bom de viagem, sabe? E era bom descansar, mesmo, porque o dia seguinte era de mais bateção de perna. . SALDO DO DIA (por pessoa): S$ 2,70 - Uber S$ 95 - 3 diárias Hotel 81 Gold S$ 6,90 - almoço S$ 2,40 - metrô S$ 28 - ingressos Flower Dome + Cloud Forest S$ 8 - ingresso OCBC SKYWAY S$ 12,45 - lanche McDonalds S$ 33 - ingresso Singapore Flyer S$ 3,40 - uber S$ 5 - 7Eleven TOTAL: S$ 196,85 (USD 145) PRÓXIMO CAPÍTULO: A Orchard Road, o Merlion e uma pausa para fotografar.
  3. Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands. 13º dia (23 de outubro) Acordamos, pegamos nosso café da manhã para viagem e fomos para o aeroporto de táxi (Rp. 60.000). Tomamos 2 capuccinos pra zerar as rúpias restantes (Rp. 99.000). Embarcamos para Singapura, já naquela expectativa boa. Após uma viagem tranquila, chegamos lá e passamos pelos procedimentos de imigração. Encontramos com Lucas e Luiz, um casal de amigos nossos que também estavam em viagem pelo Sudeste Asiático, e fomos trocar uns dólares. Para nossa surpresa, a cotação lá nem estava tão ruim assim quando depois comparamos com os demais locais da cidade. Compramos nossos tickets para o metrô (S$ 2,40 cada) e seguimos direto para a estação do Marina Bay Sands. Olha que chique, um hotel que tem sua própria estação. Quando decidimos viajar para Singapura, a única certeza que eu tinha era a de que queria passar uma noite que fosse no Marina Bay Sands. Eu lembro de assistir sobre esse lugar no Globo Repórter e ficar fascinado com aquela imponência toda. Sei que não é algo muito "mochileiro", mas era uma vontade que eu tinha, e que não queria desperdiçar. Depois de muito pesquisar, escolhemos o quarto com vista para a cidade, e já num andar intermediário, que permitia acesso para tomar o café no Club 55, incluso só a partir da categoria intermediária. O custo da diária foi de S$ 664,50 o casal (quase R$ 1.700,00 na cotação da época) e, para ser sincero, não nos arrependemos 1 real sequer. Chegando no hotel, fomos para a fila do check-in. Por conta da categoria do quarto, nós fomos direcionados para uma espécie de "sala vip", um check-in na poltrona, sem filas, com café, suco, etc. Já comecei a me sentir nutella ali hahaha. Pagamos a diária de S$ 664,50 + S$ 200,00 caução que seriam devolvidos ao final. Subimos para o nosso quarto e fomos nos encontrar com os meninos naquela que é tida como a piscina de borda infinita mais alta do mundo. Ela é emblemática, de fato, e LOTADA. Porém só pode ser acessada por quem se hospeda no hotel (existe uma opção de você não se hospedar e pagar um ingresso para subir até o topo do hotel, porém não te permite acesso à piscina). Estávamos lá curtindo nosso por do sol quando eu e Antenor decidimos ir aproveitar um pouco do café da tarde no Club 55. Como só havíamos lido "canapés e drinks" no site do hotel, se referindo a esse café, nem demos muita confiança, mas decidimos de última hora ir lá conferir. E NOS ARREPENDEMOS DE NÃO TER IDO ANTES. Era um banquete. Comidas que eu nunca vi na vida. Experimentei caviar pela primeira vez hahaha. E na hora de pedir o cardápio das bebidas, não havia, pois tinha qualquer bebida que você quisesse. Tomamos champange, cerveja, água mineral fiji, levantamos umas 5 vezes pra ir ao buffet encher nossos pratos, enfim, LAVAMOS A ÉGUA, como dizem no interior. Já que era pra pagar caro, iríamos aproveitar cada centavo haha. Voltamos para o quarto, fizemos umas fotos com a paisagem noturna (eu não havia feito questão do quarto com vista para a cidade numa torre de ângulo específico à toa, né? rs), descansamos um pouco, e fomos pro Cassino. Sim, havia um Cassino no hotel. Eu nunca havia ido a um Cassino antes. Estrangeiro não pagava para entrar, então lá fomos nós. Como se trata de jogo de azar, e nós não somos bestas, combinamos de gastar NO MÁXIMO 5 dólares cada um. Quando perdéssemos, a gente iria embora. O melhor de tudo era que havia máquinas de bebidas não alcoólicas liberadas pra gente (refrigerante, mocca, capuccino, água, suco etc.). Tomamos tanta, mas tanta mocca que teve uma hora que deu caganeira em todo mundo kkkk. E o banheiro era daqueles que você se mexia e o sensor já acionava a descarga, então imagina a crise de riso e desespero. Ficamos numa maquininha que era 1 centavo por jogada, então daria pra gastar um bom tempo lá. Eu consegui ganhar 12 dólares hehehe, então recuperei os 5 dólares investidos. Só que Antenor quis bancar o diferentão e jogar em outra máquina. Resultado: perdeu tudo o que eu tinha lucrado em uma única jogada hahaha. Pelo menos não ficamos no prejuízo. (Obs.: no final de 2018 passamos por Punta del Este numa viagem com nossas mães e visitamos um cassino. Lembramos dessa história na hora, e logo que ganhamos um troco numa maquininha, resgatamos o dinheiro e fomos embora. Nada de continuar até perder tudo kkkk). Nesse dia, se a gente dormiu 3 horas foi muito. Estávamos convencidos a aproveitar ao máximo cada segundo daquela diária de ricos rs. E aproveitamos! . SALDO DO DIA (por pessoa): Rp. 60.000 - táxi Rp. 49.500 - capuccino S$ 2,40 - metrô S$ 332,25 - Diária Marina Bay Sands TOTAL: S$ 334,65 (USD 255) PRÓXIMO CAPÍTULO: Chinatown, Gardens by the Bay e a Singapore Flyer.
