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rodrigovix

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    Bolívia, Chile, Indonésia, Peru, Singapura e Tailândia.
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    Bolívia + Chile + Peru (26 dias - abril/2015) TUDO por 1.600 dólares!
    https://www.mochileiros.com/topic/37110-bol%C3%ADvia-chile-peru-26-dias-abril2015-tudo-por-1600-d%C3%B3lares/?page=1
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    Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!
    https://www.mochileiros.com/topic/72647-indon%C3%A9sia-singapura-tail%C3%A2ndia-36-dias-%E2%80%93-out-e-nov2017-a-viagem-dos-sonhos/
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    Publicitário e fotógrafo nas horas vagas.
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  1. Fala, Rezzende. Rapazzz, pergunta difícil, ein?! Eu sou suspeito pra falar porque sou apaixonado por qualquer laguna altiplanica. Se você tiver dias disponíveis no Atacama, faça de tudo. Lá tem muitos passeios legais. Eu queria ter tido mais $$tempo$$ pra Laguna Cejar, o tour astronômico, os Geisers del Tatio, etc. Tanta coisa boa. Mas é realmente uma pena Piedras Rojas estar fechado.
  2. Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. 7º dia (17 de outubro) O último dia de programação em Ubud mal havia começado e a gente já estava com saudade daquele lugar. Se tivéssemos mais tempo disponível no nosso mochilão, aqui certamente seria um dos lugares em que esticaríamos um pouco mais. Acordamos e tomamos o belo café da manhã que a Putu novamente nos preparou. Hoje não teríamos o Roby, os deslocamentos seriam feitos por nossa conta. Não por acaso, todo o nosso roteiro do dia estava pelas proximidades da cidade. Floresta dos Macacos Fomos andando rumo à primeira parada: a Floresta dos Macacos. Ela funciona todos os dias, das 8h30 às 18h. A entrada custa Rp. 50.000 por pessoa (mais os Rp. 20.000 do cacho de bananas que compramos lá dentro, opcional). Ainda no caminho até lá, paramos num mercadinho e compramos dois sorvetes cornetto e uma água grande pela pechincha de Rp. 21.000 (uns 5 reais). Ahhh quem dera meu Brasil fosse assim. Demos uma volta boa pela floresta, que é bem grande e bem bonita. Combinamos de alimentar os macacos no final, para conhecer cada canto do lugar primeiro. São muitas as recomendações ao se visitar a Floresta dos Macacos, mas a principal delas é não dar bobeira com seus pertences pessoais. Eles são espertos, abusados (afinal, estão na casa deles) e podem tomar tudo o que quiserem em busca de comida, ou pela simples curiosidade. Antenor foi o primeiro a pegar uns pedaços de banana e esperar que o macaco subisse nos ombros dele. Filhote, é claro. Não teve muita coragem de encarar os adultos. Já eu, o bonzão, o espertão, o fodão, quis com um macaco adulto. Logo avistei um que parecia ter o peso de um gorila. Ele já subiu em mim assim que avistou o pedaço de banana na minha mão. Ficou uns instantes pelo meu ombro, o bastante pra eu tirar umas fotos e ganhar vários likes no instagram. Mas a expressão "macaco velho" não é à toa. Experiente que só, ele viu que tinha banana escondida no meu bolso. Foi escalando por mim rumo ao chão, e eu crente que ele estava só indo embora. Parou perto do meu bolso e tentou enfiar a mão. Como não conseguiu colocar a mão por dentro do tecido, simplesmente lascou uma bela dentada por cima da bermuda mesmo. Ali meu coração deu uma leve estremecida, nada sério, só tipo uma parada cardíaca. Mantive a calma e fui tentar ajudá-lo, abrindo o bolso. Que inocência a minha. Ele olhou pra mim e abriu uma boca que naquela hora me pareceu ter uns 90 cm de amplitude, o suficiente pra engolir metade do meu corpo. O barulho que ele fez também não foi nada agradável. Ele investiu outra mordida na minha perna, e dessa vez eu senti os dentes passando de raspão em mim. Já tava ali imaginando que na próxima tentativa ele levaria veia, fêmur, músculo, tudo junto. Mas antes que eu pudesse terminar o 8º Pai Nosso e o 5º Santo Anjo do Senhor Meu Zeloso Guardador, um dos trabalhadores locais chegou e tocou o macaco pra longe de mim. Tive que me livrar rapidamente das bananas que estavam no meu bolso, porque um novo cerco de macacos já estava se formando. Eles não são bestas. Portanto, pessoal, fica aqui a dica do tio Rodrigo. Não subestimem os macacos, e tomem MUITO cuidado. Por sorte, não aconteceu nada grave. Mas poderia ter acontecido. Voltando da floresta, paramos num supermercado e compramos umas coisas diferentes dessas que você só costuma achar no país que está visitando. Pó de café local (que aprendemos a tomar sem filtrar, diretamente na água, feito um café solúvel), uns donuts, umas bebidas estranhas tipo refrigerante, e uns cup noodles pra servir de almoço no hotel. Total: Rp. 182.000. De volta ao hotel e devidamente alimentados, alugamos uma scooter com a própria Putu (dona do hotel) por Rp. 50.000 a diária, e saímos para a próxima atração do nosso roteiro: o Palácio de Ubud. Palácio de Ubud Ele estava em reforma, portanto só era possível visitar algumas partes. Honestamente, eu não achei muita graça. Talvez com um guia, conhecendo a história local, fosse mais interessante, mas eu não colocaria muita expectativa nisso. Ali costuma acontecer alguns eventos, também, o que é outra chance do local se tornar interessante. Mas, tirando isso, demos uma volta e não perdemos muito tempo. Seguimos logo pra próxima parada. Nesse momento, aproveitamos para passar numa casa de câmbio e trocar uma quantidade maior de dólares. Isso porque os nossos próximos dias seriam nas ilhas Nusa Lembongan e Nusa Penida, e lá não costuma ter uma cotação muito boa. Fizemos uma estimativa de gastos e trocamos o suficiente, sempre considerando uma margem de segurança. Telalagang Rice Terrace Seguimos de moto para fora da cidade em direção a uma atração muito famosa da região, o Telalagang Rice Terrace (Terraço de Arroz de Telalagang). Ele não fica muito longe, então quem quiser alugar uma moto, ou pegar um táxi, pode conhecer por conta própria. A entrada lá é "gratuita". As aspas se dão porque, ao percorrer o local, é comum se deparar com "pedágios" disfarçados de doação, onde alguns locais pedem que você deixe uns trocados em troca da manutenção das pequenas pontes que eles constroem para a nossa travessia de um lado para o outro. Nada mais justo. Deixamos Rp. 5.000 cada, mas pode ser o valor que você quiser. O dia estava meio nublado, com cara de chuva, mas mesmo assim deu pra ver como o lugar é bonito. Porém, é o mais famoso terraço de arroz de Bali, então espere muitos turistas. Isso tira um pouco da magia do local, é verdade, mas outras opções de terraços não possuíam essa mesma geografia (eram terraços mais planos), e tampouco eram tão próximos quanto. Então nos contentamos em ficar por aqui mesmo. No caminho de volta para Ubud, pegamos uma bela de uma chuva. Sabe que foi até legal? Aquela sensação boa de chuva fresca, no meio de uma viagem, percorrendo aquelas charmosas estradinhas de Bali, campos de arroz surgindo às margens da estrada, misturados a templos, casas, lojas... foi um momento marcante. Turista acha tudo lindo, né? haha. Ubud Market Seguimos direto para o hotel. Deixamos mais roupa para lavar com a Putu e fomos correndo para o Ubud Market, pois já estava quase fechando (ele fecha às 18h). Chegando lá, algumas barracas já estavam recolhendo as coisas (as fotos abaixo são de quando passamos rapidamente