  4. Primeira página atualizada com o pdf do relato. Acredito que agora o problema de download tenha sido corrigido.
  5. Não chega a ser inviável, Vinicius. O roteiro conforme a maioria faz é frequente por uma facilidade logística. A aclimatação acontece de forma gradativa, dando tempo para o corpo se habituar. É sempre algo a se analisar. Caso você já comece por um local de altitude elevada, reserve um tempo no roteiro para se aclimatar, pois os efeitos variam muito de pessoa pra pessoa - uns quase não sentem nada, outros sentem muito. Considere, também, as distâncias. Santiago para Atacama é uma boa distância. Se for de ônibus, perde 1 dia inteiro de viagem. Se for de avião, encarece. Então vai da sua vontade e disposição financeira, mesmo. Mas seu roteiro pode, sim, ser realizado. Abraços!
  6. Fala, meu povo! Como vocês estão? Alguém tem aí guardado o pdf deste relato? A @Fernanda Arruda que fez, se não me engano. Mas é que muitos viajantes vem me pedir o pdf porque já não está funcionando mais o arquivo lá da primeira página, e eu não tenho esse arquivo gravado, só upei o que a Fernanda fez. Se alguém ainda tiver, e puder me enviar pra atualizar lá no anexo, agradecerei muito. Abraços!
  7. Mas que grande honra, @LuquinhasDeMochila. Muito feliz em ver que pude te ajudar ou inspirar de alguma forma, porém mais ainda por ler esse relato bacana que está se iniciando aqui. Essa roda de ajuda entre mochileiros não pode parar!!! Capricha na continuação aí! Estamos acompanhando. Abraços!!!
  8. Fala, @victorh! Blz?! Rapaz, quanto tempo eu não venho aqui nesse fórum da América do Sul. Deu até saudade dessa viagem. Seu roteiro está muito bom, e o @_Umpdy já respondeu suas dúvidas perfeitamente. Aqui vão os meus complementos: - O passeio no último dia de Salar termina na parte da manhã, mesmo. E lá, nesse lugar chamado Tríplice Fronteira, você fica esperando o seu transfer para SPA. A agência deve falar que termina às 17h porque é o horário de chegada à Uyuni para aqueles que fazem o passeio e retornam para lá. Não será o seu caso. - O passeio das Piedras Rojas dura o dia todo (termina entre 18h e 19h, geralmente), porém nada que te impeça fazer o Tour Astronômico no mesmo dia, já que ele começa mais tarde. Porém, deixe tudo já fechado com antecedência, assim que você chegar em SPA. Fechar tudo numa agência só pode te garantir mais desconto. - Sim, os transportes funcionam normalmente no domingo por conta da constante demanda turística. - Arequipa é uma cidade bem legal (eu achei). Gostei de ficar andando por lá, conhecer o Mercado Central, a praça principal, etc. Seu "day trip" será bem gasto. Apenas curta a cidade sem compromisso com algum passeio específico (minha sugestão). - Você saindo de Arequipa x Ica no dia 09 à noite, chegará em Huacachina no dia 10, e poderá fechar o passeio pelas dunas + sandboard + por do sol para tarde. No dia 11 você irá conhecer as Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas, voltando a tempo de pegar o ônibus noturno em Ica para Cusco. Assim você chega lá pelo fim da tarde no dia 12, mesmo. - Lembrando que o "City Tour" em Cusco é na verdade uma visita às ruínas mais próximas da cidade. Caso seu interesse seja conhecer a cidade Cusco em si, faça por conta própria, ou então seja específico na agência caso vá fechar um daqueles ônibus panorâmicos por lá. - Eu achei bacana fazer o Chacaltaya, é uma oportunidade mais fácil de ter contato com a neve e se desafiar numa altitude tão elevada. O Valle de la Luna não tem muita graça, mas costumam incluir no pacote do passeio. Só deixaria pra fazer primeiro o Chacaltaya e por fim o Downhill, porque é um dos melhores (se não o melhor) passeio da viagem no sentido de diversão. - Sim, fechei todos os passeios lá na hora, não é necessário fechar antes. Porém, é preciso que você tenha ao menos um dia antes nas cidades em que irá fechar os passeios para pegar as agências abertas e poder negociar normalmente. A única coisa que eu diria pra você fechar com antecedência, além de MP, é o ônibus noturno de Sucre para Uyuni, senão bagunça o seu roteiro. - Eu levei maior parte em dólar. Real usei apenas quando achei que a cotação valia mais trocar em real. E creio que só em Arequipa que senti essa necessidade, de resto o dólar era mais vantajoso. Eles aceitam tanto dólar quanto real normalmente, só que na maioria das vezes a cotação do real será menos vantajosa. Obs.: todas essas informações são baseadas na minha experiência em 2015. Pode ser que algumas coisas tenham mudado de lá pra cá. Abraços! E boa trip!!!
  9. Que bacana ler isso, @RamonRego2. Muito obrigado! Também fui muito inspirado pelos relatos do @Tanaguchi. Manda bem demais! Logo mais dou sequência ao relato aqui. Abraços!
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