por lá antes de ir ao Ubud Palace). Não só pelo horário, mas porque a chuva já tinha espantado boa parte da clientela. Mas deu tempo de comprarmos algumas lembrancinhas que queríamos levar de Bali, como descansa-copos, sarongs, ímãs de geladeira, etc. É tudo baratinho, mas esquecemos de anotar os preços. Eu só me lembro de uma Sarong MUITO BONITA, tecido trabalhado à mão, vermelho com uns desenhos em tinta ouro, em que fiquei horas negociando porque ela queria me cobrar 20 dólares. No fim das contas, paguei Rp. 100.000, porque queria levar de presente pra minha mãe. Passamos em outra lojinha mais arrumada (dessas que parecem de comércio de rua), com os preços já etiquetados. Levamos kits de sabonetes, pacotes de incenso, caixinha artesanal com pacote de café dentro, pulseira, enfim... tudo o queríamos levar de presente pro Brasil, e ficou tudo por Rp. 217.000. Café Lotus Seguimos para o famoso Café Lotus, pois haveria o tal espetáculo de dança naquele dia. Eu estava muito ansioso por esse momento, mas... nem tudo sai como planejado e a gente aprende a lidar com isso durante as viagens. Por conta do tempo, que ameaçava chuva, o espetáculo havia sido transferido para um local fechado, num prédio ao lado. Com isso, perdemos o interesse de participar. Além de não ser lá muito barato, não seria no lugar tradicional. Mas fica a dica para quem puder assistir. Dizem que é bem bonito. E não caia nessa de "pacote com jantar incluso" porque as mesas do Café Lotus são longe do lugar da dança, e quem paga mais caro no pacote com jantar assiste ao espetáculo de longe, e quem só compra o espetáculo pode assistir lá de perto. Já que nossa programação havia sido cancelada, fomos jantar em outro local. A conta ficou em Rp. 150.000 o casal. Voltamos para o hotel e acertamos nossa conta com a Putu (Rp. 1.050.000 pelas diárias, mais as Rp. 20.000 pelo kg de roupa extra que deixamos lá mais cedo). No dia seguinte, sairíamos cedo para o porto de Sanur, onde um barco nos levaria até Nusa Lembongan. Todo esse percurso já tinha sido combinado previamente com o Roby por whatsapp, pois ele organizou tudo pra gente. Mas os detalhes de preço, rotas e tudo mais vocês saberão no próximo capítulo. Nessa hora, a minha ansiedade já estava a mil. As ilhas Nusa, em especial Nusa Penida, era um dos meus momentos mais aguardados de toda a viagem. SALDO DO DIA (por pessoa): Rp. 10.500 - Sorvete e água Rp. 50.000 - Entrada Floresta dos Macacos Rp. 10.000 - Bananas Rp. 91.000 - Guloseimas no mercado Rp. 50.000 - 01 diária de scooter Rp. 5.000 - "Doação" no Telalagang Rice Terrace Rp. 158.500 - Presentes e lembrancinhas Rp. 75.000 - Jantar Rp. 525.000 - 03 diárias Angga Homestay Rp. 10.000 - Roupa lavanderia TOTAL: Rp. 985.000 (USD 72) PRÓXIMO CAPÍTULO: Os encantos de Nusa Lembongan.
  3. Poxa, @Karen M.. Bacana isso. Fico feliz que tenha te motivado de alguma forma. E já tô esperando esse seu relato à África do Sul, ein?! Quero muito conhecer Cape Town e toda a região. Quando postar, me marca. Abraços!!!
  4. Pessoal, nesse fds eu não garanto, mas nessa próxima semana sem falta eu posto o capítulo novo. Preciso acelerar isso porque nesse ritmo eu só termino em 2028 kkkk.
  5. Boaaa @Cleber Curitiba. Cara, você descreveu completamente o que é viajar por Bali. É tudo isso aí e mais um pouco. E pode entrar em contato com o Roby que você não vai se arrepender. Sucesso na sua viagem!!!
  6. Que comentário lindo de ler, @raibrtz obrigado pelo carinho!!! Vai acompanhando aí. Bjs!
  7. Graaaande @domsatrian, sempre presente. Eu que agradeço o apoio de sempre, meu camarada. Tamo junto!!!
  8. @isabella.marquesBoa, Isa!!! Pois é, esse dólar tá quebrando geral, mesmo. Cada ano só piora, tá foda. Mas vai dar tudo certo!!! Abraço!
  9. Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. 6º dia (16 de outubro) O horário combinado para a saída com o Roby era bem cedo. Teríamos muito caminho a percorrer e locais a visitar. Infelizmente, o café da manhã só seria servido depois de já termos saído. Entretanto, ao saber disso, a Putu fez questão de acordar mais cedo que o habitual, ir ao mercado local (ela faz isso todos os dias para preparar o café da manhã pros hóspedes junto com seu filho), e preparar um delicioso lanche deixado gentilmente numas embalagens para que pudéssemos levar. Aí que eu pergunto, é ou não é pra ter uma avaliação alta desse jeito? Um cuidado de mãe com a gente. (Imagem tirada de um vídeo de stories, desculpem a qualidade rs): Ubud é repleto de templos e locais a se conhecer. Nós havíamos decidido dividir os nossos curtos 2 dias aqui (o nosso foco em Bali era outro, que vocês verão nos próximos capítulos, mas quem puder ficar mais dias aqui, eu recomendo) entre locais mais distantes, a se visitar com o auxílio de um motorista e guia particular; e locais mais próximos, que visitaríamos por conta própria, alugando uma scooter. O roteiro do dia ficou assim: - Partida do nosso hotel em Ubud; - Templo do Lago (Pura Ulun Danu Bratan); - Kopi Luwak (Café Luak, o "café mais caro do mundo"); - Pausa pro almoço; - Templo das Águas Sagradas (Pura Tirta Empul); - Templo de Pedra (Gunung Kawi Temple); - Templo da Caverna do Elefante (Goa Gajah); - Finalizamos no nosso hotel em Ubud. Templo do Lago O Pura Ulun Danu Bratan, que em balinês significa "início do lago", é, muito provavelmente, o principal cartão postal de Bali junto com o Templo do Mar. Quem pesquisou viajar por essas bandas certamente já se deparou com sua mística imagem pela internet. Levamos algum tempo por vilarejos no interior de Bali até chegar lá. Talvez aqui nessa região a ilha tenha um clima mais próximo daquele que habita o nosso imaginário, tão diferente da corriqueira Bali repleta de estrangeiros em busca de diversão pelas áreas mais badaladas. Chegamos lá antes mesmo do templo abrir para visitação. O tempo estava fechado, chuvoso, e eu já havia desencanado de que não conseguiria fazer a foto que eu havia há muito tempo idealizado. Decidimos, então, atravessar a rua até uma lojinha e comprar capas de chuva por Rp. 20.000 cada. No horário previsto, pagamos as Rp. 50.000 cada pela entrada e seguimos para visitar o famoso templo. Estava completamente vazio, inteiramente pra gente. A área é grande, muito bonita, e o templo em si é tão pequeno perto daquilo tudo que te faz pensar como uma boa foto num bom ângulo podem criar uma fantasia na nossa cabeça. Estávamos com sorte. Um tempo depois de fazer algumas fotos naquele nevoeiro, o tempo abriu do nada. O sol avançou pelas nuvens de um jeito quase poético, e eu não desperdicei a oportunidade de fazer a foto que eu queria. Outras turistas começaram a chegar. Mas nós já tínhamos visto o que queríamos. Demos mais uma volta pelo local antes de reencontrar com Roby no estacionamento. Aproveitei para visitar umas lojinhas e comprar uma Sarong muito bonita, e um Udeng bem estiloso (aquela faixa que os balineses usam na cabeça) por Rp. 115.0000, o que eu, particularmente, achei uma pechincha, dada a riqueza do tecido. Se eu usei depois? Nunca mais rs. Café Luwak Nossa próxima parada era algo pelo que eu, um bom consumidor de café, esperava bastante. Era hora de conhecer o famoso "café mais caro do mundo", ou, como o Roby gostava de chamar, num português próprio, o "café de merda". O preço tão caro desse café se deve ao luwak, um mamífero peludo silvestre que aqui conhecemos como civeta. Ao se alimentar dos grãos, o animal não é capaz de digeri-los por completo. As enzimas do seu sistema digestivo agregam propriedades únicas ao grão, o que interfere no sabor. Os fazendeiros colhem os grãos das fezes do animal, fazem todo o processo de higienização, torra e moagem, e vendem o produto. Como o luwak tem sua limitação de consumo diário, não é possível produzir em larga escala, o que acaba justificando o alto preço do produto. Em alguns países, onde é visto como iguaria, uma xícara do café chega a ser vendido de 70 a 120 dólares. A visita ao local onde é produzido o café é gratuita. Uma guia te leva pela fazenda mostrando o processo de torra e moagem artesanal (o que eu não acredito muito ser realidade, parece mais uma coisa pra turista ver). Ao final da pequena caminhada, sentamos nas mesas onde nos será servido diversas amostras de bebidas, entre cafés e chás. Nenhum deles, entretanto, é o café Luwak, que é opcional, e vendido a Rp. 50.000 a xícara. Pedimos uma para experimentar ao final da degustação. Sobre o café luwak: de fato, é um café muito bom. Porém, é tão bom como qualquer café premium que temos aqui no Brasil. Acredito que o preço seja alto pela dificuldade em produzi-lo, não necessariamente por ser um sabor dos deuses. Mas, sim, quem costuma tomar um pouco mais de café saberá perceber a qualidade. Sobre a experiência e o local de produção em si: antes de visitar o local, eu não havia pensado nisso. Mas fiquei um pouco decepcionado (desiludido, talvez) com a forma de produção. Eu pensava, na minha inocência, que os animais viviam soltos, numa área grande, e as fezes eram recolhidas naturalmente. Mas li algumas matérias dizendo que eles vivem geralmente enjaulados, em condições precárias e com uma vida bem explorada. Existem as fazendas mais conceituadas e fiscalizadas que fazem a forma de coleta 100% silvestre, mas não creio que seja a maioria dos casos, ainda mais num país como a Indonésia. Então, fica aí a informação para quem não gosta de visitar esses locais que exploram a vida animal. Na saída, passamos na lojinha local para comprar alguns produtos. Eu ia comprar o café Luwak e levar de presente pra minha irmã, mas desisti. Muito caro. Comprei um chá de uma flor rosada que gostei de degustar (Rp.80.000) e um café balinês (sem ser o luwak) que gostamos de tomar no nosso hotel (Rp. 60.000). De lá, fomos almoçar. Pausa para almoço Pedimos ao Roby que nos levassem a um outro restaurante de comidas típicas. Dessa vez, ele não foi muito econômico, e nos levou a um lugar com um precinho um pouco acima dos nosso padrões mochileiros. Ok, a vista para um belo campo de arroz compensava bastante, e a comida estava uma delícia. Pedimos um prato que vinha repleto de comidas locais, como se fosse para degustação. Pagamos o almoço do Roby, e a conta saiu por Rp. 107.000 por pessoa. Templo das Águas Sagradas Seguimos nosso passeio rumo à próxima parada, o Pura Tirta Empul (Templo das Águas Sagradas). Muitos balineses acreditam que a água daqui tem poderes de cura e restauração, motivo pelo qual diversos locais e turistas se concentram para realizar o ritual de passagem pelas fontes de água. A entrada custou Rp. 15.000 para cada pessoa. Antenor não quis entrar na água, então somente eu entrei, o que custou mais Rp. 10.000 pelo aluguel da roupa própria e uso dos armários do vestiário para se trocar. Roby me disse que as fontes de número 11 e 13 (se não estou enganado) são específicas para rituais relacionados aos que já faleceram, então que é para evitá-los caso esse não seja o caso. Em cada fonte, a gente vai mentalizando algo positivo, algum problema que precisamos resolver, algum agradecimento que queiramos fazer, enfim, o que você achar apropriado no momento. A ideia é deixar o pensamento fluir junto com a água e sair de lá mais leve. Não sei se é só o nosso psicológico, não sou cético a esse ponto. Mas é verdade é que eu sai de lá me sentindo, de fato, espiritualmente mais leve. Vale a experiência. Templo das Pedras A penúltima parada do dia foi no grandioso Gunung Kawi Temple, o Templo das Pedras. E entrada foi Rp. 15.000 cada. Logo na chegada, uma grande escadaria repleta de artesanatos desce para o acesso ao local. O Templo das Pedras nos surpreendeu. Não só pela beleza daquelas esculturas todas esculpidas nos paredões rochosos, mas pela imensidão do lugar. É uma mistura mágica de pedras, florestas e até um rio que corta o local. Andamos muito por lá, subindo e descendo escadas, deu pra cansar bastante. Na saída, compramos mais água (Rp. 15.000) e seguimos com Roby para a última parada do dia. Templo da Caverna do Elefante A entrada neste templo também foi Rp. 15.000 por pessoa. Roby nos explicou que essa caverna, embora datada de muitos séculos atrás, foi acidentalmente descoberta apenas na década de 70 por conta de um tufão que passou no local. Sua fachada tem esculturas de diversas criaturas místicas do hinduísmo. A garganta de uma delas serve de entrada. Um corredor de uns treze metros de comprimento leva a um cruzamento em forma de T. No lado esquerdo, há uma estátua com cerca de um metro de altura de Ganesha, o deus-elefante hindu da sabedoria, da inteligência, da educação e da prudência, padroeiro das escolas e dos profissionais ligados ao saber, um dos deuses mais conhecidos e cultuados do hinduísmo. Daí veio o apelido de "caverna do elefante". No lado esquerdo, há três estatuetas que representam as figuras de Lingam e Yoni, simbolizando a fonte da vida e as sexualidades masculina e feminina. De volta para o hotel Finalizado o roteiro do dia, voltamos para o nosso hotel. Pagamos os Rp. 650.000 pela diária do Roby. Ele se despediu da gente dizendo palavras muito bonitas sobre sua cultura, sua família e seu povo. Achei aquilo bem bacana. Prometi a ele que o indicaria a outros mochileiros, porque o serviço prestado foi realmente um diferencial. E que um dia nos encontraríamos novamente. Eu volto a Bali, aaahhh se eu volto. Há muito o que explorar pela Indonésia ainda. Chegando no hotel, pegamos as roupas limpas que havíamos deixado para lavar no dia anterior (foram 3kg por Rp.60.000). Compramos alguns cup noodles e amendoins na vendinha da esquina para jantar no quarto (Rp. 40.000 o casal). Depois disso, banho e cama, porque o dia foi bem puxado, e a viagem estava só começando. SALDO DO DIA (por pessoa): Rp. 50.000 - Entrada Templo do Lago Rp. 20.000 - Capa de chuva Rp. 115.000 - Sarong e Udeng Rp. 50.000 - Xícara de café Luwak Rp. 140.000 - Compras na loja de café Rp. 214.000 - Almoço Rp. 15.000 - Entrada Templo Águas Sagradas Rp. 10.000 - Banho Águas Sagradas Rp. 15.000 - Entrada Templo das Pedras Rp. 15.000 - Águas Rp. 15.000 - Entrada Caverna do Elefante Rp. 650.000 - Diária Roby Rp. 30.000 - Lavanderia Rp. 20.000 - Jantar TOTAL: Rp. 1.359.000 (USD 99) PRÓXIMO CAPÍTULO: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz.
  10. Valeu, @alexandresfcpg! É um bom período pra se fazer caso você consiga combinar outubro pra Indonésia/Singapura e Novembro pra Tailândia. Espero que o relato te ajude. Abraços!
  11. Sim, a @Maryana Teles é foda. Uma amiga querida, generosa e do bem. É muito foda acompanhar o crescimento dela no @vidamochileira e todas as aventuras em que ela e o Mark se jogam de cabeça. O site dela tá muito completo, também. Vale a pena a galera dar uma conferida.
  12. Grande Diego! Não sabe minha felicidade quando vejo a galera retornando aqui e contribuindo com relatos como esse. Tá foda! Promete ser um daqueles bem completos. Parabéns, cara!!! Continua aí.
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